Autor: REDAÇÃO

  • Fazenda estima que R$ 76,5 bi em despesas para 2026 são herança do governo Bolsonaro

    Fazenda estima que R$ 76,5 bi em despesas para 2026 são herança do governo Bolsonaro

    Os cálculos, elaborados pela SPE (Secretaria de Política Econômica), são usados pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) para rebater as críticas à condução da política fiscal no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    IDIANA TOMAZELLI
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério da Fazenda estima que R$ 76,5 bilhões em despesas projetadas para 2026 ainda são uma herança decorrente de mudanças legais aprovadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Os cálculos, elaborados pela SPE (Secretaria de Política Econômica), são usados pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) para rebater as críticas à condução da política fiscal no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “Comprei briga com o meu partido, fui chamado de austericida, fui acusado de fazer um pacto com o diabo pelo meu líder. Você está falando com alguém que dá a cara a tapa para defender as contas públicas. Só que eu acho que a estratégia utilizada pelo [ex-ministro da Economia Paulo] Guedes e Bolsonaro não funcionou”, afirma Haddad à Folha.

    “A minha diferença não é desconsiderar que a questão fiscal é muito importante. É uma questão qualitativa. Como vai fazer o ajuste fiscal? Sacrificando a base da pirâmide? A minha resposta é não. E uma das razões pelas quais eu digo não é porque foram sete anos de arrocho em cima da base da pirâmide, que produziram baixo crescimento e não ajuste fiscal”, acrescenta o ministro.

    Para ele, o crescimento do PIB é “parte da solução, não do problema”.

    A cifra calculada pela Fazenda retrata o quanto os gastos com o BPC (Benefício de Prestação Continuada), transferência de um salário mínimo paga a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, e com o Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica) ficarão maiores do que seria a tendência natural dessas políticas caso as regras não tivessem sido flexibilizadas no passado.

    De 2023 a 2026, o impacto dessas mudanças deve representar um gasto extra de R$ 227,7 bilhões, segundo as estimativas da Fazenda. Os valores são nominais, ou seja, sem atualização pela inflação.

    Em 2021, o Congresso aprovou e Bolsonaro sancionou uma alteração na Loas (Lei Orgânica de Assistência Social) que permitiu deduzir da renda familiar declarada para pleitear o BPC valores gastos com médicos, fraldas, alimentos especiais ou medicamentos. Na prática, a medida abriu a porta para a entrada de pessoas com ganhos acima de 1/4 do salário mínimo, limite de renda formal do programa.

    Em outubro do mesmo ano, o governo ainda baixou uma portaria definindo um abatimento padrão para cada categoria de despesa, o que simplificou o processo. A partir de julho de 2022, às vésperas da eleição, a concessão de benefícios do BPC acelerou e assumiu um ritmo que só agora, em 2025, começa a enfrentar algum tipo de contenção.

    Apesar da desaceleração, o gasto com o BPC deve chegar a R$ 131,1 bilhões em 2026, conforme a previsão incluída no PLOA (projeto de Lei Orçamentária Anual). É mais do que o total destinado a investimentos públicos e fica próximo do valor reservado para o Bolsa Família (R$ 158,6 bilhões), programa social que alcança o triplo de famílias.

    Sem as mudanças de 2021, isto é, se o programa tivesse seguido a mesma tendência de anos anteriores, a despesa do ano que vem ficaria em R$ 93,3 bilhões, segundo a Fazenda –uma diferença de R$ 37,8 bilhões.

    O cálculo já considera o fato de que parte do aumento recente de despesas decorre da decisão do próprio governo Lula de retomar a política de valorização do salário mínimo. Sem o aumento real do piso, o gasto com o BPC seria ainda menor (R$ 84 bilhões).

    Já no caso do Fundeb, o Legislativo aprovou, em 2020, uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que ampliou consideravelmente a complementação paga pela União, de 10% para 23% sobre os valores recolhidos ao fundo da educação básica.

    O aumento do percentual seria gradual ao longo de seis anos, chegando ao máximo em 2026.

    Embora a medida seja defendida por especialistas em educação, o aumento tem pressionado as contas públicas. A complementação da União ao Fundeb chegará a R$ 68,4 bilhões no ano que vem, uma diferença de R$ 38,7 bilhões em relação ao valor que seria devido pelas regras antigas (R$ 29,7 bilhões).

    A previsão do governo é a de que a despesa total alcance 18,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2026. Sem o impacto extra de BPC e Fundeb, essa proporção seria menor e ficaria em 18,3% do PIB –o que, na visão da Fazenda, manteria o patamar médio observado nos últimos anos.

    O governo resolveu colocar na ponta do lápis esses impactos, vistos como uma herança recebida da gestão anterior, diante das críticas de economistas, que cobram medidas mais robustas de corte de gastos para melhorar a trajetória da dívida pública do país.

    No fim do ano passado, a equipe econômica chegou a encaminhar um projeto com regras mais duras para a concessão do BPC, mas apenas uma parte foi aprovada pelos parlamentares. Não houve proposta de alteração no Fundeb, embora integrantes do governo tenham alertado para o problema e defendido mudanças.

    Pelo lado da arrecadação, o Executivo já encaminhou ao Congresso uma série de medidas para reforçar o caixa e assegurar o cumprimento das metas fiscais. Algumas delas enfrentam críticas de setores econômicos afetados.

    A Fazenda, por sua vez, argumenta que as iniciativas são necessárias para recompor a base de arrecadação do governo federal. Ao fim de seu mandato, Bolsonaro enviou uma proposta de Orçamento para 2023 prevendo uma receita líquida de 17% do PIB, bem abaixo da arrecadação de 18,4% do PIB verificada em 2022. Até os últimos dias de governo, sua administração concedeu benefícios tributários que depois foram revertidos pela atual gestão.

    Além disso, a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que retirou o ICMS da base de cálculo de PIS/Cofins (a chamada tese do século) contribuiu para drenar mais de R$ 100 bilhões dos cofres federais ao ano desde 2020.

    Nas estimativas da equipe econômica, mesmo com todas as medidas de receita encaminhadas, a receita líquida deve fechar o ano de 2026 em 18,6% do PIB, um patamar próximo ao observado em 2022.

    Com essa combinação de receitas e despesas, o governo deve entregar um déficit de 0,2% do PIB no ano que vem –embora a meta fiscal seja de superávit, o governo pode descontar do cálculo parte das despesas com sentenças judiciais. Por isso o resultado fica negativo.

    Fazenda estima que R$ 76,5 bi em despesas para 2026 são herança do governo Bolsonaro

  • Senado forma maioria contra PEC da Blindagem

    Senado forma maioria contra PEC da Blindagem

    Para ser promulgada, a PEC precisaria de no mínimo 49 votos, número considerado improvável diante das declarações. Além disso, o projeto deve enfrentar dificuldades antes mesmo de chegar ao plenário.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, aprovada na Câmara dos Deputados com apoio do Centrão, da oposição e até de parte da esquerda, enfrenta forte resistência no Senado.

    Segundo levantamento publicado pelo OGLOBO, 46 dos 81 senadores já se declararam contrários à medida, enquanto apenas seis afirmaram ser favoráveis. Outros seis não decidiram o voto, e os demais não responderam.

    Para ser promulgada, a PEC precisaria de no mínimo 49 votos, número considerado improvável diante das declarações. Além disso, o projeto deve enfrentar dificuldades antes mesmo de chegar ao plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou a proposta para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Dos 27 integrantes do colegiado, 17 já manifestaram oposição, apenas três disseram apoiar e sete não quiseram antecipar posição. O relator Alessandro Vieira (MDB-SE) está entre os contrários.

    A PEC prevê que deputados e senadores só possam responder a processos criminais com autorização prévia das Casas Legislativas. Também determina que parlamentares presos em flagrante por crimes inafiançáveis tenham a prisão avaliada pelo plenário em até 24 horas, em votação secreta. Para críticos, a proposta representa um retrocesso, já que o aval legislativo para ações contra congressistas foi derrubado em 2001.

    A resistência no Senado contrasta com a expressiva aprovação na Câmara: 353 votos a favor e 134 contra. A repercussão negativa nas redes sociais fez alguns deputados se desculparem pelo apoio.

    Oposição e partidos divididos
    Na Câmara, partidos do Centrão e da oposição, como o PL de Jair Bolsonaro, apoiaram em peso a proposta — o partido deu 83 votos favoráveis e nenhum contrário. No Senado, porém, a divisão é maior. Entre os 15 senadores do PL, três declararam apoio, incluindo o líder Carlos Portinho (RJ), e três se disseram contra, como Magno Malta (ES), aliado de Bolsonaro.

    O União Brasil, que deu 53 votos favoráveis na Câmara, tem metade da bancada no Senado contrária: Jayme Campos (MT), Professora Dorinha (TO) e Sergio Moro (PR) rejeitam a PEC.

    No PSD, que na Câmara votou dividido (25 a favor e 18 contra), oito dos 12 senadores já anunciaram voto contrário, entre eles Otto Alencar (BA), presidente da CCJ, e Eliziane Gama (MA). “Creio que a Casa, em respeito à opinião pública e à moralidade, dirá ‘não’ a esse absurdo”, afirmou Eliziane.

    Na esquerda, onde 12 deputados do PT apoiaram a proposta, o Senado mostra posição firme: oito dos nove senadores petistas são contra a PEC.

    Críticas e análises
    Mesmo entre os favoráveis, há críticas ao texto. Luis Carlos Heinze (PP-RS) defende ajustes, como retirar o voto secreto e limitar a extensão da imunidade.

    Para cientistas políticos, a forma de eleição ajuda a explicar a diferença entre as Casas. Gabriela Testa, da FGV, lembra que senadores disputam eleições majoritárias e precisam dialogar com todo o eleitorado, enquanto deputados são eleitos por voto proporcional e podem se apoiar em partidos ou grupos específicos.

    Murilo Medeiros, da UnB, reforça: “Senadores tendem a ser mais cautelosos em pautas vistas como autoproteção, porque enfrentam julgamento direto dos eleitores”.

    Senado forma maioria contra PEC da Blindagem

  • Paolla e Virginia quebram o silêncio sobre rumores de inimizade

    Paolla e Virginia quebram o silêncio sobre rumores de inimizade

    Virginia revelou que não tinha conversado com Paolla antes da festa por conta da correria. “Já seguia a Paolla desde o Carnaval em que ela estava com a onça. Foi incrível, maravilhosa, arrasou! Fiquei apaixonada e acompanhei”, disse.

    Na noite deste sábado (20/9), a influenciadora Virginia Fonseca encontrou Paolla Oliveira nos bastidores da quadra da Grande Rio, pouco antes de receber a faixa de rainha de bateria da escola de samba. O evento, transmitido ao vivo no YouTube, marcou a coroação de Virginia no posto que foi ocupado por Paolla pela última vez em 2024.

    Em entrevista à repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, Paolla ressaltou que não vê a passagem da faixa como uma substituição. “A história se renova, se modifica, mas continua. Cada mulher cria o seu próprio momento e a sua própria história”, afirmou a atriz, que tem uma longa relação com a Grande Rio.

    Virginia revelou que não tinha conversado com Paolla antes da festa por conta da correria. “Já seguia a Paolla desde o Carnaval em que ela estava com a onça. Foi incrível, maravilhosa, arrasou! Fiquei apaixonada e acompanhei”, disse.

    A influenciadora comentou ainda que parte do público esperava um clima tenso entre as duas. “O povo achou que ia ter treta”, brincou. Questionada sobre conselhos para a nova rainha, Paolla falou sobre viver o Carnaval intensamente. “É sobre sentir a energia, cada um faz do seu jeito, aprimora, dança como consegue. É uma experiência única”, destacou.

    Virginia encerrou a entrevista elogiando Paolla. “Eu sei do amor dela pela escola e imagino que não deve ser fácil não estar como rainha ano que vem, mas acredito que é por um motivo que só diz respeito a ela.”

    Paolla e Virginia quebram o silêncio sobre rumores de inimizade

  • Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

    Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

    Os atos também vão criticar a proposta de anistia para condenados por tentativa de golpe de Estado. Dentre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão.

    Estão marcados para este domingo (21), em, ao menos, 30 cidades e 22 capitais, protestos contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, como ficou conhecido o projeto aprovado pela Câmara na última terça-feira (16). A proposta, na prática, dificulta a abertura de processos criminais contra parlamentares.

    Os atos também vão criticar a proposta de anistia para condenados por tentativa de golpe de Estado. Dentre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão.

    A mobilização deste domingo também é feita por integrantes da base do governo no Congresso, bem como centrais sindicais, movimentos populares e outras organizações da sociedade civil. Eles desaprovam o que chamam de “PEC da Bandidagem”, devido ao potencial de suspender a apuração de crimes.

     

    Atos musicais

    Em Brasília, o ato está marcado para começar às 10h na frente do Museu Nacional. O cantor Chico César está confirmado para a parte musical do ato. Em Belo Horizonte, na Praça Raul Soares, o ato está marcado para começar às 9h, com a presença da cantora Fernanda Takai.

    Em São Paulo, a concentração será no Masp, na Avenida Paulista, às 14h. No Rio de Janeiro, o movimento foi chamado para Copacabana e deve contar com um show gratuito de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque, que prometem cantar juntos sobre um trio elétrico que partirá do Posto 5, às 14h.

    Em vídeo nas redes sociais, Caetano disse que o movimento do Congresso, de aprovar regra que suspende investigações, não pode ficar sem resposta. “A gente tem que ir pra rua, pra frente do Congresso, como já fomos outras vezes. Voltar a dizer que não admitimos isso, como povo, como nação”, conclamou o cantor.

    Outros artistas, como Djavan, Maria Gadú, o grupo Os Garotin e Marina Sena também confirmaram presença.

    A manifestação na orla do Rio é uma das que foram convocadas por coletivos como Frente Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular e Central de Movimentos Populares, com grande movimentação nas redes sociais.

    Proposta

    A PEC da Blindagem, como aprovada pela Câmara em regime de urgência, prevê que que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia, da maioria absoluta do Senado ou da Câmara. 

    Pelo texto, os parlamentares têm 90 dias para decidir se autorizam ou não a investigação criminal contra um colega, a contar de quando o Supremo enviar o pedido ao Congresso.

    Defensores da medida dizem que a proposta é uma reação ao que chamam de abuso de poder do Supremo Tribunal Federal (STF) e que as medidas restabelecem prerrogativas originais previstas na Constituição de 1988, mas que foram mudadas posteriormente.

    Retorno ao passado

    Os críticos, por sua vez, acusam que a PEC é um retorno ao que vigorava antes de 2001, quando o Congresso aprovou uma emenda para derrubar a exigência de autorização parlamentar para se processar parlamentares.

    Na época, a decisão foi tomada diante de centenas de casos de impunidade de senadores e deputados investigados em crimes que incluíam corrupção, assassinatos e tráfico de drogas que chocaram a opinião pública durante toda a década de 1990.

    Movimentos de combate à corrupção também acusam os deputados que votaram a favor da medida de tentarem escapar de investigações em curso no STF sobre desvios na aplicação de emendas parlamentares.

    Tramitação

    Após ser aprovada em dois turnos na Câmara, a PEC foi enviada ao Senado, onde deve enfrentar resistência. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), demonstrou indignação com a iniciativa.

    “A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos surpresos do povo, mas a Câmara dos Deputados se esforça a não enxergar. Tenho posição contrária”, declarou o senador nas redes sociais.

    Locais dos atos

    AL

    Maceió – 9h – Sete Coqueiros – Praia do Pajuçara

    AM
    Manaus – 8h – Av. Getúlio Vargas

    AP
    Macapá – 16h – Teatro das Bacabeiras

    BA
    Salvador – 9h – Morro do Cristo

    CE
    Fortaleza – 15h30 – Estátua de Iracema Guardiã, Av. Beira Mar, 1140

    DF
    Brasília – 9h – Concentração no Museu Nacional

    ES

    Vitória – 15h – ALES

    GO
    Goiânia – 16h – Praça Universitária

    MA
    São Luis – 9h – Praça da Igreja do Carmo

    MG

    Belo Horizonte – 9h – Praça Raul Soares
    Juiz de Fora – 10h – Praça da Estação
    Serra do Cipó – 10h – Praça
    Uberaba – 10h30 – Feira da Abadia
    Uberlândia – 9h – Feira Livre do Bairro Luizote
    Pirapora – 8h30 – Rotatória Av. Pio XII
    Ituiutaba – 9h – Feira da Junqueira
    Alfenas – 10h – Praça do Coliseu
    Montes Claros – 9h – Parque Municipal Milton Prates

    MT

    Cuiabá – 8h – Praça Cultural do CPA II

    Cuiabá – 14h – Praça Alencastro

    MS

    Campo Grande – 8h – 14 de Julho com Afonso Pena

    Corumbá – 15h – 13 de Junho com Frei Mariano

    Dourados  – 9h – Feira Central (Cafelândia, 490)

    PA
    Belém – 9h – Praça da República

    PB

    João Pessoa – 09h – Busto do Tamandaré

    PE
    Recife – 14h – Ginásio Pernambucano – Rua da Aurora

    PR
    Curitiba – 14h – Boca Maldita

    RJ
    Rio de Janeiro – 14h – Posto 5 de Copacabana

    RN
    Natal – 15h – Midway

    RO

    Porto Velho – 16h – Pça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

    RS
    Porto Alegre – 14h – Redenção

    SC
    Florianópolis – 13h – Ponte Hercílio Luz ( em frente ao Parque da Luz)
    Itajaí – 14h – Praça do Centro de Eventos
    Jaraguá do Sul – 14h – Praça da Meia Luz
    Joinville – 14h -Praça da Bandeira

    SE
    Aracaju – 16h – Praia da Cinelândia

    SP

    Bauru – 16h – Vitória Régia
    Ribeirão Preto – 15h30 – Praça Spadoni
    Santos – 16h – Praça da Cidadania Av Ana Costa, 340
    São Paulo – 14h – MASP
    São Paulo – PEDALULA – Concentração 13h13, saída às 14h – Praça do Ciclista (Av. Paulista 2440)

    Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

  • Virginia Fonseca é coroada oficialmente como nova rainha da Grande Rio

    Virginia Fonseca é coroada oficialmente como nova rainha da Grande Rio

    Para a ocasião, Virginia usou um look de top e sainha de franjas verdes e vermelhas, cores da agremiação. Ela tem postado sobre o caso em sua página no Instagram, que conta com 52,5 milhões de seguidores.

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – Virginia Fonseca foi coroada oficialmente neste sábado (20) como a nova rainha de bateria da Grande Rio, escola de samba de Duque de Caxias, na Grande Rio de Janeiro. Ela fará sua estreia no carnaval em 2026.

    Para a ocasião, Virginia usou um look de top e sainha de franjas verdes e vermelhas, cores da agremiação. Ela tem postado sobre o caso em sua página no Instagram, que conta com 52,5 milhões de seguidores.

    O look tem mais de 15 mil cristais feitos à mão pelo stylist Rodolpho Rodrigo. No samba, Virginia teve aulas nas últimas semanas e espera estar 100% nos desfiles em 2026.

    A faixa e a coroa foram passados pela Paolla Oliveira, que ocupou o posto nos últimos cinco desfiles, em uma cerimônia tradicional nas escolas de samba.

    Um fato chamou a atenção para quem estava na sede da escola: a quantidade de propagandas da marca de maquiagens WePink, que é de Virginia Fonseca.

    Virginia Fonseca é coroada oficialmente como nova rainha da Grande Rio

  • Lula viaja neste domingo aos EUA para Assembleia Geral da ONU

    Lula viaja neste domingo aos EUA para Assembleia Geral da ONU

    Como tradição desde 1955, o Brasil será o primeiro Estado-membro a discursar na abertura do debate geral. Lula falará na terça-feira (23) de manhã, logo após os discursos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e da presidente da 80ª assembleia geral, Annalena Baerbock.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (21), às 10h, para os Estados Unidos (EUA) para participar da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas. A assembleia ocorre entre os dias 22 e 24 de setembro em Nova York. Lula será acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e por outros ministros e especialistas que integram a comitiva.

    Como tradição desde 1955, o Brasil será o primeiro Estado-membro a discursar na abertura do debate geral. Lula falará na terça-feira (23) de manhã, logo após os discursos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e da presidente da 80ª assembleia geral, Annalena Baerbock.

    Além de apresentar prioridades da política externa brasileira, o presidente deve participar de encontros que discutem desde o cenário na Palestina até a crise climática, em preparação para a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30), que ocorre em Belém em novembro.

     

    Palestina

    Durante a viagem a Nova York, Lula participa, na segunda-feira (22), da segunda sessão da Confederação Internacional de Alto Nível para Resolução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, convocada pela França e pela Arábia Saudita.

    Segundo o Itamaraty, o governo brasileiro espera que o momento sirva de oportunidade para que mais países reconheçam a Palestina como Estado – além do Brasil, outras 147 nações já reconhecem a Palestina. Países como França, Reino Unido, Canadá e Portugal manifestaram interesse em fazer o mesmo durante o encontro da ONU.

    Democracia

    Na quarta-feira (24), o presidente participa da segunda edição do evento Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo, acompanhado de representantes de cerca de 30 países. Além do Brasil, lideram a iniciativa os presidentes do Chile, Gabriel Boric, e da Espanha, Pedro Sánchez.

    De acordo com o Itamaraty, a iniciativa pretende avançar em uma diplomacia ativa, que promova a cooperação internacional contra a deterioração das instituições, a desinformação, o discurso de ódio e a desigualdade social. O primeiro encontro sobre democracia ocorreu no Chile, em julho, quando foi publicada uma declaração conjunta.

    Crise climática

    Também no dia 24, um evento sobre crise climática – outra prioridade da agenda de Lula em Nova York – será copresidido pelo Brasil e pelo secretário-geral da ONU, António Guterres. O encontro deve incluir a apresentação de novas contribuições nacionalmente determinadas (NDC, na sigla em inglês).

    O presidente ainda participa, em Nova York, de evento organizado pelo Brasil para ampliar o apoio à construção do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, a ser lançado em Belém com o objetivo de financiar a preservação de florestas. Outra agenda é o encontro promovido pelo Centro Global de Adaptação para discutir mecanismos de adaptação à mudança climática.

    A delegação brasileira também deve participar, a partir do dia 22 de setembro, da Semana do Clima de Nova York 2025. O encontro, que promove cerca de 500 eventos com lideranças de governos e da sociedade civil do planeta, ocorre desde 2009 de forma simultânea à Assembleia Geral da ONU e serve como evento preparatório à COP30.

    Lula viaja neste domingo aos EUA para Assembleia Geral da ONU

  • Príncipe Harry dá a entender que planeja voltar para o Reino Unido

    Príncipe Harry dá a entender que planeja voltar para o Reino Unido

    O príncipe Harry esteve em conversa com Joss Stone nos WellChild Awards, em Londres, e não deixou de lado a possibilidade de voltar para o Reino Unido com a sua família.

    Se antes havia indícios de que o príncipe Harry e Meghan Markle não tinham intenção de retornar ao Reino Unido, agora surge uma nova versão que coloca essa possibilidade em pauta.

    De acordo com a imprensa internacional, o duque de Sussex deu a entender que pensa na possibilidade de um dia voltar ao seu país natal com a esposa, Meghan Markle. O comentário teria acontecido durante uma conversa com a cantora Joss Stone, nos bastidores da 20ª edição do WellChild Awards, em Londres, na semana passada.

    Em entrevista à revista Hello!, Joss Stone contou que apresentou a filha Nalima ao príncipe Harry. “Foi muito bom vê-lo depois de todos esses anos. O Harry foi muito gentil com a Nalima — mesmo com ela tentando dormir durante todo o evento. Com certeza vou contar a ela que, quando tinha dois meses, um príncipe a mimou e disse que ela era linda”, relatou.

    Segundo a cantora, Harry fez piada sobre o fato de ela ter quatro filhos, dizendo que eram “dois a mais” — embora talvez não fosse apenas uma brincadeira. “Ele também perguntou como estávamos nos adaptando e demonstrou real interesse em saber se estávamos pensando em voltar para casa. Ele é muito simpático. Talvez o Harry também volte. Seria ótimo”, disse Joss Stone.

    Ela explicou que falou com o príncipe sobre sua própria mudança de volta ao Reino Unido e acrescentou: “Ele elogiou as escolas daqui, falou o quanto são maravilhosas e como a comunidade é importante para as crianças. Foi bom compartilhar isso com ele, porque é exatamente por isso que pensamos em voltar — para que as crianças cresçam cercadas pela família, amigos e, principalmente, em um ambiente seguro.”

    Essas novas informações chegam cerca de dois meses após a imprensa internacional ter noticiado que Harry e Meghan não planejavam deixar a Califórnia, onde vivem desde 2020, após terem deixado de ser membros seniores da família real britânica.

    O fato é que tem havido uma reaproximação do príncipe Harry com a família, especialmente com o pai.

    No dia 10 de setembro, o duque de Sussex se encontrou com o rei Charles III na Clarence House, onde tomaram chá a portas fechadas. Foi a primeira vez que estiveram juntos pessoalmente desde fevereiro de 2024.

    Dias depois, questionado por um repórter sobre o estado de saúde do monarca, Harry respondeu: “Sim, ele está ótimo, obrigado.”

     

    Príncipe Harry dá a entender que planeja voltar para o Reino Unido

  • Imigrantes: "Queremos que a Venezuela aceite prisioneiros"

    Imigrantes: "Queremos que a Venezuela aceite prisioneiros"

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou a Venezuela com consequências “incalculáveis” se o Governo venezuelano não aceitar os “prisioneiros e internos dos hospitais psiquiátricos”, que foram “empurrados” para os EUA.

    “Queremos que a Venezuela aceite imediatamente todos os prisioneiros e pacientes de hospitais psiquiátricos (…) que os líderes venezuelanos forçaram a entrar nos Estados Unidos”, escreveu o presidente norte-americano na Truth Social, rede social que o republicano controla, acrescentando: “Façam-nos sair do nosso país imediatamente, ou o preço que vocês pagarão será incalculável”.

    Donald Trump, que colocou os Estados Unidos em uma luta implacável contra a imigração ilegal ao intensificar as expulsões, aumentou recentemente a pressão diplomática e militar sobre a Venezuela.

    Os EUA destacaram, oficialmente para uma operação antidrogas, vários navios de guerra no Caribe e 10 caças F-35 em Porto Rico, território ligado aos Estados Unidos na região.

    Washington acusa o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e seu governo de liderarem uma ampla organização de tráfico de drogas para os Estados Unidos, e anunciou recentemente a destruição de várias embarcações de “narcoterroristas”.

    Caracas nega veementemente essas acusações e, em resposta ao destacamento norte-americano considerado uma “ameaça militar”, iniciou exercícios militares na ilha caribenha de La Orchila, a cerca de 65 quilômetros do continente venezuelano.

    Nicolás Maduro, cujo governo não é reconhecido pelos Estados Unidos, denunciou “um plano imperial para promover uma mudança de regime” com o objetivo de “roubar o petróleo” do país. Seu ministro da Defesa classificou a ação como uma “guerra não declarada”.

    Imigrantes: "Queremos que a Venezuela aceite prisioneiros"

  • Elvis Presley 'quase' flagrou Priscilla na cama com Robert Kardashian

    Elvis Presley 'quase' flagrou Priscilla na cama com Robert Kardashian

    “Ele teria ficado furioso se soubesse que o Robert estava no meu quarto”, relembrou Priscilla. Houve uma vez que o falecido cantor ligou para Priscilla, de quem já estava separado, quando ela estava na cama com Robert Kardashian.

    Priscilla Presley falou abertamente sobre seu relacionamento com o falecido advogado Robert Kardashian em seu segundo livro, Softly, As I Leave You: Life After Elvis.

    Priscilla e Robert viveram um romance em 1975, dois anos depois de a atriz se separar de Elvis Presley. Certa noite, após um show, Elvis ligou para Priscilla de madrugada sem saber que ela estava com o advogado — e nunca chegou a descobrir.

    “Não passou pela cabeça do Elvis que eu pudesse estar dormindo. Certamente nunca lhe ocorreu que eu pudesse estar com outro homem”, escreveu Priscilla. “Apesar do nosso divórcio, ele não conseguia entender que eu estivesse com outra pessoa”, acrescentou.

    “Ele teria ficado furioso se soubesse que o Robert estava no meu quarto”, contou. “O Elvis sempre tinha uma arma carregada, às vezes mais de uma”, revelou ainda, explicando suas preocupações na época.

    Robert Kardashian também nunca soube dessa ligação de Elvis naquela madrugada — assim como Elvis jamais descobriu sobre o relacionamento de Priscilla com o advogado.

    “Felizmente, Robert dormia profundamente, então saltei da cama e atendi o telefone antes que ele acordasse. Andei na ponta dos pés pelo corredor até o quarto de hóspedes e fechei a porta.”

    O namoro de Priscilla e Robert durou cerca de um ano. “Robert era um homem doce, e eu gostava dele”, disse, ressaltando que os dois tinham objetivos diferentes. “Ele queria se casar, mas eu sabia que não daria certo. Eu não estava pronta para me casar de novo.”

    Ainda assim, a amizade permaneceu, e Priscilla chegou a conversar com Robert antes de sua morte, em 2003, quando ele estava internado. O encontro foi organizado pela filha dele, Kim Kardashian. “Ele era o homem mais gentil do mundo, e lembro dele com muito carinho.”

    Vale lembrar que Robert se casou com Kris Jenner em 1978, com quem teve quatro filhos: Kim, hoje com 44 anos; Kourtney, de 46; Khloé, de 41; e Robert Jr., de 38. O casal se separou em 1991.

    Já Priscilla e Elvis Presley foram casados entre 1967 e 1973. Eles tiveram uma filha, Lisa Marie Presley, nascida em 1968 e falecida em 2023. Elvis morreu em 1977.

    Priscilla Presley também é mãe de Navarone Garibaldi, de 38 anos, fruto de sua relação com Marco Garibaldi Garcia.

    Elvis Presley 'quase' flagrou Priscilla na cama com Robert Kardashian

  • Al Nassr goleia, mas Jorge Jesus perde a cabeça e até um sapato ‘voa’

    Al Nassr goleia, mas Jorge Jesus perde a cabeça e até um sapato ‘voa’

    Três rodadas, três vitórias. O Al Nassr deu continuidade, neste sábado, ao início arrasador na nova temporada do Campeonato Saudita, ao receber e vencer o Al-Riyadh por categóricos 5 a 1, com gols de João Félix, Cristiano Ronaldo (ambos marcaram duas vezes) e Kingsley Coman.

    No entanto, nem tudo foi um “mar de rosas” no Al-Awwal Park, em Riade. Em determinado momento, o técnico português Jorge Jesus acabou perdendo a paciência com a torcida, chegando a chutar um cone e até arremessar o próprio sapato para o alto, em uma cena que já circula pelo mundo.

    Al Nassr goleia, mas Jorge Jesus perde a cabeça e até um sapato ‘voa’