Autor: REDAÇÃO

  • Juan Paiva vai participar da série criada por Cauã Reymond

    Juan Paiva vai participar da série criada por Cauã Reymond

    A série “Jogada de Risco”, de Cauã Reymond, contará com oito episódios, com gravações previstas de novembro a janeiro, no Rio de Janeiro; Ricardo Teodoro e Letícia Colin também estarão na produção

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Juan Paiva já tem novo projeto na Globo. Ainda gravando cenas de Samuel na novela “Dona de Mim”, o ator está confirmado no elenco de “Jogada de Risco”, série criada e estrelada por Cauã Reymond. Na trama, Juan interpreta um jovem atleta em ascensão que é agenciado por Maurício, personagem de Cauã, César Ribeiro em “Vale Tudo”.

    A série para o Globoplay não marca o primeiro trabalho da dupla. Juan e Cauã já contracenaram em “Um Lugar ao Sol” (2021), quando interpretaram melhores amigos.

    O elenco também inclui Mariana Sena, a Glorinha de “Garota do Momento”, que será Cris, braço direito do protagonista. Marcos Frota viverá o pai de Maurício, um homem envolto em polêmicas, enquanto Marcelo Adnet interpretará um empresário de jogadores.

    Ricardo Teodoro, o Olavo de “Vale Tudo”, dará vida a Walter, um agiota que cruza o caminho do protagonista. Letícia Colin interpretará uma cafetina responsável por selecionar mulheres para as festas de Maurício, e Maria Bopp também terá um papel de destaque na história.

    A série contará com oito episódios, com gravações previstas de novembro a janeiro, no Rio de Janeiro. Entre as locações planejadas está o Estádio Nilton Santos, no Engenho de Dentro, Zona Norte da cidade. A redação final é de Thiago Dottori, e a direção fica por conta de Bruno Safadi.

    Juan Paiva vai participar da série criada por Cauã Reymond

  • Lula diz a aliados que deve escolher Messias para o STF

    Lula diz a aliados que deve escolher Messias para o STF

    A expectativa entre seus aliados é que o anúncio do escolhido para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso ocorra ainda esta semana

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) disse a aliados que pretende indicar o titular da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, para o STF (Supremo Tribunal Federal). A expectativa entre seus aliados é que o anúncio ocorra ainda esta semana.

    A apresentação do pedido de aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso ainda nesta quarta-feira (15) –assinado por Lula e publicado no Diário Oficial desta quarta– e a forte pressão por outro nome que não o de Messias podem precipitar a decisão. Lula diz a interlocutores que Messias está maduro para a função.

    Messias conquistou o reconhecimento de Lula ao longo do governo. Ele aproximou-se do presidente já na montagem do governo. No papel de coordenador jurídico da transição, atuou na redação de decretos de reestruturação da Esplanada, incluindo a definição do orçamento para 2023.

    Desde então, tem mostrado lealdade e combatividade, na opinião de aliados do presidente.

    Lula diz a aliados que deve escolher Messias para o STF

  • Delegados apontam erros da polícia na investigação da morte de Odete Roitman

    Delegados apontam erros da polícia na investigação da morte de Odete Roitman

    Falta de isolamento completo do andar no Copacabana Palace é criticado por especialistas; delegado afirma que investigação deveria ouvir outros hóspedes e analisar imagens de todo hotel

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Foi no Copacabana Palace. Quarto 604. Um tiro e cinco principais suspeitos. A vítima: Odete Roitman. A cena faz parte de um dos maiores mistérios da teledramaturgia brasileira, envolvendo a vilã interpretada por Débora Bloch, no remake de “Vale Tudo”, da TV Globo.

    A investigação do crime é conduzida pela polícia. A Folha de S.Paulo conversou com delegados e um advogado sobre esse processo -eles apontaram falhas na condução da análise sobre a morte. A expectativa é que o mistério seja desvendado no último capítulo da novela, que será exibido nesta sexta-feira (17).

    Caso a investigação seguisse os padrões da vida real, haveria indícios de erros que poderiam comprometer a solução do caso. Entre as falhas mais evidentes está a falta de isolamento adequado da cena do crime. Na novela, apenas o quarto da vilã foi isolado, permitindo a aproximação de curiosos. A barreira, inclusive, é rompida pelo marido da vítima, César Ribeiro (Cauã Reymond).

    Para o delegado Adriano Soares, do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil de Minas Gerais, o correto seria isolar todo o andar. “Isso não seria possível, pois [o indicado] é que policiais façam a preservação do local.”

    Segundo ele, ao invadir a cena, como fez César, seria possível apagar vestígios valiosos, como uma pegada com sangue ou resíduos, que poderiam indicar o autor do crime. Soares também chama atenção para o ritmo da investigação.

    “Os investigadores deveriam entrevistar os hóspedes dos quartos e os funcionários do hotel”, afirma ele, que também destaca o fato de o delegado avisar que o viúvo que será chamado para prestar depoimento no dia seguinte.
    “Ele pode ser suspeito ou testemunha, mas quanto mais cedo se colhem informações, maiores são as chances de elucidar o caso”, explica. O ideal é que o interrogatório acontecesse naquela mesma noite.

    “O delegado não avisa que vai conversar no dia seguinte. A pessoa pode fugir, criar álibis ou adotar estratégias para atrapalhar a investigação”, diz.

    Outro fator que também causa estranheza é que a polícia realizou apenas a verificação das digitais ao encontrar a suposta arma do crime. Para os especialistas, deveriam ter sido realizados outros exames também.

    “É importante a coleta de digitais, mas é mais importante que seja realizada a microcomparação balística com os projetis que foram encontrados no apartamento, para saber se os disparos que mataram a Odete realmente saíram daquela arma”, diz o delegado da DHPP, que também cita a polícia deveria buscar imagens de toda a movimentação do hotel na hora do crime e não apenas do corredor do quarto da vilã.

    Ele ainda comenta outra cena que chamou atenção dos telespectadores, em que os cinco suspeitos -Heleninha (Paolla Oliveira), Maria de Fátima (Bella Campos), Marco Aurélio (Alexandre Nero), César e Celina (Malu Galli)- sentam lado a lado e aguardam a vez para prestar depoimento.

    A conduta não é usada na vida real. Para evitar que os suspeitos saibam da linha de investigação da polícia e troquem informações entre si, é indicado que os depoimentos sejam marcados em horários diferentes.

    A cena foi criticada pelo Conselho Federal da OAB (Ordem de Advogados do Brasil), que, em nota, comentou que é ilegal que o investigador ou delegado chame cinco suspeitos para depor no mesmo dia e alerta sobre a falta de advogados durante o interrogatório.

    “Ninguém deve ser ouvido em investigação, interrogatório ou audiência sem a presença de um advogado”, disse o órgão. O delegado mineiro reforça que a presença do advogado não é obrigatória, mas ela pode acontecer e o suspeito tem o direito de permanecer em silêncio.

    Já o delegado Roberto Miranda, da Polícia Civil de São Paulo, analisa que os suspeitos do crime da dramaturgia são, em sua maioria, pessoas de renda alta, que normalmente são acompanhadas de advogados.

    Além disso, ele nota que o delegado da novela ouve mais do que faz questionamentos. “Ali, o suspeito tem uma narrativa fluída. Na realidade, eles são muito mais inquiridos do que falam”, diz Miranda.

    O advogado criminalista Matheus Falivene, especialista em delação premiada, afirma que a polícia deveria buscar uma lista dos funcionários e hóspedes. Afinal, o assassino pode ter entrado não apenas pela porta, mas talvez tenha tido outro acesso, como a janela do quarto.

    Além disso, a investigação deveria ter diferentes linhas de suspeita e, além de homicídio, considerar a possibilidade de feminicídio, uma vez que a bilionária era casada -também, não seria de bom-tom ignorar um possível latrocínio. “Por isso, é importante o isolamento da cena para que se saiba se sumiram ou não itens da vítima.”

    Falivene diz ainda que casos assim são complexos e com julgamentos demorados. Por isso, é comum que os envolvidos já apresentem uma defesa desde o início. “Mesmo sendo inocente, é necessário trabalhar a inocência dele. Se não faz isso, pode ser acusado erroneamente.”

    Outra hipótese relevante seria a coautoria: alguém pode ter executado o crime, mas outro pode tê-lo idealizado. Nessa situação, seria plausível, segundo Falivene, que o delegado solicitasse prisão temporária dos suspeitos para evitar que combinassem versões ou destruíssem provas.

    No fim, entre erros processuais e liberdade da dramaturgia, o assassinato de Odete Roitman é alvo de teorias conspiratórias nas redes sociais e há quem aposte em cálculos sobre a trajetória da bala. Agora, resta saber quem, com lastro e intimidade, teve coragem de desferir uma agressão dessa monta contra a vilã.

    Delegados apontam erros da polícia na investigação da morte de Odete Roitman

  • Dólar fecha em queda e Bolsa avança com expectativa sobre novo corte de juros nos EUA

    Dólar fecha em queda e Bolsa avança com expectativa sobre novo corte de juros nos EUA

    A moeda norte-americana fechou em queda de 0,14% nesta quarta-feira (15), cotado a R$ 5,462; a Bolsa subiu 0,64%, a 142.603 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 0,14% nesta quarta-feira (15), cotado a R$ 5,462, com o mercado repercutindo o discurso do presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) na véspera.

    Jerome Powell destacou a desaceleração no mercado de trabalho norte-americano como um dos principais pontos que a autarquia levará em conta nas próximas decisões de política monetária, alimentando expectativas de que o ciclo de corte de juros continuará no encontro do fim do mês.

    A perspectiva de mais reduções desvalorizou o dólar globalmente: o índice DXY -que compara a força da moeda norte-americana a outras seis divisas pares- caiu 0,3%, a 98,75 pontos.

    O clima também foi de apetite por risco nos mercados acionários. Aqui, a Bolsa subiu 0,64%, a 142.603 pontos. Em Wall Street, o S&P500 avançou 0,26%; o Nasdaq Composite, 0,66%.

    Segundo Powell, as perspectivas para a inflação e o emprego parecem ter mudado pouco desde o último encontro do Fed em setembro, quando os dirigentes reduziram as taxas de juros e projetaram mais dois cortes neste ano.

    O mercado de trabalho, ao mesmo tempo, está dando sinais de fraqueza. “As evidências disponíveis sugerem que tanto as demissões quanto as contratações permanecem baixas, e que tanto as percepções das famílias sobre a disponibilidade de empregos quanto as percepções das empresas sobre a dificuldade de contratação continuam em trajetória descendente”, disse.

    Esse marasmo de poucas contratações e poucas demissões, no entanto, corre em paralelo à atividade econômica “mais firme do que o esperado”, e os sinais mistos estão levando as autoridades do Fed a adotar uma abordagem “reunião por reunião” para decidir sobre a taxa de juros, afirmou Powell.

    Os comentários do presidente do Fed, na avaliação do mercado, reforçaram a perspectiva de que o ciclo de cortes de juros deve continuar nas próximas reuniões. “Um corte de juros em outubro está dado”, afirma Julia Coronado, fundadora da empresa de pesquisa MacroPolicy Perspectives e ex-economista do Fed. “Nada mudou a perspectiva de que ainda há riscos de queda no mercado de trabalho.”

    Na ferramenta CME Fed Watch, operadores precificam quase 100% de chance de uma nova redução de 0,25 ponto percentual no encontro dos dias 28 e 29 de outubro, repetindo a dose da reunião passada. A taxa de juros do Fed está na banda de 4% e 4,25% desde então.

    De lá para cá, porém, o governo federal dos EUA entrou em uma paralisação que suspendeu a divulgação de novos dados oficiais. O Departamento do Trabalho adiou a publicação do relatório “payroll” de setembro, por exemplo, mas convocou funcionários para preparar os dados do índice de preços ao consumidor de setembro, que serão divulgados ainda este mês.

    O Fed trabalha com um mandato duplo, isto é, observa de perto os dados de inflação e desemprego para balizar as decisões de juros. O momento é particularmente sensível para ficar sem os números oficiais: com a inflação ainda acima da meta de 2% e o mercado de trabalho resfriando, os dirigentes estão se dividindo sobre o rumo da política monetária.

    Powell disse que estão buscando fontes alternativas de dados do setor privado, mas enfatizou a importância dos dados governamentais, que ele chamou de “padrão ouro”.

    “Não esperamos conseguir repor os dados que não estamos recebendo”, disse Powell. “Começaremos a sentir falta desses dados, principalmente os de outubro. Se isso continuar por um tempo, eles não os coletarão, e a situação pode se tornar mais desafiadora.”

    A taxa de juros dos Estados Unidos -e as projeções em torno dela- dita o humor dos investidores globalmente. Quando ela está estacionada em patamares elevados, operadores tendem a tirar recursos de outros mercados para aplicar na renda fixa americana, o investimento mais seguro do mundo, o que favorece o dólar ante as demais moedas. Quando ela cai, esses recursos são pulverizados para outras praças, desvalorizando o dólar.

    Em relação ao Brasil, há ainda o diferencial de juros jogando a favor. Quanto maior a diferença entre a taxa americana e a Selic, mais rentável é a estratégia conhecida como “carry trade”.

    Nela, pega-se dinheiro emprestado a taxas baixas, como a dos EUA, para investir em ativos com alta rentabilidade, como a renda fixa brasileira. Assim, quanto mais atrativo o carry trade, mais dólares tendem a entrar no Brasil, o que ajuda a valorizar o real.

    Ainda na seara internacional, as tensões entre Estados Unidos e China seguem no radar. Na terça, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, acusou Pequim de tentar prejudicar a economia mundial ao restringir as exportações de terras raras e minerais críticos.

    Na semana passada, o governo de Xi Jinping anunciou a adoção de controles de exportação que devem causar rupturas no fornecimento global de terras raras, produtos essenciais para uma série de indústrias, da automobilística à de defesa. Pelas novas regras, empresas estrangeiras precisarão obter autorização de Pequim para exportar ímãs críticos e outros produtos que contenham até pequenas quantidades de terras raras extraídas da China.

    Citando a “posição extraordinariamente agressiva” dos chineses na imposição de “controles de exportação para todos os tipos de produtos”, o presidente Donald Trump anunciou tarifas adicionais de 100% sobre produtos da China a partir do dia 1º de novembro na sexta-feira.

    Em resposta, o Ministério do Comércio chinês defendeu o diálogo, mas disse estar disposto a “ir até o fim” caso os EUA não voltem atrás nas sobretaxas adicionais de 100%. “Se os Estados Unidos optarem pelo confronto, a China o levará até o fim; se optarem pelo diálogo, nossa porta permanecerá aberta”, afirmou na terça.

    O cenário reacende o risco de uma guerra comercial, semelhante à do início do ano, quando Trump impôs tarifas de 145% sobre produtos chineses e Xi respondeu com 125% sobre mercadorias americanas. Depois de meses de cabo de guerra, as sobretaxas foram reduzidas para 30% sobre a China e 10% sobre os EUA.

    O fim de semana foi de moderação de tom, e Bessent, depois de retomar a retórica mais dura na véspera, disse nesta quarta que Trump está pronto para se encontrar com Xi Jinping. Eles têm uma reunião marcada para o dia 29 de outubro.

    À CNBC afirmou que os EUA não queriam intensificar o conflito com a China e não queriam se dissociar da segunda maior economia do mundo. Ele disse que foi devido à confiança entre Trump e Xi que o conflito comercial entre os dois países não aumentou ainda mais.

    Dólar fecha em queda e Bolsa avança com expectativa sobre novo corte de juros nos EUA

  • Ancelotti define base, mas seleção tem disputas abertas em todas as posições

    Ancelotti define base, mas seleção tem disputas abertas em todas as posições

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A inesperada derrota de virada para o Japão, por 3 a 2, no amistoso de terça-feira (14), não deve alterar o planejamento de Carlo Ancelotti para os oito meses que antecedem a Copa do Mundo de 2026. O treinador italiano pretende usar os jogos de novembro para realizar novos testes antes de definir a lista para o Mundial.

    Segundo a programação da comissão técnica, a ideia é ter o grupo do Mundial praticamente definido já nos dois amistosos marcados para março de 2026. Essas partidas serão as últimas antes da convocação final.

    Ancelotti afirmou em mais de uma ocasião que já tem em mente “15 ou 16 nomes” dos 26 que levará para o torneio.

    Os dois jogos realizados nos últimos dias não mudaram muito esse quadro: a base titular foi bem no primeiro duelo, uma vitória por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul em Seul, e os reservas, escalados no segundo, a derrota para o Japão em Tóquio, não aproveitaram a oportunidade.

    Com os atletas chamados para os compromissos na Ásia, o técnico chegou a 45 jogadores convocados desde maio, quando assumiu o cargo. Ele é o quarto treinador do ciclo 2022-2026, o que dificultou a consolidação de um elenco com antecedência. No ciclo anterior, Tite tinha poucas dúvidas no ano que antecedeu a Copa no Qatar.

    Ancelotti, por outro lado, ainda vê disputas abertas em todos os setores. A ideia é ampliar as observações em novembro, quando o Brasil deverá enfrentar Senegal e Tunísia, ambos na Europa. O plano é dar prioridade a atletas que atuam no futebol brasileiro.

    “Até a Data Fifa de novembro, podemos experimentar algumas coisas e dar mais oportunidades a outros jogadores”, explicou o técnico, que levou para a Ásia apenas quatro atletas do Brasil: Hugo Souza, Fabrício Bruno, Vitinho e Paulo Henrique.

    Nenhum deles se destacou, e Fabrício Bruno, zagueiro do Cruzeiro, acabou marcado pelas falhas contra o Japão.

    “Peço que as pessoas não sejam covardes a ponto de me crucificar por um erro que, infelizmente, aconteceu”, disse o defensor, que foi mal em dois gols da partida.

    Entre os que jogam na Europa, a derrota para o Japão também pesa para Richarlison. Ele e Bruno Guimarães são os únicos que atuaram nas seis partidas sob o comando de Ancelotti. O volante do Newcastle virou peça-chave no elenco, algo que não conseguiu alcançar o atacante do Tottenham.

    Sem marcar pela seleção desde a Copa de 2022, Richarlison vê seu espaço ameaçado. Diante do Japão, perdeu uma boa chance de empatar o jogo e evitar a derrota. Embora conte com a confiança de Ancelotti -com quem trabalhou no Everton–, ele não tem aproveitado bem as oportunidades.

    Saiu-se de maneira melhor o quarteto escalado contra a Coreia do Sul, formado por Estêvão, Matheus Cunha, Rodrygo e Vinicius Junior. Raphinha e Gabriel Martinelli também vivem bom momento com o treinador.

    O setor ofensivo é um dos mais concorridos. Há nomes que nem sequer foram chamados por Ancelotti ainda e que podem aparecer na lista final, como Neymar.

    Antes do amistoso contra o Japão, o treinador da seleção foi novamente questionado sobre um possível retorno do jogador à equipe. Segundo ele, o atacante do Santos tem espaço em qualquer time do mundo desde que esteja bem fisicamente.

    Essa é uma realidade, porém, que parece distantes. O atleta vem convivendo com recorrentes lesões e não atua há mais de um mês, por causa de um problema na coxa direita. Sua última atuação foi em 14 de setembro.

    “Quando está em boas condições físicas, ele tem qualidade para atuar não apenas no Brasil mas em qualquer time do mundo, por causa do seu talento”, disse Ancelotti.

    Os 45 convocados por Carlo Ancelotti na seleção

    GOLEIROS
    Alisson – Liverpool
    Hugo Souza – Corinthians
    Bento – Al Nassr
    Ederson – Fenerbahçe
    John – Nottingham Forest

    ZAGUEIROS
    Marquinhos – PSG
    Fabrício Bruno – Cruzeiro
    Gabriel Magalhães – Arsenal
    Beraldo – PSG
    Éder Militão – Real Madrid
    Léo Ortiz – Flamengo
    Alexsandro – Lille

    LATERAIS
    Wesley – Roma
    Vitinho – Botafogo
    Vanderson – Monaco
    Paulo Henrique – Vasco
    Carlos Augusto – Inter de Milão
    Alex Sandro – Flamengo
    Caio Henrique – Monaco
    Douglas Santos – Zenit
    Danilo – Flamengo

    MEIO-CAMPISTAS
    João Gomes – Wolverhampton
    Éderson – Atalanta
    André – Wolverhampton
    Joelinton – Newcastle
    Andrey Santos – Chelsea
    Jean Lucas – Bahia
    Gerson -Zenit
    Bruno Guimarães – Newcastle
    Casemiro – Manchester United
    Lucas Paquetá – West Ham
    Andreas Pereira – Palmeiras

    ATACANTES
    Rodrygo – Real Madrid
    Vinicius Junior – Real Madrid
    Estêvão – Chelsea
    Matheus Cunha – Manchester United
    Gabriel Martinelli – Arsenal
    Igor Jesus – Nottingesquham Forest
    Luiz Henrique – Zenit
    Richarlison – Tottenham
    Raphinha – Barcelona
    Kaio Jorge – Cruzeiro
    João Pedro – Chelsea
    Samuel Lino – Flamengo
    Antony – Betis

    Ancelotti define base, mas seleção tem disputas abertas em todas as posições

  • Governo Trump dá carta branca à CIA para derrubar Maduro na Venezuela

    Governo Trump dá carta branca à CIA para derrubar Maduro na Venezuela

    Operações letais, bombardeios contra o país e até mesmo plano para capturar ditador estariam sendo considerados; EUA aumentaram consideravelmente presença militar no Caribe nos últimos meses, e Caracas teme invasão

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo Donald Trump autorizou oficialmente a CIA, a agência de espionagem dos Estados Unidos com longo histórico de interferência na América Latina, a realizar operações secretas e letais dentro da Venezuela com o objetivo de derrubar o ditador Nicolás Maduro do poder.

    A informação foi antecipada pelo jornal The New York Times e confirmada por Trump horas depois. Em conversa com a imprensa na Casa Branca, o republicano disse que a Venezuela “está sentindo a pressão”.

    A autorização formal da Casa Branca significa que a CIA tem agora permissão de agir unilateralmente ou em conjunto com uma operação militar de larga escala -isto é, uma invasão da Venezuela, cenário extremo temido por Caracas.
    O New York Times afirma que Trump decidiu autorizar as operações secretas da CIA depois de abandonar esforços diplomáticos com a ditadura venezuelana, avaliando que pouco progresso foi feito.

    A Casa Branca chegou a recusar um acordo que daria aos EUA participação dominante na indústria de petróleo da Venezuela, país com as maiores reservas de óleo do mundo, em favor de perseguir uma estratégia de derrubar Maduro do poder por meio da força. Essa seria a opção preferida pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e pelo diretor da CIA, John Ratcliffe.

    Rubio, filho de cubanos exilados, fez carreira política como forte opositor de regimes de esquerda na América Latina, e defende há tempos a retirada de Maduro do poder. Recentemente, o chefe da diplomacia americana chamou o ditador de governante ilegítimo e narcoterrorista.

    Ainda não há informações indicando que Trump tenha tomado a decisão de invadir o país sul-americano. Nos últimos meses, seu governo aumentou consideravelmente a presença militar americana no Caribe, e o país hoje conta com mais de 10 mil soldados, oito navios de guerra e um submarino mobilizados na região. No total, é mais poder de fogo do que toda a Venezuela.

    Ainda segundo o New York Times, o governo Trump considera autorizar também bombardeios e ataques aéreos diretamente em território venezuelano, o que quase certamente significaria um estado de guerra aberta contra o país.

    Mas essa possibilidade pode esbarrar em questões jurídicas. A Constituição americana estabelece que o poder de declarar guerra é exclusivo do Congresso, o que exigiria apoio do Partido Democrata. Também por essa razão, a Casa Branca busca justificar ações contra a Venezuela afirmando que são parte de uma campanha contra o narcotráfico -como os ataques que mataram 27 pessoas nas águas internacionais próximas ao país desde setembro.

    Recentemente, de acordo com a imprensa americana, o governo Trump comunicou formalmente ao Congresso que os EUA estão “em situação de conflito armado” com narcotraficantes latino-americanos. Essa notificação permitiria ataques unilaterais em contextos em que não há perigo para forças americanas, como é o caso dos barcos destruídos.

    Nesta quarta, Trump disse que, se as embarcações estão carregando drogas, elas são “alvos legítimos”, mas o Pentágono não apresentou provas de que os barcos estavam levando substâncias ilícitas aos EUA. A principal rota do tráfico de cocaína em direção à América do Norte passa pelo Oceano Pacífico e pela fronteira com o México, não pelo Caribe.

    Também como parte da pressão exercida contra a Venezuela, o governo Trump diz que Maduro é o chefe do suposto Cartel de los Soles, que especialistas afirmam não existir, e sustenta que o ditador teria ligações com a facção Tren de Aragua, uma hipótese questionada por relatórios da própria inteligência americana.

    Além disso, em agosto, o Departamento de Justiça dos EUA dobrou a recompensa por informações que levem à captura de Maduro, oferecendo agora US$ 50 milhões (R$ 272 milhões) e classificando o ditador de um dos maiores narcotraficantes do mundo e ameaça à segurança americana.

    A CIA e o governo dos EUA têm longo histórico de interferência e patrocínio a golpes na América Latina, incluindo aquele que removeu João Goulart da Presidência em 1964 e instalou a ditadura militar no Brasil, período marcado por tortura, assassinatos e desaparecimentos contra dissidentes políticos.

    Governo Trump dá carta branca à CIA para derrubar Maduro na Venezuela

  • Ator de 'Esqueceram de Mim' é internado após emergência médica

    Ator de 'Esqueceram de Mim' é internado após emergência médica

    Daniel Stern reduziu os trabalhos em Hollywood e vive em uma fazenda, onde trabalha como criador de gado, escultor e cultiva tangerinas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Daniel Stern, 68, que viveu o ladrão Marv em “Esqueceram de Mim”, foi hospitalizado no início do mês após uma emergência médica.

    O Corpo de Bombeiros do Condado de Ventura, na Califórnia, confirmou que atendeu a um chamado na casa do ator. Stern foi auxiliado pelos bombeiros e levado a um hospital. Não foram revelados mais detalhes do ocorrido.

    Ele “está bem de saúde”, confirmou um assessor de imprensa do ator ao Daily Mail. Stern também já foi liberado do hospital.

    Daniel Stern reduziu os trabalhos em Hollywood e vive em uma fazenda. Ele trabalha como criador de gado, escultor e cultiva tangerinas. Seu último trabalho foi uma participação na série “For All Mankind”, da Apple TV+, em episódios exibidos entre 2023 e 2024.

    Ator de 'Esqueceram de Mim' é internado após emergência médica

  • Hugo Calderano e Bruna Takahashi são campeões do Pan-Americano nos EUA

    Hugo Calderano e Bruna Takahashi são campeões do Pan-Americano nos EUA

    O carioca Hugo Calderano e a paulista Bruna Takahashi são os novos campeões das Américas na dupla mistas do tênis de mesa. É o terceiro título da dupla, apelidada pelos torcedores de Calderashi, nesta temporada. Na final disputada noite de terça-feira (14), os brasileiros venceram com tranquilidade os porto-riquenhos Steven Moreno e Brianna Burgos por 3 sets a 0 (parciais de 11/5, 11/7 e 11/4) em pouco mais de 20 minutos de jogo.

    “Foi um jogo muito bom, [estamos] muito felizes com esse título né, é um campeonato muito importante. Feliz com nossa performance ao longo do torneio e na final também”, comemorou Calderano, número 3 do mundo, ao lado de Takahashi (19ª no ranking feminino), em postagem nas redes sociais.


     

    Mal deu tempo de comemorar. Na manhã desta quarta (15), os brasileiros competiram na simples e também avançaram às finais individuais. Calderano se classificou com vitória sobre o chileno Nicolas Burgos por 4 sets a 2 (11/5, 11/5, 11/6, 10/12, 9/11 e 11/5), mesmo placar do triunfo de Takahashi na semifinal contra a canadense MO Zhang, com parciais de 8/11, 11/7, 11/6, 9-11, 11/5 e 11/5.

    As decisões de simples começam a partir das 18h (horário de Brasília). Atual tetracampeão consecutivo, Calderano vai brigar pelo hexa contra o vencedor da semi entre o argentino Horacio Cifuentes e o americano Kanak Jha. O primeiro título foi obtido pelo carioca em 2017.

    Em busca do título inédito, Takahashi terá pela frente uma rival conhecida: a porto-riquenta Adriana Diaz, tricampeã do Pan. No histórico de 27 confrontos entre as duas, Diaz emplacou 17 vitórias.

    Antes, a partir das 17h, os brasileiros Leonardo Iizuka e Guilherme Teodoro lutam pelo título de duplas masculinas contra os chilenos Nicolas Burgos e Gustavo Gomes.

    A delegação brasileira conta com oito atletas no Pan-Americano (metade em cada gênero), que termina no próximo domingo (19).

    Recentemente, o Flamengo fez postagens provocativas ao Estudiantes após a classificação na Libertadores e a publicação revoltou muitos dos jogadores

    Folhapress | 16:36 – 15/10/2025


    Hugo Calderano e Bruna Takahashi são campeões do Pan-Americano nos EUA

  • Correios negociam empréstimo de R$ 20 bilhões para equilibrar contas

    Correios negociam empréstimo de R$ 20 bilhões para equilibrar contas

    Entre as medidas de reestruturação anunciadas pelos Correios, estão o corte de despesas operacionais e administrativas, a busca pela diversificação de receitas e a recuperação da liquidez da empresa

    Os Correios apresentaram, nesta quarta-feira (15), as medidas que integram a primeira fase do plano de reestruturação financeira e operacional para garantir sustentabilidade e modernização da estatal.

    Entre elas, a empresa negocia com bancos o empréstimo de R$ 20 bilhões, com garantia do Tesouro Nacional, para custear as operações dos Correios e equilibrar financeiramente a instituição no biênio 2025-2026 e para gerar lucro a partir de 2027.

    Segundo o novo presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, que está no cargo há 21 dias, um dos fatores que contribuíram para as contas negativas foi a crescente concorrência no comércio eletrônico.

    “A nossa empresa não se adaptou de forma ágil a uma nova realidade e isso fez com que a gente sofresse em termos de resultados, de geração de caixa e da operação em si. Então, nos últimos anos, o que vem acontecendo na empresa é que a perda de competitividade vem fazendo com que a gente tenha perda de receitas”, admitiu Rondon.

    De acordo com o presidente, o Postalis (fundo de pensão complementar dos funcionários dos Correios e um dos maiores do país) é um dos itens relevantes de despesas da empresa pública e é preciso negociar uma solução melhor do que a existente nos dias atuais.

    Medidas anunciadas

    Entre as medidas de reestruturação anunciadas, estão o corte de despesas operacionais e administrativas, a busca pela diversificação de receitas e a recuperação da liquidez da empresa. 

    Para o cortes de despesas, a empresa lançará um novo Programa de Demissões Voluntárias (PDV), com mapeamento da força de trabalho no país inteiro e de áreas ociosas. 

    “Esse programa de demissão voluntária está sendo tratado de forma bem cuidadosa para enxergar no país onde a gente tem ineficiências e ociosidades e não trabalhar de uma forma linear, perdendo capacidade operacional onde a gente já está justo, gerando todo o potencial de resultado que a gente pode alcançar”, diz Rondon. 

    A estatal também planeja vender imóveis ociosos, o que poderá representar a entrada de recursos novos, acompanhada da redução de gastos com manutenção desses espaços.

    Para que a empresa pública volte a reequilibrar as contas, o plano financeiro prevê também a redução de custos operacionais com a renegociação de contratos com os maiores fornecedores da empresa, em busca de condições mais vantajosas, sem colocar em risco a segurança jurídica das operações.

    Os Correios, que têm como marca o serviço postal, planejam ampliar o portfólio de produtos e serviços para captar e gerar novas receitas. A empresa está fazendo um esforço de reaproximação com grandes clientes, ao mesmo tempo em que estuda experiências internacionais ligadas à rede logística, sobretudo na área de serviços financeiros, e também planeja o lançamento de produtos. 

    “Normalmente, as empresas que geram lucro conseguiram se adaptar rápido e aumentaram o portfólio de ofertas de produtos, com destaque aos serviços financeiros e serviços de seguridade, que são os carros-chefes da maioria das empresas que geram resultados positivos”, avalia o presidente da estatal. 

    Para recuperar a liquidez da empresa, entrará a mencionada negociação com as instituições financeiras para captação de recursos da ordem de R$ 20 bilhões que financiem as demais medidas de reestruturação. 

    “Estamos negociando a operação para ter reequilíbrio da empresa em 2025 e 2026, para ter tempo de adotar as medidas que começam a impactar em 2026, para em 2027 a gente conseguir iniciar um ciclo de balanço em azul. A ideia é que em 2027 a empresa já esteja reequilibrada e com lucro, em 2027.”

    Pacote anteriorApós fechar o ano de 2024 no vermelho, com o prejuízo total de R$ 2,6 bilhões, em maio deste ano, a empresa anunciou um pacote de medidas para socorrer a empresa, o que incluiu outro programa de demissão voluntária (PDV); redução de jornada de trabalho para 6 horas diárias em unidades administrativas; suspensão temporária das férias de 2025 e a decretação do fim do trabalho remoto. 

    Como resultado, a última edição do PDV do Correios foi encerrada com o pedido voluntário de demissão de cerca de 3,5 mil empregados, o que gerou uma economia anual de aproximadamente R$ 750 milhões à estatal.

    O presidente Emmanoel Rondon comparou as medidas do primeiro semestre às anunciadas agora. “Aquelas foram medidas emergenciais, não foram estruturais. O que a gente está buscando agora são medidas estruturais que permitam o equilíbrio da empresa nos próximos anos”. 

    Questionado se a direção dos Correios cogita a privatização da estatal, o novo presidente respondeu que as medidas estudadas para o curto prazo são maiores do que as que foram feitas em um passado recente e estas poderão cumprir a função de reestruturação da empresa. Rondon adiantou que novas medidas estão em análise e poderão acompanhar as ações estruturantes anunciadas nesta quarta-feira.

    “Neste momento, estamos buscando ter o equilíbrio financeiro da empresa, que as receitas dela sejam suficientes para pagar as despesas que temos todos os meses, para sair dessa discussão de viabilidade ou não da empresa. A empresa vai se colocar em pé e vai ser viável.”

    O presidente Emmanoel Rondon afirmou que os Correios têm capacidade de geração de receita. ” Se fizermos a normalização da situação de caixa dela e da operação, [os Correios] têm capacidade de gerar receita suficiente para pagar as despesas.”

    Estrutura

    Os Correios estão presentes em 100% dos municípios do Brasil. O país tem 5.568 municípios, além do Distrito Federal e do Distrito Estadual de Fernando de Noronha (PE), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A estrutura da estatal abrange mais de 10 mil agências de atendimento, mais de 8 mil unidades operacionais (de distribuição e tratamento de encomendas e correspondências), 23 mil veículos e 80 mil empregados diretos.

    Correios negociam empréstimo de R$ 20 bilhões para equilibrar contas

  • Jennifer Aniston explica decisão de não adotar uma criança

    Jennifer Aniston explica decisão de não adotar uma criança

    Atriz lembra ter passado por diversos tratamentos de fertilização in vitro ao longo de duas décadas; ela ainda lamenta a “falsa narrativa” de que teria escolhido não ser mãe por priorizar o trabalho

    RIO DE JANEIRO, rj (folhapress) – Jennifer Aniston, 52, voltou a falar sobre maternidade e, em entrevista recente, revelou o motivo de não ter buscado a adoção de uma criança após diversas tentativas de engravidar ao longo de duas décadas.

    “Queria o meu próprio DNA em uma pessoinha. É a única opção; egoísta ou não -seja lá o que isso for considerado- era o que eu queria.”

    Intérprete de Rachel, da badalada série “Friends”, Jennifer contou ter passado por diversos e dolorosos tratamentos de fertilização in vitro (FIV) e esclareceu que está em paz após os anos de tentativas frustradas: “É muito tranquilo. Chega um ponto em que foge completamente do seu controle. Não há mais nada que você possa fazer.”

    A artista, que já foi casada com Brad Pitt e Justin Theroux, afirmou que, em alguns momentos, “simplesmente não fazia parte dos planos” ter filhos.

    Ela relembrou ainda o momento difícil em que os médicos a informaram que não havia mais nada a ser feito e lamentou a “falsa narrativa” de que teria escolhido não ser mãe por priorizar o trabalho: “As pessoas não sabiam da minha história, nem do que eu vinha enfrentando nos últimos 20 anos tentando formar uma família. Não saía por aí contando meus problemas médicos. Isso não é da conta de ninguém.”

    Ela continuou lamentando as críticas: “Chega a um ponto em que você não consegue mais ignorar – essa narrativa de que eu não quis ter um bebê ou uma família porque sou egoísta, porque trabalho demais. Isso me afeta – sou apenas um ser humano. Todos somos. Por isso pensei: ‘Quer saber? Dane-se’”, disse em entrevista ao podcast Armchair Expert, apresentado por Dax Shepard e Monica Padman.

    Atualmente, Aniston é a estrela de The Morning Show, série da Apple TV+ que tem novos episódios da quarta temporada lançados às quartas-feiras.

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