Autor: REDAÇÃO

  • Nubank demite 12 pessoas após confusão em reunião por mudança no home office

    Nubank demite 12 pessoas após confusão em reunião por mudança no home office

    Empresa aplicou rescisão por justa causa e diz que trabalha para preservar livre debate de funcionários; encontro teve 7.000 empregados; reclamações persistem e citam viés contra quem é de fora do Sudeste

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Nubank anunciou nesta sexta-feira (7) a demissão de 12 profissionais após uma tensa reunião com funcionários por causa das mudanças no modelo de home office da empresa.

    Na véspera, a companhia anunciou que vai migrar para o regime híbrido, com dois dias por semana presenciais até 1º de julho de 2026, e três dias até 1º de janeiro de 2027. Hoje, empregados têm de ir ao escritório uma semana por trimestre.

    A mudança foi comunicada em um email em que o CEO, David Velez, reconhece que poderia haver “disrupção para parte dos funcionários”. O executivo disse ainda que responderia às dúvidas de seus empregados durante o Coffee Break -uma reunião que a instituição financeira faz para discutir assuntos diversos durante a tarde. É possível participar do encontro por Zoom ou presencialmente.

    Participaram do encontro nesta quinta cerca de 7.000 dos 9.500 funcionários do Nubank. Parte dos funcionários reagiu mal à transição. Participantes ouvidos pela Folha de S.Paulo sob condição de anonimato relatam insultos e tom beligerante.

    A administração do Nubank respondeu com outro email de Velez, enviado na manhã desta sexta-feira (7). O anúncio, desta vez, era da demissão de 12 funcionários. “Foi uma decisão difícil, mas nós impusemos um limite do que é desrespeito e agressão.”

    O conselho de conduta da instituição financeira, que analisou os casos, decidiu pela rescisão por justa causa. O texto ainda informa que “muitos outros funcionários vão receber advertências por escrito”.

    Em nota, o Nubank afirma que não comenta casos individuais de desligamento. “Trabalhamos para preservar canais e rituais abertos para o livre debate entre os funcionários, mas não toleramos desrespeito e violações de conduta”, disse.

    O anúncio assinado por Velez contém um link para um site de perguntas e respostas sobre a transição do home office para o trabalho híbrido. A página acumula centenas de interações dos funcionários -algumas enviadas depois das demissões.

    No que se tornou um fórum de discussão, uns trabalhadores argumentam que moram longe de cidades onde há escritórios do Nubank e que organizaram as suas vidas em torno disso. Outros mencionam a falta de representatividade de pessoas de fora do Sudeste na instituição financeira para dizer que a decisão afeta desproporcionalmente quem mora fora de São Paulo.

    Algumas das exposições são complexas e amarram até uma dúzia de parágrafos com justificativas.

    O próprio CEO atualmente mora no Uruguai e disse que se mudará para um país com escritório da empresa para acompanhar as mudanças.

    A fintech afirmou que vai expandir seus escritórios para atender à demanda. São unidades em São Paulo (Pinheiros e Vila Leopoldina), uma na Cidade do México e uma em Bogotá, na Colômbia. A empresa ainda tem três “hubs de talentos”, espaços para networking e capacitação, em Montevidéu (Uruguai), Berlim (Alemanha) e Durham (EUA).

    Também devem ser inaugurados novos escritórios nas cidades de Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Buenos Aires (Argentina) e na região metropolitana de Washington (EUA), Miami e Palo Alto, nos Estados Unidos.

    Algumas funções serão exceções e permanecerão remotas, segundo o Nubank, “devido à natureza de seus trabalhos exigir pouca ou nenhuma interação com outras equipes”. São elas:

    – Xpeers (profissionais de atendimento ao cliente)
    – Investor Help (profissional de investimentos)
    – Ouvidoria Data Labeling (rotulador de dados)
    – Financial Crime Investigation (investigador de crimes financeiros)
    – Regulatory Solutions (profissionais de soluções regulatórias)
    – Talent Acquisition (função de recursos humanos para atrair talentos)

    Além disso, será possível solicitar uma exceção pessoal -por exemplo, quando houver situações médicas específicas-, que será analisada caso a caso. O Nubank considera critérios como senioridade, desempenho e distância do escritório para elegibilidade, mas ressalta que as exceções serão raras.

    Empregados elegíveis também poderão se inscrever para o programa de auxílio-realocação, para apoio em mudanças, quando necessário.

    Nubank demite 12 pessoas após confusão em reunião por mudança no home office

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Flávio assume linha de frente de Bolsonaro em reta final no STF e cresce nas apostas para 2026

    Flávio assume linha de frente de Bolsonaro em reta final no STF e cresce nas apostas para 2026

    A avaliação -que, para alguns, é mais um temor- é que o ex-presidente confia mais em seus filhos e acharia justo manter no clã o espólio eleitoral. Dentro dessa lógica, Flávio seria o nome mais viável.

    MARIANNA HOLANDA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assumiu nos últimos meses a linha de frente de Jair Bolsonaro (PL) nos bastidores políticos e vem adotando uma defesa pública mais enfática do pai e dura contra o STF (Supremo Tribunal Federal). O movimento intensificou apostas de aliados para seu nome como alguém que Bolsonaro gostaria de indicar como sucessor ao Palácio do Planalto, embora o cenário ainda seja incerto.

    A avaliação -que, para alguns, é mais um temor- é que o ex-presidente confia mais em seus filhos e acharia justo manter no clã o espólio eleitoral. Dentro dessa lógica, Flávio seria o nome mais viável.

    Além disso, interlocutores que estiveram com Bolsonaro nas últimas semanas relatam que ele põe empecilhos a todos os outros nomes citados, de governadores à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A auxiliares, ele reafirmou recentemente que ela será candidata ao Senado pelo Distrito Federal.

    Por outro lado, o ex-presidente dá sinais contraditórios e, com o isolamento da prisão domiciliar, o contato com o mundo político fica restrito. Em determinado momento, segundo relatos à reportagem, ele já chegou a dizer que não quer sua família em cargos do Executivo, por acreditar que seus ocupantes são mais suscetíveis que os parlamentares a supostas perseguições do Judiciário.

    Bolsonaro já foi declarado inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Além disso, nesta sexta-feira os ministros da Primeira Turma do STF votaram, por unanimidade, para rejeitar os primeiros recursos da defesa no caso da trama golpista, no qual ele foi condenado a 27 anos de prisão -o que pode deixá-lo sem direito de concorrer até 2062.

    A iminência de um desfecho para o caso ampliou as pressões de setores da sociedade e do mundo político por uma decisão sobre 2026.

    No início do ano, havia expectativa de que, quando fosse preso, Bolsonaro anunciasse a quem gostaria de entregar o seu capital político. Com isso, os partidos de direita poderiam organizar suas candidaturas e campanhas para o próximo ano. O nome preferido era e continua sendo o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Flávio sempre negou publicamente qualquer alternativa ao pai na disputa ao Planalto e diz ser candidato à reeleição no Senado, mas seu nome se mantém na bolsa de apostas há meses. Como a Folha de S.Paulo mostrou em julho, aliados diziam à época que a disputa estava afunilando entre o senador e Tarcísio.

    Desde então, o ex-presidente foi colocado em prisão domiciliar antes do esperado, em agosto. Outros nomes surgiram para a sucessão, notadamente, de governadores de direita e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em paralelo, a atuação deste nos Estados Unidos levou a tarifas a produtos brasileiros, além de sanções a ministros do STF.

    Nesse movimento, Tarcísio teria se desanimado para a disputa. Ele visitou Bolsonaro mais de uma vez, repetindo na saída que é candidato à reeleição em São Paulo. A interlocutores, diz que só deixaria o Palácio dos Bandeirantes se fosse a pedido do ex-presidente -algo que, até o momento, não teria sido formalizado.

    Bolsonaro, por sua vez, diz que este não é o momento de decidir quem indicará, só mais adiante, sem dizer quem escolherá ou qual o prazo que definiu.

    Parte dos interlocutores do ex-presidente acredita que o governador será mesmo o candidato, e que há alguma espécie de acordo tácito entre Tarcísio e Bolsonaro para que o anúncio seja feito apenas no próximo ano, antes da janela partidária.

    ATUAÇÃO NOS BASTIDORES
    Enquanto isso, Flávio mantém a interlocução primordial com o mundo político. Ele discute candidaturas internamente e com outros partido, como porta-voz do pai, um papel de bastidor que ele já é conhecido por exercer.

    Flávio foi escalado pelo pai para ir aos Estados Unidos conversar com Eduardo para “alinhar discurso” com o irmão. O deputado adotou um tom mais radical desde que foi para o exterior e não tem poupado ataques a aliados de direita, em especial Tarcísio. A troca de farpas pública é algo que incomoda Bolsonaro.

    Aliados de Eduardo dizem que eles conversaram sobre 2026 e que os dois estarão juntos apoiando o mesmo candidato que o ex-presidente.

    O senador também tem intensificado ataques ao governo Lula (PT), sobretudo no que diz respeito à segurança pública, e ao STF.
    Dos filhos, Flávio sempre foi o mais moderado e defendia uma anistia “a todos, inclusive a Moraes”. Depois, adotou tom mais crítico e passou a defender o impeachment do magistrado.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo em junho, ele disse que um eventual candidato, para receber o apoio do pai, deve não só conceder indulto a ele, mas brigar com o Supremo por isso, se preciso.

    Ele também participa de conversas e eventos políticos, em nome do pai. Na última sexta (7), foi à posse do novo conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo, Wagner Rosário, que foi ministro da CGU de Bolsonaro. O evento serviu como uma espécie de desagravo ao ex-presidente.

    Tarcísio, em seu discurso, disse que gratidão não prescreve e fez um gesto ao senador. “Queria agradecer muito as presenças especiais dos senadores Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro. E dizer, Flávio, que teu pai está presente aqui conosco: você representa o presidente Jair Bolsonaro, que não está aqui, mas, com certeza, está muito feliz com a posse do Wagner de Campos Rosário”, afirmou.

    Wagner Rosário também lembrou de Bolsonaro e embargou a voz para falar do ex-presidente. Segundo relatos, os presentes ficaram emocionados, inclusive Flávio.

    Nas redes sociais, o senador também publicou uma foto com Wagner e Tarcísio e disse que dias melhores virão.

    “Jair Bolsonaro era quem deveria estar na Mesa de Honra comemorando com a gente sua merecida posse no TCE/SP, mas a perseguição implacável, covarde e ilegal não permitiu. Dias melhores virão, para o Brasil e para São Paulo contigo numa missão tão especial. Parabéns pela certeira indicação, Tarcisão!”, escreveu.
    Em participação por videoconferência na inauguração da sede regional do PL em Atibaia, Flávio insistiu que o pai será eleito novamente presidente da República.

    “Podem ter certeza: a gente não vai desistir do nosso Brasil. O presidente Bolsonaro está passando por esse momento de perseguição, mas a gente vai dar uma resposta a cada um que hoje promove essa perseguição implacável desleal e injusta. Porque a gente vai junto subir a rampa em Brasília pela eleição do nosso presidente Bolsonaro”, afirmou.

    Flávio assume linha de frente de Bolsonaro em reta final no STF e cresce nas apostas para 2026

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Padre Fábio de Melo vive com doença 'terrível' há mais de 20 anos

    Padre Fábio de Melo vive com doença 'terrível' há mais de 20 anos

    O religioso surpreendeu ao revelar em entrevista que convive com os sintomas de uma doença há mais de duas décadas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Em participação no programa Angélica Ao Vivo, Padre Fábio de Melo surpreendeu o público levando uma sobremesa própria e recusando um biscoito da sorte oferecido pela apresentadora. Ele mudou a dieta após ser diagnosticado com a doença de Ménière. A condição é caracterizada por um acúmulo de líquido no ouvido interno e pode causar tonturas, zumbido e perda temporária de audição.

    O padre diz que tem sintomas há mais de 20 anos. “Tratei durante muito tempo como surdez súbita, identificada como surdez autoimune. Tenho uma perda de audição que vai e volta. Não é uma perda definitiva e convivo com um zumbido terrível”, explica em entrevista ao Gshow.

    Para Fábio de Melo, cortar o açúcar aliviou os incômodos da doença. Ao Gshow, ele disse que não foi difícil mudar os hábitos: “São Paulo nos oferece coisas muito bacanas. Não sei no Rio. Mas lá em casa nós nos habituamos [a comer sem açúcar]. Já temos a nossa maneira de substituir. Fazemos pães, moro na roça, então tem essa facilidade. Fazemos tudo sem açúcar”.

    No programa, ele também falou sobre as crises de depressão. No programa de Angélica, ele explicou que sair das redes sociais ajudou: “Tenho uma saúde mental que exige cuidados. É genético e não tenho como mudar, mas tenho como tentar contornar. Como tenho históricos terríveis de suicídio na minha família, identifiquei que a minha principal fonte de ansiedade e medo era a rede social. Para que eu vou alimentar uma coisa que me faz mal?”

    Padre Fábio de Melo vive com doença 'terrível' há mais de 20 anos

  • Oruam é seguido por Drake no Instagram e mostra conversa com o rapper

    Oruam é seguido por Drake no Instagram e mostra conversa com o rapper

    Oruam se declarou ao rapper canadense após se surpreender com interação nas redes sociais; “Um dia vou fazer uma parceria com você, do Rio para o mundo”, escreveu o brasileiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O rapper canadense Drake, 39, começou a seguir o brasileiro Oruam, 25, no Instagram.

    Oruam postou nos stories a notificação de que havia sido seguido pelo rapper. “Mãe disse que o mundo ia saber meu nome”, escreveu na publicação.

    Depois, ele mostrou um print de uma conversa com Drake. Nas mensagens privadas, o rapper gringo responde ao story de Oruam com um emoji de cabra — em inglês, “goat”, que também é abreviação para “o melhor de todos os tempos”.

    Em seguida, Drake demonstra apoio ao brasileiro. “Orando por você, amo a sua música”, diz.

    Oruam expressa sua admiração pelo rapper. “Deus é Deus, só alcançar você já é uma grande vitória, irmão. Nunca achei que conseguiria. Um dia vou fazer uma parceria com você, do Rio para o mundo”, escreveu.

    Drake topa o feat e relembra o fiasco no Lollapalooza. “Sim, e podemos nos apresentar no Brasil. Estou devendo isso, porque da última vez os produtores estragaram o meu show”, disse. Drake cancelou sua apresentação na edição de 2023 do festival horas antes do horário em que subiria ao palco.

    Oruam é seguido por Drake no Instagram e mostra conversa com o rapper

  • Lembra dela? Ex-Casa dos Artistas comemora 57 anos: 'agradecer'

    Lembra dela? Ex-Casa dos Artistas comemora 57 anos: 'agradecer'

    Casada com o lutador Eduardo Santoro, Syang é mãe de duas filhas, Manuela e Nina. Em uma publicação nas redes sociais, a artista comemorou o aniversário com uma mensagem de gratidão. “Hoje é o primeiro dia do meu ano novo, mais um ano dado por meu Deus! Sou muito grata por tudo e por todos em minha vida, só tenho a agradecer. Meu aniversário!”, escreveu.

    A cantora e guitarrista Syang, que participou da segunda edição do reality Casa dos Artistas, exibido pelo SBT em 2002, completou 57 anos nesta sexta-feira (7). Atualmente, ela mora na Califórnia, nos Estados Unidos, onde trabalha como instrutora de jiu-jítsu.

    Casada com o lutador Eduardo Santoro, Syang é mãe de duas filhas, Manuela e Nina. Em uma publicação nas redes sociais, a artista comemorou o aniversário com uma mensagem de gratidão. “Hoje é o primeiro dia do meu ano novo, mais um ano dado por meu Deus! Sou muito grata por tudo e por todos em minha vida, só tenho a agradecer. Meu aniversário!”, escreveu.

    Durante sua participação na Casa dos Artistas 2, Syang se destacou pela personalidade forte e chegou a se aproximar do modelo Gustavo Mendonça, o que causou ciúmes em seu então marido e empresário, Daniel Sabbá. Ele morreu em março deste ano.

    Ainda em 2002, ano em que participou do reality, Syang lançou o livro de contos eróticos No Cio, no qual relatou experiências sexuais próprias e de amigos.

    A artista, que ficou conhecida nos anos 1990 por sua carreira no rock nacional e por integrar a banda de heavy metal PUS, hoje leva uma vida mais reservada nos Estados Unidos, dedicando-se ao esporte e à família.

    Lembra dela? Ex-Casa dos Artistas comemora 57 anos: 'agradecer'

  • Por unanimidade, STF mantém condenação de Bolsonaro e aliados

    Por unanimidade, STF mantém condenação de Bolsonaro e aliados

    Os votos foram proferidos pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia; colegiado rejeitou os chamados embargos de declaração

    Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram manter a condenação ex-presidente Jair Bolsonaro e mais seis réus na ação penal da trama golpista.

    Com placar de 4 votos a 0, o colegiado rejeitou os chamados embargos de declaração, recursos que foram protocolados pelas defesas dos condenados para evitar a execução das penas em regime fechado. 

    Os votos foram proferidos pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.  

    Luiz Fux não votou. No mês passado, o ministro mudou para a Segunda Turma da Corte após votar pela absolvição de Bolsonaro. 

    Com os quatro votos proferidos, o julgamento virtual está encerrado. Prisão 
    A partir de agora, caberá a Alexandre de Moraes decidir quando Bolsonaro e os demais réus serão presos. 

    A medida deverá ocorrer após o ministro declarar o trânsito em julgado da ação penal, ou seja, o fim do processo e da possibilidade de recorrer. Não há prazo para a decisão. 

    A princípio, Bolsonaro e outros réus não têm direito a um novo recurso para levar o caso para o plenário. Contudo, as defesas podem insistir na tentativa de apresentá-lo. 

    Para conseguir que o caso fosse julgado novamente pelo pleno, os acusados precisavam obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2. Nesse caso, os embargos infringentes poderiam ser protocolados contra a decisão.  No dia 11 de setembro, o placar pela condenação foi de 4 votos a 1. 

    Atualmente, o ex-presidente está em prisão domiciliar em função das investigações do inquérito sobre o tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.

    Se a prisão for decretada por Moraes, o ex-presidente iniciará o cumprimento da pena definitiva pela ação penal do golpe no presídio da Papuda, em Brasília, ou em uma sala especial na Polícia Federal. 

    Os demais condenados são militares e delegados da Polícia Federal e poderão cumprir as penas em quartéis das Forças Armadas ou em alas especiais da própria Papuda.

    Diante do estado de saúde de Bolsonaro, a defesa também poderá solicitar que o ex-presidente seja mantido em prisão domiciliar, como ocorreu com o ex-presidente Fernando Collor. 

    Condenado pelo Supremo em um dos processos da Operação Lava Jato, Collor foi mandado para um presídio em Maceió, mas ganhou o direito de cumprir a pena em casa, sob monitoramento de tornozeleira eletrônica, por motivos de saúde. 

    Condenados 

    Além de Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, também tiveram os recursos negados:

    • Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022;
    • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; 
    • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal; 
    • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); 
    • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa e 
    • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). 

    O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid assinou delação premiada durante as investigações e não recorreu da condenação. Ele já cumpre a pena em regime aberto e tirou a tornozeleira eletrônica.  

    Por unanimidade, STF mantém condenação de Bolsonaro e aliados

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • É Assim que Acaba: Blake Lively pede indenização maior que lucro do filme

    É Assim que Acaba: Blake Lively pede indenização maior que lucro do filme

    O processo com acusações de assédio e difamação movido por Blake Lively começará a ser julgado em março de 2026

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Blake Lively abriu um processo milionário contra os responsáveis pelo sucesso de bilheteria “É Assim que Acaba” (2024).

    Segundo a Page Six, o valor solicitado pela atriz na Justiça ultrapassa toda a arrecadação do longa. O filme, segundo o site, fez cerca de US$ 351 milhões (R$ 1,8 bilhão) em bilheterias ao redor do mundo, sendo US$ 148,5 milhões (R$ 800 milhões) apenas nos Estados Unidos e mais US$ 202,9 milhões (R$ 1 bilhão) internacionalmente.

    Os advogados de Lively afirmam que ela sofreu perdas estimadas em US$ 161 milhões (cerca de R$ 861 milhões em reais). O prejuízo seria resultado de uma campanha de difamação supostamente organizada pelo diretor Justin Baldoni e seus parceiros de produção. O processo pede três vezes esse valor, chegando a uma indenização de aproximadamente US$ 483 milhões (R$ 2,5 bilhões).

    Além de protagonizar o filme, Blake também atuou ao lado de Baldoni, que comandou a direção do projeto. No processo, ela acusa o cineasta e sua equipe de assédio sexual, além de alegar que o ambiente de gravação era marcado por comportamentos abusivos e clima hostil. Após o lançamento, a atriz diz ter sido alvo de uma campanha para manchar sua reputação.

    Baldoni respondeu às acusações processando Lively e o marido dela, Ryan Reynolds, por difamação. O diretor também moveu uma ação contra o New York Times, alegando que uma reportagem sobre o caso o prejudicou publicamente. Entretanto, o juiz responsável decidiu arquivar os processos movidos por Baldoni, que já anunciou intenção de recorrer.

    É Assim que Acaba: Blake Lively pede indenização maior que lucro do filme

  • Passageira angolana morre durante voo da TAAG com destino a Maputo

    Passageira angolana morre durante voo da TAAG com destino a Maputo

    A passageira teria se sentido mal, tendo os membros da tripulação prestado os primeiros socorros. No entanto, o óbito acabou por ser declarado à chegada a Maputo, em Moçambique, após serem realizadas diligências por parte das autoridades e dos serviços aeroportuárias.

    Uma passageira de um voo da companhia aérea angolana TAAG morreu durante a madrugada deste sábado, tendo o óbito sido declarado após a chegada a Maputo, Moçambique.

    Em comunicado, a companhia informou que, durante o voo DT5781, realizado na madrugada do dia 8 de novembro, foi registrada uma emergência médica a bordo envolvendo uma passageira angolana adulta, que estava acompanhada do marido.

    “Assim que a tripulação tomou conhecimento da situação de saúde da passageira, foram prestados os primeiros socorros imediatamente, e também solicitado apoio médico de emergência para a chegada”, diz a nota.

    No entanto, as autoridades médico-legais de Moçambique declararam o óbito da passageira no local.

    Ainda segundo o comunicado, foram realizadas diligências pelos serviços de saúde do aeroporto e perícias das autoridades de investigação a bordo da aeronave, com o objetivo de coletar evidências sobre as causas da morte.

    Após a conclusão dos procedimentos legais, o avião foi devidamente higienizado e desinfetado, conforme os regulamentos aplicáveis.

    “A companhia expressa as mais sinceras condolências e profundo pesar à família e aos amigos da passageira, reafirmando total colaboração com as autoridades moçambicanas e o acompanhamento de novos desdobramentos junto à família enlutada”, conclui o comunicado da TAAG.

    Passageira angolana morre durante voo da TAAG com destino a Maputo

  • China e EUA suspendem por um ano taxas portuárias mútuas

    China e EUA suspendem por um ano taxas portuárias mútuas

    A China e os Estados Unidos irão suspender a partir de segunda-feira as taxas portuárias mútuas impostas em outubro, no âmbito da última crise comercial anterior aos acordos assinados pelos presidentes dos dois países, Xi Jinping e Donald Trump.

    Especificamente, conforme indicado no final de outubro pelo Ministério do Comércio da China, essas taxas serão suspensas por um ano após Washington encerrar, em 10 de novembro, as investigações sobre os setores marítimo, logístico e de estaleiros navais do gigante asiático.

    Essas “taxas portuárias especiais” aplicadas a navios norte-americanos foram anunciadas em 10 de outubro pelo Ministério dos Transportes da China, em resposta a uma medida semelhante adotada pelos Estados Unidos em abril contra embarcações chinesas. Ambas as medidas entraram em vigor apenas quatro dias depois de serem anunciadas.

    Desde 14 de outubro, a China vinha aplicando tarifas adicionais por viagem a navios de propriedade, operação ou bandeira americana, bem como àqueles construídos nos EUA ou pertencentes a empresas com pelo menos 25% de capital norte-americano.

    As taxas aplicadas eram de 50 dólares (cerca de R$ 270) por tonelada líquida aos navios chineses que atracavam em portos dos EUA, valor que aumentaria em 30 dólares por ano até 2028. Já os navios americanos que chegavam aos portos chineses pagavam 56 dólares por tonelada líquida, com aumento gradual até 157 dólares também até 2028.

    Tanto representantes do setor quanto analistas alertaram que essas medidas elevariam os custos operacionais do transporte marítimo, podendo causar mudanças nas rotas comerciais ou reduções nos volumes de carga, em um setor já pressionado pelo aumento do preço dos combustíveis e pela fragilidade do comércio global.

    De acordo com estimativas da consultoria Alphaliner, citadas pela agência EFE, se as taxas fossem mantidas, as dez maiores companhias marítimas poderiam pagar até US$ 3,2 bilhões (cerca de € 2,7 bilhões) em tarifas americanas até 2026. Desse total, a estatal chinesa Cosco seria responsável por aproximadamente US$ 1,53 bilhão (cerca de € 1,3 bilhão).

    Além das taxas portuárias, China e Estados Unidos também concordaram em reduzir algumas tarifas impostas nos últimos meses, suspender certas restrições de exportação — como as anunciadas pela China em outubro sobre terras raras — e retomar o comércio agrícola entre os dois países.

    China e EUA suspendem por um ano taxas portuárias mútuas

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Mulher atira bebida quente em gerente do McDonald's nos EUA; vídeo

    Mulher atira bebida quente em gerente do McDonald's nos EUA; vídeo

    A mulher já foi identificada pelas autoridades, depois de compartilharem o vídeo nas redes sociais. No entanto, ainda não foi possível localizá-la. Supostamente, a suspeita ficou chateada por ter estado mais de uma hora à espera do pedido, tendo atirado uma bebida quente nas costas da gerente do estabelecimento de fast food.

    Uma mulher jogou uma bebida quente em uma funcionária de um McDonald’s em Michigan, nos Estados Unidos. O momento foi registrado por clientes que estavam no local.

    De acordo com o New York Post, citando as autoridades, a mulher — identificada como Casharra Brown — foi vista discutindo com a gerente do restaurante na manhã da última terça-feira, 4 de novembro.

    Segundo relatos, Brown reclamava que seu pedido feito online havia demorado mais de uma hora e exigia um reembolso.

    “O café já está pronto. Essa é a única cobrança que será feita. O reembolso pode levar até 48 horas”, explicou a funcionária.
    No momento em que a atendente virou de costas, Casharra Brown jogou o líquido quente nas costas dela, gritando:

    “Vai se f*****, vadia!”.
    No vídeo, é possível ouvir a funcionária gritando de dor após ser atingida pelo café. De acordo com a Fox News, ela sofreu ferimentos leves.

    O Departamento de Polícia de Buena Vista compartilhou o vídeo nas redes sociais para tentar identificar a agressora, e recebeu cerca de 100 denúncias. Pouco depois, o jornal MLive informou que foi emitido um mandado de prisão contra Casharra Brown.

    “Devemos ter recebido cerca de 100 denúncias”, disse o detetive Russ Pahssen à imprensa, acrescentando que as autoridades já sabiam o endereço da suspeita, de 48 anos, mas ainda não haviam conseguido localizá-la.

    Mulher atira bebida quente em gerente do McDonald's nos EUA; vídeo