Autor: REDAÇÃO

  • Suzanna Freitas abre o jogo sobre os desafios de conviver com hiperidrose

    Suzanna Freitas abre o jogo sobre os desafios de conviver com hiperidrose

    A filha da cantora Kelly Key usou as redes sociais para desabafar sobre hiperidrose, uma condição que causa suor excessivo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Suzanna Freitas, 25, abriu o jogo sobre a hiperidrose, condição que provoca suor em excesso. A filha da cantora Kelly Key, 43, usou o Instagram nesta quinta-feira (5) para responder perguntas de seguidores. Ela explicou de que forma o problema impacta sua rotina, inclusive durante atividades físicas.

    Ao abordar o tema, ela contou que a condição afeta principalmente mãos e pés e que isso acaba trazendo dificuldades em situações simples do dia a dia. “Sofro muito com isso. Tenho uma hiperidrose intensa nas mãos e nos pés. Nas mãos é até menos do que nos pés. É muito complicado usar chinelo e não é todo dia de sapato com que me sinto segura. Eu tenho isso desde que me conheço por gente, então estou meio acostumada”, disse.

    Suzanna também revelou que nunca buscou tratamento para a condição e que aprendeu a conviver com ela ao longo dos anos. Segundo a influenciadora, o suor costuma aumentar em momentos que exigem mais concentração. “Em época de escola era terrível porque, fazendo prova, [o suor] pingava. Era caótico! Até nesta sexta-feira (6) não gosto muito de dar a mão… é assim que eu lido, aceitando”, refletiu.

    Suzanna Freitas abre o jogo sobre os desafios de conviver com hiperidrose

  • Defesa pede que STF apure vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro

    Defesa pede que STF apure vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro

    Advogados afirmam que nem eles tiveram acesso ao material: “que a autoridade policial apresente a relação de todas as pessoas que tiveram acesso ao conteúdo dos aparelhos apreendidos”, disse a defesa do banqueiro

    A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que instaure investigação para apurar o vazamento de informações extraídas do celular dele, principalmente conversas íntimas e “supostos diálogos com autoridades e até o ministro do STF, Alexandre de Moraes”. 

    Em nota, a defesa afirma que as conversas estão sendo divulgadas para os mais diversos meios de comunicação, “talvez editadas e tiradas de contexto”. Os advogados afirmam que nem mesmo eles tiveram acesso ao material que tem sido publicado pela imprensa. 

    “[Requeremos] que seja instaurado inquérito para identificar a origem dos vazamentos e que a autoridade policial apresente a relação de todas as pessoas que tiveram acesso ao conteúdo dos aparelhos apreendidos”, disse a defesa do banqueiro. 

     

    Segundo eles, o objetivo não é investigar os jornalistas que receberam as informações, mas apurar a responsabilidade de quem tinha o dever legal de custodiar o material, que ainda se encontra sob sigilo judicial. 

    Autoridades

    Entre as conversas divulgadas pela imprensa estão trocas de mensagens entre o banqueiro e Alexandre de Moraes. Prints da troca de mensagens atribuída aos dois foram publicados pelo jornal O Globo nesta sexta-feira (6). 

    Ao jornal, Moraes negou ter recebido as mensagens. “O ministro Alexandre de Moraes não recebeu essas mensagens referidas na matéria. Trata-se de ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal”, diz o comunicado. 

    Em conversas que teria mantido com sua ex-namorada, Martha Graeff, Vorcaro relata ainda um aparente contato próximo com parlamentares, políticos e autoridades do Judiciário, com quem diz ter discutido questões relativas ao Master, incluindo a tentativa de vender o banco para o Banco Regional de Brasília (BRB). 

    De acordo com a defesa de Vorcaro, o espelhamento dos dados dos aparelhos do banqueiro foi entregue à defesa em 3 de março. “O HD foi imediatamente lacrado na presença da autoridade policial, dos advogados e de tabelião, para preservar o sigilo das informações.”

    “Espera-se que as autoridades que violaram seu dever funcional de resguardar o sigilo sejam identificadas e responsabilizadas por atos que expõem pessoas sem relação com a investigação, bem como atrapalham os trabalhos de esclarecimento dos fatos”, completa a defesa. 

    Histórico

    Daniel Vorcaro foi preso novamente na quarta-feira (4) de manhã pela Polícia Federal, na terceira fase da Operação Compliance Zero. 

    No ano passado, o empresário também foi alvo de um mandado de prisão da operação, mas ganhou direito à liberdade provisória, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

    A nova prisão foi fundamentada em mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da operação. Nas mensagens, Vorcaro ameaça jornalistas e pessoas que teriam contrariado seus interesses.

    A Compliance Zero apura fraudes bilionárias no Banco Master, que causaram um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos para o ressarcimento a investidores.

    Defesa pede que STF apure vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro

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  • Número 1 do mundo, Aryna Sabalenka anuncia noivado com empresário brasileiro

    Número 1 do mundo, Aryna Sabalenka anuncia noivado com empresário brasileiro

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A tenista Aryna Sabalenka, 27, anunciou nesta quarta-feira (5) que está noiva do empresário brasileiro Georgios Frangulis. O casal, que está junto desde 2024, compartilhou nas redes sociais fotos do pedido de casamento, feito em um cenário decorado com flores e velas. “Eu e você para sempre”, escreveu a atual número 1 do mundo no tênis.

    Em 2024, Sabalenka enfrentou um momento difícil após a morte de seu ex-namorado, o ex-jogador de hóquei Konstantin Koltsov. Os dois já não estavam mais juntos quando ele morreu, em um caso tratado pelas autoridades como suicídio.

    Meses depois, a tenista biolorrussa conheceu Frangulis durante conversas para uma parceria com a Oakberry. Ao se tornar embaixadora da marca, Sabalenka passou a ter contato frequente com o empresário, e os dois iniciaram um relacionamento.


    O pedido de casamento aconteceu após a atleta brincar em entrevistas recentes sobre a possibilidade de noivado. Ao anunciar a novidade nas redes sociais, ela manteve o tom bem-humorado. “Posso finalmente chamá-lo de outra coisa… noivo”, escreveu.

    Quem é Georgios Frangulis

    Frangulis nasceu em São Paulo, mas tem raízes familiares em Tessalônica, na Grécia -origem que lhe rendeu o apelido de “Grego”. Torcedor do Corinthians, ele é fundador da Oakberry, rede especializada em açaí que soma mais de 900 lojas pelo mundo.

    Além do setor de alimentação, o empresário também investe no esporte. Ele é investidor do Le Mans FC, da Ligue 2 francesa, e da equipe Alpine F1 Team, na Fórmula 1.

    Frangulis também já teve experiência como piloto. Ele disputou provas da Porsche Cup Brasil pela OAK Racing Team, categoria que utiliza carros Porsche 911 GT3. Atualmente, não compete mais, mas segue ligado às corridas como patrocinador por meio da Oakberry.

     


    Número 1 do mundo, Aryna Sabalenka anuncia noivado com empresário brasileiro

  • EUA diz que pode "agir sozinho" em países latinos-americanos

    EUA diz que pode "agir sozinho" em países latinos-americanos

    País firmou acordo de combate a cartéis com 16 governos aliados

    Em meio aos ataques contra o Irã, o governo dos Estados Unidos firmou acordo com 16 países latino-americanos para “combate aos cartéis” na região e ameaçou “agir sozinho” na América Latina “se necessário”, o que violaria a soberania das nações latino-americanas sobre o próprio território.

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, liderou na última quinta-feira (5), em Doral, na Flórida, a Conferência das Américas de Combate aos Cartéis, da qual participaram 16 países latino-americanos. 

    “Os Estados Unidos estão preparados para enfrentar essas ameaças e partir para o ataque sozinhos, se necessário. No entanto, nossa preferência — e o objetivo desta conferência — é que, no interesse deste hemisfério, façamos isso juntos; com vocês, com nossos vizinhos e com nossos aliados”, disse Hegseth.

    O secretário do governo Trump enfatizou que a “coalizão” firmada na Flórida expressa a política do Corolário Trump à Doutrina Monroe. Incluída na Estratégia de Segurança Nacional, anunciada em dezembro pelos Estados Unidos, a política reafirma a doutrina criada em 1823 e prega a “proeminência” de Washington sobre as Américas.

    “Ameaça gravíssima”

    O professor de geopolítica da Escola Superior de Guerra Ronaldo Carmona disse à Agência Brasil que a fala de Hegseth é uma “ameaça gravíssima”.

    “Pois sob Trump, as ameaças costumam se materializar (vide Venezuela e agora Irã). Ao evocar a Doutrina Monroe, o faz propondo expurgar a presença de potências extrarregionais das Américas, em uma ameaça explícita à liberdade de ação das nações da América Latina”, comentou.

    O pesquisador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) acrescentou que o ingresso de drogas nos EUA deve ser uma tarefa interna ao Estado americano, que tenta “latino-americanizar” a questão como “pretexto” para intervenções abertas no continente, como ocorreu na Venezuela.

    “É difícil imaginar que as forças de segurança americana não tenham meios para proteger autonomamente suas próprias fronteiras”, completou Carmona. 

    O combate aos cartéis foi a justificativa usada para o sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Em seguida, Washington afastou-se do discurso do combate às drogas na Venezuela, priorizando a agenda do comércio petroleiro nas relações com Caracas. 

    Conferência no Comando Sul

    Ao explicar a nova doutrina na Conferência da Flórida, o secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que os EUA querem “acesso irrestrito a áreas estratégicas e ao comércio, para que nossas nações possam se industrializar”.

    “Queremos impedir que potências externas ameacem nossa paz e independência em nossa região comum”, acrescentou.

    A Conferência ocorreu na sede do Comando Sul dos EUA, setor das Forças Armadas responsável por monitorar a América Latina e o Caribe. 

    Da América do Sul, estavam presentes representantes da Argentina, Guiana, Bolívia, Equador, Paraguai, Chile e Peru. Da América Central, estavam Belize, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Honduras, Jamaica, Panamá e Trinidad e Tobago.

    O Ministério da Defesa da Argentina informou que, além de uma declaração conjunta que não foi divulgada, foram firmados acordos bilaterais com os EUA. Tais acordos separados teriam permitido “adaptar o marco jurídico de cada nação, como um elemento substancial do que foi acordado”. 

    O professor Carmona acrescentou que Washington tenta vincular os países latino-americanos aos desígnios estratégicos de Washington, “impedindo-as de manter relações abertas com os vários polos de poder mundial”.

    “Trata-se de um constrangimento à soberania inaceitável para a América Latina”.

    México e Brasil

    Os governos do México e do Brasil têm informado que o combate aos cartéis na América Latina tem que ser feito respeitando a soberania dos países da região.

    A presidente do México, Claudia Sheinbaum, destacou que o combate às drogas, em parceria com Washington, deve ser feito com “coordenação e sem subordinação, como iguais”.  

    O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, incluiu o combate ao narcotráfico na agenda de negociações com o governo de Donald Trump. 

    O pesquisador do Cebri Ronaldo Carmona afirma que o Brasil sempre diferenciou as atividades policiais, que seriam usadas para combater o narcotráfico, das atividades de Defesa, ligada à soberania territorial. Porém, os EUA tentam militarizar esse combate às drogas.

    “O Brasil precisa urgentemente, como uma prioridade nacional, enfrentar com todas as energias, a começar das forças de segurança, as organizações criminosas brasileiras, até para não oferecer pretexto a Washington de utilizá-las com fins de ameaça à soberania brasileira”, completou.

    Colômbia

    O presidente colombiano, Gustavo Petro, reagiu à declaração do secretário estadunidense, comentando que os EUA “não precisam agir sozinhos para acabar com os cartéis de droga, pois não saberiam como fazê-lo bem. Para destruir os cartéis da máfia, precisamos nos unir”.

    “Se alguém está interessado em destruir os cartéis, são a Colômbia e a América Latina, onde milhões de pessoas foram assassinadas e onde a democracia foi destruída em regiões que vivem sob o terror”, disse Petro.

    “Portanto, a aliança contra o tráfico de drogas é um Pacto pela Vida e pela Paz, e estamos prontos”, disse em uma rede social.

    Equador e Paraguai

    O Equador e o Paraguai estão entre os países que mais têm estreitado relação com Washington sob o argumento de combate ao narcotráfico.

    Um dia antes da Conferência na Flórida, o Senado do Paraguai aprovou acordo com os EUA que prevê a presença no país de militares enviados por Washington, com imunidade penal para operações no país sul-americano. O projeto ainda precisa de aprovação da Câmara dos Deputados paraguaia. 

    Também nesta semana, o Equador e os EUA anunciaram operações militares conjuntas contra cartéis de drogas. 

    Em novembro de 2025, o presidente do país, Daniel Noboa, tentou aprovar, em referendo, a permissão para instalar bases militares estrangeiras no país, mas a consulta foi rejeitada por 60% da população equatoriana que foi às urnas. 

    EUA diz que pode "agir sozinho" em países latinos-americanos

  • Lula diz que Eduardo Paes tem seu apoio, mas que é preciso 'construir chapa forte'

    Lula diz que Eduardo Paes tem seu apoio, mas que é preciso 'construir chapa forte'

    Presidente Lula diz que Eduardo Paes é um “excelente prefeito” e que os dois trabalham muito bem juntos; prefeito deixará o comando da cidade do Rio para poder ser candidato ao governo do Estado

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em entrevista ao jornal O Dia, do Rio de Janeiro, que o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), tem seu apoio na eleição para o governo do Estado, mas ressaltou a importância de “construir uma chapa forte, capaz de vencer não apenas a disputa pelo governo, mas também de conquistar cadeiras no Senado”.Lula cumpre agenda política no Rio nesta sexta-feira, 6.

    “Sobre as eleições, temos que lembrar que não se escolhe adversários, mas sim aliados. Paes tem o meu apoio político e o importante agora é construir uma chapa forte, capaz de vencer não apenas a disputa pelo governo, mas também de conquistar cadeiras no Senado, na Câmara e na Alerj e não deixar que o autoritarismo e o retrocesso voltem a ganhar espaço no Rio de Janeiro e em nosso País”, declarou.

    Na entrevista a O Dia, Lula elogiou Paes. Disse que ele é um “excelente prefeito” e que os dois trabalham muito bem juntos.

    “O Eduardo Paes é um excelente prefeito e trabalhamos muito bem juntos. E dessa parceria com o governo federal vieram muitas ações importantes, verdadeiras conquistas para os cariocas, como a renovação da frota de BRT e a grande melhoria na rede hospitalar da cidade”, disse.

    Paes deixará a prefeitura do Rio para poder ser candidato ao governo do Estado. O PT declarou apoio a ele. Nos últimos meses, porém, petistas acenderam um sinal de alerta, receosos de que seriam alijados dos principais espaços na chapa que o prefeito vem montando.

    A reivindicação do PT é indicar um dos candidatos para o Senado. O nome da deputada Benedita da Silva (PT) é o que está na mesa. Os petistas gostariam que ela fosse a principal candidata ao Senado na chapa, já que o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), também será candidato à Casa Alta do Congresso.

    Lula diz que Eduardo Paes tem seu apoio, mas que é preciso 'construir chapa forte'

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  • Jackson Antunes faz transplante de rim após doação da esposa e relata fase difícil de saúde

    Jackson Antunes faz transplante de rim após doação da esposa e relata fase difícil de saúde

    Ator diz que cirurgia marcou novo capítulo após período sem esperança; Cristiana Britto, com quem é casado desde 1993, foi a doadora do órgão

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ator Jackson Antunes, 65, revelou que passou recentemente por um transplante de rim. A cirurgia foi possível após a doação do órgão pela esposa, a atriz Cristiana Britto.

    Já recuperado e em casa, o ator disse que enfrentou um período delicado de saúde, mas afirmou que agora vive um novo momento. “Não tem coisa mais terrível do que dor. Não tem coisa mais terrível do que você não ver esperança. Agora está tudo bem”, relatou em entrevista ao Fantástico, da Globo, que vai ao ar no próximo domingo (8).

    Casados desde 1993, Antunes e Cristiana atravessaram juntos os momentos mais difíceis do tratamento. A atriz também contou no Fantástico que decidiu doar o rim ao marido diante da gravidade da situação. “Meu maior medo é não estar mais perto dele”, afirmou. O último trabalho de destaque de Jackson Antunes na Globo foi a atuação no remake da novela Renascer (2024).

    Antunes também relembrou que, anos antes, enfrentou um câncer no pâncreas, considerado um dos tipos mais agressivos da doença. Segundo ele, o diagnóstico foi mantido em sigilo na época.

    “Não falei para ninguém. Há seis anos tive um câncer muito forte no pâncreas e fiquei internado um mês. Minha esposa ficou em um sofazinho comigo durante os 30 dias”, contou o ator durante participação no Encontro com Patrícia Poeta, em 2023.

     

    Jackson Antunes faz transplante de rim após doação da esposa e relata fase difícil de saúde

  • Toffoli deve votar em julgamento sobre prisão de Vorcaro

    Toffoli deve votar em julgamento sobre prisão de Vorcaro

    Sessão virtual da Segunda Turma começa na próxima sexta-feira (13); relatoria passou para Mendonça no início de fevereiro; ministros evitam comentar tema

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve participar do julgamento da manutenção da prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em sessão virtual da Segunda Turma, conforme ele próprio tem dito a interlocutores. Assim, ele deve seguir atuando no caso sempre que houver análise colegiada do processo.

    Na corte, os ministros têm evitado comentar o tema. A avaliação mais comum é a de que uma retirada do caso também nos julgamentos colegiados é de foro íntimo e caberia apenas a Toffoli definir a questão.

    O momento será o primeiro no qual o magistrado deve atuar novamente no caso do qual foi relator até ser substituído por André Mendonça, em 12 de fevereiro.

    Um magistrado afirma, sob reserva, que na próxima semana a questão talvez seja abordada. A sessão virtual terá início na próxima sexta (13).

    Toffoli deixou a relatoria do caso após uma reunião fechada de mais de duas horas com os demais colegas do STF. A pressão para ele se afastar aumentou principalmente depois que a Folha de S.Paulo revelou conexões entre o ministro, o resort Tayayá e o banco de Daniel Vorcaro. A decisão ocorreu após a Polícia Federal entregar ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatóro mostrando uma troca de mensagens entre Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, em que ambos discutem pagamentos para a empresa Maridt, que tem o ministro entre seus sócios.

    Mendonça foi escolhido relator por sorteio, que deixou de fora apenas o próprio Toffoli e o presidente do tribunal, Edson Fachin.

    Desde então, discutiu-se a continuidade do ministro à frente do caso e a participação dele nos atos seguintes da tramitação dos processos ligados ao caso.

    Uma possibilidade era a de Toffoli se abster de votar, o que perdeu força com a indicação do próprio ministro de que pretende registrar sua posição.

    Ao votar nesta etapa, o ministro consolida seu retorno ao caso e reforça o argumento dado inclusive aos colegas de que jamais teve amizade com Vorcaro ou recebeu valores. Em nota, ele também disse fazer parte do quadro societário da empresa Maridt, que foi uma das donas do resort Tayayá.

    Durante quatro anos (entre 2021 e 2025), como revelou a Folha de S.Paulo, os irmãos José Eugenio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli dividiram o controle do Tayayá, no Paraná, com o fundo Arleen. Ele afirma, no entanto, que nunca soube quem era o gestor do fundo Arleen.

    Na reunião que decidiu sobre a substituição na relatoria, o magistrado ouviu apelos para que se afastasse do caso em nome da preservação do tribunal. Toffoli se defendeu e disse não haver razões para deixar o caso.

    No entendimento da maior parte dos ministros, agora, o tema já foi sanado após o encontro no qual a corte decidiu manter as provas do caso e divulgar uma carta conjunta em defesa de Toffoli, na qual afirmaram “não ser caso de cabimento para arguição de suspeição”.

    A Segunda Turma, colegiado no qual o caso tramitará, é formada por Mendonça, Toffoli, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e presidida por Gilmar Mendes. Esses magistrados ainda não discutiram o tema entre si.

    Mendonça passou a semana na Alemanha, para onde viajou para um congresso do qual participou na segunda (2) e onde permaneceu para não perder sessões do STF ou do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) -a viagem é de 12 horas, o que impediria o comparecimento em alguma delas. Seu retorno para o Brasil está previsto para esta sexta (6). O ministro decretou a prisão preventiva de Vorcaro na terça (3).

    Interlocutores do relator contam que o ministro considera que Toffoli poderia se afastar do caso, mas que ele não tratou do tema nem pretende levar isso adiante.

    Eventual declaração de impedimento é objetiva, ou seja, demanda a inclusão da indicação do enquadramento de um dos incisos legais. O impedimento ocorre quando o magistrado tem parentesco ou atuação prévia no caso, por exemplo. Já a suspeição é mais subjetiva e envolve relações próximas.

    Toffoli deve votar em julgamento sobre prisão de Vorcaro

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  • Seleção feminina do Irã muda postura, presta continência e canta hino nacional

    Seleção feminina do Irã muda postura, presta continência e canta hino nacional

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As jogadoras da seleção feminina do Irã prestaram continência e cantaram o hino nacional do país antes da partida contra a Austrália, nesta quinta-feira (5), pela Copa da Ásia.

    A postura durante a cerimônia representa uma mudança em relação ao jogo de estreia da equipe, contra a Coreia do Sul, na segunda-feira (2), quando as atletas optaram por permanecer em silêncio durante a execução do hino.

    Durante o jogo contra as australianas, que golearam por 4 a 0, vários torcedores exibiram a bandeira do Irã anterior a 1979 em protesto contra o regime atual. Alguns vaiaram durante a execução do hino iraniano. Também havia faixas de apoio ao presidente dos EUA, Donald Trump.

    Embora não esteja claro o motivo da mudança de postura das jogadoras iranianas, algumas delas falaram sobre a dificuldade de participar de um torneio na Austrália enquanto seus familiares sofrem com os ataques dos Estados Unidos e de Israel, que motivaram reações do Irã e ampliaram o conflito pelo Oriente Médio.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã no sábado, matando pelo menos 1.230 pessoas, incluindo o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

    “Obviamente, estamos muito preocupados com nossas famílias, nossos entes queridos e todas as outras pessoas dentro do nosso país, das quais estamos completamente desconectados”, disse a treinadora Marziyeh Jafari.

    “Estamos todos preocupados e tristes com o que aconteceu ao Irã, às nossas famílias e aos nossos entes queridos”, acrescentou a atacante Sara Didar.

    Com duas derrotas em dois jogos, a seleção do Irã ficou perto de ser eliminada da Copa da Ásia, torneio que serve como etapa classificatória para a Copa do Mundo de 2027, no Brasil.

    Zagueiro Gustavo Marques é punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo; jogador foi ao vestiário da arbitragem e se desculpou com a árbitra Daiane Muniz

    Folhapress | 13:15 – 06/03/2026

    Seleção feminina do Irã muda postura, presta continência e canta hino nacional

  • Ludmilla presta apoio a Benny Briolly após ataques em sessão da Câmara de Niterói

    Ludmilla presta apoio a Benny Briolly após ataques em sessão da Câmara de Niterói

    Cantora agradece vereadora por defender título de cidadã niteroiense e critica hostilidade no plenário; debate teve troca de acusações entre parlamentares e tensão após críticas à homenagem à artista

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A cantora Ludmilla, 30, usou as redes sociais nesta quinta-feira (5) para manifestar apoio à vereadora Benny Briolly após os ataques sofridos por ela durante uma sessão na Câmara Municipal de Niterói.

    Em publicação no X (antigo Twitter), a artista agradeceu à parlamentar pela defesa da homenagem e criticou a hostilidade registrada no plenário. “Hoje meu agradecimento e solidariedade vai para a @bennybriolly, que mais uma vez foi atacada e quase agredida por defender e destacar a cultura do povo preto. O que deveria ser um momento para comemorarmos virou mais um episódio de indignação. Você não está sozinha. Pra cima, Benny!”, escreveu.

    A manifestação ocorreu um dia após a Câmara aprovar, por 8 votos a 6, o título de cidadã niteroiense para a cantora. A proposta foi apresentada por Benny Briolly, que acabou sendo alvo de críticas e intimidações durante o debate entre os vereadores.

    A sessão ficou tensa depois que parlamentares da oposição questionaram a homenagem. O episódio ocorre semanas após integrantes do Partido Liberal criticarem o show de réveillon realizado por Ludmilla na cidade, sob alegação de suposta apologia às drogas e ao tráfico -acusações já contestadas pela vereadora.

    Durante a votação, uma fala da vereadora Fernanda Louback, que afirmou que “no Brasil de hoje parece que é crime ser branco”, elevou ainda mais o clima de tensão no plenário e provocou reação de outros parlamentares.

    Ao defender a homenagem, Benny destacou a trajetória de Ludmilla na música brasileira e afirmou que a artista representa um símbolo de representatividade para mulheres negras e pessoas da periferia.

    Ludmilla presta apoio a Benny Briolly após ataques em sessão da Câmara de Niterói

  • União Brasil filia Pablo Marçal, que está inelegível; veja como estão os processos contra el

    União Brasil filia Pablo Marçal, que está inelegível; veja como estão os processos contra el

    A expectativa é que o influenciador ajude a puxar votos para a legenda; partido realiza uma cerimônia de filiação do novo quadro na noite desta sexta-feira (6), em São Paulo

    O empresário e influenciador Pablo Marçal filia-se ao União Brasil nesta sexta-feira, 6. Um ano e meio depois de concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, Marçal foi condenado três vezes à inelegibilidade. Destas, reverteu uma condenação, enquanto recorre das outras duas. 

    Mesmo com os reveses no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), Marçal aposta em um recurso que o permita concorrer no pleito deste ano até que os processos contra ele não estejam julgados em definitivo, ou seja, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O União Brasil aposta em Marçal como puxador de votos. O partido realiza uma cerimônia de filiação do novo quadro na noite desta sexta-feira, às 18h, na Vila Olímpia, na capital paulista. 

    Segundo interlocutores da sigla, o plano é lançá-lo a uma vaga de deputado federal por São Paulo, um cargo ao qual o influenciador já concorreu nas eleições de 2022. Filiado ao extinto PROS, Marçal conquistou votos suficientes para se eleger, mas teve o registro da candidatura indeferido. 

    O Estadão procurou a defesa de Marçal para comentar os processos em trâmite na Justiça Eleitoral, mas não houve retorno.

    Pix de R$ 5 mil em troca de apoio político

    Em fevereiro de 2025, Marçal foi condenado em uma ação movida pelo PSB e pela coligação do hoje ministro Guilherme Boulos, que concorreu à Prefeitura de São Paulo em 2024 pelo PSOL. As partes denunciaram a promessa de Marçal de apoiar candidatos a vereador que doassem R$ 5 mil para sua campanha à Prefeitura.

    Durante o processo, Marçal alegou inconsistências nas preliminares do caso, ou seja, na forma como a ação foi julgada. No mérito da acusação, afirmou que não houve crime pois apenas cinco doações foram realizadas após o vídeo, as quais “foram prontamente devolvidas aos remetentes”.

    Para o juiz Antonio Patiño Zorz, embora o valor arrecadado com o anúncio tenha sido limitado, a disposição de Marçal em oferecer dinheiro por apoio político, por si só, configura crime. “Entendo que o discurso de Pablo Marçal (…) encerra em si mesmo conduta ilícita que ostenta a potencialidade de lesar o bem jurídico protegido, a legitimidade das eleições”, disse o magistrado.

    Marçal recorreu da decisão e obteve uma decisão favorável na segunda instância. Para o juiz Claudio Langroiva Pereira, que relatou a ação, apesar de ter havido conduta ilícita, seria necessário constatar que a prática influenciou o andamento do pleito. 

    “Embora o vídeo contenha proposta ilícita, os elementos probatórios carreados aos autos não foram suficientes para demonstrar a amplitude da divulgação, o volume de recursos efetivamente movimentados em decorrência direta da oferta, ou seu impacto concreto na campanha eleitoral, de forma a desequilibrá-la”, afirmou o desembargador.

    As proponentes da ação recorreram da decisão. A coligação de Boulos apresentou um recurso para enviar o caso ao TSE, mas o processo ainda não foi remetido pelo TRE de São Paulo para a nova instância.

    ‘Concurso de cortes’

    Em abril de 2025, dois meses após a primeira condenação, Marçal voltaria a ter um revés na Justiça Eleitoral. O ex-candidato a prefeito foi condenado pelo “concurso de cortes” que promoveu entre os seus seguidores. O influenciador oferecia compensações em dinheiro a quem produzisse vídeos que o promovessem. A ação foi proposta pelo PSB, pelo Ministério Público Eleitoral e por Silvia Ferraro, vereadora de São Paulo pelo PSOL.

    Para o juiz Antonio Patiño Zorz, o mesmo que o condenou pela promessa de Pix em troca de apoio político, a “estratégia” do concurso de cortes deu a Marçal “uma vantagem indevida” na corrida eleitoral, uma vez que o candidato “fraudou” conteúdo favorável a ele de modo a criar “a impressão de que havia uma onda genuína de apoio a suas ideias e plataforma política, mas que foi motivada pela perspectiva de ganhos financeiros conforme regulamento e premiação”. Segundo o magistrado, tratou-se de “compra de apoio político”.

    Na decisão, Marçal também foi condenado pelo descumprimento da liminar que suspendia seus perfis nas redes, incluindo a comunidade no Discord em que eram criados os cortes. Seus perfis foram suspensos nas demais plataformas, mas o servidor do Discord seguiu no ar. Segundo o juiz, a comunidade permaneceu ativa por 42 dias após a liminar, cabendo uma multa de R$ 10 mil por cada dia de desrespeito à medida, totalizando R$ 420 mil.

    Marçal recorreu e, dos quatro crimes pelos quais havia sido condenado, obteve o afastamento de duas imputações, mas a inelegibilidade foi mantida, assim como a multa de R$ 420 mil.

    Com a condenação na segunda instância, além das penas de inelegibilidade, o influenciador passou a ser considerado inapto a concorrer a cargos públicos também pela Lei da Ficha Limpa. Segundo a norma, para determinados tipos de crimes, o candidato torna-se inelegível por oito anos após a condenação por um órgão colegiado.

    A defesa de Marçal apresentou embargos à condenação em segunda instância. O caso segue em análise do TRE-SP. Se for mantido o teor do acórdão, cabe recurso ao TSE.

    Sorteio de boné

    Em julho de 2025, Marçal foi condenado pela terceira vez. Nesta ação, o PSB o processou por abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação e captação ilícita de recursos. 

    Nas alegações, o partido citou ofensas proferidas por Marçal durante a campanha, como as referências, sem provas, de que o então candidato Guilherme Boulos seria usuário de drogas. A sigla também acusou o candidato de ferir a isonomia do pleito ao sortear bonés e dinheiro em troca de divulgação.

    Os advogados de Marçal recorreram, mas o caso ainda não foi apreciado na segunda instância do TRE de São Paulo. O caso deve ser avaliado pela Corte Eleitoral nas próximas semanas.

    Laudo falso contra Boulos

    Dois dias antes das eleições de 2024, Marçal divulgou um laudo médico falso atribuindo ao então candidato Guilherme Boulos uma overdose por uso de cocaína. O documento forjado utilizou a assinatura de um médico falecido. 

    Em fevereiro deste ano, Marçal assinou um acordo com a Procuradoria que suspendeu por dois anos a ação pela divulgação do laudo. No termo, o ex-candidato a prefeito foi condenado ao pagamento de uma indenização de R$ 5 mil a uma instituição filantrópica. Além disso, comprometeu-se a não frequentar bares, boates e casas de prostituição.

    Outros processos

    Durante a campanha a prefeito de São Paulo, Marçal envolveu-se em outras polêmicas que terminaram na Justiça. Em novembro de 2025, ele foi condenado por afirmar que a deputada federal Tabata Amaral (PSB) “abandonou” o pai para estudar no exterior. Segundo a Justiça, houve o crime de difamação eleitoral.

    Cadeirada

    O influenciador também teve embates ríspidos com José Luiz Datena (PSDB). A tensão entre os dois culminou na cadeirada do apresentador em Marçal no debate da TV Cultura. Como mostrou o Estadão, em outubro de 2025, um acordo entre as partes encerrou os processos que os ex-candidatos moviam entre si. O termo foi homologado em fevereiro deste ano.

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