Autor: REDAÇÃO

  • Irmã de Neymar, Rafaella fala da 'vida de casada' com Gabigol

    Irmã de Neymar, Rafaella fala da 'vida de casada' com Gabigol

    A irmã de Neymar contou que está vivendo em Belo Horizonte, Minas Gerais, para acompanhar a atual fase da carreira do atacante, que defende o Cruzeiro.

    A influenciadora Rafaella Santos, de 29 anos, abriu detalhes de sua rotina ao lado do namorado, Gabigol, durante participação no novo episódio do Bru Na Cozinha, miniprograma apresentado por Bruna Biancardi nas redes sociais. A irmã de Neymar contou que está vivendo em Belo Horizonte, Minas Gerais, para acompanhar a atual fase da carreira do atacante, que defende o Cruzeiro.

    No bate-papo, Rafaella comentou com bom humor sobre a nova dinâmica de convivência com o jogador e o vai e vem entre cidades. “Estou nesse bate e volta. Quando tenho oportunidade de vir para São Paulo, eu venho para curtir família, amigos, curtir um pouquinho sozinha também, porque vida de casado você sabe como é, a gente quer matar às vezes”, brincou a influenciadora.

    Ela afirmou que não imaginava assumir a rotina de casal tão cedo, mas que a experiência tem sido positiva. “É basicamente aquela vida de casado que eu imaginei que não ia ter. Estou aprendendo, mas é gostoso. A gente começa a conhecer um ao outro e o nosso relacionamento hoje está outra coisa, está maravilhosamente bem”, disse.

    Ao ser questionada por Bruna Biancardi sobre planos para formar uma família, Rafaella não escondeu seu desejo de ter filhos. “Meu sonho é ter filhos. Eu quero, mas quero muito casar antes, muito”, revelou.

    Durante a conversa, a influenciadora também explicou por que decidiu reduzir sua presença nas redes sociais. Segundo ela, a exposição excessiva e as reações do público pesaram na escolha. “Hoje as pessoas são muito maldosas. As pessoas ficam deduzindo umas coisas que não têm nada a ver”, afirmou.

    O episódio também trouxe detalhes sobre a relação entre as duas cunhadas. Bruna contou que o início da convivência com Rafaella não foi fácil. De acordo com a apresentadora, a irmã de Neymar tinha ciúmes do jogador e foi resistente à chegada dela na família. “Ela morre de ciúmes dele. No começo, foi difícil para mim”, admitiu Bruna.

    Rafaella confirmou o relato com bom humor e reconheceu que a adaptação levou tempo. “Foi difícil. Agora eu sei dividir. Hoje eu já estou mais tranquila”, disse, aos risos.

    O relato das duas reforça a boa fase que vivem atualmente, tanto na vida pessoal quanto na convivência familiar. Rafaella segue acompanhando a rotina de Gabigol em Belo Horizonte, enquanto equilibra compromissos e visitas a São Paulo. Já Bruna Biancardi, que conduz o miniprograma nas redes, destacou o amadurecimento da relação com a cunhada e a harmonia que as duas conseguiram construir.

    Com a vida dividida entre Minas e São Paulo, a influenciadora afirmou que está desfrutando do momento e vivendo uma nova etapa ao lado do atacante do Cruzeiro. A relação, segundo ela, passa por um período de tranquilidade e amadurecimento.

    Irmã de Neymar, Rafaella fala da 'vida de casada' com Gabigol

  • Dólar fecha em R$ 5,43 e Bolsa despenca 4% com apoio de Bolsonaro a Flávio em 2026

    Dólar fecha em R$ 5,43 e Bolsa despenca 4% com apoio de Bolsonaro a Flávio em 2026

    O efeito da notícia no mercado, segundo Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos, ocorreu por causa da percepção de que a preferência de Bolsonaro por Flávio enfraquece uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), nome favorito da Faria Lima para a disputa.

    TAMARA NASSIF E MATHEUS DOS SANTOS
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em disparada de 2,33%, cotado a R$ 5,434 nesta sexta-feira (5), após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter escolhido o filho Flávio, senador do Rio de Janeiro pelo PL, como seu candidato presidencial nas eleições de 2026. A informação foi confirmada pelo senador nesta tarde.

    O efeito da notícia no mercado, segundo Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos, ocorreu por causa da percepção de que a preferência de Bolsonaro por Flávio enfraquece uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), nome favorito da Faria Lima para a disputa.

    “Sob a ótica do mercado, Tarcísio é o candidato mais forte para bater de frente com Lula (PT) na eleição. Se Flávio é o candidato de Bolsonaro, Tarcísio não tem o apoio do ex-presidente e será um nome que dividirá a direita. É o mercado precificando a chance de uma reeleição de Lula.”

    Na máxima do dia, por volta das 16h, a moeda americana atingiu R$ 5,485 (+3,30%). É o valor mais alto de fechamento desde 16 de outubro, quando a divisa encerrou o dia em R$ 5,441; na semana, a divisa teve alta de 1,86%.

    A Bolsa, por outro lado, caiu 4,30%, a 157.369 pontos, apagando os recordes recentes. Na semana, o índice registrou queda de 1,07%.
    O índice iniciou o dia a 164.460 pontos, permanecendo neste patamar até por volta das 13h, quando passou a cair firmemente. Na mínima do dia, por volta das 17h30, a Bolsa chegou a 157.006, queda de 4,53%.

    A queda coincide com o horário em que a notícia do portal Metrópoles, posteriormente confirmada pela Folha, foi publicada, de que o ex-presidente Jair Bolsonaro pretendia indicar Flávio como seu candidato em 2026.

    A escolha de Flávio na disputa presidencial foi confirmada por ele em postagem nas redes sociais. “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, escreveu.

    A forte disparada da moeda americana, na visão de Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, também tem fundamentos na valorização acumulada do real e da Bolsa brasileira nos últimos dias.

    “Essas altas consecutivas da Bolsa e do real criaram um ambiente um pouco mais sensível, no qual investidores vendem ativos com mais facilidade para evitar a volatilidade. É normal que, antes de conseguir digerir o noticiário político, o mercado entre em um fluxo vendedor mais forte.”

    Há, ainda, um movimento tradicional de distribuição de dividendos no mês de dezembro que também pesa no dólar, segundo analistas.
    De acordo com Daniel Teles, da Valor Investimentos, ao longo de todo o mês há saída de dólares relacionada a essas distribuições. Isso pressiona a moeda porque parte dos recursos é enviada ao exterior.

    “Essa transferência de recursos para fora -empresas distribuindo dividendos a seus sócios, que remetem parte ao exterior- costuma ser mais intensa em dezembro”, afirma.

    Segundo João Daronco, analista da Suno Research, embora o efeito Flávio seja o principal fator do pregão, o impacto da tributação pode ganhar força nas próximas semanas.

    Em oposição, o fluxo de capital estrangeiro tem impulsionado a Bolsa recentemente, com a participação desses investidores chegando a 58,9% em novembro deste ano, totalizando R$ 546 bilhões investidos.

    Segundo Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos, “há uma migração de capital saindo dos Estados Unidos com os cortes de juros que estão ocorrendo por lá e fluindo para as bolsas emergentes”

    Ele vê movimento pela alta do Ibovespa continuar, apesar do forte recuo desta sexta. “Qualquer capital que entra faz a Bolsa subir muito rapidamente”, diz

    Antes disso, os investidores avaliavam o PCE, indicador americano favorito do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) para medir a trajetória da inflação nos EUA.

    O relatório mostrou que os gastos dos consumidores tiveram leve alta em setembro, sugerindo uma perda de ímpeto na economia no final do terceiro trimestre.

    O avanço foi de 0,3%, em linha com as estimativas de economistas ouvidos pela Reuters. O aumento dos gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica, se soma à perda de ímpeto do mercado de trabalho e à alta no custo de vida dos norte-americanos.

    O relatório foi “benigno”, na visão de Zogbi, e “deixa as portas abertas para um corte na taxa de juros” do Fed na quarta-feira que vem (10).

    Ele, no entanto, é datado de três meses atrás -o “shutdown” do governo norte-americano freou leituras a partir de agosto, e, com a retomada das atividades, as agências federais estão fazendo divulgações retroativas. Por isso, “pode pesar pouco na decisão da semana que vem”, diz Zogbi.

    As apostas, segundo a ferramenta FedWatch, estão concentradas em uma nova redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica, com probabilidade de 87,2%. Os 12,8% restantes veem como mais provável uma manutenção do atual patamar de 3,75% e 4%.

    Os agentes se valem de uma série de dados de inflação e do mercado de trabalho para calibrar as apostas sobre os juros. Na quinta, por exemplo, o Departamento do Trabalho divulgou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego estaduais somaram 191 mil na semana encerrada em 29 de novembro, ante expectativa de 220 mil de economistas consultados pela Reuters.

    É o nível mais baixo desde setembro de 2022, o que sugere que o desempenho do mercado de trabalho americano não está tão fraco. Na quarta, porém, um relatório de emprego da ADP referente a novembro mostrou que o setor privado teve a maior queda em mais de dois anos e meio durante o mês. Foram fechados 32 mil postos de trabalho em novembro, ante estimativa de economistas consultados de abertura de 10 mil postos de trabalho.

    Para João Soares, sócio-fundador da Rio Negro Investimentos, os números surpreenderam negativamente. “É uma queda bastante acentuada no número de empregos. O dado revela de que talvez haja um enfraquecimento um pouco maior do que o esperado nos EUA”, afirma.

    Diante de dados mistos, a decisão do Fed promete ser dividida -ainda mais ao se considerar que outros relatórios importantes ainda não foram divulgados por causa do shutdown. O “payroll”, que avalia o estado do mercado de trabalho, está defasado e só será atualizado em 16 de dezembro, ou seja, após a reunião da autoridade norte-americana.

    O Banco Central brasileiro também decide sobre a taxa Selic nos mesmos dias que o Fed, mas aqui os operadores estão em consenso: o mercado precifica quase 100% de probabilidade de manutenção dos juros em 15%.

    O BC passou a defender juros contracionistas por “período bastante prolongado” em junho deste ano, quando fez sua última elevação da Selic.

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real, e o inverso também vale.

    Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas reuniões do Fed- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    Dólar fecha em R$ 5,43 e Bolsa despenca 4% com apoio de Bolsonaro a Flávio em 2026

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  • Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

    BRUNO RIBEIRO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) confirmou que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), indicou seu irmão Flávio para disputar a Presidência no ano que vem e criticou a reação negativa do mercado ao anúncio.

    “O mercado está muito bem, quase 15% ou mais de 15% de juros. E, quando você traz algum nome que possa reduzir essa margem de lucros, é lógico que o mercado fica preocupado. O mercado está preocupado com o dinheiro, não está preocupado com o público”, afirmou.

    O dólar fechou em disparada de 2,33% e a Bolsa caiu 4,30% nesta sexta-feira (5), após a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu o filho Flávio, senador do Rio de Janeiro pelo PL, como seu candidato presidencial nas eleições de 2026.

    Carlos, que estava em São Paulo para receber uma homenagem da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) com o deputado federal Mário Frias (PL-SP), disse não ter detalhes sobre a indicação do irmão.

    “Eu só sei que meu pai decidiu e a gente vai apoiar. E é por aí, mas detalhes eu não posso dar para vocês porque, infelizmente, eu não tenho informação”, disse.

    “Fiquei sabendo pelo advogado do meu pai que meu pai deu essa decisão lá de Brasília”, completou.

    O vereador disse que não está preocupado com reações negativas à indicação do irmão por parte dos partidos do centrão. “Não estou preocupado com o centrão, não. O que o Bolsonaro decidir está decidido”, afirmou.

    Ele chamou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de amigo e disse que estarão juntos.

    “Eu tenho certeza de que o Tarcísio é um aliado nosso, é um amigo nosso, e acho que, se tiver algum problema -ou se tiver, acredito que não tenha-, todo mundo vai se alinhar para uma linha como o Tarcísio”, afirmou. “Deixo um grande abraço para ele.”

    O governador era cotado para receber a indicação de Bolsonaro para concorrer à Presidência, embora diga que tentará a reeleição em São Paulo.

    Antes da entrevista, durante o evento, ao fazer seu discurso de agradecimento, Frias disse que a indicação de Flávio era uma notícia “muito importante” e cobrou união da direita ao redor do senador.

    “O recado [com a indicação] é o seguinte: união, sim, desde que seja em torno de Jair Bolsonaro”, disse.
    Irmão do vereador, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi tratado como “exilado político que merece todo o nosso apoio” no início da cerimônia, durante discurso do deputado estadual Gil Diniz (PL).

    Pouco antes de o evento começar, cerca de 20 estudantes fizeram um protesto contra a concessão da homenagem ao vereador, gritando frases contra a anistia a Jair Bolsonaro.

    Carlos Bolsonaro apoia Flávio e diz ser normal mercado se preocupar com nome que pode reduzir lucro

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  • Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

    Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

    O Governo da Rússia anunciou a rescisão de três acordos de cooperação em matéria de defesa, assinados entre 1989 e 2000 com Portugal, Canadá e França.

    A decisão foi formalizada por meio de um decreto emitido pelo primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin, na sexta-feira, citado pela agência de notícias oficial russa TASS.

    O documento afirma que a decisão inclui o tratado entre Rússia e Portugal para cooperação militar, assinado em 4 de agosto de 2000, além de um acordo de 1989 entre a antiga União Soviética e o Canadá, e um protocolo de 1994 com a França.

    O governo argumentou que os três acordos perderam relevância estratégica no contexto atual e, por isso, foram rescindidos simultaneamente, sem qualquer consideração sobre possíveis substitutos ou mecanismos alternativos de cooperação.

    A ordem governamental também determina que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia é responsável por notificar formalmente Portugal, Canadá e França sobre a decisão, a fim de concluir o procedimento diplomático necessário.

    Segundo o decreto, essa notificação constitui a etapa final para o encerramento definitivo dos acordos.

    A revogação dos pactos reflete o crescente afastamento da Rússia em relação ao Ocidente em questões de segurança e cooperação técnica.

    Em julho, Mishustin já havia rescindido um acordo de cooperação técnico-militar com a Alemanha, acusando Berlim de adotar uma “política abertamente hostil” e uma “postura militarista cada vez mais agressiva”.

    Portugal e França apoiam um plano apresentado pela Comissão Europeia para direcionar a Kyiv receitas provenientes dos cerca de 235 bilhões de euros em ativos russos congelados na União Europeia (UE).

    Na sexta-feira, o embaixador russo na Alemanha, Serguei Nechayev, alertou que o uso de ativos soberanos russos congelados na Europa para financiar a Ucrânia terá “consequências significativas” para a UE.

    “Qualquer transação com ativos soberanos da Rússia sem o consentimento do país seria um roubo. E é evidente que o roubo de fundos estatais russos terá consequências de longo alcance”, afirmou Nechayev.

    A Ucrânia tem recebido ajuda financeira e militar dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país em 24 de fevereiro de 2022.

    Os aliados de Kyiv também impuseram sanções a setores-chave da economia russa, numa tentativa de reduzir a capacidade de Moscou de financiar o esforço de guerra na Ucrânia.

    A ofensiva militar russa em território ucraniano mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939–1945).

    Rússia rescinde acordos militares com Portugal, Canadá e França

  • Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

    Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

    O que poderia ser apenas mais um dia e mais uma onda surfada por Carlos Burque acabou se tornando um momento de aflição. O surfista brasileiro viveu, na última quarta-feira, um daqueles sustos que a gente leva para a vida inteira.

    Tudo aconteceu em Portugal. O experiente surfista, de 58 anos, foi atingido por uma onda gigante na Nazaré, arrastado pelo mar e resgatado pela equipe de salvamento. As imagens das ondas — que você pode ver na galeria acima — mostram bem a força impressionante do mar.

    O resgate, descrito como dramático por algumas testemunhas, contou com ação decisiva dos brasileiros Lucas Chumbo, campeão de ondas gigantes da Nazaré, e Willyam Santana, especialista na modalidade. Toda a operação foi filmada pela equipe e pela câmera que Burque carregava consigo.

    Carlos Burque não perdeu a consciência enquanto esteve debaixo d’água, mas passou por dificuldades por ter sido levado muito fundo. O surfista demorou algum tempo para acionar o colete inflável que o levaria de volta à superfície. Após ser retirado do mar, recebeu atendimento imediato dos bombeiros na areia e foi transportado para o hospital.

    Já recuperado do susto, Burque foi entrevistado pelo portal brasileiro UOL Esporte e revelou que nunca sentiu tanta necessidade de respirar.

    “Foi o meu pior momento, com certeza. Eu nunca senti tanta vontade de respirar. Você perde muita oxigenação. O corpo entra em estado de emergência e você fica só sobrevivendo. Mas eu respondia a tudo. Quando o Lucas me perguntou como eu estava, eu disse: ‘Estou mal, me leva para a praia’”, relatou, lembrando o momento em que não conseguiu acionar o colete.

    “Fui muito fundo. A pressão da profundidade nos pulmões, junto com o colete expandido e todas aquelas roupas de borracha, dificultou muito a minha respiração. Quando eu subi, não tive tempo para recuperar. Já veio a segunda onda”, continuou, relembrando o processo de resgate.

    “Eu me lembro de tudo. Lembro que, em certos momentos, quando o Lucas me pega, eu já não tinha energia para acompanhar. Quando ele me pega e nós caímos de novo, tudo entrou no automático na minha cabeça. Eu nunca senti tanta vontade de respirar. Depois que tiraram meu colete na praia, parecia que eu tinha nascido de novo. Meu pulmão estava apertado, eu queria respirar e não conseguia. É uma sensação muito ruim”, reforçou.


    “Eu queria fazer umas imagens e, desde a primeira onda que o Lucas me puxou, eu estava com a câmera na boca filmando para um lado e para o outro. Nessa onda, quis fazer uma imagem de frente. Quando caí, continuei segurando com as duas mãos para não perder a câmera. Por isso demorei para acionar o dispositivo, o cilindro. E quando acionei, demorei para subir, porque fui muito fundo”, contou.

    “O que aconteceu foi excesso de confiança. Essas imagens são boas, mostram a intimidade do esporte. Mas hoje eu me pergunto: até onde vamos para fazer uma boa imagem? É justo pensar nisso. Eu acho ótimo registrar imagens, trabalho com isso há muito tempo, sempre fiz. Me sinto confortável pilotando e filmando, surfando e filmando. Mas hoje eu me questiono sobre isso”, finalizou.

    Veja na galeria acima as imagens do processo de resgate.


    Surfista brasileiro quase morre afogado em Nazaré: “Nunca senti…”

  • Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

    Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

    O embaixador russo na Alemanha, Serguei Nechayev, avisou hoje que a utilização de ativos soberanos russos congelados na Europa para financiar a Ucrânia terá “consequências consideráveis” para a União Europeia (UE).

    “Qualquer transação com ativos soberanos da Rússia sem o consentimento do país seria um roubo. E é evidente que o roubo de fundos estatais russos terá consequências de longo alcance”, afirmou Nechayev, em comunicado, num momento em que Berlim e Bruxelas tentam convencer a Bélgica a apoiar o plano.

    O diplomata argumenta que a reputação internacional da União Europeia “pode ser destruída”, prevendo “processos judiciais intermináveis” e um “caminho para a anarquia jurídica” que, em sua visão, colocará em risco os alicerces do sistema financeiro global, afetando primeiramente a própria Europa.

    A Comissão Europeia apresentou um plano para direcionar a Kyiv receitas provenientes dos cerca de 235 bilhões de euros em ativos russos congelados na UE, dos quais 210 bilhões estão depositados na câmara de compensação Euroclear, com sede na Bélgica.

    No entanto, Bruxelas enfrenta resistência do governo belga, que teme consequências legais e financeiras para a Euroclear caso a UE avance com o mecanismo.

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, viaja nesta noite à Bélgica para tentar convencer o seu homólogo, Bart De Wever, dos méritos da proposta europeia.

    Porém, a visão do Kremlin é bastante diferente e, segundo o embaixador russo em Berlim, a intenção de recorrer aos ativos congelados apenas demonstra que a UE não dispõe dos “recursos consideráveis” necessários para manter apoio militar prolongado a Kyiv.

    Rússia avisa UE para consequências do uso dos seus ativos congelados

  • Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

    Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

    O barco alvo de um ataque duplo por parte das forças armadas dos Estados Unidos em águas internacionais no Caribe, em 02 de setembro, acompanhava um navio com destino ao Suriname, avançou a CNN.

    De acordo com a emissora norte-americana, o almirante Frank Bradley afirmou, em uma audiência privada com duas comissões do Senado — a Câmara Alta do Parlamento — que a lancha navegava ao lado de um navio maior que seguia para o Suriname.

    Segundo fontes que pediram anonimato, Bradley argumentou que, de acordo com relatórios dos serviços de inteligência, é possível que o navio maior estivesse transportando drogas com destino final aos Estados Unidos.

    A administração do presidente Donald Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, estão enfrentando críticas devido a essa operação, na qual 11 pessoas morreram.

    Na semana passada, o jornal Washington Post revelou que dois sobreviventes do primeiro ataque, que estavam agarrados à embarcação em chamas, foram mortos em um segundo ataque autorizado por Hegseth.

    Na quinta-feira, o congressista democrata Jim Himes afirmou que o ataque matou “marinheiros náufragos” após assistir a um vídeo do Pentágono exibido aos membros do Congresso.

    Segundo Himes, o vídeo mostrava “dois indivíduos claramente em perigo, sem qualquer meio de transporte, que foram mortos pelos Estados Unidos”.

    De acordo com as Forças Armadas, o barco foi atingido quatro vezes: a primeira dividiu a embarcação ao meio, e as outras três mataram dois sobreviventes que tentavam se agarrar a uma parte do barco antes de ele afundar.

    O almirante Frank Bradley relatou que, antes do segundo ataque, os sobreviventes acenaram com um objeto no ar, mas não ficou claro se estavam se rendendo ou pedindo ajuda.

    Desde setembro, o Exército norte-americano já realizou pelo menos 22 ataques aéreos contra embarcações, principalmente no Mar do Caribe, que resultaram em 87 mortes — sem apresentar qualquer prova de ligação dessas pessoas ao narcotráfico.

    Nesta semana, a família de um pescador colombiano denunciou uma possível “execução extrajudicial” perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, relacionada a outro ataque ocorrido no Oceano Pacífico, em setembro.

    Os Estados Unidos realizaram, na quinta-feira, mais um ataque aéreo no Pacífico contra uma embarcação supostamente utilizada por traficantes de drogas, matando quatro pessoas, segundo anunciou o Exército norte-americano.

    Trump declarou, na quarta-feira, que as operações militares em torno da Venezuela vão “muito além” de uma campanha de pressão contra o presidente Nicolás Maduro, e insistiu que “em breve” poderão começar operações terrestres semelhantes às que vêm sendo realizadas em águas internacionais.

    Barco atingido por duplo ataque dos EUA escoltava navio rumo ao Suriname

  • Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Mariana Goldfarb, ex-companheira de Cauã Reymond, contou que sofreu uma relação abusiva, mas sem revelar o nome da pessoa a quem se referia.

    A nutricionista Mariana Goldfarb gravou uma campanha para o Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência psicológica e acabou compartilhando seu próprio relato.

    O portal Metrópoles informa que a ex-companheira de Cauã Reymond já havia usado as redes sociais para falar sobre relações abusivas e agora se tornou o rosto dessa campanha, na qual detalha sua experiência como vítima, mas sem mencionar nomes.

    “Percebi que estava em uma relação abusiva, acho que desde muito cedo, mas eu não sabia nomear. A violência psicológica não deixa marcas visíveis, mas, ao mesmo tempo, agora, olhando para trás, consigo ver, sim, a violência psicológica se transformando no meu corpo em formas de queda de cabelo, olho tremendo, falta de apetite, doenças como a anorexia”, começou dizendo.

    “Essa tortura psicológica aparece através do tratamento de silêncio, que é insuportável. Tudo serve para te desestabilizar e é tudo sobre controle. E acho que dói muito também perceber que não é amor, e acho que nunca foi amor. É tudo sobre poder, dominação e controle”, destacou.

    “Eu nunca sabia o que viria, era sempre pisar em ovos e sempre muito exaustivo fazer de tudo para que o dia terminasse bem — e não vai terminar”, acrescentou, confessando ainda que “começou a beber muito”.

    “Vamos procurando subterfúgios para anestesiar a dor. Também ouvi muito das minhas amigas e do meu círculo familiar que aquilo estava errado, porque era visível. Já não era mais eu. Meu brilho tinha desaparecido, porque parece que tem alguém na sua jugular sugando tudo. Você vai diminuindo”, relembrou.

    “A partir do momento em que você tem uma rede de apoio, fica mais difícil te manipular. Se você vai cortando essas pessoas que são tão importantes para você, que te lembram quem você é, fica muito mais vulnerável. E isso também é outra coisa, porque nenhuma amizade presta. Todas são ruins, invejosas, estão com ciúmes ou querem ser você. É isso que você ouve. Nenhuma presta, sua família também não presta. Há um jogo psicológico muito forte de culpa e vitimização”, continuou.

    “Ouvi muito: ‘Por que você não sai? Por que você não termina?’ E eu entendo, porque foi só depois de viver isso que percebi que não é só um ‘por que não sai’. Não é uma relação saudável, não é simples sair. Existe uma dependência que acaba surgindo também. O problema dessa relação é que ela mexe com a sua identidade, com a forma como você se enxerga no mundo, com a maneira como você é. Quando você já não sabe quem é, quando sua identidade foi aniquilada, é como se virássemos um zumbi”, explicou.

    “O problema de ouvir, durante muito tempo, que você não é capaz, é que você acaba acreditando nisso. Chega um momento em que ou você sai ou morre. Sua alma morre. E não só sua alma: muitas mulheres, de fato, morrem. Às vezes começa com a violência psicológica e vai aumentando. E achamos que não vai acontecer conosco, mas acontece. Eu consegui sair num momento em que eu tinha só mais 5% de oxigênio. Ou eu usava aqueles 5% naquele momento, ou ali eu ia morrer; tudo em mim ia morrer”, desabafou.

    “Consegui sair nesse último suspiro. Ou era ali que eu saía, ou ficaria ali para o resto da vida, ou algo mais sério aconteceria. Demorei muito tempo para conseguir me separar porque requer muita coragem, não é pouca. Não vou mentir e dizer que é fácil. Eu demorei anos”, admitiu.

    E deixou ainda alguns conselhos: “A saída existe, é possível, não é utópica. Tanta gente conseguiu, por que você não vai conseguir? Não ignore os sinais, não ache que esse é o único tipo de relação possível, porque não é. Relação saudável existe. Se você está em um lugar que te diminui, que te aperta, saia. Porque não existe nada mais importante que a sua vida”, ressaltou.

    “O personagem muda, mas a dinâmica da relação permanece. Por isso é tão importante entender o que está acontecendo, o que está se passando, para que o padrão mude. Que o fulano jogar o controle em você, jogar uma garrafa de água, bater a porta com força, gritar absurdos, fazer tratamento de silêncio, te diminuir, ter ciúmes excessivos, te controlar, te podar — nada disso é normal”, concluiu.

     
     
     

     
     
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  • Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    A Netflix anunciou esta quinta-feira, dia 5, a compra da Warner Bros (dona da HBO Max) por cerca de 82 bilhões de dólares. Com esta aquisição, a Netflix também adquire todo o catálogo de filmes e séries pertencente à empresa.

    A Netflix anunciou nesta sexta-feira, dia 5, que chegou a um acordo com a Warner Bros para comprar a empresa, o que significa que, caso o negócio seja aprovado, irá adquirir os estúdios de televisão e cinema, além do serviço de streaming concorrente, o HBO Max.

    Isso também significa que, pelos 82 bilhões de dólares em que o negócio está avaliado, a Netflix passará a deter todo o catálogo da Warner Bros — que inclui algumas das melhores séries de TV já lançadas ao longo dos anos e também sagas de filmes que moldaram a cultura pop como a conhecemos.

    Vale destacar que, para que o negócio seja concluído, ainda é necessária a aprovação das agências reguladoras dos EUA e de outros territórios, portanto, nada está garantido ainda.

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  • Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    O Village People encerrou a cerimônia do sorteio do Mundial2026, que aconteceu em Washington DC. Ao som de “YMCA”, Donald Trump não se inibiu e mostrou os seus já habituais passos de dança.

    Já não é novidade que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é fã dos Village People, especialmente da música “YMCA”. Foi justamente essa música que encerrou a cerimônia do sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizada nesta sexta-feira, em Washington, D.C.

    Com a música tocando, Donald Trump não se conteve e exibiu os já habituais passos de dança que o caracterizam, divertindo quem estava ao seu lado, como Melania Trump e o presidente da FIFA, Gianni Infantino.

    O primeiro-ministro do Canadá e a presidente do México também estavam sentados ao lado do líder norte-americano.

    A música “YMCA”, vale lembrar, esteve presente em vários comícios do republicano durante a campanha para as eleições presidenciais do ano passado.

    No dia de sua posse, em 20 de janeiro de 2025, ele fez, inclusive, o que já está sendo chamado de “Dança do Trump”.

    Vale recordar que o presidente dos Estados Unidos recebeu o primeiro Prêmio da Paz da FIFA durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026, uma distinção recentemente criada.

    A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano nos Estados Unidos, Canadá e México.

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