Autor: REDAÇÃO

  • Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

    Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

    A possibilidade de José Mourinho deixar o Benfica para retornar ao Real Madrid, clube que comandou entre 2010 e 2013, voltou a ganhar força e já movimenta debates na imprensa espanhola.

    Nesta terça-feira, comentaristas do programa “El Larguero”, da rádio Cadena SER, discutiram o tema. O jornalista Antón Meana afirmou que o nome do treinador português é, até o momento, o único claramente considerado. “É o único nome que sabemos que está sobre a mesa. Imagino que existam outros, mas o único confirmado é o de Mourinho”, disse.

    Para Manu Carreño, a cada semana o encaixe do técnico no perfil buscado pelo clube parece mais evidente. “Cada vez mais Mourinho parece combinar com o que o clube quer neste momento para o elenco. Depois vem a ideia de jogo, mas como motivador, competitivo e alguém capaz de controlar o vestiário, ele pode se encaixar”, analisou.

    Carreño também destacou a necessidade de liderança firme no grupo. “Com o vestiário na situação atual, o Real Madrid pode se perguntar quem tem autoridade para assumir o comando, impor respeito e deixar claro que não há espaço para caprichos dos jogadores”, acrescentou.

    Já o jornalista Javier Herráez discordou dessa visão. Para ele, Mourinho viveu seu auge no passado e se tornou uma figura mais controversa nos últimos anos. “É um treinador que teve seu momento de glória, mas depois se tornou mais polêmico. Também diziam que Ancelotti estava ultrapassado, e vimos como foi a segunda passagem dele”, ponderou.

    O ex-jogador Álvaro Benito também questionou a possível decisão da diretoria. “Por que não deram plenos poderes ao Xabi Alonso? É uma incoerência muito grande”, afirmou.

    Mourinho entre saída e possível renovação

    José Mourinho chegou ao Benfica em setembro, após a saída de Bruno Lage, e assinou contrato até junho de 2027. O acordo inclui uma cláusula que facilita a rescisão até dez dias após o último jogo da temporada 2025/26.

    Caso seja acionada, a multa cai pela metade, ficando em cerca de 3 milhões de euros. A inclusão dessa condição esteve ligada ao contexto político do clube, que passou por eleições recentes e manteve Rui Costa na presidência.

    Apesar das especulações sobre uma possível saída, a diretoria do Benfica avalia tentar a permanência do treinador. Segundo o jornal O Jogo, Rui Costa pretende se reunir com Mourinho para discutir uma renovação e encerrar as dúvidas sobre o futuro do técnico.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

  • Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Especialistas alertam que manter a conexão ativa aumenta a vulnerabilidade a ataques, principalmente em locais públicos; ajuste nas configurações e atenção a pedidos desconhecidos ajudam a evitar acesso indevido aos dados

    Praticamente todos os celulares e dispositivos eletrônicos vendidos atualmente contam com conexão sem fio Bluetooth, que permite ligar outros aparelhos, como fones de ouvido, microfones e caixas de som, para ouvir música, gravar vídeos e realizar diversas funções.

    Como o Bluetooth é usado com frequência, muitas pessoas acabam deixando a conexão sempre ativada. Afinal, é mais prático do que ficar ligando e desligando toda vez que quiser conectar um dispositivo. Isso é ainda mais comum entre quem usa relógios inteligentes ou pulseiras fitness, que enviam dados em tempo real para o celular.

    Apesar da praticidade, manter o Bluetooth sempre ligado pode representar um risco. Por ser uma porta de entrada digital, a conexão pode deixar o aparelho mais vulnerável a ataques de pessoas mal-intencionadas.

    O perigo aumenta em locais com muitas pessoas, onde o usuário pode acabar se conectando a um dispositivo desconhecido sem perceber e, assim, expor seus dados. Segundo o site BGR, também já foram identificados vírus capazes de infectar celulares e computadores com o Bluetooth ativo, mesmo sem necessidade de pareamento.

    O que fazer?

    Se você não usa o Bluetooth com frequência, o ideal é mantê-lo desativado. Por outro lado, quem utiliza fones sem fio, smartwatches ou costuma conectar o celular à TV ou a caixas de som pode deixá-lo ligado sem grandes problemas, já que o impacto no consumo de bateria não é tão alto quanto muitos imaginam.

    Ainda assim, é importante redobrar a atenção, principalmente em locais públicos e movimentados, como shows ou transporte coletivo. Caso receba uma solicitação de pareamento de um dispositivo desconhecido, recuse imediatamente.

    Outra medida importante é ajustar as configurações do aparelho, seja Android ou iOS, para impedir que o dispositivo fique visível para desconhecidos, evitando conexões indesejadas.
     

     

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

  • Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

    Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

    (UOL/FOLHAPRESS) – Pilar do Brasil tetracampeão do mundo em 2002, Gilberto Silva não vê a seleção como favorita em 2026, e aponta alguns rivais que considera estarem melhor preparados para a Copa do Mundo que se aproxima. Lançando a terceira temporada do programa Encontros da Premier League, da ESPN, no qual entrevista jogadores brasileiros que atuam na Inglaterra, o volante concedeu entrevista à reportagem.

    “Temos seleções que são muito melhores, como a França, que tem um trabalho longevo. Portugal também tem um trabalho bom, a Espanha… Então não vai ser fácil. Não acho que disputa cabeça a cabeça, mas tem chance de competir. Depende de quanto cada um vai estar disposto a se entregar para isso e reverter toda a desconfiança”, afirmou o ex-jogador, que integrou o elenco campeão no Japão e na Coreia do Sul.

    A seleção chega ao Mundial enfraquecida por uma série de lesões. Rodrygo rompeu os ligamentos do joelho e está fora da competição. Nas últimas semanas, Eder Militão e Estêvão sofreram lesões musculares graves: o zagueiro do Real Madrid passou por cirurgia e também está descartado. O jovem atacante está em uma queda de braço com seu clube, o Chelsea, e tenta vir ao Brasil para fazer tratamento conservador na esperança de conseguir jogar.

    Gilberto diz que entende que o desejo de atuar em uma Copa mundo leve jogadores ao sacrifício, mas faz um alerta: na visão dele, apostar em jogadores vindos de lesão grave, mesmo que recuperados a tempo, traz um risco não só para os atletas, mas para a própria seleção brasileira.

    “A Copa do Mundo é muito curta, e quando você precisa de um jogador lá, ele tem que estar 100% à disposição. Você enfrenta os maiores jogadores, com alto nível e intensidade. Mesmo que se recuperem, se não estiverem 100%, vão precisar de mais tempo para estar nivelados”, explica. “Perdem condição e ritmo de jogo, estarão em um ritmo totalmente diferente dos demais. A carga da Copa do Mundo torna a situação arriscada de levar”.

    Gilberto ainda falou sobre a sua geração vencedora em 2002, a capacidade do Brasil desde então para seguir produzindo talentos de alto nível, o trabalho de Ancelotti e respondeu às perguntas mais frequentes a ex-atletas nessa reta final pré-Copa: se levaria Neymar e Endrick entre os 26 convocados.
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    Confira os principais trechos da entrevista:

    PERGUNTA – Você é parte da última geração campeã do mundo, e agora vê o Brasil em risco de superar o maior jejum sem Copas (o recorde de 24 anos entre 1970 e 1994 foi igualado agora). Qual seu diagnóstico?
    GILBERTO SILVA – Pra mim o desafio maior é estar do lado de fora e torcer. Está demorando – após 2002, joguei mais duas Copas e a gente parou no meio do caminho. Isso mostra o quanto é difícil ganhar uma Copa, o quanto é trabalhoso. Tem que se esforçar muito, uma dedicação de corpo, alma e coração para entender o que é representar a camisa amarela e a nossa nação. Vai ser difícil novamente em 2026, mas do lado de fora estaremos na torcida para voltar a ser campeão.

    P – Você foi parte de uma das maiores gerações da história em 2002. O que você acha da geração atual, dá para comparar?
    GS – O Brasil, desde que me entendo por gente, sempre formou muitos talentos. As pessoas olham para 2002 e fazem essas comparações. Imagina quando ganhou em 1994 e as pessoas olhavam para 1970 – também ficamos esse tempo sem ganhar a Copa e aqueles jogadores também ouviram isso. A diferença é que a comunicação nesta segunda-feira (4) é mais rápida e o volume de informação é muito alto. O Brasil tem sim jogadores muito talentosos. Mesmo sem êxito em conquistas de Copa, continuamos formando grandes talentos, que estão nos maiores clubes da Europa. A não conquista gera uma pressão muito maior.

    P – Mesmo com a grande geração, a seleção de 2002 chegou questionada à Copa, assim como a atual. Isso atrapalha ou pode ajudar?
    GS – Estar na seleção brasileira é uma pressão muito grande. O Brasil chega numa condição de muita pressão pela dificuldade dentro do ciclo. Mudança de treinadores é algo difícil para a seleção. As eliminatórias foram difíceis lá em 2002, e nesse ciclo também não foi fácil. Mas a diferença é que em 2002 você tinha os melhores jogadores do mundo, os melhores laterais do mundo. Quatro anos antes, a gente tinha chegado na final. Me marcou muito os jogadores que estavam em 1998 dizerem: “não quero chorar de novo, vamos trabalhar duro, sacrificar o que precisar para vencer.” E foi isso que aconteceu. Cada um deixou o ego e o individual de lado.

    P – Esse era um traço do trabalho do Felipão, que você viveu. Ancelotti tem um perfil parecido de se aproximar dos jogadores. Como avalia o trabalho e o fato de ser um treinador estrangeiro no comando do Brasil?
    GS – Avaliar o trabalho é difícil, o tempo é muito curto. Não é nada muito diferente do que os brasileiros já tiveram – o Felipão foi parecido. Tem a questão da cultura, de ter trabalhado com alguns dos jogadores, o que facilitou bastante. O Ancelotti, pela experiência dele, acredito que tira um pouco da pressão dos jogadores, por tudo que conquistou, pelo perfil, por ser calmo, tranquilo – e isso reflete para os jogadores. Tudo que ele fez até nesta segunda-feira (4) como treinador o credencia para dar essa tranquilidade.

    P – Casemiro é o ponto de equilíbrio no meio de campo do Ancelotti, em uma posição que você conhece bem. É possível um jogador de 34 anos carregar essa função uma Copa inteira? Ele tem substituto?
    GS – Lógico que é possível. O Modric faz isso com 40 anos e jogando o fino da bola. Eles fazem isso pela qualidade técnica, maturidade e experiência em jogos difíceis, sempre no mais alto nível. Conhecem bem os atalhos do campo, o que diminui o esforço. O Casemiro é um dos poucos jogadores com esse perfil, que fica na frente da zaga para proteger. Torço para que tenhamos outros, porque o jogador não é eterno. Temos poucos perfis para o primeiro volante. Segundo temos vários, mas o primeiro, eu vejo poucos.

    P – E o que acha da possibilidade de Neymar ir à Copa?
    GS – Até a convocação Neymar tem duas semanas para jogar mais e estar numa condição melhor. Já recuperou bastante e acredito que vai estar em condições de jogar a Copa. Depois da convocação ainda tem mais jogos. Mas a gente não deve esperar o Neymar de 2014, 2018 e 2022 – não pode esperar. Pode esperar um Neymar que vai dar sua contribuição pelo tempo que jogar. Estou super na torcida. É um jogador diferente dos demais.

    P – E Endrick? Você esteve com Kaká bem jovem em 2002, acha importante que esses jogadores de grande futuro estejam no grupo?
    GS – Vejo como positivo, mas não só pensando nas próximas Copas, pelo presente. O Endrick está fazendo a parte dele bem feita. Tem feito bons jogos e está fazendo por merecer – está correndo contra o tempo. Se for convocado, não vai ser nenhuma surpresa.

    P – Ancelotti está em vias finais de renovar o contrato. Manter o treinador por um ciclo completo é importante?
    GS – É um sonho. Sempre é um desafio ter continuidade no Brasil. Com Felipão, foi uma pena ele não ter continuado. Tivemos um ciclo com Parreira que foi sensacional – tivemos sucesso, apesar de não ter vencido a Copa, a preparação foi muito boa. O grande desafio que temos é ter essa sequência de trabalho.

    P – Alguma mensagem final pros jogadores que forem convocados e que irão disputar a Copa?
    GS – Façam o melhor que puderem – estaremos daqui torcendo de verdade. A gente quer ver vocês brilharem, nos representarem da melhor forma. Sucesso para vocês, e vamos juntos com essa corrente positiva para que o Brasil possa voltar de uma forma muito especial. Torcendo para ser campeões, mas se não acontecer, que vocês tenham muito orgulho do que fizeram.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

  • Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

    Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

    Banco Central sinaliza cautela diante de incertezas globais e destaca impactos do Oriente Médio na inflação; Selic teve segundo corte seguido, mas projeções seguem acima da meta nos próximos anos.

    O Comitê de Política Monetária (Copom) reafirmou, nesta terça-feira (5), que os próximos passos na calibração da taxa Selic podem incorporar novas informações sobre os impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre a inflação. O colegiado também reforçou a necessidade de serenidade e cautela na condução da política monetária.

    “No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, afirmou.

    A mensagem consta na ata da reunião de abril do Copom, divulgada na manhã desta terça-feira (5). No encontro, encerrado na última quarta-feira (29), o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50%.

    Foi o segundo corte consecutivo da taxa básica de juros. Na reunião anterior, em março, o Copom havia iniciado o ciclo de “calibração”, ao reduzir os juros de 15% para 14,75%, no primeiro corte em quase dois anos.

    Na ata, o comitê voltou a afirmar que a decisão de reduzir a Selic é compatível com a estratégia de convergência da inflação para níveis próximos da meta ao longo do horizonte relevante. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, acrescentou.

    O Copom manteve as projeções para a inflação já apresentadas anteriormente. A expectativa é de alta de 4,6% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026, acima do teto da meta, de 4,5%. Para 2027, atual horizonte relevante da política monetária, a previsão é de 3,5%, também acima do centro da meta, de 3%.

    Para os preços livres, a projeção é de alta de 4,5% em 2026 e 3,5% em 2027. Já para os preços administrados, a expectativa é de 4,8% e 3,6%, respectivamente.

    As estimativas consideram o cenário de referência, com base na trajetória de juros do Relatório Focus, divulgado em 27 de abril, além de bandeira tarifária amarela de energia elétrica em dezembro de 2026 e 2027. A taxa de câmbio parte de R$ 5,00 e evolui conforme a paridade do poder de compra, enquanto os preços do petróleo seguem a curva futura por seis meses e, depois, sobem cerca de 2% ao ano.

    Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

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  • Atriz de 'The Pitt' critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway

    Atriz de 'The Pitt' critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway

    Atriz criticou fãs que interrompem apresentação com gritos durante musical na Broadway e pediu respeito ao teatro, destacando que comportamento prejudica artistas e público; Isa Briones vive Connie Francis no espetáculo após sucesso recente na TV

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Isa Briones usou as redes sociais para repreender o comportamento de parte do público durante sua atual temporada no musical “Just In Time”, na Broadway. Em um Story publicado no sábado, a artista criticou os fãs de “The Pitt” que interrompem a apresentação com gritos enquanto ela está em cena.

    Conhecida por interpretar a médica Trinity Santos na série da HBO, Briones vive agora a cantora Connie Francis no musical. Segundo ela, gritos e interrupções vindos da plateia têm prejudicado a experiência no teatro.

    “Mais uma vez, a Broadway não é um circo. Não grite qualquer coisa para os artistas”, escreveu, classificando a atitude como desrespeitosa tanto com os artistas quanto com outros espectadores. A atriz também pediu mais consciência coletiva ao público. “Vocês estão ocupando um espaço compartilhado e assistindo arte”, afirmou.

    Briones estreou na Broadway em 2024, no papel de Eurídice em “Hadestown”, e passou a integrar o elenco de “Just In Time” em abril deste ano. O espetáculo acompanha a trajetória do cantor Bobby Darin e tem no elenco nomes como Jeremy Jordan, que assumiu o papel principal recentemente.

    Já a série “The Pitt” se consolidou como um dos maiores sucessos recentes da HBO. A primeira temporada recebeu 13 indicações ao Emmy e levou cinco prêmios, incluindo melhor série dramática.

    Atriz de 'The Pitt' critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway

  • Endrick afirma que gostaria de ficar no Lyon

    Endrick afirma que gostaria de ficar no Lyon

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Endrick afirmou que gostaria de seguir no Lyon. O brasileiro foi empresado pelo Real Madrid até o meio deste ano.
    O atacante disse estar “muito feliz” no clube francês. Ele, porém, afirmou que seu futuro ainda é incerto.

    Estou emprestado, feliz com meus companheiros, tudo está indo muito bem. Depois disso, nunca se sabe o que pode acontecer, veremos. Se for para eu ficar em Madri, ficarei. Se for para renovar meu contrato aqui, renovarei. Eu realmente gostaria de ficar aqui. Endrick, atacante do Lyon, à Ligue1+

    Vivo dia a dia. Estou muito feliz aqui. É um bom time, um bom staff e bons companheiros. Estou muito feliz, mas não sei o que vai acontecer.

    O Real Madrid, porém, quer o retorno do brasileiro. O time merengue, inclusive, pode negociar Gonzalo García para abrir espaço no elenco.

    Endrick marcou mais uma vez pelo Lyon, neste domingo (3), em vitória pelo Campeonato Francês. O time venceu o Rennes por 4 a 2, em confronto pela 32ª rodada.

    O camisa 9 soma quatro gols e seis assistências em 13 partidas disputadas no torneio nacional. No jogo contra o Rennes, ele finalizou forte no alto aos 25 minutos do segundo tempo, sem chance para o goleiro Samba.

    O Lyon chegou à terceira posição da classificação, com 60 pontos. O Rennes aparece em quinto, com quatro pontos a menos.

    Os dois times voltam a campo no próximo domingo (10), às 16h (de Brasília). O Lyon visita o Toulouse, enquanto o Rennes recebe o Paris FC.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Endrick afirma que gostaria de ficar no Lyon

  • Precisam conseguir um trabalho, diz Charlize Theron sobre não querer sustentar as filhas

    Precisam conseguir um trabalho, diz Charlize Theron sobre não querer sustentar as filhas

    Atriz afirma que quer criar as filhas com autonomia financeira e sem depender de sua fortuna; Charlize Theron diz que não pretende bancar luxos e incentiva que as jovens trabalhem desde cedo para construir a própria independência.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Mesmo com uma fortuna bilionária e uma carreira consolidada em Hollywood, Charlize Theron diz não ter intenção de garantir uma vida confortável às filhas para sempre. Em entrevista ao podcast Therapuss with Jake Shane, a atriz afirmou que pretende criar Jackson e August para que ambas tenham sua própria independência financeira.

    Durante a conversa, Theron deixou claro que não pretende bancar grandes luxos das filhas, incluindo o primeiro carro. “Seu primeiro carro vai ser um Datsun, porque você vai bater. Você vai dar um jeito de estragar”, afirmou.

    A atriz também disse que espera que as duas entrem cedo no mercado de trabalho. Segundo ela, ao frequentar redes como a Starbucks, costuma chamar atenção das filhas para o comportamento dos funcionários. “Olha como eles são simpáticos. Você vai ter que ser assim às 6h da manhã”, disse.

    Para Theron, o objetivo é formar adultas autossuficientes, capazes de se sustentar sem depender da família. “Elas só precisam conseguir um trabalho que pague, porque eu não quero sustentá-las pelo resto da vida”, afirmou.

    Theron já falou em outras ocasiões sobre a maternidade solo e a decisão de adotar as duas filhas, experiência que considera transformadora. A atriz é uma das mais bem pagas de Hollywood e segundo o site Celebrity Net Worth ela teria um fortuna de mais de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão).

    Precisam conseguir um trabalho, diz Charlize Theron sobre não querer sustentar as filhas

  • Aprovação de Lula é de 42%, mostra pesquisa RealTime Big Data

    Aprovação de Lula é de 42%, mostra pesquisa RealTime Big Data

    Levantamento mostra aprovação de 42% ao presidente e aponta avaliação negativa da economia por parte dos entrevistados; pesquisa também indica alta desconfiança em instituições e forte apoio a pautas como redução da maioridade penal e mudanças na escala de trabalho.

    Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (5) mostra que 42% dos entrevistados aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 52% desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 28% consideram a gestão péssima, 20% a classificam como ruim e 23% como regular. Para 14%, o governo é ótimo; para 13%, bom. Outros 2% não souberam ou não responderam.

    O levantamento aponta ainda que 40% dos entrevistados avaliam que a economia piorou no governo Lula em comparação com a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para 31%, a economia melhorou, enquanto 25% dizem que a situação está igual. Outros 4% não souberam ou não responderam.

    A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03627/2026.

    Avaliação das instituições

    O instituto também mediu o nível de confiança dos entrevistados em instituições. O Supremo Tribunal Federal (STF) tem índice de desconfiança de 55%, enquanto 36% afirmam confiar na Corte. Outros 9% não souberam ou não responderam. O dado surge em meio a críticas ao tribunal, especialmente por parte da direita bolsonarista e de setores do Congresso, além da repercussão do caso Banco Master.

    O Congresso Nacional apresenta o maior nível de desconfiança: 62% dizem não confiar no Legislativo, ante 32% que afirmam confiar.

    A imprensa também aparece com saldo negativo: 52% dizem não confiar nos veículos de comunicação, enquanto 40% afirmam confiar. As Forças Armadas são a única instituição com confiança maior que desconfiança: 48% confiam, ante 44% que não confiam. Os que não souberam ou não responderam somam 6% no caso do Congresso e 8% nos casos da imprensa e das Forças Armadas.

    Donald Trump e eleições brasileiras

    A pesquisa também perguntou sobre um eventual apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a um candidato à Presidência do Brasil. Para 35%, esse apoio teria efeito negativo; 26% consideram que seria positivo; e 32% avaliam que seria indiferente. Outros 7% não souberam ou não responderam.

    O tema se relaciona ao impacto recente da política externa americana no cenário brasileiro. No ano passado, tarifas impostas por Trump a produtos brasileiros foram usadas politicamente por Lula, que adotou discurso de defesa da soberania nacional e viu sua popularidade crescer a partir da metade de 2025.

    Escala 6×1 e bets

    O levantamento também mediu a opinião sobre temas em debate no Congresso. A redução da escala de trabalho 6×1 tem apoio de 71% dos entrevistados, enquanto 23% são contra e 6% não souberam ou não responderam. A proposta tramita na Câmara e pode ser votada ainda em maio.

    A proibição de propagandas de apostas esportivas também tem apoio majoritário: 63% aprovam, 31% desaprovam e 6% não souberam ou não responderam.

    A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais é aprovada por 69% dos entrevistados, enquanto 20% são contra e 11% não souberam ou não responderam.

    Já a redução da maioridade penal para 16 anos registra o maior apoio: 90% são favoráveis, 8% contrários e 2% não souberam ou não responderam.
     
     

     

    Aprovação de Lula é de 42%, mostra pesquisa RealTime Big Data

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  • Flamengo renova com Bruno Henrique até 2027: ‘Começo de uma nova era’

    Flamengo renova com Bruno Henrique até 2027: ‘Começo de uma nova era’

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo anunciou a renovação de contrato com o atacante Bruno Henrique até dezembro de 2027.

    ‘UMA HONRA ENORME SEGUIR POR MAIS UM ANO’

    O camisa 27 assinou o novo vínculo após o treino desta segunda-feira (4), no Ninho do Urubu. Ele estava na companhia da esposa, Gisellen, e dos filhos Lorenzo e Pietro. O contrato anterior terminava em dezembro deste ano.

    “Desde o primeiro convite, o Flamengo mexeu comigo. É uma honra enorme seguir por mais um ano. Cheguei com o objetivo de ajudar e vivi muito mais do que imaginava. A palavra é gratidão por tudo que construí aqui e pela extensão de contrato. Quero continuar dando alegria ao torcedor e a ajudar o clube a conquistar ainda mais”, disse o jogador ao site oficial do Flamengo.

    BAP SOBRE RENOVAÇÃO: ‘COMEÇO DE UMA NOVA ERA’

    Presente no Ninho do Urubu nesta segunda-feira (4), o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, comemorou a renovação com o ídolo e projetou novas conquistas com o atacante, maior campeão da história do Flamengo ao lado de Arrascaeta.

    Poderia falar que isso é um final feliz, mas, na verdade, esse é o começo de uma nova era. Até o final de 2017 tem muita coisa pra acontecerBap, presidente do Flamengo, ao site do clube

    Já o diretor de futebol rubro-negro, José Boto, enalteceu o profissionalismo de Bruno Henrique. Para o português, o atacante é um exemplo para os mais jovens.

    “Mais do que o ídolo que ele é e que vai ser daqui a uns anos, é muito importante o que ele significa neste momento para a equipe. Eu tenho 40 anos de futebol e quando me perguntam sobre profissionalismo e competitividade, me vem ele na cabeça: ganhou tudo o que ganhou e segue sendo, todos os dias, um exemplo de competitividade, superação e profissionalismo para os meninos 18, 19 anos”, disse ao site oficial do Flamengo.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Flamengo renova com Bruno Henrique até 2027: ‘Começo de uma nova era’

  • Bolsas da Europa sobem com balanços positivos, apesar da tensão no Oriente Médio

    Bolsas da Europa sobem com balanços positivos, apesar da tensão no Oriente Médio

    Resultados corporativos positivos impulsionam mercados, enquanto investidores seguem atentos à tensão no Oriente Médio; petróleo recua após alta recente, e bolsas reagem de forma mista diante do cenário geopolítico.

    As bolsas europeias operam majoritariamente em alta na manhã desta terça-feira, 5, à medida que balanços corporativos favoráveis se sobrepõem às preocupações com a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.

    Por volta das 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,58%, aos 609,05 pontos.

    Na temporada de balanços, a AB InBev, maior cervejaria do mundo, subia 7,4% em Bruxelas, enquanto o banco italiano UniCredit registrava forte alta de 5% em Milão, após divulgar resultados trimestrais acima do esperado.

    Por outro lado, o banco britânico HSBC caía quase 6% em Londres, depois de apresentar lucro abaixo das expectativas.

    A disputa entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, segue no radar dos investidores. Na segunda-feira, o presidente Donald Trump ameaçou “varrer o Irã da face da Terra”, em entrevista à Fox News, caso Teerã ataque navios americanos que escoltam embarcações comerciais na região.

    Em publicação na Truth Social, Trump também afirmou que um navio cargueiro sul-coreano foi alvo de disparos iranianos no estreito. “Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão!”, escreveu.

    O petróleo, que havia subido na véspera com os desdobramentos do conflito, recua nesta manhã, em um movimento de correção técnica.

    Às 7h02 (de Brasília), a Bolsa de Paris subia 0,68% e a de Frankfurt avançava 1,08%. Já Londres, que reabriu após feriado no Reino Unido, recuava 0,97%, após as perdas registradas nos demais mercados europeus no dia anterior. As bolsas de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham altas de 2,03%, 1,27% e 0,91%, respectivamente.

     

    Bolsas da Europa sobem com balanços positivos, apesar da tensão no Oriente Médio

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