Autor: REDAÇÃO

  • 'Não foi por vontade minha', diz Silvânia Aquino sobre saída do Calcinha Preta

    'Não foi por vontade minha', diz Silvânia Aquino sobre saída do Calcinha Preta

    Silvânia Aquino afirmou que sua saída do Calcinha Preta não foi uma decisão pessoal e anunciou que formará uma nova banda ao lado de Berg Rabelo. Após 25 anos no grupo, a cantora agradeceu aos fãs e disse ter se dedicado completamente à trajetória no forró sergipano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Silvânia Aquino foi às redes sociais no último sábado (15) para explicar sua saída do Calcinha Preta. A cantora, que passou 25 anos no grupo de forró sergipano, afirmou que a decisão não partiu dela e que dedicou sua vida à música.

    “Preciso esclarecer para vocês que não foi opção minha estar fora da banda Calcinha Preta, para a qual tenho uma vida dedicada. Foram tantos anos ali dentro. Pretensão zero de sair”, disse Silvânia em uma live nas redes sociais.
    Ela não detalhou exatamente o que ocorreu, mas afirmou que o ditado “eu só entro na sua casa se você deixar” resume a situação. “Não foi por vontade minha, mas eu precisava fazer”, completou.

    Silvânia agradeceu aos fãs que a acompanharam ao longo dos 25 anos no Calcinha Preta, período em que dividiu os vocais com Daniel Dial, Bell Oliver e O’hara Ravick, além de Paulinha Abelha, vocalista que morreu em 2022 vítima de lesões renais.

    Na noite de sábado, Silvânia anunciou que vai iniciar uma nova banda com o cantor Berg Rabelo, que também fez parte do Calcinha Preta. O comunicado foi feito por ela e pela cantora Taty Girl durante um show em Fortaleza. A empresa Camarote Shows, que tem Wesley Safadão como um dos sócios, confirmou a novidade nas redes sociais.

    'Não foi por vontade minha', diz Silvânia Aquino sobre saída do Calcinha Preta

  • Governo Lula gastou R$ 345 mil para buscar de FAB ex-primeira-dama do Peru

    Governo Lula gastou R$ 345 mil para buscar de FAB ex-primeira-dama do Peru

    A ex-primeira-dama desembarcou em Brasília em abril deste ano após uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) buscá-la em Lima.

    O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, desembolsou R$ 345 mil na operação de transporte da ex-primeira-dama do Peru Nadine Heredia ao Brasil para fins de asilo diplomático. Heredia foi condenada a 15 anos de prisão pela Justiça peruana em uma ação de corrupção, originada da Operação Lava Jato.

    A ex-primeira-dama desembarcou em Brasília em abril deste ano após uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) buscá-la em Lima.

    O translado envolveu R$ 318 mil em custos logísticos, como combustível, manutenção e horas de voo, outros R$ 19 mil em taxas aeroportuárias de handling e R$ 7,5 mil em diárias para a tripulação.

    A aeronave utilizada foi um jato E-135 Shuttle (VC-99C), que partiu de Brasília rumo a Lima com paradas técnicas em Curitiba.

    Os custos e detalhes do deslocamento foram obtidos pelo deputado Marcelo Van Hattem (Novo-RS) por meio de um requerimento de informação ao Ministério da Defesa.

    A FAB informou ao parlamentar que a solicitação de envio do avião para Lima partiu do presidente Lula, por meio de um ofício expedido no dia 15 de abril deste ano via Ministério das Relações Exteriores. Ainda de acordo com a Força Aérea, não foi realizada estimativa prévia dos custos da missão.

    Heredia é mulher do ex-presidente do Peru Olanto Humala, também condenado a 15 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Diferentemente da esposa, Humala foi preso após comparecer a uma audiência.

    Ao tomar conhecimento da prisão do marido, a ex-primeira-dama faltou à audiência no tribunal e se dirigiu à embaixada brasileira com o filho Samir Mallko Ollanta Humala Heredia.

    Nadine Heredia deu entrada na Embaixada do Brasil em Lima, com pedido de asilo diplomático, logo após o anúncio da sentença.

    Em coordenação com o governo peruano, o governo Lula concedeu o asilo, e ela obteve um salvo-conduto para deixar o país

    Segundo o Ministério Público, Humala e Nadine Heredia teriam recebido recursos de forma ilícita em operações da construtora Odebrecht (atualmente Novonor), que atuava no país vizinho em grandes obras públicas.

    Além disso, também teriam sido destinatário de dinheiro enviado para campanhas eleitorais, pela ditadura chavista na Venezuela.

    Governo Lula gastou R$ 345 mil para buscar de FAB ex-primeira-dama do Peru

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Estrela do K-pop fica ferida após imobilizar homem que invadiu sua casa

    Estrela do K-pop fica ferida após imobilizar homem que invadiu sua casa

    Durante a luta corporal, as duas conseguiram conter o invasor até a chegada das autoridades. A mãe de Nana sofreu ferimentos graves, chegou a perder a consciência e foi levada ao hospital. A cantora e atriz também se machucou enquanto tentava escapar da situação. Ambas seguem internadas em recuperação.

    A estrela sul-coreana do K-pop Nana está internada após sofrer ferimentos ao imobilizar um homem que invadiu sua casa, em um subúrbio de Seul, na manhã de sábado. De acordo com a polícia de Guri, o suspeito — um homem de cerca de 30 anos — entrou à força na residência para roubar, mas acabou sendo dominado pela artista e por sua mãe.

    Durante a luta corporal, as duas conseguiram conter o invasor até a chegada das autoridades. A mãe de Nana sofreu ferimentos graves, chegou a perder a consciência e foi levada ao hospital. A cantora e atriz também se machucou enquanto tentava escapar da situação. Ambas seguem internadas em recuperação.

    — Ela e sua mãe imobilizaram o invasor em uma luta corporal que resultou em sua prisão — informou um detetive responsável pelo caso. O homem foi detido sob acusação de roubo qualificado.

    Segundo a agência Yonhap, Nana, cujo nome verdadeiro é Jin-ah, tem 34 anos e se tornou conhecida como integrante do trio Orange Caramel, derivado do grupo feminino After School. Posteriormente, consolidou carreira como atriz, tornando-se uma das figuras mais populares do entretenimento sul-coreano.

    A polícia segue investigando as circunstâncias da invasão, enquanto a equipe da artista não divulgou novas informações sobre seu estado de saúde.

    Estrela do K-pop fica ferida após imobilizar homem que invadiu sua casa

  • Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

    Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

    O vulcão, chamado Sakurajima e localizado na ponta sul de Kyushu, perto da cidade de Kagoshima, entrou em erupção por volta da 1h no horário local (13h de sábado em Brasília), informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Houve mais duas erupções por volta das 2h30 e 8h50 locais.

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Um vulcão entrou em erupção, neste domingo (16), na principal ilha ocidental do Japão, Kyushu. Cinzas e uma coluna de fumaça alcançaram até 4,4 km de altura, o que causou dezenas de cancelamentos de voos.

    O vulcão, chamado Sakurajima e localizado na ponta sul de Kyushu, perto da cidade de Kagoshima, entrou em erupção por volta da 1h no horário local (13h de sábado em Brasília), informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Houve mais duas erupções por volta das 2h30 e 8h50 locais.

    Segundo a agência de notícias Kyodo, esta foi a primeira erupção a atingir 4 km ou mais de altura em quase 13 meses. A mídia local também noticiou o cancelamento de 30 voos que chegariam ou partiriam do aeroporto de Kagoshima devido à queda de cinzas e outros motivos relacionados.

    A JMA informou que as cinzas vulcânicas foram lançadas para nordeste após a última erupção e que esperava que caíssem em Kagoshima e na província vizinha de Miyazaki neste domingo.
    Sakurajima é um dos vulcões mais ativos do Japão, e erupções de diferentes níveis ocorrem regularmente. Em 2019, o vulcão lançou cinzas a uma altura de até 5,5 km.

    Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

  • Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

    Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

    As três foram vistas juntas em novas selfies compartilhadas por Kim, que exibiu o encontro com bom humor e sem esconder o clima leve da reunião.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma noite comum em Calabasas, na Califórnia, acabou virando assunto nas redes quando Britney Spears apareceu ao lado de Kim e Khloé Kardashian em uma espécie de festa do pijama improvisada.

    As três foram vistas juntas em novas selfies compartilhadas por Kim, que exibiu o encontro com bom humor e sem esconder o clima leve da reunião.

    A primeira foto, publicada nos stories da empresária, mostrou as duas deitadas na cama, quase como uma reedição real do clima de “Slumber Party” – hit de Britney. Kim, 45, posou com sua expressão clássica enquanto a cantora, de 43, surgiu fazendo careta e mostrando a língua. A legenda curta reforçava o clima casual: “Noites em Calabasas”.

    A visita, segundo seguidores atentos, pode ter acontecido na casa da fundadora da SKIMS em Hidden Hills. Britney chegou acompanhada de Cade Hudson, seu empresário de longa data, que também registrou o momento.

    Ele é o autor da segunda imagem que viralizou, mostrando o quarteto lado a lado no quarto, iluminado por uma luminária rosa ao fundo.

    Os looks da noite também chamaram atenção. Kim optou por um roupão preto e coque; Khloé apareceu com um pijama temático de Natal e fios soltos em ondas; Britney surgiu com um conjunto amarelo e branco.

    Apesar de o encontro parecer inusitado para o público, não é a primeira vez que as duas estrelas cruzam caminhos. Kim já demonstrou apoio à cantora em 2021, quando comentou o impacto da mídia na trajetória de Britney após assistir ao documentário sobre ela. “A forma como a mídia desempenhou um papel importante na vida dela pode ser muito traumatizante”, escreveu na época.

    Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

  • Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

    Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

    O relato surgiu de forma espontânea, no meio de uma live de quatro horas, quando o cantor tentou explicar por que estava se movimentando com dificuldade.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Justin Bieber voltou a preocupar os fãs ao contar, durante uma transmissão ao vivo, que sofreu uma queda “bem feia” enquanto andava de Onewheel– o skate elétrico de uma roda que ele costuma usar no dia a dia.

    O relato surgiu de forma espontânea, no meio de uma live de quatro horas, quando o cantor tentou explicar por que estava se movimentando com dificuldade.

    Logo no início, Bieber deixou claro que o machucado não foi leve. “Minha costela tá doendo demais, mano”, disse aos espectadores, visivelmente desconfortável. Em seguida, detalhou que a dor estava “pegando de um jeito” que o obrigava a respirar e falar mais devagar: “Essa merda tá me afetando muito, mano. Tô tentando manter a calma.”

    A explicação sobre o acidente veio um pouco depois. Ele contou que perdeu o equilíbrio e caiu de lado, diretamente no quadril. “Chat, eu caí de lado naquele Onewheel e aterrissei no quadril. Até cantar, rir, tudo dói”, desabafou.

    Mesmo machucado, o cantor seguiu com um ensaio ao vivo para o Coachella de 2026. Em alguns momentos, jogava-se no sofá tentando aliviar o incômodo.

    O artista já havia sido visto com um ferimento misterioso no início do verão americano. Em junho, fotos obtidas pela Page Six mostravam o vencedor do Grammy chegando ao Voda Spa, em West Hollywood, usando uma joelheira preta bem presa na perna esquerda.

    Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

  • 'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

    'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

    “Eu achava que só poderia usar a borboleta [como símbolo] quando estivesse num lugar de sabedoria”, diz. O processo de revisão a fez chegar a outra conclusão: “A gente nunca é só borboleta; tem dias que acordo lagarta, viro casulo à tarde e borboleta à noite”. “É um ciclo contínuo”, explica.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Ao celebrar 25 anos de carreira, Wanessa Camargo, 42, olhou para trás e encontrou uma palavra que sintetiza sua trajetória: “metamorfose”. Não por acaso esse é o nome de seu novo DVD, que veio depois de ela revisitar a própria história –discos, fases, conquistas e tropeços. O termo vem associado também a uma imagem: a da borboleta, um animal do qual ela sempre gostou, mas ao qual evitou se associar por algum tempo.

    “Eu achava que só poderia usar a borboleta [como símbolo] quando estivesse num lugar de sabedoria”, diz. O processo de revisão a fez chegar a outra conclusão: “A gente nunca é só borboleta; tem dias que acordo lagarta, viro casulo à tarde e borboleta à noite”. “É um ciclo contínuo”, explica.

    A cantora conta que sempre migrou entre estilos –do pop ao rock, do eletrônico ao romântico, passando pelo country– sem medo de se reinventar. Medo, aliás, ela tem “de um monte de coisas”, mas nunca com coisas relacionadas à própria carreira: “No meu trabalho, o medo passa longe. Eu entro no palco muito certa do que quero dizer”, diz. “Quando sinto que algo bate em mim, eu vou.”

    Revisitar esse quarto de século, porém, exigiu escolhas difíceis. Wanessa tinha músicas para montar um show de quatro horas, mas precisou condensar tudo em duas –com 41 faixas distribuídas em medleys, raridades e clássicos que “nunca podem faltar”. Para isso, voltou a ouvir todos os álbuns, encarou clipes antigos, recuperou apresentações e percebeu as diferentes “camadas de metamorfose” que a constituem.

    Ela brinca que até suas falhas mais simples serviram de lição: “[Blusa] tomara que caia em show não funciona”. “Já insisti umas vinte vezes. Chega na hora, fico puxando o peito e me sinto burra. Então, parou”, brinca.

    Wanessa também sabe o peso de ter começado cedo e de ter se tornado ídolo de vários jovens, sendo ela própria uma adolescente na época. Sobrevivência nesse terreno, aliás, não é uma regra, mas ela atribui sua permanência à curiosidade e ao desejo constante de recomeçar. “Eu sempre mirei minha carreira até o fim da minha vida. Quando você perde a curiosidade sobre algo, morre. Por isso faço reality, musical, filme, dança. Eu preciso do novo.”

    Essa busca também levou seu público junto. “Se eu tivesse continuado cantando sempre a mesma coisa, a galera que cresceu comigo teria perdido o interesse”, avalia. A cantora acompanha a maturidade dos fãs cantando sobre as próprias dores –divórcio, separação, recomeços–, temas que dialogam com quem a segue desde a adolescência.

    Ao mesmo tempo, sabe que a cobrança sobre mulheres públicas é brutal. “Toda mulher é cobrada: ser bonita, ser boa mãe, boa filha, boa profissional, dar conta de tudo. A imagem da mulher perfeita existe para todas, não só para mim”, diz ela, que aponta terapia, espiritualidade e um núcleo familiar forte como pilares que a mantêm centrada. “Minha família é unida, tenho amigos, faço terapia desde sempre e sou guiada pela fé –frequento o que me fizer bem: igreja, centro, terreiro. Onde tiver luz, eu vou.”

    Quando ouve que é uma fênix, ela ri –e concorda. “Já renasci muitas vezes. Cada tombão me faz voltar mais forte e mais feliz.” Arrependimento? Jura não ter. Nem mesmo a participação no BBB 24, do qual foi expulsa. “Doeu, mas me deixou claro sobre quem eu sou. Hoje estou no Dança [dos Famosos] com a coragem que ganhei lá”, afirma.

    A leveza do quadro de dança do Domingão com Huck, aliás, tem sido um bálsamo. “Saio de lá morta, dolorida, mas feliz, leve e viva”, diz a cantora.

    Wanessa não foge da pergunta quando o assunto é Dado Dolabella. Ela negar ter sofrido qualquer agressão por parte dele e diz enxergar o fim do namoro como um capítulo fechado de sua vida. “Quando vivi essa história, era porque eu precisava viver. Não era um ciclo encerrado, por isso tentei de novo”, comenta. “Tivemos momentos incríveis e aprendemos muito um com o outro. Torço pela felicidade dele, mas estou em paz, porque encerrei um ciclo em paz.”

    Ela explica que ambos tentaram retomar o relacionamento, mas a reconciliação não avançou. A cantora diz que, agora, seu caminho é outro: “Hoje estou solteira, nesse lugar só comigo”. “E, se aparecer alguém lá na frente, vou me jogar de novo, porque sou intensa”, afirma. “Se tiver que me apaixonar vinte vezes e sofrer vinte vezes, eu me reconstruo vinte vezes.”

    A artista reconhece que o sofrimento faz parte das relações. “Claro que ninguém quer sofrer, mas faz parte. Tenho medo de cair de cara, mas também quero viver o amor”, reflete, comentando como mudou sua busca afetiva ao longo da vida. “Quando era mais nova, buscava um amor romântico. Aos 30, procurei um parceiro. Agora, busco a mim mesma”, observa, lembrando ter engatado o relacionamento com Dado logo após o fim do casamento com Marcus Buaiz. Por isso, quase não passou tempo solteira.

    “Foram 21 anos convivendo com o outro, pensando no outro, cedendo pelo outro, tentando compor com o outro. Agora preciso compor comigo. Estou me forçando a ficar sozinha”, disse. Ainda assim, admite que continua aberta à vida. “Se eu quiser dar uns beijinhos, tudo bem. Se acontecer de me arrebatar de novo, ok. Mas estou muito bem comigo.”

    Ela considera que o momento profissional também pede foco. “Depois de tudo o que vivi, preciso me relacionar com o meu trabalho. E tem a maternidade, que é prioridade. Minha vida é tomada pelos meus dois filhos [José Marcus, 13, e João Francisco, 11] também”, afirma. Mas completa: “Espero encontrar alguém que me arrebate”. Se der certo, ótimo. Se não der, a gente chora, trata na terapia, ouve música romântica no chão e segue. ‘Thank u, next’.”

    'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

  • Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

    Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

    A medida foi confirmada à Folha por três pessoas a par das discussões e pode integrar o plano de reestruturação, etapa fundamental para a contratação de R$ 20 bilhões em empréstimos com objetivo de dar fôlego financeiro à empresa neste ano e em 2026.

    IDIANA TOMAZELLI
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os Correios estudam repassar parte de seus imóveis para outra estatal federal, a Emgea (Empresa Gestora de Ativos), numa tentativa de acelerar a venda desses bens e obter uma injeção imediata de recursos no caixa.

    A medida foi confirmada à Folha por três pessoas a par das discussões e pode integrar o plano de reestruturação, etapa fundamental para a contratação de R$ 20 bilhões em empréstimos com objetivo de dar fôlego financeiro à empresa neste ano e em 2026.

    O tema tem sido discutido em reuniões entre executivos das duas companhias desde 30 de outubro, mas os detalhes da operação ainda não estão fechados.

    A Emgea foi criada em 2001 para administrar parte da carteira de crédito habitacional da Caixa com inadimplência elevada. Seu principal ativo são os créditos bilionários do FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais), criado na década de 1960 para garantir o pagamento integral dos contratos do antigo SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A dívida é paga anualmente pelo Tesouro Nacional.

    No ano passado, a Emgea recebeu R$ 5,1 bilhões em créditos do FCVS. Já no primeiro semestre deste ano, os ingressos somaram R$ 1,6 bilhão.

    Embora uma parte da verba tenha sido usada para honrar os contratos antigos, a receita contribuiu para uma melhora considerável do caixa da empresa, que encerrou o mês de junho com um colchão de R$ 2,6 bilhões, segundo relatórios da própria companhia. É esse dinheiro que, agora, poderá ser usado para ajudar no socorro aos Correios.

    De forma geral, os Correios repassarão um conjunto de imóveis à Emgea, que pagará antecipadamente uma parte do valor de avaliação desses bens –como se fosse um adiantamento, que pode ser de 20% ou 30% do total da carteira ofertada.

    A Emgea teria um prazo para estruturar a operação e vender as propriedades, de forma direta ou por meio de fundo imobiliário (quando investidores adquirem cotas de um ou mais empreendimentos), por um valor previamente definido.

    Se a operação for fechada por uma cifra maior, a Emgea fica com uma parcela do ganho. Seria uma espécie de comissão por performance, que pode ser fixa ou variar conforme a atratividade do bem. Imóveis mais difíceis de vender renderiam comissão maior para a gestora de ativos, justamente para incentivar a conclusão do negócio.

    Os Correios também podem receber recursos extras ao longo do processo, a depender dos valores de venda das propriedades.

    A intenção é usar esse modelo para dar vazão aos imóveis em uso, cujo valor de avaliação pode ficar entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões. O percentual de antecipação incidiria sobre esse valor.

    Ainda não há, porém, uma estimativa precisa de quanto os Correios podem arrecadar no curto prazo, já que a estatal ainda precisa fechar com a Emgea a seleção dos imóveis e classificá-los em termos de atratividade.

    Procurados, os Correios disseram, em nota, que o plano de reestruturação “contempla um programa de desinvestimento de ativos da empresa que hoje não têm uso ótimo”.

    Sem mencionar a Emgea, a estatal afirmou que a carteira de imóveis está sob avaliação para definir valores de mercado e verificar se estão aptos a compor eventual fundo imobiliário ou “outras soluções que permitam a alienação de imóveis ociosos”.
    A Emgea não se manifestou até a publicação deste texto.

    A avaliação dos participantes da discussão é que esse desenho ajudará a agilizar a venda de imóveis dos Correios, que hoje dependem de processos de licitação para conseguirem se desfazer desses ativos. A expectativa é conseguir estruturar a operação com a Emgea até o início de 2026.

    A estatal também considera a possibilidade de estruturar, com a ajuda da Caixa Econômica Federal, um fundo imobiliário para alavancar novas receitas. No entanto, segundo interlocutores, essa proposta não avançou muito nas últimas semanas.

    Nesse formato, uma das possibilidades seria vender os imóveis ociosos para os investidores do fundo, que ficariam com a rentabilidade futura da operação (obtida com aluguéis, por exemplo).

    Outra possibilidade seria colocar no fundo os imóveis em uso pelos Correios, que continuariam ocupando as instalações mediante o pagamento de aluguel (transação chamada de “leasing back”).

    Essa segunda opção gera receitas imediatas, mas cria também uma despesa administrativa hoje inexistente. Por outro lado, desonera os Correios de custos com manutenção e benfeitorias, que passariam a ser responsabilidade dos investidores.

    Os Correios querem fechar os detalhes do plano de reestruturação da empresa nas próximas duas semanas, mesmo prazo dado aos bancos na nova rodada de negociação do empréstimo de R$ 20 bilhões, lançada para tentar atrair mais instituições financeiras e reduzir o custo da operação.

    Em uma primeira rodada de negociações, um sindicato de quatro bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o crédito no valor pleiteado pela companhia, mas estipulou uma taxa de juros considerada elevada para um contrato com garantia soberana –que reduz consideravelmente o risco de perdas para as instituições financeiras, pois a União paga as prestações em caso de inadimplência.

    Segundo interlocutores, outros bancos já demonstraram interesse em conceder empréstimo à empresa. Por isso, o comando da companhia decidiu fazer uma nova rodada de negociação, ainda que isso atrase um pouco a assinatura do contrato e o ingresso dos recursos.

    Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

    Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

    A artista explicou que a sensação de “maternidade solo” não se refere apenas ao aspecto financeiro. Para ela, trata-se de toda a carga mental e operacional que envolve educar, acompanhar, decidir e resolver problemas cotidianos.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Luana Piovani, 49, voltou a falar de sua relação com Pedro Scooby e da divisão de responsabilidades na criação dos filhos. A atriz afirmou que a pensão alimentícia paga pelo surfista está muito abaixo dos custos reais do dia a dia das crianças e que, na prática, ela segue assumindo quase tudo sozinha.

    A artista explicou que a sensação de “maternidade solo” não se refere apenas ao aspecto financeiro. Para ela, trata-se de toda a carga mental e operacional que envolve educar, acompanhar, decidir e resolver problemas cotidianos.

    “Eu me sinto mãe solo de duas crianças. Já me senti mãe solo de três, hoje me sinto de duas”, disse em entrevista a revista Quem. Em seguida, completou: “O pai dos meus filhos paga pensão, mas o valor é bem inferior ao que gasto com eles. Inclusive, essa é uma das nossas questões que está em processo de julgamento.”

    Os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos, vivem com Luana em Cascais, Portugal, enquanto Dom, de 13, mora no Rio de Janeiro com Scooby, a madrasta, Cintia Dicker, e a irmã mais nova, Aurora, de 2 anos. Luana reforça que o termo “mãe solo” diz respeito à responsabilidade integral sobre as demandas das crianças: “É lidar com todos os compromissos que as responsabilidades maternas e paternas acarretam, desde a rotina até as urgências.”

    A atriz também fez questão de responder às críticas que recebe por ter se mudado para Portugal com os filhos. Segundo ela, a decisão não foi unilateral e, na época, contou com o apoio e concordância de Pedro Scooby. “Eu não peguei meus filhos e trouxe sozinha. Houve um pensamento sobre segurança e liberdade das crianças morando aqui. O fato de ele ter feito uma nova família e ter voltado para o Brasil não muda a realidade que fez com que nós tomássemos, juntos, essa decisão”, afirmou.

    Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

  • Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

    Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

    Em paralelo, interlocutores do parlamentar dizem que ele poderia apoiar o seu irmão senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como plano B para a Presidência no próximo ano, caso o pai assim decida. As conversas aceleraram, mas martelo só será batido no próximo ano, dizem.

    MARIANNA HOLANDA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) deve intensificar sua agenda internacional contra o Judiciário e o governo brasileiro, na perspectiva de que não deve retornar ao Brasil tão cedo.

    Em paralelo, interlocutores do parlamentar dizem que ele poderia apoiar o seu irmão senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como plano B para a Presidência no próximo ano, caso o pai assim decida. As conversas aceleraram, mas martelo só será batido no próximo ano, dizem.

    As avaliações sobre o futuro de Eduardo Bolsonaro ocorrem na esteira do julgamento virtual na Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), que já formou maioria para torná-lo réu por coação. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, diz ver indícios de que deputado buscou instabilidade para pressionar o STF a livrar ex-presidente da condenação pela trama golpista de 2022.

    Seus aliados ainda buscam manter um cenário aberto, em que a principal aposta e torcida é pela aprovação de uma anistia ampla no Congresso. O novo prazo estabelecido pela oposição é de que ela seja aprovada até fevereiro, mas o parlamentar pretende manter a toada, ao lado do empresário Paulo Figueiredo, de buscar sanções às autoridades brasileiras.

    Eles já vêm realizando viagens para outros países, mas sem divulgação, por motivos de segurança, dizem. A próxima será para El Salvador, para onde Eduardo irá acompanhado do irmão Flávio e outros parlamentares bolsonaristas para o Fórum Mundial da Segurança, onde conhecerão as política de Nayb Bukele. Já estão no local deputados como Maurício do Vôlei (PL-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG).

    Por temer enfrentar o seu processo no Brasil, onde poderia ser preso, Eduardo continuará nos Estados Unidos por tempo indeterminado. No entanto, ele realizará viagens para países em que a direita está articulada.

    Inicialmente, Eduardo era candidato ao Senado por São Paulo, considerada uma vaga garantida ao bolsonarismo. A prioridade de Bolsonaro em 2026 é eleger o maior número de senadores para conseguir fazer passar eventuais punições ao STF, como, por exemplo, o impeachment de Moraes.

    Depois, quando seu pai já estava em prisão domiciliar (e impedido de conversar com ele), Eduardo passou a se colocar como candidato à Presidência, num enfrentamento cada vez mais aberto à iniciativa dos entusiastas à candidatura do governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo.

    O ex-ministro da Infraestrutura sempre negou querer sair do Palácio do Planalto, mas é o principal candidato de setores do empresariado e da direita. Ele e outros governadores de direita, como Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, entraram na mira de Eduardo, que vê um movimento para enterrar politicamente Jair Bolsonaro.

    O objetivo bolsonarista de dominar o Senado foi citado por Eduardo ao criticar o voto de Moraes para torná-lo réu. Ele disse que o magistrado quer impedir a direita de obter maioria na Casa em 2026.

    O deputado estadual de Minas Gerais Cristiano Caporezzo (PL), aliado do deputado, continua defendendo seu nome para a Presidência. “Certamente seguirá lutando pela candidatura do presidente Bolsonaro para 2026, contexto em que ele viria para senador por São Paulo ou, caso isso não seja possível, o Eduardo será, ele próprio, candidato para a presidência da República”, defendeu, vocalizando o desejo de uma ala dos apoiadores do deputado.

    “Apoiar Flávio é factível para todos os bolsonaristas, mas falar que isso será definido agora com certeza é excessivamente antecipado. O próprio Flávio nunca sinalizou nada nesse sentido”, disse.

    O fim do processo da trama golpista deve ocorrer na próxima semana, quando se encerrarem as análises e os prazos dos recursos da defesa dos réus, incluindo Bolsonaro. O ex-presidente pode ser condenado a cumprir regime fechado em um presídio no final de novembro ou no início de dezembro.

    Na avaliação de aliados da família, que preferem lançar um nome do clã, isso enfraquecerá o nome de Tarcísio, porque demonstrará que ele não conseguiu reverter a prisão, mesmo tendo interlocução com o STF.

    Da prisão domiciliar, em outubro, o ex-presidente se queixou a aliados das brigas públicas e trocas de farpas no seu grupo político. Ele também escalou Flávio para ir aos Estados Unidos conversar com o irmão.

    De acordo com interlocutores, os dois alinharam discurso. O deputado disse ao irmão senador que, se ele for o candidato, terá apoio integral.

    Entusiastas da candidatura de Flávio acreditam que ele será o único capaz de unir centrão ao bolsonarismo raiz. Se assim Bolsonaro quiser, o anúncio só será feito no próximo ano, de toda forma. A avaliação é de que qualquer candidato que se apresentar desde já se tornará alvo de eventuais ações judiciais.

    “Direita tem dificuldade de reconhecer liderança. Se retirar Jair Bolsonaro da equação, não encontra-se outro líder que aglutine todo mundo. Isso vai passar por uma depuração. Pode ser que passe por um período onde a esquerda tire proveito disso”, disse Eduardo Bolsonaro, em entrevista à Jovem Pan na noite de quinta-feira (13).
    “Não me importo de discutir com pessoas do espectro da direita, mas tenho certeza que na eleição do ano que vem, independente de quem seja candidado, onde estiver Lula, estarei no outro lado. O que só não quero é que as pessoas levem gato por lebre”, concluiu.

    Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política