Autor: REDAÇÃO

  • Palmeiras engrena em reta decisiva após terremotos causados após Dérbis

    Palmeiras engrena em reta decisiva após terremotos causados após Dérbis

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras viveu turbulências durante a temporada, principalmente após clássicos contra o Corinthians, mas chega à reta decisiva do ano embalado e afiado na luta pelos títulos da Libertadores e do Brasileirão.

    MARÉ BOA

    São nove jogos de invencibilidade. A equipe venceu Ceará, Universitario, Botafogo, Sport, Internacional e Fortaleza, e empatou com o mesmo Universitario e com o Corinthians.

    Abel encontrou o time titular. Antes jogando com apenas um centroavante, o técnico apostou na dupla formada por Vitor Roque e Flaco López no ataque e tem colhido frutos. A defesa e o meio também encaixaram.

    Os reservas mostram serviço. A goleada sobre o Fortaleza no domingo, por 4 a 1, foi um “vestibular” promovido por Abel, que deu oportunidade aos jogadores menos utilizados. Boa parte deles aproveitou, incluindo reforços recentes como Andreas, Jefté e Sosa, além do experiente Raphael Veiga, autor de um dos gols.

    Quase todo mundo está à disposição de Abel. Com exceção de Paulinho, que não deve voltar neste ano, o restante do elenco pode entrar em campo, incluindo Bruno Rodrigues, atacante que sofreu lesões sérias consecutivas.

    Reforços estão dando resultado. O Palmeiras promoveu várias contratações ao longo do ano e a maioria deles chega à reta decisiva na ponta dos cascos. Vitor Roque vive seu melhor momento no clube, Andreas vem de dois gols e uma assistências, e Khellven virou titular logo de cara.

    O Allianz voltou a ser uma fortaleza. O estádio chegou a ser palco de algumas decepções nesta temporada, casos de jogos contra Corinthians e Flamengo, mas agora é uma das armas do time, que vem em uma sequência de quatro vitórias e um empate nos últimos cinco jogos.

    O Palmeiras briga pelo título nas duas frentes em que está vivo. No Brasileirão, é o terceiro colocado, enquanto na Libertadores está nas quartas de final e já venceu o River Plate por 2 a 1, na ida, em Buenos Aires.

    TIME JÁ VIVEU INSTABILIDADE

    A maré nem sempre foi calma e tranquila. O Palmeiras viveu algumas instabilidades durante a temporada, sendo duas delas após Dérbis contra o Corinthians.

    A primeira veio na final do Paulistão. O Alviverde foi derrotado em casa no jogo de ida da final e não conseguiu reverter o placar no duelo de volta, ficando com o vice.

    O começo do Brasileirão teve derrotas importantes. O Palmeiras perdeu jogos grandes contra Flamengo e Cruzeiro, por exemplo, os dois principais candidatos diretos ao título no momento.

    A turbulência mais recente veio por causa da Copa do Brasil. O Alviverde perdeu os dois jogos contra o Corinthians nas oitavas de final e acabou eliminado. Mas foi a partir daí que veio a atual arrancada.

    Após eliminação em duas copas e derrota no Gre-Nal, clube colorado opta por encerrar ciclo do treinador, que deixa o time na 13ª colocação do Brasileirão com campanha irregular e apenas uma vitória nos últimos cinco jogos

    Folhapress | 07:47 – 22/09/2025

    Palmeiras engrena em reta decisiva após terremotos causados após Dérbis

  • Putin fala em estender por um ano acordo que limita armas nucleares se EUA fizerem o mesmo

    Putin fala em estender por um ano acordo que limita armas nucleares se EUA fizerem o mesmo

    Putin afirmou estar disposto a prorrogar por um ano o tratado Novo Start, último acordo nuclear em vigor entre Rússia e EUA, desde que Washington faça o mesmo. O pacto, que expira em 2026, limita arsenais estratégicos e permanece sem negociações de renovação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira (22) que estava pronto para estender por um ano o último acordo entre Washington e Moscou que tenta limitar o número de armas nucleares de ambos os lados se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fizer o mesmo.

    A fala ocorre a pouco mais de quatro meses do prazo do tratado que tenta controlar o número de armas que podem destruir o mundo, o chamado Novo Start. Até agora, Rússia e EUA não iniciaram conversas sobre a renovação ou revisão do texto, embora Trump tenha falado sobre seu desejo de fazer um novo acordo do tipo incluindo a China -ideia que Pequim rejeitou.

    “A Rússia está disposta, após 5 de fevereiro de 2026, a continuar respeitando as limitações quantitativas centrais previstas pelo tratado Novo Start”, declarou Putin em uma reunião televisionada de seu Conselho de Segurança.

    Após essa data, continuou, a Rússia decidirá se vai manter as restrições. “Acreditamos que esta medida só será viável se os EUA agirem de maneira similar e não tomarem medidas que minem ou violem a proporção atual de capacidades de dissuasão”, afirmou.

    O líder disse ainda que a Rússia está monitorando as armas nucleares e a atividade de defesa dos EUA e prestando atenção especial aos planos de Washington para reforçar suas defesas antimísseis. “Procederemos com base no fato de que a implementação prática de tais ações desestabilizadoras poderia anular nossos esforços para manter o status quo no Start”, afirmou. “Responderemos de acordo.”

    O Novo Start (que vem da sigla inglesa para Tratado de Redução de Armas Estratégicas) é o descendente direto do primeiro acordo do tipo, entre soviéticos e americanos, em 1972. Foi assinado em 2010, buscando limitar o número de bombas a 1.550 de cada lado, além de 700 meios militares para empregá-las (aviões, mísseis e submarinos).

    O acordo também prevê um mecanismo de verificação, embora essas inspeções tenham sido oficialmente interrompidas há dois anos. Na ocasião, pouco antes de a Guerra da Ucrânia completar um ano, Putin afirmou que não estava se retirando do tratado, mas suspendendo sua participação.

    Este é o último acordo de controle de armamento entre Washington e Moscou. Em 2019, os EUA se retiraram de um importante tratado de desarmamento assinado em 1987 com a Rússia sobre armas nucleares de alcance intermediário.

    Ao fim da Guerra Fria, o mundo tinha cerca de 70 mil ogivas nucleares, a maioria absoluta nas mãos das duas potências. Agora são 12,2 mil, segundo a Federação dos Cientistas Americanos, 87% delas com os mesmos donos -mas há novos atores no palco desde então, como Paquistão e Coreia do Norte.

    Putin afirmou ainda que sua proposta era de interesse dos esforços para evitar a proliferação de armas nucleares globalmente e poderia ajudar a estimular o diálogo com Washington. A oferta ocorre no momento em que a Ucrânia tenta persuadir Trump a impor sanções mais duras à Rússia.

    A proposta parece ser uma mudança unilateral de política por parte de Moscou, que até agora insistiu que só se envolveria com os EUA em tais assuntos se a relação geral com o adversário, prejudicada pelas diferenças sobre a guerra na Ucrânia, melhorassem. Até agora, Washington não reagiu.

    Putin fala em estender por um ano acordo que limita armas nucleares se EUA fizerem o mesmo

  • Governo dos EUA impõe Lei Magnitsky a mulher de Alexandre de Moraes

    Governo dos EUA impõe Lei Magnitsky a mulher de Alexandre de Moraes

    As sanções ampliam o alcance da Lei Magnitsky e agora atingem também a mulher de Alexandre de Moraes e o instituto ligado à família do ministro, bloqueando bens nos EUA e proibindo a entrada no país

    O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, impôs as sanções da Lei Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal TF Alexandre de Moraes, e ao instituto Lex, ligado à família do ministro. A lei já atinge Moraes desde 30 de julho.

    A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano.

    A Lei Magnitsky é um mecanismo previsto na legislação estadunidense usado para punir unilateralmente supostos violadores de direitos humanos no exterior. Entre outros pontos, a medida bloqueia bens e empresas dos alvos da sanção nos EUA.

    Entre as sanções previstas estão o bloqueio de contas bancárias, de bens e interesses em bens dentro da jurisdição em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.

     

    Governo dos EUA impõe Lei Magnitsky a mulher de Alexandre de Moraes

  • Flávio Dino pede vista e suspende julgamento da aposentadoria por invalidez do INSS no STF

    Flávio Dino pede vista e suspende julgamento da aposentadoria por invalidez do INSS no STF

    O ChatGPT disse:

    O STF analisa se a regra da reforma da Previdência de 2019, que reduziu o valor da aposentadoria por invalidez para 60% da média salarial mais 2% por ano extra de contribuição, é constitucional. A decisão pode redefinir benefícios de milhares de segurados

    (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, pediu vista -mais tempo para análise- do processo que discute o cálculo da aposentadoria por invalidez do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) após a reforma da Previdência de 2019.

    A corte vai decidir se o redutor de 40% aplicado neste benefício -hoje chamado de aposentadoria por incapacidade permanente- é constitucional. O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF e relator do tema 1.300, já votou a favor da mudança. Seu voto foi acompanhado por Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.

    Segundo emenda constitucional 103, a aposentadoria por invalidez deve ser calculada em 60% da média salarial mais 2% a cada ano extra que ultrapassar o tempo mínimo, como ocorre com as demais aposentadorias da Previdência Social.

    Quando houver invalidez por acidente de trabalho, doença ocupacional ou doença do trabalho, o cálculo deve ser de 100% sobre a média salarial.

    Dino tem 90 dias para analisar o processo e devolvê-lo com seu voto. Novo julgamento, no entanto, depende da presidência da STF, que é quem irá marcar a data.

    O caso estava sendo julgado no plenário virtual do Supremo, onde os ministros têm uma semana para depositar seu voto. A análise estava prevista para terminar nesta sexta-feira (26), mas foi adiada. Mesmo quando a ação for devolvida, qualquer outro ministro pode pedir vista ou destaque, que leva o processo ao plenário físico.

    Em seu voto, o ministro Barroso propôs a seguinte tese: “é constitucional o pagamento do benefício de aposentadoria por incapacidade permanente nos termos fixados pelo art. 26, parágrafo 2º da emenda constitucional nº 103/2019 para os casos em que a incapacidade para o trabalho seja constatada posteriormente à reforma da Previdência”.

    O processo em análise é de um aposentado do Sul do país que foi à Justiça pedindo revisão do valor do benefício após ter o benefício por incapacidade permanente concedido em 2021. Ele alega, no entanto, que sua incapacidade data de maio de 2019, quando começou a receber o auxílio-doença do INSS. A reforma passou a valer apenas em novembro daquele ano.

    Barroso entendeu que se a concessão for anterior à reforma da Previdência, os segurados têm direito ao cálculo antigo, mais vantajoso, que garante 100% da média salarial na aposentadoria por invalidez. No caso do segurado, no entanto, afirma que a concessão ocorreu apenas após a mudança da lei, e que deve ser aplicado o cálculo novo.

    Defensores dos aposentados, no entanto, afirmam que o cálculo da aposentadoria por invalidez, que é um benefício permanente, ficou pior do que o do auxílio-doença, pago de forma temporária. O auxílio é de 91% da média salarial.

    A advogada Adriane Bramante, conselheira da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em SP) e do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), o cálculo trazido pela reforma é “extremamente prejudicial” ao segurado por causa dessa diferença.

    “Considerando que o segurado teria uma incapacidade mais gravosa, com baixa probabilidade de retorno ao trabalho quando ele tem uma incapacidade permanente, não se justifica um benefício menor em relação àquele que é temporário”, diz.
    *
    O QUE STF IRÁ DECIDIR?

    Os ministros do Supremo irão decidir se a regra de cálculo da reforma da Previdência de 2019, que aplica redutor na aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, é constitucional.

    Além disso, deverá dizer se aposentadoria por invalidez decorrente de doença grave, contagiosa ou incurável deve ser integral.
    Também irá decidir se é constitucional o aposentado por invalidez receber valor menor do que quem tem auxílio-doença, que é um benefício temporário.

    QUAL É A REGRA DE CÁLCULO DA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ?

    Para incapacidade permanente após 13 de novembro de 2019, data em que a reforma da Previdência passou a valer, o cálculo é de 60% da média salarial mais 2% a cada ano que ultrapassar 20 anos de contribuição.

    Nos casos de invalidez por doença do trabalho, doença ocupacional ou acidente do trabalho, o valor do benefício é de 100% da média salarial.

    COMO ERA O CÁLCULO ANTES DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA?

    Antes da reforma da Previdência, o segurado que se aposentava por invalidez recebia como aposentadoria 100% da média salarial. Para calcular a média, o INSS considerava os 80% maiores salários de contribuição e descartava os 20% menores.

    COMO O INSS CALCULA A MÉDIA SALARIAL?

    Após a reforma da Previdência, o cálculo da média salarial é feito sobre todos os salários de benefício pagos desde julho de 1994, data em que entrou em vigor o Plano Real. Os salários pagos anteriormente, em outras moedas não entram no cálculo da média salarial

    Antes, até 13 de novembro de 2019, a média salarial era calculada sobre os 80% maiores salários após julho de 1994. Os 20% menores eram descartados pelo INSS, fazendo com que a média salarial ficasse um pouco maior.

    Flávio Dino pede vista e suspende julgamento da aposentadoria por invalidez do INSS no STF

  • Dólar no fim de 2025 segue em R$ 5,50, calcula Focus

    Dólar no fim de 2025 segue em R$ 5,50, calcula Focus

    A projeção para a moeda americana no fim de 2027 se manteve em R$ 5,60. Quatro semanas atrás, era de R$ 5,63. A estimativa para o fim de 2028 seguiu em R$ 5,54. Um mês antes, era de R$ 5,60

    A mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim de 2025 continuou em R$ 5,50. Um mês antes, era de R$ 5,59. Já a estimativa intermediária para o fim de 2026 seguiu em R$ 5,60. Um mês antes, era de R$ 5,64.

    A projeção para a moeda americana no fim de 2027 se manteve em R$ 5,60. Quatro semanas atrás, era de R$ 5,63. A estimativa para o fim de 2028 seguiu em R$ 5,54. Um mês antes, era de R$ 5,60.

    A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020.

    Dólar no fim de 2025 segue em R$ 5,50, calcula Focus

  • Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

    Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em um ano sem grandes apresentações dentro das quadras, com dificuldades frequentes contra adversárias de ranking inferior, a paulistana Beatriz Haddad Maia, 29, anunciou nesta segunda-feira (22) o fim antecipado das disputas na atual temporada.

    “Estou encerrando a minha temporada de 2025 um pouquinho antes do programado para poder descansar por um maior período o corpo e a mente”, escreveu a tenista em publicação nas redes sociais.

    O próximo compromisso da brasileira seria no WTA 1000 de Pequim, que começa nesta semana. Por ter avançado até a segunda rodada em 2024, ela perderá 65 pontos no ranking.

    Bia Haddad é a atual 40ª no ranking da WTA (Associação das Tenistas Profissionais), sua pior posição desde junho de 2022.

    Em 2025, são 26 derrotas e apenas 16 vitórias.

    Sua melhor campanha no ano foi no WTA 500 de Estrasburgo, na França: avançou até as semifinais, parando na cazaque Elena Rybakina.

    No último compromisso, no WTA 500 de Seul, em que foi campeã em 2024, Bia Haddad caiu logo na segunda rodada.

    No SP Open, em que era cabeça de chave número um, também foi eliminada precocemente, nas quartas de final.

    “Um agradecimento especial a todos vocês que sempre me acompanham, torcem, enviam energia, amor e carinho. Tenham certeza que voltarei mais forte e o melhor ainda está por vir”, escreveu a brasileira.

    Do tênis competitivo João partiu para uma semana diferente, de tênis festivo. A midiática Laver Cup, criada pelo craque suíço Roger Federer e pelo empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, não vale pontos no ranking mundial, mas um convite para a competição representa prestígio no circuito mundial

    Folhapress | 10:30 – 22/09/2025

    Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

  • Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

    Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

    O cenário indica uma população desconfiada da informação que consome, o que pode ser propício para acirrar a polarização em uma sociedade na qual tem sido cada vez mais difícil sair da bolha, avaliam pesquisadoras

    (CBS NEWS) – Comparado com outros países da América Latina, o Brasil apresenta maior percepção de que informações divulgadas sobre eleições e política são falsas, segundo estudo que analisou 19 países da região.

    O cenário indica uma população desconfiada da informação que consome, o que pode ser propício para acirrar a polarização em uma sociedade na qual tem sido cada vez mais difícil sair da bolha, avaliam pesquisadoras.

    A conclusão parte de dados levantados pela pesquisa “Vetores e implicações da desordem informacional da América Latina”, divulgada pelo InternetLab e pela Rede Conhecimento Social nesta segunda-feira (22).

    O estudo não limita o conceito de “notícia” a informações produzidas pela imprensa profissional. Com isso, o termo pode se referir a qualquer tipo de informação disponível nas mídias (TV, rádio, redes sociais, aplicativos de mensagens ou sites) utilizadas pelos entrevistados para se informar.

    O levantamento analisou 19 países da região divididos em cinco agrupamentos: México, América Central, Andes/Amazônia, Brasil e Cone Sul.

    De 5 a 14 de julho de 2024, pesquisadores coletaram via questionário online a percepção de maiores de 16 anos com acesso à internet e uso ativo de redes sociais sobre temas ligados à desinformação.

    O estudo é representativo das cinco regiões para a população com acesso à internet. A margem de erro é de 3 pontos percentuais sobre o total da amostra, com intervalo de confiança de 95%.

    Houve também fase qualitativa, com seis grupos de discussão, com 5 ou 6 pessoas, e 13 entrevistas individuais em profundidade.

    Segundo o levantamento, 37% dos respondentes brasileiros acham que tudo ou quase tudo sobre eleições são informações falsas ou desinformação, contra 30% registrado para toda a América Latina.

    O tema é o que mais gera desconfiança nas pessoas entre os assuntos abordados pela pesquisa, que também avaliou a percepção dos respondentes em nichos como a vida de celebridades, segurança e saúde pública.

    Quando o assunto é política no geral, 27% dos brasileiros têm a percepção de que tudo é falso. O valor para a totalidade de países é de 21%.

    Segundo Heloisa Massaro, diretora de pesquisa do InternetLab e uma das autoras do estudo, a desconfiança é maior entre brasileiros provavelmente porque o país está envolto na discussão sobre fake news desde um pouco antes que outras regiões da América Latina.

    O valor é alto, entretanto, também no conjunto dos países estudados. Análise de toda a região aponta que 51% dos respondentes acham que bastante do que circula sobre eleições não é confiável. Apenas 11% dizem que nada ou quase nada é desinformação ou falso. 8% não souberam responder.

    Quando o assunto é política, 65% acham que bastante informação é falsa e 9%, nada ou quase nada.

    O levantamento também apontou que, imersos nesse cenário de desconfiança, as pessoas tendem a checar a informação que recebem.

    Por um lado, a verificação é positiva ao indicar que os usuários estão cientes de que nem tudo que circula nas redes é verdade. Por outro, pode apontar para horizonte preocupante, uma vez que a maneira como é feita a checagem nem sempre resulta em apuração correta ao se misturar com o viés do usuário.

    Segundo Massaro, a forma de verificação varia, com 15% dos brasileiros dizendo que eles mesmos são as pessoas mais confiáveis para falar sobre política. Também tem destaque a confiança na família e nos amigos.

    Comparado com os outros quatro agrupamentos e com o resultado de toda a América Latina, o Brasil se destaca por dar mais credibilidade a essas pessoas como as fontes mais confiáveis.

    Com isso, o processo de checagem pode se dar de forma a confirmar as próprias percepções, a despeito da factualidade dos dados.

    “Se, de um lado, criou-se essa ética de verificar a informação, a forma dessa verificação tem nos preocupado bastante. Ela pode ser, em alguns casos, entender como amigos se posicionam em relação ao assunto, fazendo de familiares e do próprio usuário as pessoas de referência”, afirma Marisa Villi, diretora-executiva da Rede Conhecimento Social.

    O comportamento reforça bolhas de comunicação e a tendência entre usuários de criarem seus próprios ecossistemas informacionais, o que pode acentuar processos de polarização, diz Villi.

    “O efeito disso para um período de eleição, por exemplo, é que você dificilmente consegue colocar diferentes bolhas para conversarem entre elas.”

    Nesse cenário de alta desconfiança, 4 a cada 10 pessoas na América Latina defendem alguma forma de regulação das plataformas.

    Aqueles que se dizem de esquerda são os que mais defendem totalmente algum tipo de regulação, segundo o estudo. Já os de direita são os que mais falam em risco para a liberdade de expressão com a possibilidade de bloqueio de conteúdos.

    Indivíduos de centro são os mais ponderados “em relação aos diferentes tipos de regulação das plataformas, sendo que mais da metade deles defende de alguma forma a regulação por lei”, aponta a pesquisa.

    Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

  • Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

    Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

    João Augusto Liberato afirmou que deseja trilhar sua própria trajetória na TV brasileira, sem depender da herança deixada por Gugu. O jovem ressaltou que busca construir um legado pessoal, mantendo os valores transmitidos pelo pai e conciliando a carreira com os estudos

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – Filho do apresentador Gugu Liberato (1959-2019), João Augusto Liberato voltou a morar no Brasil após grande período nos Estados Unidos. O jovem pretende começar a ter uma carreira na televisão brasileira.

    Foi o que ele mesmo disse ao Domingo Espetacular, da Record, deste domingo (21). Ele foi entrevistado por Carolina Ferraz e o herdeiro do apresentador disse que pretende conquistar o seu próprio dinheiro, e não viver de herança.

    “Eu quero construir o meu próprio legado, meu próprio dinheiro, ter a minha própria carreira. Mas eu tenho esse desejo de fazer as coisas vindo de mim”, disse.

    “Hoje, eu sou uma pessoa responsável, amorosa e humilde. Eu acho que eu consegui manter os ensinamentos dele aqui no meu coração”, concluiu.

    No entanto, João Liberato disse que não tem pressa para conquistar o que deseja. Neste momento, ele pretende manter a rotina de estudos e vai tentar algo com calma.

    “Eu acho que meu pai sabia que eu gostava de estar na frente das câmeras. Meu pai ficará orgulhoso da pessoa que estou me tornando”, completa.

    Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

  • Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

    Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

    Aos 16 anos, Anne Marie, filha da modelo Schynaider Moura, morreu após parada cardíaca. A jovem havia passado por um transplante de coração três anos atrás, devido a uma cardiomiopatia dilatada. O velório e o sepultamento ocorrem nesta terça (23), em São Paulo

    (CBS NEWS) – Anne Marie, 16, filha mais velha da modelo Schynaider Moura, 37, morreu após ter uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada pelo tio da jovem, Alvaro Garnero. “Annie agora é estrela que guia e protege a nossa família”, publicou.

    Há cerca de três anos, ela havia passado por um transplante de coração devido a uma cardiomiopatia dilatada, doença que aumenta o tamanho do músculo do coração. Em 2023, pelas redes sociais, Schynaider chegou a registrar os momentos que passou ao lado da menina e alertou sobre a importância da doação de órgãos.

    “Dia de celebrar e comemorar um ano de sucesso do transplante cardíaco que deu a ela mais uma oportunidade de viver uma vida saudável. O dia que recebeu seu novo coração, depois de um tempo na fila de espera e muitos dias cheio de altos e baixos, de incertezas, angústia e de muito medo”, escreveu ela na legenda de um vídeo.

    Anne é filha dela com o empresário Mário Bernardo Garnero. A modelo também é mãe de Elle Marie e Gioe Marie.

    O velório e o sepultamento devem acontecer nesta terça (23), em São Paulo.

    Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

  • Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado

    Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado

    (FOLHAPRESS) – João Fonseca experimentou, em nove dias, no que se refere ao mundo do tênis, a hostilidade e o aplauso em algumas de suas versões mais estridentes. Xingado em Atenas e ovacionado em San Francisco, o brasileiro de 19 anos deu passos importantes na tentativa de se estabelecer como um dos principais nomes da modalidade.

    No fim de semana dos dias 13 e 14, o carioca comandou o Brasil na vitória sobre a Grécia, pela Copa Davis, diante de um público ensandecido no Estádio Olímpico de Atenas. Abraçou as provocações, procurou devolvê-las e fechou o confronto com uma grande vitória sobre Stefanos Tsitsipas, de 27 anos, ex-número 3 do mundo (e atual 27º).

    Fonseca perdia o set decisivo por 5/3, mas se mostrou mais pronto do que o experiente rival na hora agá e levou a melhor por 2 sets a 1, parciais de 6/4, 3/6 e 7/5. Joguei o meu melhor tênis nos momentos mais importantes. Foi uma partida superimportante, provavelmente uma das mais importantes que eu já joguei”, afirmou.

    Do tênis competitivo João partiu para uma semana diferente, de tênis festivo. A midiática Laver Cup, criada pelo craque suíço Roger Federer e pelo empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, não vale pontos no ranking mundial, mas um convite para a competição representa prestígio no circuito mundial.

    A edição 2025 se deu no Chase Center, em San Francisco. Uma equipe formada por jogadores europeus enfrentou uma de atletas do restante do mundo, em disputa do tipo Passa ou Repassa. Realizadas de sexta (19) a domingo (21), as partidas tinham valor crescente no sistema de pontuação, de modo que a decisão do título ficasse para o último dia.

    O resultado geral pouco importava, embora os membros dos dois lados afetassem grande comoção a cada ponto. Fonseca (42º do mundo) era integrante do Time Mundo, ao lado de Taylor Fritz (EUA, 5º), Alex de Minaur (AUS, 8º), Francisco Cerúndolo (ARG, 21º), Alex Michelsen (EUA, 32º) e Reilly Opelka (EUA, 62º).

    Os técnicos dessa equipe eram o norte-americano Andre Agassi e o australiano Patrick Rafter. Do outro lado, no Time Europa, o francês Yannick Noah e o inglês Tim Henman comandavam Carlos Alcaraz (ESP, 1º), Alexander Zverev (ALE, 3º), Holger Rune (DIN, 11º), Casper Ruud (NOR, 12º), Jakub Mensik (TCH, 17º) e Flavio Cobolli (ITA, 25º).

    “É um prazer estar com esses caras”, disse João, que foi escalado para uma partida. Inspirado, mostrou precisão nos golpes, sobretudo sua potente direita, e derrotou Flavio Cobolli por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/3. Mais do que exibir seu talento, viu-se parte de um grupo seleto, convivendo com os líderes do ranking e celebrando o triunfo com uma peitada em Agassi.

    Aposentado em 2006, 12 dias após o nascimento de Fonseca, Agassi abraçou o garoto em San Francisco. Vibrou com boas jogadas gritando, em português, “vamooos”. E, ao lado dos demais integrantes do Time Mundo, puxou um coro, imitando os torcedores brasileiros do Chase Center: “Joãããão Fonseca!”.

    Tudo era parte do entretenimento oferecido ao público nos Estados Unidos, uma plateia que incluía estrelas do basquete da NBA. Mas o contato próximo com figuras da elite do esporte, do passado e do presente, parece ter feito bem ao carioca, que recebeu múltiplos elogios pelos golpes e também pela mentalidade.

    “Ele é confiante. Não busca a validação de ninguém”, resumiu Agassi, que tem oito títulos de Grand Slam, distribuídos entre os quatro principais torneios do circuito.

    Rafter, bicampeão do US Open, foi ainda mais efusivo em sua avaliação do brasileiro. Embora tenha apontado que seu jogo tenha pontos que podem ser melhorados, observou no jovem a disposição e a humildade para ouvir.

    “Incrivelmente maduro, muito bom cérebro para o tênis. Ele é calmo, aberto a sugestões, aberto a aprender. E rápido para responder, rápido para aprender. No próximo ano, neste momento, ele vai ser um grande jogador. Daqui a dois anos, vai ser excepcional, porque tem a capacidade de aprender e quer continuar aprendendo. Ele ainda não está pronto, mas eu vi maturidade”, disse o australiano.

    Cercado de figuras proeminentes do circuito, João passou a tratar algumas delas com maior grau de intimidade -referiu-se a Francisco Cerúndolo como Fran e chegou a auxiliar no atendimento de De Minaur após um ferimento na orelha. E tratou de escutar, especialmente no contato com velhos campeões do esporte.

    “Temos que pegar as coisas feitas por essas lendas e colocar na cabeça. São detalhes que só a experiência traz mesmo. Agradeço muito ao Andre [Agassi] e ao Pat [Rafter]. O que eu posso dizer é que estou apenas ouvindo. Não copiando, mas adquirindo experiência com eles e aprendendo muito”, afirmou.

    Fonseca também teve contato com Roger Federer, 20 vezes campeão de torneios Grand Slam. Nessa hora, permitiu-se ser mais um tiete do que um aspirante a número um do mundo.

    “Foi um prazer, uma oportunidade. É algo com que toda criança que ama tênis sonha. Quando você encontra seu ídolo, é incrível. Quando me falaram que eu o encontraria, minhas mãos começaram a suar, eu estava tão nervoso. Tivemos uma conversa divertida, ele é um cara superlegal.”

    Fonseca disputou apenas um jogo na competição e venceu o italiano Flávio Cobolli por 2 sets a 0, no primeiro dia.

    Folhapress | 11:36 – 21/09/2025

    Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado