Autor: REDAÇÃO

  • Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

    Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

    O jogo da Northern Premier League Division One West (sexta divisão do futebol inglês), entre o Avro FC e o Kidsgrove Athletic, foi suspenso no último sábado, aos 83 minutos, quando o time da casa já goleava por 6 a 0.

    A equipe visitante já havia recebido três cartões vermelhos (o último deles aplicado ao próprio técnico, Tom Pope), quando a situação saiu do controle e terminou em cenas de pancadaria nas arquibancadas. Vários jogadores chegaram a intervir, tentando acalmar os ânimos. No entanto, o impensável aconteceu.

    Um torcedor agrediu um jogador do Kidsgrove Athletic, o que levou o goleiro da equipe a perder a cabeça e revidar com um soco. Diante disso, o árbitro não teve alternativa a não ser suspender a partida, que será remarcada para uma nova data.

    Confusão na Inglaterra! Goleiro dá soco em torcedor e jogo é suspenso

  • Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, teriam entrado ao edifício através de um elevador de carga, com acesso para a Galeria Apollo – a sala visada. Dois homens teriam quebrado as janelas e roubado nove peças, enquanto um terceiro ficou de vigia.

    O Museu do Louvre, em Paris, França, foi assaltado na manhã deste domingo por, pelo menos, três suspeitos.

    A informação é confirmada pela ministra da Cultura de França, numa publicação na rede social X.

    “Aconteceu um assalto esta manhã no Museu do Louvre. Não há feridos a reportar”, afirmou Rachida Dati. “Estou no local com a equipe do museu e a polícia. As investigações estão em andamento.”

    Segundo o Le Parisien, que diz ter tido acesso a conclusões preliminares da investigação, pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, conseguiram entrar pelo prédio através da área virada para o Rio Sena, onde estavam ocorrendo obras.

    Os suspeitos teriam usado um elevador de carga para ter acesso direto à sala visada, a Galeria Apollo. Dois homens quebraram as janelas para entrar no local, enquanto um terceiro permaneceu do lado de fora, possivelmente, de vigia.

    Ao todo, terão sido roubadas nove peças da coleção de joias de Napoleão e da Imperatriz. Entre elas, um colar, um broche e uma tiara, que estariam em exposição em vitrines dedicadas a Napoleão e demais soberanos franceses.

    O jornal cita ainda uma fonte interna do museu que teria confirmado que o Regent, o maior diamante da coleção, com mais de 140 quilates, não foi uma das peças roubadas.

    Na sua conta na rede social X, o museu informa que vai permanecer encerrado o resto do dia por “razões excecionais”.

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

  • Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

    Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

    Sam Rivers, o baixista da banda Limp Bizkit, morreu este sábado, 18 de outubro, aos 48 anos. Não foi conhecida a causa da morte do artista mas sabe-se que sofria de problemas hepáticos. Os colegas deixaram uma nota de pesar no Instagram onde mencionaram o enorme legado que ele deixa.

    Morreu Sam Rivers, o baixista da banda Limp Bizkit. O artista, de 48 anos, perdeu a vida este sábado, 18 de outubro.

    Apesar de não se saber a causa da morte do artista, este sofria há vários anos de uma doença hepática provocada pelo consumo excessivo de álcool e drogas, tendo até feito um transplante de fígado que o levou a ficar afastado do grupo entre 2015 e 2018. 

    Nas redes sociais da banda norte-americana de rock foi deixada uma homenagem ao artista.

    “Em memória do nosso irmão, Sam Rivers. Hoje perdemos o nosso irmão. O nosso companheiro de banda. O nosso coração pulsante. O Sam Rivers não era apenas o nosso baixista — ele era pura magia. A pulsação por trás de cada música, a calma no caos, a alma no som”, pode ler-se na publicação.

    “Desde a primeira nota que tocámos juntos, Sam trouxe uma luz e um ritmo que nunca poderiam ser substituídos. O seu talento era natural, a sua presença inesquecível, o seu coração enorme. Partilhamos tantos momentos — selvagens, tranquilos, lindos — e cada um deles significou mais porque o Sam estava lá”, afirma a emocionante publicação da banda.

    “Ele era um ser humano único. Uma verdadeira lenda das lendas. E o seu espírito viverá para sempre em cada groove, cada palco, cada memória. Amamos-te, Sam. Descansa em paz, irmão.
    A tua música nunca acaba”, diz, por fim, o comunicado.

     
     
     

     
     
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    Sam Rivers foi um dos fundadores da banda em 1994, ao lado do vocalista Fred Durst. Foi o músico que introduziu John Otto ao grupo e este acabou por se tornar o baterista. Mais tarde o guitarrista Wes Borland e DJ Lethal também integraram a banda. 

    Aos 19 anos fez parte do primeiro disco dos Limp Bizkit, ‘Three Dollar Bill, Y’all’, que se tornou num grande sucesso e levou a banda a ter uma enorme projeção mundial. 

    Morre Sam Rivers, baixista dos Limp Bizkit, aos 48 anos

  • Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que os Estados Unidos violaram a soberania marítima do país e mataram um pescador durante um destacamento militar no Caribe, apresentado como uma operação contra traficantes de droga.

    “Os funcionários do Governo norte-americano cometeram um assassinato e violaram a soberania das nossas águas territoriais”, disse, no sábado, na rede social X, o chefe de Estado de esquerda, que acrescentou estar aguardando explicações de Washington.

    “O pescador Alejandro Carranza não tinha qualquer ligação com o narcotráfico e sua atividade diária era a pesca”, afirmou Petro, referindo-se a um colombiano que, segundo ele, foi morto em setembro durante um ataque das forças norte-americanas contra uma embarcação.

    Desde o início de setembro, as Forças Armadas dos Estados Unidos lançaram pelo menos seis ataques em águas próximas à Venezuela, que o presidente republicano Donald Trump justifica como parte do combate ao tráfico de drogas, e que já deixaram pelo menos 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

    No Congresso dos Estados Unidos, os democratas alegam que os ataques violam a legislação norte-americana e o direito internacional, enquanto alguns congressistas republicanos têm buscado mais informações junto à Casa Branca sobre a justificativa legal e os detalhes das operações.

    “Alejandro Carranza é pescador, crescemos em famílias de pescadores (…) não é justo que o bombardeassem assim. Ele é um inocente que estava saindo para ganhar o pão de cada dia”, disse Audenis Manjarres, parente da vítima.

    Manjarres declarou à emissora pública de televisão colombiana RTVC Noticias que reconheceu a embarcação que aparece nos vídeos do ataque de 15 de setembro, divulgados pela imprensa internacional.

    Gustavo Petro também solicitou ao Ministério Público da Colômbia que “conceda proteção imediata às famílias das vítimas e, se desejarem, associe-as às vítimas de Trinidad e Tobago para iniciar processos judiciais internacionais e em tribunais dos EUA”.

    Horas antes, o presidente havia confirmado o retorno ao país de um cidadão colombiano, sobrevivente de um ataque norte-americano contra um submarino que supostamente transportava drogas no mar do Caribe.

    “Recebemos com satisfação o colombiano preso no narcossubmarino, estamos felizes por ele estar vivo e ele será julgado de acordo com as leis”, disse Petro, na rede social X, sem fornecer mais detalhes.

    No sábado, Donald Trump anunciou que os dois sobreviventes do sexto ataque norte-americano contra embarcações no mar do Caribe foram devolvidos aos países de origem, Equador e Colômbia.

    Quatro “narcoterroristas” estavam a bordo do submarino e dois foram mortos, escreveu Trump na rede social que controla, a Truth Social.

    O equatoriano que sobreviveu ao ataque já está no Equador, onde enfrentará um processo criminal, confirmou o governo.

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

  • Antony brilha, marca nos acréscimos e garante empate em Villarreal x Betis

    Antony brilha, marca nos acréscimos e garante empate em Villarreal x Betis

    (UOL/FOLHAPRESS) – Com dois gols na reta final da partida, o atacante Antony foi o destaque do Betis no emocionante empate fora de casa contra o Villarreal em 2 a 2. O jogo no Estádio La Cerámica foi válido pela nona rodada do Campeonato Espanhol.

    Buchanan e Moleiro abriram vantagem para os donos da casa. Após abrir pouco antes do intervalo, o Villarreal fez 2 a 0 aos 19 minutos da segunda etapa.

    Antony entrou em ação para garantir o empate para o Betis. O camisa 7 diminuiu aos 21 e empatou aos 49 da segunda etapa, no último minuto do jogo.

    O empate manteve os times colados na classificação do Espanhol.

    O Villarreal é o terceiro, com 17 pontos, e o Betis é o quarto, com 16.
    As equipes voltam as atenções para as competições europeias na sequência. O Villarreal recebe o Manchester City (ING) na próxima terça (21), pela Liga dos Campeões. O Betis visita o Genk (BEL) na quinta (23), pela Liga Europa.

    Antony brilha, marca nos acréscimos e garante empate em Villarreal x Betis

  • Cruzeiro vence o Fortaleza e mantém pressão sobre Palmeiras e Flamengo

    Cruzeiro vence o Fortaleza e mantém pressão sobre Palmeiras e Flamengo

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro venceu o Fortaleza por 1 a 0 neste sábado (18), no Mineirão, pela 29ª rodada do Brasileirão

    Christian fez o gol da vitória do Cruzeiro, que agora soma 56 pontos e segue firme na 3ª colocação. O Cabuloso está na cola do líder Palmeiras (61 pontos) e do vice Flamengo (58 pontos), que se enfrentam neste domingo (19) no Maracanã.

    O Fortaleza está em situação crítica, com 24 pontos na 18ª colocação. O Laion está a 7 pontos do Santos, primeiro time fora da zona de rebaixamento.

    O time cearense ainda pode ser ultrapassado na segunda-feira pelo Juventude, que tem 23 pontos e enfrenta o Bragantino em casa.
    O próximo duelo do Cruzeiro é contra o Palmeiras, fora de casa, no domingo (26). O Fortaleza recebe o Flamengo em casa no próximo sábado.

    DA SELEÇÃO PARA O MINEIRÃO
    Fabrício Bruno teve uma atuação um pouco tensa no Mineirão. Na primeira partida após o “desastre” com a seleção brasileira, que perdeu por 3 a 2 em amistoso para o Japão, Fabrício errou muitos passes contra o Fortaleza, errou lançamentos e furou ao menos duas vezes, sendo uma delas aos 39 minutos da etapa final.

    O jogo no Mineirão ocorre quatro dias após o zagueiro cruzeirense ser apontado como um dos “culpados” pela derrota da seleção. O zagueiro convocado falhou em dois dos gols japoneses.

    FORTALEZA DESFALCADO
    O Fortaleza foi a campo bastante desfalcado por conta das expulsões de Bareiro, Pablo Roberto e Kuscevic, envolvidos em confusão ao término do jogo contra o Vasco na última rodada.

    O técnico Martin Palermo também não pôde contar com João Ricardo, Lucas Crispim, Benevenuto, Matheus e Allanzinho, machucados, além de Gastón e Deyverson, suspensos pelo acúmulo de cartões amarelos.

    GOLS E DESTAQUES
    Gabigol perdeu… Aos 3 minutos de partida, Christian tocou de três dedos na saída do goleiro Brenno. Gabigol se esticou todo mas só raspou na bola. Quase que o Cruzeiro abriu o placar.

    Paredão do Cruzeiro. Léo Aragão evitou que o Fortaleza abrisse o placar no Mineirão com duas boas defesas. Na primeira, o goleiro cruzeirense defendeu chute de fora da área de Breno Lopes, na seguda, fez uma defesa segura em chute de Pocchetino.

    1 x 0: O Cruzeiro abriu o placar aos 20 minutos do 1º tempo, com o volante Christian. Arroyo avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para trás. Christian dominou livre na marca do pênalti e bateu firme entre o goleiro Brenno e os zagueiros que tentavam recompor a zaga.

    Seria um golaço! O Leão do Pici quase empatou a partida aos 8 minutos do 2º tempo. Herrera arrancou em velocidade em um contra-ataque, dribou Lucas Silva, deu uma linda caneta em Kauã Prates e finalizou de fora da área, mas a bola passou tirando tinta da trave.

    Fortaleza começa a crescer. Após os 20 minutos da segunda etapa,o Laion começou a equilibrar mais a partida e criar chances.

    O que é isso, Fabrício?! O zagueirão do Cruzeiro furou uma rebatida no campo de defesa e quase que Lucero roubou a bola. O atacante do Fortaleza ficaria cara a cara para o goleiro cruzeirense e poderia fazer o gol de empate, mas o árbitro marcou falta, pro alívio de Fabrício.

    Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
    Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
    Cartões amarelos: Rodrigo Santos, Mancuso, Pocchettino, Lucero e Gazal (FOR); Villalba (CRU)Gol: Christian (CRU), 20′ do 1º tempo (1-0)

    CRUZEIRO
    Léo Aragão; Kauã Moraes, Fabrício Bruno, Villalba, Kauã Prates (William); Lucas Reomero, Lucas Silva (Eduardo), Christian (Walace); Matheus Pereira (Bolasie), Arroyo (Wanderson), Gabigol. T.: Leonardo Jardim.

    FORTALEZA
    Brenno; Mancuso, Brítez, Lucas Gazal, Bruno Pacheco (Diogo Barbosa); Rodrigo Santos (Pierre), Lucas Sasha, Pocchettino (Marinho), Herrera (Moisés); Breno Lopes, Lucero (Kayke). T.: Martin Palermo.

    Cruzeiro vence o Fortaleza e mantém pressão sobre Palmeiras e Flamengo

  • Flávia Saraiva lidera time feminino no Mundial de ginástica artística

    Flávia Saraiva lidera time feminino no Mundial de ginástica artística

    ALEXANDRE ARAUJO
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Flávia Saraiva chega ao Mundial de ginástica artística, em Jacarta, com uma bagagem cheia de experiências e uma trajetória que a coloca como a líder da seleção feminina. Na ausência de Rebeca Andrade, em ano sabático, e da veterana Jade Barbosa, é ela quem puxa os holofotes e serve de inspiração em uma equipe que conta com jovens promessas.

    Com 26 anos, Flavinha atravessou gerações na ginástica. Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris, ela já esteve na seleção ao lado de atletas que marcaram época, como Daniele Hypolito e Jade Barbosa — que também foi medalhista em Paris e anunciou gravidez recentemente.

    “Estou tendo a oportunidade de treinar com atletas 11 anos mais novas do que eu. Eu e a Julia Soares, que temos mais experiência, estamos aqui também para ensinar, podendo mostrar o que é um Campeonato Mundial. Não é hora de cobrança, mas de aprendizado, de amadurecimento de jovens ginastas que estão convivendo com duas medalhistas olímpicas”, declarou Flavinha.

    O Brasil, no Mundial, terá Júlia Coutinho, do Flamengo, e Sophia Weisberg, do Pinheiros. As duas têm 15 anos e são apontadas como joias da ginástica brasileira.

    “A gente consegue ensinar até sem palavras. Consegue-se assimilar muita coisa observando postura, comportamento. Nossa corrida pela vaga olímpica começa em 2026. Então, este é o momento de aproveitarem o Mundial, ver o que significa, que sintam os aparelhos e absorvam o que puderem ao lado das melhores do mundo”, disse.

    “É um momento muito interessante, de descoberta, pelo qual eu também passei. E que possam voltar felizes ao Brasil, para dar continuidade ao trabalho, cheias de inspiração.”

    Flávia voltou às competições em setembro, no Brasileiro realizado em Recife. A atleta foi submetida a uma cirurgia no ombro direito pouco depois da disputa das Olimpíadas, e passou por um período de recuperação.

    O Mundial de ginástica artística começa neste domingo (19), em Jacarta, na Indonésia, e vai até o dia 25. A transmissão será do Sportv e da CazéTV.

    Flávia Saraiva lidera time feminino no Mundial de ginástica artística

  • Passageiro terá de pagar mais para inclinar assento em aérea canadense; entenda

    Passageiro terá de pagar mais para inclinar assento em aérea canadense; entenda

    As nove primeiras fileiras terão 48 assentos reclináveis, com duas divisões. A categoria Premium terá três fileiras com quatro assentos cada. De acordo com a WestJet, haverá almofada ergonômica, sendo que o encosto da cabeça poderá ser ajustado em quatro direções.

    FERNANDO NARAZAKI
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O passageiro que optar por voos da companhia aérea canadense WestJet terá de pagar uma tarifa maior para ter direito a uma poltrona reclinável. No fim de setembro, a empresa anunciou uma mudança na configuração de suas aeronaves para atender à nova política de preços.

    As nove primeiras fileiras terão 48 assentos reclináveis, com duas divisões. A categoria Premium terá três fileiras com quatro assentos cada. De acordo com a WestJet, haverá almofada ergonômica, sendo que o encosto da cabeça poderá ser ajustado em quatro direções.
    Já a categoria Extended Comfort (conforto estendido) terá seis fileiras com seis assentos cada, também com assento reclinável, porém com um tamanho e um espaçamento menores que a Premium. Elas serão separadas por uma divisória.

    As 22 fileiras restantes das aeronaves, com seis assentos em cada fileira, não permitirão que o passageiro incline o assento. Além disso, elas terão diferentes distâncias entre as fileiras. Quanto mais próximo da cabine, maior será o espaçamento para as pernas.

    Segundo o comunicado divulgado pela empresa, a mudança permitirá uma “tarifa mais acessível” aos passageiros. “O layout da nossa cabine renovada atende às diversas preferências dos nossos hóspedes. Sejam eles optando por assentos Premium com comodidades extras e espaço para as pernas ou por preços de passagens mais acessíveis com menos espaço”, afirmou Samantha Taylor, vice-presidente executiva da WestJet.

    A empresa canadense promete reformular os modelos Boeing 737-8 Max e 737-800 das suas 43 aeronaves até o final do ano. O primeiro modelo deve ser entregue ainda neste mês.

    A aérea tem voos para 30 países, atendendo América do Norte e Central, Ásia e Europa. O Brasil e toda a América do Sul não estão entre os destinos da empresa.

    Passageiro terá de pagar mais para inclinar assento em aérea canadense; entenda

  • Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

    Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

    Acompanhado de uma banda espartana -Fábio Sá (baixo), Limma (teclados) e Vitor Cabral (bateria)- Gal cantou 20 canções que deram uma geral em sua carreira. Sob direção de Marcus Preto, o show trouxe clássicos do início da discografia da cantora e também músicas que ela havia lançado em seus últimos LPs.

    ANDRÉ BARCINSKI
    CBS NEWS – A cantora Gal Costa morreu em 9 de novembro de 2022, aos 77 anos. Pouco menos de dois meses antes, em 17 de setembro do mesmo ano, ela subiu ao palco do festival Coala, realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo, para um show que seria o seu derradeiro.

    Acompanhado de uma banda espartana -Fábio Sá (baixo), Limma (teclados) e Vitor Cabral (bateria)- Gal cantou 20 canções que deram uma geral em sua carreira. Sob direção de Marcus Preto, o show trouxe clássicos do início da discografia da cantora e também músicas que ela havia lançado em seus últimos LPs.

    A gravação desse show sai agora no LP “As Várias Pontas de Uma Estrela”, lançado pela Biscoito Fino. O áudio já está nas plataformas e o show pode ser visto na íntegra até 20 de outubro no canal da Biscoito Fino no Youtube.

    “As Várias Pontas de Uma Estrela” é um disco que, se não traz a voz de Gal em toda sua força e beleza, vale pela emoção de ouvi-la cantando num palco pela última vez e pela devoção da plateia. O público do Coala era majoritariamente mais jovem do que as plateias que acompanhavam os shows de Gal em teatros e casas de show, e é bonito ver e ouvir a reação entusiasmada a canções lançadas quando muitos ali nem haviam nascido.

    O show começa com uma versão pesada e animada de “Fé Cega, Faca Amolada”, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, e de cara fica evidente que a voz de Gal não tem a potência e clareza de outras épocas. Mas isso não parece importar para o público, que canta animadamente toda a letra.

    A banda emenda o bluesão “Hotel das Estrelas”, de Jards Macalé e Duda Machado, e “Divino, Maravilhoso” (Gil e Caetano), com o público cantando junto, a primeira de seis canções assinadas por Caetano Veloso, incluindo originais e versões, que Gal cantaria no show.

    Gal canta “Dom de Iludir”, de Caetano, e a diferença da interpretação da cantora aqui e na versão original, gravada no álbum “Minha Voz” (1982) e que trazia uma interpretação sublime, com aquela voz sexy e sussurrada, é imensa. Claro que, em 2022, Gal estava cantando num show grande para uma plateia numerosa, não num clubinho enfumaçado, mas a diferença impressiona.

    Depois de saudar gerações mais novas de compositores nacionais com “Quando Você Olha Pra Ela”, de Mallu Magalhães, e “Palavras no Corpo”, parceria de Silva com Omar Salomão, filho do poeta Waly Salomão (1943-2003) produtor de um show histórico da cantora em 1971, “Fatal”, que renderia o disco ao vivo “Fa-Tal – Gal a Todo Vapor”, a cantora emenda uma sequência matadora de hits como “Nada Mais”, versão de Ronaldo Bastos para “Lately”, de Stevie Wonder, “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso), uma versão mais sacolejante do clássico da bossa nova “Desafinado” (Tom Jobim e Newton Mendonça), “A História de Lilly Braun”, de Chico e Edu Lobo, e “Açaí” (Djavan), com o refrão cantado em coro pela plateia.

    O bloco seguinte do show trouxe canções que Gal gravou na segunda metade dos anos 1980, período em que assinou contrato com a RCA e deu uma guinada comercial na carreira, que fez subir as vendagens dos álbuns, mas foram recebidas com frieza pela crítica: o bolerão “Lua de Mel” (Lulu Santos) e “Sorte” (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos), grande hit de FM.

    Chega a hora dos “feats”, verdadeira praga de festivais modernos, e Gal chama dois cantores e compositores da geração 1990 (os dois nascidos, por coincidência, no mesmo ano, 1991): Rubel e Tim Bernardes.

    O primeiro faz duetos com Gal em duas músicas lindas de Caetano Veloso, “Como 2 e 2” e “Tigresa”, em interpretações corretas, mas sem o sex-appeal libidinoso que Gal imprimiu especialmente à segunda, gravada originalmente em 1977. Já Bernardes canta “Negro Amor”, versão de Caetano e Péricles Cavalcanti para “It’s All Over Now, Baby Blue”, de Bob Dylan, e “Vapor Barato” (Jards Macalé e Waly Salomão). Rubel volta para cantar, junto a Gal e Tim Bernardes, “Baby”, de Caetano Veloso.

    O encerramento do show traz dois imensos hits gravados por Gal nos anos 1980: “Um Dia de Domingo”, baladão soul de Michael Sullivan e Paulo Massadas, que Gal gravou com Tim Maia, e “Brasil”, de Cazuza, Nilo Romero e George Israel. “Daqui a 15 dias a gente escolhe nosso presidente, vamos votar com sabedoria”, diz Gal, referindo-se à eleição presidencial de 2022 (no vídeo do show, disponível no Youtube, Gal aparece fazendo com a mão o “L” de Lula).

    Quando se apresentou no festival Coala, Gal Costa estava em meio a uma extensa agenda de shows. Ela se apresentaria no festival Primavera Sound, em São Paulo, e tinha uma excursão marcada para a Europa. Mas um infarto não permitiu, e “As Várias Pontas de Uma Estrela” fica como o último registro de uma das cantoras mais importantes da música brasileira.

    As Várias Pontas de Uma Estrela
    Autoria: Gal Costa
    Gravadora: Biscoito Fino
    Onde ouvir: Nas plataformas digitais
    Avaliação: Bom

    Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

  • Manifesto contra a 'merdificação' da internet mostra como as big techs pioraram a vida de usuários

    Manifesto contra a 'merdificação' da internet mostra como as big techs pioraram a vida de usuários

    A expressão ganhou uso corrente, foi eleita a palavra do ano pela American Dialect Society em 2023 e inspirou a temporada de 2025 da série Black Mirror.

    PATRÍCIA CAMPOS MELLO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O autor canadense Cory Doctorow, 54, conquistou um feito para poucos: popularizou uma palavra que resume o espírito do nosso tempo. Doctorow difundiu o termo enshittification (“merdificação”, em tradução livre) a partir de 2022. A expressão ganhou uso corrente, foi eleita a palavra do ano pela American Dialect Society em 2023 e inspirou a temporada de 2025 da série Black Mirror.

    Agora, Doctorow aprofunda o conceito de “merdificação” em seu livro “Enshittification: Why Everything Suddenly Got Worse and What to Do About It” (Merdificação: por que tudo piorou de repente e o que fazer a respeito), lançado nesta semana nos Estados Unidos.

    “Não é só com você. A internet está ficando pior, rápido. Os serviços em que a gente confiava, que a gente amava? Todos estão virando um monte de merda”. É assim que Doctorow abre o livro, no qual ele trata a enshittification como uma doença, e examina suas causas, seus efeitos e possíveis tratamentos.

    Mas, afinal, o que é a merdificação?
    Trata-se da piora gradual nos serviços prestados pelas plataformas de internet na medida em que as empresas se tornam mais poderosas. Elas vão aumentando sua taxa de lucros ao arrochar clientes e parceiros comerciais, já que não enfrentam competição, nem estão sujeitas a regulação. E ainda assim, as pessoas continuam usando esses serviços piorados.

    A busca do Google passou a privilegiar anúncios e links patrocinados em vez dos resultados mais relevantes. O Twitter se deteriorou após ser comprado por Elon Musk e rebatizado de X, substituindo fontes de notícias e formadores de opinião por contas de memes e trolls de ultradireita. A Amazon soterra o usuário com produtos de má qualidade e preço mais alto, com links patrocinados, antes dos resultados reais da busca.

    A merdificação é um processo.
    No começo, tudo é lindo. As big techs estavam cheias de dinheiro de seus investidores e faziam de tudo para conquistar os usuários, inclusive oferecer produtos grátis. A Amazon, por exemplo, vendia livros mais baratos que todo mundo, perdendo dinheiro para conquistar clientes.

    Nessa primeira fase, as empresas ganham um número enorme de usuários que passam a depender das plataformas. Uma vez criado um público cativo, as empresas passam a explorar seus usuários para atrair anunciantes e limitam os serviços grátis. Por exemplo, o Facebook, no início, era realmente de graça. Depois que um número significativo de pessoas entrou na plataforma e muitos relutariam em sair porque, afinal, todos os seus amigos estavam lá, a empresa apertou os clientes. Começou a vender os dados dos usuários para anunciantes, muitas vezes, sem eles saberem.

    Na terceira fase, são os parceiros comerciais que se tornam dependentes e passam a ser explorados. As plataformas inflacionam o preço dos anúncios ou estabelecem enormes taxas para vendedores terem seus resultados visíveis na busca da Amazon.

    No final do processo de enshittification, quando a plataforma já capturou tanto os usuários quanto anunciantes ou vendedores, além de dizimar os concorrentes, ela piora os serviços para todos, para maximizar seus lucros.

    As big techs podem se dar ao luxo de “enshittificar” e não perder usuários ou parceiros comerciais porque estão mais poderosas do que nunca, diz Doctorow. Ele explica que, enquanto houver monopólios e falta de regulação, as empresas vão continuar piorando seus serviços, sem sofrer consequências.

    O livro narra a cena em que executivos do Google desenham uma estratégia para aumentar os lucros do mecanismo de busca da empresa, que domina 98% do mercado: eles resolvem piorar os resultados de pesquisa. Com isso, os usuários têm de fazer buscas adicionais, e o Google ganha mais dinheiro mostrando mais anúncios em cada página de resultados.

    Um dos exemplos mais claros de enshittification é a Amazon. No início, a empresa oferecia livros com preços imbatíveis, subsidiava o frete e tinha uma política de trocas e devoluções ultra generosa. Isso atraiu milhões de usuários para a plataforma. Uma vez lá, os usuários faziam a assinatura Prime, que os fidelizava. Ficava muito menos vantajoso comprar em outro site, já que na Amazon o frete já estava pago.

    Com isso, a Amazon dizimou as lojas menores, que não conseguiam competir. Quando a concorrência tinha sido esmagada, a plataforma começou a apertar os vendedores. Exigia enormes descontos para que pudessem vender na plataforma e impunha a regra do “status de nação mais favorecida” -eles não podiam vender mais barato em nenhum outro varejista online. A empresa também passou a cobrar enormes taxas para que os produtos tivessem algum destaque nos resultados de busca no site.

    Para o usuário, a experiência também foi piorando. Quando o consumidor procurava um produto, os primeiros resultados, patrocinados, eram frequentemente de pior qualidade e mais caros. O motivo, segundo o autor, é que a Amazon ganha mais de US$ 50 bilhões todos os anos cobrando dos comerciantes pelo posicionamento nas buscas.

    Doctorow é uma das vozes mais relevantes em defesa da internet livre. Ao longo de 40 anos de carreira, que inclui anos de colaboração com a Electronic Frontier Foundation, ele escreveu 15 livros de ficção, seis de não ficção, além de influentes ensaios. De posse dessa bagagem, ele não se restringe a diagnosticar as causas da decadência digital generalizada -ele transforma seu livro em um manifesto para salvar a internet.

    Interoperabilidade é chave para que se possa encontrar plataformas alternativas e jeitos melhores de se usar os produtos e serviços das big techs quando elas começam a reduzir a qualidade.

    Não é possível que as empresas sejam tão grandes, segundo Doctorow, que prega uma legislação antitruste robusta e adaptada ao mundo digital. Para ele, está claro que a autorregulação fracassou. É preciso implementar regulamentação que seja factível.
    Infelizmente, ainda estamos muito longe de colocar em prática essas prescrições. Prova disso é um episódio recente de metalinguagem explícita.

    No mesmo dia em que o livro de Doctorow foi publicado e anunciado na Amazon, a plataforma já estava vendendo versões caça-níqueis da obra, imitações feitas com IA. Uma delas, com título parecido com o original e trechos típicos de IA, era vendida por um dólar a menos que o livro digital de Doctorow. A Amazon afirma ter um sistema rígido contra cópias e produtos de má qualidade.

    “Enshittification: Why Everything Suddenly Got Worse and What to Do About It”
    Cory Doctorow
    Editora Farrar, Straus and Giroux
    Preço versão Kindle, em inglês: R$ 87,27

    Manifesto contra a 'merdificação' da internet mostra como as big techs pioraram a vida de usuários