Autor: REDAÇÃO

  • Wagner Moura soube da indicação ao Oscar em um avião, diz Kleber Mendonça

    Wagner Moura soube da indicação ao Oscar em um avião, diz Kleber Mendonça

    A votação para definir os vencedores começa no dia 26 de fevereiro. Os membros da Academia têm até o dia 5 de março para escolher seus favoritos. A cerimônia do Oscar está marcada para 15 de março. O evento acontece em Los Angeles, nos Estados Unidos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Após “O Agente Secreto” receber quatro indicações ao Oscar, Kleber Mendonça Filho postou um vídeo agradecendo o apoio do público.

    O diretor contou onde Wagner Moura estava durante a divulgação dos indicados. “Quero agradecer ao Wagner Moura, que estava num avião quando soube da informação de que está indicado ao Oscar de melhor ator”, comentou.

    Ele agradeceu ao público brasileiro. “Um grande abraço, muito obrigado por essa energia tão incrível que a gente tá sentindo do povo brasileiro para ‘O Agente Secreto’ e para essas quatro indicações. Estava até agora há pouco com vários amigos aqui que ajudaram, fizeram parte do filme. Foi muito bom. Muito bom em termos, fiquei bem nervoso, mas foi bom acompanhar ao vivo a transmissão”, disse.

    Kleber Mendonça Filho ressaltou a importância de suas origens para o filme. O cineasta, nascido em pernambuco, afirmou: “‘O Agente Secreto’ é uma combinação de muitas outras coisas. Da cidade que é o Recife, que tem um talento muito natural para a cultura, para a literatura, para o teatro, para a música e, claro, para o cinema. ‘O Agente Secreto’ não surgiu esse ano, é fruto de muitos outros filmes. Não só os que eu já fiz”.

    A votação para definir os vencedores começa no dia 26 de fevereiro. Os membros da Academia têm até o dia 5 de março para escolher seus favoritos.
    A cerimônia do Oscar está marcada para 15 de março. O evento acontece em Los Angeles, nos Estados Unidos.

    Wagner Moura soube da indicação ao Oscar em um avião, diz Kleber Mendonça

  • Bolsa tem nova disparada e bate 177 mil pontos em meio a bom humor externo; dólar cai

    Bolsa tem nova disparada e bate 177 mil pontos em meio a bom humor externo; dólar cai

    A sinalização de acordo dos Estados Unidos sobre a Groenlândia e a suspensão de tarifas animaram investidores, favoreceram mercados emergentes e levaram o Ibovespa a renovar recordes, enquanto o dólar recuou diante da entrada de recursos estrangeiros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa de Valores brasileira opera em forte alta nesta quinta-feira (22), estendendo o movimento da véspera e ainda embalada pelas discussões envolvendo a possível aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos.

    O presidente Donald Trump afirmou estar próximo de um acordo sobre a ilha ártica e suspendeu a ameaça de aplicar tarifas sobre oito países europeus. Analistas também repercutem dados norte-americanos de inflação e de atividade econômica.

    Às 12h54, o Ibovespa avançava 3,05%, aos 177.084 pontos, a caminho de renovar o recorde histórico pelo quarto dia consecutivo. Na máxima da sessão até aqui, chegou a 177.741 pontos. Na quarta-feira, o principal índice do mercado acionário do país superou pela primeira vez as marcas de 167 mil, 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil pontos.

    Já o dólar recuava 0,38%, cotado a R$ 5,299.

    Trump afirmou, na rede social Truth Social, ter formado “uma estrutura de acordo futuro em relação à Groenlândia e, na verdade, a toda a região do Ártico”.

    “Com base nesse entendimento, não vou impor as tarifas que estavam programadas para entrar em vigor em 1º de fevereiro.”

    O movimento foi lido como um recuo por parte do presidente republicano após reunião com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Mais cedo, na quarta-feira, Trump já havia descartado o uso da força para tomar a ilha, de posse dinamarquesa, em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

    O comportamento de avanços e recuos de Trump, já conhecido dos mercados desde o episódio do tarifaço no ano passado, tem incentivado a diversificação de carteiras para fora dos Estados Unidos. Investidores buscam reduzir a exposição à volatilidade dos mercados norte-americanos, movimento do qual os emergentes têm se beneficiado.

    “Os investidores passam a revisar risco, reduzir a exposição a mercados supervalorizados e buscar alternativas onde o preço compensa o risco”, afirma Adriana Ricci, fundadora da SHS Investimentos. “O dinheiro global não sai do sistema. Ele muda de endereço.”

    Na avaliação de especialistas, o Brasil se destaca por características próprias, como o elevado diferencial de juros — a Selic está em 15% ao ano desde junho passado — e a forte exposição da Bolsa a commodities, como petróleo e minério de ferro. As companhias listadas também seguem com preços atrativos: mesmo com os sucessivos recordes do Ibovespa, o índice ainda opera em múltiplos abaixo da média histórica.

    “O alívio nas tensões geopolíticas incentiva a entrada do estrangeiro na Bolsa. Já imaginávamos que isso iria ocorrer em algum momento, já que a capitalização do Ibovespa é pequena. Qualquer fluxo de capital novo faz efeito, especialmente em um momento de poucas vendas”, diz Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos.

    “Vemos esse movimento se estendendo até abril e, depois, quando as eleições começarem a entrar no preço dos ativos, esperamos mais volatilidade.”

    A entrada de recursos estrangeiros também impulsiona o câmbio, já que os investidores precisam converter dólares em reais para aplicar no mercado local.

    “O modelo sugere que o dólar deverá cair em direção a R$ 5,25, atual linha objetivo de queda. Assim, somente compras de curto prazo são recomendadas”, escreveu o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em relatório enviado a clientes.

    O recuo de Trump em relação à Groenlândia também estimula investimentos em ativos mais arriscados, o que, somado à estratégia de rotação para fora dos Estados Unidos, favorece a Bolsa brasileira como mercado emergente.

    Os índices acionários na Europa também avançam nesta quinta-feira. O alemão DAX e o francês CAC 40 registram ganhos superiores a 1%. O dólar apresenta queda frente a divisas emergentes, como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano.

    Os agentes do mercado ainda repercutem dados do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2025. A economia norte-americana cresceu a uma taxa anualizada revisada de 4,4%, o ritmo mais rápido desde 2023.

    Já os gastos dos consumidores, representados pelo índice PCE e responsáveis por cerca de dois terços da atividade econômica dos EUA, avançaram a uma taxa de 3,5% no terceiro trimestre. O PCE é a métrica preferida do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) para balizar as decisões de política monetária.

    O Fed e o BC (Banco Central) brasileiro decidem sobre juros na próxima semana, entre terça e quarta-feira. A expectativa é que ambos mantenham suas taxas de referência inalteradas: os Fed Funds na faixa entre 3,5% e 3,75% e a Selic em 15%.

    Bolsa tem nova disparada e bate 177 mil pontos em meio a bom humor externo; dólar cai

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  • Michelle cita Collor a Moraes, e aliados de Bolsonaro apostam em perícia para obter prisão domiciliar

    Michelle cita Collor a Moraes, e aliados de Bolsonaro apostam em perícia para obter prisão domiciliar

    Aliados do ex-presidente intensificam articulações no Supremo e apostam em perícia médica para tentar viabilizar prisão domiciliar humanitária, enquanto ministros avaliam impactos jurídicos, políticos e o estado de saúde de Bolsonaro antes de uma decisão final

    (CBS NEWS) Aliados de Jair Bolsonaro têm pressionado ministros do Supremo Tribunal Federal pela concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente e depositam expectativas na perícia médica determinada pelo relator do caso, Alexandre de Moraes.

    Segundo relatos, Moraes não deu qualquer garantia à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro durante a conversa que tiveram a sós na semana passada, mas afirmou que analisaria as informações médicas e que a decisão seguiria os prazos da Justiça.

    A conversa entre Moraes e Michelle foi descrita como cordial. A ex-primeira-dama narrou, de forma cronológica, a queda sofrida por Bolsonaro na superintendência da Polícia Federal, as informações desencontradas recebidas pela família e o passo a passo até o atendimento médico.

    Michelle questionou o ministro sobre a possibilidade de conceder a Bolsonaro o mesmo benefício dado ao ex-presidente Fernando Collor em maio do ano passado, a prisão domiciliar humanitária. Moraes respondeu que Collor foi diagnosticado com Parkinson e apresenta risco de queda.

    A esposa de Bolsonaro detalhou ao ministro todos os medicamentos que o ex-presidente utiliza e os efeitos colaterais de cada um, incluindo o risco de quedas. De acordo com relatos, Moraes fez perguntas, todas respondidas por Michelle.

    Ela também atribuiu ao efeito dos medicamentos o episódio em que Bolsonaro violou a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, em novembro. Michelle falou sobre a dosagem e a interação entre os remédios e afirmou que Bolsonaro não teria mexido no equipamento se ela estivesse em casa naquele momento.

    Michelle foi recebida por Moraes e pelo decano do STF, Gilmar Mendes, mas pessoas próximas a Bolsonaro afirmam que há uma mobilização coletiva em curso.

    Um aliado do ex-presidente, que falou à reportagem sob condição de anonimato, resumiu a situação dizendo que “todo mundo está falando com todo mundo”. Segundo ele, amigos de Bolsonaro com acesso a ministros do Supremo tentaram ou conseguiram contato.

    Um dos ministros que conversou sobre o estado de saúde de Bolsonaro foi o presidente do STF, Edson Fachin. Também são citados, além de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, os ministros Luiz Fux, Kassio Nunes Marques e André Mendonça.

    Dois parlamentares, que preferiram não se identificar, admitiram ter conversado com ministros nas últimas semanas. Um deles afirmou ter falado com cinco magistrados. O outro, com apenas um.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, relatou ter procurado quatro dos atuais dez ministros do STF. Já a conversa de Michelle com Moraes foi intermediada pelo deputado federal Altineu Côrtes e pelo senador Bruno Bonetti.

    Na avaliação de um dos parlamentares, a repercussão do tema na imprensa tem retardado a decisão de Moraes. Segundo ele, é necessário cautela para que o ministro não se sinta politicamente pressionado, mas convencido de que o quadro de saúde do ex-presidente é, de fato, delicado.

    Amigos de Bolsonaro afirmam que a perícia médica e a decisão de Moraes de transferi-lo da superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para um batalhão da Polícia Militar conhecido como Papudinha renovaram as expectativas pela concessão da prisão domiciliar.

    A avaliação é de que o cenário também mudou porque outros ministros do STF, ao analisarem a gravidade do estado de saúde de Bolsonaro, passaram a temer que a corte seja responsabilizada pela família ou pela opinião pública caso ocorra algum agravamento.

    Um aliado do ex-presidente aponta ainda um fator político. Na visão dele, as sucessivas negativas de Moraes acabam vitimizando Bolsonaro e fortalecendo a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho.

    Michelle deve retomar, no próximo mês, as viagens que vinha realizando pelo país por meio do PL Mulher, após uma pausa de dois meses. Nesta quarta-feira, 22, no entanto, a ex-primeira-dama comunicou o adiamento do primeiro encontro, previsto para o Tocantins.

    “A medida foi necessária em razão da atual situação que o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e a presidente do PL Mulher Michelle Bolsonaro estão enfrentando, o que demandou a readequação da agenda de compromissos previamente planejada”, informou a assessoria.

    Michelle cita Collor a Moraes, e aliados de Bolsonaro apostam em perícia para obter prisão domiciliar

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  • Groenlândia admite maior presença militar e quer "diálogo pacífico"

    Groenlândia admite maior presença militar e quer "diálogo pacífico"

    Primeiro-ministro afirma que discute reforço da presença militar e cooperação com a OTAN no Ártico, mas rejeita qualquer acordo que coloque em risco a soberania e a integridade territorial da Groenlândia diante do interesse manifestado pelos Estados Unidos

    O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, afirmou nesta quinta-feira que admite ampliar a presença militar no território, ao mesmo tempo em que defendeu a continuidade de um “diálogo pacífico” sobre o futuro da ilha. Segundo ele, soberania e integridade territorial são “linhas vermelhas”.

    “Queremos reforçar a segurança no Ártico por meio de iniciativas importantes, incluindo uma missão mais permanente da OTAN na Groenlândia, além de maior presença militar e mais exercícios”, disse Nielsen em entrevista coletiva em Nuuk, capital do território.

    O líder groenlandês afirmou que as autoridades locais pretendem manter um diálogo pacífico sobre o futuro da ilha, que é um território autônomo ligado à Dinamarca, mas sempre com respeito ao “direito à autodeterminação”. A declaração ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já manifestou interesse em controlar a Groenlândia, anunciar um suposto entendimento com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte.

    “Ninguém além da Groenlândia e da Dinamarca tem autoridade para firmar acordos sobre a ilha e sobre o Reino da Dinamarca”, afirmou Nielsen, acrescentando que não tem conhecimento do conteúdo do que teria sido discutido entre Trump e Rutte.

    Ele reforçou que a soberania e a integridade territorial da Groenlândia “não estão em negociação” e seguem sendo linhas vermelhas para o governo local.

    Groenlândia admite maior presença militar e quer "diálogo pacífico"

  • Web aponta que Ana Paula Renault sabe identificar 'homem perigoso'

    Web aponta que Ana Paula Renault sabe identificar 'homem perigoso'

    Na edição atual, ela teve discussões acaloradas com Pedro Henrique Espindola e o tornou desafeto número 1 até o momento de ele tentar beijar à força Jordana Morais, e posteriormente, apertar o botão da desistência

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Dez anos após Ana Paula Renault chamar um homem de “pedófilo” em rede nacional no BBB 16 (Globo), uma coincidência leva internautas a pedirem que a jornalista vença o BBB 26.

    Na edição atual, ela teve discussões acaloradas com Pedro Henrique Espindola e o tornou desafeto número 1 até o momento de ele tentar beijar à força Jordana Morais, e posteriormente, apertar o botão da desistência.

    Em 2016, algo semelhante aconteceu. Ana Paula elegeu o designer de tatuagem Laércio Moura como inimigo mortal nas primeiras semanas de jogo, e ambos também travaram discussões ácidas. Na ocasião, ela chegou a acusá-lo de pedofilia sem nem mesmo ter conhecimento sobre o passado dele.

    Em fevereiro de 2016, Laércio foi eliminado da edição. Três meses depois, em maio, o designer, então com 53 anos, foi preso em Curitiba acusado de estupro de vulnerável e de fornecer bebidas alcoólicas a menores de idade. A defesa dele sempre negou as acusações. Desde 2021, cumpre pena em regime semiaberto pelo crime.

    Na web, fãs do BBB afirmam que Ana Paula Renault sabe identificar quando um homem é “perigoso” e que por isso já mereceria um prêmio. Até mesmo Babu Santana relembrou o caso a outros colegas de confinamento.

    A operação contra Laércio foi realizada pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) da Polícia Civil de Curitiba.

    Em setembro de 2017, a Justiça do Paraná o condenou a 12 anos de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de material (foto ou vídeo) com cena de sexo explícito ou pornográfico envolvendo criança ou adolescente.
    Uma garota, cuja identidade não foi revelada, teria se relacionado com o tatuador quando tinha 13 anos. Na época, Laércio tinha 49.

    Web aponta que Ana Paula Renault sabe identificar 'homem perigoso'

  • Malafaia critica Flávio Bolsonaro e volta a defender Tarcísio como nome da direita

    Malafaia critica Flávio Bolsonaro e volta a defender Tarcísio como nome da direita

    Malafaia também mencionou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como ativo eleitoral, ao citar a capacidade de diálogo com mulheres e evangélicos. “A direita pura não ganha a eleição”, afirmou, ao defender uma candidatura com maior “capilaridade” e apoio além do núcleo bolsonarista

    Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o pastor Silas Malafaia voltou a defender que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seja o nome da direita na disputa pelo Palácio do Planalto. Para Malafaia, a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “não empolgou a direita”.

    Em entrevista ao SBT News, o líder religioso afirmou que há outros quadros qualificados no campo conservador, como os governadores Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (União), de Goiás, mas avaliou que a eleição exige mais do que “competência”. Segundo ele, vencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passa por construir uma frente que reúna centro e direita, algo que, na sua leitura, Tarcísio consegue fazer com mais facilidade.

    Malafaia também mencionou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como ativo eleitoral, ao citar a capacidade de diálogo com mulheres e evangélicos. “A direita pura não ganha a eleição”, afirmou, ao defender uma candidatura com maior “capilaridade” e apoio além do núcleo bolsonarista.

    O pastor argumentou ainda que o fato de a esquerda reagir com mais intensidade a Tarcísio, e não a Flávio, seria um indicativo de quem representa ameaça real no pleito. “Eu não vejo o Flávio com musculatura para derrotar o Lula”, disse, ressaltando não ter objeções pessoais ao senador, mas insistindo que sua eventual candidatura “não empolgou a direita”.

    Malafaia também questionou a escolha de Bolsonaro pelo filho Flávio como candidato do bolsonarismo, ao sugerir que o senador teria se aproveitado do estado emocional do pai.

    Segundo Malafaia, a forma como a decisão foi conduzida revela fragilidade política. “Eu achei uma afronta: um pai, debilitado emocionalmente, o filho ir lá, sozinho, e arrancar dele: ‘Ô, eu sou candidato’. Depois, o filho vai lá e faz o pai escrever: ‘Sou candidato’. Acho isso um amadorismo político, se aproveitando de um momento de debilidade emocional de Bolsonaro”, afirmou.

    Na avaliação de Malafaia, inclusive, a decisão de Tarcísio de recuar da visita a Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, nesta quinta-feira, 22, se deve às recentes declarações de Flávio. Ao O Globo, o senador afirmou que o governador ouviria de Bolsonaro que sua reeleição em São Paulo é “fundamental para a estratégia nacional” e que uma candidatura presidencial do governador estaria descartada.

    “Na minha visão, Tarcísio falou: ‘não vou agora, vou deixar passar. Eu não vou debaixo dessa pressão, de que eu vou chegar lá para ser um cordeirinho’. É a minha visão do que eu estou presenciando agora. Eu não falei com o Tarcísio. Estou dando a minha opinião e a minha visão”, disse.

    Conforme a Secretaria de Comunicação do Estado de São Paulo (Secom), o encontro entre o governador Tarcísio de Freitas e o ex-presidente Jair Bolsonaro foi adiado por conflito de agenda. Uma nova data será agendada.

    No entanto, como mostrou o Estadão, a agenda do governador prevê apenas compromissos internos no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.
     
     

     

    Malafaia critica Flávio Bolsonaro e volta a defender Tarcísio como nome da direita

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  • Casemiro anuncia saída do Manchester United ao fim da temporada

    Casemiro anuncia saída do Manchester United ao fim da temporada

    O Manchester United oficializou, na tarde desta quinta-feira, a saída do meio-campista Casemiro ao fim da temporada. Com contrato se encerrando com os Red Devils, o brasileiro de 33 anos optou por não renovar o vínculo com o clube de Old Trafford.

    “Vou levar o Manchester United comigo para o resto da minha vida. Desde o primeiro dia em que entrei neste estádio tão especial, senti a paixão de Old Trafford e o carinho que hoje compartilho com nossos torcedores por este clube”, afirmou Casemiro aos canais oficiais do Manchester United.

    “Não é hora de dizer adeus. Ainda há muitas memórias para criar nos próximos quatro meses. Temos muito pelo que lutar juntos. Meu foco seguirá total, como sempre foi, em dar o máximo para ajudar o clube a alcançar o sucesso”, completou o jogador.

    Formado nas categorias de base do São Paulo, Casemiro chegou ao Real Madrid na temporada 2012/13. Após duas temporadas, foi emprestado ao FC Porto, em 2014/15, quando disputou 41 partidas pelos portugueses, marcou quatro gols e deu três assistências. Depois disso, retornou ao clube espanhol, onde permaneceu por mais oito temporadas consecutivas.

    O volante se transferiu para o Manchester United em um momento conturbado, na temporada 2022/23, e rapidamente se consolidou como um dos principais nomes da equipe. Até agora, soma 146 jogos e 21 gols pelo clube inglês, além das conquistas da Copa da Inglaterra e da Copa da Liga Inglesa.

    Em uma mensagem publicada nas redes sociais, Casemiro explicou a decisão de deixar o Manchester United ao fim da atual temporada.

    “É preciso saber quando os ciclos chegam ao fim. É preciso saber quando dizer adeus, quando você sente que será lembrado e respeitado para sempre”, escreveu o meio-campista de 33 anos em uma publicação no X, antigo Twitter.

    “Quatro meses para dar tudo por este clube e pelos nossos objetivos. Respeito e carinho eternos pelo Manchester United e por seus torcedores maravilhosos. Para sempre Red Devil”, completou.
     
     


    Casemiro anuncia saída do Manchester United ao fim da temporada

  • Eduardo Bolsonaro diz que Tarcísio 'não tem a opção de ir contra' candidatura de Flávio

    Eduardo Bolsonaro diz que Tarcísio 'não tem a opção de ir contra' candidatura de Flávio

    Declaração do deputado expõe tensões no bolsonarismo, pressões sobre Tarcísio de Freitas e consolida Flávio Bolsonaro como aposta do grupo para a disputa presidencial, enquanto aliados divergem sobre o futuro político da direita

    O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, nesta quinta-feira, 22, que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), “não tem a opção de ir contra” a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Em entrevista ao portal Jornal Razão, o ex-parlamentar disse que, se seguir caminho distinto, Tarcísio pode se equiparar ao ex-governador paulista João Doria.

    “Acho que ele não tem nem muito o que aceitar, porque é difícil você mudar essa conduta”, disse Eduardo. “O Tarcísio, até ontem, é um servidor público, um desconhecido da sociedade (sic), que ganhou notoriedade sendo ministro da Infraestrutura e depois foi eleito em São Paulo graças ao presidente Jair Bolsonaro. Ele não tem a opção de ir contra o Bolsonaro.”

    Segundo Eduardo, “Tarcísio é inteligente” e, por isso, “não tomará esse caminho”. Ele afirmou ainda que o cargo de governador de São Paulo é estratégico e que qualquer gestor que cumpra dois mandatos bem avaliados no Estado projeta seu nome como presidenciável por décadas. Na avaliação do ex-deputado, o arranjo político de Flávio já está definido e o jogo de bastidores, encerrado. Acrescentou que o irmão é um político habilidoso e articulado e que, mais cedo ou mais tarde, “para um número cada vez menor de céticos”, ficará claro ao eleitorado que ele é o candidato.

    “Para presidente, vai ser Lula contra Flávio Bolsonaro”, prosseguiu. “Se ele tentar qualquer medida para fazer alguma coisa diferente e sair candidato, no barato, ele vai se equiparar ao João Doria.” O ex-chefe do Executivo paulista passou a ser visto como um “traidor” no bolsonarismo após se posicionar contra Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19, visando às eleições presidenciais de 2022.

    Eduardo enfatizou que, no desenho atual, Flávio será o candidato à Presidência, enquanto Tarcísio disputará a reeleição ao governo paulista. Afirmou ainda que o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), também deve entrar na corrida presidencial, mas com “chances reduzidas”, ressalvando o trabalho realizado pelo paranaense. Para ele, o cenário eleitoral já se encontra polarizado.

    Visita

    As declarações ocorreram após a visita de Tarcísio ao ex-presidente, prevista entre 8h e 10h no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, ser adiada sob a justificativa de “compromissos” no Estado. Na agenda oficial do governador, entretanto, constam apenas despachos internos.

    De acordo com interlocutores do governador ouvidos pelo Estadão/Broadcast, o recuo ocorreu após Tarcísio ponderar que a conversa poderia abrir espaço para cobranças por um posicionamento mais enfático em favor da candidatura presidencial de Flávio. Embora sustente publicamente o projeto de disputar a reeleição em São Paulo, o chefe do Executivo paulista é citado nos bastidores como um potencial nome da direita para a corrida ao Palácio do Planalto este ano.

    A pessoas próximas, Tarcísio tem externado desconforto diante das pressões reiteradas de segmentos do bolsonarismo por um apoio mais explícito ao projeto presidencial de Flávio. Em conversas reservadas, relatou a percepção de que, para esse grupo, nenhuma demonstração de alinhamento tem sido suficiente. Após o recuo, o governador passou a ser alvo de críticas de bolsonaristas, inclusive de forma aberta pelo vice-prefeito da capital, Mello Araújo (PL).

    Em seus discursos, Tarcísio passou a focar no Estado que governa, após Bolsonaro abençoar o filho mais velho como candidato do grupo político. O movimento busca afastar qualquer leitura de concorrência com o senador e evitar ataques dos filhos do ex-presidente. O chamado “fogo amigo”, aliás, sempre figurou entre os principais fatores de cautela do governador em relação a uma eventual disputa pelo Planalto. Tarcísio nunca contou com apoio unânime do clã, em especial do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

    O desconforto foi reforçado em episódio recente envolvendo Eduardo e o pastor Silas Malafaia. Após o líder religioso afirmar preferir Tarcísio como candidato da direita à Presidência, com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como vice, o ex-parlamentar reagiu nas redes sociais. Na plataforma X, publicou uma sequência de imagens do governador cumprimentando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), gesto interpretado como tentativa de constranger o aliado e reforçar críticas à sua postura institucional. Eduardo já afirmou, inclusive, que Tarcísio “não é de direita”.

    A rusga entre os dois é anterior ao aquecimento do debate presidencial de 2026, mas se intensificou após a atuação de Eduardo nos Estados Unidos em defesa de sanções do presidente americano Donald Trump contra o Brasil. À época, Tarcísio afirmou a aliados que o ex-deputado se tornou o “maior cabo eleitoral de Lula” e estaria “fazendo gol contra” de forma recorrente.
     
     

     

    Eduardo Bolsonaro diz que Tarcísio 'não tem a opção de ir contra' candidatura de Flávio

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  • Criança de 5 anos é detida pelo ICE e enviada a centro no Texas

    Criança de 5 anos é detida pelo ICE e enviada a centro no Texas

    A detenção de Liam Ramos, em Minnesota, durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, reacende críticas às ações migratórias do governo Trump e levanta preocupações sobre o impacto das prisões em comunidades escolares e famílias imigrantes.

    Uma criança de cinco anos foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) em Columbia Heights, no estado de Minnesota, na terça-feira, e levada posteriormente para um centro de detenção no Texas. Este é o quarto caso de detenção de um menor ligado à comunidade escolar da cidade desde o início da administração Trump.

    Liam Ramos, de cinco anos, foi detido junto com o pai quando voltava da escola para casa, em Columbia Heights, ao norte de Minneapolis. Imagens do momento da abordagem mostram a criança sendo levada pelos agentes, em mais um episódio que gerou críticas no estado, onde operações recentes do ICE já provocaram forte reação da comunidade.

    Em entrevista coletiva realizada na quarta-feira, a porta-voz do distrito escolar local, Zena Stenvik, afirmou que a detenção ocorreu no instante em que pai e filho chegavam à residência. Segundo ela, quando representantes da escola foram chamados ao local, o carro do pai ainda estava estacionado com o motor ligado, embora ambos já tivessem sido transferidos para um centro de detenção no Texas.

    Stenvik destacou que Liam é uma das quatro crianças do distrito escolar detidas pelo ICE nos últimos meses. Ela relatou ainda que outro adulto que mora com a família tentou impedir que os agentes levassem o menino, chegando a implorar para que a criança ficasse, mas o pedido foi negado. O irmão mais velho de Liam, aluno do ensino fundamental, chegou em casa cerca de 20 minutos depois da detenção.

    O advogado da família, Marc Prokosc, afirmou que todos os procedimentos legais foram cumpridos. “A família fez tudo o que era exigido pelas regras. Eles não entraram ilegalmente no país e não são criminosos”, disse. Segundo o defensor, não havia ordem de deportação contra pai e filho, que entraram nos Estados Unidos por meio de um pedido de asilo. Ele apresentou documentos que comprovam a entrada legal da família no país.

    Representantes da comunidade escolar divulgaram duas imagens da ação. Em uma delas, a criança aparece usando um gorro azul do desenho “Lilo & Stitch” enquanto entra em um carro, com um agente segurando sua mochila. A outra mostra o menino à porta da casa.

    “Por que deter uma criança de cinco anos?”, questionou Stenvik. “Não faz sentido tratar um menino dessa idade como se fosse um criminoso violento.”
     
     

    Notícias ao Minuto© Cedido por Columbia Heights Public Schools  

    O que diz a administração Trump?

    Na noite de quarta-feira, a porta-voz do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, afirmou que, nesse caso, o ICE realizava “uma operação planejada” para prender o pai da criança, descrito por ela como um “imigrante em situação irregular”. Segundo a porta-voz, o ICE não tinha a criança como alvo da ação. McLaughlin declarou ainda que, com a chegada dos agentes, o pai teria fugido a pé e “abandonado a criança”. “Para o bem da criança, um dos agentes do ICE permaneceu ao lado dela, enquanto os outros realizavam a detenção [do pai]”, afirmou.

    A porta-voz acrescentou que os pais são questionados se desejam ser deportados junto com os filhos ou se preferem que o ICE deixe as crianças sob os cuidados de uma pessoa de confiança indicada pela família.

    “Liam é um aluno brilhante. Ele entra na sala e a ilumina”

    A professora da criança divulgou um comunicado em que falou sobre Liam. “Liam é um aluno brilhante. Ele é muito amável e gentil, e os colegas sentem a falta dele. Ele entra na sala de aula e a ilumina. Tudo o que eu quero é que ele volte”, afirmou.

    O advogado da família também comentou os impactos da detenção, destacando que o episódio afeta não apenas os parentes da criança, mas toda a comunidade escolar. Segundo ele, outras crianças “vão enfrentar um trauma” diante da situação.

    Casos de detenções realizadas pelo ICE têm sido frequentemente noticiados, inclusive envolvendo pessoas que vivem há décadas nos Estados Unidos e estão em situação legal. Há registros de mortes em centros de detenção e também em ações nas ruas. No início do ano, por exemplo, Renee Nicole Good morreu após ser baleada por um agente do ICE. Ela foi atingida depois de seguir em seu carro e dar as costas à abordagem da força de segurança. O caso está sob investigação e gerou grande repercussão logo no começo do ano.

    Criança de 5 anos é detida pelo ICE e enviada a centro no Texas

  • Dono do Inter Miami e Mascherano querem time no torneio

    Dono do Inter Miami e Mascherano querem time no torneio

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Campeão da MLS em 2025, o Inter Miami sonha em disputar a Copa Libertadores. O desejo foi verbalizado por Jorge Más, um dos donos do clube, e pelo técnico Javier Mascherano, antes da viagem do time ao Peru, para um amistoso de pré-temporada.

    Más foi o primeiro a tocar no assunto recentemente. Ele disse que um dos atrativos para o clube é o fato de Messi nunca ter jogado o torneio.

    O dirigente ainda disse que conversou com Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol sobre a situação. No entanto, Más afirmou que as negociações não avançaram.

    “Obviamente, um torneio como a Copa Libertadores, eu adoraria ver o Inter Miami participar algum dia para competir contra os gigantes da América do Sul. É uma competição na qual o Leo ainda não jogou. Essas são as nossas aspirações”, disse Más, coproprietário do Inter Miami, ao Olé.

    Depois, foi a vez de Javier Mascherano falar sobre o assunto. O técnico, que disputou a competição como jogador.

    “Claro que seria genial poder participar de uma Copa Libertadores. Pessoalmente, eu ficaria encantado com a possibilidade. Mas não tenho ideia se é possível. […] Eu sei que os times mexicanos participaram em um certo momento e depois saíram. Se existe a possibilidade, tomara que sim, mas isso depende dos organizadores”, falou Mascherano.

    Vencedor das duas últimas edições do Grand Slam australiano, o número 2 do mundo bateu o rival em 1h49 de partida. O resultado positivo veio com parciais de 6/1, 6/4 e 6/2

    Estadao Conteudo | 10:15 – 22/01/2026

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