Autor: REDAÇÃO

  • Novo aponta 'inércia' da AGU e do Ministério da Justiça em investigação contra 'Careca do INSS'

    Novo aponta 'inércia' da AGU e do Ministério da Justiça em investigação contra 'Careca do INSS'

    Antonio Camilo Antunes (foto), o “Careca do INSS”, é apontado como o principal operador de esquema de descontos ilegais a aposentados e pensionistas que teria desfalcado R$ 3,3 bilhões dos beneficiários

    A bancada do Partido Novo na Câmara protocolou, no último dia 1º, uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) em que aponta “inércia” da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério da Justiça no bloqueio de bens de Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS” no exterior.

    Procuradas, as pastas do governo ainda não se manifestaram.

    Na presentação, o Novo pede que a corte de contas determine, por meio de medida cautelar, que a AGU e o Ministério da Justiça iniciem imediatamente o rastreamento e bloqueio dos ativos.

    “Apesar da existência de elementos robustos(…), tanto o Ministério da Justiça quanto a Advocacia-Geral da União permaneceram inertes quanto à adoção de medidas efetivas para o bloqueio e a recuperação dos ativos no exterior,” diz o texto do partido de oposição.

    O empresário é apontado como o principal operador de esquema de descontos ilegais a aposentados e pensionistas que teria desfalcado R$ 3,3 bilhões diretamente dos contra cheques de beneficiários. As investigações correm no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal.

    Parte dos valores auferidos pela organização criminosa estaria sob custódia da offshore Camilo & Antunes Limited (Rpdl Ltd.), sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, que adquiriu R$ 11 milhões em imóveis no Brasil.

    Essa empresa seria uma das diversas firmas de fachada utilizadas por artífices do esquema para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

    Segundo o partido, os órgãos do Executivo não procederam as ações necessárias para o bloqueio e recuperação dos bens, apesar de terem sido provocadas pela CPI do INSS.

    A operação dependeria de um acordo de cooperação entre o Ministério da Justiça e as autoridades do país estrangeiro. A AGU alega que, sem esse acordo, não é possível atuar.

    Novo aponta 'inércia' da AGU e do Ministério da Justiça em investigação contra 'Careca do INSS'

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  • Real Time Big Data: gestão de João Campos no Recife é aprovada por 75% e rejeitada por 24%

    Real Time Big Data: gestão de João Campos no Recife é aprovada por 75% e rejeitada por 24%

    A aprovação do ex-prefeito é maior entre as mulheres (78%), os que possuem entre 16 e 34 anos (78%) e os que recebem até dois salários mínimos (78%)

    Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 6, mostra que o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) deixou o comando da capital pernambucana com 75% de aprovação. Os que rejeitam a gestão dele são 24%. Outro 1% não sabe ou não respondeu.

    O Real Time Big Data ouviu 1.200 eleitores entre os dias 1 e 4 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

    A aprovação de João Campos é maior entre as mulheres (78%), os que possuem entre 16 e 34 anos (78%) e os que recebem até dois salários mínimos (78%).

    Já a reprovação aparece com maior porcentual entre os que recebem mais de cinco salários mínimos (29%), os homens (27%) e os que possuem entre 35 e 59 anos (25%).

    João Campos renunciou ao comando da prefeitura do Recife na quinta-feira, 2, para se candidatar ao governo de Pernambuco. Isso se deu porque a legislação eleitoral obriga que políticos que possuem cargos no Executivo renunciem em até seis meses antes do primeiro turno das eleições.

    A principal adversária de João Campos nas eleições será a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). Com a renúncia de Campos, Victor Marques (PCdoB) assumiu o comando da prefeitura do Recife.

    Real Time Big Data: gestão de João Campos no Recife é aprovada por 75% e rejeitada por 24%

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  • Anitta anuncia música com Shakira, 'Choka Choka', para o novo álbum 'Equilibrivm'

    Anitta anuncia música com Shakira, 'Choka Choka', para o novo álbum 'Equilibrivm'

    A canção, que será lançada nesta quinta-feira (9), marca uma parceria inédita e muito pedida pelos fãs de Anitta e Shakira; no novo álbum “Equilibrivm” será lançado no dia de abril

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Anitta anunciou nesta segunda-feira (6) que vai lançar uma música com a colombiana Shakira. “Choka Choka” vai integrar o próximo álbum da brasileira, “Equilibrivm”, marcado para sair no dia 16 deste mês.

    A canção, que será lançada nesta quinta (9), marca uma parceria inédita e muito pedida pelos fãs de ambas. Embora Anitta já tenha participado de um videoclipe de Shakira, “Soltera”, de 2024, esta será a primeira vez que elas cantam juntas em uma faixa gravada.

    O anúncio despertou especulações sobre uma possível participação de Anitta no megashow que Shakira fará na praia de Copacabana no mês que vem. Gratuito, o evento vem depois de edições com Lady Gaga e Madonna, que também levou Anitta ao palco.

    “Equilibrivm”, seu novo álbum, deve trazer música pop, funk e letras voltadas a espiritualidade e ao bem-estar, temas que se tornaram caros à cantora nos últimos anos. Seu último disco foi “Funk Generation”, cantado majoritariamente em inglês e espanhol, e voltado para o público internacional.

    Anitta anuncia música com Shakira, 'Choka Choka', para o novo álbum 'Equilibrivm'

  • Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

    Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

    Ameaça do presidente acontece em meio a pressão por cessar-fogo e abertura do estreito de Hormuz. Mais cedo, republicano chamou iranianos de ‘animais’ e disse que EUA lidam com cúpula iraniana menos radicalizada

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Em meio a pressão para que o Irã aceite um acordo para abrir o estreito de Hormuz proposto pelos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (6) que o país inteiro pode ser destruído em uma noite.

    “Essa noite pode ser amanhã”, disse o republicano em pronunciamento à imprensa, dando novo prazo para seu ultimato à liderança persa: esta terça (7), 21h, pelo horário de Brasília.

    Durante o pronunciamento, Trump falava ao lado do secretário de Defesa, Pete Hegseth, do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas americanas, e de John Ratcliffe, diretor da CIA. Na sala, também estavam presentes familiares de Trump, além de Steve Witkoff, enviado especial para o Oriente Médio.

    No início da fala, Trump deu detalhes sobre o resgate dos aviadores americanos cujo caça foi atingido por forças do Irã na sexta (3), dizendo que a operação para resgatá-los envolveu 155 aeronaves e ações para despistar os iranianos. Segundo Trump, foi uma das mais complexas ações militares da história dos EUA.

    Os dois tripulantes -um piloto e um oficial de sistemas de armas de aeronave- se ejetaram segundos antes de o caça ser atingido e se chocar violentamente contra o solo. Os militares se separaram, com o primeiro mantendo “comunicação constante” com sua unidade e sendo resgatado no dia da queda, cerca de seis horas depois, por uma força que incluía aviões de ataque e helicópteros.

    O oficial de sistemas, por sua vez, subiu uma montanha de cerca de 2.100 metros de altura e se escondeu em uma fenda até ser encontrado pelas forças americanas. As intensas buscas levantaram preocupações de que o segundo militar desaparecido, caso fosse capturado pela regime iraniano, pudesse ser usado como forma de pressão contra Washington. O Irã ofereceu uma recompensa para quem o encontrasse.

    Hegseth comparou o resgate do operador com o Tríduo Pascal, período entre sexta-feira e domingo de Páscoa. “Abatido em uma sexta-feira: Sexta-feira Santa. Escondido em uma caverna, em uma fenda, durante todo o sábado”, disse o secretário. “E resgatado no domingo. Retirado do Irã enquanto o sol nascia no Domingo de Páscoa.”

    O secretário de Defesa tem feito uma série de referências religiosas cristãs na comunicação oficial sobre a guerra, dizendo, inclusive, que os soldados americanos lutam por Jesus Cristo.

    Além de detalhar a operação, Trump demonstrou irritação com a imprensa e com uma pessoa que ele chamou de “vazador” por divulgar, na sexta-feira, que o piloto do avião havia sido resgatado com sucesso antes de o segundo membro da tripulação estar em segurança.

    “Vamos conseguir descobrir [sua identidade] porque vamos até a empresa de mídia que divulgou isso e vamos dizer: segurança nacional, revele a fonte ou vá para a prisão”, disse Trump. “A pessoa que fez a reportagem vai para a cadeia se não disser.”

    Mais cedo, durante o tradicional evento de Páscoa na Casa Branca, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã ao responder perguntas de jornalistas, e afirmou que os Estados Unidos estariam “destruindo o país” devido à recusa de sua liderança em ceder.

    Ele também declarou que os americanos estariam agora diante de uma terceira geração de líderes iranianos, que, segundo ele, “não é tão radicalizada”.

     

    Irã pode ser derrubado em uma noite, e essa noite pode ser amanhã, diz Trump

  • STF condena empresário que doou R$ 500 para levar manifestante ao 8 de janeiro

    STF condena empresário que doou R$ 500 para levar manifestante ao 8 de janeiro

    O Supremo Tribunal Federal condenou o empresário Alcides Hahn a 14 anos de prisão por ter doado R$ 500 para levar ‘manifestante’ ao 8 de janeiro em Brasília

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou a 14 anos de prisão em regime fechado o empresário catarinense Alcides Hahn, acusado de financiar com R$ 500 um ônibus que levou até Brasília um manifestante que participou dos atos golpistas de 8 de janeiro.

    A decisão foi tomada em 2 de março em julgamento no plenário virtual do colegiado. Na modalidade, não há discussão e os ministros apenas depositam seus votos no sistema.

    O relator do caso, Alexandre de Moraes, votou pela condenação. Ele foi acompanhado integralmente por Cármen Lúcia e Flávio Dino e com ressalvas por Cristiano Zanin.

    A defesa do empresário recorreu da decisão. Os embargos de declaração apresentados seriam analisados em sessão virtual de 20 a 27 de março, mas foram retirados da pauta da Primeira Turma. Ainda não foi marcada uma nova data para a análise.

    Além de Hahn, Rene Afonso Mahnke e Vilamir Valmor Romanoski também foram condenados pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

    Eles terão de contribuir, junto aos outros condenados pelo 8 de janeiro, com o pagamento de indenização por danos morais coletivos de R$ 30 milhões.

    Os três foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) como financiadores dos atos que resultaram na depredação da Praça dos Três Poderes.

    Segundo o órgão, eles pagaram por um ônibus que partiu de Blumenau (SC) em 5 de janeiro de 2023 com 41 pessoas, “dentre as quais um participante direto dos atos antidemocráticos”.

    A defesa de Alcides Hahn afirmou que a acusação da PGR contra ele se baseia apenas em um comprovante de Pix com o valor repassado à empresa e alegou que não há prova de que os R$ 500 seriam para financiar o ônibus ou de que o empresário tinha conhecimento da finalidade ilícita dos atos.

    “Destaca que a única testemunha afirmou ter presumido a destinação do valor, não havendo confirmação da finalidade da transferência, tampouco qualquer elemento de prova quanto a vínculo associativo, participação em organização ou adesão a atos antidemocráticos”, diz.

    Em relação a Vilamir Romanoski, a PGR afirmou que ele teria transferido mais de R$ 10 mil para a contratação do ônibus e organizado o recebimento de dinheiro via Pix de outras pessoas que também contribuíram com a viagem.

    Além dos valores, mensagens em seu celular mostrariam que ele teria coordenado os manifestantes golpistas, organizando, por exemplo, as vagas no transporte, e também teria pedido ajuda financeira para o retorno de manifestantes cujos veículos foram apreendidos.

    Já Rene Mahnke teria repassado R$ 1.000 à empresa responsável pelo ônibus. Sua defesa disse que o valor corresponderia ao pagamento de passagem e afirmou que ele acabou desistindo da viagem, não havendo provas de que manteve contato com organizadores, participou de acampamentos ou divulgou conteúdo antidemocrático.

    Em seu voto, Moraes afirmou que as provas mostram que os três “aderiram subjetivamente à empreitada criminosa, contribuindo de maneira efetiva e relevante para a execução dos delitos” e justificou o tempo da pena dos três ao afirmar que há “acentuada culpabilidade” dos réus.

    “É extremamente grave a conduta de participar da operacionalização de concerto criminoso voltado a aniquilar os pilares essenciais do estado democrático de direito, mediante violência e danos gravíssimos ao patrimônio público”, escreveu.

    Dino e Cármen Lúcia não detalharam seus votos. Já Zanin concordou com Moraes que há “incontroversas materialidade e autoria” dos crimes pelos réus, mas disse que há “ligeiras divergências” em relação à dosimetria. No entanto, o ministro não apresentou outra proposta de pena.

    STF condena empresário que doou R$ 500 para levar manifestante ao 8 de janeiro

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  • Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

    Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

    Artemis II testa sistema de comunicação a laser, que deve substituir a comunicação por radiofrequência; como funciona o compartilhamento de conteúdo a centenas de milhares de quilômetros?

    Desde o início da missão Artemis II, na última quarta-feira, dia 1º, os astronautas têm enviado vídeos e fotos para as equipes da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos (Nasa) na Terra. Mas como esse compartilhamento de conteúdo é possível a centenas de milhares de quilômetros?

    Por mais de meio século, as missões utilizaram comunicações por radiofrequência para enviar e receber dados do espaço. No entanto, a quantidade de material coletado e transmitido aumentou ao longo dos anos, o que passou a exigir sistemas mais rápidos.

    Desde 2021, a Nasa passou a testar a comunicação a laser, também conhecida como comunicação óptica, que pode ser até 100 vezes mais rápida do que a radiofrequência. Esse sistema envia e recebe informações por meio de transceptores ópticos – dispositivos que enviam e recebem dados por meio da luz -, tanto em solo quanto no espaço.

    Para a Nasa, o impacto da adição da comunicação a laser nas espaçonaves é tão revolucionário quanto a troca da conexão discada de internet, que era lenta e incômoda, pela fibra ótica.

    As perturbações atmosféricas, como nuvens e turbulência, no entanto, representam desafios para o sistema, já que podem interromper os sinais de laser à medida que entram na atmosfera terrestre. Para tentar contornar o problema, a Nasa instalou as estações terrestres ópticas em locais remotos e de alta altitude devido às suas condições climáticas favoráveis: no Havaí, na Califórnia e no Novo México.

    No caso da Artemis II, o Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II, conhecido como O2O, é quem permite o envio de vídeos e fotos em alta resolução. Ele é financiado pelo Programa de Comunicações e Navegação Espacial (SCaN) e executado pela divisão de projetos de Exploração e Comunicações Espaciais (ESC).

    Além das imagens, o O2O também transmite dados científicos, procedimentos, planos de voo e comunicações entre a Orion e os centros de controle da Nasa a taxas de até 260 megabits por segundo. O teste da utilidade operacional do O2O em missões tripuladas, inclusive, é um dos objetivos da Artemis II.

    Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

  • João Fonseca estreia com vitória no Masters 1000 de Monte Carlo

    João Fonseca estreia com vitória no Masters 1000 de Monte Carlo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Melhor tenista do Brasil na atualidade e 40º no ranking da ATP (Associação de Tenistas Profissionais), João Fonseca fez sua estreia nesta segunda-feira (6) no saibro do Masters 1000 de Monte Carlo com uma vitória tranquila por 2 sets a 0 sobre o canadense Gabriel Diallo, 36º do mundo.

    No primeiro confronto entre os dois no circuito, o brasileiro de 19 anos se impôs com golpes potentes do fundo da quadra desde o início e venceu o adversário cinco anos mais velho com parciais de 6/2 e 6/3, em 1h25 de partida.
    Na próxima rodada, João encara o francês Arthur Rinderknech (27º), que eliminou o russo Karen Khachanov (15º).

    Após iniciar a temporada tendo de lidar com problemas físicos que comprometeram seu desempenho, o brasileiro conseguiu engatar bons resultados jogando nos Estados Unidos.

    No Masters 1000 de Indian Wells, avançou até as oitavas de final, parando apenas diante do italiano Jannik Sinner, vice-líder do ranking.

    Na sequência, no Masters 1000 de Miami, acabou eliminado na segunda rodada pelo espanhol Carlos Alcaraz, atual número 1 do mundo.

    Vice-campeã olímpica em Tóquio, Bia também conquistou o Grand Prix com a seleção e somou três vices na Liga das Nações (VNL), se tornando uma das principais centrais do país em sua geração.

    Estadao Conteudo | 14:11 – 06/04/2026

    João Fonseca estreia com vitória no Masters 1000 de Monte Carlo

  • Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

    Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

    Teerã diz que Israel e EUA não devem acessar estreito como antes; Trump ameaçou lançar “o inferno” sobre o Irã caso não permitam a reabertura do Estreito até amanhã, terça-feira (7)

    Em meio a mais um ultimato do presidente Donald Trump, a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) desafiou os Estados Unidos (EUA) afirmando que o Estreito de Ormuz “jamais voltará a ser como era, especialmente para os EUA e Israel”.

    “A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica está concluindo os preparativos operacionais para a nova ordem do Golfo Pérsico”, diz comunicado publicado nas redes social no domingo (5).

    A iniciativa visa estabelecer novas regras para passagem pelo Estreito de Ormuz. As autoridades iranianas têm defendido que as regras para passar pelo Estreito serão definidas em parceria com o Omã, sem interferência das potências estrangeiras ao Golfo Pérsico.O Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás do planeta, está fechado desde o início da agressão dos EUA/Israel contra o Irã, só sendo permitida a passagem de navios autorizados por Teerã.

    No domingo (5), Trump ameaçou lançar “o inferno” sobre o Irã caso não permitam a reabertura do Estreito até amanhã, terça-feira (7).

    O presidente dos EUA vem repentinamente ameaçando destruir o Irã “enquanto nação”, com quase 90 milhões de habitantes, caso não aceitem as condições impostas por Washington para o fim da guerra, chegando a dizer que vai levar o país para “Idade das pedras”.

    Acordo distante

    Um documento com 15 pontos tem circulado como proposta de Trump para o fim da guerra, o que inclui o fim do programa nuclear pacífico do Irã, até o desmantelamento do seu programa balístico.

    Em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (7), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, rejeitou as propostas estadunidenses, consideradas “altamente excessivas e incomuns, além de ilógicas”.

    O Irã tem exigido compensação financeira pelos danos causados pelos ataques; a saída definitiva das bases militares dos Estados Unidos (EUA) da região, além de um fim definitivo da guerra, o que incluiria as frentes de combate no Líbano e na Faixa de Gaza.

    O porta-voz do Exército iraniano, brigadeiro-general Mohammad Akraminia, em comunicado publicado nesta segunda-feira, disse que é necessário levar o inimigo a um “arrependimento genuíno para evitar a repetição da guerra no futuro”.

    “Declaramos categoricamente que o inimigo falhou nesta fase da guerra em alcançar seus objetivos e foi derrotado. Declaramos categoricamente que o inimigo falhou nesta fase da guerra em alcançar seus objetivos e foi derrotado”, disse Akraminia, segundo agência iraniana Tasnim.

    Ataques iranianos e retaliações

    Em mais um vídeo publicado hoje, o porta-voz do Quartel-General Khatam al-Anbiya, Ibrahim Zulfiqari, anunciou os alvos da 98ª onda de ataques do Irã contra instalações ligadas à Israel e EUA no Oriente Médio.

    Segundo o porta-voz da Guarda Revolucionária (IRGC), foram alvejados um navio porta-contêineres SDN&, além de “locais estratégicos” em Tel Aviv. Haifa, Be’er Sheva e Bat Hafer, em Israel.

    Zulfiqari acrescentou que quaisquer ataques a alvos civis seriam respondidos com múltiplas medidas contra os interesses do inimigo em qualquer ponto da região.

    “Caso os ataques a alvos civis se repitam, a próxima fase de nossas operações ofensivas e retaliatórias será realizada com intensidade e abrangência muito maiores, e as perdas e os danos sofridos pelo inimigo, caso persista nessa abordagem, serão multiplicados muitas vezes”, afirmou o porta-voz iraniano.

    Chefe de inteligência

    O Irã confirmou o assassinato de mais um alto dirigente militar do país. Dessa vez, o chefe da inteligência da IRGC, brigadeiro-general Seyed Majid Khademi, foi morto em um ataque aéreo israelense em Teerã.

    Irã desafia ultimato de Trump: Ormuz jamais retomará status anterior

  • BBB 26: Pai de Ana Paula Renault, de 96 anos, é internado em BH

    BBB 26: Pai de Ana Paula Renault, de 96 anos, é internado em BH

    Gerardo Henrique Machado Renault, pai de Ana Paula Renault do ‘BBB 26’, foi internado em Belo Horizonte; confira o que disse a assessoria de imprensa da sister

    Nesta segunda-feira (6), o pai de Ana Paula Renault, do ‘Big Brother Brasil 26’, o advogado Gerardo Henrique Machado Renault, 96, precisou ser internado após apresentar desidratação.

    A  assessoria da jornalista confirmou a informação e destacou em nota que esse quadro acaba sendo normal devido à idade. Gerardo foi medicado, está bem e estável.

    No reality show, Ana Paula já havia manifestado sua preocupação dentro do reality com Geraldo. Após Alberto Cowboy falar dele em uma discussão, a sister partiu para cima do colega de confinamento e pediu para que não citasse sua família no jogo. “Não fala do meu pai. Você não sabe o que eu estou passando, eu quase não entrei aqui”, disparou.

    Ana Paula revelou para aliados naquela ocasião que quase desistiu de participar do programa por conta da saúde dele. “Meu pai estava praticamente morto. Eu virei para minha madrasta e falei: ‘eu não vou mais’. E eu não tinha como entrar aqui”, contou.

    Em fevereiro, o perfil de Ana Paula nas redes sociais publicou um vídeo de Gerardo com um recado à filha. “Oi, filhinha, tudo bem? Saudades que são muitas. Estou torcendo por você. Um beijo carinhoso do seu pai que te ama muito”, falou Gerardo.

    Nascido em 1929, o advogado iniciou a carreira política em 1951, como vereador de Belo Horizonte pela União Democrática Nacional (UDN). Foi reeleito pelos quatro mandatos seguintes.

    Foi deputado estadual pela Arena entre 1967 e 1978 e deputado federal de 1978 a 1987. Desde 1991, é presidente do Instituto de Previdência do Legislativo do Estado de Minas Gerais.

    Geraldo foi casado três vezes e teve cinco filhos. Em 1998, sua então esposa, Maria da Conceição Machado Renault, mãe de Ana Paula, morreu em um acidente de carro.

    Anos depois, o advogado se casou pela terceira vez. Atualmente, vive com a esposa, Ana, na capital mineira.

    BBB 26: Pai de Ana Paula Renault, de 96 anos, é internado em BH

  • Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

    Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

    A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos; Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições!

    O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 17 baixas por causa da descompatibilização de ministros que deixaram a Esplanada para se candidatar nas eleições de 2026. Da equipe de Lula, 20 devem permanecer até o fim do mandato. Ainda há o caso do advogado-geral da União, Jorge Messias, que continua no governo, mas deverá ser sabatinado no Senado para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).

    A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos. O prazo para essa descompatibilização se esgotou no sábado, 4. A regra não vale para candidatos à reeleição no Executivo, como Lula e governadores, dentre estes, o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    O presidente Lula ainda fez uma troca interna para recompor a chefia do Ministério da Agricultura e Pecuária. Para suprir a falta do ex-ministro Carlos Fávaro, que deixou o governo para concorrer ao Senado, Lula transferiu o então ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, para o comando da pasta. Quem comanda agora o ministério deixado por André de Paula é Édipo Araújo.

    Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições:

    – André Fufuca, ex-ministro do Esporte – vai disputar ou o Senado ou o governo do Maranhão;

    – Anielle Franco, ex-ministra da Igualdade Racial – vai disputar a Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro;

    – Camilo Santana, ex-ministro da Educação – participará da campanha do governador Elmano de Freitas (PT), mas pode substituí-lo se houver ordem de Lula;

    – Carlos Fávaro, ex-ministro da Agricultura e Pecuária – pré-candidato a um novo mandato ao Senado por Mato Grosso;

    – Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda – pré-candidato ao governo de São Paulo;

    – Geraldo Alckmin, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – vai ser candidato à reeleição como vice-presidente;

    – Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais – pré-candidata ao Senado pelo Paraná;

    – Jader Filho, ex-ministro das Cidades – pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo Pará;

    – Macaé Evaristo, ex-ministra dos Direitos Humanos e Cidadania – pré-candidata à Câmara dos Deputados por Minas Gerais;

    – Márcio França, ex-ministro do Microempreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte – pré-candidato à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

    – Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima – pré-candidata à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

    – Paulo Teixeira, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – pré-candidato a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

    – Renan Filho, ex-ministro dos Transportes – pré-candidato ao governo de Alagoas;

    – Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil – vai concorrer ao Senado pela Bahia;

    – Silvio Costa Filho, ex-ministro dos Portos e Aeroportos – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por Pernambuco;

    – Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento e Orçamento – vai concorrer ao Senado por São Paulo;

    – Sônia Guajajara, ex-ministra dos Povos Indígenas – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

    Veja os 21 ministros que seguem no governo:

    – Alexandre Padilha, ministro da Saúde;

    – Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia;

    – André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária;

    – Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos;

    – Frederico Siqueira, ministro das Comunicações;

    – Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência;

    – Gustavo Feliciano, ministro do Turismo;

    – Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União;

    – José Múcio, ministro da Defesa;

    – Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação;

    – Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego;

    – Márcia Lopes, ministra das Mulheres;

    – Marcos Amaro, ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

    – Margareth Menezes, ministra da Cultura;

    – Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;

    – Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social;

    – Vinícius Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União;

    – Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional;

    – Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública;

    – Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome;

    – Wolney Queiroz, ministro da Previdência Social.

    Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

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