Autor: REDAÇÃO

  • Ex-Botafogo, Lúcio Flávio pede demissão um dia após estrear em clube goiano

    Ex-Botafogo, Lúcio Flávio pede demissão um dia após estrear em clube goiano

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Lúcio Flávio, ex-técnico do Botafogo que foi pivô de derrocada histórica no Brasileirão de 2023, se despediu do Goiatuba nesta quinta-feira (22). O treinador pediu demissão do clube goiano um dia após estrear.

    Segundo o comandante, houve proposta sedutora de outra equipe. Apesar disso, Lúcio Flávio não quis revelar o próximo desafio da carreira.

    A passagem teve apenas um capítulo, e não foi dos melhores. O treinador perdeu por 1 a 0 para o Abecat em sua única partida pelo Goiatuba.

    O ex-Botafogo deixa o clube em situação complicada, já que está na zona de rebaixamento do Campeonato Goiano. O Goiatuba já encontrou o substituto: Glauber Ramos, de 51 anos.

    São três técnicos em cinco dias, já que o antecessor de Lúcio Flávio, foi demitido no último sábado. O próximo compromisso do clube goiano será contra a Aparecidense, no domingo.

    Ex-Botafogo, Lúcio Flávio pede demissão um dia após estrear em clube goiano

  • 'Levarei a minha pré-candidatura até o final', afirma Romeu Zema

    'Levarei a minha pré-candidatura até o final', afirma Romeu Zema

    Segundo o governador mineiro, hoje a esquerda brasileira estaria concentrada em um único nome, que, em sua avaliação, já se aproxima da aposentadoria (o presidente Luiz Inácio Lula da Silva), enquanto a direita reuniria \”diversos quadros mais jovens\”, alguns inclusive na casa dos 40 anos. Para ele, esse cenário deve fortalecer o campo conservador.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta sexta-feira, 23, em entrevista à CNN Brasil, que irá manter a sua candidatura à Presidência da República \”até o final\”, mesmo após a definição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o candidato da direita indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. \”Fico extremamente honrado, lisonjeado pelo meu nome estar sendo lembrado, seja pré-candidato à Presidência ou pré-candidato a vice. Ambos são cargos muito relevantes\”, disse Zema. \”Mas o que eu posso dizer é que eu levarei a minha pré-candidatura até o final, isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate.\”

    Segundo o governador mineiro, hoje a esquerda brasileira estaria concentrada em um único nome, que, em sua avaliação, já se aproxima da aposentadoria (o presidente Luiz Inácio Lula da Silva), enquanto a direita reuniria \”diversos quadros mais jovens\”, alguns inclusive na casa dos 40 anos. Para ele, esse cenário deve fortalecer o campo conservador.

    Sua leitura é de que a multiplicidade de candidaturas de direita ampliaria o volume de votos no primeiro turno, que tenderiam a se transferir para o nome da oposição que avançar ao segundo turno.

    Nesse sentido, ele reforçou que quem quer que seja o candidato que eventualmente dispute um segundo turno contra Lula, terá seu apoio.

    \”Eu estarei dando total apoio, como fiz em 2022. Eu ganhei para governador no primeiro turno e depois fiquei três semanas trabalhando para o candidato da direita que naquela ocasião era o Jair Bolsonaro\”, disse o governador mineiro.

    'Levarei a minha pré-candidatura até o final', afirma Romeu Zema

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  • Adriana Lima vende casarão em Los Angeles por R$ 68,9 milhões

    Adriana Lima vende casarão em Los Angeles por R$ 68,9 milhões

    Segundo o The Wall Street Journal, a propriedade de 700m² estava no mercado desde agosto do ano passado. Anunciada pelo valor inicial de US$ 15,995 milhões, a casa teve o preço reduzido em mais de uma ocasião até chegar ao valor final da negociação.

    ANA CLARA COTTECCO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A modelo Adriana Lima finalizou a venda da mansão onde morava em Los Angeles, nos Estados Unidos, por US$ 12,96 milhões (cerca de R$ 68,9 milhões). O negócio foi fechado quatro anos após a brasileira adquirir o imóvel e marca o encerramento de um ciclo da família na Califórnia.

    Segundo o The Wall Street Journal, a propriedade de 700m² estava no mercado desde agosto do ano passado. Anunciada pelo valor inicial de US$ 15,995 milhões, a casa teve o preço reduzido em mais de uma ocasião até chegar ao valor final da negociação.

    Adriana comprou a mansão em 2022 por US$ 12,35 milhões, quando se mudou para o endereço com o marido, o produtor de cinema Andre Lemmers III, e os filhos.

    A residência de alto padrão conta com 5 quartos, piscina, sala de cinema e adega, uma casa de hóspedes separada com um quarto, além de um sistema de segurança de última geração, equipado com câmeras com inteligência artificial e cerco por feixes de laser.

    Segundo a publicação, a família deixa o imóvel após se mudar para Nova York, também nos Estados Unidos, onde passou a viver recentemente.

    Adriana Lima vende casarão em Los Angeles por R$ 68,9 milhões

  • Muricy Ramalho pede demissão e deixa o São Paulo após cinco anos

    Muricy Ramalho pede demissão e deixa o São Paulo após cinco anos

    PEDRO LOPES E VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Muricy Ramalho pediu demissão do cargo de coordenador de futebol e está de saída do São Paulo. A informação foi confirmada pela reportagem.

    Muricy estava de licença desde as festas de fim de ano, por motivos particulares.

    Ele vai cuidar da saúde. Recentemente, operou um joelho e deve operar o outro em breve.

    Como a reportagem mostrou, o coordenador já havia revelado a pessoas próximas que o ambiente interno se deteriorou nos últimos meses.

    A palavra é de que a situação nos bastidores ficou “insustentável”, o que pesou de forma decisiva em sua decisão de deixar o cargo.
    Ídolo do clube, Muricy Ramalho voltou ao São Paulo em 2021, contratado pelo então presidente Julio Casares.

    O contrato era válido até o final de 2026, quando também terminaria a gestão do antigo presidente, que renunciou ao cargo.

    Muricy Ramalho pede demissão e deixa o São Paulo após cinco anos

  • Brasil condena pela 1ª vez repressão do regime do Irã contra protestos, mas se abstém em votação na ONU

    Brasil condena pela 1ª vez repressão do regime do Irã contra protestos, mas se abstém em votação na ONU

    “Condenamos fortemente o uso de força letal contra manifestantes pacíficos e estamos preocupados com relatos de prisões arbitrárias e de crianças como alvo. Notamos que bloqueios da internet violam o direito de liberdade de expressão, incluindo de acesso à informação”, afirmou Tovar da Silva Nunes, embaixador do Brasil na ONU em Genebra (Suíça).

    GUILHERME BOTACINI
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A representação do Brasil no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas condenou a repressão violenta contra manifestantes no Irã, nesta sexta-feira (23). É a primeira vez, desde o início da onda mais recente de protestos no país persa, em dezembro, que a diplomacia brasileira condena o uso da força.

    “Condenamos fortemente o uso de força letal contra manifestantes pacíficos e estamos preocupados com relatos de prisões arbitrárias e de crianças como alvo. Notamos que bloqueios da internet violam o direito de liberdade de expressão, incluindo de acesso à informação”, afirmou Tovar da Silva Nunes, embaixador do Brasil na ONU em Genebra (Suíça).

    Anteriormente, manifestações do governo brasileiro afirmavam apenas acompanhar com preocupação os protestos e lamentar as mortes.

    A diplomacia brasileira, no entanto, absteve-se de votação de resolução levada ao conselho e patrocinada por países críticos do regime iraniano, como Alemanha, Islândia, Reino Unido, Macedônia do Norte e Moldova. O texto, aprovado por 25 votos a favor, 7 contra e 14 abstenções, pede a extensão de investigações sobre eventuais violações de direitos humanos no Irã.

    O posicionamento condiz com o histórico recente brasileiro em temas correlatos envolvendo o país persa.

    “O Brasil sustenta que apenas o povo iraniano tem o direito soberano de determinar o futuro do país. Reitera sua condenação a medidas unilaterais coercitivas contra o Irã. Ressaltamos que essas medidas impactam negativamente os direitos humanos da população e exacerbam os desafios econômicos do país, que servem de pano de fundo para as atuais manifestações”, conclui o embaixador.

    As ressalvas sobre ações unilaterais podem se referir tanto às sanções contra o Irã, tradicionalmente criticadas pela diplomacia brasileira, como às ameaças recentes do governo de Donald Trump de usar a força contra Teerã -os EUA movimentaram caças e navios de guerra para regiões próximas do Irã.

    A sessão extraordinária do conselho da ONU foi apoiada por ao menos 50 países para abordar os relatos de violência, repressão e violações de direitos humanos no país persa em meio a grandes manifestações que tomaram as ruas de Teerã e dezenas de outras cidades.

    “Insto as autoridades iranianas a reconsiderar, recuar e colocar um fim à sua brutal repressão”, afirmou o comissário de direitos humanos da ONU, Volker Türk, que chamou a repressão de “um padrão de sujeição e força esmagadora que não pode nunca abordar adequadamente as queixas e frustrações do povo”.

    Já o representante do Irã na sessão criticou a reunião. “Os patrocinadores desta sessão e de seus resultados nunca se importaram genuinamente com os direitos humanos dos iranianos. De outro modo, não teriam imposto sanções desumanas, violando os direitos básicos de todos os iranianos, nem teriam apoiado a guerra de agressão de Israel que matou e feriu mais de 5.000 iranianos”, afirmou.

    Na quarta-feira (21), o regime iraniano afirmou que as manifestações foram suprimidas e divulgou um balanço oficial de 3.000 mortes. Organizações de direitos humanos sediadas fora do país defendem que o número é muito maior.

    A declaração integra uma série de movimentos públicos do regime para reforçar a ideia de que os distúrbios no país, vistos em determinado momento como uma ameaça significativa aos aiatolás, foram completamente subjugados.

    O movimento foi inicialmente desencadeado no final de dezembro em meio ao colapso da economia e da moeda local, o rial, mas se transformou em um movimento mais amplo contra a teocracia.

    Um apagão da internet e um fluxo de desinformação tornaram difícil avaliar de forma independente o que se passou no Irã. Nos últimos dias, no entanto, testemunhas e grupos de direitos humanos descreveram um silêncio sinistro gradualmente se instalando sobre o país, com lojas e escolas abrindo em meio a uma forte presença de segurança nas ruas.

    Grupos de direitos humanos afirmam que milhares de pessoas, incluindo transeuntes que não participavam dos protestos, foram mortos durante os distúrbios.

    A proposta perante o órgão da ONU busca estender por dois anos o mandato de uma investigação da ONU estabelecida em 2022 após a grande onda anterior de protestos no país persa.

    Brasil condena pela 1ª vez repressão do regime do Irã contra protestos, mas se abstém em votação na ONU

  • Dinamarca e Otan anunciam novo foco militar no Ártico em meio a crise com Trump

    Dinamarca e Otan anunciam novo foco militar no Ártico em meio a crise com Trump

    O presidente dos Estados Unidos disse na quarta (21) que Washington e a aliança militar haviam chegado a um acordo sobre o uso da ilha, mas os detalhes a respeito ainda são escassos. Trump fala em “acesso total e ilimitado”, e a imprensa americana relatou que está em discussão a cessão de pequenas partes do território da Groenlândia aos EUA para instalação de bases militares.

    VICTOR LACOMBE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou nesta sexta-feira (23) que seu país e a Otan vão reforçar atividades militares no Ártico em meio à crise causada por Donald Trump, que exige a anexação da Groenlândia. Copenhague e o governo autônomo groenlandês rejeitam discutir a soberania do território.

    O presidente dos Estados Unidos disse na quarta (21) que Washington e a aliança militar haviam chegado a um acordo sobre o uso da ilha, mas os detalhes a respeito ainda são escassos. Trump fala em “acesso total e ilimitado”, e a imprensa americana relatou que está em discussão a cessão de pequenas partes do território da Groenlândia aos EUA para instalação de bases militares.

    O acordo seria modelado com base no arranjo que existe hoje entre o Reino Unido e o Chipre -Londres tem duas bases militares que ocupam 3% da área da ilha no Mediterrâneo, e o território que elas ocupam é considerado britânico. As bases foram estabelecidas no tratado que garantiu a independência do Chipre nos anos 1960, e o governo cipriota ainda hoje protesta contra sua existência, dizendo que se trata de “um vestígio do colonialismo”.

    Washington, entretanto, já possui amplo acesso militar ao território graças a um acordo de 1951, assinado no auge da Guerra Fria. Frederiksen disse que esse documento poderá ser atualizado para acomodar novas exigências americanas -sem, entretanto, que a Groenlândia deixe de pertencer à Dinamarca, pontuou ela.

    A primeira-ministra se reuniu com o secretário-geral da Otan, o holandês Mark Rutte, em Bruxelas, na Bélgica. “Concordamos que a Otan deve aumentar sua presença no Ártico. Defesa e segurança da região são temas importantes para toda a aliança”, disse Frederiksen, que viaja a Nuuk, capital da Groenlândia, ainda nesta sexta.

    Enquanto isso, Trump continua apostando em sua investida contra a Otan. Em entrevista à Fox News, o americano disse que seu país não precisa da aliança, criada por Washington depois da Segunda Guerra Mundial. “Nunca precisamos deles. Eles vão dizer que mandaram alguns soldados para o Afeganistão… e fizeram isso mesmo, mas eles ficaram um pouco longe da linha de frente”, afirmou.

    A fala causou revolta entre veteranos europeus da guerra do Afeganistão, da qual cerca de 30 mil não eram americanos, ou pouco menos de um terço do total. O número de baixas teve proporção parecida: dos 3.621 militares mortos entre 2001 e 2021, período da ocupação ocidental no país, 1.160 não eram soldados dos EUA, por volta de 30%.

    Em números relativos, a Dinamarca, alvo das investidas de Trump hoje, foi o terceiro país com o maior número de baixas, atrás apenas da Geórgia e dos EUA. Tendo perdido 43 soldados, o país nórdico, que tinha 5,5 milhões de habitantes em 2010, teve uma taxa de 7,8 mortes por milhão de habitantes, enquanto os EUA sofreram 7,9 mortes por milhão.

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, chamou os comentários de Trump de “estarrecedores” e “um insulto”, e o príncipe Harry disse que os sacríficios de soldados da Otan no Afeganistão “merecem respeito”.

    Dinamarca e Otan anunciam novo foco militar no Ártico em meio a crise com Trump

  • Ludmilla aponta possível boicote de distribuidora com lançamento de 'Bota'

    Ludmilla aponta possível boicote de distribuidora com lançamento de 'Bota'

    Segundo ela, o single em parceria com a rapper norte-americana Latto e a cantora argentina Emilia não aparece nos perfis das artistas horas após a estreia.

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Ludmilla usou as redes sociais para acusar a distribuidora ADA, vinculada à Warner Music, de um suposto boicote após o lançamento da música “Bota”.

    Segundo ela, o single em parceria com a rapper norte-americana Latto e a cantora argentina Emilia não aparece nos perfis das artistas horas após a estreia.

    “Dez horas de lançamento e nada de ‘Bota’ no meu perfil do Spotify, além de duas versões aleatórias soltas na plataforma. E nada de aparecer no perfil das meninas. Para melhorar, meu último álbum sumiu, inacreditável”, disse.

    Em outra publicação, ela já havia reclamado que a canção só era encontrada pelo mecanismo da busca e não pelas páginas oficiais, o que seria culpa da distribuidora, por conta de uma falha operacional e do lançamento antecipado. Procuradas, ADA e Warner não responderam até a publicação deste texto. Ninguém do Spotify foi encontrado para comentar.

    Poucos minutos após a estreia, fãs começaram a fazer relatos de áudio derrubado em alguns serviços. O álbum “Fragmentos”, do qual a música faz parte, também não aparecia associado ao perfil de Ludmilla.

    Outros, porém, usaram a mesma postagem para dizer que conseguiam achar o disco em questão na plataforma.

    Ludmilla aponta possível boicote de distribuidora com lançamento de 'Bota'

  • Pobre se sacrifica enquanto dono do Banco Master dá 'golpe de R$ 40 bi', diz Lula

    Pobre se sacrifica enquanto dono do Banco Master dá 'golpe de R$ 40 bi', diz Lula

    “Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado enquanto tem um cidadão do Banco Master que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões, mais de R$ 40 bilhões, e quem vai pagar são os bancos, é o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica que vai pagar, é o Itaú”, disse Lula durante evento em Maceió (AL), onde estava para um ato de entrega de 1.337 moradias do Minha Casa, Minha Vida.

    JOSUÉ SEIXAS E CARLOS VILLELA
    MACEIÓ, AL E PORTO ALEGRE, RS (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) fez críticas ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e disse que a crise do banco evidencia as desigualdades financeiras no Brasil.

    “Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado enquanto tem um cidadão do Banco Master que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões, mais de R$ 40 bilhões, e quem vai pagar são os bancos, é o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica que vai pagar, é o Itaú”, disse Lula durante evento em Maceió (AL), onde estava para um ato de entrega de 1.337 moradias do Minha Casa, Minha Vida.

    Lula se referia ao valor do ressarcimento aos investidores com dinheiro no Banco Master por meio do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mantido com recursos das instituições financeiras. De acordo com o fundo, serão devolvidos R$ 40,6 bilhões a 800 mil pessoas, no maior resgate da história.

    “Um cidadão que deu um desfalque de R$ 40 bilhões nesse país, e tem gente que defende, porque está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara nesse país”, continuou.

    O presidente não esclareceu a quem se referia quando citou os supostos defensores de Vorcaro, que é acusado de fraudes contra o sistema financeiro, incluindo emissão de títulos de crédito falsos. Ele chegou a ser preso em novembro, mas foi solto mediante uso de tornozeleira eletrônica e cumpre prisão domiciliar em São Paulo.

    Lula defendeu políticas públicas do seu governo, como reajustes reais do salário mínimo, o Bolsa Família e o programa de assistência odontológica Brasil Sorridente. “Se nós não cuidarmos das pessoas mais pobres, elas vão ficar mais pobres”, disse.

    O evento também mostrou a aproximação do prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), mais conhecido como JHC, com Lula. Ambos permaneceram sentados lado a lado e trocaram longas conversas ao pé do ouvido durante o ato.

    Apesar de ter apoiado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022, quando trocou o PSB pelo PL, JHC vem ensaiando uma mudança de postura no último ano e fez um aceno público ao petista em seu discurso.

    “A política tem que ter menos apontar os dedos e mais estender as mãos, e é isso que estou fazendo com o senhor hoje. É um pacto social, um pacto por Maceió, um pacto por Alagoas e um pacto pelo povo do nosso Brasil”, disse.

    O evento contou com a participação de lideranças como o secretário-geral da Presidência da República Guilherme Boulos (PSOL), o ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) e o ministro dos Transportes e ex-governador alagoano Renan Filho (MDB).

    Em seu discurso, Renan abriu as saudações com uma deferência a JHC e reafirmou o apoio do pai, o senador Renan Calheiros, que não estava presente, à reeleição do petista. “O lugar de Renan em 2026 é onde Renan sempre esteve, ao lado do presidente Lula”, disse o ministro.

    O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP), que foi vaiado por parte do público, não estava na primeira fila de convidados.
    A disputa pública entre Renan Calheiros e Arthur Lira, adversários políticos de longa data, arrefeceu nos últimos meses após a costura de um acordo amplo entre os grupos de ambos, de olho nas eleições de 2026, que incluiu articulações para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

    Em julho, Lula indicou a procuradora de Justiça de Alagoas Marluce Caldas Bezerra, tia do prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), para uma vaga no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    Segundo interlocutores, a indicação de Marluce está atrelada a uma promessa de JHC de não renunciar para disputar outros cargos nas eleições de 2026.

    O acordo prevê que Lira possa concorrer ao Senado com o apoio de Lula, junto a Renan, que deve tentar a reeleição. O senador licenciado Renan Filho (MDB), hoje no Ministério dos Transportes, vai tentar voltar ao governo de Alagoas, cargo que ocupou entre 2015 e 2022. Já o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), em segundo mandato, não deve concorrer a outro cargo neste ano.

    O acordo político também envolvia o projeto que aumenta a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês, relatado por Lira na Câmara dos Deputados. O governo avaliava que uma possível interferência de JHC nos planos eleitorais de Lira poderia levar o deputado a impor obstáculos à tramitação do projeto.

    Entretanto, a ida do projeto ao Senado mostrou que a trégua entre Renan e Lira não é total. Em outubro, o emedebista -que relatou o projeto no Senado- criticou modificações feitas pela Câmara no texto original enviado pelo Palácio do Planalto.

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  • Justiça mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro

    Justiça mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro

    A decisão do ministro Reynaldo Soares da Fonseca foi publicada em 23 de dezembro de 2025. No voto, o magistrado destacou que “se a relação começa com a concordância da mulher e, durante o encontro, esse consentimento cessa, a outra parte há de respeitar e parar, sob pena de, forçando o prosseguimento, caracterizar-se o estupro”.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro. O arquiteto foi sentenciado a oito anos de prisão, em regime inicial semiaberto, por um crime ocorrido em 2014, em São Paulo.

    A decisão do ministro Reynaldo Soares da Fonseca foi publicada em 23 de dezembro de 2025. No voto, o magistrado destacou que “se a relação começa com a concordância da mulher e, durante o encontro, esse consentimento cessa, a outra parte há de respeitar e parar, sob pena de, forçando o prosseguimento, caracterizar-se o estupro”.

    A sentença ainda cabe recurso e, como não houve determinação de prisão imediata, Prior poderá aguardar o desfecho dos recursos em liberdade, segundo o documento dado inicialmente pelo Metrópoles e que a reportagem também teve acesso.

    Em setembro de 2024, o Tribunal de Justiça de São Paulo ampliou a pena do ex-BBB de seis para oito anos, mantendo o regime semiaberto. O órgão entendeu que o aumento foi adequado diante dos danos graves causados à vítima, tanto psicológicos -como depressão e estresse pós-traumático- quanto físicos. A defesa tentou reduzir a pena, mas o pedido foi negado.

    À época do crime, Prior e a vítima moravam na Zona Norte da capital paulista e estudavam na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Após uma festa universitária, em agosto de 2014, ele teria dado carona à vítima e, em seguida, parado em uma rua escura próxima à residência dela. Segundo a denúncia, ele teria iniciado investidas e a levado ao banco traseiro do carro, onde o estupro teria ocorrido enquanto a vítima estava alcoolizada.

    As denúncias vieram à tona após a participação do arquiteto no BBB 20 na Globo. Prior ainda é acusado de tentativa de estupro por mais três mulheres em crimes que teriam acontecido entre 2014 e 2018. Procurados, os advogados do ex-BBB não se manifestaram.

    Justiça mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro

  • Nubank vai falir? Caso gera alerta e instituição financeira se pronuncia

    Nubank vai falir? Caso gera alerta e instituição financeira se pronuncia

    Em comunicado publicado em seu site, a instituição classificou os boatos como falsos e afirmou que conteúdos do tipo são recorrentes e sensacionalistas.

    Os rumores sobre uma possível falência do Nubank ganharam espaço nas redes sociais nos últimos dias, impulsionados pela liquidação extrajudicial do Will Bank determinada pelo Banco Central. Diante da repercussão, o Nubank se manifestou oficialmente para negar qualquer instabilidade financeira e reforçar que segue operando normalmente no Brasil. Em comunicado publicado em seu site, a instituição classificou os boatos como falsos e afirmou que conteúdos do tipo são recorrentes e sensacionalistas.

    “A gente vira e mexe se depara com posts mentirosos, fake news ou chamadas apelativas que questionam: ‘o Nubank vai falir?’, ‘o Nubank está falindo?’, ‘o Nubank vai sair do Brasil?’ ou ‘Banco Nubank faliu?’. A resposta para todas essas perguntas é não”, declarou o banco digital.

    As especulações aumentaram após o Banco Central decretar, na quarta-feira (21/1), a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controladora do Will Bank e ligada ao Banco Master. A fintech atendia cerca de 12 milhões de clientes e atuava nos segmentos de cartão de crédito, empréstimos e investimentos. No último ano, movimentou aproximadamente R$ 7,5 bilhões e mantinha cerca de 1,1 mil funcionários.

    Antes mesmo da decisão oficial, a Mastercard já havia suspendido os cartões do Will Bank. Com a liquidação, todos os cartões foram cancelados, impossibilitando seu uso. Os recursos dos clientes, no entanto, contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme as regras vigentes.

    Estimativas indicam que o impacto da liquidação pode chegar a R$ 6,5 bilhões para o FGC, considerando os depósitos a prazo registrados pela fintech em setembro de 2025. Ainda assim, o valor final dependerá do cálculo individual de cada cliente. Especialistas orientam que os correntistas acompanhem apenas comunicados oficiais e mantenham o pagamento de suas obrigações em dia.

    Com a retirada da empresa do mercado, as operações são interrompidas e os investimentos ficam congelados. Um liquidante é nomeado para avaliar ativos, dívidas e créditos da instituição. Apesar disso, contratos seguem válidos. Como explica o especialista André Franco: “A fatura do cartão de crédito não é perdoada, tá registrado no sistema financeiro nacional. Então, o não pagamento vai causar inadimplência e você ter ali a sua conta colocada no Serasa e no SPC.”

    Nubank vai falir? Caso gera alerta e instituição financeira se pronuncia

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