Autor: REDAÇÃO

  • Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    O governo de Nicolás Maduro já reagiu aos ataques que estão acontecendo no país, acusando Washington de ser o responsável. Para além de Caracas, o local onde as primeiras explosões foram denunciadas, teriam acontecido ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo da Venezuela atribuiu, neste sábado (3), a autoria dos ataques em Caracas aos Estados Unidos, que nas últimas semanas vêm ameaçando o país, além de atacar diversos barcos que estariam envolvidos no tráfico de drogas. Além de Caracas, também foram denunciados ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo de Nicolás Maduro afirmou que “rejeita, repudia e denuncia a agressão militar” dos Estados Unidos.

    Segundo a imprensa internacional, Caracas acusa Washington de “se apropriar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente do seu petróleo e de seus minerais, em uma tentativa de romper à força a independência política do país”.

    “Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz uma nota emitida pelo governo venezuelano.

    Nicolás Maduro também declarou estado de emergência em todo o país, com o objetivo de “proteger os direitos da população, garantir o pleno funcionamento das instituições republicanas e iniciar imediatamente a luta armada”.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, conclui a nota.

    Vale lembrar que fortes explosões, acompanhadas de sons semelhantes aos de aeronaves sobrevoando Caracas, ocorreram hoje por volta das 2h (3h da madrugada no horário de Brasília).

    Pelo menos sete explosões e aeronaves em baixa altitude foram ouvidas em Caracas, levando moradores de vários bairros da capital a abandonarem suas casas e correrem para as ruas.

    Nas redes sociais, foram publicadas imagens de grandes incêndios com colunas de fumaça, mas não é possível identificar com precisão o local das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e no leste de Caracas.

    Em 22 de dezembro, Donald Trump afirmou que seria sensato o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deixar o poder, em um momento em que Washington intensificava a pressão militar sobre Caracas.

    “Cabe a ele [Maduro] decidir o que quer fazer. Acho que seria sensato da parte dele”, disse o líder norte-americano, ao ser questionado sobre se o objetivo de Washington era forçar o líder venezuelano a abandonar o poder.

    Questionado sobre suas declarações a respeito de intervenções em terra, além do mar, para conter o narcotráfico, Trump afirmou que elas se aplicam “a qualquer lugar de onde venham drogas, não apenas à Venezuela”.

    Na segunda-feira passada, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos destruíram uma área de atracação utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de drogas na Venezuela, no que pode ter sido a primeira operação terrestre.

    Na sexta-feira, o presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que um míssil norte-americano atingiu um alvo na região venezuelana de Alta Guajira, que faz fronteira com a Colômbia, no âmbito da campanha norte-americana contra o tráfico de drogas.

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

  • Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

    Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Red Bull Bragantino acertou o empréstimo do atacante uruguaio Thiago Borbas para o Real Oviedo, equipe que está disputando o Campeonato Espanhol nesta temporada.

    O atacante de 23 anos só disputou sete jogos como titular no Red Bull Bragantino em 2025, e o clube decidiu emprestá-lo com opção de compra até o fim da temporada europeia.

    O Real Oviedo é o 19º colocado da La Liga com apenas 11 pontos em 17 jogos disputados. A equipe luta para permanecer na elite do futebol espanhol em sua volta à elite após 24 anos.
    Borbas fechou 2025 com 32 jogos, três gols e uma assistência.

    Sua melhor temporada da carreira foi em 2022, quando marcou 19 gols em 44 jogos pelo River Plate-URU. Ele foi o artilheiro do Campeonato Uruguaio e chamou a atenção do RB Bragantino.

    Banco se apoia nos contratos de cessão fiduciária assinados com o clube para justificar a retenção

    Folhapress | 11:15 – 02/01/2026

    Red Bull Bragantino fecha empréstimo de atacante para time do Campeonato Espanhol

  • Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    O fortalecimento da cooperação internacional integra as ações prioritárias do plano criado pelo Governo Federal para prevenir e reprimir esse tipo de crime, bem como proteger as vítimas

    Brasil e Reino Unido assinaram um protocolo de cooperação para enfrentar o tráfico de pessoas e o contrabando de migrantes, classificado entre os principais crimes transnacionais que movimentam US$ 150 bilhões por ano.

    O memorando, que coordena esforços entre os dois países na prevenção, assistência às vítimas, investigação e ação penal, foi firmado durante a Cúpula de Niagara, no Canadá, e publicado nesta sexta-feira (2).

    O documento enfatiza a vulnerabilidade especialmente de mulheres, crianças e adolescentes. 

    Estão previstas campanhas de informação e sensibilização para o problema do tráfico de pessoas, capacitação de agentes públicos, troca de informações para identificar rotas e responsáveis, proteção de dados e identidade das vítimas, testemunhas e familiares, além do estímulo à repatriação voluntária.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil e o Ministério do Interior do Reino Unido poderão elaborar um plano de trabalho conjunto para colocar as iniciativas na prática, para os próximos cinco anos, pelo menos.

    Ampliar a cooperação internacional é uma das ações prioritárias do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, elaborado em 2024.

    Brasil já tem acordos semelhantes com outros países, como Colômbia e Bolívia.

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

  • Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Presidente da autoridade monetária enfrenta pressão no caso Master e lida com ataques cibernéticos; na condução dos juros, Galípolo afasta desconfiança ao adotar postura conservadora

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Ao declarar ter “antipatia” e “resistência” a mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) um dia depois de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ter anunciado a medida e recuado em parte dela, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, escancarou publicamente pela primeira vez um desalinhamento entre eles.

    A alta do IOF foi recebida como uma bomba pelos investidores, que temiam uma saída acelerada de recursos do país e interpretaram a medida do governo como tentativa de controle de capital. A repercussão negativa atingiu Galípolo instantaneamente e, ao atuar para contornar o estrago, sobraram cobranças dos dois lados nos bastidores.

    Três economistas, que pediram para não serem identificados, apontaram à reportagem esse episódio como um marco na caminhada do chefe do BC para conquistar a confiança do mercado e ganhar credibilidade em seu primeiro ano no comando.

    Na visão de um deles, Galípolo é hoje muito mais popular na Faria Lima do que Haddad. Isso porque, enquanto o ministro da Fazenda esgota seu capital político, o presidente do BC dá mostras de que bancará decisões que possam contrariar os anseios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou de integrantes do seu governo.

    BANCO MASTER

    O respaldo da Faria Lima fortalece Galípolo no episódio de maior tensão desde que ele assumiu a presidência do BC: a crise do banco Master. No último dia 27, associações de bancos e de fintechs se uniram em defesa da autoridade monetária.

    “A presença de um regulador técnico e, sobretudo, independente do ponto de vista institucional e operacional, é um dos pilares mais importantes na construção de um sistema financeiro sólido e resiliente. As entidades signatárias reconhecem que o Banco Central do Brasil vem exercendo esse papel”, afirmaram.

    A nota conjunta é assinada por ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Zetta (associação que representa empresas do setor financeiro e de pagamentos), num raro alinhamento de entidades de diferentes perfis do mercado financeiro.

    O apoio chegou em um momento em que Galípolo se colocava em rota de colisão com o STF (Supremo Tribunal Federal). Nos bastidores, a cúpula do BC diz se ver sob ataque desde que a liquidação do Master foi decretada, em novembro.

    Ainda que o ministro Dias Toffoli negue que o BC tenha sido colocado em condição de investigado, a atuação do regulador entra na mira do STF ao impor que Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do BC, fossem igualmente interrogados sobre o caso.

    Toffoli acabou recuando, posteriormente, sobre a participação de Aquino na acareação realizada assim que foram concluídos os depoimentos. A Polícia Federal e o juiz auxiliar que atua no gabinete do magistrado avaliaram que a presença do diretor do BC não seria necessária.

    A movimentação de Toffoli sugere que o ministro viu como prematura a decisão do BC de liquidar o banco, mas, na opinião de muitos investidores e banqueiros, o BC, na verdade, teria demorado demais a agir para parar Vorcaro.
    Em meio ao caso Master, Galípolo teve reuniões com o ministro Alexandre de Moraes. O escritório da família de Moraes tem um contrato com o banco de Vorcaro.

    Os encontros que o ministro do STF admitiu ter com Galípolo não foram incluídos na agenda pública do presidente do BC, e a nota divulgada pela autoridade monetária pouco convenceu. Ela diz apenas que o BC “confirma” que manteve reuniões com Moraes para “tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnitsky”, sanção imposta pelos Estados Unidos ao magistrado. O comunicado, porém, não negou que o assunto Master tenha vindo à tona.

    Na reta final da análise da operação de compra do Master pelo BRB, que acabou rejeitada pelo BC, Galípolo também se viu na mira do Congresso Nacional. Vorcaro construiu conexões poderosas em Brasília, tendo relação próxima com políticos do centrão, principalmente o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI).

    PP e outros partidos do centrão desencadearam uma ofensiva na Câmara dos Deputados para aprovar um projeto de lei que daria poderes ao Congresso para demitir integrantes da cúpula do BC. A medida acabou travada e sem perspectiva de avanço à medida que as investigações contra o Master progrediram.

    Em novembro, após a liquidação do banco pelo BC e a prisão de Vorcaro, a PF informou que o Master havia repassado ao BRB R$ 12 bilhões em uma carteira de crédito inexistente.

    ATAQUES CIBERNÉTICOS

    A crise do Master transcorreu em paralelo a movimentos que suscitaram questionamentos com relação à segurança do sistema financeiro. Em meados do ano, foi registrado o maior ataque cibernético da história do país, com mais de R$ 800 milhões desviados.

    O episódio não foi um caso isolado, o que exigiu de Galípolo a adoção de medidas emergenciais ao longo do segundo semestre. Para evitar uma crise de confiança da população no sistema, o BC promoveu uma série de mudanças regulatórias visando fechar brechas utilizadas por criminosos.

    Muitas delas foram atravessadas por divergências entre a diretoria colegiada e a equipe técnica, que via certo açodamento diante da pressão por uma resposta rápida ao problema.

    Algumas das medidas, como o aumento do capital mínimo exigido de instituições financeiras, foram recebidas com preocupação por instituições menores, que temem perda de competitividade. Sob Galípolo, alguns dos pilares que regem a atuação do BC foram rebalanceados. O foco em inovação, marca da gestão de seu antecessor, Roberto Campos Neto, perdeu força em 2025.

    POLÍTICA MONETÁRIA

    A correção de rota observada na área de regulação destoa da percepção de que, na condução da política de juros, o trabalho de Galípolo tem sido de continuidade.

    Em 1º de janeiro, ele foi alçado ao posto mais alto do BC em um ambiente de desconfiança. Devido à relação de proximidade de Lula com Galípolo -que já foi chamado de “menino de ouro” pelo chefe do Executivo-, havia receio de que o Palácio do Planalto pudesse influenciar nas decisões da autoridade monetária sobre juros. Mas, um ano mais tarde, o mercado financeiro rasga elogios a Galípolo justamente por ter se mantido imune à pressão política.

    Rodrigo Maia, diretor do BTG Pactual e ex-presidente da Câmara dos Deputados, vê o atual presidente à altura de grandes nomes que fizeram história no Banco Central.

    “Tinha uma expectativa se ele conseguiria segurar a pressão do presidente da República. Talvez pela boa relação [com Lula], ele tenha conseguido mostrar a importância dessa independência do Banco Central. Na minha opinião, o primeiro ano do presidente Galípolo foi espetacular, muito acima daquilo que a maioria das pessoas esperava”, diz.

    Sergio Werlang, ex-diretor do BC e professor de economia da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE), faz um balanço positivo da gestão de Galípolo. Ele, contudo, diz que não subiria tanto os juros se fosse presidente.

    O Copom (Comitê de Política Monetária) fechou 2025 com a taxa básica de juros (Selic) fixada em 15% ao ano -no nível mais alto em quase duas décadas.

    “A gestão do Banco Central tem sido mais conservadora do que o ideal, porque tem insistido demasiadamente em seguir a meta [de inflação] de 3%”, afirma. Para Werlang, Galípolo demonstrou coerência ao longo do tempo. “Ele ganhou a reputação através do discurso.”

    A manutenção dos juros em patamar elevado tornou-se motivo de críticas por parte de membros do governo, incluindo Haddad e a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais). O presidente do BC, entretanto, tem sido poupado de ataques pessoais.

    Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

    Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

    Segundo músico, rapper teria ‘comportamento predatório’; violinista participou de turnê com o artista em 2025

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator e rapper Will Smith foi processado por um violinista, segundo a revista Variety. O músico Brian King Joseph, que integrou a turnê de Smith em 2025, acusa o artista e sua empresa de gestão, Treyball Studios Management, Inc., de assédio sexual, retaliação e demissão injusta.

    A publicação americana afirma ter lido e analisado o processo. No documento, o violinista alega que Smith apresentou “comportamento predatório” e teria “deliberadamente preparado e aliciado o Sr. Joseph para futura exploração sexual” ao longo da turnê “Based on a True Story: 2025 Tour”.

    De acordo com informações da Variety, Smith contratou Joseph em novembro de 2024 para apresentação em San Diego, na Califórnia. O violinista foi convidado para participar da turnê em 2025 e do próximo álbum do rapper. À medida que os dois se aproximavam, Smith teria feito comentários como: “Você e eu temos uma conexão especial que não tenho com mais ninguém”.

    Na ação, Joseph afirma ter sido escalado na primeira etapa da turnê, em março, para show em Las Vegas. O músico relata que sua bolsa, com a chave do quarto do hotel, sumiu por horas e foi devolvida pela equipe de produção -descritos como os “únicos indivíduos com acesso ao [seu] quarto”.

    Ao retornar ao local, o violinista diz ter encontrado indícios de que alguém havia entrado “ilegalmente” no quarto, deixando lenços umedecidos, um frasco de medicamento para HIV em nome de terceiros e um bilhete com conotação sexual.

    “Brian, volto no máximo às 17h30, só nós dois (coração desenhado), Stone F”, dizia o bilhete. O músico conta ter interpretado o episódio como um aviso de que o desconhecido retornaria.

    Segundo a ação, a segurança do hotel e representantes de Smith foram informados sobre o ocorrido, que foi registrado junto à polícia. Dias depois, um membro da equipe de gestão teria constrangido Joseph e anunciado sua demissão, sugerindo que a denúncia não era falsa.

    O processo menciona que, devido à demissão, Joseph sofreu de transtorno de estresse pós-traumático e prejuízos financeiros. A Variety procurou um representante de Smith, mas não teve resposta.

    Will Smith é processado por assédio sexual e demissão injusta, diz Variety

  • Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

    Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O governo do Gabão anunciou medidas drásticas relacionadas à seleção masculina de futebol do país após a queda da equipe na primeira fase da Copa Africana de Nações, sacramentada nesta quarta-feira (31).

    Astro da seleção, Pierre-Emerick Aubameyang (ex-Barcelona, Arsenal e Milan) foi proibido de ser convocado. Além dele, o capitão Bruno Ecuéle Manga também enfrentou a restrição imposta pelo presidente do país, Brice Clotaire Oligui Nguema. O governo divulgou um comunicado decretando as medidas.

    O governo também determinou a suspensão das atividades da seleção masculina até nova ordem. O comunicado divulgado neste 1° de janeiro também exigiu a dissolução da comissão técnica.

    Gabão deu vexame na Copa Africana de Nações. A seleção perdeu os três jogos que fez na fase de grupos. Eles foram contra Camarões (1 a 0), Moçambique (3 a 2) e Costa do Marfim (3 a 2).

    Aubameyang foi titular nos dois primeiros jogos da campanha e marcou um gol na derrota contra Moçambique. No duelo contra a Costa do Marfim, o último na competição, o jogador alegou lesão e foi cortado.

    O vexame vem após o país quase conseguir uma vaga na Copa. A seleção gabonesa liderou seu grupo durante boa parte das Eliminatórias Africanas, mas acabou sendo superada pela Costa do Marfim e teve de ir para a repescagem. Nela, foi eliminada pela Nigéria.

    São Paulo inicia 2026 com reformulação mas com poucas novidades

    Folhapress | 13:15 – 02/01/2026

    Governo de país africano suspende ex-Barça e Arsenal da seleção após vexame

  • Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro; a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

    A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos e de familiares, na avaliação de 52% dos entrevistados de uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada hoje (1º).

    Quanto ao motivo que mais contribuiu para a prisão de Bolsonaro, 32% disseram que foi por causa dos danos à tornozeleira eletrônica e 16% consideram risco de fuga para o exterior, enquanto 4% acham que foi a vigília. Outros 21% consideram que o motivo que mais contribuiu para a prisão seria perseguição política do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do ministro Alexandre de Moraes. Dos demais entrevistados, 5% apontaram outros motivos e 22% não souberam ou não responderam.

    Entre os entrevistados, 89% declararam ter conhecimento de que o ex-presidente está preso numa cela na Polícia Federal, em Brasília (DF). A pesquisa mostrou, ainda, que 51% dos respondentes acreditam que ele merece estar preso, enquanto 42% enxergam perseguição política. Outros 7% não souberam ou não responderam.

    Já em relação à condição de Bolsonaro após a prisão, 56% acreditam ele fica mais fraco, enquanto 36% acreditam que ele fica mais forte. Os que não souberam e não responderam somam 8%.

    Genial/Quaest: 52% acreditam que prisão de Bolsonaro ocorreu por seus próprios atos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

    Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

    Kirilo Budanov substitui Andrii Iermak, braço direito de presidente da Ucrânia removido após inquérito de corrupção; como general, Budanov foi responsável por operações especiais na guerra e trocas de prisioneiros com a Rússia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, nomeou nesta sexta-feira (2) o general Kirilo Budanov, comandante da inteligência militar ucraniana, como novo chefe de gabinete da Presidência. Budanov substituirá o ex-braço direito de Zelenski, Andii Iermak, que perdeu o cargo em novembro depois de ser acusado de envolvimento em um escândalo de corrupção que abalou o governo do país em guerra.

    Iermak foi alvo de um mandado de busca e apreensão no âmbito do inquérito que investiga o suposto desvio de pelo menos US$ 100 bilhões (R$ 543 bilhões) do setor de energia. O escândalo também derrubou os ministros de Energia e Justiça. Até aqui, Iermak não foi formalmente acusado de nenhum crime.

    Ao anunciar o novo chefe de gabinete, Zelenski disse em nota que “a Ucrânia precisa de maior foco em questões de segurança, desenvolvimento das Forças Armadas, e nas negociações diplomáticas. O gabinete da Presidência trabalhará para completar essas tarefas”. “Kirilo tem ampla experiência nessas áreas e a força necessária para entregar resultados”, afirmou o presidente.

    Budanov, 39, é comandante do setor de inteligência do Exército ucraniano desde 2020. Ao longo da guerra com a Rússia, ele coordenou uma série de operações especiais, incluindo trocas de prisioneiros com Moscou.

    Iermak, 54, é amigo de Zelenski, 47, desde que o presidente era um comediante que fez carreira nas TVs russa e ucraniana. As duas agências anticorrupção que investigam Iermak, o Escritório Nacional Anticorrupção e a Procuradoria especializada Anticorrupção, tinham sido objeto de polêmica em junho.

    Zelenski tentou tirar o poder delas de investigar pessoas em altos cargos, caso de Iermak, o que levou aos primeiros grandes protestos de rua contra o presidente desde que Vladimir Putin invadiu seu país, em fevereiro de 2022.

    Pressionado em casa e pelos aliados, que doaram cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 8 trilhões) para o esforço de guerra até agora e querem saber para onde vai o dinheiro, o presidente recuou da proposta.

    Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

  • Carne: País vai propor à China assumir cota de países que não conseguirem cumpri-la, diz Fávaro

    Carne: País vai propor à China assumir cota de países que não conseguirem cumpri-la, diz Fávaro

    Possível flexibilização será discutida bilateralmente com a China ao longo do ano

    O Brasil vai propor à China a flexibilização nas cotas de carne bovina isentas de tarifas adicionais no âmbito das medidas de salvaguarda anunciadas na quarta-feira, 31, pelo governo chinês. “As cotas foram estabelecidas de maneira igual para todo mundo (com base no market share de mercado de importação dos últimos três anos). O que vamos tratar com a China é se um país tem uma cota e não conseguir cumprir, o Brasil pode assumir essa cota. Os Estados Unidos, por exemplo, não exportaram à China em 2025”, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

    Essas alternativas serão discutidas bilateralmente com a China ao longo de 2026, segundo o ministro. “Afinal, se o nosso preço é competitivo, a carne é de qualidade, isso também ajuda a conter a inflação de alimentos lá. É o que faremos durante o ano com muito diálogo, muita negociação e parceria, porque não é algo que ocorrerá no primeiro mês e, tenho certeza, que não afetará nada os produtores brasileiros”, acrescentou.

    O governo chinês anunciou que vai impor cotas específicas por país para importação de carne bovina com a aplicação de uma tarifa adicional de 55% para volumes que excederem a quantidade. A decisão foi comunicada pelo Ministério do Comércio (Mofcom) do país. As medidas entraram em vigor ontem (1º) e serão implementadas por três anos até 31 de dezembro de 2028 e atinge os principais exportadores da carne bovina.

    O Brasil, principal fornecedor da proteína vermelha ao mercado chinês, terá uma cota de exportação de 1,106 milhão de toneladas sem tarifas adicionais em 2026. O volume alcança 1,128 milhão de toneladas em 2027 e 1,154 milhão de toneladas em 2028. A título de comparação, neste ano, no acumulado até novembro, o País já exportou 1,499 milhão de toneladas de carne bovina ao mercado chinês, somando US$ 8,028 bilhões.

    Outros grandes players exportadores de carne bovina também terão suas vendas ao mercado chinês limitadas por cotas, que foram estabelecidas de acordo com a participação de cada país nas exportações à China. A maior cota é do Brasil, que responde por 45% da carne bovina importada pela China. A Argentina terá cota de 511 mil toneladas no próximo ano. Uruguai terá cota de 324 mil toneladas sem tarifa adicional em 2026, seguido por Nova Zelândia com 206 mil toneladas, Austrália com 205 mil toneladas e Estados Unidos com 164 mil toneladas.

    Na análise do ministro, a cota de 1,106 milhão de toneladas isentas de tarifa adicional permite ao Brasil avançar nas negociações com a China ao longo do ano. “Conseguiremos chegar ao segundo semestre, com tarifas de 12% (alíquotas vigentes de importação). Enquanto isso, podemos discutir com as autoridades chinesas a eventual ampliação da cota do Brasil se outros países não cumprirem os seus volumes”, explicou Fávaro.

    O ministro disse, ainda, que o governo não recebeu com surpresa a medida chinesa, já que o tema vinha sendo tratado bilateralmente ao longo do último ano. “Não há nada que foi tratado de forma extemporânea. A relação Brasil-China é uma relação de extrema confiança recíproca e de amizade. Autoridades chinesas anunciaram que iriam preparar um processo de salvaguarda com finalidade de proteger os criadores locais”, relatou o ministro. “A salvaguarda chinesa tem a finalidade de proteger os pecuaristas locais. Compreendemos estratégia e trabalhamos para garantir a continuidade do comércio”, acrescentou.

    Na análise de Fávaro, não há “impacto relevante” no mercado em decorrência da medida neste momento. “O Brasil ficou com uma cota em torno de 44%, pouco menor que a performance de 2025 que foi influenciada pelo tarifaço americano, mas dentro da média histórica”, ponderou.

    Para Fávaro, o Brasil está preparado para enfrentar sobressaltos comerciais com 29 aberturas de novos mercados para a carne bovina nos últimos anos, como México, Vietnã e Malásia. “O que superar a cota de 1,106 milhão de toneladas vamos remanejar a outros mercados. Estamos confiantes na abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira em março do ano que vem”, apontou.

    O ministro refutou a possibilidade de o Brasil acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a salvaguarda chinesa. “O Brasil não irá contra as medidas chinesas. O Brasil tem uma ótima relação com a China e não foi surpreendido. Tudo foi feito dentro do diálogo, da soberania e da estratégia de cada país”, assegurou.

    A China é o principal destino da carne bovina brasileira, respondendo por 50% de tudo que foi exportado neste ano. Até novembro, o País já exportou 1,499 milhão de toneladas de carne bovina ao mercado chinês, somando US$ 8,028 bilhões.

     

    Carne: País vai propor à China assumir cota de países que não conseguirem cumpri-la, diz Fávaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • George Clooney diz que emissoras americanas deveriam ter enfrentado Trump

    George Clooney diz que emissoras americanas deveriam ter enfrentado Trump

    ‘Estou preocupado sobre como vamos discernir a realidade sem uma imprensa funcional’, diz ator; após críticas, editora-chefe da CBS convida artista a visitar a Redação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Astro de “Jay Kelly”, George Clooney falou em entrevista à revista americana Variety sobre o momento da carreira, a trajetória profissional e a vida como pai de família. Conhecido por seu forte posicionamento político, ele também não deixou de lado as críticas ao governo Trump.

    O ator se disse indignado com a postura das duas principais emissoras de TV americanas, que, na visão dele, se submeteram aos desmandos do presidente. “Se a CBS e a ABC tivessem enfrentado aqueles processos de Trump e mandado ele se foder, não estaríamos onde estamos”, falou o ator. “Essa é a pura verdade.”

    Em julho do ano passado, a gigante da mídia Paramount, dona da CBS, concordou em pagar um acordo de US$ 16 milhões (cerca de R$ 87,5 milhões) em um processo movido por Donald Trump. O presidente acusava a emissora de favorecer Kamala Harris, sua rival nas eleições de 2024. A ABC, meses depois, teve um de seus programas de maior audiência, o talk show de Jimmy Kimmel, suspenso pelo órgão regulador de mídia do governo Trump.

    Filho do jornalista Nick Clooney, George conta que ficou ainda mais alarmado quando os donos da Paramount decidiram reformular a cobertura jornalística da CBS de forma a amansar o presidente, contratando a comentarista conservadora Bari Weiss como editora-chefe.

    “Bari Weiss está desmantelando a CBS News enquanto conversamos aqui. Estou preocupado sobre como vamos nos informar e como vamos discernir a realidade sem uma imprensa funcional”, continuou. “Vivemos tempos muito desafiadores. Você pode ficar deprimido ou furioso, mas é preciso achar o jeito mais positivo de atravessá-los. Temos que baixar a cabeça e seguir em frente, desistir não é opção.”

    Ainda na entrevista, Clooney disse que conheceu Trump antes de sua escalada ao poder político. Os dois, que nos últimos dias trocaram provocações nas redes sociais, eram inclusive próximos, afirmou. “O conheci muito bem. Ele vivia me ligando e uma vez me ajudou a conseguir um cirurgião de coluna. Nos encontrávamos com frequência em bares e restaurantes. Ele é brincalhão, um pateta. Bom, ele era. Tudo isso mudou”, disse.

    ‘ATOR MEDÍOCRE’

    Na última terça-feira (30), George Clooney, sua esposa, Amal Clooney, e os dois filhos do casal, Alexander e Ella, obtiveram a cidadania francesa. A família já vive na França desde 2021, em uma fazenda, segundo o ator, para ficar longe da “cultura de Hollywood” e do assédio dos paparazzi.

    Ao saber da notícia, Donald Trump foi à sua rede Truth Social zombar do casal. “Ótima notícia: George e Amal Clooney, dois dos piores prognosticadores políticos de todos os tempos, oficialmente se tornaram cidadãos da França que, infelizmente, se encontra no meio de uma onda de criminalidade por causa de sua horrenda política imigratória, parecida com a que tínhamos sob o Sonolento Joe Biden”, escreveu.

    E continuou: “Lembra de quando Clooney deu um pé na bunda de Joe durante a campanha e foi para o lado da outra candidata, Kamala, que agora está lutando para ver quem vai liderar os Democratas rumo à sua próxima derrota? Clooney ganhou mais publicidade na política do que em seus poucos e medíocres filmes. Ele nunca foi um astro do cinema, ele é só um cara qualquer que fica reclamando da política.”

    Em resposta, Clooney disse que “concorda totalmente com o presidente” e parafraseou seu slogan. “Temos que fazer a América grande novamente. Vamos começar em novembro”, escreveu, se referindo às próximas eleições para cargos legislativos nos EUA.

    EDITORA CONVIDA CLOONEY

    A editora-chefe da CBS também respondeu às críticas do ator, convidando-o para conhecer a Redação do canal. “Bounjour, Sr. Clooney”, escreveu Bari Weiss, ironizando o artista pela cidadania francesa.

    “Sou uma grande fã do seu trabalho. Parece que você gostaria de conhecer mais sobre o nosso. Esse é um convite aberto para uma visita ao centro de transmissão da CBS, onde vou passar as festas de fim de ano trabalhando com meus colegas para relançar o Evening News. Estreia dia 5 de janeiro”, escreveu. Clooney não respondeu até o momento.

    George Clooney diz que emissoras americanas deveriam ter enfrentado Trump