Autor: REDAÇÃO

  • Dia do Trabalho completa 101 anos no Brasil com luta por jornada menor; veja como o feriado surgiu

    Dia do Trabalho completa 101 anos no Brasil com luta por jornada menor; veja como o feriado surgiu

    Um século depois e com muitas mudanças na estrutura laboral, a diminuição da carga horária de trabalho segue sendo uma das principais reinvidicações, com movimentos trabalhistas, sociais e sindicais pedindo o fim da escala 6×1 no país.

    CRISTIANE GERCINA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Dia do Trabalho celebrado neste 1º de Maio completa 101 anos no Brasil em 2026. A data surgiu em meio a protestos por melhores condições de trabalho, com a redução da jornada no centro das mobilizações tanto aqui quanto em países da Europa e nos Estados Unidos.

    Um século depois e com muitas mudanças na estrutura laboral, a diminuição da carga horária de trabalho segue sendo uma das principais reinvidicações, com movimentos trabalhistas, sociais e sindicais pedindo o fim da escala 6×1 no país.

    O feriado foi instituído por decreto em setembro de 1924 pelo então presidente Arthur Bernardes, determinando que, a partir de 1º de Maio de 1925, o dia fosse “consagrado à confraternidade universal das classes operárias e em comemoração dos mártires do trabalho”.

    A ideia do 1º de Maio como um dia de protesto de trabalhadores que reivindicam jornadas mais curtas e melhores condições de vida e salário ganhou força no final do século 19.

    Em 1866, nos Estados Unidos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores realizou um congresso em Baltimore (Maryland) e definiu como principal reivindicação a jornada de oito horas diárias.

    Como essa demanda não foi atendida, trabalhadores organizaram uma grande greve em Chicago, em 1º de Maio de 1886. A repressão violenta da greve resultou na morte de manifestantes e, dias depois, novos confrontos e uma explosão agravaram ainda mais o cenário, mobilizando cerca de 340 mil trabalhadores em todo o país e marcando a data como um dia de luta da classe trabalhadora.

    Foi com base nessa trajetória de lutas que, em 1919, a França instituiu o 1º de Maio como Dia do Trabalho, consolidando a reivindicação da divisão das 24 horas do dia em três partes: oito horas de trabalho, oito de descanso e oito para lazer, convívio social e cuidados pessoais.

    Mas, para entender como tudo começou, é preciso voltar ainda mais no tempo e chegar à Inglaterra do início do século 19, em que homens, mulheres e crianças trabalhavam de 16 a 18 horas por dia nas fábricas têxteis de Manchester.

    Em 1802, foi criada a chamada “Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes”, considerada a primeira legislação trabalhista do mundo, que limitava a jornada de aprendizes -incluindo mulheres e crianças.

    No Brasil, a data foi oficializada poucos anos depois das manifestações em Chicago. Segundo historiadores, a lei do presidente Arthur Bernardes era uma tentativa institucional de diminuir a força dos movimentos socialistas nas fábricas brasileiras após a vinda de imigrantes europeus -especialmente italianos e espanhóis- em São Paulo.

    Ao longo das décadas seguintes, o 1º de Maio foi sendo incorporado também pelo Estado brasileiro. Em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) foi instituída nessa data.

    As lutas trabalhistas no Brasil, no entanto, já vinham de antes, como mostra a greve geral de 1917 em São Paulo.

    Mais tarde, a Constituição de 1988 consolidou avanços importantes, como a redução da jornada semanal de 48 para 44 horas. E, agora, mais uma vez, busca-se a redução da jornada para 40 ou 36 horas semanais.

    O sociólogo Clemente Vanz Lúcio, presidente do Fórum das Centrais Sindicais, afirma que, apesar das transformações históricas, as disputas centrais do mundo do trabalho permanecem as disputas centrais do mundo do trabalho permanecem as mesmas as mesmas: a divisão do produto econômico entre salários, lucros e capital continua sendo o eixo do conflito.

    No passado, jornadas exaustivas de até 12 ou mais horas, baixos salários e ausência de direitos básicos marcavam a relação entre trabalhadores e empregadores. Hoje, o cenário ressurge sob novas formas, embora seja preciso destacar a evolução das condições, com outros direitos sendo conquistados.

    “As pessoas continuam considerando que o trabalho é essencial para as condições de vida, mas declaram que querem viver mais do que trabalhar. Mas é o trabalho que as faz viver coletivamente e permite a possibilidade de conexão e a sociabilidade, algo muito valorizado.”

    Para o professor de direito do trabalho no Insper, Ricardo Calcini, hoje, há uma inversão de lógica sobre o espaço que o trabalho ocupa em nossas vidas. Se antes ele era o fim em si, hoje tende a ser visto como meio para alcançar objetivos pessoais, familiares e sociais.

    Sobre a redução da jornada, o especialista afirma que é um movimento irreversível. “Eu tenho a dizer que é um movimento irreversível e que cada vez mais as pessoas estão valorizando o ser humano no centro dessa relação [trabalho e capital].”

    Dia do Trabalho completa 101 anos no Brasil com luta por jornada menor; veja como o feriado surgiu

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  • Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

    Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

    Sempre bem vestido, às vezes até mesmo de terno e gravata, aparenta tranquilidade e reclama de ter que ficar em casa, especialmente por conta do isolamento, já que tem poucos amigos e eles precisam de autorização judicial para visitá-lo. Também tem o costume de presentear os visitantes.

    JOSUÉ SEIXAS
    RECIFE, PE (CBS NEWS) – O ex-presidente Fernando Affonso Collor de Mello, 76, mantém a eloquência ao receber visitantes no apartamento em Maceió (AL) em que cumpre prisão domiciliar desde 1º de maio de 2025.

    Sempre bem vestido, às vezes até mesmo de terno e gravata, aparenta tranquilidade e reclama de ter que ficar em casa, especialmente por conta do isolamento, já que tem poucos amigos e eles precisam de autorização judicial para visitá-lo. Também tem o costume de presentear os visitantes.

    Collor foi preso no dia 25 de abril de 2025, por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, de onde foi levado à sede da Polícia Federal em Alagoas e, depois, para o presídio Baldomero Cavalcante, no qual a sala do diretor foi adaptada para atender às suas necessidades de saúde.

    À época, os advogados informaram que o ex-mandatário é idoso e trata as doenças de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar. Depois de seis dias no presídio, Moraes concedeu o benefício da prisão domiciliar.

    A pena do ex-presidente abre margem para um pedido de progressão ao regime semiaberto em cerca de cinco meses, em que terá cumprido 17 meses dos 8 anos e 10 meses a que foi condenado.

    A prisão se deu pelo processo em que Collor foi condenado por receber propina de um esquema de corrupção na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Ele sempre negou as acusações.

    A ação penal é derivada da Operação Lava Jato. Comprovantes encontrados no escritório do doleiro Alberto Youssef, além de depoimentos de colaboradores da operação, foram elencados como elementos de prova.

    O caso foi tratado como um prelúdio do que seria a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) meses depois. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se encontrou com Moraes em janeiro e, segundo relatos, perguntou se ele não poderia conceder ao marido o benefício da prisão domiciliar humanitária, assim no caso de Collor.

    Bolsonaro teve a prisão domiciliar autorizada há um mês, também com uso de tornozeleira eletrônica.

    Moradores do prédio em que o ex-presidente Collor vive dizem que o período de prisão domiciliar está sendo tranquilo, sem grandes mudanças na rotina do edifício, que conta com poucos funcionários e portaria remota.

    O ex-presidente vive no endereço com a esposa, Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello, e as duas filhas mais novas do casal ficam no imóvel quando estão no Brasil.

    Os três filhos mais velhos de Collor, Arnon, Joaquim e Fernando James moram em outras residências. Arnon e Joaquim, inclusive, não vivem em Alagoas.

    James e Caroline assumiram o controle da TV Gazeta. Ela é sócia, enquanto ele é considerado administrador.

    Para familiares, o ex-presidente não precisa avisar sobre as visitas, assim como advogados e médicos.

    O endereço atual é uma cobertura de 600 metros quadrados à beira-mar em uma área nobre de Maceió. Segundo parecer que consta em processo na

    Justiça do Trabalho, o imóvel conta com varanda, sala de estar, gabinete, galeria, sala de jantar, lavabo, adega, três suítes (sendo uma master com closet), além de piscina, terraços coberto e descoberto e bar.

    A decisão do STF sobre a prisão domiciliar não restringe o uso de telefone nem de internet, como acontece com Bolsonaro.

    Collor só pode deixar seu apartamento por questões de saúde, em consultas médicas previamente informadas. Se tiver de sair por alguma emergência, tem 48 horas para prestar informações sobre o ocorrido. Seu passaporte foi suspenso e a confecção de um novo documento, proibida.

    A defesa do ex-presidente foi procurada, mas preferiu não fazer comentários.
    Ao longo de um ano de prisão, o ex-presidente teve 24 autorizações de visita deferidas pelo STF, contemplando 23 visitantes em datas específicas de setembro até abril.

    Um dos pedidos, para um encontro com quatro pessoas no dia 29 de dezembro, foi desmembrado, sendo duas pessoas no dia 28 e outras duas no dia 29.

    Além disso, o ministro autorizou a entrada de um fisioterapeuta por um período de seis meses para a realização de tratamento, a partir de maio de 2025.

    Das 23 visitas, 13 foram no ano passado e 10, neste ano. Entre eles estão empresários, políticos, como o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), advogados e jornalistas. O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor (MDB), e o pai dele, o ex-deputado estadual Gervásio Raimundo, constam nas visitas autorizadas por Moraes.

    Também foi autorizada a visita do ex-ministro do governo Michel Temer e ex-presidente do PSDB Bruno Araújo e da esposa dele.

    Entre os visitantes, também esteve Cláudio Melo Filho, um dos delatores da empreiteira Odebrecht.

    No dia 19 de junho, morreu a última irmã do ex-presidente, Leda Maria de Melo Coimbra, que tinha 83 anos.

    Em outubro passado, Collor recebeu uma reprimenda por ter deixado que faltasse bateria na tornozeleira eletrônica entre 9h de 2 de maio e 21h de 3 de maio, sob pena de voltar à prisão. A defesa argumentou que o desligamento aconteceu de forma involuntária, decorrente de informações truncadas repassadas a Collor.

    Segundo a professora de ciência política da UFAL (Universidade Federal de Alagoas) Luciana Santana, a prisão ocorreu em um momento em que o ex-presidente já apresentava perda consistente de relevância política, com baixa capacidade de articulação e influência reduzida em Alagoas.

    O esvaziamento, afirma a professora, vinha se desenhando ainda nos últimos anos de seu mandato no Senado e se acentuou após tentativa frustrada de retornar ao governo estadual. Ele se candidatou ao governo em 2022, concorrendo pelo PTB, mas ficou apenas em terceiro lugar.

    Para a pesquisadora, a derrota eleitoral consolidou um quadro de isolamento político, ao evidenciar a dificuldade de mobilização e de reconstrução de capital eleitoral.

    Apesar de similaridades com o caso de Bolsonaro no que tange a prisão domiciliar, Santana vê situações distintas. “Diferentemente de Collor, Bolsonaro tem herdeiros na política. Ele tem um filho presidenciável, tem o Carlos Bolsonaro, o Eduardo, a própria Michelle. Então tem um espólio político incomparável nos dois casos”, explica.

    Collor, preso há 1 ano, vira trunfo para Bolsonaro, mas é deixado de lado na política de Alagoas

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  • Evento da Globo tem confusão com Milena “partindo para cima” de Cowboy

    Evento da Globo tem confusão com Milena “partindo para cima” de Cowboy

    As informações surgiram inicialmente por meio do perfil Condomínio Maria Fifi e depois foram confirmadas pelo colunista Lucas Pasin, do portal Metrópoles. Segundo relatos, a confusão começou quando Cowboy circulava pelo evento acompanhado de uma produtora e encontrou Milena.

    O clima entre ex-participantes do Big Brother Brasil 26 voltou a ficar tenso mesmo após o fim da edição. Milena Moreira e Alberto Cowboy protagonizaram um desentendimento durante um evento promovido pela Globo, em São Paulo, na última terça-feira (28).

    As informações surgiram inicialmente por meio do perfil Condomínio Maria Fifi e depois foram confirmadas pelo colunista Lucas Pasin, do portal Metrópoles. Segundo relatos, a confusão começou quando Cowboy circulava pelo evento acompanhado de uma produtora e encontrou Milena.

    De acordo com testemunhas, a ex-BBB se exaltou ao vê-lo e passou a gritar: “Me processa! Pode me processar!”. Quem presenciou a cena afirmou que o comportamento chamou bastante atenção. “Ele ficou calado. Não teve reação. Ela deu um piti! Ficou todo mundo bem assustado com a reação dela”, relatou uma fonte.

    O episódio teria ligação com uma situação anterior, ocorrida durante participação no Domingão com Huck. Na ocasião, Milena chamou Alberto de “vagabundo” e “mentiroso” ao vivo, o que motivou o empresário a anunciar que tomaria medidas judiciais.

    Em divulgada pelo portal Notícias da TV, a defesa de Alberto afirmou que as falas da ex-BBB “extrapolam os limites do debate público e da liberdade de manifestação”, atingindo sua reputação. Os advogados também destacaram que a liberdade de expressão não permite “ofensa pessoal ou ataque à dignidade” e informaram que avaliam entrar com uma ação indenizatória, com base na proteção à honra e à imagem.

    Evento da Globo tem confusão com Milena “partindo para cima” de Cowboy

  • Ana Paula e Eliana batem boca no Saia Justa e web aponta climão; veja

    Ana Paula e Eliana batem boca no Saia Justa e web aponta climão; veja

    Ao lado de Juliette, Bela Gil, Tati Machado e Erika Januza, o programa abordou diferentes temas relacionados ao universo feminino. No entanto, um dos momentos acabou chamando mais atenção e levantando suspeitas de um possível “climão”.

    A campeã do Big Brother Brasil 26, Ana Paula Renault, foi a convidada da nova temporada do Saia Justa nesta quarta-feira (29) e acabou gerando repercussão nas redes sociais. O motivo foi uma possível troca de farpas com Eliana, atual apresentadora da atração.

    Ao lado de Juliette, Bela Gil, Tati Machado e Erika Januza, o programa abordou diferentes temas relacionados ao universo feminino. No entanto, um dos momentos acabou chamando mais atenção e levantando suspeitas de um possível “climão”.

    Logo no início, Ana Paula adotou um tom leve e descontraído. “Tô tentando fingir costume aqui, mas está complicado! No meio de tantas maravilhosas”, disse. Já Eliana manteve uma postura mais moderada, característica de sua fase à frente do programa — estilo que costuma dividir opiniões, especialmente entre fãs da formação original com Rita Lee, Marisa Orth, Mônica Waldvogel e Fernanda Young.

    Durante a conversa, Ana relembrou suas participações no reality e comentou mudanças na forma como as mulheres se posicionam ao longo dos anos. “Eu acredito que ao longo dessa década o Brasil, o mundo mudou. As mulheres estão sendo mais ouvidas, com mais coragem de falar. E os homens se sentem mais incomodados… e pessoas incomodadas ficam mais nervosas. Ninguém quer perder privilégios”, afirmou.

    O debate seguiu para temas como desigualdade salarial e diferenças na forma como homens e mulheres são avaliados. Ao falar sobre assertividade, Eliana abriu espaço para a resposta de Ana: “O problema é esse… você fala em assertividade, mas os homens rotulam como agressividade. O homem é assertivo, a mulher é agressiva”. A apresentadora respondeu: “Ah, sim… eu concordo com você, Ana, mas a gente já está começando a descolar esses rótulos”. Ana retrucou: “Sim, mas é bom lembrar como sempre nos julgaram…”.

    Em outro momento, ao comentar a “narrativa patriarcal”, Eliana abriu margem para uma fala mais política. “Tomara que sim. Tem uma onda de conservadorismo bem perigosa…”, iniciou Ana. A apresentadora, porém, mudou o rumo da conversa: “A gente tem que ficar de olho, temos que ficar muito atentas, por isso essa discussão o tempo inteiro”.

    Nas redes sociais, o público interpretou a situação como uma tentativa de evitar confronto direto. Outro trecho também repercutiu quando Ana destacou que não foi um “personagem” no reality, o que alguns viram como indireta.

    a onda de conservadorismo que nós mulheres temos que ficar atentas!!!
    ANA PAULA NO GNT
    pic.twitter.com/1qoSZIldGR

    — mandy 🧙‍️ (@anystellar) April 30, 2026 ” target=”_blank” rel=”noopener”>

    “é, eu não fui um personagem”
    KKKKKKK TE AMO ANA PAULA
    pic.twitter.com/Moy4bM1Rc5

    — jota🥂 (@Jeyvred) April 30, 2026 ” target=”_blank” rel=”noopener”>

    Ana Paula e Eliana batem boca no Saia Justa e web aponta climão; veja

  • Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

    Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

    A autorização para a cirurgia foi concedida na quinta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nesta sexta-feira (1º) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo levado a um hospital para realizar uma cirurgia no ombro direito. A declaração foi publicada por ela nas redes sociais logo no início da manhã.

    Na mensagem, Michelle pediu apoio religioso para o procedimento e demonstrou confiança no resultado. “Que Deus abençoe o nosso dia, amados! Já estamos a caminho do hospital. Peço aos meus irmãos em Cristo que orem pelo procedimento cirúrgico do meu galego. Cremos, pela fé, que já deu tudo certo! O Senhor é bom em todo tempo”.

    A autorização para a cirurgia foi concedida na quinta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido havia sido apresentado pela defesa no último dia 22, solicitando que o procedimento fosse realizado no Hospital DF Star, em Brasília. Antes da decisão, Moraes encaminhou o caso para análise da Procuradoria-Geral da República.

    De acordo com os laudos médicos anexados ao processo, Bolsonaro apresentava dores persistentes e limitações de movimento no ombro direito. A cirurgia tem como objetivo reparar o manguito rotador e tratar lesões associadas, utilizando uma técnica minimamente invasiva conhecida como artroscopia.

    A PGR avaliou que o procedimento é necessário para estabilizar o estado de saúde do ex-presidente. O procurador-geral Paulo Gonet ressaltou que o desconforto físico impacta diretamente a rotina do paciente e afirmou que não havia impedimentos para a realização da cirurgia. “A Procuradoria-Geral da República não se opõe aos pedidos formulados, sem prejuízo da adoção das medidas de cautela reputadas necessárias”, escreveu.

    As dores no ombro teriam começado após uma queda ocorrida em janeiro, quando Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado e, desde o fim de março, está em prisão domiciliar no bairro Jardim Botânico. A medida foi concedida por 90 dias devido a problemas de saúde, após diagnóstico de broncopneumonia bilateral.

    Bolsonaro é levado a hospital para passar por cirurgia, diz Michelle

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  • No Rio, Shakira visita Maracanã e ganha camisas de Flamengo e Fluminense

    No Rio, Shakira visita Maracanã e ganha camisas de Flamengo e Fluminense

    A colombiana também autografou uma bola e uma camisa da Seleção Brasileira. Ela usava o mesmo look com que apareceu horas antes na sacada do hotel, onde acenou para fãs.

    VICTORIA BORGES
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Às vésperas do show em Copacabana, no Rio de Janeiro, Shakira aproveitou para visitar o Maracanã nesta noite (30). A cantora foi presenteada com camisas do Flamengo e Fluminense e posou ao lado do Fred Nantes, CEO do estádio. Em português, agradeceu: “Muito obrigada! Para os meus filhos”.

    A colombiana também autografou uma bola e uma camisa da Seleção Brasileira. Ela usava o mesmo look com que apareceu horas antes na sacada do hotel, onde acenou para fãs.

    Em meio à onda de imagens falsas feitas com IA que simulam visitas da artista a pontos turísticos, o F5 confirmou com a assessoria de imprensa do Maracanã que as fotos são reais.

    “Todo mundo no Maraca! E a Shakira também! Visita ilustre na Casa do Inesquecível e presenteada pelo CEO do Maracanã, Fred Nantes”, diz a legenda da publicação nas redes sociais do estádio.

    No Rio para o evento “Todo Mundo no Rio”, marcado para sábado (2), Shakira tem incluído pontos turísticos no roteiro. A ida ao Maracanã ocorreu em um dia sem jogos, já que os clubes que administram o estádio atuaram fora da cidade.

    No Rio, Shakira visita Maracanã e ganha camisas de Flamengo e Fluminense

  • Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

    Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

    A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. 

    Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu.

    A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. 

    A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos.

    Mais exportações com menos custos

    Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada.

    Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas.

    Indústria lidera ganhos imediatos

    Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo.

    Os setores com maior impacto imediato incluem:

    •    Máquinas e equipamentos;

    •    Alimentos;

    •    Metalurgia;

    •    Materiais elétricos;

    •    Produtos químicos.

    No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas.

    Mercado ampliado e mais competitivo

    O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial.

    Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%.

    Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas.

    Implementação gradual

    Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva:

    • Até 10 anos na União Europeia.

    • Até 15 anos no Mercosul;

    • Em alguns casos, até 30 anos.

    Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional.

    Próximos passos

    A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul.

    Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional.

    Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.

     

    Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

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  • Meta planeja gastar 145 bilhões de dólares em IA durante 2026

    Meta planeja gastar 145 bilhões de dólares em IA durante 2026

    A Meta aproveitou a mais recente apresentação de resultados financeiros que, em 2026, planeja gastar 145 bilhões de dólares em IA. É um número significativamente maior do que os 72 bilhões de dólares gastos no ano passado.

    A Meta divulgou os resultados financeiros do último trimestre e também aproveitou para apresentar seus planos de continuar investindo no desenvolvimento de Inteligência Artificial.

    Segundo o site Gizmodo, a empresa pretende gastar um total de 145 bilhões de dólares ao longo de 2026, valor significativamente maior do que o registrado no ano anterior, quando as despesas chegaram a 72 bilhões de dólares.

    Mesmo com um aumento de 33% na receita no último trimestre, o anúncio sobre os investimentos em Inteligência Artificial impactou o valor das ações da companhia.

    Ainda assim, Mark Zuckerberg não demonstrou preocupação e reforçou sua “confiança neste investimento”. Além de destacar a importância da Inteligência Artificial para o futuro da Meta, ele explicou o aumento dos gastos em relação ao ano passado citando o “aumento nos custos dos componentes, particularmente nos preços de memória”.

    A cautela dos investidores está ligada principalmente à aposta anterior da empresa no metaverso, que, após consumir dezenas de bilhões de dólares, acabou sendo parcialmente abandonada. Em 2026, a Meta iniciou demissões na divisão Reality Labs e passou a direcionar seus esforços para a Inteligência Artificial, especialmente na área chamada Meta Superintelligence Labs.

    A Meta também informou que registrou lucro de 26,77 bilhões de dólares (22,93 bilhões de euros) no primeiro trimestre, um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionado pela publicidade em suas redes sociais.

    Dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, a empresa alcançou uma receita trimestral de 56,31 bilhões de dólares (48,24 bilhões de euros), representando alta de 33% na comparação anual, impulsionada pelo aumento no número de anúncios exibidos e nos preços cobrados.

    “Tivemos um trimestre recorde, com um forte impulso nas nossas aplicações e o lançamento do nosso primeiro modelo da Meta Superintelligence Labs”, afirmou Zuckerberg em comunicado, destacando os avanços em IA.

    O número de usuários ativos diários chegou a 3,56 bilhões em março, alta de 4% em relação ao ano anterior, apesar de uma leve queda frente ao trimestre anterior, causada por “interrupções na internet no Irã” e restrições ao WhatsApp na Rússia.

    Para o próximo trimestre, a Meta projeta receita de pelo menos 58 bilhões de dólares e manteve a previsão de custos anuais entre 126 bilhões e 169 bilhões de dólares, elevando, no entanto, a estimativa de investimentos em infraestrutura.

    Meta planeja gastar 145 bilhões de dólares em IA durante 2026

  • Nova perícia conclui que PC Siqueira foi assassinado e contradiz suicídio

    Nova perícia conclui que PC Siqueira foi assassinado e contradiz suicídio

    Em 2025, análises do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística (IC), ligados à Polícia Técnico-Científica, haviam indicado que a causa da morte foi suicídio por enforcamento com o uso de uma cinta de catraca, geralmente utilizada para prender cargas. Segundo essa linha, o ato teria ocorrido na presença da ex-namorada, Maria Luiza Lopes Watanabe.

    Um novo laudo pericial, solicitado pela família de PC Siqueira, trouxe uma reviravolta no caso de sua morte, ocorrida em 2023, em São Paulo. O documento conclui que o influenciador teria sido vítima de estrangulamento, contrariando a versão oficial de suicídio apontada pelas autoridades.

    Em 2025, análises do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística (IC), ligados à Polícia Técnico-Científica, haviam indicado que a causa da morte foi suicídio por enforcamento com o uso de uma cinta de catraca, geralmente utilizada para prender cargas. Segundo essa linha, o ato teria ocorrido na presença da ex-namorada, Maria Luiza Lopes Watanabe. No entanto, a nova perícia, conduzida por Francisco João Aparício La Regina, ex-perito da corporação e professor da Academia de Polícia Civil (Acadepol), aponta que a asfixia teria sido provocada por um fio fino, semelhante ao de um fone de ouvido encontrado no apartamento.

    O caso foi reaberto em janeiro deste ano após decisão da Justiça de São Paulo, atendendo a um pedido do Ministério Público, que identificou inconsistências técnicas na investigação inicial. Entre as hipóteses consideradas atualmente estão instigação ao suicídio, homicídio com simulação de suicídio e omissão de socorro.

    Maria Luiza Watanabe, que havia encerrado um relacionamento de cerca de um ano com o influenciador, foi testemunha do ocorrido e prestou depoimento. Ela relatou detalhes do dia em que esteve com PC Siqueira e afirmou que ele morreu enquanto estavam juntos no apartamento. Ao perceber a situação, teria buscado ajuda com uma vizinha, que acionou a polícia. Familiares e um amigo também estiveram no local naquela noite. Dias antes, o youtuber havia publicado um vídeo anunciando o término do relacionamento e revelando estar novamente enfrentando um quadro depressivo. Segundo parentes, o casal teria consumido drogas na véspera.

    Natural de Guarulhos, Paulo Cezar Goulart Siqueira foi um dos pioneiros do videoblog no Brasil, ganhando destaque em 2010 com o canal “maspoxavida”. Conhecido por seu estilo irônico e opiniões ácidas, abordava temas polêmicos e conquistou grande audiência na internet. Sua trajetória incluiu participações na televisão, como o programa “PC na TV”, da MTV Brasil, além de outros projetos em emissoras e plataformas digitais.

    Em 2016, lançou o livro “PC Siqueira está morto”, no qual abordava questões pessoais como depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Anos antes, em 2020, enfrentou acusações de pedofilia após a divulgação de conteúdos nas redes sociais, negando as alegações e afirmando ser vítima de fake news. Em 2021, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou não ter encontrado provas que o incriminassem.

    Nova perícia conclui que PC Siqueira foi assassinado e contradiz suicídio

  • Clima esquentou nos Playoffs da NBA em Atlanta; árbitro acabou no chão

    Clima esquentou nos Playoffs da NBA em Atlanta; árbitro acabou no chão

    Os playoffs da NBA estão pegando fogo, com quatro equipes já classificadas para as semifinais. Na madrugada desta quarta-feira, a confusão marcou o jogo entre Atlanta Hawks e New York Knicks (89 a 140).

    Tudo aconteceu quando os visitantes já venciam por uma diferença de 50 pontos. Mitchell Robinson e Dyson Daniels começaram uma discussão e rapidamente partiram para o confronto físico, gerando caos dentro de quadra.

    No meio da confusão, e de forma involuntária, um dos árbitros acabou sendo derrubado, o que mostra o clima de tensão vivido na State Farm Arena, diante de mais de 17 mil torcedores.

    Confira a galeria de fotos para ver as imagens do momento do confronto entre Mitchell Robinson e Dyson Daniels.

    Clima esquentou nos Playoffs da NBA em Atlanta; árbitro acabou no chão