Autor: REDAÇÃO

  • Palmeiras tem três posições sem dono às vésperas de decisão na Libertadores

    Palmeiras tem três posições sem dono às vésperas de decisão na Libertadores

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras tem menos de dez dias até o jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores, contra o River Plate, no estádio Más Monumental, e Abel Ferreira precisa escolher quem ocupará as posições que têm disputas no time titular.

    Após a eliminação para o Corinthians, Abel Ferreira encontrou a dupla de ataque formada por Flaco López e Vitor Roque. No entanto, a equipe ainda tem disputas internas na lateral direita, na vaga de segundo volante e na meia, pelo lado direito do ataque.

    Giay foi um dos destaques da equipe no primeiro semestre e virou titular na lateral direita, mas passou a revezar com Khellven nos últimos jogos. O argentino foi titular contra o Ceará e nos dois jogos contra o Universitário, e o novo reforço apareceu no onze inicial contra Botafogo, Sport e Corinthians.

    A posição deixada por Richard Ríos como segundo volante também não tem um dono. Lucas Evangelista assumiu a titularidade, mas agora Abel Ferreira terá à disposição Andreas Pereira, contratado para ser substituto do colombiano. Emiliano Martínez também pode fazer a função, mas é uma opção mais natural para substituir Aníbal Moreno como primeiro homem de marcação no meio.

    A meia direita também ganhou uma disputa. Maurício tirou Veiga do time titular no primeiro semestre, mas nos últimos nove jogos só participou de três gols (com três assistências) e perdeu um gol cara a cara com Hugo Souza no último Dérbi. Veiga está em processo de transição física e próximo de retornar para a fase decisiva da temporada. A comissão técnica também imagina Andreas Pereira atuando nesse setor do campo.

    O time escalado por Abel Ferreira antes da pausa da data Fifa foi: Weverton; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno, Lucas Evangelista, Felipe Anderson e Maurício; Vitor Roque e Flaco López.

    O último teste do Palmeiras antes dos jogos contra o River é no próximo sábado (13), às 18h30 (de Brasília), no Allianz Parque, pelo Brasileirão. Os jogos da Libertadores serão nos dias 17 e 24.

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    Folhapress | 05:00 – 08/09/2025

    Palmeiras tem três posições sem dono às vésperas de decisão na Libertadores

  • Mãe de Virginia Fonseca curte publicação detonando Paolla Oliveira

    Mãe de Virginia Fonseca curte publicação detonando Paolla Oliveira

    Curtida de Margareth Serrão em post crítico a atriz Paolla Oliveira gerou grande repercussão nas redes sociais

    No último sábado (6), a atriz Paolla Oliveira concedeu uma entrevista ao ‘Conversa Vai, Conversa Vem’, onde acabou falando sobre a saída do posto de rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio. 

    Questionada, Paolla falou da entrada de Virginia Fonseca no lugar dela à frente da bateria. A atriz negou qualquer rivalidade com a influenciadora, mas destacou que ambas possuem “valores diferentes”:

    “Somos mulheres muito diferentes. Isso é um fato. Temos valores diferentes, temos pensamentos diferentes. Apesar de que eu não conheço a Virgínia, não tive nenhum contato com ela, só conheço a pessoa pública. E as pessoas públicas são bastante diferentes”, disse e completou que não alimenta nenhum tipo de rivalidade e que espera que a nova rainha exerça sua função com “amor” e “responsabilidade”. 

    Neste domingo (7), Margareth Serrão curtiu uma publicação nas redes sociais que criticava Paolla Oliveira. “Paolla, eu te amo… mas dá uma segurada no ‘valores diferentes’, porque na idade da Virginia você tava aprontando todas também e pegando o marido da Thaís Fersoza, que a abandonou na lua de mel”, dizia a publicação do internauta curtido pela mãe de Virginia.

    No entanto, a curtida de Margareth não pegou bem e internautas criticaram a postura da mãe da influenciadora: “A Paolla foi super delicada, disse que não ia ficar alimentado rixa entre mulheres e a mãe vai fazer o que? Criar rivalidades!”, “Que mulher sem noção! Vai curtir uma publicação que nem verdade é para alfinetar a Paolla que nem falou mal da filha dela” e “Paolla é muito elegante e foi muito coerente na fala sobre a Virginia… agora não podemos dizer o mesmo ao contrário né?”, foram alguns comentários.

    Mãe de Virginia Fonseca curte publicação detonando Paolla Oliveira

  • STF deve fixar penas de Bolsonaro e outros réus entre 25 e 30 anos

    STF deve fixar penas de Bolsonaro e outros réus entre 25 e 30 anos

    A PGR defende a condenação dos oito réus pela tentativa de golpe por cinco crimes e a punição total seria superior a 40 anos de prisão para cada condenado

    Com a condenação dos réus do principal núcleo da trama golpista alinhavada, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) terá como principal desafio na próxima semana o cálculo das penas. Em caráter reservado, ministros do colegiado apostam que a opção será o meio do caminho entre a expectativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) e o pedido das defesas. A expectativa é de que punições fiquem entre 25 e 30 anos de prisão.

    O chefe da PGR, Paulo Gonet, defendeu a condenação dos oito réus – entre eles, Jair Bolsonaro – por cinco crimes. Se somadas as penas máximas previstas, a punição total seria superior a 40 anos de prisão para cada condenado. Por outro lado, advogados dos réus defenderam no STF teses com potencial para diminuir esse patamar para pouco mais de 10 anos de prisão.

    Integrantes da 1ª Turma acreditam que a pena final dos réus será fixada no meio do caminho entre o que querem as defesas e a acusação, com tendência de aproximação maior do pedido da PGR. A solução para aplicar penas inferiores às máximas previstas em lei pode estar na fusão entre crimes. Os réus foram acusados de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e organização criminosa armada.

    Segundo os advogados, para fins de cálculo das penas em caso de condenação, os dois primeiros crimes deveriam ser punidos apenas uma vez, porque se referem a uma mesma prática. O mesmo procedimento deveria ser adotado, ainda de acordo com as defesas, para os crimes referentes ao patrimônio público. Em relação ao último crime, não há pedido de fusão com outros.

    A calibragem das penas passou a ser discutida com maior intensidade à medida que o Congresso passou a articular a anistia para condenados. As penas menores podem ser levadas em consideração para parlamentares enterrarem o projeto – ao menos no que diz respeito ao perdão de quem tramou a ruptura democrática.

    Alguns ministros são simpáticos à sugestão dos advogados – especialmente Luiz Fux, que declarou apoio a ela no julgamento que resultou na abertura da ação penal contra os oito réus, em fevereiro. Além de Fux, outros integrantes da 1.ª Turma estariam inclinados a lançar mão do raciocínio para fixar penas em patamares menores ao que quer a PGR. Os advogados esperam que ao menos Cristiano Zanin vote assim. Isso porque, em outros julgamentos sobre a trama golpista, defendeu penas menores do que as defendidas pelo relator, Alexandre de Moraes.

    Após serem proferidos os votos dos ministros, a 1ª Turma passará à dosimetria das penas, que é o cálculo da punição de cada um dos condenados. Nessa parte da sessão, é realizada uma nova votação com a pena defendida por cada ministro. Se não houver consenso, é elaborado o chamado voto médio, em que se discute um meio-termo entre os votos.

    AGENDA. Nesta segunda-feira, 8, devem votar no processo Moraes e Flávio Dino. Os votos de Fux, Cármen Lúcia e Zanin, bem como a dosimetria, devem ficar para quarta, quinta e sexta-feira.

    STF deve fixar penas de Bolsonaro e outros réus entre 25 e 30 anos

  • O grande desejo da Apple pode ser concretizado até ao final de 2025

    O grande desejo da Apple pode ser concretizado até ao final de 2025

    A Apple Intelligence foi lançada em 2024 e, entretanto, continua ausente nos iPhones vendidos na China. Já com uma parceira local feita com a Alibaba, a Apple tem tido dificuldade em conseguir convencer os reguladores chineses

    As funcionalidades de Inteligência Artificial da Apple – conhecidas como Apple Intelligence – foram lançadas no ano passado, mas continuam ausentes no território chinês. Acontece que, para lançar a Apple Intelligence na China, a Apple deve colaborar com uma empresa local mas, ainda que a Alibaba já tenha sido escolhida, estas novidades ainda não chegaram aos usuários do iPhone neste território.

    Acontece que, devido à guerra comercial entre os EUA e a China, as aprovações dos reguladores têm demorado a chegar. No entanto, segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o lançamento da Apple Intelligence na China poderá acontecer ainda antes do final de 2025.

    Gurman considera “plausível” que a Apple Intelligence possa ser adiada novamente, mas afirma que a empresa tecnológica de Cupertino já teria começado a testar as funcionalidades com trabalhadores na China.

    O jornalista da Bloomberg acredita que o lançamento da Apple Intelligence na China deverá ser oficializado esta terça-feira, dia 9, durante o evento anual da empresa onde a série iPhone 17 deve ser apresentada oficialmente.

    Ao que parece, a Apple considera a Apple Intelligence um elemento essencial para a série iPhone 17, pelo que a empresa deverá assegurar-se assim que as funcionalidades de Inteligência Artificial ficam disponíveis para todos os seus clientes.

    O grande desejo da Apple pode ser concretizado até ao final de 2025

  • Rafa Kalimann afirma que não quer parar de trabalhar após nascimento de filha

    Rafa Kalimann afirma que não quer parar de trabalhar após nascimento de filha

    A ex-BBB também comentou sobre como tem lidado com a exposição e críticas durante a gestação, especialmente nas redes sociais

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na reta final da gravidez, Rafa Kalimann marcou presença no The Town e falou sobre como tem conciliado a gestação com os compromissos profissionais.

    A apresentadora contou que, depois de um primeiro trimestre mais desafiador, agora tem vivido a fase de forma leve e especial. “Estou só curtindo, sentindo a barriga crescer e aproveitando cada momento. Quero que minha filha esteja com saúde e eu também. Estando bem, a gente aproveita tudo”, disse.

    Mesmo diante da chegada da primeira filha com o cantor Nattanzinho, Rafa garantiu que não pretende desacelerar. Ela revelou o desejo de continuar ativa, mas também reservando tempo para a maternidade. “Não vou parar. Só após o nascimento, no comecinho, que não vai ter como, mas já tenho programa para apresentar no ano que vem.”

    A ex-BBB também comentou sobre como tem lidado com a exposição e críticas durante a gestação, especialmente nas redes sociais. Para ela, o que pesa é a falta de empatia de algumas pessoas. “Nesse momento se torna mais delicado, mas não é nem sobre como eu recebo, é mais sobre a falta de empatia das pessoas na internet”, desabafou.

    Rafa Kalimann afirma que não quer parar de trabalhar após nascimento de filha

  • Carlos Alcaraz derrota Jannik Sinner na final do US Open e volta ao topo do ranking

    Carlos Alcaraz derrota Jannik Sinner na final do US Open e volta ao topo do ranking

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A nova ordem do tênis mundial não obedece mais a três poderes, mas a dois. O espanhol Carlos Alcaraz, 22, e o italiano Jannik Sinner, 24, fizeram, neste domingo (7), a terceira final de Grand Slam seguida juntos –a primeira vez em que tal repetição acontece em uma única temporada na era aberta.

    No 15º encontro da dupla, no US Open, Alcaraz saiu vitorioso, em 3 sets a 1 e 2 h 42 minutos em quadra, retomando o posto de número um do mundo. Ambos têm cerca de 5.000 pontos de vantagem sobre o terceiro colocado, o alemão Alexander Zverev.

    Com isso, todos os majors (ou Grand Slams, os quatro torneios mais importantes da temporada tenístico), dos últimos dois anos foram vencidos pelo italiano ou pelo espanhol. Alcaraz soma seis (Roland Garros 2024/25, Wimbledon 23/24, e US Open 22 e 25). Sinner, quatro (Australian Open 2024/25, Wimbledon 25 e US Open 24).

    Os dois jogadores alternaram, ao longo da partida, altos e baixos, sem ambos encontrarem seus melhores momentos ao mesmo tempo até o quarto set.

    Alcaraz tomou a dianteira, quebrando o serviço do rival logo no primeiro game. Com tranquilidade, firmeza no saque e apenas dois erros, fechou a parcial em 6/2 em 37 minutos. No segundo set, Sinner pareceu se encontrar na partida, e, encaixando melhor os saques e mais bolas vencedoras, ganhou a etapa por 6/3.

    O terceiro set teve um dono apenas: Alcaraz abriu vantagem de 5/0, e fechou em 6/1, tendo vencido 25 pontos contra 13 do adversário. O italiano voltou a complicar a vida do adversário na quarta etapa, com os dois usando mais aproximações à rede e prolongando as trocas de bola. Mas não foi o bastante –Alcaraz encerrou a partida em seu terceiro ponto do campeonato, com 6/4.

    Eu tentei o meu melhor hoje, não pude fazer mais”, disse Sinner, em tom resignado. “É incrível o que você vem fazendo ao longo de toda a temporada”, respondeu Alcaraz, tentando encorajá-lo. “Eu vejo você mais que a minha família.”

    Como no torneio feminino, o campeão embolsou US$ 5 milhões (cerca de R$ 27 milhões) e o vice, US$ 2,5 milhões (R$ 13 milhões).

    Na semifinal, Alcaraz passou pelo último dos membros do “Big Three” ainda na ativa, Novak Djokovic, 38 anos e número 7 do mundo, de maneira dominante: em sets diretos, com parciais 6-4, 7-6 (3) e 6-2, tendo o serviço quebrado apenas uma vez.

    O sérvio, dono de 24 títulos de majors, ainda resiste em falar de aposentadoria, mas a assertividade do espanhol no duelo teve sabor de definição. Roger Federer e Rafael Nadal, os outros membros da trinca que dominou o esporte por anos, já penduraram as raquetes.

    Alcaraz chegou à final sem perder sets, e tendo cedido apenas duas quebras. Ele lidera o circuito da ATP com 60 vitórias no ano e sete títulos.

    Já Sinner vem de ano com melhores resultados em majors: levantou os troféus do Australian Open –ao derrubar Zverev– e de Wimbledon, ao superar Alcaraz, que o derrotara na final de Roland Garros.

    Esta é foi sexta final de Slam do italiano em oito torneios. Ele é o quarto homem a alcançar cinco finais consecutivas de majors na era aberta, atrás de Federer, Djokovic e Nadal.

    Em Nova York, Sinner havia perdido apenas dois sets nas seis partidas anteriores à final. Os canadenses Denis Shapovalov, na terceira rodada, e Felix Auger-Aliassime, na semi, foram os únicos a sequer arrancar do italiano mais de sete games em um jogo.

    Donald Trump na plateia

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve no complexo de tênis Billie Jean King neste domingo para acompanhar a final. Sua visita, confirmada pela imprensa na quinta-feira (4), causou bastante polêmica.

    Um comunicado da USTA (federação americana de tênis) pediu que as transmissões da partida não chamassem a atenção para qualquer tipo de reação que a aparição do republicano nos telões pudesse provocar na torcida. O documento foi revelado pelo jornalista Ben Rothenberg e confirmado pelo New York Times.

    O esquema de segurança do complexo foi reforçado, causando grandes filas na entrada e adiando o início da final, marcada para as 15h, em mais de 30 minutos. A primeira bola foi golpeada às 15h48 (horário de Brasília).

    A transmissão brasileira na ESPN não mostrou a chegada do presidente, mas a agência de notícias Reuters reportou que, ao cumprimentar os poucos espectadores que já haviam conseguido entrar no Arthur Ashe Stadium, que tem capacidade para mais de 23 mil torcedores, Trump foi recebido com um misto de vaias e aplausos.

    A reação se repetiu nas outras vezes em que o republicano apareceu no telão, como durante a execução do hino nacional dos EUA e entre o primeiro e o segundo sets, segundo a agência AFP.

    Trump assistiu à partida do camarote da Rolex, uma das patrocinadoras do torneio e de vários tenistas, como Roger Federer, Jannik Sinner, Coco Gauff e Iga Swiatek. Ele estava acompanhado de Pam Bondi, secretária de Justiça, e de Jared Kushner, seu genro, entre outros.

    A última vez que o republicano esteve no US Open foi em 2015, quando ainda era candidato à Presidência. À época, ele assistiu às quartas de final entre Venus e Serena Williams e foi fortemente vaiado. Trump era um frequentador assíduo do torneio nova-iorquino até aquele momento.

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    Folhapress | 05:00 – 08/09/2025

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  • Gilmar rebate Tarcísio e diz que Brasil não aguenta mais é tentativas de golpe

    Gilmar rebate Tarcísio e diz que Brasil não aguenta mais é tentativas de golpe

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse em ato na avenida Paulista que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como [Alexandre de] Moraes”

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, afirmou nas redes sociais neste domingo (7) que “o que o Brasil realmente não aguenta mais são as sucessivas tentativas de golpe”.

    A fala é uma resposta ao discurso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em ato na avenida Paulista, que disse que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como [Alexandre de] Moraes”.

    O que o Brasil realmente não aguenta mais são as sucessivas tentativas de golpe que, ao longo de sua história, ameaçaram a democracia e a liberdade do povo”, diz o ministro na publicação.

    “É fundamental que se reafirme: crimes contra o Estado Democrático de Direito são insuscetíveis de perdão! Cabe às instituições puni-los com rigor e garantir que jamais se repitam.”

    Outro ministro do Supremo afirmou a um interlocutor, sob reserva, que Tarcísio queima pontes com o tribunal ao fazer ataques diretos ao ministro Alexandre de Moraes.

    A avaliação deste ministro é que a radicalização do discurso de Tarcísio tem foco político e em nada contribui para a situação do ex-presidente.

    Em ato na avenida Paulista, Tarcísio defendeu uma anistia “ampla e irrestrita”, disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria ser autorizado a ser candidato em 2026 e que pode ser condenado sem nenhuma prova.

    Além disso, disse que o STF julga “um crime que não existiu”, que o julgamento no Supremo não é justo e fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes. As declarações ocorrem em meio ao julgamento de Bolsonaro na Corte.

    “Não vamos aceitar a ditadura de um Poder sobre o outro. Chega”, disse em recado ao Supremo. “Não vamos aceitar que nenhum ditador diga o que temos que fazer.”

    Ao ouvir que a multidão gritava “fora, Moraes”, Tarcísio chamou o magistrado de ditador. “Por que é que vocês estão gritando isso? Talvez porque ninguém aguente mais. Ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes. Ninguém aguenta mais o que está acontecendo neste país”, afirmou.

    “Nós não vamos mais aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”, disse em outro momento.

    Gilmar rebate Tarcísio e diz que Brasil não aguenta mais é tentativas de golpe

  • 'Lua de Sangue': as melhores fotografias do eclipse deste domingo

    'Lua de Sangue': as melhores fotografias do eclipse deste domingo

    O fenômeno foi visto por milhões de pessoas em três continentes diferentes mas, caso não tenha tido oportunidade de ver, reunimos algumas fotografias que lhe dão uma ideia da beleza que marcou este fim de semana

    Os aficionados pela observação do céu noturno tiveram oportunidade de assistir este domingo, dia 7 de setembro, a uma ‘Lua de Sangue’ – o nome dado ao fenômeno resultante de um eclipse total lunar em que o satélite natural fica (temporariamente) com uma tonalidade avermelhada.

    O fenômeno foi visto por milhões de pessoas em três continentes diferentes mas, se não teve essa oportunidade, reunimos algumas das melhores fotografias que encontramos deste eclipse e da resultante ‘Lua de Sangue’ para que possa ter uma ideia da beleza que marcou o começo da noite passada.

    Vale destacar que um eclipse total da Lua acontece quando a Terra passa entre o nosso satélite natural e o Sol, o que faz com que a Lua ganhe a tal tonalidade mais avermelhada e tão diferente da habitual cor branca.

    Pode ver acima as imagens deste eclipse total e também da ‘Lua de Sangue’.

    'Lua de Sangue': as melhores fotografias do eclipse deste domingo

  • Paulo Vilhena, que vai viver Gugu Liberato, diz não ligar para críticas

    Paulo Vilhena, que vai viver Gugu Liberato, diz não ligar para críticas

    O ator dará vida a Gugu Liberato na série “Tremembé”, da Amazon Prime Video, que estreia no dia 31 de outubro

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Neste domingo (7), durante o The Town, Paulo Vilhena circulou pelo festival para assistir a shows que marcaram sua juventude. “Vim ver esse evento gigantesco, maravilhoso, e prestigiar duas bandas que fizeram parte da minha história: Bad Religion e Green Day”, contou ao F5, citando também a animação com o show do Capital Inicial.

    O ator falou sobre seu papel mais comentado do momento: ele dará vida a Gugu Liberato na série “Tremembé”, da Amazon Prime Video, que estreia no dia 31 de outubro. A produção retrata o cotidiano do presídio conhecido como “dos famosos” e terá como destaque a reconstituição da entrevista em que Gugu conversou com Suzane von Richthofen, vivida por Marina Ruy Barbosa.

    Nas redes sociais, a escalação de Vilhena dividiu opiniões. Muitos internautas afirmaram não ver semelhança física entre ele e o apresentador. O ator, no entanto, rebate. “Eu me acho parecido sim com ele”, disse. “Esse é um processo coletivo de visagismo, figurino, direção e interpretação. Não é uma imitação, é uma releitura. Não estamos contando a história do Gugu, mas de todos os personagens envolvidos.”

    Na série, Felipe Simas interpreta Daniel Cravinhos, então namorado de Suzane, enquanto Kelner Macêdo vive Christian Cravinhos, o cunhado envolvido no crime. Para Vilhena, o desafio de encarnar uma figura tão conhecida é também uma oportunidade de revisitar um momento emblemático da TV brasileira. “Foi um grande e bom desafio. É uma história real, e essa entrevista é baseada na que ele fez com a Suzane”, afirmou.

    O ator reconhece que o tema pode soar pesado para parte do público, já que envolve crimes que chocaram o país. “É um pouco chocante, meio que vira um circo dos horrores, mas ao mesmo tempo traz um alerta social”, analisa.

    Sobre novos projetos, Vilhena prefere o suspense. “Sempre tem, mas por enquanto é segredo. Quando ninguém sabe, ninguém estraga”, brinca.

    Paulo Vilhena, que vai viver Gugu Liberato, diz não ligar para críticas

  • Tarcísio cobra anistia, pressiona Motta, ataca STF e chama Moraes de ditador e tirano

    Tarcísio cobra anistia, pressiona Motta, ataca STF e chama Moraes de ditador e tirano

    O ato em defesa de Bolsonaro e a tentativa de golpe em 8/1, Tarcísio fez um discurso diante de mais de 42 mil pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu neste domingo (7), durante ato bolsonarista na avenida Paulista, uma anistia “ampla e irrestrita”, disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria ser autorizado a ser candidato em 2026 e que pode ser condenado sem nenhuma prova.

    Diante de um público estimado em 42 mil pessoas, Tarcísio fez um dos discursos mais fortes de uma manifestação emotiva em São Paulo, também marcada pelas lágrimas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e pela fala comovida do pastor Silas Malafaia.

    O ato ocorreu dias antes do final previsto para o julgamento da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal), que deve terminar nesta semana com a condenação de Bolsonaro.

    Em defesa do ex-presidente, houve ainda uma manifestação em Copacabana, no Rio, onde o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Cláudio Castro (PL) se destacaram no palanque.

    No protesto de São Paulo, Tarcísio pressionou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar o projeto sobre anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e disse que o STF julga “um crime que não existiu.

    O governador paulista disse que o julgamento não é justo, voltou a falar em “narrativas”, fez críticas a Alexandre de Moraes e mandou indiretas ao STF. Disse ainda que a delação de Mauro Cid ocorreu sob coação e que a colaboração é mentirosa.

    “Não vamos aceitar a ditadura de um Poder sobre o outro. Chega”, disse em recado ao Supremo. “Não vamos aceitar que nenhum ditador diga o que temos que fazer.”

    Ao ouvir que a multidão gritava “fora, Moraes”, Tarcísio chamou o magistrado de ditador. “Por que é que vocês estão gritando isso? Talvez porque ninguém aguente mais. Ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes. Ninguém aguenta mais o que está acontecendo neste país”, afirmou.

    “Nós não vamos mais aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”, disse em outro momento.

    O bolsonarista disse que “não existe Independência sem liberdade”. Lamentou a ausência de Bolsonaro no protesto em São Paulo e disse que a população não pode ser mais “tímida” para defender o que chama de “liberdade, Estado de Direito e democracia representativa”.

    Tarcísio defendeu com veemência a participação de Bolsonaro nas eleições do ano que vem, embora nos bastidores venha articulando uma possível chapa com seu próprio nome para liderar a direita. “Deixa o Bolsonaro ir para a urna, qual é o problema?”, questionou. Em outro momento, disse que Bolsonaro é a maior liderança de direita e que o país irá “se reencontrar” com ele.

    O governador comparou a atual proposta para poupar de punição os envolvidos nos ataques aos Poderes e na trama golpista de 2022 com aquela promovida em 1979, durante a ditadura militar. “Os mesmos que gritam ‘sem anistia’ agora foram os que se beneficiaram dela antes”, disse -embora a anistia anterior tenha beneficiado também torturadores e outros militares envolvidos com o golpe de 1964.

    Tarcísio esteve em Brasília durante a primeira semana do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF (Supremo Tribunal Federal) e embarcou nas articulações da direita, deixando o clima mais favorável à aprovação do projeto.

    Essa movimentação se deu em meio ao anúncio de desembarque do Progressistas (PP) e do União Brasil do governo Lula -os partidos decidiram entregar cargos ocupados por filiados na gestão federal e aderir à proposta de anistia.

    A aprovação de um projeto do tipo ainda esbarra na falta de um texto consolidado e em divergências entre parlamentares sobre incluir ou não Bolsonaro, mas lideranças da direita e do centrão afirmam que a proposta tem o apoio de 300 deputados (de um total de 513).

    A proposta do centrão é perdoar Bolsonaro no âmbito das ações penais agora julgadas no STF, sem reverter a inelegibilidade do ex-presidente. Desta forma, abririam caminho para a candidatura de Tarcísio.

    A adesão do governador às movimentações no Legislativo também pode ser enxergada como uma maneira de reduzir a resistência de bolsonaristas mais radicais a sua candidatura no ano que vem. Os filhos do ex-presidente, por exemplo, criticam governadores de direita que tentam capturar o espólio eleitoral de Bolsonaro.

    Antes do início do julgamento no Supremo, Tarcísio afirmou em entrevista ao jornal Diário do Grande ABC que, caso seja eleito presidente, seu primeiro ato seria conceder um indulto a Bolsonaro. Também criticou o STF, algo que vinha evitando até então: “Não acredito em elementos para ele ser condenado, mas infelizmente hoje eu não posso falar que confio na Justiça, por tudo que a gente tem visto”, disse.

    Publicamente, Tarcísio continua dizendo que concorrerá à reeleição em São Paulo (e afirma que o indulto seria atitude de qualquer candidato de direita), mas, nos bastidores, já avalia o nome do vice numa possível corrida presidencial, como revelou a Folha.

    Desde que a prisão domiciliar de Bolsonaro foi decretada, em agosto, Tarcísio intensificou agendas com empresários dos setores financeiro e agropecuário, artistas populares e o segmento evangélico, se expondo de forma menos velada à pré-candidatura presidencial.

    Nesse meio tempo, entrou na mira do presidente Lula (PT). O presidente projetou, durante reunião ministerial no final de agosto, que Tarcísio será seu adversário em 2026.

    Depois, em evento na cidade de Belo Horizonte, Lula afirmou que Tarcísio “não é nada” sem Bolsonaro. “O Tarcísio vai fazer o que o Bolsonaro quiser. Até porque sem o Bolsonaro ele não é nada. Ele sabe disso”, disse.

    Em outra frente, Tarcísio enfrenta resistência dos filhos de Bolsonaro, particularmente o deputado Eduardo e o vereador Carlos Bolsonaro, que veem oportunismo nas movimentações do governador.

    Em mensagens apreendidas pela Polícia Federal, Eduardo diz a Bolsonaro que Tarcísio estaria “de braço cruzado vendo você [Bolsonaro] se foder e se aquecendo para 2026”.

    Tarcísio cobra anistia, pressiona Motta, ataca STF e chama Moraes de ditador e tirano