Autor: REDAÇÃO

  • Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

    Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

    Senador informou em ofício à Casa que estaria fora do País entre 24 e 28 de maio; pré-candidato à Presidência esteve nos Estados Unidos e se encontrou com Donald Trump

    O Senado Federal informou nesta quarta-feira, 27, que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não apresentou requerimento de missão oficial com despesas para a Casa. Na última quinta-feira, 21, ele protocolou ofício comunicando ausência do País no período de 24 a 28 de maio.

    Pelo regimento interno do Senado, a apreciação dos requerimentos de licença para missão é exigida apenas quando os custos da viagem, seja no País ou no exterior, ficam a cargo da Casa. Nesses casos, a Mesa Diretora delibera sobre os pedidos.

    Flávio viajou aos Estados Unidos e postou foto ao lado do presidente Donald Trump, na Casa Branca, na terça-feira, 26. Ele afirmou que a visita era um “reconhecimento” de Trump de que sua candidatura é “séria”, “sólida” e “confiável“, e que quis oferecer uma “alternativa” aos EUA de um presidente “aliado.

    Segundo o senador, não houve declaração de apoio de Trump a sua pré-campanha presidencial. A viagem ocorreu duas semanas após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser recebido pelo presidente americano.

    Flávio afirmou ter se reunido nesta quarta-feira com o vice-presidente americano, J.D. Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio. Segundo o senador, as conversas serviram para ele reforçar o pedido de classificar as organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas.

    Indagado sobre por que a Casa Branca não se pronunciou sobre o encontro, Flávio afirmou: “Não sei, só sei que estou muito honrado em ser recebido pelas mais altas autoridades da maior democracia do mundo. Demonstra preocupação com o que está acontecendo no Brasil”.

    A viagem do pré-candidato foi analisada pelo governo Lula como uma tentativa de fugir do escândalo do Banco Master. Para interlocutores do presidente ouvidos pela Coluna do Estadão, o senador tenta “desesperadamente” “mudar de assunto” em relação a seus elos com o banqueiro Daniel Vorcaro.

    Ele tenta reverter crise em sua pré-campanha causada por revelações de pedidos de dinheiro a Vorcaro, preso e investigado por fraudes financeiras do Banco Master.

    Segundo reportagem publicada pelo site Intercept Brasil, cerca de R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões acertados entre Flávio e Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, foram repassados entre fevereiro e maio de 2025.

    Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

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  • EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

    EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

    Decisão foi divulgada pelo Departamento do Estado e ignora tentativa do Brasil de barrar rotulação. Governo Lula buscava negociar um pacote com Trump para combater o crime organizado

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Os Estados Unidos decidiram determinar que o CV (Comando Vermelho) e PCC (Primeiro Comando da Capital) são organizações terroristas, nesta quinta-feira (28).

    A decisão acontece após a visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, ao presidente Donald Trump, além de outros membros do gabinete americano, como Marco Rubio, do Departamento do Estado, e JD Vance, vice-presidente dos EUA.

    Pelas redes sociais, Rubio afirmou que as organizações criminosas “são as mais perigosas do Brasil”. “Seu alcance se etende por toda a nossa região e ao nosso país. A administração Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o financiamento e recursos narcoterroristas.”

    Em entrevista a jornalistas na quarta-feira, Flávio tinha dito que Rubio pareceu ser favorável à designação. “Ele me pareceu mais favorável a isso”, disse o pré-candidato que afirmou ter passado cerca de 30 minutos com o secretário.

    A decisão já era esperada e, uma reportagem do UOL no início de março mostrou que o martelo já estava batido sobre esta definição. Segundo o The New York Times, em reportagem publicada também em março, os EUA avaliavam a designação após lobby de dois filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, entre eles Flávio e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

    Apesar disso, o governo Lula tentava evitar que esta designação fosse imposta pelos EUA, pelo receio de influenciar nas eleições e interferência americana no Brasil. Lula afirmou que, durante a conversa de mais de três horas que teve com Trump há cerca de 20 dias, o assunto não foi tratado, mas foi entregue a proposta de uma cooperação entre os dois países.

    Chefe da assessoria especial de Lula, Celso Amorim, comentou sobre a designação nesta quinta-feira antes do anúncio. “O crime organizado deve ser combatido com a máxima energia e determinação. Equiparar o crime organizado ao terrorismo, contudo, não é útil. Compreender as motivações é essencial para a eficácia do combate a todas as formas de criminalidade.”

    Em março, em evento em Dallas, no estado dos Texas, Flávio chegou a falar que, se encontrasse com o presidente Donald Trump, não pediria que o PCC e CV fossem considerados terroristas, pois ele mesmo faria isso.

    “Não vou pedir para o Trump designar ninguém, eu vou designar PCC e CV como terroristas. Já que o Lula não teve coragem de fazer”, disse.

    A classificação do que é terrorismo varia em cada país. A versão mais aceita é a que o classifica como uma ação violenta deliberada contra civis que têm por objetivo intimidar a população ou o governo, normalmente em associação a uma causa política e/ou religiosa.

    Segundo o Departamento de Defesa, os EUA classificam grupos terroristas quando eles integram alguns critérios, como a violência e a ameaça ao território americano –as organizações, claro, tem que ser estrangeiras. Antes do anúncio, a pasta já havia manifestado que considerava ambas as organizações como um “perigo” para a região.

    A partir desta designação é criminalizado qualquer tipo de apoio, bloqueio de recursos e isolamento destas organizações. De acordo com o departamento, integrantes destas organizações não podem entrar nos EUA e podem ser expulsos se já estiverem no país.

    Além disso, bancos americanos com contas destes membros devem bloquear fundos ligados ao grupo e reportar ao governo. O Brasil, porém, discorda da denominação, uma vez que no território brasileiro a designação de terrorismo é aplicada para atos violentos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito para provocar terror social generalizado.

    As conversas sobre a possibilidade de designar facções criminosas brasileiras como terroristas acontecem desde o ano passado.

    O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, que participou de um dos encontros com integrantes do governo Trump, afirmou que os americanos não deram espaço para o Brasil apresentar qual a sua interpretação em relação ao terrorismo e apenas solicitaram informações a respeito do funcionamento das facções.

    Ele defende que, apesar dos perigos de crimes praticados pelas organizações, elas não são terroristas, já que o termo só seria aplicado para grupos que praticam atos de terror com objetivo político ou ideológico.

    Apesar dos esforços do governo federal, no ano passado, parlamentares e governadores da direita brasileiros solicitaram ao governo Trump a classificação do Comando Vermelho como grupo terrorista. O governo Cláudio Castro (PL) chegou a enviar um documento para Washington com o pedido. A facção tem origem no Rio de Janeiro.

    Por outro lado, o governo Lula trabalhava para tentar evitar essa classificação e encaminhou, no fim do ano passado, uma proposta para que os países firmassem um acordo para combate ao crime organizado.

    Porém, o governo dos EUA considerou a proposta inadaquada e sugeriu, como mostrou uma reportagem da Folha de S.Paulo, que o Brasil recebesse estrangeiros capturados nos EUA e exigiu um plano para acabar com o PCC e CV.

    Na visão do governo Lula, a designação abriria brecha legal para intervenções dos EUA em território brasileiro. O governo teme ainda a exploração política do tema pelos bolsonaristas durante a campanha eleitoral.

    Oura preocupação é que as leis antiterrorismo dos EUA preveem punições não apenas para as facções, mas também para pessoas e instituições financeiras que possuam ou tenham conhecimento de fundos relacionados a essas organizações.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou em uma série de reportagens, o CV e o PCC já estão presentes em todos os estados brasileiros e exercem hegemonia em ao menos 13 deles. As facções também expandiram sua atuação para além das fronteiras: o CV mantém negócios com ao menos oito países da América Latina, enquanto o PCC tem presença em ao menos 16 nações.

    FACÇÕES NA MIRA DO GOVERNO TRUMP

    O PCC foi incluído em 2021 na lista de organizações designadas do Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA), o que resulta no confisco de todas as propriedades e ativos nos EUA ligadas a seus membros e proibição de instituições e cidadãos americanos de manterem qualquer relacionamento comercial com a facção. Mas o grupo criminoso não foi classificado como organização terrorista.

    Em visita a Brasília em maio do ano passado, o responsável pelo setor de sanções do Departamento de Estado, David Gamble, pediu formalmente que o Brasil adotasse a designação de organizações terroristas para o PCC e CV. Representantes do Ministério da Justiça rejeitaram o pedido.

    A Lei Antiterrorismo brasileira, de 2016, define como atos terroristas aqueles motivados por “xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”.

    A definição do que é terrorismo varia em cada país. A versão mais aceita interacionalmente é a que o classifica como uma ação violenta deliberada contra civis que têm por objetivo intimidar a população ou o governo, normalmente em associação a uma causa política e/ou religiosa.

    Governadores de direita e parlamentares da oposição pressionam pela votação de um projeto de lei de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) que equipara facções criminosas brasileiras a organizações terroristas.

    EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

  • Olivia Rodrigo rebate críticas a look

    Olivia Rodrigo rebate críticas a look

    Cantora apontou suas principais inspirações para os looks e explicou que não tinha a intenção de construir uma estética ‘sexy’

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Olivia Rodrigo, 23, rebateu críticas após usar um vestido “babydoll” durante um show. A cantora dividiu opiniões pelo visual usado no especial Spotify Billions Club, gravado em Barcelona. O look, com um estilo de boneca, deu o que falar por ser considerado “infantilizado” por alguns.

    Olivia lamentou os comentários de que a escolha desse estilo teria sido “inapropriada”. “É realmente perturbador que eu já eu tenha usado looks que são, provavelmente, mais reveladores no palco. […] E isso não foi inapropriado, mas eu totalmente coberta com um vestido que as pessoas consideraram ‘infantil’ foi inapropriado”, disse ela ao podcast do The New York Times. “Eu acho que isso mostra como nós realmente normalizamos a pedofilia na nossa cultura.”

    A artista criticou a sexualização do visual. “É essa retórica que nós, meninas, ouvimos desde que somos muito pequenas, que é: não vista isso porque aí um homem vai sexualizar seu corpo e isso será sua culpa. Isso é muito estranho”, desabafou.

    Ela ressaltou que não quis parecer “sexy” com o vestido e que buscou apenas se inspirar em ícones que admira. “Eu não acho que eu estava sexy com aquilo. Eu só estava tipo: ‘isso é muito legal!’. Eu senti que estava como Kathleen Hanna ou Courtney Love, todas essas pessoas que são minhas heroínas, e me senti descolada e confortável com isso”, pontuou.

    Olivia Rodrigo rebate críticas a look

  • Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, anuncia saída do técnico Jorge Jesus

    Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, anuncia saída do técnico Jorge Jesus

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Jorge Jesus não é mais o treinador do Al-Nassr, da Arábia Saudita, e está oficialmente livre no mercado. O time de Cristiano Ronaldo publicou, nesta quinta-feira, um vídeo para se despedir do técnico português de 71 anos, que não teve o contrato renovado após conquistar a Liga Saudita desta temporada.

    Al-Nassr deixou uma mensagem de agradecimento a Jorge Jesus. “Que jornada, que capítulo. Obrigado, Mister”, escreveu o clube nas redes sociais. O treinador já havia anunciado que não seguiria no comando para 2026/27 após a vitória sobre o Damac, por 4 a 1, quando o clube confirmou o título saudita na última rodada.

    Ídolo do Flamengo, técnico quer voltar ao Brasil, mas não a trabalho. Em entrevista à emissora portuguesa Sport TV, ele manifestou o desejo de passar férias no país, onde conquistou cinco títulos em um ano no comando do Rubro-Negro.

    Recentemente, Jesus falou sobre a recusa à seleção brasileira. Ele admitiu ter errado ao não aceitar o convite feito por Ednaldo Rodrigues, então presidente da CBF, em janeiro de 2025. “Naquele momento considerei que não devia abandonar os desafios que tinha em mãos com o Al-Hilal”, disse em coluna do jornal Record.

    Jorge Jesus fez temporada de sucesso no Al-Nassr. Em um ano de vínculo, o português comandou a equipe em 49 jogos, com 40 vitórias, dois empates e sete derrotas. Com ele, o time voltou a conquistar a Liga Saudita, após sete anos de espera, e foi vice-campeão da AFC Champions League Two -o Gamba Osaka, do Japão, venceu a decisão por 1 a 0.

    Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, anuncia saída do técnico Jorge Jesus

  • Desenrola para empresas já soma R$ 8 bilhões em contratações

    Desenrola para empresas já soma R$ 8 bilhões em contratações

    Nas negociações de pessoa física, os descontos nas dívidas podem variar entre 30% e 90%, com juros limitados a 1,99% ao mês e possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)

    O Programa Novo Desenrola Brasil – Pessoa Jurídica, lançado em maio, já soma mais de R$ 8 bilhões em contratações e cerca de 65 mil operações realizadas. A informação foi dada nesta quinta-feira (28) pelo ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), Paulo Pereira. 

    Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ele destacou que o objetivo da iniciativa federal é melhorar a condição financeira das empresas, com juros mais baixos que os praticados no mercado financeiro e prazos mais longos para pagamento.

    “As pequenas e médias empresas têm muita dificuldade de ter um empréstimo porque elas não têm patrimônio e não tem como garanti-lo. Quando elas conseguem um empréstimo no banco são a juros altíssimos. Então, o governo brasileiro garante o empréstimo para as pequenas e médias empresas e diz para o banco: ‘se a empresa não pagar, pago eu’. Isso a partir do FGO [Fundo de Garantia de Operações], um fundo que garante o empréstimo”, explicou.  

    O programa de reestruturação de dívidas também permite a liquidação total de operações de crédito vigentes, contratadas na própria instituição financeira, por meio do âmbito do Pronampe ou do Procred 360, ou a liquidação total ou parcial, conforme opção do agente financeiro.

    “O pequeno e médio [empreendedor] tem este programa a juros baratos, dois anos de carência e até oito anos para pagar. Então, tem que ir até o seu banco privados ou público e dizer a seu gerente que quer acessar o Pronampe ou o Procred nessa modalidade do Desenrola [Brasil], com mais possibilidade de tomada de empréstimo, mais carência, mais tempo para pagar e juros mais baixos”.

    Outro destaque do ministro é para empresas lideradas por mulheres, que têm condições facilitadas para a tomada de empréstimos, com maior margem de faturamento permitida (até 60%), segundo o ministro.

    O ministro lembrou, ainda, que o Novo Desenrola Brasil para pessoa física também beneficia o empreendedorismo, já que cerca de dois terços dos empreendedores brasileiros atuam na informalidade.

    “Se a senhora que faz tapioca ou é a dona do pequeno salão de beleza quer comprar uma cadeira nova, mas não conseguiu quitar o cartão de crédito e está pagando aqueles juros extorsivos do cartão de crédito, ela pode fazer um financiamento do Procred, pode ter dois anos de carência, depois, pagar aquela dívida cara em até oito anos e limpar o nome dela”.

    Nas negociações de pessoa física, os descontos nas dívidas podem variar entre 30% e 90%, com juros limitados a 1,99% ao mês e possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

    Contrata + Brasil

    Paulo Pereira também explicou o funcionamento do programa Contrata + Brasil, que conecta pequenos empreendedores a órgãos públicos. O objetivo é aumentar a competitividade dos serviços oferecidos visa gerar oportunidades e renda.

    “Ao invés de fazer uma longa licitação, que vai demorar, vai trazer uma empresa grande que não é da região, o diretor de uma escola, por exemplo, recorre ao Contrata + Brasil. Essa ideia é transformadora por aproximar o Estado brasileiro dos pequenos empreendedores, gerando negócios, renda e oportunidades”.

    Inclusão produtiva

    O ministro detalhou ações dedicadas à inclusão produtiva essencial para o desenvolvimento de pequenos e médios negócios.

    Ele mencionou iniciativas de formação e educação voltadas especificamente para o empreendedorismo feminino e negro, como a parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares (Unipalmares), em São Paulo, para a capacitação de mais de 2 mil alunas.

    “A inclusão produtiva é central para o setor. A gente tem feito bastante coisa com foco em formalização, redução de burocracia, aumento de crédito e, olhando para essas linhas mestras, há a expansão do Contrata + Brasil. Todas vão impactar muito nesse segmento.”

    Desenrola para empresas já soma R$ 8 bilhões em contratações

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  • Teerã nega acordo com os EUA para prolongar cessar-fogo

    Teerã nega acordo com os EUA para prolongar cessar-fogo

    A agência de notícias estatal do Irã desmentiu o relato dos EUA sobre um acordo, afirmando que o documento não está finalizado e que, quando isso acontecer, será feito um anúncio público

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo para prolongar o cessar-fogo entre os dois países por mais 60 dias, de acordo com relatos da imprensa americana publicados nesta quinta-feira (28).

    Autoridades dos EUA falaram sob condição de anonimato ao portal Axios e à agência de notícias Reuters em meio a nova troca de fogo na região e a investidas de Israel contra o Líbano.

    Segundo essas autoridades, os dois lados do conflito no Oriente Médio finalizaram um documento se comprometendo com a trégua e estabelecendo um ponto de partida para mais negociações, em especial sobre o destino do urânio altamente enriquecido em posse do Irã. O texto, entretanto, ainda precisaria da aprovação do presidente Donald Trump.

    Horas depois, entretanto, a agência de notícias estatal do Irã desmentiu o relato, afirmando que o documento não está finalizado e que, quando isso acontecer, será feito um anúncio público.

    Trump tem dado declarações contraditórias nos últimos dias, ora insinuando que um acordo está próximo, ora dizendo que a guerra, que já dura três meses, vai continuar por “mais um tempo” -quando iniciou o conflito contra o Irã ao lado de Israel, Trump prometeu que ele duraria, no máximo, seis semanas.

    Ao mesmo tempo, o presidente está sob pressão de aliados no Partido Republicano que são contrários a qualquer acordo de paz que não inclua, de forma decisiva, a retirada ou destruição do urânio enriquecido do Irã.

    O senador Lindsey Graham, influente membro do Congresso americano, disse no último dia 23 que se a guerra chegar ao fim enquanto o país persa “ainda possuir a capacidade de destruir infraestrutura petrolífera dos países do Golfo, o Irã será uma força dominante que necessitará uma solução diplomática. Isso seria uma enorme mudança no equilíbrio de forças na região e, com o tempo, um pesadelo para Israel”.

    Nesta quarta (27), os EUA fizeram novos ataques ao Irã, tendo como alvo um local militar que, segundo autoridades, representava uma ameaça às forças americanas e ao tráfego marítimo comercial no estreito de Hormuz.

    O funcionário, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os militares americanos também interceptaram e abateram vários drones iranianos que representavam ameaça semelhante.

    Horas depois, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado uma base aérea dos EUA, que teria sido de onde partiu a ofensiva contra seu território.

    O Kuwait afirmou durante a madrugada ter respondido a ataques com mísseis e drones e posteriormente condenou as ações iranianas, classificando-as de uma “perigosa escalada”. O Ministério das Relações Exteriores do país ainda exigiu que Irã interrompa os ataques e afirmou que mantém direitos de tomar medidas para preservar sua segurança.

    Teerã nega acordo com os EUA para prolongar cessar-fogo

  • Sthefany Brito diz que terceira gravidez foi um susto

    Sthefany Brito diz que terceira gravidez foi um susto

    Atriz afirma que ficou surpresa com gestação de Filippo por causa da pouca idade do filho caçula. Longe da TV há quatro anos, ela conta que fará laqueadura após o nascimento do bebê

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Casada com o empresário Igor Raschkovscky desde 2018 e mãe de Enrico, de 5 anos, e Vicenzo, de 1 ano e 8 meses, Sthefany Brito entrou na reta final da terceira gravidez. Faltando poucos dias para a chegada de Filippo, a atriz contou que a gestação não estava nos planos do casal.

    “Foi um susto. Ficamos assustados pelo fato de o Vicenzo ainda ser pequeno. Mas já estou achando que vai ser tão maravilhoso, porque vão crescer juntinhos. Enrico está amando a ideia de ser irmão de dois. Filippo não estava nos nossos planos, mas nos planos de Deus. Tenho certeza de que ele vem para completar ainda mais nossa família”, afirmou.

    Sthefany disse que o bebê deve nascer no início de junho, próximo à data de seu aniversário de 39 anos. “No comecinho de junho chega meu presente de aniversário. Faço 39 anos no dia 19. Nunca na vida poderia imaginar presente melhor”, declarou em entrevista ao Globo.

    A atriz também revelou que o parto será por cesariana e afirmou que pretende fazer laqueadura após o nascimento do terceiro filho.

    “Vai ser cesárea porque vou fazer laqueadura. Me baseando na diferença do puerpério do primeiro para o segundo filho, imagino que agora o terceiro será mais tranquilo ainda.”

    Na reta final da gestação, ela relata uma rotina mais intensa e menos tempo para descansar.

    “Mais cansaço e também menos tempo para descansar. Sendo mãe de dois, não dá muito tempo de sentir muita coisa da gravidez. Me sinto mega cansada, exausta mesmo, mas esta reta final parece que me deu um gás e vontade de deixar tudo organizado para a chegada do nosso bebê”, contou a atriz, longe da TV há quatro anos. Seu último trabalho foi na série “Reis”, da Record.

    Sthefany Brito diz que terceira gravidez foi um susto

  • Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

    Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Neymar pode levar de quatro a seis semanas para voltar a jogar futebol em alto nível, segundo o ortopedista Maurício Leite. O atacante do Santos e da seleção brasileira sofreu uma lesão na panturrilha no último dia 17, véspera da convocação dos 26 atletas do Brasil para a Copa do Mundo.

    Ou seja, se o prazo de recuperar for o maior pelo especialista, o jogador só estaria à disposição do time na segunda fase do Mundial, a partir de 28 de junho.
    Assim, é muito difícil que Neymar esteja à disposição de Carlo Ancelotti no início da Copa do Mundo. A estreia do Brasil no Grupo C ocorrerá em 13 de junho, 16 dias contados a partir de quinta. Após essa partida contra Marrocos, em East Rutherford, a equipe enfrentará o Haiti, em 19 de junho, na Filadélfia, e a Escócia, em 24 de junho, em Miami Gardens.

    Nesta quinta-feira (28), o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que o problema na panturrilha direita do jogador é bem mais grave do que diziam o próprio jogador e o Santos.

    Os exames realizados pelo departamento médico da seleção brasileira apontaram uma lesão de grau 2, o que significa que houve ruptura parcial das fibras musculares, não apenas um edema, como dito anteriormente.

    “Ele se apresentou ontem [quarta] aqui na Granja Comary. Fez todos os exames aqui, também os exames complementares [em uma clínica de Teresópolis], com uma ressonância magnética. Foi identificada uma lesão de grau 2 na panturrilha, não apenas um edema. O jogador segue em tratamento. A expectativa é que no prazo de duas a três semanas esteja liberado”, disse Lasmar.

    À reportagem o ortopedista Maurício Leite afirmou que a expectativa é de que o atacante seja liberado para treinos em duas ou três semanas, mas, para jogar em alto nível, ele deverá estar totalmente pronto entre quatro e seis semanas, a partir do dia que se machucou.

    Conforme Leite, as lesões musculares são graduadas de acordo com a gravidade. Na de grau 2, diagnosticada em Neymar, há um dano parcial das fibras musculares. “Não há apenas um estiramento”, diz o médico, que realiza cirurgias no Hospital SOS Mão e Ortopedia, de Recife e é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Americana de Cirurgiões Ortopedistas.

    “Vai ser necessário um tratamento de reabilitação com fisioterapia e um certo repouso para que ele possa estar junto com o time para a Copa do Mundo”, diz.
    André Pedrinelli, médico ortopedista e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, explica que na lesão de grau 2 já acontece ruptura até um vível de 20% das fibras musculares.

    “A evolução clínica depende muito da idade do atleta, tamanho e localização da lesão ou perna dominante de chute ou não e se é é uma lesão nova ou recidiva ou se há outras prévias”, afirma ele, que também estima até seis semanas de recuperçaão.

    André Andrade, ortopedista da Unicamp (Universidade de Campinas) e médico do esporte explica que essas lesões musculares vão de graus 1 a 3 no exame de ressonância magnética.

    Na primeira, a imagem mostra um edema muscular (processo inflamatório, mas sem rompimento da fibra). Nesse caso, o paciente sente menos dor e limitação, e o atleta se recupera à medida que o processo inflamatório normaliza.

    A lesão de grau 2 caracteriza-se pela ruptura das fibras musculares e, geralmente, há sangramento local.

    A dimensão da ruptura pode ser menor ou maior, nesse caso, com mais dores, maior limitação e tempo de recuperação.

    “Em uma lesão parcial de 10%, a pessoa pode andar bem. Em outra de 50%, pode haver dificuldade de contração muscular . Embora não seja sempre uma regra”, afirma.

    No terceiro nível, o músculo rompe-se por completo.

    A recuperação vai depender do tamanho da lesão, do nível de dor, da disfunção muscular, de lesão prévia local, entre outros fatores.

    Pedrinelli explica que existem vários métodos de tratamento, que vão de uso de medicamentos, carga progressiva e controlada de exercícios, ortobiológicos, câmara hiperbárica, fisioterapia convencional, liberação mio fascial e outras.

    Segundo o ortopedista Maurício Leite, existem terapias que podem tentar acelerar um pouco o processo, com previsão de que possa jogar em três a cinco semanas.

    “No entanto, para estar pronto para jogar em nível competitivo, em alto rendimento, como ele estava acostumado e como o Brasil precisa para render o necessário e ser campeão do mundo, o tempo é um pouco maior. Portanto, ele deve ser liberado para os treinos em duas a três semanas, mas para voltar efetivamente aos jogos em alto nível, o prazo estimado é de quatro a seis semanas.”

    Além das avaliações clínicas, afirma, o acompanhamento pode ser feito com termografia e ultrassonografia.

    Quando se machucou, Neymar reclamou muito ao ser substituído na vitória por 3 a 0 do time alvinegro sobre o Coritiba, na Neo Química Arena, em São Paulo. Houve um engano na placa exibida pela equipe de arbitragem, e o camisa 10 acabou saindo, dizendo que tinha condições de continuar dentro de campo.

    “Tomei uma pancada no primeiro tempo. Eu ia sair, mas o Escobar sentiu, e eu falei: ‘Consigo ficar, posso ficar’”, afirmou, pouco após a partida. No dia seguinte, teve o nome anunciado por Ancelotti em um faustoso evento no Museu do Amanhã. Em seguida, publicou uma série de vídeos celebrando a convocação.

    O atleta, desde então, não jogou mais. No dia 20, ficou fora da partida do Santos contra o San Lorenzo, pela Copa Sul-Americana, quando se iniciou todo um mistério sobre suas reais condições físicas. A lesão foi tratada como um edema, isto é, um acúmulo de líquido entre as fibras musculares.

    Na última terça (26), Neymar esteve na Vila para acompanhar a partida do Santos contra o Deportivo Cuenca. Cercado de microfones e questionado sobre o problema, ironizou: “Problema do quê?”. Ouviu, claro, que o assunto era a sua panturrilha. “Está aqui, inteira”, respondeu, sarcasticamente.

    Indagados sobre o tema, os médicos do Santos apontavam um “contrato de confidencialidade” e tratavam o assunto superficialmente. Extraoficialmente, falava-se em um edema de dois milímetros. A CBF dizia apenas que aguardava o jogador -e todos os outros- para exames na apresentação do grupo.

    Eles foram realizados na quarta (27), quando já brotavam informações de que a situação não era exatamente a pintada no litoral paulista. Cientes de que muito provavelmente seria necessária uma ressonância magnética, os médicos da seleção reservaram uma clínica em Teresópolis, aonde o atacante foi levado enquanto os demais atletas treinavam na Granja Comary.

    Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

  • Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

    Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

    PEC que propõe redução de jornada semanal para 40 horas foi aprovada na Câmara na quarta (27), e texto segue ao Senado. Já proposta apresentada por Rogério Marinho (PL-RN) libera empregador a contratar por hora trabalhada, fora da CLT

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou nesta quinta-feira (28) o avanço no Congresso Nacional da proposta de redução da escala 6×1-em que se trabalha seis dias com um de descanso. Enquanto isso, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, assinou a proposta apresentada como contraponto.

    “Ontem o Congresso Nacional na Câmara dos Deputados aprovou o fim da escala 6×1 criando condições para que as pessoas só possam trabalhar 5 dias por semana, 8 horas por dia e descansar dois dias por semana. Isso foi uma conquista da sociedade brasileira”, declarou o petista durante a recepção de Lula a presidente do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, que cumpre visita oficial ao Brasil.

    O texto, que prevê a redução na jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, foi aprovado pela Câmara e agora segue para o Senado. A primeira etapa de aprovação representou uma vitória para os governistas, que pretendem usar o tema na campanha eleitoral.

    “Aqui é importante lembrar que desde 1943 quando foi criada a jornada de trabalho de 48 horas a gente só tinha conseguido mudar a jornada em 1988 na Constituinte para 44 [horas] e agora conseguimos para 40. E a meninada agora só quer trabalhar 36. Quem sabe um dia a gente consiga fazer com que as pessoas trabalhem o suficiente para sobreviver, o suficiente para enriquecer a economia brasileira, mas o suficiente para que elas possam ser felizes no mundo do trabalho”, disse ainda o presidente.

    Já Flávio manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição apresentada pelo coordenador de sua pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN). A PEC 12 de 2026, que a oposição chama de “PEC do horário flexível”, libera o empregador a pagar o trabalhador por hora trabalhada, em um regime alternativo ao da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

    No texto de justificativa da PEC, Marinho afirma que a flexibilidade vai permitir que o trabalhador concilie vida pessoal e trabalho, uma vez que poderá decidir quantas horas quer trabalhar.

    Essa flexibilidade permite que o trabalhador decida o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando sua vida pessoal com seu trabalho, e possibilita que ele adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho”, diz o texto.

    A PEC de Marinho foi protocolada nesta quinta-feira (28) com o apoio de 40 dos 81 senadores –13 a mais que os 27 necessários. O texto foi enviado pela presidência do Senado para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

    Flávio já havia antecipado sua posição na semana passada. Em nota, o senador afirmou que discussão sobre o fim da escala 6×1 era legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”.

    “A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, afirmou o texto distribuído pelo senador no último dia 19.

    Na mesma linha, Marinho chamou o fim da escala 6×1 encabeçado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “estelionato eleitoral”. O senador argumentou que o empregado vai trabalhar menos, mas também ganhar menos, e que haverá aumento de preços -o que, consequentemente, diminuirá o poder de compra.

    “Se há uma redução da jornada, é evidente que vai haver um aumento no custo da produção de bens e serviços gerados por qualquer empresa no Brasil”, disse Marinho, o relator da reforma trabalhista e articulador da reforma da Previdência.

    Na Câmara, a oposição também prometia trabalhar contra a aprovação do fim da escala 6×1. O medo dos deputados federais de se indispor com o eleitorado, porém, fez com que a PEC fosse aprovada nesta quarta (27) por 472 votos a 22.

    Questionado nesta quinta sobre qual será a posição dos senadores do PL, o senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que o grupo vai trabalhar para aprovar a proposta de Marinho.

    Tem a proposta agora de uma PEC do Rogério Marinho, que é a melhor alternativa. Para deixar o pessoal escolher. Qualquer trabalhador pode escolher trabalhar quatro horas, cinco horas, dez horas… Quem tem que escolher isso é o trabalhador, não é o governo”, disse.

    Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

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  • Influenciador morre após colidir moto em poste em Santo André (SP)

    Influenciador morre após colidir moto em poste em Santo André (SP)

    O influenciador Saymon Carvalho morreu na tarde dessa quarta-feira (27) após colidir a moto que pilotava em um poste em Santo André, na Grande São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O influenciador Saymon Carvalho, 24, morreu na tarde desta quarta-feira (27) após colidir a moto que dirigia com um poste de sinalização na Avenida Presidente Costa e Silva, no bairro Área Industrial 16, em Santo André (SP).

    Uma testemunha informou à PM que Saymon se inclinou sobre a motocicleta para cobrir a placa com a mão. Nesse momento, o veículo acelerou e virou bruscamente, causando a colisão.

    O Samu foi acionado e confirmou a morte ainda no local. Foram solicitados exames ao IC e IML e o caso foi registrado como morte suspeita no 5° DP de Santo André, informou a Secretária de Segurança Pública a Splash, em nota.

    Saymon Carvalho tinha mais de 140 mil seguidores no Instagram. Produzia conteúdo de dança, de humor e mostrava o cotidiano ao lado da namorada.
    Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

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