Autor: REDAÇÃO

  • Reunião deve selar atuação de VAR em escanteios e novas regras contra cera

    Reunião deve selar atuação de VAR em escanteios e novas regras contra cera

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O IFAB, órgão que define as regras do futebol, realiza neste sábado (28) uma reunião no País de Gales que deve selar mudanças na atuação do VAR no futebol e inserir normas que evitem o aumento da cera nos jogos.

    O VAR deve ter novas atribuições. Segundo a imprensa internacional, ele será usado para corrigir quando houver erro de arbitragem na marcação de um escanteio, assim como entrará em ação em casos de segundo cartão amarelo -neste sábado (28), atua somente em situações de expulsão direta.

    Outra ideia é obrigar um jogador atendido por médicos em campo a esperar um minuto para voltar ao jogo. neste sábado (28), o retorno ao gramado depende apenas da autorização do árbitro, sem um tempo de espera.

    Jogadores substituídos terão tempo para saírem de campo. A expectativa é que o órgão estabeleça o limite de 10 segundos para que isso aconteça. Se o atleta sair com esse tempo já estourado, o substituto só poderá entrar quando a bola parar de novo.

    Cobranças de lateral e escanteio terão tempo máximo para serem feitas. O cenário é o mesmo do que já vem acontecendo quando um goleiro tem a posse de bola. Haverá uma contagem regressiva e, caso o time não recoloque a bola em jogo, a posse será revertida.

    O que não deve mudar, por ora, é a regra do impedimento. Jornais estrangeiros destacam que a “lei Wenger”, que busca tornar impedimento apenas jogadas onde o atacante aparece um corpo inteiro à frente do penúltimo defensor, deve ser tratada somente em reuniões futuras.

    As normas, se aprovadas, devem ser testadas em torneios menores e, possivelmente, utilizadas na Copa do Mundo deste ano. Elas serão votadas ao longo do dia deste sábado (28) pelas autoridades presentes na reunião do IFAB.

    Reunião deve selar atuação de VAR em escanteios e novas regras contra cera

  • Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

    Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

    Hoje aos 41 anos, ela assume um papel ainda inédito em sua trajetória -o de diretora de longas. Se há cerca de 15 anos ela acompanhou a maré de estrelas americanas que se convertiam em produtores, agora ela faz sua estreia como cineasta com menos sucesso, é verdade, mas nem por isso com menos glamour.

    LEONARDO SANCHEZ
    CANNES, FRANÇA (CBS NEWS) – Scarlett Johansson talvez seja uma das personalidades hollywoodianas mais versáteis de sua geração. Atriz desde os dez anos de idade, ela acumula papéis tanto em filmes pequenos e autorais -como os de Woody Allen e Wes Anderson-, quanto em megaproduções, caso dos nove longas da Marvel em seu currículo.

    Hoje aos 41 anos, ela assume um papel ainda inédito em sua trajetória -o de diretora de longas. Se há cerca de 15 anos ela acompanhou a maré de estrelas americanas que se convertiam em produtores, agora ela faz sua estreia como cineasta com menos sucesso, é verdade, mas nem por isso com menos glamour.

    Dono de algumas das sessões mais concorridas do último Festival de Cannes, “A Incrível Eleanor” chega ao Brasil envolto em menos expectativa do que aquela gerada no evento francês, onde integrou a mostra Um Certo Olhar, dedicada a cineastas emergentes.

    A estreia nos cinemas brasileiros foi marcada de forma abrupta e não dá para dizer que houve uma campanha de marketing, aqui e lá fora, à altura de um nome como o de Scarlett Johansson -ela era a atriz de maior bilheteria da história de Hollywood até o mês passado, quando foi destronada por Zoe Saldaña, afinal.

    Ainda assim, pelo simples fato de ter a americana em seus créditos, “A Incrível Eleanor” é um acontecimento no mundo cinematográfico, e os aplausos efusivos na sessão de estreia de Cannes deixaram isso claro. Mesmo num auditório repleto de críticos e cinéfilos não tão facilmente impressionáveis, Johansson arrancou suspiros e gritinhos.

    “Foi tudo uma questão de tempo. Dirigir um filme é algo que te consome muito, de várias maneiras. Você realmente não pode fazer nada em paralelo, não tem vida familiar, não tem tempo para nada”, diz Johansson, acostumada a emendar projetos exigentes e tão díspares quanto “Um Panorama Visto da Ponte”, peça de Arthur Miller que lhe rendeu um Tony em 2010, e “Homem de Ferro 2”, que no mesmo ano apresentou sua Viúva Negra aos nerds.

    “Não é uma questão de dar um outro rumo para a minha carreira, mas não acho que eu poderia ter feito este filme, com segurança, há dez anos. Foi uma questão de me sentir confortável para assumir a direção”, continuou ela, em conversa com jornalistas após a première em Cannes.

    Ser diretora é uma ideia que orbita sua mente desde os 20 e poucos anos, ela conta. Johansson sabia que o faria em algum momento, mas isso significaria perder papéis para poder se dedicar integralmente à função por um tempo razoável.

    Duas indicações ao Oscar, algumas franquias multimilionárias -como “Vingadores” e “Jurassic World”- e muitas parcerias com cineastas de grife depois, ela enfim sentiu que estava pronta. Quando o roteiro de “A Incrível Eleanor” chegou à sua produtora, a These Pictures, foi como se a última peça do quebra-cabeça se encaixasse.

    “Muitos diretores de primeira viagem nunca passaram horas e horas num set de filmagem, enquanto eu, como atriz, passei milhares. Então eu não sabia executar o trabalho de todo mundo, mas eu sabia o que cada um precisava para cumprir sua função. Essa preocupação [de não entender as outras funções] eu não tive. Tudo foi como uma extensão do trabalho que eu já faço como atriz há muito tempo”, diz Johansson.

    Nem por isso ela foi a veterana em seu set de filmagem. Este era o papel de sua protagonista, a atriz June Squibb, que no auge de seus 95 anos parecia uma debutante enquanto dava entrevista num quarto de hotel de Cannes. Ao lado de Johansson, falava empolgada sobre a festa num barco da noite anterior -“ela ficou parada estrategicamente perto da cozinha”, brincou Johansson.

    “Foi um sonho, porque pude trabalhar com alguém que dedicou 70 anos da sua vida ao ofício de ator. Minha última preocupação era com a June”, diz a atriz-diretora sobre a veterana, que estreou nas telonas justamente com Woody Allen, em 1990, com “Simplesmente Alice”. Antes disso, Squibb construiu a carreira nos palcos da Broadway.

    Em “A Incrível Eleanor”, ela interpreta uma mulher que divide o apartamento na Flórida com a melhor amiga. Quando a nonagenária morre, Eleanor é obrigada a se mudar para a gélida Nova York, onde divide um apartamento com a filha. Em passeios por parques e restaurantes de fast-food, ela tenta lidar com o luto, mas, incapaz, recorre a um grupo de apoio para pessoas que perderam entes queridos.

    Como uma boa dramédia noventista, de onde Johansson buscou inspiração para o tom do filme, Eleanor vai parar, por acidente, num grupo repleto de sobreviventes e descendentes de vítimas do Holocausto. Ela, então, compartilha a história de vida da melhor amiga morta, que viveu num campo de concentração, como sua. A mentira comove e começa a tomar proporções que fogem de seu controle.

    É um filme pequeno, mas nem por isso fácil de fazer. Johansson conta que nenhum dos envolvidos fez “A Incrível Eleanor” pensando no dinheiro que ganhariam com o projeto. Pelo contrário -ela é grata à fama de atriz por ter lhe dado uma agenda de contatos vasta o suficiente para sair pedindo favores para filmar em um canto ou outro de Nova York.

    Algo facilitado também por sua ligação pessoal com a cidade. Johansson nasceu lá, na ilha de Manhattan, em 1984. A atmosfera noventista que tenta capturar em seu filme é a mesma que foi cenário para a sua infância e juventude.

    Apesar de Johansson não ter escrito “A Incrível Eleanor” -o roteiro é da estreante Tory Kamen-, o filme se amarra à sua história pessoal de outras várias formas. Seu pai é dinamarquês e a mãe, judia, tem ascendência polonesa e russa. Há cerca de dez anos, ela descobriu no programa televisivo Finding Your Roots, que vasculha o passado de celebridades, que parte de sua família morreu no Gueto de Varsóvia.

    E, em Eleanor, ela vê ainda a própria avó, que cuidou dela depois do divórcio dos pais. Foi com seu apoio que Johansson começou a fazer aulas de sapateado e atuação. Já aos nove anos, participou de uma esquete no talk show Late Night with Conan O’Brien, que emendou com uma série de pequenos papéis no cinema.

    A grande virada veio assim que atingiu a maioridade, em “Encontros e Desencontros”, de Sofia Coppola. É curioso que seu primeiro grande trabalho tenha sido sob a batuta de uma diretora, já que Johansson é voz ativa na defesa dos direitos das mulheres -mesmo que, no ano passado, tenha reiterado seu apoio a Woody Allen, acusado de abuso sexual e agora engalfinhado às polêmicas de Jeffrey Epstein.

    “A Incrível Eleanor”, mesmo que inofensivo, também dá as mãos a esse ativismo feminista. Em tempos de discussão sobre etarismo, e sobre como ele atinge homens e mulheres de maneira desigual, a personagem de Squibb briga com a família para reconquistar sua independência.

    Eleanor quer voltar à Flórida, onde tomava sol e cuidava de si própria, em vez de ficar tricotando em casa. Numa das conversas do filme, ela fala até de sua vida sexual, algo raro para uma nonagenária diante de uma câmera.

    “A melhor maneira de mudar esse desequilíbrio, principalmente nesta indústria, é simplesmente ouvir e considerar as ideias das mulheres. Essa é a melhor forma de apoiar diretoras”, diz Johansson, em alusão também à sua nova carreira -sim, ela pretende dirigir mais no futuro.

    Ela só não promete constância. “Há uma parte ruim de ser diretora. Você está sempre trabalhando. Quando a filmagem acaba, todo mundo sai para comer pizza junto, menos você, porque ainda tem que planejar o dia seguinte. É um pouco triste, não vou negar.”

    Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

  • Ataque é a maior ação militar no Oriente Médio desde 2003; veja mapas e gráficos

    Ataque é a maior ação militar no Oriente Médio desde 2003; veja mapas e gráficos

    Aquela guerra, contudo, foi bem maior em escopo, envolvendo uma invasão terrestre que não está nos planos agora, até porque não há concentração de tropas. Há 23 anos, havia ao menos 130 mil soldados americanos empegados na ação inicial, número que chegou a mais de 250 mil.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ataque dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciado na manhã deste sábado (28), é a maior operação militar no Oriente Médio desde que Washington derrubou o regime de Saddam Hussein no Iraque em 2003.

    Aquela guerra, contudo, foi bem maior em escopo, envolvendo uma invasão terrestre que não está nos planos agora, até porque não há concentração de tropas. Há 23 anos, havia ao menos 130 mil soldados americanos empegados na ação inicial, número que chegou a mais de 250 mil.

    O poderio agora é basicamente aeronaval, com um importantíssimo reforço de Israel. Os EUA mobilizaram ao menos 18 embarcações para a guerra, incluindo dois grupos de porta-aviões: o USS Abraham Lincoln no mar da Arábia, ao sul do Irã, e o USS Gerald Ford no Mediterrâneo, cobrindo o flanco oeste da ação.

    Em 2003, eram cinco grupos de porta-aviões e 55 navios ao todo, segundo um levantamento do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (EUA), incluindo embarcações coalhadas de fuzileiros navais, algo inexistente agora.

    Com os reforços enviados desde janeiro para a região, há entre 300 e 500 aviões americanos, talvez metade deles para combate. Não se sabe ainda se houve ataques com bombardeiros furtivos B-2, que neste como na ação de junho de 2025 teriam de ter voado dos EUA para atingir o Irã.

    Israel tem cerca de 300 aviões de ataque e uma Aeronáutica com enorme experiência operacional. Segundo as forças do país, um grande contingente penetrou o espaço aéreo iraniano, atingindo alvos militares em diversas cidades.

    Não há detalhes das forças que foram usadas nesta amanhã, que presumivelmente incluíam ataques com mísseis de cruzeiro Tomahawk numa primeira leva. Os EUA tinham cerca de 600 deles nos navios mobilizados na região.

    Do lado do Irã, a rápida retaliação contra ao menos quatro bases americanas na região e Israel seguiu o manual previsto: ondas sucessivas de drones e mísseis balísticos, restando saber sua eficácia.

    Na guerra de 12 dias travada com o Estado judeu em junho passado, a teocracia viu 86% dos 600 mísseis que lançou derrubados, mas os que passaram fizeram bastante estrago. Há dúvidas acerca da capacidade de manutenção da poderosa defesa aérea israelense, a melhor do mundo com três camadas distintas, no caso de um conflito prolongado.

    A estimativa das Forças de Defesa de Israel era de que os iranianos saíram daquele conflito com ao menos 1.500 mísseis, e podem ter construído ao menos 50 por mês desde então, dependendo do modelo.

    Aquele conflito mirou a destruição de lançadores de armas de longa distância, mas deixou intacto o arsenal de curta distância, que cobre facilmente os aliados de Trump e suas forças no golfo Pérsico.

    Em caso de risco existencial para o regime, Teerã também pode apelar para o caos no estreito de Hormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás liquefeito do mundo.

    Os iranianos militarizaram metade do local com minas e bases de mísseis, mas interditar a via significa matar sua saída de óleo para a aliada China, base de sua renda externa.

    Entre analistas, no caso extremo, há a especulação acerca do risco de os iranianos empregarem uma chamada bomba suja, ou seja, um artefato nuclear de baixa potência e rendimento. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica, o país tem ao menos 440,9 kg de urânio enriquecido a 60%, suficiente para de 10 a 15 dessas armas.

    Só que usar algo assim abriria a porta para uma escalada nuclear, e aqui nem se fala dos EUA e seu arsenal gigante: Israel não declara, mas tem estimadas 90 ogivas atômicas. Mas é um cenário improvável, ainda que impensável não seja a melhor palavra para usar neste momento.

    Ataque é a maior ação militar no Oriente Médio desde 2003; veja mapas e gráficos

  • Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

    Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

    Às vésperas da definição da lista para a Copa do Mundo, Renato Gaúcho entrou no debate sobre Neymar e foi direto: convocaria o camisa 10 do Santos independentemente de estar no auge físico. Em entrevista à Romário TV, o ex-treinador do Fluminense afirmou que as chances do Brasil aumentam com o atacante no grupo.

    \”Melhora (as chances de título com Neymar). O Brasil tem condições, sim, de ser campeão\”, afirmou Renato. Questionado se isso valeria com ou sem o craque, respondeu sem hesitar: \’Com o Neymar\’.

    O treinador discordou do discurso de que o jogador só deve ir ao Mundial se estiver 100% fisicamente. Para ele, o talento do camisa 10 compensa qualquer limitação pontual.

    \”você tem um craque acima da média, ele pode não estar 100% como os demais. Se não estiver lesionado, eu levaria. Coloca ele nos últimos 20 ou 30 minutos. O adversário já estará cansado, e a qualidade dele faz a diferença\”, argumentou.

    Renato reforçou que, em jogos equilibrados de Copa do Mundo, a capacidade de decisão pesa mais do que a condição física plena. \”Eu levaria o Neymar cegamente\”, completou.

    Neymar brilhou na vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Vasco, pela Série A. O camisa 10 marcou dois gols e teve atuação destacada, repercutida na imprensa europeia. O jornal espanhol Marca afirmou que o atacante \”recuperou sua magia\”, enquanto o Mundo Deportivo destacou a comemoração em apoio a Vini Jr. Já o francês L’Equipe ressaltou o gesto como demonstração de solidariedade ao atacante do Real Madrid.

    Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

  • Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

    Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

    Para o Itamaraty, a negociação é o único caminho viável para a paz, “posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

    O governo do Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, neste sábado (28). Em nota, o Ministério das Relações Exteriores expressou grave preocupação com a situação e lembrou que os bombardeios ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes.

    Para o Itamaraty, a negociação é o único caminho viável para a paz, “posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

    “O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil”, diz a nota.

     

    O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, está em contato direto com a comunidade brasileira, para transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança. As demais embaixadas brasileiras na região também acompanham os desdobramentos das ações militares, “com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados”.

    “Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem”, alertou o Itamaraty.

    Israel lançou um ataque contra o Irã no início da manhã deste sábado (28), declarando estado de emergência “especial e imediato” em todo o país, de acordo com informações da agência de notícias Reuters

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou “grandes operações de combate” no Irã com o objetivo de defender o povo americano, “eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”.

    Na quinta-feira (26), Irã e Estados Unidos haviam retomado as negociações com o objetivo de encontrar uma solução diplomática para a longa disputa sobre o programa nuclear iraniano. Estados Unidos, Israel e outros países ocidentais afirmam que o programa visa a construção de armas nucleares. O Irã nega a acusação.

    Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

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  • Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    O momento é de recomeço para Manoel Gomes. Conhecido nacionalmente após o sucesso da música Caneta Azul, o artista enfrenta dificuldades financeiras e tenta reorganizar a própria vida depois de sofrer um prejuízo milionário. A coluna de Fábia Oliveira divulgou que, atualmente, ele está morando de favor na residência de um assessor, em São Paulo, enquanto busca se reestruturar.

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    Ainda segundo relatos, Manoel viajou para São Paulo sem recursos suficientes sequer para custear hospedagem em hotel. Por esse motivo, está instalado na casa do assessor, que tem prestado apoio neste momento delicado e trabalha para recolocá-lo no mercado artístico.

    O caso envolvendo as perdas financeiras veio à tona em 2023, quando representantes do cantor confirmaram que ao menos R$ 7 milhões teriam sido desviados de doze contas bancárias em seu nome. O suposto esquema teria sido praticado por dois ex-empresários do artista.

    Manoel Gomes ganhou projeção em 2019, quando “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais e se tornou um fenômeno da internet. A repercussão impulsionou sua carreira, resultando em shows com grande público e contratos publicitários. Agora, após enfrentar o rombo milionário, o cantor tenta reconstruir a trajetória profissional e recuperar a estabilidade financeira.

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

  • Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

    Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

    Ídolo do Goiás Esporte Clube, o atacante Araújo não pensa em encerrar a carreira de vez. Depois de passar oito anos afastado dos gramados, ele decidiu voltar à ativa e, agora, avalia propostas de clubes do Brasil para a temporada de 2026.

    Formado pelo Porto-PE, o jogador construiu trajetória marcante ao defender equipes como Cruzeiro Esporte Clube, Fluminense Football Club e Clube Náutico Capibaribe. Ao longo da carreira, soma 187 gols. Em 2005, foi reconhecido pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol como o maior artilheiro do mundo, após balançar as redes 33 vezes em 33 partidas.

    Araújo havia anunciado aposentadoria em 2017, mas retornou ao Porto-PE em maio do ano passado. Disputando a segunda divisão estadual, marcou dois gols e chegou a mencionar a possibilidade de brigar pela artilharia.

    — Me animou bastante ver que ponto um jogador de 48 anos pode alcançar fisicamente uma preparação profissional. Fiquei animado porque pelo resultado de GPS, do treinamento físico, estava entre os três do Porto que mais corriam. No último jogo que joguei, corri dez quilômetros.

    Desde o encerramento da última temporada, ele está sem clube, mas descarta parar novamente e segue aberto a convites.

    — Tenho interesse, sim [de voltar a jogar]. Estou treinando ainda, se aparecer uma proposta seria legal.

    Fora de campo, atua como empresário em Pernambuco, mantém uma escolinha voltada a crianças e adolescentes e também trabalha como influenciador digital. Mesmo aos 48 anos, garante que mantém a rotina de atleta.

    — Sigo mantendo o treino. Eu treino nas escolinhas, na academia… Tudo para manter essa musculatura sempre ativa, preparada para alguma oportunidade aparecer.

    Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

  • Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O modelo Jonas Sulzbach e a dançarina Marciele Albuquerque já vinham demonstrando interesse um no outro e, três dias depois da eliminação de Maxiane do BBB 26 (Globo), trocaram carícias na pista de dança durante a festa de sexta-feira (28).

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    A pernambucana foi eliminada no paredão que disputou contra Milena e Chaiany e, durante o Bate Papo BBB, afirmou que ficaria triste caso a amiga ficasse com Jonas. Na noite seguinte, durante a festa do líder, os dois dançaram juntos e ensaiaram um beijo que não aconteceu.

    Durante a celebração de sexta-feira, porém, o casal não se conteve e se beijou na pista de dança. Poucos minutos antes, a sister havia confessado para Breno que estava “louca” pelo brother.

    Ana Paula Renault, rival do casal no jogo, se animou com a troca de carícias e debochou, se lembrando de Maxiane: “Volta coordenadora”, exclamou. Ela ainda brincou com Jordana, afirmando que a sister perdeu a oportunidade de ficar com o gaúcho.

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

  • Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

    Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

    Menos de uma semana depois de conquistar o Rio Open ao lado de João Fonseca, Marcelo Melo confirmou a boa fase e garantiu vaga na final do ATP 500 de Acapulco. Desta vez, o mineiro atua ao lado do alemão Alexander Zverev.

    Na semifinal, Melo e Zverev derrotaram o espanhol Rafael Jodar e o mexicano Rodrigo Pacheco por 6/3 e 7/5, em 1h23. A dupla foi eficiente nos momentos decisivos, salvou break-points importantes e conseguiu a quebra que definiu o segundo set quando o placar marcava 5/5.

    A decisão acontece neste sábado, às 21h30 (de Brasília), contra o austríaco Alexander Erler e o norte-americano Robert Galloway, que venceram Vasil Kirkov e Bart Stevens na outra semifinal.

    Ex-número 1 do mundo nas duplas e atual 59º do ranking, Melo chega à 80ª final de ATP da carreira e busca o 42º título. Embalado pelo troféu recente no Rio, o brasileiro pode voltar ao top 50 caso conquiste o título no México.

    Zverev, quarto do mundo em simples, soma dois títulos de duplas e já foi vice ao lado de Melo no Masters 1000 de Monte Carlo, em 2024.

    Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

  • Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

    Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

    O que se coloca sobre a mesa de discussão, entre analistas especializados na área fiscal, é que provavelmente será necessária alguma concessão para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o artigo 7.º da Carta Magna, hoje fixado em 44 horas semanais.

    À medida que a discussão sobre a redução da carga horária de trabalho, com o fim gradual da escala 6 por 1, avança no Congresso, cresce o receio, no setor produtivo, de aumento de custos, e, no setor financeiro, de impactos sobre as contas públicas.

    O que se coloca sobre a mesa de discussão, entre analistas especializados na área fiscal, é que provavelmente será necessária alguma concessão para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o artigo 7.º da Carta Magna, hoje fixado em 44 horas semanais.

    No mercado financeiro, a percepção é de que o potencial relator da PEC, Paulo Azi (União Brasil), pode conduzir a proposta de forma mais moderada, mas o avanço das conversas já é visto como negativo.

    A diretora de Macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management, Solange Srour, acompanha as discussões na Câmara, no Senado e em vários setores da economia. Para ela, as conversas caminham para um acordo que envolva a desoneração da folha como compensação a eventual aumento de custos para as empresas – algo que vai contra as intenções da Fazenda.

    \”Só a diminuição da jornada 6 por 1 não gera impacto fiscal. Isso tem impacto presumido, aumento de custo. Se houver um tipo de desoneração da folha, vai ter impacto fiscal. E no orçamento não tem espaço para nada disso, nem 2026 e nem para a frente, dado que a gente está trabalhando no limite do limite para trazer as metas de primário colocadas pelo governo\”, disse Solange.

    Ela acrescenta que há uma \”discussão grande\” sobre se a redução da jornada trará aumento de produtividade, e considera que, no caso do Brasil, a resposta é negativa. \”Países que já aumentaram a produtividade deveriam poder discutir isso sem tantas preocupações. Não é o caso do Brasil\”.

    A economista ressalta que o governo federal não pode abrir mão de arrecadação e lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) – órgão que mediou o acordo entre Executivo e Legislativo para eliminar a desoneração da folha até 2027 – determinou que qualquer gasto ou renúncia de receita precisa vir acompanhado de fonte de compensação.

    Por isso, qualquer despesa ou desoneração que surja como contrapartida ao fim da jornada 6 por 1, sem fonte de recursos, configurará novo desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. \”Não precisa o STF falar sobre isso. É uma lei que já foi aprovada, mas que não é respeitada. Hoje se cria despesa e desonera sem ter a contrapartida que deveria ocorrer se a lei fosse respeitada\”, disse Solange.

    Cientista político e analista econômico da Tendências Consultoria Integrada, Rafael Cortez também acredita que a redução da jornada exigirá concessões tributárias, reforçadas pela pressão de grandes grupos econômicos no Congresso.

    Ele ressalta que a proposta combina dois fatores de alto apelo político e eleitoral: redução da jornada e desoneração. \”O problema é encontrar uma contrapartida à renúncia de receitas para manter a legalidade do fim da jornada 6 por 1 tendo em vista o estabelecido pelo STF\”, disse Cortez.

    O fim da escala 6 por 1 é um dos trunfos do governo para a campanha de reeleição do presidente Lula no pleito de outubro e já pressiona o Congresso. Levantamento feito pela Nexus mostra que quase dois terços da população brasileira aprovam a redução da jornada e que, no Sudeste, onde estão os maiores colégios eleitorais do País, o apoio é ainda maior.

    Segundo Solange Srour, a volta do tema ao centro do debate político traz mais uma conta para o Orçamento, que opera com déficits recorrentes, dívida crescente e baixa credibilidade fiscal. A economista lembra que desonerações raramente são neutras, temporárias ou bem focalizadas.

    \”A política de alívio sobre a folha, renovada sucessivas vezes, gerou perdas bilionárias de arrecadação sem evidências consistentes de ganhos duradouros em emprego ou produtividade. Transformou-se em benefício permanente, capturado por setores organizados, e em obstáculo adicional à consolidação fiscal. Agora, corre-se o risco de repetir o mesmo roteiro: aprova-se uma medida popular, ignora-se seu impacto econômico e, em seguida, tenta-se \’corrigir\’ o problema com mais renúncia tributária\”, criticou a economista da UBS Global Wealth Management.

    Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

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