Autor: REDAÇÃO

  • Flávio Bolsonaro: Isso tudo é medo? Querem enterrar todos os Bolsonaros vivos?

    Flávio Bolsonaro: Isso tudo é medo? Querem enterrar todos os Bolsonaros vivos?

    Em transmissão ao vivo, Flávio Bolsonaro afirmou que há perseguição contra o pai e criticou Alexandre de Moraes pela prisão preventiva. O senador disse que seguirá como candidato à reeleição ao Senado e defendeu apoio ao ex-presidente, rejeitando qualquer discussão sobre sucessão política neste momento

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse na tarde de hoje, 22, que é sua opinião parlamentar que há perseguição contra o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Afirmou também que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “tentou usar mais uma vez um filho para tentar culpar pela prisão do pai”.

    Em live, no seu canal no Youtube, o senador ressaltou que nunca disse que seria candidato à Presidência da República e que sempre afirmou que é candidato à reeleição ao Senado, se assim seu partido decidir. \”Isso tudo é medo? Querem enterrar todos os Bolsonaros vivos? Isso tudo é medo de quê?”, emendou.

    Na sequência, disse que o processo contra o pai está “cheio de simbologias”. “A decisão estava pronta desde ontem, dia 21. Por que ele quer prender no dia 22? Por que ele dá uma multa de R$ 22 milhões no partido quando Bolsonaro pede para que se investigue os indícios de problemas que possam ter havido nas eleições de 2022?”

    Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou na transmissão que quem falar agora em sucessão “é um canalha”. “O momento não é de discutir isso. O momento é de dar suporte para um cara que está doente dentro do cárcere. O momento é de mostrar quem o povo está ao lado, que é o lado do Bolsonaro”, disse, em live no seu canal no Youtube.

    Flávio Bolsonaro: Isso tudo é medo? Querem enterrar todos os Bolsonaros vivos?

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  • Barcelona volta ao Camp Nou após 2 anos e goleia o Athletic Bilbao

    Barcelona volta ao Camp Nou após 2 anos e goleia o Athletic Bilbao

    O Barcelona voltou ao Camp Nou neste sábado, dois anos e meio após deixar o estádio para reformas, e marcou o retorno com uma vitória convincente por 4 a 0 sobre o Athletic Bilbao, pela 13ª rodada do Campeonato Espanhol.

    O reencontro com a torcida começou cedo no placar. Logo aos 4 minutos, Lewandowski, usando a braçadeira de capitão, abriu a contagem com um chute de direita no canto de Unai Simón, goleiro da seleção espanhola campeã da última Eurocopa.

    Aos 10 minutos, a atmosfera nas arquibancadas ganhou um momento especial: os torcedores entoaram o nome de Lionel Messi, que visitou o estádio recentemente. O gesto homenageou aquele que muitos consideram o maior jogador da história do clube, hoje no Inter Miami.

    Aos 23 minutos, Ferran Torres chegou a balançar a rede, mas o gol foi anulado por impedimento. O atacante não se abateu. Nos acréscimos do primeiro tempo, aos 45+2, Lamine Yamal deu um passe preciso de trivela para Ferran, que desta vez marcou em uma finalização que expôs novamente a falha de Unai Simón.

    A vantagem aumentou no início da segunda etapa. Aos 48 minutos, Fermin López marcou o terceiro dos catalães. Minutos depois, o Athletic complicou ainda mais sua situação quando Oihan Sancet foi expulso com cartão vermelho direto após uma entrada dura.

    O retorno de Raphinha aos gramados também mereceu destaque. O brasileiro, que teve grande desempenho na última temporada e ficou em quinto na Bola de Ouro, foi muito aplaudido ao entrar em campo nos minutos finais.

    O placar foi fechado aos 90+1, novamente com Ferran Torres, que completou seu segundo gol na partida após mais uma assistência de Lamine Yamal. Aos 18 anos, o camisa 10 é visto como a principal aposta do clube para o futuro.

    Barcelona volta ao Camp Nou após 2 anos e goleia o Athletic Bilbao

  • Globo define estreia de primeira novela vertical com Jade Picon no papel principal

    Globo define estreia de primeira novela vertical com Jade Picon no papel principal

    A Globo estreia em 25 de novembro “Tudo por uma Segunda Chance”, primeira novela criada para redes sociais. Protagonizada por Jade Picon, Daniel Rangel e Débora Ozório, a trama terá 50 capítulos curtos, focados em drama e romance, com lançamentos semanais pensados para consumo mobile

    (CBS NEWS) – A Globo definiu a data de estreia de “Tudo por uma Segunda Chance”, primeira novela criada especialmente para as redes sociais: 25 de novembro. A trama tem Jade Picon como protagonista, ao lado de Daniel Rangel e Débora Ozório nos papéis centrais.

    Com 50 capítulos, a história acompanha os preparativos para o casamento de Lucas Trajano (Daniel Rangel) e Paula Magalhães (Débora Ozório), sua primeira e única namorada. Tudo muda quando Lucas cai em um coma profundo após beber uma taça envenenada – o alvo original era Paula. A responsável é Soraia (Jade Picon), amiga de infância do casal, que nutre uma paixão obsessiva pelo rapaz e, principalmente, pela sua fortuna.

    A vilã arma provas para incriminar Paula, fazendo o casamento desmoronar. Anos depois, quando Lucas finalmente desperta, ele não se lembra de nada – nem mesmo de seu grande amor. Ao lado dele está Soraia, que se aproveita da vulnerabilidade do rapaz para apagar qualquer vestígio do passado e ocupar o lugar deixado por Paula.

    Pensada para consumo mobile, a novela aposta em drama, romance e intrigas, com episódios de 2 a 3 minutos, lançados em pacotes semanais de 10 capítulos, sempre às terças-feiras. O elenco também conta com Beth Goulart, Marcos Winter, Vanessa Gerbelli e Leonardo Brício. O roteiro é de Rodrigo Lassance, com direção artística de Adriano Melo.

    Globo define estreia de primeira novela vertical com Jade Picon no papel principal

  • Rooney revela salário astronômico que ganhou durante auge no United

    Rooney revela salário astronômico que ganhou durante auge no United

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Wayne Rooney é um dos maiores ídolos da história do Manchester United e era pago como tal. Nesta semana, o ex-jogador revelou quanto ganhava dos Red Devils em seu auge e deixou outras lendas da Premier League assustadas.

    Em participação no podcast Stick do Football, Rooney contou que recebia 17 milhões de libras por ano. Sem correção, o valor corresponde a cerca de R$ 120 milhões, ou seja, o atacante embolsava, na época, R$ 10 milhões por mês no United.

    Gary Neville, Jamie Carragher, Ian Wright e Roy Keane, participantes do programa, ficaram chocados. Como o auge do centroavante foi nos anos 2000, época em que os salários ainda não estavam, os valores foram considerados “absurdos”.

    O centroavante marcou 253 gols e distribuiu 122 assistências em 559 jogos com a camisa do Manchester United. Ele é o maior artilheiro da história do clube.

    Ao todo, conquistou cinco títulos da Premier League, três Copas da Liga Inglesa, uma FA Cup, uma Liga Europa e uma Liga dos Campeões. Rooney também vestiu as camisas de Everton, DC United e Derby County, além da seleção inglesa.

    As negociações para a renovação de Vini se arrastam desde fevereiro. De lá para cá, o brasileiro conviveu com uma fase em baixa, alternou a titularidade com Rodrygo e teve polêmicas com Xabi Alonso

    Folhapress | 13:15 – 22/11/2025

     

    Rooney revela salário astronômico que ganhou durante auge no United

  • Vini Jr acalma os ânimos e encaminha renovação no Real Madrid, diz jornal

    Vini Jr acalma os ânimos e encaminha renovação no Real Madrid, diz jornal

    (UOL/FOLHAPRESS) – Depois de uma longa novela e especulações de saída, a renovação do contrato de Vini Jr. com o Real Madrid está próxima de ser sacramentada. A informação é do jornal espanhol ‘As’.

    Vini Jr. é visto como pilar do elenco e “patrimônio” do clube. Por isso, as partes chegaram a um acordo para renovar o vínculo do camisa 7, que vai até 2027.

    As negociações para a renovação de Vini se arrastam desde fevereiro. De lá para cá, o brasileiro conviveu com uma fase em baixa, alternou a titularidade com Rodrygo e teve polêmicas com Xabi Alonso.

    Apesar das questões, Vini e Real Madrid ‘acalmaram’ os ânimos e se acertaram em reuniões realizadas nos últimos dias.

    Vini entende que seu lugar é no Real Madrid, é tido como um dos protagonistas do elenco, e querido pelos companheiros.

    Após a polêmica no clássico contra o Barcelona, quando Vini saiu irritado, Xabi Alonso conversou com o brasileiro para aparar as arestas.

    Na temporada atual, Vini soma cinco gols e quatro assistências em 16 jogos pelo Real Madrid, mas tem tido menos minutos em campo, pelo revezamento com Rodrygo na ponta esquerda.

    A cidade e o estádio ainda não foram anunciados pela entidade, que planeja fechar a agenda em janeiro. A conexão com o Brasil se dá por ser a próxima sede da Copa do Mundo feminina, em 2027.

    Folhapress | 09:45 – 22/11/2025

    Vini Jr acalma os ânimos e encaminha renovação no Real Madrid, diz jornal

  • Marçal diz que direita é refém de Bolsonaro e defende outsider em 2026

    Marçal diz que direita é refém de Bolsonaro e defende outsider em 2026

    Um ano após perder a eleição em São Paulo, Pablo Marçal tenta se afastar da política, mas ainda responde por processos ligados à campanha de 2024. O influenciador responsabiliza seu advogado pelo laudo falso contra Boulos, critica Lula e Bolsonaro e defende a ascensão de um outsider em 2026.

    (CBS NEWS) – Quando perdeu as eleições de São Paulo, em outubro do ano passado, o influenciador Pablo Marçal (PRTB) rapidamente virou a página. Voltou a tocar os negócios, a viralizar na internet com conteúdos inusitados e a vender cursos para pessoas que sonham em enriquecer.

    Suas ações na corrida eleitoral de 2024, porém, não serão facilmente esquecidas. O empresário acusou -de maneira falsa e reiterada- o adversário, o atual ministro Guilherme Boulos (PSOL), de cheirar cocaína, inclusive com a publicação de um laudo falsificado.

    Em entrevista à reportagem no prédio de sua empresa em Alphaville, em Barueri (Grande SP), o influenciador fala sobre aquele período, ao qual se refere como “guerra” e “loucura”. Responsabiliza seu advogado, Tassio Renam Botelho, pela publicação do laudo (ambos foram denunciados pelo Ministério Público Eleitoral) e diz que também foi difamado pelos outros candidatos.

    Tassio foi procurado pela reportagem, mas não respondeu. A defesa deles chegou a argumentar na Justiça Eleitoral que estava amparada no “direito à livre manifestação do pensamento” e que o conteúdo veiculado não foi fabricado, apenas divulgado.

    No início do mês, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo reverteu uma das condenações de Marçal na primeira instância, que tratava da gravação remunerada de vídeos para candidatos, assim como a pena de inelegibilidade. 

    O tribunal ainda julgará outras duas decisões, e ele só será considerado inelegível se uma das sentenças for confirmada.

    O influenciador desconversa sobre uma possível candidatura à Presidência em 2026. Diz que está desconectado do assunto, mas não descarta concorrer. Afirma que nenhum dos presidenciáveis lhe agrada e que torce para a ascensão de um outsider. Para ele, falta protagonismo entre as lideranças de direita, que ficaram reféns do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Marçal diz que o presidente Lula (PT) foi “a maior decepção de todos os tempos”, mas também o reconhece como “o político mais influente da história”. 

    Apesar da postura agressiva que adotou na última eleição, incluindo ataques pessoais aos adversários, afirma que o Brasil precisa de pacificação: “Tinha que parar com esse auê, é muita confusão”.
    *
    PERGUNTA – O que mudou um ano após as eleições?
    PABLO MARÇAL – A eleição é uma loucura. Não tem uma diferença na minha vida, mas aqueles 90 dias direto da eleição são um pesadelo para qualquer ser humano. Fica numa privação de não estar com quem você ama, tem que ficar rodeado por seguranças num nível assustador.

    Ali [na eleição] alguém precisava chamar a atenção, alguém de propósito rodou arquétipo de rebelde, de bobo da corte. Se não, não consegue chegar no ouvido de ninguém.

    P – Do debate o sr. saiu até com cadeirada, né?
    PM – Graças a Deus, aquilo ali foi bom demais, tá louco. [José Luiz] Datena pediu desculpas, eu também já resolvi com ele. Ele parece ser um cara muito bom, mas, como vi que ele tinha um emocional mais abalado que todo mundo, acabei indo para cima dele.

    P – O sr. se arrepende de algo?
    PM – Como conheço o tempo, o Cronos não permite ficar voltando atrás, mas acho que não precisa [daqui para frente] fazer a maioria das coisas. Já foi sacramentado, conhecido, eu dei o recado.

    P – Queria saber se o sr. sente que passou do limite em algumas situações. O sr. repetia que Guilherme Boulos tinha sido preso por porte de drogas e depois publicou aquele laudo, que todo mundo viu que era falso.
    PM – Menos eu, eu estava num podcast quando a equipe postou. Até hoje eu não vi esse laudo. Acho que isso foi completamente desnecessário. Se eu soubesse que era uma situação adversa da realidade jamais aprovaria.

    P – O sr. não viu o laudo nas redes?
    PM – Não vi, derrubaram as minhas redes.

    P – Mas o sr. nunca pediu para ver o documento?
    PM – Nunca toquei. Nunca mais mexi com isso, é irrelevante para mim. O que tem de gente maluca em eleição mandando dossiê, é o dia inteiro. Agora acreditar em maluco Quem do time que bancou isso aí, postou, que responda e se resolva com isso.

    P – Quem foi?
    PM – O advogado.

    P – O Tassio [Renam Botelho]?
    PM – É. Vai dar tudo certo porque ele é um cara de boa fé, acho que alguém entrou na cabeça dele.

    P – O logo que está no laudo falso é da Mais Clínicas, e o sócio já tinha aparecido com o sr. no Instagram.

    PM – Imagina o tanto de gente que eu não tiro foto, tiro 500 fotos num dia.

    P – Mas não é muita coincidência, que o sr. foi na clínica do médico
    PM – Fui algumas vezes e todos os lugares que eu vou, como eu sou muito influente, todo mundo quer tirar foto. Foto não vai mudar nada.

    P – Mas a questão não é a foto, é que o sr. conhecia esse homem e a clínica dele foi usada no laudo falsificado.
    PM – Não é a mesma clínica.

    P – Não é a clínica na qual o sr. se consultou, mas ele é o dono dessa clínica [do laudo].
    PM – Eu lá vou saber quantas empresas alguém tem?

    P – O sr. repetia nos debates que Boulos tinha sido preso por porte de drogas. Nós descobrimos que a sua campanha tinha o número de um processo, sob sigilo, referente a um homônimo. O sr. não sabia que não se tratava do verdadeiro Boulos?
    PM – Eu lembro de uma reportagem disso daí, mas a gente não chegou a mostrar. Acho que vocês estavam futricando numa coisa que alguém estava ameaçando postar. Mas vocês anteciparam essa notícia sem eu ter dado esse processo. Nunca vinculei a ele e nunca foi postado.

    P – Mas o sr. dizia que ele tinha sido preso.
    PM – Dizer é uma coisa, mas não trouxe o processo, vocês foram lá e caçaram. Vocês pegaram uma ilação, do tipo “o processo é esse”. Eu não sabia. É o que eu te falei, muita gente fica em cima o tempo inteiro trazendo dossiê.

    P – Mas por que o sr. dizia com tanta certeza algo que não tinha certeza?
    PM – Eles falaram as mesmas coisas sobre mim. A Tabata [Amaral] falava atrocidades e nunca vi vocês questionando. Ele [Boulos] falava coisas que não faziam o mínimo sentido. Me difamaram, nunca vi vocês questionando nada.

    P – O sr. estaria pronto para entrar numa campanha de novo?
    PM – Agora não. Estou focado na família, nos negócios. Se eu sentir no meu coração, vai ser diferente, mas agora estou 100% desconectado disso. Para decepção de muita gente, inclusive a sua (sorri). No tempo certo, se meu coração falar vai, eu vou.

    P – Depois da eleição o seu engajamento
    PM – Tem um ano caindo. Teve muita gente frustrada de não ganhar. A pessoa quer que eu fique dentro da eleição.

    Tem gente doente emocionalmente até hoje por causa da eleição do [Jair] Bolsonaro em 2022. Cara, vai cuidar da sua vida. No mesmo minuto que eu vi o gráfico virando, eu virei e fui embora, vamos embora trabalhar.

    P – Quem o sr. vê como o maior líder da direita?
    PM – Naturalmente a pessoa que governa o estado de São Paulo, o Tarcísio [de Freitas]. Sem a bênção do Bolsonaro, ele vale a metade. Com a bênção do Bolsonaro, sem a simpatia que deveria ter, vale uns 70% de uma pessoa que deveria disputar com o Lula.

    Eu estou vendo pesquisas que algumas pessoas mandam para mim e acho que o povo está meio de saco cheio dessa história de Lula e Bolsonaro. Acho que, se sai uma pessoa diferente, que mostra um caminho que a gente ainda não seguiu e que não é apadrinhado de ninguém, tem chance de romper isso aí.

    P – E essa pessoa não vai ser o sr.
    PM – Hoje eu não consigo te responder isso. Mas tem que ser alguém com o perfil parecido, outsider, próspero.

    P – Uma coisa que surpreendeu na eleição de São Paulo foi que, pela primeira vez, uma figura política, o sr., conseguiu contornar a influência que Bolsonaro tinha sobre os eleitores. Bolsonaro está enfraquecido?
    PM – A direita e a esquerda não têm dono, falta protagonista. Bolsonaro até me apoiaria, não me apoiou porque precisava do MDB e do [Michel] Temer para resolver esses processos aí. Acabou que não resolveu. Mas sim, eu tenho que rezar a cartilha dele para ele apoiar. Eu fui conversar com ele, e ele falou que a eleição iria cair no meu colo.

    P – O sr. acha que ele se vendeu para o centrão?
    PM – Vendeu não, política é desse jeito. O cara começa prometendo que é puro, depois acaba fazendo algumas coisas que não fazem sentido e, para resolver, em vez de assumir, acaba tendo que negociar. O centrão manda no país, não tem esse negócio de esquerda e direita. Quem manda no país não são os caras que pregam princípio, são os caras que pregam dinheiro.

    P – Em 2026 Lula leva ou tem chance para a direita?
    PM – Do jeito que está hoje, Lula não perde para ninguém. Infelizmente o Lula é o político mais influente da história.

    [Mas] Cada ano do Lula agora representa 10 mil, pelo fato de ele estar senil. Se nesse ano ele tiver a queda que o [Joe] Biden teve, aí é uma probabilidade de dar 100% errado para ele. A parte boa é que, como Lula é a única esperança, ele não está formando ninguém.

    P – Há novas lideranças na direita? O Nikolas [Ferreira] seria um exemplo?
    PM – Nikolas precisa de presença de comando e de idade. A vida está tão ruim que a opção acaba sendo o menos pior. Para mim não tem que ser nenhum dos que estão aí. O problema da ansiedade da política é que todo mundo acha que as opções estão aí. Não estão. Você constrói quando não está feliz, quando não quer. Peço a Deus que pessoas novas se levantem. Fica todo mundo refém de Bolsonaro.

    P – O sr. está esperando a resolução dos seus processos na Justiça Eleitoral para falar sobre candidatura?
    PM – Não, zero. Ficam toda hora me ligando e eu [falo] “não enche meu saco, não”. Eu não sei nem por que eu aceitei essa entrevista. Começa a acionar desejo que não faz sentido em um monte de gente.
    Eu acredito na justiça de Deus e acredito muito em gente sensata no Judiciário. Tem muita gente que é insensata, como em todo lugar.

    P – A direita bateu no sr. no ano passado porque o sr. não levantou [a voz] contra o ministro Alexandre de Moraes.
    PM – Falei do Alexandre. O negócio é que não falo o que não quero. Não sou obrigado.

    P – O sr. colocaria Moraes na coluna dos juízes íntegros ou não íntegros?
    PM – Não conheço os processos. Bolsonaro puxou muito para uma radicalização e o Moraes puxou para o outro lado. O Brasil tem que voltar para a pacificação, se não a gente vai viver nessa guerra. A gente tinha que parar com esse auê, é muita confusão.
    *
    RAIO-X- PABLO MARÇAL, 38
    Influenciador, palestrante e empresário. Bacharel em direito pela Universidade Paulista, foi candidato a prefeito de São Paulo pelo PRTB nas eleições de 2024, com 28% dos votos no primeiro turno.

    Marçal diz que direita é refém de Bolsonaro e defende outsider em 2026

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  • Lula alerta que o funcionamento do G20 está ameaçado; entenda

    Lula alerta que o funcionamento do G20 está ameaçado; entenda

    Em discurso na cúpula do G20, Lula alertou que o bloco pode perder relevância após o boicote dos EUA e defendeu diálogo entre países ricos e emergentes. O presidente destacou impactos da guerra da Ucrânia, desigualdade global e dívidas públicas como ameaças que exigem soluções conjuntas e urgentes.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que o G20 corre risco de perder sua capacidade de atuação após o boicote dos Estados Unidos à cúpula que começou em Joanesburgo, na África do Sul. Segundo ele, o grupo só continuará relevante se mantiver o diálogo amplo entre países desenvolvidos e emergentes.

    Lula declarou que o funcionamento do G20 como espaço de coordenação internacional “está ameaçado”, sem citar diretamente os EUA, que decidiram não participar dos debates. O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o boicote após afirmar, no início de novembro, que sul-africanos brancos estariam sendo mortos e tendo terras confiscadas ilegalmente, acusações rejeitadas com veemência pelo governo da África do Sul.

    Com a decisão de Washington, o país será representado apenas pelo encarregado de negócios da embaixada em Pretória, Marc Dillard, na cerimônia de domingo. Nessa data, a África do Sul entrega a presidência rotativa do G20 justamente aos Estados Unidos, que assumem o comando em 1º de dezembro.

    Durante seu discurso, Lula defendeu que o bloco continue sendo um espaço para enfrentar os principais desafios globais. Ele citou o impacto da guerra da Ucrânia nas cadeias de energia e alimentos e mencionou as dificuldades estruturais da América Latina e do Caribe, que, segundo ele, seguem sem perspectiva de solução.

    O presidente brasileiro também alertou que problemas como desigualdade extrema e sobrecarga de dívidas públicas já configuram ameaças sistêmicas. Lula afirmou que quase metade da população mundial vive em países que gastam mais com o serviço da dívida do que com saúde ou educação, e defendeu mecanismos que permitam trocar dívidas por investimentos em desenvolvimento e ações climáticas.

    Lula pediu ainda que a desigualdade seja tratada como uma emergência global e que normas e instituições internacionais sejam reformuladas para reduzir assimetrias entre países ricos e pobres.

    A cúpula do G20, que termina no domingo, discute temas como crescimento econômico sustentável, comércio internacional, financiamento para o desenvolvimento e o endividamento dos países mais pobres.

    Criado em 1999, o G20 reúne 19 nações entre elas Brasil, Estados Unidos, China, Índia e Alemanha além da União Europeia e da União Africana.

    Lula alerta que o funcionamento do G20 está ameaçado; entenda

  • Donald Trump xinga Jimmy Kimmel após o apresentador fazer piada com caso Epstein

    Donald Trump xinga Jimmy Kimmel após o apresentador fazer piada com caso Epstein

    Kimmel vem brigando com Trump nos últimos meses, e chegou a ter seu programa, o Jimmy Kimmel Live!, suspenso por uma semana em setembro após comentar o assassinato do influenciador trumpista Charlie Kirk

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Donald Trump usou sua rede social, a Truth Social, nesta quinta-feira para criticar o apresentador de TV Jimmy Kimmel. O presidente dos Estados Unidos escreveu que Kimmel não tem talento e que o programa dele é parcial.

    “Por que a ABC, essa emissora de fake news, mantém no ar um homem que dá uma audiência péssima?”, Trump publicou. “Por que as emissoras toleram isso? Fora que a cobertura dele é tendenciosa. Tirem esse vagabundo do ar!!!”

    Na terça-feira, Kimmel fez uma piada sobre a relação entre Trump e o caso de Jeffrey Epstein, bilionário denunciado por abuso de menores que tinha amizade com o presidente. Um dia antes, Trump havia afirmado que assinará a medida que obriga o Departamento de Justiça a divulgar os arquivos da investigação sobre Epstein caso ela seja aprovada no Congresso.

    “Trump não está nada contente. Toda vez que lhe perguntam sobre Jeffrey Epstein, ele perde a cabeça”, disse Kimmel, após viralizar um vídeo em que Trump chama uma jornalista de “porquinha” ao ser questionado sobre o caso Epstein.

    Kimmel vem brigando com Trump nos últimos meses, e chegou a ter seu programa, o Jimmy Kimmel Live!, suspenso por uma semana em setembro após comentar o assassinato do influenciador trumpista Charlie Kirk.

    “A turma do Maga [movimento Make America Great Again] está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse ele durante uma das transmissões.

    Donald Trump xinga Jimmy Kimmel após o apresentador fazer piada com caso Epstein

  • Lula quer foco em aprovação de Messias e deixa sucessão na AGU para segundo momento

    Lula quer foco em aprovação de Messias e deixa sucessão na AGU para segundo momento

    Aliados de Lula afirmam que a escolha do sucessor de Jorge Messias na AGU só será discutida após a sabatina no Senado. A prioridade do presidente é garantir a aprovação do aliado ao STF, enquanto nomes internos da instituição surgem como possíveis opções para futura indicação.

    (CBS NEWS) – Aliados do presidente Lula (PT) afirmam que não está na ordem do dia do presidente a definição sobre quem deverá assumir o comando da AGU (Advocacia-Geral da União) no lugar de Jorge Messias, recém-indicado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo auxiliares do petista, a prioridade número 1 do chefe do Executivo é garantir a aprovação do nome do aliado na sabatina no Senado.

    Lula oficializou nesta quinta-feira (20) a indicação de Messias para a vaga aberta na corte com a saída do ministro Luís Roberto Barroso, contrariando a cúpula do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), trabalhava pela indicação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu antecessor no cargo e um de seus aliados mais próximos.

    Desde quinta, Alcolumbre tem demonstrado incômodo com a escolha de Messias e afirmado a interlocutores que trabalhará contra a aprovação do chefe da AGU.

    De acordo com aliados de Lula, os nomes que circulam nos bastidores como potenciais substitutos de Messias na AGU ainda não foram discutidos pelo presidente e estariam, neste momento, sendo defendidos por apoiadores dos próprios candidatos. Eles ressaltam que, até a sabatina, Messias seguirá à frente do órgão e, portanto, esse tema só será tratado posteriormente.

    Esses auxiliares apostam em uma solução caseira, com a indicação de quadros da própria AGU. Entre os cotados, estão o advogado-geral substituto, Flavio Roman, a secretária-geral de Contencioso, Isadora Cartaxo, a procuradora da Fazenda, Anelize Almeida, a procuradora-geral Federal, Adriana Venturini, e a procuradora-geral da União, Clarice Calixto. Outro nome lembrado é o da procuradora federal Manuellita Hermes.

    A escolha por uma mulher seria uma maneira de atenuar cobranças após a indicação de mais um homem branco para o Supremo, dizem interlocutores do petista. A escolha de Lula ter sido oficializada na data em que é celebrado o Dia da Consciência Negra foi criticada até mesmo por aliados. Eles avaliam que o movimento deu margem para mais críticas junto à sua base.

    Um interlocutor frequente de Lula não descarta que ele opte pelo que classifica como continuidade na gestão da AGU e, nesse cenário, cita o nome de Roman, que seria uma opção segura nesse sentido. Ele diz que Lula deverá, caso reeleito em 2026, indicar mulheres para o STF e avalia que escolher uma advogada-geral não atenuaria essa pressão sobre o petista.

    Aliados do presidente afirmam ainda que esse debate também deverá ficar para um segundo momento para não gerar dificuldades no processo da análise do nome de Messias no Senado. Tratar disso agora, afirmam, seria sinalizar ao Congresso que já consideram o nome do advogado-geral aprovado na Casa, desconsiderando o diálogo com os parlamentares.

    Além disso, poderia gerar uma duplicidade de comando no próprio órgão, uma vez que Messias seguirá à frente da AGU enquanto sua indicação tramitar no Senado. Três aliados que estiveram recentemente com Lula dizem que ele não tratou de eventuais substitutos do advogado-geral nas conversas sobre a indicação do aliado ao STF.

    A indicação para vagas no Supremo são prerrogativas da Presidência da República, mas os nomes precisam ser chancelados por ao menos 41 dos 81 senadores, em votação secreta.

    Lula quer foco em aprovação de Messias e deixa sucessão na AGU para segundo momento

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  • OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA

    OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA

    A OpenAI lançou um recurso de conversa em grupo no ChatGPT, permitindo até 20 participantes em um mesmo bate-papo. Disponível para todos os usuários, a ferramenta traz funções como menções, reações com emojis e personalização de respostas, mas mantém a memória restrita ao diálogo compartilhado por questões de privacidade

    (CBS NEWS) – A OpenAI lançou nesta quinta-feira (20) uma ferramenta de conversa em grupo no ChatGPT. O recurso permite que até 20 pessoas troquem mensagens com a inteligência artificial em um bate-papo só.

    A ferramenta está disponível para todos os usuários, incluindo os que não pagam assinatura, depois de passar por testes em Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Taiwan.

    Segundo um usuário que teve acesso, a OpenAI repaginou a estratégia de colocar um colega nerd no grupo de trabalho para fazer as tarefas.

    No chat em grupo, o ChatGPT nem sempre responde às mensagens dos participantes. É possível mencioná-lo, como funciona a Meta AI no WhatsApp.

    A própria IA da OpenAI também analisa os diálogos e pode decidir se pronunciar, dependendo do contexto.

    O chatbot também é capaz de reagir às falas dos interlocutores com emojis e interagir com as fotos dos usuários. Ele pode, por exemplo, usar as imagens de perfil dos participantes para fazer memes, caso isso seja pedido.

    Os limites diários de interações com o chatbot valem no chat em grupo, mas não contam as mensagens dos outros usuários. Assim como na versão tradicional, a IA pode fazer buscas na internet e analisar documentos.

    Para usar o recurso, o usuário deve clicar no ícone de “pessoas”, no canto superior direito de qualquer chat. Nessa janela, é possível adicionar alguém com conta no ChatGPT ou enviar um link de compartilhamento. A plataforma, então, cria uma cópia do bate-papo, agora compartilhado.

    Para entrar no bate-papo, é preciso aceitar um convite. O chat em grupo pede que os participantes informem nome e apelido e cedam uma foto. O objetivo é identificar os colaboradores, diz a OpenAI.

    Cada conversa tem um administrador. Ele pode adicionar ou remover participantes do chat em grupo. Ainda pode silenciar os outros usuários. Outra opção é personalizar o tom de resposta da IA em cada bate-papo.

    Os chats em grupo ficam listados na barra lateral à esquerda da página, acima dos bate-papos convencionais. Os usuários podem dar título para cada conversa.

    Por questões de privacidade, a personalização do ChatGPT de acordo com o histórico de conversa com o usuário não funciona no chat em grupo. A memória da IA fica restrita ao que foi mencionado naquele bate-papo.

    De acordo com a OpenAI, quando um menor de idade entra no chat em grupo, a plataforma aumenta a moderação contra conteúdos sensíveis automaticamente.

    OpenAI lança grupos no ChatGPT com reações, emojis e memes feitos com IA