Autor: REDAÇÃO

  • Pai de Lamine Yamal volta a ser polêmico e é expulso do Betis-Barcelona

    Pai de Lamine Yamal volta a ser polêmico e é expulso do Betis-Barcelona

    Mounir Nasraoui, pai de Lamine Yamal, voltou ao centro das atenções pelos piores motivos, já que esteve novamente envolvido em polêmicas neste sábado, durante o jogo entre Real Betis e Barcelona, que terminou com vitória por 5 a 3 para os catalães, no Estádio La Cartuja.

    Segundo o Cadena SER, o pai do internacional espanhol se envolveu em confusões após o gol de Lamine Yamal, marcado de pênalti, e teve de ser escoltado, junto com sua família, para fora do estádio. Ele não permaneceu até o final da partida, quando o Betis ainda conseguiu reduzir a diferença para apenas dois gols.

    Isso porque Mounir provocou diversas vezes os torcedores do Betis após o gol que marcou o 5 a 1, criando um clima tenso no local, já que estava próximo de vários adeptos do clube de Sevilha. A situação levou a segurança a retirá-lo do recinto.

    Segundo o programa Carrusel, Yago de Vega relatou que, de acordo com pessoas que estavam a cerca de 20 assentos de distância do pai de Lamine Yamal, ele fez “muitos gestos, provocando os torcedores do Betis, havendo até momentos de tensão”. 

    Em um vídeo que circula nas redes sociais, o pai e os familiares do jogador de 18 anos aparecem sendo escoltados pela segurança do estádio, enquanto alguns torcedores do Betis registravam a cena. Um dos parentes chegou a ameaçar fisicamente um dos seguranças, embora não tenha conseguido concretizar a agressão.

    Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o pai de Lamine Yamal se envolve em polêmicas. Ele já protagonizou episódios de gritos durante as últimas galas da Bola de Ouro para chamar atenção e continua fazendo transmissões ao vivo nas redes sociais com comentários controversos.

    Lamine Yamal após derrota dura frente ao Chelsea

    O Chelsea deu um passo potencialmente decisivo rumo à classificação direta para as oitavas de final da Liga dos Campeões, graças à vitória categórica por 3 a 0 sobre o Barcelona, em Stamford Bridge, em um dos jogos mais aguardados da quinta rodada da fase de grupos, em 25 de novembro.

    Um duro revés para a equipe de Hans-Dieter Flick, mas o goleiro dos blues, Robert Sánchez, não perdeu a chance de provocar. Na zona mista do estádio londrino, ele fez questão de “colocar o dedo na ferida”, começando pela forma como Marc Cucurella conseguiu “anular” Lamine Yamal: “Ele colocou ele no bolso”.

    “No fim das contas, todo mundo parece muito bom… até chegar na Premier League, né? É o que eu sempre digo”, acrescentou o goleiro espanhol, antes de reagir com um sorriso quando questionado se os catalães ainda podem ser considerados favoritos ao título da Liga dos Campeões: “Vejo é a nós como favoritos, não o Barcelona.”


    Pai de Lamine Yamal volta a ser polêmico e é expulso do Betis-Barcelona

  • Gwyneth Paltrow diz que marido é "o homem mais feminista que conhece"

    Gwyneth Paltrow diz que marido é "o homem mais feminista que conhece"

    A atriz Gwyneth Paltrow está casada com Brad Falchuk, a quem teceu rasgados elogios, afirmando que o marido é “o homem mais feminista que conhece”, isto enquanto discursou ao recebeu o prêmio Sherry Lansing Leadership.

    Gwyneth Paltrow esteve presente no evento Women in Entertainment, da The Hollywood Reporter, uma gala que aconteceu em Los Angeles, na quarta-feira, 3 de dezembro, onde foi premiada.

    Ao subir ao palco para discursar após receber o Sherry Lansing Leadership Award, a atriz, de 53 anos, encerrou sua fala com elogios ao marido, Brad Falchuk.

    “Antes de terminar, quero agradecer muito ao meu companheiro, meu marido, Brad Falchuk, que é o homem mais feminista que conheço, o mais amoroso, e que me permite estar em paz comigo mesma todos os dias”, destacou Gwyneth Paltrow, dirigindo-se ao marido, que estava no evento para apoiá-la.

    Robert Downey Jr., responsável por entregar o prêmio à atriz, também comentou sobre o relacionamento inspirador de Gwyneth e Brad Falchuk.

    Downey Jr. afirmou que a amiga e colega de trabalho “rapidamente percebeu que Brad não era apenas um romance passageiro, mas sim sua alma gêmea”.

    O casamento de Gwyneth Paltrow e Brad Falchuk
    Gwyneth Paltrow conheceu o co-criador de Glee, de 54 anos, quando fez uma participação especial na série em 2010. O casal tornou pública a relação em abril de 2015 e, desde então, tem se apoiado mutuamente, segundo a People.

    Ambos têm filhos de relacionamentos anteriores. Gwyneth Paltrow é mãe de Apple, de 21 anos, e Moses, de 19, frutos de seu casamento com Chris Martin. Já Brad Falchuk é pai de Isabella, de 21 anos, e Brody, de 19.

    Em entrevista à Vanity Fair, em abril, Brad Falchuk também elogiou a esposa, com quem é casado há sete anos. “Gwyneth é uma supermãe e, de modo geral, era extremamente feliz enquanto os filhos cresciam. Mas agora ela tem espaço para ser ela mesma — para ter suas próprias necessidades, experiências e humores. E ela está adorando. É muito divertido estar perto dela.”

    Gwyneth Paltrow fala sobre suas lutas contra TDAH e ansiedade
    Em novembro, Gwyneth Paltrow fez um desabafo sobre sua saúde mental e revelou acreditar que sofre de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e que tem enfrentado níveis crescentes de ansiedade.

    “Acho que tenho um pouco de TDAH e posso me deixar envolver por muitas coisas ao mesmo tempo. Gostaria muito de tentar não fazer isso com tanta frequência e me sentir mais centrada ao longo do dia”, disse na ocasião. “Além disso, pela primeira vez na vida, tenho sentido muita ansiedade”, acrescentou.

    Gwyneth Paltrow diz que marido é "o homem mais feminista que conhece"

  • Gadgets de IA? "São soluções para um problema que não existe"

    Gadgets de IA? "São soluções para um problema que não existe"

    A CEO da Logitech, Hanneke Faber, não acredita que atualmente exista a necessidade de desenvolver produtos dedicados a Inteligência Artificial, acreditando que a abordagem da empresa de desenvolver acessórios e periféricos ainda é a melhor.

    Cada vez mais pessoas recorrem a ferramentas de Inteligência Artificial e, por isso, as empresas de tecnologia estão em uma verdadeira “corrida” não apenas para lançar modelos de linguagem cada vez mais avançados, mas também para criar os primeiros produtos dedicados que ofereçam acesso mais rápido a essas ferramentas.

    No passado, já vimos propostas como o Rabbit R1 e até o Humane AI Pin e, mesmo que nenhum deles tenha conseguido conquistar os consumidores, isso não desmotiva outras empresas a tentarem a sorte. Na verdade, a OpenAI e o designer responsável pela criação do iPhone, Jony Ive, estão atualmente desenvolvendo hardware para aproveitar a Inteligência Artificial.

    Quem não parece convencida por essa tendência é a CEO da Logitech, Hanneke Faber, que, em entrevista à Bloomberg, afirmou que gadgets de Inteligência Artificial são “soluções para um problema que não existe”.

    Apesar disso, Faber afirmou que a Logitech é “uma grande defensora da Inteligência Artificial” e pretende continuar buscando usos para a tecnologia por meio dos acessórios e periféricos desenvolvidos pela empresa.

    Ainda assim, a executiva da Logitech considera que, eventualmente, poderá surgir a necessidade de um gadget dedicado ao uso de Inteligência Artificial.

    Mesmo assim, enquanto os celulares atuais continuam fazendo grande parte do trabalho e não exigem investimento extra ou pagamento de assinaturas, Faber acredita que ainda não é o momento para hardware focado em Inteligência Artificial.

    Gadgets de IA? "São soluções para um problema que não existe"

  • Opositor venezuelano morreu na prisão por ataque cardíaco, diz governo

    Opositor venezuelano morreu na prisão por ataque cardíaco, diz governo

    O ex-governador do estado de Nueva Esparta, Alfredo Díaz, considerado prisioneiro político pela oposição, morreu na prisão vítima de ataque cardíaco, confirmou o Governo venezuelano.

    O governo venezuelano confirmou no sábado que o ex-governador do estado de Nueva Esparta, Alfredo Díaz, considerado preso político pela oposição, morreu na prisão vítima de um ataque cardíaco, como já haviam informado várias ONGs e partidos políticos.

    O Ministério do Serviço Penitenciário da Venezuela emitiu um comunicado informando que, neste sábado, por volta das 06h33 no horário local (10h33 GMT), Díaz apresentou “sintomas compatíveis com um infarto do miocárdio”, sendo “socorrido por seus companheiros de cela” e atendido “imediatamente” na emergência, onde recebeu “cuidados médicos primários”.

    Devido à gravidade do caso, segundo o ministério, ele foi transferido para o Hospital Universitário de Caracas, onde foi internado e “faleceu minutos depois”, apesar das tentativas de estabilizá-lo.

    O comunicado acrescentou que Díaz “estava sendo processado com plena garantia de seus direitos, de acordo com o ordenamento jurídico e o respeito pelos direitos humanos e sua defesa jurídica. Isso é comprovado por vídeos e registros correspondentes”, afirmou o ministério.

    Antes da nota oficial, os líderes da oposição María Corina Machado e Edmundo González Urrutia ressaltaram que a morte revela um “padrão contínuo de repressão estatal” e denunciaram que já são sete os presos políticos que morreram na prisão desde as eleições presidenciais de 28 de julho de 2024.

    Machado e González Urrutia detalharam, em um comunicado conjunto divulgado nas redes sociais, que as “circunstâncias” dessas sete mortes “incluem a negação de cuidados médicos, condições desumanas, isolamento e torturas, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes”.

    Especificamente sobre Díaz, afirmaram que sua integridade e vida eram “responsabilidade exclusiva daqueles que o mantinham arbitrariamente sequestrado” em El Helicoide, como é conhecida a sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) em Caracas. Portanto, acrescentaram, “não pode ser tratada como uma morte comum”.

    González Urrutia também afirmou na rede social X que Díaz “deveria ter recebido os cuidados médicos de que necessitava, assim como tantos presos políticos a quem é negado um direito básico que deveria ser garantido sem exceções”.

    Ex-governador — ativista do partido opositor Ação Democrática e também ex-vereador e ex-prefeito —, Díaz foi detido em novembro de 2024, em meio à crise política após as eleições presidenciais daquele ano, nas quais a maior coalizão da oposição denunciou como fraudulento o resultado que garantiu a reeleição do presidente Nicolás Maduro.

    Díaz havia questionado a falta de divulgação dos resultados detalhados das eleições presidenciais e, dias antes de ser preso, denunciou a crise elétrica que Nueva Esparta enfrentou em novembro, a qual o governo atribuiu a supostos ataques da oposição.

    Opositor venezuelano morreu na prisão por ataque cardíaco, diz governo

  • Messi fechou 2025 com conquista da MLS e não escondeu a emoção

    Messi fechou 2025 com conquista da MLS e não escondeu a emoção

    O Inter Miami selou a conquista da sua primeira Major League Soccer (MLS), este sábado, ao bater o Vancouver Whitecaps, por 3-1, na final entre os vencedores das Conferências Leste e Oeste, com um toque especial de Lionel Messi.

    Após o apito final, o clube dos Estados Unidos da América, fundado em 2018 por David Beckham, pôde fazer a festa na Flórida, dado o feito histórico alcançado. Por essa altura, o astro argentino não escondeu a alegria pela sua primeira grande conquista desde que deixou o futebol europeu.

    Com o estatuto de capitão do Inter Miami, Lionel Messi assumiu a responsabilidade de ser o primeiro a erguer o tão almejado troféu e gerou a loucura total entre os jogadores e os torcedores do clube.

    Veja na galeria os melhores imagens do momento.

    Messi fechou 2025 com conquista da MLS e não escondeu a emoção

  • Japão acusa aviação chinesa de atos hostis perto de Okinawa

    Japão acusa aviação chinesa de atos hostis perto de Okinawa

    O Japão acusa a aviação chinesa de atos hostis perto de Okinawa. Segundo o ministro da Defesa do Japão, aviões militares chineses bloquearam os radares de caças japoneses, um incidente que ele classificou como “perigoso e extremamente lamentável”.

    O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, afirmou hoje que aviões militares chineses bloquearam os radares na véspera contra caças japoneses ao largo da ilha de Okinawa, e denunciou incidentes “perigosos e extremamente lamentáveis”.

    Tóquio enviou a Pequim “um protesto enérgico” após os incidentes, que não deixaram vítimas nem causaram danos, disse Koizumi em uma coletiva de imprensa não programada, realizada na manhã de hoje.

    Segundo o ministro, o confronto ocorreu em alto-mar, a sudeste da ilha japonesa de Okinawa, no extremo sul do arquipélago.

    “Um caça J-15 lançado do porta-aviões da Marinha chinesa Liaoning ligou intermitentemente seu radar” para mirar um caça japonês F-15 que havia ido interceptá-lo, informou o ministério em um comunicado.

    Um incidente semelhante, envolvendo outro avião chinês proveniente do Liaoning e também outro avião japonês, ocorreu cerca de duas horas depois, acrescentou o ministério, denunciando “um ato perigoso que excede o necessário para a segurança dos voos”.

    O “bloqueio” é a ação pela qual o radar de um avião militar deixa de simplesmente varrer o céu e passa a seguir um alvo específico, com o objetivo de obter uma solução de tiro. Os caças modernos possuem sistemas que permitem detectar quando estão sendo visados dessa forma.

    As relações entre Pequim e Tóquio ficaram particularmente tensas desde que a nova primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sugeriu em novembro, em declarações no Parlamento, que o país poderia intervir militarmente caso a China atacasse Taiwan, cuja soberania é reivindicada por Pequim.

    Desde então, ocorreram vários incidentes envolvendo navios japoneses e chineses no Mar da China Oriental, perto das ilhas Senkaku — chamadas Diaoyu pelos chineses — administradas por Tóquio, mas reivindicadas por Pequim.

    Japão acusa aviação chinesa de atos hostis perto de Okinawa

  • Já montou a sua? Casal bate próprio recorde com 621 árvores de Natal

    Já montou a sua? Casal bate próprio recorde com 621 árvores de Natal

    Um casal alemão superou o seu próprio recorde pelo número de árvores de Natal montadas num só local. Este ano, a sua modesta casa em Rinteln alberga 621 árvores – mais 21 do que no ano passado.

    Um casal alemão voltou a superar o próprio recorde pelo número de árvores de Natal montadas em um só local. Este ano, sua modesta casa em Rinteln, no estado da Baixa Saxônia, abriga 621 árvores — 21 a mais do que no ano passado.

    O feito de Thomas e Sussanne Jeromin foi confirmado por um oficial do Instituto Alemão de Recordes (RID, na sigla em alemão), que visitou a residência na quinta-feira, 4 de dezembro.

    “A inspeção terminou. Há um novo recorde mundial. Contei 621 árvores aqui e, com esse número, o RID confirma o novo recorde. Aqui está o seu certificado. Parabéns!”, diz o oficial em um vídeo compartilhado pela agência Reuters.

    As árvores decoradas ocupam quase toda a casa — incluindo o banheiro — e, ao contrário do que se possa imaginar, o processo começa em junho.

    “Claro que decorar é divertido, pelo menos para mim, mesmo que dê muito trabalho e as pessoas sempre digam que sou louco, porque começo a decorar em junho”, comentou Thomas.

    Ele acrescentou: “É maravilhoso quando passam por aqui, até mesmo os transeuntes que vêm dar uma olhada, sejam jovens ou idosos. As pessoas entram aqui e saem com um sorriso no rosto.”

    Vale destacar que o casal já alcançou esse recorde seis vezes: manteve o título de 2017 a 2021, além de 2023 e 2024.

    No ano passado, os Jeromin usaram mais de 108 mil enfeites natalinos com vários temas, desde o tradicional Papai Noel até a saga Star Wars.

    O RID é o equivalente direto do Guinness World Records para Alemanha, Áustria e Suíça, reconhecendo recordes mundiais nesses países.

    Já montou a sua? Casal bate próprio recorde com 621 árvores de Natal

  • Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

    Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

    O julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, dos responsáveis pela elaboração da minuta do golpe de Estado, num processo que levou já à condenação do ex-Presidente Jair Bolsonaro, inicia-se na terça-feira.

    De acordo com o Ministério Público, os acusados também são responsáveis por monitorar a “proposta de neutralização violenta de autoridades”, como o presidente brasileiro Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes.

    Além disso, eles também estavam envolvidos na articulação dentro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) “para dificultar o voto de eleitores da região Nordeste” durante o segundo turno das eleições presidenciais em outubro de 2022, numa região conhecida por votar majoritariamente em Lula da Silva.

    O grupo chamado de Núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado é composto por Fernando de Sousa Oliveira (delegado da Polícia Federal), Filipe Garcia Martins Pereira (ex-assessor internacional da Presidência da República), Marcelo Costa Câmara (coronel da reserva do Exército e ex-assessor da Presidência), Marília Ferreira de Alencar (delegada e ex-diretora de Inteligência da Polícia Federal), Mário Fernandes (general da reserva do Exército) e Silvinei Vasques (ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal).

    Durante o julgamento, que deve terminar em 17 de dezembro, os acusados respondem pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    Os mesmos crimes que, em 11 de setembro, levaram à condenação de Jair Bolsonaro, que foi considerado também o líder da organização criminosa.

    De acordo com o STF, “já foram julgados e condenados 24 réus pela tentativa de golpe: oito do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete ex-integrantes do governo; sete do Núcleo 4; e nove do Núcleo 3.”

    Responsáveis da minuta do golpe de Estado começam a ser julgados

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Lutador cai de cara no chão ao comemorar vitória com mortal; vídeo

    Lutador cai de cara no chão ao comemorar vitória com mortal; vídeo

    Comemorações exageradas após vitórias no MMA não são raras, e alguns atletas acabam ultrapassando os próprios limites. Um dos casos mais lembrados pelos fãs é o de Johnny Walker, que lesionou o ombro ao tentar um passo de dança depois de vencer no UFC. Nesta semana, situação semelhante aconteceu no Cazaquistão e chamou atenção nas redes sociais.

    Durante o evento Octagon 82, realizado em Almaty, o lutador cazaque Ilzat Asiev derrotou Bekzat Kanatbek por finalização. Invicto no MMA, com seis lutas e seis vitórias, Asiev decidiu comemorar de forma ousada: subiu na tela do cage e tentou executar um salto mortal, repetindo uma celebração já utilizada por nomes como Erick Silva e Justin Gaethje.

     

    A manobra, porém, não saiu como planejado. Asiev não completou o giro e acabou caindo de rosto na lona, gerando preocupação imediata entre fãs e profissionais do evento. Apesar do susto, a queda aparentemente não teve consequências graves, e o lutador deixou o cage sem apresentar sinais de lesão.

    O episódio rapidamente repercutiu entre amantes de MMA, que relembraram outras comemorações desastrosas na modalidade. A cena reforça os riscos de movimentos acrobáticos após lutas intensas, quando o corpo ainda está sob efeito de adrenalina e desgaste físico.

    A vitória mantém Asiev como uma das principais promessas do MMA no Cazaquistão e aumenta sua visibilidade internacional — desta vez, tanto pelo desempenho dentro do cage quanto pelo acidente na comemoração.


    Lutador cai de cara no chão ao comemorar vitória com mortal; vídeo

  • Sydney Sweeney afirma ser 'contra o ódio' ao relembrar publicidade de jeans nos EUA

    Sydney Sweeney afirma ser 'contra o ódio' ao relembrar publicidade de jeans nos EUA

    A propaganda sugere que Sydney, com cabelo loiro e olhos azuis, tem “bons genes”, um trocadilho para “bons jeans”. Em inglês ambas as palavras têm sons semelhantes. Para muitos internautas, a expressão foi carregada de conotações raciais e de superioridade genética.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sydney Sweeney, 28, declarou ser “contra o ódio” ao relembrar sua campanha publicitária polêmica com a marca American Eagle em entrevista à revista People. A atriz americana, estrela do longa “Todos Menos Você”, foi alvo de críticas após o lançamento da ação intitulada “Sydney Sweeney Has Great Jeans” em julho.

    A propaganda sugere que Sydney, com cabelo loiro e olhos azuis, tem “bons genes”, um trocadilho para “bons jeans”. Em inglês ambas as palavras têm sons semelhantes. Para muitos internautas, a expressão foi carregada de conotações raciais e de superioridade genética.

    A artista afirma ter se surpreendido com a reação do público. “Fiz isso porque adoro os jeans e adoro a marca. Não concordo com as opiniões que algumas pessoas escolheram associar à campanha. Muitos me atribuíram motivações e rótulos que simplesmente não são verdadeiros”, disse ela.

    Com a repercussão da ação publicitária, a American Eagle usou as redes sociais para se posicionar. Em uma publicação no Instagram, feita em 1º de agosto, a marca declarou: “‘Sydney Sweeney Has Great Jeans’ é –e sempre foi– sobre os jeans. Os jeans dela. A história dela. Continuaremos celebrando a maneira única como cada pessoa usa seus jeans AE com confiança. Jeans incríveis ficam bem em todo mundo”.

    “Quem me conhece sabe que estou sempre tentando unir as pessoas. Sou contra o ódio e a divisão”, disse ela. “No passado, minha postura era nunca responder à imprensa, seja ela positiva ou negativa, mas recentemente percebi que meu silêncio sobre esse assunto só aumentou a divisão, em vez de diminuí-la. Então, espero que este novo ano traga mais foco no que nos une, em vez do que nos divide.”

    Sweeney se manteve em silêncio sobre a controvérsia por meses. Seu primeiro posicionamento veio em uma entrevista à revista GQ em novembro. A artista admitiu nunca ter se sentido inclinada a divulgar uma declaração formal explicando ou defendendo a campanha no auge das críticas.

    “Eu sei quem eu sou. Sei quais são os meus valores. Sei que sou uma pessoa gentil”, afirmou a atriz. “Então, não deixo que outros definam quem eu sou. No fim das contas, eu sabia qual era o propósito daquele anúncio –e eram apenas ótimos jeans. Nada daquilo me afetou”.

    O debate sobre propaganda de jeans também chegou até Donald Trump. O presidente americano foi questionado sobre os relatos de que a atriz teria nome filiado ao partido Republicano desde 2024 e respondeu: “Ela é uma republicana registrada? Ah, agora eu adorei o anúncio dela! Você ficaria surpreso com a quantidade de pessoas que são republicanas. Se Sydney Sweeney é uma republicana registrada, acho o anúncio dela fantástico!”, disse ele.

    Sydney Sweeney afirma ser 'contra o ódio' ao relembrar publicidade de jeans nos EUA