Autor: REDAÇÃO

  • Trump e Xi encerram reunião marcada por tensão sobre Taiwan e comércio

    Trump e Xi encerram reunião marcada por tensão sobre Taiwan e comércio

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping encerraram a reunião de hoje após duas horas de conversações que abordaram Taiwan, comércio e outras divergências entre as duas potências.

     
    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da China, Xi Jinping, encerraram nesta quarta-feira uma longa reunião em Pequim marcada por discussões sobre Taiwan, comércio internacional, tensões diplomáticas e segurança global.

    O encontro aconteceu no Grande Salão do Povo, na capital chinesa, e durou cerca de duas horas e quinze minutos. A reunião contou com a presença de delegações dos dois países e foi realizada em formato ampliado.

    Após o primeiro contato oficial e os cumprimentos protocolares, os dois líderes discutiram principalmente a situação envolvendo Taiwan, considerado atualmente um dos pontos mais delicados da relação entre Pequim e Washington.

    Durante a conversa, Xi Jinping fez um alerta direto a Donald Trump sobre os riscos de agravamento das tensões entre as duas maiores potências do planeta.

    “A questão de Taiwan é o tema mais importante nas relações entre China e Estados Unidos. Se for bem administrada, as relações entre os dois países poderão permanecer globalmente estáveis. Se for mal administrada, os dois países entrarão em confronto e poderão até chegar a um conflito”, declarou o presidente chinês, segundo a televisão estatal da China.

    De acordo com analistas, o termo utilizado por Xi em mandarim não significa necessariamente guerra militar, mas indica a possibilidade de uma escalada grave nas disputas entre os dois países.

    Além de Taiwan, os presidentes também discutiram:

    comércio bilateral;
    a situação do Irã;
    segurança internacional;
    e um possível acordo nuclear tripartite envolvendo Estados Unidos, China e Rússia.
    A questão de Taiwan ganhou ainda mais peso após os Estados Unidos aprovarem recentemente um pacote de armamentos de US$ 11 bilhões destinado à ilha, decisão que provocou forte reação do governo chinês.

    Pequim considera Taiwan parte de seu território e afirma que o tema “não pode ser evitado” nas negociações com Washington. O governo chinês também busca sinais de redução do apoio militar e diplomático norte-americano à ilha.

    Antes da visita de Trump, uma porta-voz do governo chinês afirmou que a posição de Pequim contra a independência de Taiwan é “firme como uma rocha” e declarou que a China possui capacidade total para “esmagar qualquer tentativa de secessão”.

    As declarações ocorreram poucos dias após um discurso do presidente taiwanês, William Lai Ching-te, durante a Cúpula da Democracia de Copenhague.

    Na ocasião, Lai afirmou que a democracia é “o bem mais precioso” de Taiwan e declarou que os taiwaneses “sabem muito bem que a democracia é conquistada, não concedida”.

    Há mais de 70 anos, os Estados Unidos ocupam papel central nas disputas entre Pequim e Taipé. Embora Washington não mantenha relações diplomáticas oficiais com Taiwan, a legislação norte-americana prevê apoio militar e meios de defesa para a ilha.

    Após a reunião desta quarta-feira, Xi Jinping e Donald Trump ainda participaram de uma visita conjunta ao Templo do Céu, um dos locais históricos mais conhecidos de Pequim.

    O líder chinês também oferecerá um banquete oficial em homenagem ao presidente norte-americano. Na sexta-feira, os dois devem voltar a se reunir para um almoço e uma cerimônia de chá.

    Xi Jinping ainda tem uma viagem prevista aos Estados Unidos no fim deste ano. A visita marcará o primeiro encontro do líder chinês em solo norte-americano desde o retorno de Donald Trump à presidência, em 2025.

    Trump e Xi encerram reunião marcada por tensão sobre Taiwan e comércio

  • Novo controle da Valve grita quando cai no chão e viraliza; veja o vídeo

    Novo controle da Valve grita quando cai no chão e viraliza; veja o vídeo

    Steam Controller esconde um “easter egg” curioso que reproduz o famoso Wilhelm Scream em algumas quedas. Detalhe chamou atenção de jogadores e rapidamente começou a circular nas redes sociais em vídeos compartilhados por usuários

    A Valve lançou no início de maio o novo Steam Controller e os usuários já começaram a descobrir algumas funções curiosas escondidas no acessório.

    Entre elas, uma chamou especialmente a atenção nas redes sociais: o controle emite um famoso grito de cinema quando cai no chão.

    O detalhe foi descoberto por jogadores nos últimos dias e rapidamente viralizou em vídeos publicados online. Em determinadas quedas ou impactos mais fortes, o Steam Controller reproduz o chamado “Wilhelm Scream”, um efeito sonoro clássico usado há décadas em Hollywood.

    O grito é considerado um dos easter eggs mais famosos da cultura pop e já apareceu em centenas de produções do cinema e da televisão.

    Segundo especialistas, o som foi utilizado pela primeira vez em uma gravação feita em 1951 e, desde então, passou a aparecer em mais de 400 filmes, incluindo franquias famosas como Star Wars e Indiana Jones.

    A brincadeira escondida pela Valve funciona como uma espécie de reação “dramática” do controle ao sofrer uma queda.

    Apesar disso, o recurso não é ativado toda vez que o aparelho bate no chão.

    De acordo com testes realizados pelo site PC Gamer, existe um intervalo de espera entre uma ativação e outra, que pode ultrapassar um minuto. Ou seja, não adianta derrubar o controle repetidamente tentando ouvir o grito a todo momento.

     

     

    Novo controle da Valve grita quando cai no chão e viraliza; veja o vídeo

  • Cuba enfrenta apagões de até 22 horas por dia em Havana

    Cuba enfrenta apagões de até 22 horas por dia em Havana

    Governo cubano afirmou que sanções impostas pelos Estados Unidos interromperam a chegada de combustível à ilha e agravaram a crise elétrica no país. Autoridades também reagiram a ameaças recentes feitas por Donald Trump contra Cuba

    O governo de Cuba atribuiu a grave crise energética enfrentada pelo país ao endurecimento das sanções impostas pelos Estados Unidos e afirmou que o embargo ao setor de petróleo agravou ainda mais os apagões registrados na ilha nos últimos meses.

    A declaração foi feita nesta quarta-feira pelo ministro de Energia e Minas de Cuba, Vicente de la O Levy, em pronunciamento exibido pela televisão estatal.

    Segundo o ministro, o país enfrenta atualmente um “bloqueio energético praticamente intransponível”.

    “A principal causa da crise energética em Cuba é, fundamentalmente, o bloqueio energético imposto ao país”, afirmou.

    Desde janeiro, o governo norte-americano vem aumentando a pressão sobre Havana, exigindo mudanças econômicas e reformas políticas mais amplas. Nesse período, Washington anunciou novas sanções e chegou até mesmo a mencionar a possibilidade de uma intervenção militar.

    Entre as medidas adotadas pelos Estados Unidos está o embargo ao petróleo, que praticamente interrompeu a chegada de combustível importado à ilha. Além disso, novas sanções de caráter extraterritorial passaram a atingir empresas e operações ligadas ao abastecimento energético cubano.

    “É um bloqueio energético que se soma ao embargo já existente há muitos anos e que agravou ainda mais a situação econômica e energética do país”, disse O Levy.

    O ministro afirmou que, desde janeiro até poucas semanas atrás, Cuba não recebeu “um único navio de combustível”, situação que, segundo ele, explica as longas horas de apagões enfrentadas pela população.

    De acordo com o governo cubano, a única exceção foi um petroleiro enviado pela Rússia em abril, transportando uma doação de 100 mil toneladas de petróleo bruto.

    Segundo O Levy, a chegada da carga permitiu reduzir temporariamente os cortes de energia, inclusive em Havana.

    “Houve vários dias sem interrupções no fornecimento de energia na capital”, afirmou.

    Apesar disso, o ministro admitiu que a melhora durou pouco.

    “Foi uma miragem temporária”, declarou, explicando que o petróleo russo já foi totalmente utilizado até o início de maio e que o sistema elétrico cubano voltou a operar sem reservas de combustível.

    Atualmente, segundo ele, o país enfrenta temperaturas mais altas enquanto a rede elétrica funciona apenas com usinas termelétricas, a empresa energética Energás e parques solares fotovoltaicos.

    O ministro não comentou a situação em outras regiões do país, onde os apagões vêm sendo ainda mais severos do que em Havana.

    Horas antes do pronunciamento, o governo norte-americano anunciou uma nova oferta de ajuda humanitária de US$ 100 milhões para Cuba.

    As autoridades cubanas, porém, insistem que a crise econômica e energética é consequência direta daquilo que classificam como “guerra econômica” promovida pelos Estados Unidos.

    O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também se manifestou nas redes sociais.

    “Apesar das brutais medidas de estrangulamento econômico e energético decretadas pelos Estados Unidos, Cuba continua de pé e não é um Estado falido”, escreveu.

    Também nesta quarta-feira, o chanceler cubano Bruno Rodríguez afirmou que uma eventual ação militar norte-americana contra Cuba provocaria “uma catástrofe humanitária” e um “banho de sangue” para os dois países.

    No último dia 2 de maio, o presidente Donald Trump afirmou que pretende assumir o controle de Cuba “quase imediatamente” após o fim da guerra envolvendo o Irã.
     
     

     

    Cuba enfrenta apagões de até 22 horas por dia em Havana

  • NASA prepara helicópteros supersônicos para explorar Marte em 2028

    NASA prepara helicópteros supersônicos para explorar Marte em 2028

    Sucessores do Ingenuity já superaram a velocidade do som durante testes que simulam a atmosfera marciana. Nova missão da NASA pretende enviar três helicópteros ao planeta vermelho para ajudar futuras expedições tripuladas

    A NASA está desenvolvendo uma nova geração de helicópteros para explorar Marte e já comemora os resultados iniciais dos testes realizados com os equipamentos que devem chegar ao planeta vermelho no fim de 2028.

    Os novos modelos fazem parte do projeto SkyFall e são considerados sucessores do Ingenuity, o pequeno helicóptero que entrou para a história ao realizar o primeiro voo motorizado em outro planeta em 2021.

    Segundo a NASA, os testes mais recentes, feitos em ambientes que simulam a atmosfera marciana, mostraram que as pás do rotor dos novos helicópteros conseguiram atingir velocidade de Mach 1.08, superando a barreira do som.

    O desempenho representa um avanço significativo em relação ao Ingenuity, cujos rotores operavam em torno de Mach 0.7.

    Na época da missão original, a NASA optou deliberadamente por manter a velocidade abaixo da barreira do som para evitar possíveis problemas técnicos relacionados ao atrito, turbulência e comportamento do ar rarefeito de Marte.

    Agora, com a experiência acumulada nos últimos anos, a agência acredita estar pronta para testar limites mais ambiciosos.

    “O sucesso desses testes com os rotores foi um enorme passo para comprovar a viabilidade de voo em ambientes mais extremos, algo essencial para os veículos da próxima geração”, afirmou Shannah Withrow-Maser.

    “Nós imaginávamos que seria ótimo alcançar Mach 1.05, mas conseguimos atingir Mach 1.08 nos testes mais recentes. Ainda estamos analisando os dados e existe a possibilidade de conseguirmos ainda mais propulsão. Esses helicópteros de nova geração serão incríveis”, acrescentou.

    Se o cronograma for mantido, a missão SkyFall enviará três novos helicópteros para Marte no final de 2028.

    O objetivo será analisar a superfície marciana com mais profundidade e ajudar a identificar áreas seguras para futuras missões tripuladas da NASA.

    O desempenho do Ingenuity foi considerado muito acima do esperado pela agência espacial.

    Quando chegou a Marte, os engenheiros acreditavam que o helicóptero conseguiria realizar apenas cinco voos experimentais. No entanto, a aeronave superou todas as previsões e completou 72 voos antes de sofrer um acidente em 2024, provocado por um erro de cálculo durante uma operação.

    Com a experiência acumulada ao longo da missão do Ingenuity, a expectativa da NASA é que os novos helicópteros tenham capacidades ainda mais avançadas e consigam operar em condições muito mais exigentes no planeta vermelho.
     
     

     

    NASA prepara helicópteros supersônicos para explorar Marte em 2028

  • Xi alerta Trump para risco de 'conflito' entre China e Estados Unidos

    Xi alerta Trump para risco de 'conflito' entre China e Estados Unidos

    Presidente da China afirmou que a questão de Taiwan é o ponto mais sensível da relação entre Pequim e Washington. Declaração foi feita durante encontro com Donald Trump em meio ao aumento das tensões envolvendo apoio militar dos EUA à ilha

    O presidente da China, Xi Jinping, alertou nesta quinta-feira que a relação entre chineses e norte-americanos poderá entrar em rota de confronto caso os Estados Unidos não lidem de forma adequada com a questão de Taiwan.

    A declaração foi feita durante encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, em Pequim, segundo a emissora estatal chinesa.

    “A questão de Taiwan é o tema mais importante nas relações entre China e Estados Unidos. Se for bem administrada, as relações entre os dois países poderão permanecer globalmente estáveis. Se for mal administrada, os dois países entrarão em confronto e poderão até chegar a um conflito”, afirmou Xi Jinping.

    Segundo analistas, o termo utilizado pelo líder chinês em mandarim não necessariamente faz referência a uma guerra militar direta, mas indica um agravamento significativo das tensões diplomáticas e estratégicas.

    Donald Trump chegou a Pequim na quarta-feira para uma visita oficial de dois dias. Nesta manhã, ele foi recebido por Xi Jinping no Grande Salão do Povo, edifício localizado na Praça da Paz Celestial que abriga o parlamento chinês.

    Entre os temas discutidos estão as relações comerciais entre os dois países, a situação do Irã, Taiwan e até a possibilidade de um futuro acordo tripartite sobre armas nucleares envolvendo China, Estados Unidos e Rússia.

    A questão de Taiwan ganhou destaque nas conversas após a aprovação, pelos Estados Unidos, de um pacote de armamentos de US$ 11 bilhões destinados à ilha, medida que provocou forte reação de Pequim.

    O governo chinês considera Taiwan parte de seu território e vê qualquer apoio militar estrangeiro à ilha como uma interferência direta em assuntos internos.

    Nos últimos dias, autoridades chinesas reforçaram publicamente a oposição à independência taiwanesa.

    Uma porta-voz do governo chinês afirmou que a determinação da China em impedir a separação de Taiwan é “firme como uma rocha” e declarou que Pequim possui capacidade total para “esmagar qualquer tentativa de secessão”.

    As declarações ocorreram após uma fala recente do presidente taiwanês, William Lai Ching-te, durante a Cúpula da Democracia de Copenhague.

    Na ocasião, Lai afirmou que a democracia é “o bem mais precioso” de Taiwan e destacou que os taiwaneses “sabem muito bem que a democracia é conquistada, não concedida”.

    “O povo de Taiwan nunca recuou diante dos crescentes desafios externos e jamais se submeterá à pressão. Taiwan é uma nação soberana e independente. Nenhuma tentativa de isolar Taiwan mudará nossa determinação de participar da comunidade internacional”, afirmou o líder taiwanês em mensagem de vídeo exibida no evento.

    Há mais de 70 anos, os Estados Unidos desempenham papel central na disputa entre Pequim e Taipé. Embora Washington não mantenha relações diplomáticas oficiais com Taiwan, a legislação norte-americana obriga o país a fornecer meios de defesa para a ilha.

    Além da questão militar, Xi Jinping também deve tentar convencer Trump a adotar uma posição mais favorável aos interesses chineses em relação a Taiwan, incluindo possíveis declarações contrárias à independência da ilha e apoio à chamada “reunificação”.

    Xi Jinping ainda tem uma viagem oficial planejada para os Estados Unidos no fim deste ano. Será a primeira visita do líder chinês ao país desde o retorno de Donald Trump à presidência, em 2025.

    Xi alerta Trump para risco de 'conflito' entre China e Estados Unidos

  • Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos

    Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos

    As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego

    O Brasil fechou o ano de 2025 com um aumento de 5% no estoque de empregos formais, na comparação com 2024. O país fechou o ano passado com 59,971 milhões de trabalhadores com emprego formal. 

    Desse total, 46,128 milhões são celetistas; 12,657 milhões estatutários e trabalhadores em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, pessoa física rural, entre outros, somaram 1,186 milhão.

    As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.  

    “Apresentamos recentemente o menor índice de desemprego da história. Estamos num momento bom, apesar dos juros altos. Estamos no rumo certo. Poderíamos estar em uma situação melhor se não fossem os juros praticados”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ao divulgar os números.

    O principal setor responsável pelo estoque de empregos foi o de Serviços, com 35,695 milhões, uma alta de 7,2% em relação a 2024. Na sequência, vem o Comércio, com crescimento de 1,7% e 10,487 milhões de empregos, e a Indústria com 9,017 milhões e um crescimento também de 1,7%.

    A construção somou 2,57 milhões de empregos, registrando uma alta de 2,5%, e a agropecuária, com 1,812 milhões de empregos e um crescimento de 1,6%.

    No setor de serviços, a administração pública mostrou crescimento de 15,2% no número de empregos, com 1.483.555 vínculos. A maior parte desse crescimento ficou concentrada nos municípios, com 18,2% (1,182 milhões vínculos) e nos governos estaduais, de 10,3% (408.018 vínculos).

    Houve aumentos expressivos na educação, com alta de 6,2% ou 212.611 vínculos, e de menor intensidade na saúde humana, com 4,2% ou 142.598 vínculos.

    Apesar do aumento no estoque de empregos, a Rais mostrou que houve uma ligeira queda na remuneração média, de 0,5% na mesma base de comparação, chegando a R$ 4.434,38 em 2025.

    A Rais é divulgada anualmente e apresenta informações sobre todos os estabelecimentos formais e vínculos celetistas e estatutários no Brasil. Segundo os dados, o número de estabelecimentos com empregados passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, um crescimento de 2,1%. 

    Os números mostram ainda que entre as regiões, o crescimento relativo foi mais intenso nas regiões Nordeste, de 10,1%, com 1.076.603 vínculos criados; depois vem a Norte com crescimento de 10,1% e 354.753 vínculos; a Centro-Oeste, com alta de 5,7% e 322.513 vínculos.

    A Região Sudeste, com o crescimento de 2,9% e 807.240 vínculos, e a Sul, com alta de 2,9% e 285.514 vínculos, também tiveram aumentos absolutos expressivos. 

    A distribuição do emprego formal permaneceu concentrada na Região Sudeste (47,4%), seguida pela Região Nordeste (19,5%) e pela Região Sul (16,8%).

    Entre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo do estoque de empregos em comparação a 2024 foi registrado no Amapá, com um crescimento de 20,5% e 31.396 vínculos; no Piauí, com alta de 13,2% e 74.244 vínculos; em Alagoas, cujo crescimento foi de 13%, gerando 81.633 vínculos; e na Paraíba, com 12,9% e 103.278 vínculos.

    Em variação absoluta, os maiores crescimentos foram em São Paulo de 2,3% (357.493 vínculos), na Bahia, com 9,7% (266.035 vínculos), em Minas Gerais, crescimento de 3,7% (224.876) e no Ceará, com aumento de 10,6% (195.462 vínculos).

    Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos

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  • Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

    Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

    Ela afirma que presente anunciado pela influenciadora durante o reality ainda não chegou em casa. Ex-BBB lembra que promessa foi feita em abril, após participante elogiar produtos da marca da empresária

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Mais de um mês depois de deixar o BBB 26, Chaiany Andrade ainda aguarda um presente que deu o que falar durante o reality da Globo: o “estoque vitalício” de cosméticos prometido por Virginia Fonseca.

    A empresária havia garantido publicamente que enviaria produtos de sua marca à ex-sister, mas, até agora, nada chegou em Sol Nascente/Pôr do Sol, que fica a cerca de 30 quilômetros de Brasília.

    A revelação foi feita pela própria Chaiany durante participação no podcast PodDelas, ao lado de Samira Sagr. Em conversa com as apresentadoras Viih Tube e Tatá Estaniecki, ela contou com bom humor que ainda não recebeu os itens prometidos.

    “Não recebi nada”, disse, arrancando reações das apresentadoras e da colega. Apesar disso, Chaiany evitou críticas e saiu em defesa de Virginia. “Eu confio nela, ela é ocupada. É mãe solteira, tem três filhos”, comentou a ex-BBB. “Se ela não conseguir mandar os produtos, eu vou continuar comprando. Se pobre eu comprava, imagina agora com dinheiro o que eu faço”.

    A promessa aconteceu no início de abril, durante uma live em que Virginia promovia sua marca de beleza. Na ocasião, a influenciadora afirmou que Chaiany poderia pedir qualquer produto sempre que precisasse e que o envio seria permanente. O comentário viralizou entre os fãs do programa, especialmente após a ex-BBB elogiar as maquiagens e cremes que costumava usar dentro da casa.

    Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

  • Flávio confirma ter pedido dinheiro a Vorcaro para filme de Bolsonaro

    Flávio confirma ter pedido dinheiro a Vorcaro para filme de Bolsonaro

    Senador cobrou dono do Master pagamentos para produção de longa-metragem sobre o pai. Segundo reportagem, foram repassados R$ 61 milhões

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta quarta-feira (13) que pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas negou ter recebido vantagens do ex-banqueiro.

    “Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] do Banco Master. É preciso separar os inocentes dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai”, escreveu o senador, em nota.

    Informações reveladas pelo site The Intercept Brasil e confirmadas pela Folha mostram que Vorcaro pagou R$ 61 milhões para financiar o longa-metragem sobre Bolsonaro.

    No comunicado, Flávio disse ter conhecido Vorcaro em dezembro de 2024 e que, na época, não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o ex-banqueiro. O senador afirmou ainda que buscou contato com o dono do Master porque houve atraso no pagamento das parcelas de patrocínio para concluir o filme.

    “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro”, declarou o pré-candidato.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, o filho de Bolsonaro repete as alegações da nota e acrescenta que Vorcaro “simplesmente parou de honrar” com os pagamentos para bancar a produção, o que fez com que outros investidores tivessem que ser procurados.

    “Sim, tinha um contrato que, ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, do filme sequer ser concluído”, disse Flávio.

    A nota à imprensa foi divulgada nesta tarde após inicialmente Flávio negar os pagamentos. Ao ser abordado pela equipe do Intercept ao deixar o STF (Supremo Tribunal Federal), o parlamentar foi questionado sobre o financiamento e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”, segundo relato do site. Depois, o senador riu e deixou o local.

    O novo posicionamento, com a confirmação dos repasses de Vorcaro, foi divulgado após ele se reunir com integrantes e advogados da sua campanha presidencial nesta tarde para preparar a resposta sobre sua relação com Daniel Vorcaro.

    Aliados e auxiliares do presidenciável tiveram reuniões no escritório político da campanha, em uma mansão no Lago Sul, em Brasília. Estratégias foram discutidas antes da divulgação de qualquer resposta pública do senador à maior crise da sua pré-candidatura até aqui.

    Além de Flávio, estiveram no QG da campanha o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o coordenador e senador Rogério Marinho (PL-RN) e a advogada eleitoral Maria Claudia Bucchianeri.

    Segundo a reportagem, além dos R$ 61 milhões, Flávio pediu mais dinheiro em áudio para Vorcaro.

    “Eu fico sem graça de ficar te cobrando, está em um momento muito decisivo aqui do filme. E tem muita parcela para trás, e está todo mundo tenso e eu fico preocupado aqui com o efeito contrário do que a gente sonhou para o filme, né?”, teria dito o senador em mensagem enviada em 8 de setembro do ano passado.

    “Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel, num Cyrus, os caras, pô, renomadíssimos do cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim”, teria acrescentado. Jim Cazaviel vive Jair Bolsonaro no filme. Cyrus Nowrasteh é o diretor da película.

    Isadora Albernaz e Carolina Linhares

    Flávio confirma ter pedido dinheiro a Vorcaro para filme de Bolsonaro

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  • Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência

    Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência

    Mercado reage a reportagem sobre Flávio Bolsonaro e Vorcaro; banqueiro teria pago R$ 61 milhões para filme do ex-presidente Jair Bolsonaro

    O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta quarta-feira (13). O dólar disparou e voltou a fechar acima de R$ 5, enquanto a bolsa recuou quase 2%, após investidores reagirem à divulgação de uma reportagem que vincula o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

    Além do impacto político, o mercado também demonstrou preocupação com novas medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos combustíveis, consideradas por investidores como um possível risco fiscal por envolver subsídios.

    Reação do mercado

    O dólar comercial encerrou o dia em alta de 2,31%, cotado a R$ 5,009, no maior valor de fechamento desde 10 de abril.Durante a tarde, a moeda norte-americana chegou à máxima de R$ 5,0130, ultrapassando a barreira psicológica de R$ 5 pela primeira vez em três pregões. A cotação operava em R$ 4,91 até por volta das 14h50, quando saiu a reportagem.

    O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 1,8% e fechou aos 177.098 pontos, no menor nível desde 20 de março. O volume financeiro negociado somou R$ 66,39 bilhões.

    Até o início da tarde, o índice ainda operava acima dos 180 mil pontos, mas perdeu força após a publicação da reportagem.

    Reportagem e impactoSegundo o site Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro teria mantido negociações com Daniel Vorcaro para financiar um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    A reportagem afirma que Vorcaro teria prometido repassar US$ 24 milhões para a produção do longa, chamado Dark Horse.

    Em mensagens atribuídas ao senador, Flávio teria escrito ao banqueiro:

    “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente.”

    Daniel Vorcaro está no centro das investigações envolvendo a liquidação do Banco Master.

    Negativa de Flávio

    Em nota oficial, Flávio Bolsonaro negou qualquer irregularidade na relação com Vorcaro.

    O senador afirmou que buscava apenas recursos privados para financiar o filme e declarou que não ofereceu qualquer vantagem em troca.

    A defesa de Daniel Vorcaro não comentou o caso.

    * com informações da Reuters

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  • Justiça Federal manda soltar MC Ryan SP e Poze do Rodo da prisão

    Justiça Federal manda soltar MC Ryan SP e Poze do Rodo da prisão

    Cantores e outro investigado também estão proibidos de deixar o país sem autorização da Justiça. O trio deverá entregar os seus passaportes, caso possuam o documento

    (UOL/CBS NEWS) – A Justiça Federal concedeu habeas corpus e mandou soltar o MC Ryan SP, preso na Operação Narco Fluxo, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a casas de apostas ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. A informação foi confirmada pelo UOL.

    Justiça, porém, determinou a aplicação de medidas cautelares aos MCs, que estavam presos preventivamente. A reportagem apurou que a decisão do tribunal federal também beneficiou outro preso na operação, Diogo Santos de Almeida.

    Apesar da soltura, os cantores e Diogo terão que cumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. Entre elas, informar à Justiça o endereço onde podem ser encontrados e comunicar qualquer mudança. Eles também deverão comparecer a todos os atos do processo, não poderão deixar a cidade onde moram por mais de cinco dias sem autorização judicial e terão de se apresentar mensalmente em juízo para comprovar suas atividades.

    Cantores e Diogo também estão proibidos de deixar o país sem autorização da Justiça. O trio deverá entregar os seus passaportes, caso possuam o documento.

    Tribunal federal considerou que ainda não havia denúncia formal apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) contra os investigados. A Justiça entendeu que houve excesso de prazo na prisão preventiva e que faltavam elementos concretos para justificar a manutenção da prisão.

    Fernando Henrique Cardoso, advogado do MC Poze do Rodo, comemorou a decisão. ”Nosso pedido de extensão foi aceito. Esperamos em breve poder retirar nosso cliente, Marlon Brendon, deste aprisionamento desnecessário e ilegal.”

    Anteontem, Henrique Viana, conhecido como “Rato Love Funk”, também foi solto após decisão da Justiça. A defesa de “Rato”, conduzida pelo criminalista Aury Lopes Jr., afirmou em nota que a “prisão se mostrava totalmente arbitrária e desnecessária”, e que “reafirma sua inocência”.

    Ryan estava preso na Penitenciária 2 de Mirandópolis, no interior de São Paulo. Ele foi transferido para a unidade em 30 de abril.

    Líder e beneficiário do esquema

    MC Ryan é apontado pela PF como líder e beneficiário econômico do esquema. Segundo a apuração, Ryan usava empresas de produção musical e entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais.
     
    Para blindar seu patrimônio, o MC transferiu a participação em empresas para familiares e operadores financeiros. Para lavar dinheiro obtido de forma ilegal, ele comprava imóveis, veículos de luxo, joias e outros ativos de alto valor, segundo a PF.

    PF diz ter apreendido R$ 20 milhões em veículos

    Operação bloqueou quantia bilionária e apreendeu veículos de luxo. A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 1,6 bilhão. Além disso, aproximadamente R$ 20 milhões foram apreendidos “só em veículos”, afirmou o delegado Marcelo Maceiras. Ao todo, foram cumpridos 90 mandados judiciais, entre buscas e prisões, em oito estados e no Distrito Federal.

    “PF segue o caminho do dinheiro”, diz delegado. Maceiras deu a declaração ao explicar que o trabalho começou ainda em 2023, com a apreensão de um veleiro com drogas.

    Dinheiro do tráfico leva a facções, diz polícia. O delegado disse que, ao rastrear recursos do tráfico de drogas, a investigação chega inevitavelmente a organizações criminosas. Ele evitou citar grupos específicos, mas afirmou que “parte do dinheiro” tem origem no tráfico.

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