Autor: REDAÇÃO

  • Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

    Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

    JOÃO CAMINOTO
    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – João Fonseca joga neste domingo (31), a partir das 15h15 (de Brasília), contra o norueguês Casper Ruud em busca de uma vaga histórica nas quartas de final de Roland Garros –a ESPN e o Disney+ transmitem. Uma vitória faria dele o primeiro brasileiro a chegar a essa fase desde Gustavo Kuerten, em 2004. No feminino, a paulistana Beatriz Haddad Maia foi semifinalista do torneio em 2023.

    O feito de Fonseca seria apenas o segundo de um “teenager” do país a alcançar as quartas de um Grand Slam na história –o primeiro foi Thomaz Koch, em 1963, no US Championships.
    Após uma primeira semana de forte calor em Paris, a temperatura máxima prevista para este domingo (31) é de 22 graus.

    O adversário não é simples. Ruud, de 27 anos, é o 16º do mundo, duas vezes finalista em Roland Garros –perdeu as decisões para Nadal em 2022 e para Djokovic em 2023– e o jogador com mais vitórias no saibro no circuito desde 2020, com 146 triunfos. Neste torneio, chegou às oitavas após virar uma partida que parecia perdida na terceira rodada, salvando dois match points contra o americano Tommy Paul.

    Os dois nunca se enfrentaram antes.

    Nas três rodadas anteriores, Fonseca venceu o francês Luka Pavlovic, virou sobre o croata Dino Prizmic saindo de 0/2 no placar e derrotou Novak Djokovic também após perder os dois primeiros sets –tornando-se o primeiro teenager a bater o sérvio num Grand Slam.

    Apenas três jogadores na era aberta (o período do tênis profissional que começou em 1968, quando os Grand Slams passaram a aceitar jogadores profissionais) conseguiram vencer dois jogos de virada saindo de 0/2 num mesmo torneio de Roland Garros.

    O vencedor enfrentará quem ganhar o confronto entre o tcheco Jakub Mensik, 27º do mundo, e o russo Andrey Rublev, 13º, que também jogam neste domingo.

    Fonseca encara Ruud e tenta levar o Brasil às quartas após era Guga

  • Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

    Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

    Parece que Jennifer Lopez fez algumas alterações nas marcas que tem no corpo, numa tatuagem em particular, como relata a imprensa internacional. Numa recente publicação que a cantora fez no Instagram mostrou fotografias que não passaram despercebidas, precisamente por causa desse detalhe.

    A Jennifer Lopez fez uma publicação para celebrar o Memorial Day, comemorado em 25 de maio, mas acabou chamando atenção por outro motivo.

    Segundo a revista People, a cantora de sucessos como “On the Floor” aparentemente já não tem mais tatuado na lateral do corpo o nome do ex-marido, Ben Affleck.

    O detalhe chamou a atenção da imprensa internacional após uma foto em que a artista aparece ao lado do filho, Max, de 18 anos, deixando à mostra justamente a região onde antes estava a homenagem ao antigo companheiro.

    Vale lembrar que Max é irmão gêmeo de Emme. Os dois são filhos do relacionamento de Jennifer com Marc Anthony, cujo nome de batismo é Marco Muñiz.

    Usando um vestido longo e fluido, com decote profundo nas costas, Jennifer exibiu o que parece ser uma versão modificada da tatuagem que havia mostrado anteriormente, em 2023, durante o casamento com Ben Affleck, hoje com 53 anos.

    Notícias ao Minuto Jennifer Lopez com o filho Max© Instagram_jlo  

    Jennifer Lopez e Ben Affleck se conheceram em 2002 e ficaram noivos em novembro daquele mesmo ano. O noivado chegou ao fim em janeiro de 2004. Anos depois, em abril de 2021, os dois reataram o relacionamento. Ficaram noivos pela segunda vez em abril de 2022 e se casaram poucos meses depois, em julho.

    Em fevereiro de 2023, Jennifer revelou que havia feito uma tatuagem em homenagem ao marido enquanto celebravam o primeiro Dia dos Namorados casados. O desenho trazia o símbolo do infinito com os nomes “Jennifer” e “Ben” escritos, atravessados por uma flecha.

    Na época, Ben Affleck também mostrou sua própria homenagem: duas flechas cruzadas com as letras “J” e “B”. No entanto, não se sabe se o ator ainda mantém a tatuagem.

    Jennifer Lopez e Ben Affleck deram entrada no processo de divórcio em agosto de 2024, e a separação foi oficializada em janeiro de 2025.

    Jennifer Lopez cobriu tatuagem com nome de Ben Affleck?

  • CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

    CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

    LUCIANO TRINDADE
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A comissão técnica da seleção brasileira definiu neste sábado (30) a numeração do Brasil para a disputa da Copa do Mundo 2026 e confirmou que Neymar vai usar a histórica camisa 10 no torneio.

    A numeração já será utilizada nos amistosos antes do Mundial, com o Panamá, neste domingo (31), e contra o Egito, no próximo sábado (6).

    Camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas do Mundo, Neymar contava com o apoio do elenco para voltar a usar o número na América do Norte.

    Até então, Vinicius Junior era quem vestia a camisa eternizada por Pelé. O atacante do Real Madrid, porém, faz parte dos jogadores que desejavam ver Neymar novamente com a 10. Além disso, ele mantém forte ligação com a camisa 7, número que usa no clube espanhol.

    Matheus Cunha, outro candidato a 10 no Mundial, vai ficar com a 9.
    Veja a numeração do Brasil para a Copa:
    1 – Alisson
    2 – Wesley
    3 – Gabriel Magalhães
    4 – Marquinhos
    5 – Casemiro
    6 – Alex Sandro
    7 – Vinicius Jr.
    8 – Bruno Guimarães
    9 – Matheus Cunha
    10 – Neymar Jr.
    11 – Raphinha
    12 – Weverton
    13 – Danilo
    14 – Bremer
    15 – Léo Pereira
    16 – Douglas Santos
    17 – Fabinho
    18 – Danilo Santos
    19 – Endrick
    20 – Lucas Paquetá
    21 – Luiz Henrique
    22 – Gabriel Martinelli
    23 – Ederson
    24 – Ibañez
    25 – Igor Thiago
    26 – Rayan

    CBF confirma Neymar com a camisa 10 na Copa; Matheus Cunha fica com a 9

  • Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

    Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

    A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tropas israelenses capturaram o castelo de Beaufort, de 900 anos, no sul do Líbano, afirmou o Exército israelense neste domingo (31), em um avanço significativo contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã, apesar do cessar-fogo anunciado há mais de seis semanas.

    A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.

    A operação, segundo o Exército, teve como foco estabelecer o controle do cume de Beaufort e da área de Wadi al-Saluki, além de enfraquecer o Hezbollah e sua infraestrutura, estabelecida sob orientação iraniana.

    O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu definiu a captura de Beaufort como uma “mudança drástica” na ofensiva do Líbano.

    Um soldado israelense foi morto, informou o Exército. Não houve comentários imediatos do Líbano ou do Hezbollah.

    A captura do castelo medieval e do seu cume amplia a presença de Israel no Líbano, enquanto a frente militar permanece ativa, mesmo com um cessar-fogo paralelo em vigor na guerra mais ampla contra o Irã.

    Beaufort tem valor simbólico e estratégico no conflito. Por ser o ponto mais elevado na região permite a observação de grande parte do sul do Líbano e do norte de Israel, de onde ataques foram lançados contra áreas residenciais israelenses.

    O castelo já foi ocupado por 18 anos por Israel, de 1982 a 2000, e se tornou um marco da invasão no Líbano à época. Naquele momento, a ofensiva era contra os guerrilheiros da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).

    Em junho de 1982, Beaufort foi tomado por uma unidade de elite da Brigada Golani depois de um combate intenso.

    O passado do castelo, construído no século 12 por cruzados, também é marcado por conflitos. Beaufort trocou de mão várias vezes durante as Cruzadas, justamente por sua posição estratégica.

    Neste domingo, o Exército israelense alertou os civis libaneses que vivem ao sul do rio Zahrani para que deixem a região, avisando que as operações contra o Hezbollah serão intensificadas no local.

    “Moradores do sul do Líbano, vocês devem se deslocar imediatamente para o norte do Zahrani”, publicou nas redes sociais o porta-voz em árabe da corporação, Avichay Adraee.

    Um ataque israelense perto de um hospital em Tiro, também no sul do Líbano, feriu 13 funcionários neste domingo, disse o Ministério da Saúde libanês. O ataque aéreo nas proximidades do hospital Hiram causou também danos significativos ao local, afirmou o governo em comunicado.

    O Hezbollah entrou na guerra dos EUA e Israel contra o Irã disparando foguetes e drones contra Israel no dia 2 de março, dias após o início do conflito com o Irã. Israel passou a tentar afastar o grupo apoiado pelo Irã de sua fronteira norte.

    O Hezbollah “realizou numerosos ataques” a partir do cume de Beaufort, disse o Exército, acrescentando que suas tropas estavam operando contra a infraestrutura de lançamento na área, de onde “centenas de projéteis foram disparados contra civis israelenses e soldados das IDF [Forças de Defesa de Israel]”.

    Tropas israelenses também estavam operando perto de Nabatieh, importante reduto do Hezbollah no sul do Líbano, informou o Exército.

    Após a tomada do castelo medieval de Beaufort, a França solicitou neste domingo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, disse o ministro das Relações Exteriores francês.

    “Embora reconheçamos o direito de Israel, como o de todos os países, à autodefesa (…), nada pode justificar a continuação das operações militares israelenses no Líbano e sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês”, disse Jean-Noel Barrot.

    Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano

  • Lamine Yamal temeu perder o Mundial: "Rezei por dentro…"

    Lamine Yamal temeu perder o Mundial: "Rezei por dentro…"

    Lamine Yamal concedeu neste domingo uma longa entrevista aos canais oficiais da Real Federação Espanhola de Futebol e revelou que chegou a temer fi…
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    Lamine Yamal temeu perder o Mundial: "Rezei por dentro…"

  • 'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

    'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

    “O varejo passa por um momento bem difícil. Sabe por quê?” Ele em seguida dá a resposta. O empresário acredita que a fórmula é a mesma que vai tirar a Polishop, empresa que criou há 27 anos, da recuperação judicial: varejistas só querem saber do preço. E valor é bem mais importante do que isso.

    ALEX SABINO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Appolinário, 66, tem o hábito de, quando quer explicar algo, perguntar antes.

    “O varejo passa por um momento bem difícil. Sabe por quê?” Ele em seguida dá a resposta. O empresário acredita que a fórmula é a mesma que vai tirar a Polishop, empresa que criou há 27 anos, da recuperação judicial: varejistas só querem saber do preço. E valor é bem mais importante do que isso.

    “No final do dia, valor tem sempre de ser maior que o preço. O varejista nunca anuncia o produto. Sabe o que ele anuncia? Preço. É sempre ‘de’ e ‘por’ [para ressaltar o preço normal e o cobrado com desconto]. Isso é destruição de valor”, afirma ele. “Produto com um valor mais elevado desperta desejo. É mais importante caber no bolso e ser desejado do que ser apenas barato. Ser barato não adianta nada.”

    É uma variação da história que gosta de contar sobre o produto da Polishop que ainda é mais lembrado pelos consumidores: o George Foreman grill. O diretor comercial da empresa defendia que o investimento fosse feito em outro artigo, uma novidade da década de 1990: o forno micro-ondas com prato giratório. Appolinário não quis. O argumento era que todos os concorrentes teriam aquilo. A aposta foi no grill. Em um ano, chegou a vender 400 mil unidades.

    “A gente não lançou um grill. Grill tem preço, não valor. É estrutura de ferro com uma resistência e pedaço de plástico. Você sabe dizer o que nós lançamos? Algo em que o sabor fica e a gordura sai. E mostrávamos o óleo saindo. Isso tem valor.”

    É um discurso confiante para o fundador e presidente de uma empresa que está em recuperação judicial desde maio de 2024. As dívidas eram de R$ 395,6 milhões e ainda havia um débito de R$ 50 milhões pelo aluguel de lojas em shopping centers. Entre os credores estavam Bradesco, Banco do Brasil, Zurich Seguros e BMP Money.

    A homologação do plano de recuperação foi aprovada pelos credores em 2025 após duas assembleias. O Tribunal de Justiça de São Paulo indicou 23 cláusulas do plano que feriam a lei e teriam de ser mudadas. A Polishop teve de apresentar um novo texto.

    Appolinário não diz ter ficado aliviado com a homologação. Vê isso como indicação de que o caminho é correto. Afirma que o plano tem sido seguido, mas não dá prazo para sair da recuperação. Nos últimos dois anos, conviveu com notícias de confisco de apartamentos que seriam de sua propriedade. Ele assegura que isso não aconteceu e que os imóveis citados não eram seus. Não foi a público desmentir.

    “Para quê? As pessoas acreditam no que elas querem.”
    “A gente fez uma RJ para se estruturar. Colocam as empresas em recuperação judicial todas no mesmo saco. Estamos pagando todo mundo. É um instrumento dentro da lei. Fizemos reestruturação para encolher, em um primeiro momento, e pagar todos os custos. Inclusive trabalhistas”, completa.
    Ele concorda com os detalhes já conhecidos que endividaram a Polishop. Pandemia, fechamento de lojas e aluguéis dos shoppings. Mas diz também que a Covid-19 afetou a empresa de uma forma diferente de outros varejistas.

    Os produtos vendidos pela companhia são importados da China em contrato de exclusividade. São anunciados em diferentes plataformas, uma receita de sucesso no início do século. O país asiático foi o primeiro a fechar a economia na pandemia e o último a reabrir.

    “Quando voltou, não foi com produtos novos e inovadores. Foi com os que já estavam sendo fabricados”, afirma.

    O otimismo atual também se deve ao fato de ele ver a Polishop em expansão. Deve abrir 12 novas lojas próprias até o final do ano e alcançar a marca de 30 franqueados. Há outra diferença que ele aponta em relação a outros varejistas: é o único no setor a ser franqueador.

    “Para o varejo, a plataforma chinesa é um problema. Para a Polishop, é mais um canal de vendas e quero estar em todas. Temos mais dez produtos inovadores para lançar este ano. A situação da empresa não foi percebida pelos clientes. Da mesma forma que as pessoas não deixaram de comprar no Pão de Açúcar por estar em dificuldade.”

    Todos os novos artigos deverão ter recursos de inteligência artificial por meio de uma tecnologia criada dentro da empresa. Ao respirar aliviado (embora não queira ser visto dessa forma), João Appolinário tem tempo para defender a bandeira do valor. E mesmo que concorde com a visão de que atua em segmento em que o consumidor é sensível ao preço, diz que isso vale até “o capítulo dois.”

    Grande parte da aposta de Appolinário para a Polishop está no digital. Seja na venda de soluções empresariais baseadas em inteligência artificial, seja no conceito de franquias digitais. Nesta, o franqueado passa a ter direito a uma loja online da empresa com investimento de cerca de 50% do cobrado para uma franquia física. São R$ 35 mil mais o estoque. Isso é possível porque os produtos da marca não podem ser encontrados em outras lojas.

    Ele reconhece que em marketplaces diferentes vendedores concorrem pelo mesmo cliente, mas não dá importância a isso. Aqui caberia a competência de cada vendedor.

    É a mesma filosofia que emprega no seu empreendimento de maior sucesso no momento. A Decor Colors tem cerca de 600 unidades. É a 34ª principal franquia do país, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising). O faturamento anual supera R$ 500 milhões. Appolinário diz que o cliente que entra na loja não quer uma lata de tinta. Deseja uma parede pintada, decorada, protegida. Procura valor, não preço.

    Ele é dono de 50% da empresa, herança de quando foi participante do programa Shark Tank, em que empresários de sucesso ouvem propostas para novos investimentos. Assim que escutou a ideia da Decor Colors, Appolinário ofereceu R$ 10 milhões por 50%. Foi a maior proposta da história da atração, da qual participou por oito anos.

    Ele fez investimentos em outros negócios que apareceram no reality e ainda mantém participação em alguns. Já recebeu convites para outros programas, diz.

    “Era um trabalho gigante porque, para mim, poderia ser mais uma empresa. Mas era o sonho da vida de quem estava se apresentando. E você pode frustrar as pessoas porque elas esperam não apenas que você invista, mas também que dê atenção, ajude a administrar.”

    É o mesmo princípio que leva para a Polishop. Ele pagava o preço para ser dono de parte do empreendimento. Mas o que tinha valor de verdade era sua participação.
    “Você sabe qual o problema? Eu não tenho tempo.”

    Raio-X da Polishop
    Ano de fundação: 1999
    Projeção de lojas próprias e franqueadas (no fim de 2026): 42
    Funcionários: cerca de 500
    Pedido de recuperação judicial: maio de 2024
    Faturamento mensal: R$ 30 milhões (setembro de 2025)
    Principais produtos na história: George Foreman grill, facas Ginsu 2000, óculos Ambervision, centrífuga de sucos Juicer e air fryer
    Competidores: Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza, Shopee

    'Ser barato não adianta nada', diz João Appolinário, que busca reerguer a Polishop

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Diniz recupera André após quase saída, expulsões e queda de rendimento

    Diniz recupera André após quase saída, expulsões e queda de rendimento

    CAIO INNOCENCIO
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Conhecido pela boa relação pessoal com os atletas, Fernando Diniz atuou mais uma vez para recuperar um jogador e foi peça importante na volta por cima de André, que marcou duas vezes na vitória do Corinthians sobre o Grêmio após um período de críticas da torcida alvinegra.

    Os gols anotados pelo volante, que viraram a partida contra o Grêmio, vieram após um processo de Diniz com André. Segundo apurou o UOL, o técnico teve conversas individuais com o jovem de 19 anos. Na visão do treinador, ele é o jogador de maior potencial do elenco corintiano.

    Depois de um começo de ano surpreendente, André engatou uma fase ruim no Corinthians. Tudo começou entre o final de fevereiro e o início de março, quando o Timão recebeu propostas de R$ 151 milhões de Milan e Juventus pelo volante. A negociação com o time de Milão avançou e ficou muito perto de ser sacramentada, mas foi barrada pelo presidente Osmar Stabile.

    Após a negociação frustrada, o rendimento do jovem caiu, e as críticas da torcida começaram a surgir. O ponto mais baixo de André foram duas expulsões praticamente seguidas.

    No clássico contra o Palmeiras, pelo Brasileirão, o volante foi expulso aos 36 minutos do primeiro tempo por ter feito um gesto obsceno. O duelo terminou empatado, e André foi desfalque contra o Vitória.

    Ao retornar no jogo contra o Vasco, ele foi expulso novamente, dessa vez por entrada forte em Thiago Mendes, na reta final do primeiro tempo. O segundo vermelho rendeu uma suspensão de dois jogos ao volante, que desfalcou o Corinthians nos jogos contra Mirassol e São Paulo.
    Diniz seguiu confiando

    Após as expulsões, André perdeu confiança da torcida corintiana, mas não do técnico Fernando Diniz. Mesmo sem apresentar o bom rendimento do início do ano, o volante seguiu como titular, com o treinador acreditando em sua recuperação.

    Pesou a favor do jovem o fato de ter mantido sua postura séria nos treinamentos, mesmo em meio à queda de rendimento. A atitude do volante, inclusive, já foi elogiada por companheiros de equipe.

    A aposta de Diniz em seguir confiando em André rendeu frutos nos dois gols de ontem, que também colocaram fim em um jejum de 11 jogos sem marcar do volante.

    Ainda assim, o técnico preferiu pregar paciência com o jogador. Mesmo que tenha reforçado o potencial de André, Diniz admitiu que as oscilações são normais na formação de um atleta de apenas 19 anos.

    “No jogo contra o Atlético-MG, o André estava sendo muito criticado, até um pouco antes. Hoje, deve estar sendo enaltecido. É um jovem que vai oscilar, mas o potencial dele é gigante. É um cara capaz de fazer até mais do que isso, mas está se acostumando a ser um jogador desse tamanho, não é algo simples”, disse Fernando Diniz.

    “O André tem muita energia física, destoante da maioria dos jogadores do Brasil, tem boa técnica e está aprendendo a resolver problemas de uma maneira diferente do que fazia na base. Está encontrando times mais fechados, jogadores que têm condição física parecida. Ele está aprendendo, e dentro dessa evolução, oscilar é a coisa mais normal”, completou.

    Diniz recupera André após quase saída, expulsões e queda de rendimento

  • Marina Ruy Barbosa deixa novela do Globoplay inspirada em obras de Nelson Rodrigues

    Marina Ruy Barbosa deixa novela do Globoplay inspirada em obras de Nelson Rodrigues

    Segundo o jornal O Globo, o interesse da plataforma em contar com Marina existia desde as primeiras etapas de desenvolvimento do projeto, iniciado em 2020. No entanto, ela não conseguiu conciliar sua agenda profissional com o cronograma da produção. Com direção de Joana Jabace, as gravações estão previstas para começar em setembro.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Marina Ruy Barbosa não fará mais parte de “Paraíso Perdido”, próxima novela produzida pelo Globoplay. Ela chegou a negociar sua participação como protagonista da trama, mas as conversas não avançaram .

    Segundo o jornal O Globo, o interesse da plataforma em contar com Marina existia desde as primeiras etapas de desenvolvimento do projeto, iniciado em 2020. No entanto, ela não conseguiu conciliar sua agenda profissional com o cronograma da produção. Com direção de Joana Jabace, as gravações estão previstas para começar em setembro.

    Escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, a novela terá 40 capítulos e será ambientada no Rio de Janeiro contemporâneo. A história é inspirada em quatro obras de Nelson Rodrigues: “Bonitinha, mas Ordinária”, “A Mulher sem Pecado”, “Toda Nudez Será Castigada” e “Os Sete Gatinhos”.

    Marina interpretaria Maria Cecília, personagem de “Bonitinha, mas Ordinária”. Na adaptação, ela seria uma jovem de aparência conservadora que mantém um comportamento distante da imagem que projeta e se envolve com o cunhado, Peixoto, papel escalado para Eduardo Sterblitch. Alexandre Nero viverá Werneck, pai da personagem.

    Marina deixou de ter contato fixo com a Globo em 2024, após ser a vilã de “Fuzuê” (2023). A jovem decidiu explorar novos caminhos e recusou uma renovação de vínculo na época.Nos últimos meses, ela se dedicou para trabalhos no streaming. O principal deles foi a série “Tremembé”, na qual interpreta Suzane von Richthofen, condenada por matar os pais em 2002.

    Marina Ruy Barbosa deixa novela do Globoplay inspirada em obras de Nelson Rodrigues

  • De olho na Copa, Ancelotti deve testar elenco inteiro contra Panamá

    De olho na Copa, Ancelotti deve testar elenco inteiro contra Panamá

    PEDRO LOPES E IGOR SIQUEIRA
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O amistoso deste domingo (31) entre Brasil e Panamá, às 18h30, no Maracanã, é parte decisão política da CBF, e parte despedida. Apesar disso, é considerado pela comissão técnica um teste relevante para a Copa do Mundo. Por isso, Carlo Ancelotti deve usar o elenco inteiro, pelo menos por alguns minutos.

    A ideia da comissão técnica é trocar todos os jogadores de linha da seleção no decorrer da partida, evitando desgaste físico e observando todos os atletas disponíveis -são 19 jogadores de linha, já que o vigésimo, Neymar, está lesionado.

    Pensando nisso, as duas seleções concordaram em permitir 11 substituições ao longo da partida. Do lado brasileiro, é altamente provável que pelo menos dez sejam utilizadas.

    O Brasil começa a partida com Alisson; Wesley, Bremer, Leo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Matheus Cunha, Vini Jr., Raphinha e Luiz Henrique.

    Existe aí um desafio a ser superado. Sem a defesa titular – Marquinhos e Gabriel Magalhães disputaram a final da Champions League ontem – Ancelotti contará com dois zagueiros no banco da seleção hoje, Danilo e Ibañez.

    Acontece que os dois também são as opções do italiano para a lateral-direita. Em um cenário com os 10 jogadores de linha reservas em campo, o treinador teria que escalar Fabinho na lateral, função que ele não desempenha há anos. Ou alterar seu esquema tático.

    A atenuante é o adversário mais frágil, o Panamá. O adversário foi escolhido justamente para permitir testes e facilitar uma boa despedida, mas também para emular um adversário do grupo do Brasil na Copa, o Haiti.

    Depois do amistoso diante do Panamá, a seleção brasileira embarca para Nova Jersey, nos EUA, às 20h da segunda-feira. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Martinelli se juntarão ao grupo lá.

    No dia 6, novo amistoso diante do Egito, em Cleveland. A seleção estreia na Copa do Mundo dia 13 de junho, diante do Marrocos, em Nova Jersey.

    De olho na Copa, Ancelotti deve testar elenco inteiro contra Panamá

  • Neta de Carlos Alberto de Nóbrega celebra fim da quimioterapia após cirurgia contra câncer

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega celebra fim da quimioterapia após cirurgia contra câncer

    Ela, que recebeu o diagnóstico de um carcinoma mamário invasivo com metástase óssea em 2025, compartilhou nas redes sociais imagens da festa que marcou o fim das sessões de quimioterapia.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Bruna Furlan, 25, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, celebrou uma etapa importante de seu tratamento contra o câncer de mama. Ela, que recebeu o diagnóstico de um carcinoma mamário invasivo com metástase óssea em 2025, compartilhou nas redes sociais imagens da festa que marcou o fim das sessões de quimioterapia.

    “Um mês desse dia tão gostoso. Primeira comemoração de muitas”, escreveu ela em uma publicação feita na sexta-feira (29).

    Nas últimas semanas, Bruna também passou por uma mastectomia bilateral, procedimento que remove as duas mamas. Segundo a influenciadora, a cirurgia incluiu a colocação de próteses e a retirada de linfonodos da axila.

    “Removi por completo as duas mamas e coloquei prótese também nas duas. A cirurgia foi ótima, foi um sucesso”, contou. Ela explicou ainda que os linfonodos foram retirados pela mesma incisão utilizada na cirurgia das mamas, o que ajudou a minimizar as cicatrizes.

    Durante a recuperação, Bruna Furlan tem dividido atualizações com os seguidores. Cinco dias após o procedimento, ela relatou ter retirado os drenos utilizados no pós-operatório, etapa que classificou como um grande alívio. “Agora estou mais dolorida, claro, tem dores e desconfortos, mas remover os drenos já ajudou bastante”, afirmou.

    A influenciadora também disse ter ficado satisfeita com o resultado da cirurgia e com a redução do inchaço e contou ter retomado aos poucos a rotina. Apesar da melhora, segue tomando cuidados específicos durante a recuperação, especialmente para evitar movimentos bruscos com os braços enquanto a cicatrização não é concluída.

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega celebra fim da quimioterapia após cirurgia contra câncer