Autor: REDAÇÃO

  • Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

    Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

    Shakira anunciou nesta semana o lançamento de “Dai Dai”, faixa que será a música oficial do torneio, e deixou os fãs brasileiros em êxtase ao divulgar imagens inéditas do clipe

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Shakira revelou que sua nova música ligada à Copa do Mundo FIFA 2026 foi gravada no Estádio do Maracanã. A artista anunciou nesta semana o lançamento de “Dai Dai”, faixa que será a música oficial do torneio, e deixou os fãs brasileiros em êxtase ao divulgar imagens inéditas do clipe.

    A colombiana compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando cenas dentro do estádio carioca e confirmou a data de estreia da canção. “O Estádio Maracanã, aqui está ‘Dai Dai’, a Música Oficial 2026. Chegando 14/5. Estamos prontos!”, escreveu a cantora.

    A revelação ajudou a explicar a passagem da artista pelo Maracanã no fim de abril, poucos dias antes de realizar o megashow gratuito na praia de Praia de Copacabana, que reuniu milhões de pessoas no Rio de Janeiro.

    Na época, a visita ao estádio chamou atenção dos fãs. Shakira apareceu posando com camisas de Clube de Regatas do Flamengo e Fluminense Football Club, além de circular pelos bastidores do local. As redes sociais do Maracanã chegaram a celebrar a presença da cantora. “Todo mundo no Maracã! E a Shakira também!”, publicou o perfil oficial do estádio.

    O anúncio de “Dai Dai” rapidamente repercutiu entre os fãs da artista, que associaram a novidade ao histórico da cantora com músicas de Copas do Mundo. Shakira é responsável por “Waka Waka” (This Time for Africa), considerado um dos maiores sucessos ligados ao torneio da FIFA. A música ultrapassou bilhões de reproduções ao redor do mundo e se tornou um marco da carreira da artista.

    Nos comentários da publicação, brasileiros celebraram a novidade com mensagens como “Rainha das Copas” e “Entregou tudo”.

    Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

  • Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

    Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

    WASHINGTON, EUA, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Houve espaço para o futebol no encontro de quase três horas entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde de quinta-feira (7). Terminada a reunião na Casa Branca, em Washington, o brasileiro contou ter brincado sobre a liberação da entrada dos atletas da seleção na América do Norte para a Copa do Mundo.

    “Ele perguntou da Copa do Mundo, se a seleção brasileira estava boa. E eu falei: ‘Espero que você não venha anular os vistos dos jogadores brasileiros da seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo’”, relatou Lula. De acordo com ele, Trump se divertiu com o gracejo. “Ele riu, porque agora ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é muito bom”.

    A restritiva política migratória dos Estados Unidos é uma das múltiplas fontes de tensão às vésperas da Copa. A edição 2026 da competição ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho, com partidas nos Estados Unidos, no México e no Canadá. A maioria das partidas, inclusive a decisão, ocorrerá em território americano.

    Cabeça de chave do Grupo C, o Brasil jogará suas primeiras partidas em East Rutherford (nos arredores de Nova Jersey), na Filadélfia e em Miami Gardens (nos arredores de Miami). Se avançar na liderança, terá como caminho até a possível final, pela ordem, Houston, East Rutherford, Miami Gardens, Atlanta e East Rutherford.

    Não há a expectativa de dificuldade para atletas da seleção brasileira na entrada nos Estados Unidos, porém problemas decorrentes do processo de obtenção de visto não seriam inéditos. O zagueiro argentino Ayrton Costa teve o visto negado por antecedentes criminais e não pôde defender o Boca Juniors na Copa do Mundo de Clubes, no ano passado, nos Estados Unidos.

    Houve também o caso do mesa-tenista brasileiro Hugo Calderano, também no ano passado, que foi impedido de entrar no país para um torneio em Las Vegas. Como o atleta tem passaporte português e os países da União Europeia fazem parte de um programa de isenção de vistos, ele entendeu que precisaria apenas informar sua entrada.

    Diante da demora maior do que a habitual para a confirmação da autorização, o carioca procurou as autoridades e foi informado de que não estava mais elegível para a dispensa do visto por causa de uma viagem a Cuba, onde disputou campeonatos em 2023. Mesmo com o apoio do Comitê Olímpico dos EUA, as tentativas de um visto emergencial foram infrutíferas.

    Em janeiro deste ano, o governo norte-americano anunciou a suspensão da emissão de vistos de migrante para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. Os vistos de turista continuaram sendo cedidos, no entanto. Com base nas entradas do sistema de venda de ingressos, a expectativa é que haverá de 5.000 a 6.000 brasileiros na América do Norte para a Copa.

    Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

  • Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

    Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

    Ações do banco lideram as perdas do pregão após balanço levantar preocupações; Petrobras também recua. Dúvidas sobre fim da guerra entre Irã e EUA geram maior aversão ao risco

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa de Valores brasileira fechou em queda de 2,38%, a 183.218 pontos, nesta quinta-feira (7), pressionada por balanços, em especial do Bradesco, e pelas incertezas em torno das negociações entre Irã e EUA.

    Durante o dia, as ações do banco e da Petrobras pesaram sobre o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro. Os papéis preferenciais -isto é, que dão prioridade no recebimento de dividendos- do Bradesco e da estatal encerraram com quedas de 4,25% e 2,26%, respectivamente.

    O dólar, por outro lado, teve comportamento mais modesto e fechou próximo da estabilidade, com alta de 0,05%, cotado a R$ 4,922.

    O cenário internacional e a temporada de balanços foram os destaques do pregão. O desempenho da Petrobras acompanhou a volatilidade dos preços do petróleo, que chegaram a cair 5,10% na mínima.

    No caso do banco, o balanço de 1º trimestre, apesar de registrar lucro de R$ 6,8 bi no período, gerou pontos de atenção.

    “Vemos riscos decorrentes de um crescimento da carteira acima do mercado, maior exposição a segmentos massificados e crescimento acelerado em cartões de crédito e financiamento de veículos, que normalmente são produtos mais voláteis”, afirmou o XP em relatório sobre os resultados do Bradesco.

    Os papéis das empresas estão entre os com maior peso no Ibovespa, com 8% da Petrobras e 4% do banco sobre a carteira.

    Ainda na sessão doméstica, analistas se atentaram ao encontro entre Lula (PT) e o presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca. O encontro durou quase 3 horas.

    Trump publicou em sua rede social que a reunião com “o presidente muito dinâmico do Brasil” correu “muito bem”. Segundo ele, os líderes discutiram “diversos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”.

    “Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, afirmou.

    Lula tinha duas principais demandas para o encontro. Entre elas, o objetivo de apresentar um acordo para combater crime organizado e também para discutir questões relacionadas a tarifas.

    O pregão também foi marcado pela instabilidade das negociações envolvendo EUA e Irã. Segundo um porta-voz do Paquistão, os dois países estão próximos de um acordo.

    O cenário, contudo, permanece de incerteza. O pacto envolve três pontos: o fim formal da guerra, o desbloqueio no estreito de Hormuz e uma janela de 30 dias para negociações sobre um acordo mais amplo, segundo as pessoas ouvidas.

    Na quarta, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que a guerra pode terminar se Teerã aceitar os termos apresentados. “Se eles não concordarem, os bombardeios começarão, e serão, infelizmente, em um nível e intensidade muito maiores do que antes”, acrescentou.

    Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou que o país persa está analisando a proposta e que comunicará sua posição ao mediador, o Paquistão, segundo a agência estatal Isna.

    As indefinições foram responsáveis por um vaivém no mercado financeiro. Nos EUA, as Bolsas Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones encerraram com quedas de 0,13%, 0,40% e 0,64%. Pela manhã, os índices chegaram a subir 0,76%, 0,22% e 0,44%, respectivamente.

    O movimento também repercutiu nas cotações do petróleo, que, após caírem durante grande parte do dia, apresentavam desempenho misto. Às 17h, o Brent, referência mundial, caía 0,64%, enquanto o WTI, usado nos EUA, subia 0,47%.

    Para Bruno Cordeiro, analista de inteligência de mercado da StoneX, “a desvalorização do petróleo refletiu a redução das expectativas de um alinhamento maior entre as partes e da possibilidade de retomada do fluxo de embarcações no estreito de Hormuz”.

    O comportamento também foi ressaltado por Marcos Praça, diretor de análises da Zero Markets Brasil. “O mercado viveu mais um pregão marcado pela volatilidade extrema em torno das negociações entre EUA e Irã. O dia começou com forte apetite ao risco global, impulsionado pela expectativa de um possível acordo de paz no Oriente Médio. Mas a euforia perdeu força ao longo do dia”.

    O conflito no Oriente Médio bloqueia o fluxo no estreito de Hormuz, via por onde passa cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás. A paralisação tem gerado um temor de um repique inflacionário global por levar os preços de petróleo a dispararem.

    No Brasil, o impacto da continuidade do conflito é misto. Por um lado, o real e a Bolsa brasileira são beneficiados pela distância do país em relação ao conflito e pela exposição do país ao petróleo. Por outro, o aumento das incertezas ligadas ao petróleo pode gerar um movimento global de fuga de ativos voláteis para ativos seguros.

    Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o mercado vem esperando a redução das tensões nos últimos pregões. Caso o cenário sinalize alguma inversão, é provável que haja um movimento maior de correções em Bolsas e moedas -algo que destaca ter ocorrido durante o pregão.

    “[Analistas] talvez tenham precificado uma queda relevante do petróleo de maneira muito rápida nos ativos. O mercado não trabalha com a manutenção desses níveis mais elevados. O grande risco é justamente esse cenário não se concretizar, porque ele já está bastante implícito nos preços”.

    Segundo ele, o Brasil, por ser um mercado emergente, acaba sendo considerado um ativo de maior risco. “Assim, uma reescalada do conflito provavelmente significaria dólar em alta, curva de juros no Brasil também para cima e Bolsa para baixo”.

    Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

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  • Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

    Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

    Encontro nos dias 14 e 15 será o terceiro entre os países, que não têm relações diplomáticas formais. Bombardeios de Tel Aviv e ataques do Hezbollah a tropas israelenses continuam apesar de cessar-fogo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Líbano e Israel realizarão nova rodada de negociações em Washington na semana que vem, segundo afirmou um funcionário do governo dos Estados Unidos, que pediu anonimato, nesta quinta-feira (7). Apesar da continuidade das conversas e do frágil cessar-fogo em vigor, forças israelenses têm ampliado seus ataques contra o Hezbollah no Líbano, principalmente no sul do país.

    O funcionário do Departamento de Estado americano indicou que a nova rodada de conversas entre Israel e Líbano ocorrerá nos dias 14 e 15 de maio. A autoridade não detalhou quem participaria do encontro; o último ocorreu na Casa Branca com a presença do presidente Donald Trump, do vice-presidente J. D. Vance e de diplomatas dos três países.

    A reunião será o terceiro encontro entre as partes com mediação dos EUA nos últimos meses. Israel e Líbano estão tecnicamente em estado de guerra e não mantêm relações diplomáticas desde a criação do Estado judeu, em 1948.

    O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou na terça-feira (5) que um acordo de paz entre as partes era “perfeitamente viável”, e insistiu que o Hezbollah era o obstáculo, e não qualquer outra questão entre os dois governos.

    O Líbano foi arrastado para o conflito no Oriente Médio quando o Hezbollah, uma facção xiita apoiada pelo Irã, lançou foguetes contra Israel após Washington e Tel Aviv iniciarem o conflito contra Teerã no dia 28 de fevereiro.

    Na última reunião entre os rivais em Washington, no dia 23, uma extensão de três semanas da trégua foi anunciada por Trump, mas isso não impediu que Israel continuasse sua campanha de bombardeios contra o grupo radical, que por sua vez reivindicou ataques contra as forças israelenses que ocupam algumas partes do sul do Líbano.

    Nesta quinta, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, disse que não havia “imunidade” para os inimigos de Israel, um dia após ataque em Beirute que teve como alvo Ahmed Ali Balout, um comandante do Hezbollah. Foi o primeiro ataque aos subúrbios ao sul de Beirute, onde a facção tem muita força política, desde o início do cessar-fogo.

    Israel afirmou que o ataque matou o comandante da força de elite Radwan do grupo. O Hezbollah não emitiu qualquer declaração sobre o ataque ou sobre a situação do comandante.

    “Ele provavelmente leu na imprensa que tinha imunidade em Beirute. Bem, ele leu e isso não é mais o caso”, disse Netanyahu. “Digo aos nossos inimigos da forma mais clara possível: nenhum terrorista tem imunidade”, afirmou o premiê.

    Israel segue também fazendo ataques na Faixa de Gaza, território palestino que tem mais de 50% de sua área controlada pelas forças do Estado judeu enquanto não avançam as etapas subsequentes do acordo que reduziu a intensidade do conflito em Gaza.

    Um bombardeio israelense matou o filho do principal negociador do Hamas nas conversas, também mediadas pelos EUA, sobre o futuro de Gaza, disse um alto funcionário do Hamas na quinta-feira, enquanto líderes do grupo terrorista realizavam conversas no Cairo com o objetivo de preservar a trégua com Israel.

    Azzam Al-Hayya, filho de Khalil Al-Hayya, não resistiu aos ferimentos na quinta-feira após ser atingido na noite de quarta-feira, segundo autoridades de saúde em Gaza e do Hamas. Ele foi o quarto filho do chefe exilado do Hamas a ser morto em ataques israelenses no território palestino.

    Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

  • Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial

    Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial

    A seleção brasileira masculina de tênis de mesa terá a França pela frente nesta sexta-feira (8) pelas quartas de final do Mundial por Equipes, em Londres (Inglaterra). O time Amarelinho formado por Hugo Calderano (5º no ranking), Guilherme Teodoro (144º) e Leonardo Izuka (125º) enfrentará os irmãos Felix e Alexis Lebrun (4º e 12º, respectivamente) e Flavien Coton (23º). O duelo por vaga nas semifinais terá início às 15h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo online na conta da Federação Internacional (World Table Tennis) no YouTube (clique aqui!).

    Para assegurar presença nas quartas de final a seleção derrotou a a Inglaterra, dona da casa, por 3 jogos a 2, na última quarta (6). Foi a quinta vitória consecutiva da Amarelinha, que busca o título inédito na competição.


     

    Primeiro a competir na quarta (6), Calderano aplicou 3 sets a 0 (11/6, 11/8 e 13/11) em Tom Jarvis (66º do mundo). Na sequência, foi a vez de Guilherme Teodoro ampliar a vantagem do Brasil ao cravar 3 sets a 0 sobre Connor Green (181º), em parciais de 16/14, 12/10 e 11/6).

    No embate seguinte, Leonardo Iizuka perdeu de virada para Samuel Walker (209º) por 3 sets a 1 (9/11, 11/6, 11/6 e 11/9). Na quarta partida do dia, Teodoro também não foi bem, sendo superado por 3 sets a 1 para Tom Jarvis, que já derrotara Calderano. O britânico levou a melhor por 3 sets a 1 (11/5, 6/11, 11/6 e 12/10), igualando a série em 2 a 2.

    Coube a Calderano selar a vitória e a vaga nas quartas. O carioca não deu chances a Connor Green ao cravar  3 sets a 0, com parciais de 11/8, 11/8 e 11/4.

    Mundial feminino

    Na última terça (5), a seleção feminina se despediu do Mundial, na fase 16-avos, ao ser surpreendida pela equipe de Luxemburgo, por 3 jogos a 2.  Antes, o time formado pelas irmãs Bruna e Giulia Takahashi, Laura Watanabe e Victória Strassbourger termina invicto a fase de grupos, com vitórias sobre Cazaquistão, República Tcheca e Mongólia.


    Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial

  • Atriz indígena processa James Cameron por uso não autorizado de imagem em 'Avatar'

    Atriz indígena processa James Cameron por uso não autorizado de imagem em 'Avatar'

    Q’orianka Kilcher afirma que suas feições foram usadas para criar Neytiri sem consentimento. Processo pede indenização e participação nos lucros da franquia bilionária

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – James Cameron e a Walt Disney Company estão sendo processados por suposto uso não autorizado da imagem da atriz indígena Q’orianka Kilcher na criação da personagem Neytiri, da franquia “Avatar” (2009).

    Segundo a ação judicial, obtida pela Variety, Cameron teria usado traços faciais da atriz -então com 14 anos- como base para desenvolver a personagem interpretada por Zoe Saldaña. Na época, Kilcher havia acabado de interpretar Pocahontas no filme “O Novo Mundo”, de Terrence Malick.

    A atriz afirma que nunca autorizou o uso de sua imagem em “Avatar” ou em qualquer produto relacionado. Conforme o processo, suas feições teriam sido reproduzidas em esboços, esculturas tridimensionais e modelos digitais usados pela equipe de efeitos visuais do longa.

    Na ação, os advogados classificam o caso como uma “extração” de identidade visual. “Ele pegou as características biométricas únicas de uma menina indígena de 14 anos e as transformou em um produto bilionário sem consentimento”, afirmou Arnold Peter, advogado da atriz.

    Kilcher diz ter descoberto a dimensão do caso apenas no fim de 2025, quando passou a circular uma entrevista em que Cameron aponta diretamente para um desenho de Neytiri e cita a atriz como referência visual. “A verdadeira fonte disso foi uma foto no Los Angeles Times de uma jovem atriz chamada Q’orianka Kilcher”, diz o diretor no vídeo citado pela ação.

    A atriz também afirmou que recebeu um desenho autografado de Cameron pouco depois do lançamento do filme. Segundo o processo, havia uma mensagem manuscrita dizendo: “Sua beleza foi minha inspiração inicial para Neytiri”.

    Além de indenização por danos morais e materiais, a ação pede participação nos lucros atribuídos ao uso da imagem da atriz e medidas judiciais contra futuras utilizações. O processo também menciona a nova legislação da Califórnia sobre uso indevido de imagem e tecnologias digitais.

    Lançado em 2009, “Avatar” arrecadou mais de US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 14,3 bilhões) em bilheteria mundial e segue entre os filmes de maior sucesso da história do cinema.

    Atriz indígena processa James Cameron por uso não autorizado de imagem em 'Avatar'

  • Lula propôs a Trump criar grupo de combate ao crime organizado

    Lula propôs a Trump criar grupo de combate ao crime organizado

    Presidente brasileiro afirma que repressão isolada não resolve problema da produção de drogas na região. Governo tenta evitar classificação de CV e PCC como terroristas por temer intervenção dos EUA

    WASHINGTON, EUA E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou após encontro na Casa Branca com seu homólogo americano, Donald Trump, que os dois não discutiram a designação do CV (Comando Vermelho) e do PCC (Primeiro Comando da Capital) como organizações terroristas. “Não foi discutido isso”, disse o líder brasileiro ao ser questionado sobre o assunto pela Folha de S.Paulo.

    Lula, entretanto, disse que os dois discutiram temas considerados tabus, entre eles o combate ao crime organizado e ao narcotráfico.

    O brasileiro disse ter defendido ao presidente americano que a repressão isolada não resolve o problema da produção de drogas na América Latina. Para ele, é necessário criar alternativas econômicas para os países produtores de drogas. “Como você vai fazer um país deixar de produzir coca se você não oferece uma alternativa de produto para que alguém possa plantar e ganhar dinheiro?”, disse ele.

    Lula afirmou ter proposto a criação de um grupo internacional de combate ao crime organizado, envolvendo países da América Latina e, possivelmente, outras nações, “quiçá de todo o mundo”.

    Notícias ao Minuto [Delegação brasileira na Casa Branca com Trump]© Getty Images  

    “Nós criamos uma base na cidade de Manaus para combater o crime organizado, o tráfico de armas e de drogas na fronteira brasileira, com a participação de delegados da polícia de todos os países da América do Sul. Se os EUA quiserem compartilhar e participar conosco, estarão convidados”, afirmou Lula.

    O governo Lula tenta evitar a mudança na designação do CV e do PCC. Como mostrou a Folha de S.Paulo, o Planalto avalia que a designação abriria brecha legal para intervenções dos EUA em território brasileiro.

    Em suas redes sociais, Trump escreveu que o encontro correu “muito bem” e que os líderes discutiram vários assuntos, incluindo comércio e tarifas. O republicano não mencionou debates relacionados ao crime organizado.

    Já o petista afirmou na entrevista coletiva que a reunião marcou “um passo importante” para fortalecer a relação histórica entre os dois países e defender o multilateralismo diante das tensões comerciais globais. “Saio daqui com a ideia de que nós demos um passo importante na consolidação da relação democrática histórica que o Brasil tem com os EUA”, disse.

    O presidente ressaltou que Brasil e EUA são “as duas maiores democracias do hemisfério” e afirmou que a boa relação entre os países pode servir de exemplo internacional. Segundo ele, o tema já havia sido tratado em conversa anterior com Trump, durante encontro na Malásia.

    Lula também disse ter destacado a relevância histórica dos EUA para a economia brasileira, lembrando que, ao longo do século 20, o país foi o principal parceiro comercial do Brasil. Ao mesmo tempo, criticou o que chamou de perda de interesse de Washington pela América Latina nas últimas décadas.

    Segundo o presidente brasileiro, os EUA passaram a olhar a região principalmente sob a ótica do combate ao narcotráfico, enquanto deixaram de ampliar investimentos e parcerias econômicas.

    “É importante que os EUA voltem a ter interesse nas coisas do Brasil”, afirmou. “Muitas vezes fazemos licitações internacionais para rodovias ou ferrovias e os EUA não participam. Quem participa são os chineses.”

    Lula comparou ainda a postura americana à da União Europeia, dizendo que o bloco também teria reduzido sua atenção à América Latina após priorizar o Leste Europeu. Para o presidente, o cenário internacional atual fez o mundo voltar a perceber a importância estratégica da região.

    O brasileiro afirmou também que os dois conversaram sobre terras raras e tarifas, mas que não chegaram a falar sobre o PIX, alvo de investigação comercial nos EUA. Lula disse também ter brincado com Trump em relação aos vistos na Copa do Mundo. “Espero que você não venha anular o visto dos jogadores brasileiros. Vamos vir aqui para ganhar. Ele riu”, disse.

    Antes, o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, também afirmou que a reunião foi positiva. Ele disse que os presidentes discutiram as investigações da Seção 301, abertas pelo governo Trump contra o Brasil e que podem resultar em sanções e tarifas adicionais ao país.

    O governo brasileiro ressaltou a necessidade de concluir a investigação. As tarifas também entraram na pauta das discussões, e as partes concordaram em voltar a se reunir nos próximos 30 dias para reavaliar o tema, acrescentou ele.

    Esta foi a sexta visita do petista à sede do governo americano, sendo a primeira sob Trump. Em mandatos anteriores, Lula visitou a Casa Branca em 2002 -ainda como eleito, antes de assumir o cargo-, 2003 e 2008, em encontros com o então presidente George Bush. Em seguida, em 2009, encontrou Barack Obama e, já em seu terceiro mandato, o brasileiro foi recebido por Joe Biden, em 2023.

    Lula propôs a Trump criar grupo de combate ao crime organizado

  • Flávio Bolsonaro divulga nota sem citar Ciro Nogueira e diz que notícias são graves

    Flávio Bolsonaro divulga nota sem citar Ciro Nogueira e diz que notícias são graves

    Pré-candidato à Presidência afirma confiar em André Mendonça, do STF, à frente do caso Master. Segundo a Polícia Federal, presidente do PP recebia mesada de R$ 500 mil de Daniel Vorcaro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (7) que as informações sobre a operação da Polícia Federal que teve entre os alvos o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), são graves e disse esperar uma “ampla apuração” do caso.

    Em nota, Flávio não citou diretamente Ciro, mas disse acompanhar com atenção as notícias divulgadas pela imprensa. Segundo a PF, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, pagava R$ 500 mil por mês ao presidente do PP, que foi ministro da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro (PL).

    O pré-candidato à Presidência também disse confiar na relatoria do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, indicado por Bolsonaro à corte, no caso Master e declarou esperar “uma ampla apuração”.

    “Entendemos que fatos dessa natureza devem ser apurados com rigor e transparência pelas autoridades competentes, sempre com respeito ao devido processo legal”, escreveu Flávio.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, integrantes do governo Lula (PT) vão tentar associar Flávio, principal adversário do petista na eleição deste ano, ao caso Master após a operação mirando Ciro -próximo do clã Bolsonaro.

    A expectativa de aliados de Lula é que, ao menos por enquanto, o presidente não dê declarações fortes sobre a operação espontaneamente. A tarefa de desgastar o bolsonarismo a partir das acusações contra Ciro ficaria com ministros, congressistas e outros aliados políticos.

    Flávio Bolsonaro divulga nota sem citar Ciro Nogueira e diz que notícias são graves

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  • Fifa muda empresa responsável pela produção do álbum da Copa do Mundo

    Fifa muda empresa responsável pela produção do álbum da Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Fifa (Federação Internacional de Futebol) anunciou nesta quinta-feira (7) um acordo com a Fanatics para produzir os álbuns da Copa do Mundo, com vigor a partir de 2031. Assim, vai se encerrar uma longa parceria com a Panini, que confeccionou o livro de figurinhas por mais de seis décadas.

    O contrato dá à Topps, que pertence à Fanatics, os direitos para produzir “cards”, figurinhas e outros produtos ligados à Copa e a outros eventos da Fifa. Procurada, a Panini afirmou que não vai comentar o assunto. A empresa continuará com os produtos até a edição de 2030, que marcará o centenário da competição.

    “A Fanatics está promovendo uma enorme inovação em itens esportivos colecionáveis, o que oferece aos fãs uma forma nova e significativa de se conectar com seus times e com seus jogadores favoritos. Do ponto de vista da Fifa, podemos globalizar esse engajamento de fãs justamente graças ao nosso portfólio global de torneios”, afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

    “Nosso negócio de colecionáveis neste ano provavelmente é 85% nos Estados Unidos. Então, quando pensamos em como expandir globalmente, que é como transformamos isso em um negócio muito maior, não há nada mais importante do que a Fifa. Então, para nós, estamos pensando em crescimento global”, disse o CEO da Fanatics, Michel Rubin.

    A empresa se comprometeu a distribuir gratuitamente mais de US$ 150 milhões (R$ 793 milhões) em itens colecionáveis para crianças ao redor do mundo durante a vigência da parceria. O acordo prevê ações de ativação e iniciativas voltadas a aproximar o público dos jogadores por meio de itens colecionáveis.

    Uma das novidades citadas é o modelo de “cards” com “debut patch”. Em sua estreia na Copa, alguns jogadores usarão um “patch” no uniforme. Depois, a peça será autenticada e juntada ao “card”.

    A Fanatics mantém parcerias com mais de 900 propriedades esportivas. Fundada em 2011, atua em vários mercados ligados ao universo esportivo, como produtos licenciados, colecionáveis e até apostas. As ligas norte-americanas NBA (basquete), NFL (futebol americano) e MLS (futebol) são algumas de suas parceiras.

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  • Bonnie Tyler, da canção 'Total Eclipse of a Heart', se recupera após emergência

    Bonnie Tyler, da canção 'Total Eclipse of a Heart', se recupera após emergência

    Artista teve de fazer uma cirurgia no intestino às pressas. É dela também o sucesso ‘Holding out for a Hero’, de 1984

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Bonnie Tyler, conhecida pelo sucesso “Total Eclipse of a Heart”, se recupera após passar por uma internação de emergência. A informação foi publicada no site da artista.

    Segundo a nota, Tyler foi levada a um hospital às pressas para fazer uma cirurgia no intestino. O procedimento ocorreu bem.

    “Sabemos que toda a sua família, amigos e fãs ficarão preocupados com esta notícia e desejarão a ela uma recuperação completa e rápida”, diz a publicação. O episódio aconteceu em Faro, cidade portuguesa onde Tyler tem residência.

    A cantora ficou famosa também por causa das músicas “Holding out for a Hero” e “It’s a Heartache”. Seu auge de popularidade aconteceu nos anos 1980.

    Bonnie Tyler, da canção 'Total Eclipse of a Heart', se recupera após emergência