Autor: REDAÇÃO

  • Silvio de Abreu volta à HBO Max para a continuação da novela 'Beleza Fatal'

    Silvio de Abreu volta à HBO Max para a continuação da novela 'Beleza Fatal'

    O autor já escreveu folhetins de sucesso como “Passione”, “Guerra dos Sexos” e “Rainha da Sucata”, na TV Globo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Silvio de Abreu voltará para a HBO Max para supervisionar a continuação de “Beleza Fatal”, segundo uma pessoa envolvida na negociação. A novela foi a primeira da plataforma, protagonizada por Camila Pitanga e escrita por Raphael Montes.

    Silvio era responsável pela área de dramaturgia do streaming quando o folhetim estreou, em janeiro. O sucesso da trama levou a HBO Max a viabilizar a segunda parte da história que apresentou a vilã Lola, na pele de Pitanga, e a busca por vingança de Sofia, vivida por Camila Queiroz.

    O elenco contava ainda com Giovanna Antonelli, Murilo Rosa e Caio Blat. Silvio foi chamado pela HBO depois de anos na TV Globo. Ele escreveu folhetins de sucesso como “Passione”, “Guerra dos Sexos” e “Rainha da Sucata” para a emissora, e se consagrou como um dos maiores autores de novela do Brasil.

    Silvio de Abreu volta à HBO Max para a continuação da novela 'Beleza Fatal'

  • Moraes autoriza que Bolsonaro seja submetido a procedimento médico no domingo (14)

    Moraes autoriza que Bolsonaro seja submetido a procedimento médico no domingo (14)

    O ex-presidente será submetido a procedimentos médicos para investigar um possível câncer de pele

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja submetido a procedimentos médicos no domingo (14), em Brasília.

    O pedido foi feito pela defesa de Bolsonaro para a retirada de lesões na pele. Não há necessidade de internação. O objetivo é investigar um possível câncer de pele.

    Bolsonaro chateado com julgamento

    O advogado Celso Vilardi disse que conversou com Jair Bolsonaro (PL), seu cliente, após os votos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e Flávio Dino pela condenação do ex-presidente. Segundo o defensor, o réu está “bastante chateado”.

    “Falamos com ele, ele está bastante chateado”, afirmou Vilardi nesta quarta (10) ao chegar para a sessão da Primeira Turma do STF.

    “A gente tem uma convicção que não existe participação do [ex-]presidente no Punhal Verde e Amarelo e no 8 de Janeiro”, acrescentou, em referência a um plano de assassinato de autoridades citado nas investigações e aos ataques à praça dos Três Poderes em 2023.

    Os votos dados pelos ministros na terça-feira (9) marcaram uma derrota, ainda que esperada, para o bolsonarismo.

    Nesta quarta-feira (10), o voto do ministro Luiz Fux foi favorável aos oito réus do caso. O julgamento se encerra na próxima sexta-feira (12).

     

    Moraes autoriza que Bolsonaro seja submetido a procedimento médico no domingo (14)

  • Fala de Tuma sobre não pagar a Arena gera desconforto no Corinthians

    Fala de Tuma sobre não pagar a Arena gera desconforto no Corinthians

    (UOL/FOLHAPRESS) – A sugestão de Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, para que o clube deixe de pagar a dívida da Neo Química Arena causou desavenças nos bastidores.

    O QUE ACONTECEU

    Tuma sugeriu, em coletiva no Parque São Jorge nesta segunda-feira, que a prioridade fosse quitar outras dívidas consideradas mais urgentes, mesmo que isso significasse interromper os repasses à Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento da Arena Corinthians.

    O conselheiro afirmou que o Corinthians “não tem dinheiro” e que o clube deveria buscar uma solução diferente para quitar as pendências relacionadas ao estádio. Os valores rondam a casa dos R$ 670 milhões, como mostrou balanço financeiro no fim do ano passado.

    O UOL ouviu que a fala não foi bem recebida nos bastidores. Fontes ouvidas pela reportagem, reservadas à condição de anonimato, entendem que esse tipo de narrativa fomenta a desconfiança do mercado em um momento em que o clube tenta renegociar contratos de patrocínio. Um dos conselheiros ouvidos falou em “incômodo interno e externo”

    REAJUSTES CONTRATUAIS

    A gestão de Osmar Stabile vê justamente na Arena um trunfo para tentar aliviar a atual crise financeira, com dívidas que já beiram R$ 2,6 bilhões, segundo divulgação do final do primeiro trimestre de 2025. Como o UOL já mostrou, o clube tenta um reajuste no acordo de naming rights firmado em 2020 e que tem duração até 2040.

    A própria Hypera Pharma, atual detentora dos direitos da Neo Química Arena, é uma das interessadas. A multa para rescisão contratual do atual vínculo caiu para R$ 70 milhões neste mês de setembro.

    Os valores atuais, que nesta quarta-feira (10) giram em torno de R$ 21 milhões por ano, são considerados defasados em relação ao mercado. O Corinthians entende que pode triplicar esses números.

    Fala de Tuma sobre não pagar a Arena gera desconforto no Corinthians

  • Após ameaça dos EUA, Lula manda recado a Trump e diz que Brasil é dono do próprio nariz

    Após ameaça dos EUA, Lula manda recado a Trump e diz que Brasil é dono do próprio nariz

    Falas foram feitas durante lançamento de linhão que conecta Roraima ao mapa energético do Brasil; ‘Dá para fazer um linhão até Nova York?’, questionou presidente em tom de brincadeira

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandou novos recados para Donald Trump, presidente dos EUA, durante evento do setor energético nesta quarta-feira (10).

    “Ao invés de o Trump ficar brigando com a gente, devia vir conhecer nosso sistema interligado, pra quê brigar?”, disse. “Somos um país soberano e donos do nosso nariz. O Brasil não deve nada a ninguém, se tratando de competência, resiliência e capacidade”, completou.

    As falas ocorreram durante cerimônia pelo início da energização do Linhão Manaus-Boa Vista, que interligou Roraima ao mapa energético do país. O estado era o único do Brasil que estava isolado do sistema. A cerimônia de expansão da conexão foi feita no ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), em Brasília, com a presença do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

    “Dá pra emprestar para os Estados Unidos…Dá para fazer um linhão até Nova York?”, questionou o presidente.

    “Chega de ser um país em desenvolvimento. Essa transição energética nos permite dar um salto de qualidade”, declarou Lula.

    O presidente falou sobre a intenção de que o sistema se amplie, posteriormente, aos demais países da América do Sul, e referiu-se ao Linhão como um modelo a ser seguido pelo mundo.

    “Eu acho que vai levar algum tempo ainda. Mas eu acho que os governantes do mundo terão que compreender que quanto mais a gente estiver compartilhando as coisas bem-sucedidas, melhor será para o povo da nossa região.

    No evento, Lula apertou, em um ato simbólico, o botão que iniciava a conexão do sistema com o estado. O presidente fez reiteradas cobranças ao ministro Silveira, ao qual atribuiu a promessa de baratear os custos da energia para o consumidor.

    A promessa é baratear a conta de luz a partir da redução em R$ 45 milhões por mês nos custos da CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) de Roraima. Esse encargo está embutido na conta de energia de todos os consumidores.

    De acordo com o governo federal, a implementação do sistema gerou cerca de 3.000 empregos diretos, durante a fase de construção da linha de transmissão, além dos indiretos.

    A substituição gradual das usinas térmicas por energia limpa e renovável reduz as emissões de gases de efeito estufa em mais de 1 milhão de toneladas de CO? por ano, além de gerar uma economia superior a R$ 500 milhões anuais nos custos com combustíveis fósseis.

    Para incluir o estado, foram investidos R$ 2,6 bilhões em aproximadamente 725 km de extensão, em circuito duplo de 500 quilovolts (kV). A linha vai desde a Subestação engenheiro Lechuga, no Amazonas, à Subestação Boa Vista, na capital de Roraima, com um ponto de apoio intermediário em Rorainópolis.

    A integração deve gerar uma segurança energética maior para Roraima, e promete condições mais favoráveis de crescimento econômico. O empreendimento é considerado um marco para o setor elétrico e para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

    Após ameaça dos EUA, Lula manda recado a Trump e diz que Brasil é dono do próprio nariz

  • Morre Charlie Kirk, aliado de Trump, após ser baleado em evento no Utah

    Morre Charlie Kirk, aliado de Trump, após ser baleado em evento no Utah

    “Charlie Kirk está morto”, confirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

    O ativista ultraconservador norte-americano Charlie Kirk morreu, esta quarta-feira (10), após ter sido baleado em um evento na Utah Valley University, nos Estados Unidos.

    “O Grande, e até mesmo lendário, Charlie Kirk está morto”, revelou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma publicação na sua rede social, a Truth Social.

    Segundo o presidente norte-americano, “ninguém compreendia ou tinha o coração da Juventude dos Estados Unidos da América melhor do que Charlie.

    “Era amado e admirado por TODOS, especialmente por mim, e agora já não está entre nós”, acrescentou, enviado os “sentimentos à sua linda esposa Erika e à família”.

    “Charlie, nós amamos-te!”, terminou.

    Apreciador de debates oratórios com estudantes, Kirk organizava um evento no campus da Utah Valley University, no oeste do país, quando foi alvejado.

    Em vídeos que circulam nas redes sociais – que o Notícias ao Minuto optou por não compartilhar – é possível ver Kirk sendo baleado, enquanto falava sentado sob uma tenda perante centenas de pessoas.

    Charlie Kirk é cofundador e líder da organização ultraconservadora Turning Point USA (TPUSA), que tem como objetivo promover políticas conservadoras nos campus de escolas e universidades.

    Kirk, de 31 anos, liderou também a ‘Students for Trump’ e promoveu uma campanha para recrutar um milhão de estudantes para a reeleição de Donald Trump em 2020.

    É um dos mais proeminentes ativistas pró-Trump e personalidades conservadoras dos Estados Unidos, tendo conquistado milhões de fãs.

    Morre Charlie Kirk, aliado de Trump, após ser baleado em evento no Utah

  • James McAvoy é atacado em bar durante Festival de Toronto

    James McAvoy é atacado em bar durante Festival de Toronto

    O ator foi surpreendido com um soco no rosto por um homem que já estava sendo retirado do local

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – James McAvoy, conhecido por viver o Professor Xavier na franquia X-Men, foi agredido em um bar nesta terça-feira (9), em Toronto, no Canadá.

    O ator escocês está na cidade para prestigiar o Festival de Cinema de Toronto, onde lançou seu primeiro longa como diretor. No sábado (6), McAvoy participou da première internacional de California Schemin’, ao lado da esposa, Lisa Liberati. O filme marca sua estreia atrás das câmeras e foi exibido durante o evento.

    De acordo com a revista People, dois dias depois, o artista aproveitou a folga para se reunir com produtores do projeto em um bar. Porém, pouco antes da meia-noite, acabou sendo surpreendido com um soco no rosto por um homem que já estava sendo retirado do local.

    Testemunhas afirmaram que McAvoy tentou evitar a briga e acalmar a situação. O ator, que continuou no estabelecimento, precisou ser protegido por pessoas próximas quando o agressor insistiu em se aproximar.

    James McAvoy é atacado em bar durante Festival de Toronto

  • Nuvem pode mudar no futuro, diz advogado de Braga Netto após manifestação de Fux

    Nuvem pode mudar no futuro, diz advogado de Braga Netto após manifestação de Fux

    José Luis Oliveira Lima fala em aguardar fim do julgamento: “estamos numa maratona e não numa prova de 100 metros”, disse

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O advogado José Luís de Oliveira Lima, que defende o general Walter Braga Netto, disse que “a nuvem pode mudar” no futuro após manifestação do ministro Luiz Fux.

    “Um voto só pode ter impacto na questão da pena. Mas tem o futuro: estamos numa maratona e não numa prova de 100 metros. A nuvem pode mudar. Hoje está sol, pode ficar chuva”, disse Oliveira.

    Ao analisar uma das questões preliminares, Fux votou pela incompetência do STF e da Primeira Turma para julgar o caso, bem como pela nulidade dos atos decisórios do processo.

    Nuvem pode mudar no futuro, diz advogado de Braga Netto após manifestação de Fux

  • Trump é detonado em restaurante: "é o Hitler do nosso tempo"

    Trump é detonado em restaurante: "é o Hitler do nosso tempo"

    Donald Trump foi a um restaurante em Washington após intervenção federal e foi chamado de Hitler; veja vídeo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Manifestantes chamaram Donald Trump de “Hitler dos nossos tempos” enquanto o presidente dos Estados Unidos visitava um restaurante em Washington, na noite desta terça-feira (9) depois de ele ter declarado que a capital do país estava segura devido a sua intervenção na cidade.

    Trump, que raramente sai da Casa Branca para frequentar as ruas de Washington, esteve no restaurante Joe’s Seafood, Prime Steak & Stone Crab -que fica na esquina do perímetro da residência oficial da Presidência americana.

    “D. C. livre, Palestina livre, Trump é o Hitler dos nossos tempos”, gritavam manifestantes, uma frase que rima em inglês, diante do presidente, que estava ao lado de membros do governo, como o vice-presidente J. D. Vance, Marco Rubio (Estado) e Pete Hegseth (Defesa, agora Guerra). Trump parou em frente ao protesto, sorriu, e alguns segundos depois, ordenou aos seguranças que retirassem os manifestantes.

    O comboio que levou o presidente ao restaurante demorou cerca de três minutos para percorrer o trajeto de não mais que um quarteirão ao local, que oferece ostras e filés. O republicano costumava jantar no Trump International Hotel durante seu primeiro mandato, hotel que é hoje um Waldorf Astoria, segundo o jornal The Washington Post. No segundo mandato, Trump tem feito refeições na Casa Branca.

    “Estamos no meio de D. C., onde, como vocês sabem, ao longo ano passado era um lugar muito inseguro -ao longo dos últimos 20 anos. E agora, praticamente, não tem crime”, afirmou Trump a jornalistas antes de entrar no restaurante.

    No início de agosto, o presidente americano anunciou o envio de tropas da Guarda Nacional a Washington e a tomada de controle da polícia local, com o argumento de combate ao crime na capital.

    A Lei de Autonomia de 1973 do Distrito de Columbia, onde fica Washington, prevê a possibilidade desse tipo de intervenção federal, mas restrito a 30 dias, período que só pode ser ampliado com aval do Congresso.

    Além disso, embora o presidente do país tenha autoridade sobre a Guarda Nacional na capital (algo dividido com governadores no caso dos estados), esse tipo de intervenção costuma partir de diálogo entre o governo local e a Casa Branca, o que não foi o caso.

    Washington, governado pela prefeita democrata Muriel Bowser, processou o governo Trump pela intervenção. O procurador-geral do Distrito de Columbia chamou a intervenção federal de “ocupação militar” da cidade.

    Os dados sobre crimes violentos usados pelo republicano para embasar a medida são, ainda, defasados. Embora com pico recente em 2023, indicadores de violência na capital estão em queda há 30 anos.

    O presidente afirmou ainda nesta terça que anunciará nesta semana uma nova cidade para receber tropas da Guarda Nacional, embora não esteja claro sob qual autoridade ele fará isso.

    O precedente aberto por Trump na Califórnia, para onde enviou a Guarda Nacional sob o argumento de auxílio federal a esforços de migração, foi alvo de processo do governo estadual. No início deste mês, um juiz proibiu que Trump enviasse tropas no estado, e o processo em Washington ainda está em andamento.

    O que é fato é que os alvos são sempre grandes cidades governadas por democratas, e Chicago parece ser o próximo objetivo de Trump, segundo declarações recentes do presidente.

    Trump é detonado em restaurante: "é o Hitler do nosso tempo"

  • Quem sobe e quem desce na seleção de Ancelotti na última data Fifa

    Quem sobe e quem desce na seleção de Ancelotti na última data Fifa

    LA PAZ, BOLÍVIA (UOL/FOLHAPRESS) – Carlo Ancelotti queria uma observação ampla para a seleção brasileira na data Fifa que terminou. Em que pese um jogo na altitude e a derrota para a Bolívia em El Alto, alguns jogadores conseguiram um passo a mais para se consolidarem nos planos do técnico para a Copa do Mundo.

    QUEM SOBE

    Luiz Henrique

    Foi quem mudou a cara do jogo contra o Chile. Trouxe um elemento importante que é desestruturar a defesa adversária e participou de dois dos três gols brasileiros no Maracanã. Na disputa pelo espaço na ponta direita com Estêvão, acabou sendo mais efetivo – e olha que o garoto do Chelsea abriu o placar contra os chilenos. Na Bolívia, todo mundo sufocou junto em um jogo ruim do Brasil. Luiz Henrique foi titular.

    João Pedro

    Levou uma trombada com Martinelli, passou mal em campo, mas mostrou coisas boas no papel de camisa 9 do Brasil. Mobilidade dele foi importante contra o Chile para criar espaços. A concorrência também passa por problemas, o que reforça a relevância de João Pedro ainda nesse início de trajetória pelo Brasil e pelo Chelsea.

    Bruno Guimarães

    Bruno Guimarães foi um dos jogadores que sobreviveu prestigiado às Eliminatórias pelos três técnicos: Diniz, Dorival e, agora, Ancelotti.

    Mas é com o italiano que ele mostra mais consistência e bom futebol. Na Data Fifa de setembro, foi o único jogador de linha titular nas duas partidas: a “moleza”, contra o Chile, e a “roubada” na altitude da Bolívia.

    Jogou bem as duas partidas. Em El Alto, teve a melhor atuação em campo segundo a análise estatística do Sofascore, apesar de ter cometido um pênalti tão bobo como discutível. Ganha uma aura de “insubstituível” e parceiro ideal de Casemiro, que tem a total confiança de Ancelotti

    QUEM DESCE

    Richarlison

    Apesar da confiança de longa data de Ancelotti, ainda está devendo uma boa atuação recente na seleção. A análise na Bolívia pode ser cruel, mas ele foi praticamente inoperante. Ao mesmo tempo, viu a ascensão de João Pedro para ocupar o papel de centroavante do time.

    No jogo de El Alto, Richarlison jogou centralizado, como um 9 de fato – apesar de estar jogando pouco assim no Tottenham. Não foi um bom jogo da seleção e o centroavante pagou o preço.

    Em ’61 minutos, teve um chute bloqueado, tentou só um drible (e errado), ganhou 1 de 6 duelos pelo alto ou pelo chão e ainda perdeu 6 bolas. João Pedro entrou para a reta final e transmitiu mais sensação de perigo.

    A PRÓXIMA

    Ancelotti voltará a convocar a seleção no mês que vem, para os jogos contra Coreia do Sul e Japão. O amistoso com os sul-coreanos será realizado no dia 10, às 8h (de Brasília), em Seul. Já o confronto com os japoneses acontecerá no dia 14, às 7h30 (de Brasília), em Tóquio.

    Ancelotti mandou a campo uma equipe que repetiu apenas Alisson e Bruno Guimarães; a seleção brasileira segue sua preparação em outubro, quando viaja para a Ásia para amistosos

    Folhapress | 05:00 – 10/09/2025

    Quem sobe e quem desce na seleção de Ancelotti na última data Fifa

  • Veja cada ponto de enfrentamento de Fux a Moraes em julgamento de Bolsonaro

    Veja cada ponto de enfrentamento de Fux a Moraes em julgamento de Bolsonaro

    Fux iniciou sua fala destacando que “não compete ao Supremo Tribunal Federal realizar um juízo político do que é bom ou ruim, conveniente ou inconveniente, apropriado ou inapropriado”

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Luiz Fux iniciou seu voto no julgamento da trama golpista nesta quarta-feira (10) apresentando diversos contrapontos às teses e manifestações de Alexandre de Moraes, relator do caso e que já votou pela condenação dos oito réus por todos os crimes de que são acusados.

    Apontado como esperança do bolsonarismo por discordâncias já apresentadas anteriormente, Fux iniciou sua fala destacando que “não compete ao Supremo Tribunal Federal realizar um juízo político do que é bom ou ruim, conveniente ou inconveniente, apropriado ou inapropriado”.

    Ao invés disso, continuou, compete à corte “afirmar o que é constitucional ou inconstitucional, legal ou ilegal.” Ele defendeu ainda na manifestação inicial que magistrados devem ter “firmeza para condenar quando se tem certeza e humildade para absolver quando houver dúvida”.

    Segundo Fux, a missão da corte “exige objetividade, rigor técnico e minimalismo interpretativo”, como forma de evitar a confusão entre o papel do julgador com o do político. Uma das principais críticas a Moraes é a de embalar suas decisões e votos com acentuados contornos políticos.

    Luiz Fux é o terceiro a votar na ação penal. Até o momento, há as posições de Moraes e Flávio Dino pelas condenações dos oito réus do núcleo central do caso, em especial Jair Bolsonaro.

    Fux defendeu a incompetência do STF para julgar o caso já que não há pessoas que tenham foro especial na corte.

    “Não estamos julgando pessoas com prerrogativa de foro, estamos julgando pessoas que não têm prerrogativa de foro”, disse Fux. Dos réus, o único com foro é Alexandre Ramagem, que é deputado federal.

    “Concluo assim pela incompetência absoluta do STF nesse processo, uma vez que os denunciados já haviam perdido os seus cargos. Impõe-se a nulidade de todos os atos processuais praticados”, disse.

    Essa posição é defendida por Fux nos casos de 8 de janeiro desde 2023. Seu voto costuma ser isolado.

    Logo em seguida, Fux abraçou duas das principais teses dos advogados dos réus, a de obstáculos processuais ao trabalho da defesa e a necessidade de um caso dessa dimensão ser analisada por todos os 11 ministros da corte, não apenas os 5 integrantes da 1ª Turma.

    De acordo com Fux, o STF está silenciando as vozes de ministros. “É um dado curioso: a Constituição Federal -em razão do número diminuto, somos 11 ministros-, ela não se refere a turmas, ela se refere ao plenário”, disse.

    “O fato de processos conexos terem sido julgados no plenário impõe o deslocamento deste feito para o plenário maior da corte”, diz Fux. A citação trata, por exemplo, do julgamento de réus do 8 de janeiro. À época dos primeiros julgamentos sobre o caso, ações penais eram julgadas no plenário da corte.

    Sobre a dificuldade apresentada pelas defesas, o ministro disse que ele mesmo teve muitos problemas ao elaborar seu voto e comparou o tempo do julgamento da trama golpista com o do mensalão para dizer que há violação das amplas defesas na celeridade imprimida por Alexandre de Moraes.

    “Estou há 14 anos no Supremo Tribunal Federal, julguei processos complexos como, por exemplo, o mensalão. O processo levou dois anos para receber a denúncia e cinco anos para ser julgado. (…) Vou ter a falsa modéstia, ministro Alexandre, de que eu procurei analisar cada detalhe de seu trabalho, um trabalho muito denso, e entender que, até para mim, ter esse voto foi motivo de extrema dificuldade.”

    Devido a isso, votou pela nulidade total do processo, alegando que o ritmo do processo cerceou o trabalho dos advogados, e destacou o acúmulo de cerca de 70 terabytes de dados, entre documentos e provas. “Confesso que tive dificuldade de elaborar um voto imenso”.

    Apesar de críticas anteriores à delação de Mauro Cid, ponto central do julgamento, Fux manifestou a primeira concordância com Moraes e Dino votando pela validade da delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

    Veja cada ponto de enfrentamento de Fux a Moraes em julgamento de Bolsonaro