Autor: REDAÇÃO

  • TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

    TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

    Nova ferramenta será aplicada na Europa, Reino Unido e Suíça, com análise automática de perfis, possibilidade de denúncias por usuários e revisão humana em casos suspeitos de contas pertencentes a menores de 13 anos.

    O TikTok anunciou que pretende implementar uma nova ferramenta de detecção de idade na plataforma. O recurso será adotado não apenas na União Europeia, mas também em mercados como Reino Unido e Suíça.

    O sistema terá como objetivo estimar a idade dos usuários e bloquear automaticamente conteúdos considerados inadequados para determinadas faixas etárias. Caso a tecnologia identifique indícios de que uma conta pertence a alguém com menos de 13 anos, idade mínima exigida para uso da rede social, o perfil será encaminhado para análise de um moderador, que decidirá se a conta deve ser removida.

    Além da verificação automática, qualquer usuário poderá denunciar perfis que suspeite pertencerem a menores de 13 anos. Essas denúncias também serão avaliadas por moderadores especializados.

    A empresa informou que usuários europeus receberão notificações explicando como funcionará o novo sistema. Se uma conta for bloqueada por engano, o titular poderá recorrer da decisão e apresentar um documento oficial para comprovar a idade.

    Em comunicado, o TikTok reconheceu os desafios envolvidos nesse tipo de verificação. “Apesar dos nossos esforços, ainda não existe um método globalmente consensual que permita confirmar a idade de uma pessoa de forma eficaz e, ao mesmo tempo, preservar sua privacidade”, afirmou a plataforma.

    A empresa reforçou que mantém o compromisso de impedir o acesso de crianças menores de 13 anos ao aplicativo, oferecer experiências adequadas para adolescentes e continuar avaliando diferentes soluções tecnológicas. Segundo o TikTok, uma abordagem multifacetada, que combine diversas técnicas de verificação, é essencial para garantir a segurança dos usuários mais jovens desde a concepção da plataforma.
     

     
     
     
     
     
     
     

    TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

  • Veja as imagens do trágico acidente entre dois trens na Espanha

    Veja as imagens do trágico acidente entre dois trens na Espanha

    Colisão envolvendo composições da Renfe e da Iryo ocorreu na região de Córdoba, na Andaluzia, mobilizou equipes de resgate durante a madrugada e levou à suspensão do tráfego ferroviário em diversas rotas do sul do país.

    Dois trens de alta velocidade colidiram no fim da tarde de domingo no município de Adamuz, na província de Córdoba, no sul da Espanha. O acidente deixou ao menos 39 mortos e dezenas de feridos. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que visitará o local nesta segunda-feira.

    A colisão ocorreu por volta das 19h45 no horário local, quando vagões de um trem da empresa privada Iryo, que seguia de Málaga para Madri, descarrilaram e invadiram a via paralela. No mesmo momento, um trem da estatal Renfe, que fazia o trajeto entre Madri e Huelva, passava em sentido contrário.

    As causas do acidente ainda são desconhecidas. Uma comissão técnica especializada foi designada para conduzir a investigação. O ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, classificou o episódio como “tremendamente estranho”, ao destacar que a colisão ocorreu em um trecho reto da linha férrea, recentemente modernizada. Segundo ele, a via havia passado por obras concluídas em maio do ano passado e o trem que descarrilou tinha menos de quatro anos de uso.

    Relatos de passageiros descrevem momentos de pânico. Em entrevista ao jornal El País, María San José, de 33 anos, que viajava de Málaga para Madri, contou ter sentido fortes solavancos antes da parada brusca. “As malas começaram a cair. Quando saímos, vimos vagões retorcidos e outros dois tombados”, relatou.

    Outro passageiro, Santiago, de 44 anos, afirmou que o trem balançou intensamente antes de parar. Ele disse que os serviços de emergência levaram cerca de uma hora para chegar. “Vi uma pessoa morta e tentamos ajudar os feridos, mas a primeira carruagem estava completamente destruída”, contou.

    María Vidal, de 32 anos, que estava no trem da Iryo, descreveu a sensação como a de um terremoto. “Tudo tremeu, houve uma freada brusca e as luzes se apagaram. Ficamos cerca de 40 minutos dentro do vagão e vi pessoas em estado muito grave”, disse.

    A tragédia gerou manifestações de pesar de líderes internacionais. O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou o acidente como uma tragédia e ofereceu apoio à Espanha. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também expressou solidariedade às famílias das vítimas e ao povo espanhol.

    Veja as imagens do trágico acidente entre dois trens na Espanha

  • Trump intensifica pressão sobre a Groenlândia; “Chegou a hora”

    Trump intensifica pressão sobre a Groenlândia; “Chegou a hora”

    Presidente dos Estados Unidos acusa a Dinamarca de falhar na contenção da Rússia, ameaça impor tarifas a países europeus e eleva o tom ao defender que Washington assuma o controle da ilha estratégica no Ártico

    A ameaça de tarifas comerciais e o envio de tropas europeias ao Ártico marcaram um novo capítulo da escalada diplomática em torno da Groenlândia. No centro da crise está o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarou que “chegou a hora” de agir diante do que considera falhas históricas da Dinamarca na defesa do território.

    A declaração foi feita nesta segunda-feira (19), depois de Trump anunciar que poderá impor tarifas de até 25% a países europeus que se oponham aos planos americanos para a ilha. Segundo o republicano, a pressão econômica só será suspensa caso haja um acordo que permita aos Estados Unidos assumir o controle total da Groenlândia.

    Na avaliação do presidente, a Dinamarca ignorou alertas feitos ao longo de duas décadas pela OTAN sobre a presença russa na região. Para Trump, essa omissão teria criado um vácuo de segurança que agora justificaria uma ação direta de Washington. “Infelizmente, nada foi feito. Agora chegou a hora”, afirmou.

    A Groenlândia é considerada estratégica pelo governo americano por sua posição no Ártico e pelo papel central que teria no chamado Domo de Ouro, projeto de escudo antimísseis que Trump pretende implementar. Embora os Estados Unidos já mantenham uma base militar na ilha, a presença foi reduzida nos últimos anos, movimento que o próprio presidente agora classifica como um erro.

    A retórica americana provocou reação imediata na Europa. Alemanha, França, Reino Unido, Noruega, Holanda e Suécia enviaram tropas à Gronelândia na última quinta-feira (15), em uma demonstração de apoio à soberania dinamarquesa e de resistência às pretensões dos EUA.

    Além da dimensão militar, Trump elevou o confronto ao campo econômico. Em publicação nas redes sociais, anunciou que, a partir de 1º de fevereiro de 2026, oito países europeus estarão sujeitos a uma tarifa inicial de 10% sobre exportações aos Estados Unidos, percentual que subiria para 25% em junho, caso não haja acordo.

    Segundo a agência Reuters, em carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, Trump afirmou que já não se sente obrigado a priorizar exclusivamente a paz nas negociações. A resposta norueguesa foi imediata: Støre classificou como inaceitável qualquer tentativa de coerção econômica ligada à Groenlândia.

    Trump intensifica pressão sobre a Groenlândia; “Chegou a hora”

  • OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

    OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

    A empresa inicia testes de publicidade para usuários gratuitos nos EUA e apresenta o plano ChatGPT Go, mais barato que as versões Plus e Pro, como parte da estratégia para diversificar receitas e ampliar o acesso à ferramenta de inteligência artificial.

    A OpenAI anunciou que começará a exibir anúncios dentro do ChatGPT para parte dos usuários nos Estados Unidos. A iniciativa, segundo a empresa, está em fase de testes e tem como objetivo ampliar a base de clientes e diversificar as fontes de receita.

    De acordo com comunicado publicado no blog oficial da OpenAI, os anúncios aparecerão ao final das respostas sempre que houver um produto ou serviço patrocinado considerado relevante. A empresa afirma que o conteúdo publicitário será claramente identificado como anúncio.

    Assinantes dos planos Plus, Pro, Business e Enterprise não verão anúncios durante o uso do ChatGPT.

    “Acreditamos em um modelo de receita diversificado, no qual os anúncios podem desempenhar um papel importante para tornar a informação mais acessível para todos”, afirmou Fidji Simo, CEO de aplicativos da OpenAI.

    Nova assinatura do ChatGPT

    Junto com a novidade, a OpenAI também lançou um novo plano de assinatura, chamado ChatGPT Go. O plano já está disponível globalmente, inclusive no Brasil, com mensalidade de R$ 39,99.

    Segundo a empresa, o ChatGPT Go oferece mais capacidade de uso do que a versão gratuita, permitindo explorar temas com maior profundidade, manter conversas mais longas, enviar mais conteúdos, gerar mais imagens e contar com mais memória para respostas personalizadas.

    No Brasil, os valores atuais das assinaturas do ChatGPT são:

    O plano gratuito segue disponível sem custo, com acesso limitado aos recursos da plataforma.

    O plano ChatGPT Go custa R$ 39,99 por mês.

    O ChatGPT Plus tem mensalidade de aproximadamente R$ 99,90.

    O ChatGPT Business varia entre R$ 134,99 e R$ 159,99 por mês, dependendo da forma de pagamento.

    Já o plano ChatGPT Pro custa cerca de R$ 999,90 mensais.

    A OpenAI reforça que os anúncios não afetarão a experiência dos usuários pagantes e que a exibição de publicidade será limitada apenas à versão gratuita do serviço.
     
     
     

    OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

  • Alemanha reage a ameaça de Trump de impor tarifas ligadas à Groenlândia

    Alemanha reage a ameaça de Trump de impor tarifas ligadas à Groenlândia

    Governo alemão afirma que acompanha as declarações do presidente dos EUA e diz que qualquer resposta será coordenada com parceiros europeus, enquanto setor empresarial e economistas alertam para impactos econômicos e risco de escalada comercial.

    O governo da Alemanha afirmou que acompanha com atenção as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas a países europeus envolvidos na presença militar na Gronelândia e que irá coordenar qualquer reação com os demais parceiros da União Europeia.

    Em publicação na rede X, o porta-voz do governo alemão, Stefan Kornelius, disse que Berlim “tomou nota” das declarações do presidente americano e mantém contato estreito com os aliados europeus. Segundo ele, eventuais medidas serão decididas no momento oportuno. Até agora, o chanceler Friedrich Merz e os ministros do governo não se manifestaram publicamente sobre o assunto.

    No setor privado, as reações começaram a surgir. O presidente da confederação patronal alemã, Dirk Jandura, afirmou ao jornal Handelsblatt que o uso de tarifas como instrumento político tende a gerar prejuízos para todos os lados. Para ele, a escalada comercial pode resultar apenas em perdas econômicas generalizadas.

    O diretor do Instituto Alemão de Estudos Econômicos, Marcel Fratzscher, defendeu que a Alemanha e a União Europeia reforcem parcerias globais, inclusive com a China, como forma de responder à pressão dos Estados Unidos. Segundo Fratzscher, a Europa tem cedido de forma recorrente nos conflitos comerciais com Trump, deixando de defender seus próprios interesses e o multilateralismo. Na avaliação do economista, essa postura teria sido interpretada como fraqueza pelo presidente americano.

    Estimativas apontam que a imposição de tarifas de 25%, a partir de junho, poderia reduzir em 0,2% o Produto Interno Bruto da Alemanha. Trump ameaçou no sábado aplicar novas sobretaxas a países como Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia até que seja alcançado um acordo para a transferência do controle da Gronelândia aos Estados Unidos.

    De acordo com o presidente americano, uma tarifa inicial de 10% entraria em vigor em 1º de fevereiro, com possibilidade de aumento para 25% em 1º de junho. Diante da gravidade do impasse, está prevista para esta semana uma reunião de emergência dos embaixadores da União Europeia em Bruxelas. O presidente francês, Emmanuel Macron, também deve discutir o tema com outros líderes europeus nas próximas horas.

    Trump tem reiterado que os Estados Unidos pretendem assumir o controle da Gronelândia “de uma forma ou de outra”. A ilha é um território autônomo sob soberania da Dinamarca, localizado estrategicamente no Ártico e com cerca de 50 mil habitantes.

    Alemanha reage a ameaça de Trump de impor tarifas ligadas à Groenlândia

  • William e Kate reforçam equipe com especialista em gestão de crise

    William e Kate reforçam equipe com especialista em gestão de crise

    Contratação ocorre em meio a uma sequência de crises enfrentadas pela monarquia britânica, que incluem escândalos sexuais envolvendo o príncipe Andrew, problemas de saúde do rei Charles III e de Kate, além de tensões internas expostas publicamente

    O príncipe William e Kate Middleton reforçaram a sua equipe com a contratação de uma especialista em gestão de crise, em meio a um período de forte pressão sobre a família real britânica. A medida ocorre após a sucessão de controvérsias envolvendo a monarquia, em especial os escândalos sexuais ligados ao príncipe Andrew, André Mountbatten-Windsor.

    De acordo com o Daily Mail, a escolhida para o cargo foi Liza Ravenscroft, executiva com longa experiência em comunicação estratégica e gestão de riscos. Ela atuava como diretora sênior da área de crise e risco da Edelman no Reino Unido, uma das maiores empresas de relações públicas do mundo.

    Ravenscroft já trabalhou diretamente com figuras públicas e instituições que enfrentaram momentos de grande desgaste de imagem, perfil considerado adequado para o atual contexto vivido pelos Príncipe William e por Kate Middleton. Nos últimos anos, além da repercussão internacional do caso envolvendo Andrew, a monarquia teve de lidar com o diagnóstico de câncer de Kate e do rei Charles III, bem como com os impactos do livro e das entrevistas do príncipe Harry, que trouxeram à tona detalhes sensíveis da vida familiar.

    A indicação de Liza Ravenscroft teria partido de Julian Payne, ex-secretário de comunicação do rei Charles III e da rainha Camilla, atualmente diretor executivo da Edelman e membro do conselho da Fundação do Rei. Payne trabalhou durante cinco anos para a Casa Real e mantém forte ligação com o núcleo institucional da monarquia.

    Apesar do histórico da executiva, uma fonte do Palácio de Kensington afirmou ao tabloide britânico que a função de Ravenscroft não será diretamente ligada a crises. Segundo a mesma fonte, ela passará a integrar a equipe de apoio dos príncipes de Gales, que já conta com a governanta espanhola dos filhos George, Charlotte e Louis, María Teresa Turrión Borrallo, além do motorista do casal, Scott Robin Bishop.

     
     
     

     
     
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    William e Kate reforçam equipe com especialista em gestão de crise

  • Fortuna de 12 bilionários supera a renda de metade da população mundial

    Fortuna de 12 bilionários supera a renda de metade da população mundial

    Levantamento da Oxfam revela que a concentração de riqueza atingiu um nível histórico, com um pequeno grupo de super-ricos acumulando mais recursos do que cerca de quatro bilhões de pessoas, enquanto a pobreza segue avançando em diversas regiões do planeta.

    A concentração de riqueza global atingiu um patamar histórico e escancarou ainda mais a desigualdade no planeta. Um novo relatório da Oxfam revela que as 12 pessoas mais ricas do mundo concentram hoje mais dinheiro do que a metade mais pobre da população global, o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.

    Segundo o estudo, divulgado nesta semana, a fortuna dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025, ritmo três vezes superior à média registrada nos últimos cinco anos. Com isso, o patrimônio acumulado desse grupo chegou a 15,7 trilhões de euros (R$ 98,9 trilhões), o maior valor já registrado.

    A Oxfam destaca que apenas no último ano a riqueza dos bilionários aumentou em 2,1 trilhões de euros (R$ 13,2 trilhões), montante que, segundo a organização, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema no mundo 26 vezes. Pela primeira vez, o número de bilionários ultrapassou a marca de 3.000 pessoas. No topo da lista está o empresário norte-americano Elon Musk, que se tornou o primeiro indivíduo a ultrapassar uma fortuna pessoal de 500 bilhões de dólares, o equivalente a cerca de 430 bilhões de euros (R$ 2,7 trilhões).

    O relatório aponta que a riqueza acumulada pelos super-ricos em 2025 permitiria distribuir cerca de 250 dólares (aproximadamente R$ 1.575) para cada habitante do planeta e, ainda assim, os bilionários manteriam cerca de 430 bilhões de euros (R$ 2,7 trilhões). Desde 2020, a fortuna desse grupo cresceu 81%, em um contexto no qual uma em cada quatro pessoas no mundo não tem acesso regular a alimentos e quase metade da população vive em situação de pobreza.

    Intitulado Resistir ao Domínio dos Ricos: Proteger a Liberdade do Poder dos Bilionários, o estudo analisa como a concentração extrema de riqueza tem sido acompanhada pela ampliação do poder político dos super-ricos, que passam a influenciar regras econômicas e sociais em benefício próprio. A Oxfam cita especialmente os Estados Unidos, associando o avanço da desigualdade à gestão do presidente Donald Trump, que, segundo a ONG, adotou políticas favoráveis aos bilionários.

    De acordo com a organização, medidas como cortes de impostos para os mais ricos, o enfraquecimento de iniciativas globais para tributar grandes empresas, o recuo no combate a monopólios e o estímulo a setores como o de inteligência artificial contribuíram para ampliar os ganhos do topo da pirâmide econômica.

    A Oxfam ressalta, porém, que o fenômeno não se limita aos Estados Unidos. O relatório aponta que oligarquias econômicas vêm minando instituições e ampliando desigualdades em diferentes regiões do mundo.

    Diante desse cenário, a confederação de ONGs defende que governos adotem planos nacionais para reduzir a disparidade entre ricos e pobres, com destaque para a criação de impostos sobre grandes fortunas e para o fortalecimento de regulações que garantam maior independência da imprensa e das instituições democráticas.

    O relatório foi divulgado no mesmo dia da abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, evento que reúne líderes políticos, empresariais e financeiros para discutir os rumos da economia global. A edição deste ano conta com a presença de Trump, da maior delegação norte-americana já enviada ao fórum, além de representantes de peso da China, da União Europeia e de chefes de Estado das principais economias do mundo.
     
     

     

    Fortuna de 12 bilionários supera a renda de metade da população mundial

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Europa aceitará anexação da Groenlândia pelos EUA, afirma secretário

    Europa aceitará anexação da Groenlândia pelos EUA, afirma secretário

    Para o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, líderes europeus reconhecerão que o controle da Groenlândia pelos Estados Unidos é a melhor opção em termos de segurança, diante do que classificou como fragilidade estratégica da Europa.

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou acreditar que a Europa acabará aceitando a anexação da Groenlândia pelos EUA, ideia defendida pelo presidente Donald Trump, por considerar que esse seria o “melhor desfecho possível” em termos de segurança internacional.

    Em entrevista à NBC, Bessent declarou que os países europeus “projetam fraqueza” e dependem das garantias de segurança oferecidas por Washington. “Paz por meio da força. Se a Groenlândia for incorporada aos Estados Unidos, não haverá conflito. Os EUA são hoje o país mais forte do mundo”, disse.

    Segundo o secretário, líderes europeus acabariam cedendo ao perceberem que precisam da proteção norte-americana. “Eles vão compreender que a Groenlândia sob controle dos Estados Unidos é o melhor resultado possível”, afirmou. Bessent também reforçou que o território é considerado estratégico para os EUA, sobretudo no contexto do novo sistema de defesa antimísseis batizado de “Cúpula Dourada”.

    “O presidente Trump está avaliando os riscos de um eventual conflito no Ártico nos próximos anos. A América precisa manter o controle da situação”, acrescentou.

    Em paralelo, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fez um apelo para que a Europa evite retaliações comerciais após o Partido Popular Europeu defender a suspensão do acordo comercial entre Washington e Bruxelas, que havia encerrado a última disputa tarifária entre as partes.

    “Nós moderamos nossas tarifas enquanto aguardamos que eles façam o mesmo”, disse Greer à Fox News. “Se eu estivesse no lugar deles, deixaria esse assunto de lado. Mas, se quiserem transformar isso em um problema comercial, que o façam.”
     
     

     

    Europa aceitará anexação da Groenlândia pelos EUA, afirma secretário

  • Piers Morgan hospitalizado devido a queda em restaurante

    Piers Morgan hospitalizado devido a queda em restaurante

    Jornalista britânico passou por cirurgia para colocação de prótese no quadril, segue internado em recuperação e ficará de muletas por cerca de seis semanas, além de ter viagens suspensas por até três meses.

    O jornalista britânico Piers Morgan está internado em um hospital de Londres após sofrer um acidente. A informação foi divulgada pelo próprio comunicador neste domingo, 18, por meio de uma publicação nas redes sociais.

    Em uma foto compartilhada no Instagram, Morgan aparece deitado em uma cama hospitalar e contou que se machucou ao tropeçar em um degrau dentro de um restaurante na capital britânica. “Caí como um saco de batatas”, escreveu. Segundo ele, a queda resultou em uma fratura no fêmur.

    Após o acidente, o jornalista passou por uma cirurgia para colocação de uma prótese no quadril e agora se recupera sob acompanhamento médico. De acordo com o próprio Morgan, o período de recuperação deve durar cerca de seis semanas, durante as quais ele precisará usar muletas. Além disso, ficará impossibilitado de viajar por aproximadamente três meses.

    Apesar do susto, o apresentador manteve o bom humor. “O Ano Novo começou com tudo. A culpa é do Donald Trump”, brincou na publicação.

     
     

     
     
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    Piers Morgan é uma das figuras mais conhecidas e controversas do jornalismo britânico e mantém uma relação de amizade com Cristiano Ronaldo. Em novembro de 2025, ele entrevistou o atacante português em uma conversa que repercutiu internacionalmente, na qual o jogador falou sobre vida pessoal, relacionamento com Georgina Rodríguez e planos de casamento após a Copa do Mundo de 2026.

    Piers Morgan hospitalizado devido a queda em restaurante

  • Acidente entre trens de alta velocidade deixa 39 mortos na Espanha

    Acidente entre trens de alta velocidade deixa 39 mortos na Espanha

    Colisão envolvendo composições da Renfe e da Iryo ocorreu na região de Córdoba, na Andaluzia, mobilizou equipes de resgate durante a madrugada e levou à suspensão do tráfego ferroviário em diversas rotas do sul do país.

    Pelo menos 39 pessoas morreram e outras 75 ficaram feridas, 15 em estado grave, após um grave acidente ferroviário ocorrido neste domingo na região de Córdoba, no sul da Espanha. A colisão envolveu dois trens de alta velocidade e mobilizou equipes de resgate durante toda a noite.

    O presidente do governo regional da Andaluzia, Juan Manuel Moreno, informou que a maioria dos feridos foi encaminhada ao Hospital Rainha Sofia, em Córdoba. Segundo ele, os números ainda podem sofrer alterações. “Amanhã teremos dados mais confiáveis, tanto sobre o total de vítimas quanto sobre os feridos”, afirmou.

    As operações de emergência seguem concentradas na retirada dos corpos das composições, um trabalho considerado complexo devido às condições de algumas carruagens. Inicialmente, o governo espanhol havia confirmado 21 mortes, mas já admitia a possibilidade de aumento no número de vítimas.

    Em Madri, o ministro dos Transportes, Óscar Puente, disse que todos os feridos já receberam atendimento médico e que, neste momento, as equipes atuam exclusivamente no resgate dos corpos. Ele destacou que ainda não há explicação para o acidente e que as causas serão apuradas por uma comissão técnica especializada.

    Puente classificou o episódio como “tremendamente estranho”, ressaltando que o trecho onde ocorreu a colisão é uma reta e que a via havia passado por uma renovação completa, concluída em maio. O trem que descarrilou inicialmente, segundo o ministro, era praticamente novo, com cerca de quatro anos de uso.

    O acidente aconteceu por volta das 19h45, no município de Adamuz, quando vagões de um trem da empresa privada Iryo, que fazia o trajeto Málaga–Madri, descarrilaram e invadiram a via contrária no momento em que passava um trem da estatal Renfe, que seguia de Madri para Huelva. O impacto fez com que as duas primeiras carruagens do trem Alvia, da Renfe, saíssem violentamente dos trilhos, concentrando a maioria das mortes.

    No trem da Iryo viajavam 317 pessoas, segundo a empresa. Já a composição da Renfe transportava cerca de 200 passageiros. As duas carruagens que descarrilaram levavam 37 pessoas.

    O governo regional ativou o plano autonômico de emergências de proteção civil, e o governo central enviou 37 militares da Unidade Militar de Emergências para atuar no local.

    A administradora de infraestruturas ferroviárias Adif anunciou a suspensão de todos os trens de alta velocidade entre Madri e cidades da Andaluzia, como Córdoba, Sevilha, Málaga, Granada e Huelva, ao menos durante toda a segunda-feira. As estações dessas cidades permanecerão abertas para acolher familiares das vítimas que precisem de apoio.

     

    Acidente entre trens de alta velocidade deixa 39 mortos na Espanha