Autor: REDAÇÃO

  • Caças abatidos? Trump tinha garantido que força aérea estava "em ruínas"

    Caças abatidos? Trump tinha garantido que força aérea estava "em ruínas"

    O Irã anunciou, na sexta-feira, que abateu dois aviões de combate norte-americanos, sendo que o piloto de um deles continua desaparecido. Cerca de um dia antes, o presidente dos EUA tinha garantido que a força aérea iraniana estava “em ruínas”.

    Pouco mais de um dia antes de o Irã derrubar dois caças norte-americanos, Donald Trump havia se gabado do poder militar dos Estados Unidos, afirmando que a força aérea de Teerã estava “em ruínas”.

    Foi em seu discurso de quarta-feira, em uma declaração à nação sobre a guerra no Oriente Médio — especialmente no Irã —, que o presidente norte-americano demonstrou extrema confiança na ofensiva conduzida pelo país.

    “Nós poderíamos atingi-los [o Irã] e eles desapareceriam, e não há nada que possam fazer sobre isso. Eles não têm qualquer equipamento aéreo. O radar deles está 100% destruído”, afirmou da Casa Branca, citado pela ABC News. “Somos imparáveis como força militar”.

    Nesse mesmo discurso, Donald Trump garantiu que a força aérea do Irã estava “em ruínas” e que “sua capacidade de lançar mísseis e drones estava drasticamente reduzida”.

    “Nunca na história da guerra um inimigo sofreu perdas tão evidentes e devastadoras, em larga escala, em questão de semanas”, acrescentou Trump, informando, no entanto, que a ofensiva contra o Irã seria intensificada nas próximas duas a três semanas.

    Vale lembrar que, ao longo do conflito — que já dura mais de um mês —, Donald Trump tem afirmado repetidamente que os Estados Unidos estão vencendo a guerra e que ela não deve se prolongar por muito tempo. O prazo de duas semanas, inclusive, já havia sido mencionado anteriormente por Trump, mas até agora não foi cumprido. O fim do conflito segue incerto.

    A confiança no poder militar dos Estados Unidos também foi reforçada pelo secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, que, há exatamente um mês, em 4 de março, afirmou que “em menos de uma semana” os Estados Unidos e Israel teriam “controle total dos céus iranianos”.

    “Isso significa que vamos voar dia e noite, sem parar, localizando, destruindo e aniquilando os mísseis e a base industrial de defesa das forças armadas iranianas, localizando e eliminando seus líderes e comandantes militares, sobrevoando Teerã, o Irã, sua capital e o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica”, declarou.

    O controle norte-americano, ao que parece, não era tão completo quanto os líderes dos Estados Unidos sugeriam. Na sexta-feira, as forças armadas iranianas derrubaram não um, mas dois caças norte-americanos que sobrevoavam o território iraniano.

    O ataque desencadeou uma operação conjunta entre Estados Unidos e Israel para resgatar os dois pilotos a bordo. Ainda na sexta-feira, um dos militares foi localizado e resgatado, mas o outro permanece desaparecido.

    Enquanto isso, as forças iranianas também estão procurando o piloto abatido, chegando inclusive a oferecer uma recompensa por sua captura.

    “Se capturarem o(s) piloto(s) inimigo(s) com vida e os entregarem à polícia ou às Forças Armadas, receberão uma generosa recompensa”, informou a polícia iraniana, em mensagem transmitida pela televisão estatal.

    A mesma emissora exibiu imagens de aeronaves norte-americanas sobrevoando o Irã em busca do piloto desaparecido, que podem ser vistas na publicação abaixo.

    Caças abatidos? Trump tinha garantido que força aérea estava "em ruínas"

  • Cristiano Ronaldo marca e Al Nassr segue imparável no campeonato saudita

    Cristiano Ronaldo marca e Al Nassr segue imparável no campeonato saudita

    O Al Nassr precisou suar a camisa, nesta sexta-feira, para vencer o Al Najma por 5 a 2, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Saudita, que também marcou o retorno de Cristiano Ronaldo após lesão. O craque português marcou dois gols da equipe da casa e chegou a 967 na carreira, ficando a 33 da marca de 1.000 gols, ao mesmo tempo em que o time comandado por Jorge Jesus alcançou a 15ª vitória consecutiva em todas as competições.

    O Al Nassr, que não contou com João Félix — aparentemente ainda com limitações físicas após atuar pela seleção nacional nos Estados Unidos na madrugada da última quarta-feira —, começou pressionando, mas sofreu um duro golpe perto do intervalo.

    Aos 44 minutos, o Al Najma, atual lanterna da competição, surpreendeu em um contra-ataque e abriu o placar com Rakan Al Tulayhi.

    Mesmo assim, o Al Nassr reagiu rapidamente e virou o jogo ainda antes do intervalo. Abdullah Al Hamdan, aos 45+8, e Sadio Mané, aos 45+9, marcaram os gols que garantiram a virada dos donos da casa.

    Os gols não pararam no primeiro tempo, e na segunda etapa houve mais uma sequência de gols — desta vez com assinatura de CR7.

    Antes do atacante português brilhar, o Al Najma ainda conseguiu empatar, com gol de Felippe Cardoso aos 47 minutos.

    Menos de dez minutos depois, Cristiano Ronaldo foi chamado para cobrar um pênalti e não desperdiçou, recolocando o Al Nassr na frente do placar.

    Aos 73 minutos, o atacante de 41 anos voltou a balançar as redes, mas só pôde comemorar após a intervenção do VAR, que validou o gol inicialmente anulado por impedimento.

    CR7 chegou assim aos 967 gols na carreira, ficando a 33 da histórica marca de 1.000, sendo substituído por Hayder Abdulkareem aos 83 minutos. Isso após ficar mais de um mês afastado dos gramados — sua última partida havia sido em 28 de fevereiro.

    O último gol da partida saiu já nos acréscimos. Sadio Mané (90+5) marcou seu segundo gol no jogo, após assistência de Al Nadji, e fechou o placar.

    Como fica a tabela?

    O Al Nassr chegou à 12ª vitória consecutiva no campeonato e segue isolado na liderança, agora com 70 pontos em 81 possíveis.

    Na segunda colocação está o Al Hilal, de Rúben Neves, com seis pontos a menos, mas que ainda entra em campo neste sábado, quando enfrenta o Al Tawoon.

    Fechando o pódio aparece o Al Ahli, com 62 pontos, que também joga neste sábado contra o Damac.

    Destaque ainda para o Al Ittihad, comandado por Sérgio Conceição, que nesta sexta-feira voltou a vencer ao bater o Al Hazem por 1 a 0.

    Veja os gols 












     

    Cristiano Ronaldo marca e Al Nassr segue imparável no campeonato saudita

  • Dubai intercepta ataque contra sede da Oracle

    Dubai intercepta ataque contra sede da Oracle

    As autoridades do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, interceptaram hoje um ataque contra o edifício da Oracle, uma das 18 empresas norte-americanas que a Guarda Revolucionária do Irã tinha ameaçado no início da semana.

    As autoridades confirmaram que responderam a um incidente menor envolvendo a queda de destroços após um ataque aéreo à fachada do edifício da Oracle”, informou o gabinete de imprensa de Dubai nas redes sociais.

    O ataque, que não deixou feridos, teve como alvo a sede local da gigante de tecnologia Oracle, localizada na Internet City.

    Uma hora antes, as autoridades da cidade já haviam informado sobre outro ataque interceptado na Dubai Marina, muito próximo ao prédio da empresa norte-americana.

    As autoridades de Dubai não forneceram informações sobre quem teria realizado o ataque.

    Na terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou realizar ataques contra instalações de grandes empresas norte-americanas no Oriente Médio, incluindo a Oracle.

    A Guarda Revolucionária já havia anunciado na quinta-feira um ataque contra o prédio da Oracle em Dubai, alegação que foi posteriormente negada pelo gabinete de imprensa da cidade.

    Estados Unidos (EUA) e Israel mantêm, desde 28 de fevereiro, uma ofensiva militar de grande escala contra Teerã, que já deixou mais de três mil mortos, principalmente no Irã e no Líbano.

    Em resposta, o Irã lançou ataques de retaliação contra Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

    Os Emirados Árabes Unidos se tornaram o principal alvo dessas represálias regionais, com 11 mortos e 203 feridos em ataques iranianos, segundo os dados mais recentes das autoridades do país.

    Na sexta-feira, a Embaixada dos EUA em Beirute alertou para a possibilidade de o Irã ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já deixou 1.300 mortos.

    Em comunicado, a missão diplomática afirmou que “o Irã e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano” e destacou que Teerã “ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Oriente Médio”.

    O Departamento de Estado recomendou que cidadãos norte-americanos deixem o Líbano “enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis”, destacando a natureza “volátil e imprevisível” da situação de segurança no país.

    O alerta surgiu após ameaças de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irã Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como possíveis alvos.

    Dubai intercepta ataque contra sede da Oracle

  • França condena ex-jogadores de rúgbi até 14 anos de prisão por violação

    França condena ex-jogadores de rúgbi até 14 anos de prisão por violação

    No final de 2024, quase oito anos após os acontecimentos em Bordeaux, no sudoeste da França, o francês Loïck Jammes e o irlandês Denis Coulson foram condenados a 14 anos de prisão, e o neozelandês Rory Grice a 12 anos.

    Já durante a madrugada, o juiz presidente do Tribunal do Júri de Charente, em Angoulême (sudoeste), leu a sentença após cinco horas de deliberação, em um julgamento realizado a portas fechadas.

    “Eles foram condenados à mesma pena do primeiro julgamento. O tribunal e o júri levaram em conta a gravidade dos atos, as circunstâncias envolvidas e a ausência de qualquer mudança significativa de comportamento em comparação com a decisão anterior”, declarou o juiz.

    Na sexta-feira, o Ministério Público francês havia pedido penas de 14 anos de prisão para os três jogadores. A legislação francesa prevê pena máxima de 20 anos para acusações de estupro coletivo.

    Durante a leitura do veredito, os três réus permaneceram imóveis no banco dos acusados antes de conversarem longamente com advogados e familiares. A denunciante não esteve presente.

    Segundo a sentença, os três jogadores do Grenoble, então com idades entre 22 e 27 anos, estupraram, em 11 de março de 2017, uma mulher de 20 anos, em estado de extrema embriaguez, após um jogo em Bordeaux.

    Na manhã de 12 de março de 2017, a jovem saiu chorando de um hotel em Mérignac, perto de Bordeaux, onde a equipe do Grenoble estava hospedada após a derrota para o Union Bordeaux-Bègles.

    Na denúncia, a estudante — que mais tarde se tornou magistrada — afirmou que seguiu alguns jogadores de rúgbi até uma boate durante uma noite de confraternização, mas disse não se lembrar do que aconteceu depois.

    Ela acrescentou que acordou no dia seguinte nua em uma cama, com uma muleta introduzida na vagina, cercada por dois homens nus e outros vestidos.

    Durante o processo, assim como no primeiro julgamento, os acusados alegaram que a relação sexual foi consensual, baseando-se em um vídeo gravado por um deles.

    Outros dois membros da equipe que testemunharam o estupro, sem intervir, não recorreram da sentença inicial.

    O irlandês Chris Farrell foi condenado a quatro anos de prisão, dos quais dois em regime suspenso, enquanto o neozelandês Dylan Hayes recebeu pena de dois anos com suspensão.

    França condena ex-jogadores de rúgbi até 14 anos de prisão por violação

  • 13 soldados dos EUA morreram na operação Epic Fury no Oriente Médio

    13 soldados dos EUA morreram na operação Epic Fury no Oriente Médio

    Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que informou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército dos Estados Unidos.

    A operação militar ‘Fúria Épica’, contra o Irã, causou até o momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.

    Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que informou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército dos Estados Unidos.

    Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 do Corpo de Fuzileiros Navais e 36 da Força Aérea.

    Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.

    Os números divulgados não incluem eventuais baixas ou feridos que possam ter ocorrido na sexta-feira, quando forças iranianas derrubaram um caça norte-americano.

    Um dos tripulantes do caça F-15 atingido por Teerã foi resgatado com vida, mas as forças norte-americanas continuam tentando encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou hoje que o ataque iraniano afete as supostas negociações com Teerã.

    Conflito sem previsão de terminar

    O conflito no Oriente Médio parece não ter um fim próximo, com o presidente dos Estados Unidos ameaçando atacar o Irã com “muita força” durante as próximas duas ou três semanas, apesar de continuar a alegando que estão ocorrendo negociações.

    “Vamos atacá-los com extrema dureza nas próximas duas a três semanas. Vamos mandá-los de volta à Idade da Pedra, onde pertencem. Entretanto, as negociações continuam”, defendeu, num discurso na noite de quarta-feira.

    Enquanto isso, o estreito de Ormuz permanece fechado, com apenas alguns navios (e de alguns países) tendo permissão para fazer a travessia, perpetuando os aumentos de preços nos combustíveis e, por consequência, o próprio custo de vida.

    13 soldados dos EUA morreram na operação Epic Fury no Oriente Médio

  • Participante de reality show morre aos 27 anos

    Participante de reality show morre aos 27 anos

    Misua, concorrente que iria participar na quarta temporada do reality “Drag Race Philippines”, morreu aos 27 anos. A notícia foi confirmada pela equipe do programa. “Os nossos pensamento estão com a família.”

    A participante Misua, do programa “Drag Race Philippines”, morreu aos 27 anos. A notícia foi confirmada pela equipe do programa na quinta-feira, dia 2 de abril.

    Em uma publicação feita no Instagram, a equipe de produção do “Drag Race Philippines”, a produtora World of Wonder, informou que a participante morreu enquanto dormia.

    “É com o coração pesado que compartilhamos a notícia da morte de Misua, uma talentosa queen que iria participar da quarta temporada de ‘Drag Race: Philippines’. Ela morreu enquanto dormia na manhã de 2 de abril”, diz a publicação, que também inclui uma foto de Misua.

    “Ela trouxe luz e alegria a todos ao seu redor e fará muita falta”, acrescentaram, informando ainda que iriam “interromper a produção para cuidar e apoiar o elenco e o restante da equipe neste momento muito difícil”.

    “Nossos pensamentos estão com sua família, amigos e todos que a amavam. Estamos em contato com a família, que pediu privacidade neste momento difícil”, concluíram.

     
     
     

     
     
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    A família de Misua, conhecida fora do universo drag como Jason Elvie Ty, também prestou uma homenagem, segundo veículos como a revista Variety e o jornal britânico Metro.

    “Jayson era nosso amado filho, irmão, amigo, mentor e, acima de tudo, uma estrela. Ele fará muita falta para sua querida família e amigos próximos”, escreveu a família em uma publicação que teria sido feita no Facebook.

    Participante de reality show morre aos 27 anos

  • NASA divulga primeiras imagens da Terra captadas pela Artemis II

    NASA divulga primeiras imagens da Terra captadas pela Artemis II

    A NASA divulgou imagens da Terra captadas pela Artemis II, a primeira missão tripulada a atingir a órbita do satélite natural em mais de 50 anos. Veja-as na galeria abaixo.

    A NASA divulgou, na sexta-feira, as primeiras imagens em alta resolução da Terra, captadas pela tripulação da Artemis II ao passar pelo ponto médio entre a Terra e a Lua. As imagens foram registradas pelo comandante da missão, Reid Wiseman.

    Vale lembrar que a Orion deixou, na quinta-feira, a órbita terrestre e iniciou a viagem rumo à Lua, tornando-se a primeira missão tripulada a alcançar a órbita do satélite natural em mais de 50 anos.

    Na sexta-feira, a cápsula estava a 100 mil milhas (160 mil quilômetros) da Terra, um marco que faz dos quatro astronautas da Artemis II os primeiros seres humanos a saírem da órbita do “planeta azul” desde que a tripulação da Apollo 17 viajou para a Lua em 1972.

    Segundo a NASA, os tripulantes da Orion — o comandante da missão, Reid Wiseman, e os astronautas Victor Glover, Jeremy Hansen e Christina Koch — estão bem e com o moral elevado.

    Essa missão lunar é histórica por ser a primeira cuja tripulação inclui uma mulher, Christina Koch, um homem negro, o piloto Victor Glover, e um canadense, Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

    Assim que chegarem próximos à Lua, os astronautas irão orbitá-la e sobrevoar o seu lado oculto. A expectativa é que superem o recorde da missão Apollo 13, tornando-se os humanos que viajaram mais longe da Terra.

    Após um voo de teste do foguete e da nave espacial em 2022, a NASA quer garantir que ambos funcionem corretamente durante a missão Artemis II antes de tentar uma alunissagem em 2028, na missão Artemis IV.

    As observações da tripulação poderão ajudar a NASA a escolher o local de pouso da Artemis IV, que deve explorar o Polo Sul da Lua, uma região onde nenhum ser humano esteve até hoje.

    A trajetória seguida pela Orion é chamada de “retorno livre”, o que significa que foi planejada para que a nave seja atraída pela gravidade da Lua e depois retorne naturalmente à Terra.

    A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e será marcada pela reentrada na atmosfera, um dos momentos mais perigosos da missão, após o qual a nave fará um pouso no oceano Pacífico, ao largo da costa da Califórnia.

     

    NASA divulga primeiras imagens da Terra captadas pela Artemis II

  • Depois de Noem e Bondi, Trump pondera afastar diretor do FBI

    Depois de Noem e Bondi, Trump pondera afastar diretor do FBI

    Donald Trump est[a considerando afastar vários altos responsáveis da sua administração, incluindo o diretor do FBI. As mudanças ocorrem após a saída de três funcionários, incluindo a secretária da Segurança Interna e a procuradora-geral dos EUA.

    Em menos de um mês, Donald Trump já afastou três altos responsáveis da sua administração. E, segundo a imprensa norte-americana, outros três também podem estar próximos de deixar seus cargos.

    Tudo começou em 5 de março, quando o presidente dos Estados Unidos anunciou em sua rede social, a Truth Social, que Kristi Noem, então secretária de Segurança Interna, seria substituída por Markwayne Mullin, senador pelo estado de Oklahoma.

    Noem, no entanto, não foi exatamente demitida, apenas afastada do cargo, passando a atuar como “Enviada Especial para o Escudo das Américas”. Seu novo trabalho, iniciado ainda em março, envolve visitar países da América do Sul para tentar combater cartéis de drogas e a imigração ilegal.

    Em seguida, foi a vez da “grande patriota e amiga leal” Pam Bondi, procuradora-geral dos Estados Unidos, ser afastada do cargo na quinta-feira, 2 de abril. Assim como no caso de Noem, o anúncio oficial foi feito por Donald Trump na Truth Social, onde afirmou que Bondi realizou um “trabalho excepcional”. Mesmo assim, ela será substituída por Todd Blanche, vice-procurador-geral e ex-advogado de Trump (no caso dos pagamentos secretos à atriz pornô Stormy Daniels).

    Da mesma forma, Bondi também foi apenas afastada do cargo, e não exatamente demitida: “Adoramos a Pam, e ela fará a transição para um novo trabalho muito necessário e importante no setor privado, cuja data será anunciada em breve”.

    Segundo a imprensa norte-americana, Trump estaria ficando frustrado com Bondi em várias frentes, especialmente pela forma como lidou com os documentos do caso Epstein e pelo fato de não ter investigado um número suficiente de adversários pessoais e políticos do presidente.

    Horas depois, foi a vez do chefe do Estado-Maior do Exército receber a ordem de saída — e, ao que tudo indica, sem um novo cargo já definido para suavizar a transição. A decisão teria partido do secretário de Defesa, Pete Hegseth, que convidou o general Randy George a se aposentar antecipadamente. O militar ocupava o cargo desde agosto de 2023, ainda durante o governo de Joe Biden.

    Segundo a CBS News, citando uma fonte anônima, Hegseth quer alguém no comando do Estado-Maior do Exército que implemente a visão do governo de Donald Trump para o setor. Até o momento, ainda não foi anunciado o substituto do general Randy George.

    Diretor do FBI também pode estar na mira de Trump

    As mudanças do último mês, no entanto, não devem parar por aí. De acordo com a revista The Atlantic, Trump tem outros três altos responsáveis da sua administração na mira, incluindo o diretor do FBI (Departamento Federal de Investigação).

    O veículo, citando várias fontes da Casa Branca próximas ao assunto (que permanecem anônimas), afirma que há discussões em andamento envolvendo o diretor do FBI, Kash Patel, o secretário do Exército, Daniel Driscoll, e a secretária do Trabalho, Lori Chavez-DeRemer.

    Por enquanto, acrescentam as fontes, Donald Trump ainda não decidiu se irá afastar esses três funcionários de seus cargos, nem quando isso pode acontecer. A única coisa que parece certa, segundo elas, é que o lema não oficial de Trump durante a campanha presidencial, “no scalps” (a recusa em demitir ou afastar funcionários), já não está mais em vigor.

    Inicialmente, Trump estaria relutante em demitir seus secretários mais próximos, acreditando que essas decisões poderiam ser vistas como concessões aos democratas e à imprensa. No entanto, o crescente descontentamento da população norte-americana com suas políticas, refletido em pesquisas frequentes, o levou a começar por Noem — devido à polêmica envolvendo o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).

    A reação positiva ao afastamento de Noem teria sido o que o incentivou a também afastar Bondi. Ainda assim, alguns conselheiros próximos alertaram que as duas demissões consecutivas podem ser interpretadas como uma tentativa de afastar mulheres “atraentes”, enquanto mantém os homens em sua administração.

    Depois de Noem e Bondi, Trump pondera afastar diretor do FBI

  • Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

    Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), divulgados no início desta semana, a defasagem dos preços nas refinarias da Petrobras atingiu R$ 3,05 por litro para o óleo diesel e R$ 1,61 para a gasolina

    A Petrobras afirmou que segue a sua estratégia comercial para preços de combustíveis e negou estimativas divulgadas na imprensa sobre uma defasagem relevante em relação ao mercado internacional. A manifestação foi feita em resposta a um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que questionou a companhia após notícias apontarem interferência política na política de preços.

     

    O pedido de esclarecimento teve como base, as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a necessidade de evitar repasses ao consumidor dos efeitos da alta internacional do petróleo, em meio às tensões no Oriente Médio. A estatal também rebate cálculos de agentes de mercado, indicando que diesel e gasolina estariam sendo vendidos com descontos expressivos frente à paridade internacional.

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), divulgados no início desta semana, a defasagem dos preços nas refinarias da Petrobras atingiu R$ 3,05 por litro para o óleo diesel e R$ 1,61 para a gasolina.

    Em sua defesa, a Petrobras reitera que os reajustes de preços não seguem periodicidade fixa e são realizados com base em análises técnicas, levando em conta condições de refino, logística e o objetivo de reduzir a volatilidade no mercado interno. A empresa afirma ainda que sua política atual, anunciada em 2023, “busca evitar o repasse automático de oscilações externas”.

    A estatal cita também medidas recentes, como o aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel A para distribuidoras, além da adesão a um programa federal de subvenção que adiciona R$ 0,32 por litro. Segundo a empresa, o efeito combinado equivale a R$ 0,70 por litro.

    Sobre os números divulgados por analistas – que apontavam perdas potenciais bilionárias caso a defasagem persistisse -, a estatal afirma não reconhecer tais estimativas. E reforça o seu compromisso com a sustentabilidade financeira e declarou que sua governança e deveres fiduciários estão sendo plenamente observados.

    Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Países banidos da Copa do Mundo, incluindo duas novas Seleções

    Países banidos da Copa do Mundo, incluindo duas novas Seleções

    A Copa do Mundo FIFA é a competição internacional de futebol mais prestigiada do planeta. Seleções de todos os cantos do mundo se reúnem para competir pelo desejado troféu. Ser campeão mundial é algo que muitas nações aspiram – “Todo mundo tenta, mas só o Brasil é Penta e pode ser Hexa!”

    No entanto, para alguns países, isso não passa de um sonho. E este fato não está relacionado apenas à qualidade das equipes. A verdade é que, por outras razões, muitas seleções nem chegam às fases classificatórias, muito menos nas fases finais do torneio. Tem até um país que foi barrado depois de enfrentar a seleção brasileira, sabia?

    Intrigado? Clique e descubra quais nações foram banidas pela FIFA e por quais motivos. Há novidades anunciadas para 2026.

    Países banidos da Copa do Mundo, incluindo duas novas Seleções