Autor: REDAÇÃO

  • Refinaria na Arábia Saudita é atingida por drones iranianos

    Refinaria na Arábia Saudita é atingida por drones iranianos

    A refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, foi hoje alvo de um ataque de drones, anunciou o Ministério da Defesa do reino, tendo as autoridades abatido as aeronaves que se aproximavam

    A Arábia Saudita é dos países do Golfo que têm sido alvo de ataques do Irã desde sábado, em retaliação pela ofensiva de grande envergadura que os Estados Unidos e Israel têm em curso contra a República Islâmica.

    Um porta-voz militar saudita fez o anúncio do ataque à refinaria através da agência estatal Saudi Press Agency, segundo a agência norte-americana AP.

    A agência especializada Bloomberg noticiou que a refinaria parou após o forte ataque.

    Vídeos compartilhados na internet a partir do local pareceram mostrar uma espessa nuvem de fumaça subindo após o ataque, destacou a AP.

    Mesmo os drones interceptados com sucesso causam detritos que podem provocar incêndios e ferir quem se encontra no solo.

    A refinaria de Ras Tanura, localizada no Golfo, é uma das maiores da região, com capacidade para 550.000 barris de petróleo bruto por dia, segundo a agência francesa AFP.

    Refinaria na Arábia Saudita é atingida por drones iranianos

  • Acordo entre Marçal e Datena encerra processo por cadeirada em debate

    Acordo entre Marçal e Datena encerra processo por cadeirada em debate

    Tibunal de Justiça de São Paulo homologou acordo entre o apresentador e o empresário para encerrar processos referentes à agressão durante campanha eleitoral

    Um acordo entre as partes encerrou o processo na Justiça movido pelo influenciador Pablo Marçal contra o apresentador José Luiz Datena pela agressão no debate da TV Cultura entre candidatos à Prefeitura de São Paulo em setembro de 2024. O apresentador, que concorria ao cargo pelo PSDB, usou uma cadeira para agredir o candidato do PRTB. O influenciador pedia R$ 100 mil em indenização por danos morais.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) homologou o termo nesta sexta-feira, 27 de fevereiro. O acordo também encerra outros processos na Justiça entre Datena e Marçal e tem cláusulas confidenciais.

    No processo, Marçal alegou que Datena “cometeu uma grave violação aos seus direitos de personalidade, atingindo sua honra, sua imagem e sua integridade física e moral”. Segundo o influenciador, a postura do candidato do PSDB foi “uma afronta direta ao processo democrático, colocando em risco a integridade do debate público”.

    O processo permaneceu parado por meses por entraves na citação a José Luiz Datena. Em outubro do ano passado, as defesas de Marçal e Datena se reuniram e selaram um acordo para encerrar outros processos na Justiça envolvendo as partes. Em outras ações, Datena é quem processava Marçal por ofensas como “comedor de açúcar” e insinuações de que o apresentador havia sido condenado por abuso sexual.

    “Tanto José Luiz Datena quanto Pablo Marçal consignam que o presente instrumento não importa confissão de culpa, reconhecimento de ilícito ou assunção de responsabilidade, representando tão somente a irrestrita e ampla declaração de retratação e perdão”, diz um extrato do acordo homologado.

    Marçal vinha provocando Datena nos dias anteriores ao debate da TV Cultura. Duas semanas antes, em um encontro organizado pela TV Gazeta, o então candidato pelo PRTB insinuou que o apresentador havia vendido sua desistência em corridas eleitorais anteriores. A declaração levou Datena a sair de seu púlpito e se aproximar do influenciador, empunhando o dedo em riste.

    A troca de farpas continuou nos dias seguintes. No primeiro bloco do debate da TV Cultura, Marçal chamou o candidato do PSDB de “jack”, gíria para se referir a abusadores sexuais. No penúltimo bloco do evento, o influenciador voltou a provocar Datena citando suas desistências em outras disputas pela Prefeitura paulistana. “Que hora você vai parar?”, perguntou Marçal. “Você não é homem nem para fazer isso”, seguiu o ex-coach, sofrendo a agressão em seguida.

    A cadeirada levou à interrupção da transmissão do debate. Na volta do intervalo forçado, o apresentador Leão Serva anunciou a expulsão de Datena e chamou o ato de “um dos eventos mais absurdos da história da televisão brasileira”.

    Pablo Marçal foi condenado à inelegibilidade pela Justiça Eleitoral pelo caso do “concurso de cortes”, em que propunha remuneração a quem divulgasse vídeos que o promovessem. O ex-candidato pelo PRTB busca reverter a proibição de concorrer a cargos eletivos recorrendo desta e de outras condenações.

    No mês passado, a ação movida por Guilherme Boulos (PSOL) contra Marçal pela divulgação de um laudo falso às vésperas das eleições foi suspensa por dois anos em um acordo com a promotoria.

    Acordo entre Marçal e Datena encerra processo por cadeirada em debate

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  • NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

    NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

    Os astronautas da NASA só poderão caminhar em solo lunar com a missão Artemis IV, que agora foi adiada para 2028. A missão Artemis III servirá agora para testar equipamento e, de acordo com o administrador Jared Isaacman, ajudará a conferir uma cama extra de proteção aos astronautas

    O atual administrador de NASA, Jared Isaacman, anunciou no final da semana passada que a agência espacial norte-americana decidiu fazer alterações ao programa Artemis. As alterações dizem respeito à missão que voltará a colocar humanos na Lua, que fica assim adiada para 2028.

    Até aqui estava previsto que este regresso da NASA à Lua acontecesse com a missão Artemis III, com a agência decidindo adiar a ocasião para a missão Artemis IV.

    Ao invés de enviar humanos para a Lua, a nova missão Artemis III terá como objetivo testar pelo menos um dos “landers” que será usado para explorar a superfície lunar.

    A mudança de planos acontece em um momento em que a missão Artemis II tem sofrido adiamentos sucessivos devido a problemas verificados no foguete Space Launch System (SLS).

    A missão Artemis II, que estava originalmente apontada para o começo de fevereiro, está agora prevista para o dia 1 de abril.

    Em coletiva de imprensa, Isaacman justificou esta alteração de planos com o desejo de dar aos astronautas uma camada extra de segurança – notando que o intervalo de tempo entre a Artemis II e a Artemis III era muito grande. O administrador da NASA disse também que estas mudanças estavam a ser discutidas internamente há algum tempo.

    NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

  • Mendonça dispensa pastor, cunhado de Vorcaro, de depor em CPI

    Mendonça dispensa pastor, cunhado de Vorcaro, de depor em CPI

    Fabiano Zettel é casado com Natalia Vorcaro, irmã de Vorcaro; empresário é pastor da igreja da Lagoinha e foi o maior doador das campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2022

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça desobrigou o cunhado de Daniel Vorcaro, o empresário Fabiano Zettel, de depor na CPI do Crime Organizado. Ele foi convocado na última quarta-feira (25), assim como os irmãos do ministro Dias Toffoli e autoridades do governo Jair Bolsonaro, como o ex-ministro Paulo Guedes.

    Zettel foi desobrigado de depor sob os mesmos argumentos que Mendonça apresentou ao isentar os irmãos de Toffoli da obrigação.

    Casado com Natalia Vorcaro, irmã do banqueiro, Zettel é pastor da igreja da Lagoinha e foi o maior doador das campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2022.

    No caso Master, ele é investigado por supostamente ter participação em fundo de investimentos que ficou sócio de Toffoli e irmãos no resort Tayayá, caso revelado pela Folha. Na ocasião, a defesa de Zettel alegou que ele tem atividades empresariais conhecidas e lícitas, sem relação alguma com a gestão do Banco Master.

    Ele também foi diretor da Super Empreendimentos, empresa que em 2024 adquiriu a casa de R$ 36 milhões, que ficou conhecida como hub de Vorcaro em Brasília.

    Na quinta-feira, (26), Mendonça havia aceitado pedido das defesas de José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro Dias Toffoli, de não comparecer à comissão. O argumento deles é que os requerimentos evidenciariam que eles foram convocados na condição de investigados, e não de testemunhas.

    “Revela-se inafastável a garantia constitucional de qualquer investigado contra a autoincriminação, direito fundamental expressamente consagrado no art. 5º, LXIII, da Constituição da República”, disse o ministro, em sua decisão.

    O ministro decidiu “afastar a obrigatoriedade de comparecimento, transmudando-a em facultatividade, deixando a cargo dos requerentes a decisão de comparecer, ou não, à ‘CPI do Crime Organizado’”. E, caso aparecessem, que tivessem o direito de permanecer em silêncio e não ter que dizer a verdade ou sofrer constrangimentos por isso.

    A expectativa na CPI do Crime Organizado é que Mendonça libere mais convocados sob o mesmo argumento. Nesta sexta (27), outro que teve o status da convocação alterado para facultativo foi o advogado Paulo Humberto Barbosa, que adquiriu a participação dos Toffoli no Tayayá.

    Mendonça dispensa pastor, cunhado de Vorcaro, de depor em CPI

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  • Grêmio aproveita expulsão, vence Grenal 450 e fica perto do título gaúcho

    Grêmio aproveita expulsão, vence Grenal 450 e fica perto do título gaúcho

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Grêmio venceu o Grenal 450 e fez 3 a 0 no Internacional no primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho, disputado neste domingo (1), na Arena do Grêmio.

    Enamorado, Amuzu e Carlos Vinicius marcaram os gols do Tricolor. Já Bernabei foi expulso no primeiro tempo após fazer falta em Amuzu. Com um a mais, o Grêmio fez três gols.

    Grêmio sai na frente na final. A vitória confortável, com três gols de vantagem, dá ao Tricolor a chance de chegar mais tranquilo para o jogo de volta. Além disso, o tricolor chega a sua 143ª vitória no clássico.

    Para reverter o resultado, o Inter terá de vencer por 3 (para levar aos pênaltis) ou mais gols de vantagem, feito que não acontece desde 1997, quando o Colorado venceu o rival por 5 a 2, no Grenal 335.

    Grêmio e o Internacional só voltam a campo no próximo domingo (8), às 18h00 (Brasília), no Beira-Rio, pelo jogo de volta da final.

    EXPULSÃO DE BERNABEI MUDOU RUMO DO JOGO

    O primeiro tempo estava equilibrado, até o lateral colorado ser expulso por falta em Amuzu aos 31 minutos. Por ser o último homem, levou o vermelho direto. A partir deste lance, o tricolor dominou o jogo, marcando logo depois, aos 38 e 45 minutos, e exigindo que Rochet deixasse a desvantagem somente em dois gols. Ao longo da primeira metade, houve várias discussões entre os jogadores e as comissões técnicas de Inter e Grêmio.

    O segundo tempo foi de poucas oportunidades, mas Grêmio aproveitou para ampliar. As mudanças no intervalo trouxeram mais estabilidade para o Inter, que sofria desde a expulsão de Bernabei. Ainda assim, viu o rival ampliar a vantagem em um descuido de Alan Patrick, que foi desarmado no campo de defesa e viu Carlos Vinicius cavar por cima de Rochet para sacramentar a vitória.

    LANCES IMPORTANTES

    Polêmica com arbitragem. Aos 13 minutos, Arthur e Borré se esbarraram e o atacante do Inter sentiu e pediu atendimento. O juiz não marcou nada, mas jogadores e comissão técnica do Colorado pediram revisão. O VAR não chamou.

    Bernabei é expulso. Aos 31 minutos, após cobrança de falta do Inter na barreira, o Grêmio conseguiu um contra-ataque e deixou Amuzu sozinho em direção ao gol. Bernabei era o último homem, fez a falta e foi expulso por Daronco.

    Enamorado abre o placar. Aos 38, depois de escanteio para o Grêmio, Borré afastou mal e deu nos pés de Enamorado. Da meia-lua, o atacante tricolor bateu colocado e forte no ângulo de Rochet para dar vantagem ao tricolor.

    Grêmio segue pressionando. Aos 42, após passe em profundidade ser desviado, a bola sobrou para Carlos Vinicius, que entrou na grande área e bateu forte, forçando Rochet a espalmar a bola.

    Tricolor amplia no final do primeiro tempo. Após dividida, aos 45 minutos, a bola sobrou para Amuzu sozinho no campo de ataque, que disparou e bateu no canto de Rochet.

    Polêmica no gol. O Inter reclamou de uma possível falta sofrida por Ronaldo, em um carrinho de Noriega. O VAR não chamou e o gol foi validado.

    Tricolor quer o terceiro. Já nos acréscimos, Amuzu foi lançado sozinho na ponta. Avançou, cortou para o meio e bateu, mas parou em Rochet, que espalmou para escanteio.

    Grêmio amplia vantagem. Aos 22 minutos do segundo tempo, Arthur desarmou Alan Patrick no campo de ataque, deixando a bola nos pés de Amuzu. O camisa 9 deixou Carlos Vinicius na cara do gol, que cavou em Rochet. Após bater na trave, a bola passou por cima da linha.

    GRÊMIO

    Weverton; Pavon, Gustavo Martins, Viery e Marlon; Noriega, Arthur (Tiaguinho) e Monsalve (Willian); Enamorado (Tetê), Amuzu (Gabriel Mec) e Carlos Vinicius (André Henrique).T.: Luís Castro

    INTERNACIONAL

    Rochet; Bruno Gomes (Braian Aguirre), Gabriel Mercado, Félix Torres e Bernabei; Ronaldo (Vitor Gabriel), Paulinho Paula e Alan Patrick (Bruno Tabata); Vitinho, Carbonero (Alan Rodríguez) e Rafael Borré (Alerrandro).T.: Paulo Pezzolano

    Local: Arena do GrêmioPúblico: 50.166 presentes
    Árbitro: Anderson Daronco
    Assistentes: Rafael da Silva Alves e Michael Stanislau
    VAR: Daniel Nobre BinsCartões amarelos: Mercado, Vitinho, Borré e Paulinho (INT)
    Cartões vermelhos: Bernabei (INT)Gols: Enamorado, Amuzu e Carlos Vinicius (GRE)

    Grêmio aproveita expulsão, vence Grenal 450 e fica perto do título gaúcho

  • "Trump está arrastando EUA para guerra que o povo não quer", diz Kamala

    "Trump está arrastando EUA para guerra que o povo não quer", diz Kamala

    Kamala Harris considerou que Donald Trump está arrastando os EUA “para uma guerra que o povo não quer” e descreveu o ataque ao Irã como uma ação de “imprudência disfarçada de determinação”

    A ex-vice-presidente dos Estados Unidos e candidata nas últimas eleições presidenciais norte-americanas, Kamala Harris, considerou que “Donald Trump está forçando o país entrar em uma guerra sem necessidade, após os ataques contra o Irã.

    “Donald Trump está arrastando os Estados Unidos para uma guerra que o povo norte-americano não quer. Me deixem ser clara: sou contra uma guerra de mudança de regime no Irã, e as nossas tropas estão sendo postas em perigo em nome da guerra escolhida por Trump”, começou considerando em um comunicado emitido na noite de sábado.

    Para a ex-vice-presidente, “esta é uma aposta perigosa e desnecessária com vidas americanas que põe também em risco a estabilidade na região” e a “posição” dos Estados Unidos no mundo. 

    “O que estamos testemunhando não é força. É imprudência disfarçada de determinação. Sei da ameaça que o Irã representa, e nunca devem ter permissão para possuir uma arma nuclear, mas esta não é a forma de desmantelar essa ameaça”, disparou.

    Kamala Harris recordou que, durante a campanha para as eleições presidenciais de 2024, Donald Trump “prometeu acabar com as guerras em vez de as iniciar”, acusando-o de mentir. 

    Lembrou, ainda, que Trump afirmou, no ano passado, que “aniquilou” o programa nuclear do Irã, sendo essas declarações também “uma mentira”. 

    Destacando que é necessário ter “uma visão realista do que aí vem” e que Trump “já disse que este conflito pode provocar baixas norte-americanas”, Kamala Harris disse estar “rezando por todos” os “militares, homens e mulhers”, que “estão realizando missões periogsas com uma habilidade, disciplina e precisão excecionais”. 

    “As nossas tropas merecem um comandante-chefe que aborde as decisões sobre assuntos de guerra e paz com a mesma firmeza e disciplina que as nossas tropas demonstram todos os dias”, disse.

    “De acordo com a Constituição dos Estados Unidos, o presidente deve receber autorização do Congresso para entrar em guerra. Mas mesmo que a tivesse, isso não altera o fato de que esta ação é imprudente, injustificada e não apoiada pelo povo americano. Não pode haver ambiguidade na nossa oposição à guerra escolhida por Donald Trump, e o Congresso deve usar todo o poder disponível para o impedir de nos comprometer ainda mais com este conflito. As nossas tropas, os nossos aliados e o povo americano não merecem menos”, rematou.

    Vale destacar que Israel e os Estados Unidos iniciaram há 24 horas uma vasta operação militar contra o Irã de que resultou já a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, incluindo o líder supremo, Ali Khamenei.

    O presidente norte-americano deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel. Em pronunciamento, Trump informou que militares dos Estados Unidos morreram nas ações do país norte-americano, mas não citou o número de mortos.

    "Trump está arrastando EUA para guerra que o povo não quer", diz Kamala

  • Simone Mendes revela susto após hotel em Dubai ser atingido por míssil

    Simone Mendes revela susto após hotel em Dubai ser atingido por míssil

    Cantora explicou que soube do ataque logo depois de aterrissar em São Paulo, já de volta ao Brasil; Simone e a família haviam embarcado para casa um dia antes do ocorrido

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Simone Mendes contou aos seguidores que viveu momentos de apreensão após descobrir que o hotel onde estava hospedada, em Dubai, foi atingido por um míssil. A artista explicou que soube do ataque logo depois de aterrissar em São Paulo, já de volta ao Brasil.

    Segundo Simone, ela e a família haviam embarcado para casa um dia antes do ocorrido. Pouco depois do pouso, receberam a informação de que um dos mísseis disparados durante o conflito envolvendo Irã, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos atingiu justamente um dos hotéis da cidade –o mesmo em que estavam hospedados durante a viagem.

    Emocionada, a cantora afirmou que sentiu alívio ao perceber que havia deixado o país antes do agravamento da situação e do fechamento dos aeroportos. “Nessas horas, a gente entende o livramento”, declarou, agradecendo por ter retornado em segurança.

    Apesar de já estar longe da área afetada, Simone admitiu que o impacto da notícia foi grande. Ela relatou que, conforme a informação foi sendo assimilada, bateu um aperto no coração ao imaginar que poderia estar no local no momento do ataque. Também demonstrou preocupação com as pessoas que conheceu durante a estadia e que permaneceram na região.

    A artista estava em Dubai desde o início da semana para um período de descanso após o Carnaval. Simone é casada há 13 anos com Kaká Diniz, com quem tem dois filhos, Henry, de 10 anos, e Zaya, de 5. A viagem fazia parte de dias de férias em família.

    Simone Mendes revela susto após hotel em Dubai ser atingido por míssil

  • Manifestações bolsonaristas foram marcadas por 'flopada histórica', diz líder do governo

    Manifestações bolsonaristas foram marcadas por 'flopada histórica', diz líder do governo

    De acordo com um relatório da USP, a manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, teve a participação de aproximadamente 20,4 mil pessoas; n Rio de Janeiro, foram 4,7 mil pessoas estimadas

    O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), afirmou que o ato “Acorda Brasil”, realizado neste domingo, 1, em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), \”foi marcado por uma flopada histórica\”. A declaração foi publicada na rede social X.

    “As manifestações bolsonaristas foram marcadas por uma flopada histórica e vergonhosa. O povo cansou de discursos vazios, de ódio e de manipulações que não resolvem os problemas reais do Brasil”, escreveu o parlamentar.

    Guimarães acrescentou: “A verdade é que a maioria quer trabalho, comida na mesa e respeito à democracia. O Brasil acordou e não aceita mais ser enganado por essa gente.”

    De acordo com um relatório de especialistas da Universidade de São Paulo (USP), a manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, teve a participação de aproximadamente 20,4 mil pessoas.

    No Rio de Janeiro, foram 4,7 mil pessoas estimadas.

    Manifestações bolsonaristas foram marcadas por 'flopada histórica', diz líder do governo

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  • Quem poderá suceder a Ali Khamenei? Um a um, veja os favoritos

    Quem poderá suceder a Ali Khamenei? Um a um, veja os favoritos

    Após a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, surgiram quatro nomes de possíveis sucessores para o cargo político mais importante do Irã: Alireza Arafi, Mohammad Mehdi Mirbageri, Hassan Khomeini e Moytaba Khamenei

    O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante os ataques da operação conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o país, no último sábado. A confirmação da sua morte chegou na madruga de domingo, dia 1 de março, através de uma televisão estatal.

    Ali Khamenei, de 86 anos, estava no poder há 36 anos.

    Depois de ter participado nos protestos de 1978 que antecederam a Revolução Iraniana, no ano seguinte, Khamenei tornou-se um aliado próximo do então líder supremo Ruhollah Khomeini.

    Em 1989, após a morte de Ruhollah Khomeini, Khamenei, e apesar de não ser o favorito, foi escolhido para ser o líder supremo do Irão.

    Agora, quem são os favoritos para suceder Khamenei?

    Na verdade, 36 anos depois, também não há um favorito para ocupar o cargo de líder supremo, que é a mais alta autoridade política do Irã. No entanto, há quatro nomes que são apontados como possíveis sucessores.

    A eleição do líder exige a maioria dos votos dos representantes presentes na sessão, ou seja, metade mais um.

    Alireza Arafi 

    Alireza Arafi, de 67 anos, foi nomeado para membro provisório do Conselho de Discernimento do Interesse Superior do Regime iraniano após a morte de Ali Khamenei, sendo para já o líder supremo interino. 

    Atualmente, é presidente do Centro de Gestão dos Seminários Islâmicos do país, membro do Conselho de Guardiões e segundo vice-presidente da Assembleia de Peritos.

    Era um homem de confiança de Khamenei, tendo começado a ganhar destaque com a ascensão do então líder supremo, em 1989.

    Meios de comunicação iranianos descreveram Arafi como um cruzamento entre autoridade religiosa e influência política que define a estrutura de poder do Irão, mas supostamente não tem ligações com as Forças Armadas.

    Notícias ao Minuto Alireza Arafi
    © Reprodução X

    Mohammad Mehdi Mirbageri

    Mohammad Mehdi Mirbageri, com cerca de 60 anos, é o segundo nome apontado. É um clérigo ultraconservador e é opositor do Ocidente. Está à frente da Academia de Ciências Islâmicas de Qom e é membro da Assembleia de Especialistas.

    O seu nome tem sido mencionado ao longo de vários anos como um possível sucessor de Khamenei.

    Notícias ao Minuto Mohammad Mehdi Mirbageri© Reprodução X

    Hassan Khomeini

    Um outro nome apontado é o de Hassan Khomeini, de 53 anos. É neto do fundador da República Islâmica, Ruhollah Khomeini

    Nunca ocupou cargos importantes no Irã, sendo, atualmente, o guardião do Mausoléu de Khomeini, nos arredores de Teerã.

    É considerado um moderado e tem apoiado políticos dessa corrente, na defesa de uma abertura controlada do país.

    Notícias ao Minuto Hassan Khomeini© Kaveh Kazemi/Getty Images  

    Moytaba Khamenei

    Por fim, Moytaba Khamenei, de 56 anos. Moytaba é o segundo filho mais velho de Ali Khamenei e é apontado há vários anos como o sucessor do pai.

    É-lhe atribuída uma grande influência política e junto de forças armadas como a Guarda Revolucionária. Embora nunca tenha tido cargos públicos de grande relevo, era ele quem coordenava o gabinete do pai, tendo contatos importantes.

    No entanto, o fato de ser filho do então líder supremo, não joga a seu favor.

    Uma das justificativas para a Revolução Iraniana de 1979 contra o governo do xá Reza Pahlavi foi combater a hereditariedade do antigo regime. Se Moytaba Khamenei fosse eleito como líder supremo poderia ser visto como um golpe às bases dessa revolução.

    Notícias ao Minuto Moytaba Khamenei© Reprodução X  

    Quem poderá suceder a Ali Khamenei? Um a um, veja os favoritos

  • Nikolas diz que futuro de Moraes é na cadeia, e Malafaia chama ministro de ditador em ato

    Nikolas diz que futuro de Moraes é na cadeia, e Malafaia chama ministro de ditador em ato

    Manifestantes bolsonaristas miram o STF, pedem prisão de Moraes e impeachment de Toffoli; em tom eleitoral, Flávio lembra ser preciso formar maioria no Senado para haver impeachment dos ministros

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que o futuro do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), é a cadeia durante manifestação na avenida Paulista realizada neste domingo (1º). “O destino do Alexandre de Moraes não é impeachment, não. O destino do Alexandre de Moraes é cadeia”, afirmou Nikolas, que convocou o ato com o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”.

    Ele também chamou o ministro de “pateta”, disse “como sou crente, não posso xingar”, mas, em seguida, chamou o ministro de panaca. Por fim, puxou um coro de “fora, Toffoli”.

    Em um discurso inflamado contra Moraes, o pastor Silas Malafaia chamou o ministro de ditador e o acusou de corrupção no caso do Banco Master, afirmando que a mulher do magistrado teve um contrato com o banco.

    Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniram, neste domingo (1º), na avenida Paulista, em São Paulo, em uma manifestação que teve, entre os alvos de críticas, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em especial Moraes e Toffoli. O motivo é a ligação de ambos os ministros com o caso Master, que provocou uma crise na corte.

    Uma faixa foi disposta na entrada do parque Trianon chamando o STF de “Supremo Tirano Federal”. Em frente ao Masp, foi posicionado um boneco inflável de Bolsonaro com uma mordaça na boca, na qual aparece escrito “falem por mim”. O ex-mandatário está preso na Papudinha, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado.

    A manifestação, porém, teve forte tom eleitoral em apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Ele também esteve na avenida Paulista e fez críticas ao STF. Sem citar nominalmente nenhum ministro, Flávio disse ser favorável ao impeachment “de qualquer ministro do Supremo que descumprir a lei”.

    “Nosso alvo nunca foi o Supremo, que é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia”, disse ele, acrescentando ser necessário formar maioria no Senado para conseguir o impeachment de ministros do STF.

    Ex-dono do Master, Daniel Vorcaro é suspeito de fraudar o sistema financeiro nacional. O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria da investigação sobre o caso neste mês. Toffoli foi citado no relatório da Polícia Federal, no contexto de uma troca de mensagens entre o banqueiro e seu cunhado, Fabiano Zettel.

    Eles discutiam pagamentos para a empresa Maridt, que tinha Toffoli como um dos sócios. Em 2021, essa empresa vendeu cotas de um resort para um fundo de investimentos ligado a Zettel.

    Em paralelo, o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, firmou um contrato com o Master, prevendo o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês, durante três anos.

    O Monitor do Debate Político da USP e a ONG More in Common estimaram a presença de 20,4 mil pessoas na manifestação em seu horário de pico, por volta das 15h53. A margem de erro é de 12%, o que significa que o público foi de 18 mil a 22,9 mil pessoas.

    Segundo a contagem, feita a partir de fotos aéreas analisadas com um software de inteligência artificial, a manifestação teve menos da metade do público do ato pró-anistia de 7 de setembro de 2025 –na ocasião, foram contabilizadas 42,4 mil pessoas no momento de pico.

    Nikolas diz que futuro de Moraes é na cadeia, e Malafaia chama ministro de ditador em ato

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