Autor: REDAÇÃO

  • Vorcaro declarou pagamento de R$ 68 mi a empresa apontada como canal para pagamento de milícia

    Vorcaro declarou pagamento de R$ 68 mi a empresa apontada como canal para pagamento de milícia

    Ex-banqueiro declarou que quitou dívidas de imóveis e investimentos da Super Empreendimentos; defesas de Daniel Vorcaro, dono do Master, e de cunhado, o pastor Fabiano Zettel, preferiram não se manifestar

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Daniel Vorcaro declarou à Receita Federal ter feito pagamentos de R$ 68,66 milhões em 2023 para a Super Empreendimentos, empresa investigada pela PF (Polícia Federal) por supostamente servir de canal para o ex-banqueiro pagar a sua milícia privada e agentes públicos.

    Os pagamentos quitaram dívidas de Vorcaro com a Super na compra de imóveis e outros investimentos. A empresa entrou no noticiário da crise do Master após uma reportagem da Folha de S.Paulo mostrar que ela era dona da casa de R$ 36 milhões usada por Vorcaro para receber políticos em Brasília.

    Ao determinar a prisão preventiva de Vorcaro, no começo de março, o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), apontou que a Super foi utilizada para “pagamentos ilícitos” para o grupo chamado de “A Turma” pelos investigadores, que teria o objetivo de coagir e ameaçar desafetos do ex-banqueiro.

    De acordo com a PF, a empresa também foi usada no “relacionamento ilícito” entre Vorcaro e dois ex-funcionários do Banco Central.

    A Super teve o pastor e cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, como diretor entre 2021 e 2024. Ele também foi preso na operação autorizada por Mendonça. Procuradas nesta quinta-feira (12), as defesas de Vorcaro e Zettel não quiseram se manifestar sobre os pagamentos.

    Os dados do Fisco sobre a Super Empreendimentos foram enviados à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS e obtidos pela Folha de S.Paulo.

    A declaração referente a 2023 afirma que Vorcaro pagou dívidas com a Super de R$ 32,12 milhões pela compra de uma casa, além de R$ 31 milhões por três lotes de condomínio de Nova Lima (MG). O ex-banqueiro também quitou dívidas de R$ 5,54 milhões por investimento em fundo e empresa de táxi aéreo.

    Vorcaro também afirmou ao Fisco que obteve, em 2022, cerca de R$ 55 milhões em bens e outros direitos da Super. No ano seguinte, os imóveis foram vendidos ou transferidos para sua ex-mulher na partilha dos bens.

    Na declaração referente a 2024, o ex-banqueiro registrou uma transferência para a Super de uma Range Rover Evoque de R$ 398,6 mil.

    Na mesma decisão que prendeu novamente Vorcaro, Mendonça determinou a suspensão das atividades da Super, entre outras empresas. O ministro também reproduziu trecho da investigação em que a PF apontou “graves indícios de recebimento mensal de vantagens indevidas” pelo ex-diretor de fiscalização do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e pelo servidor Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC. Ambos são investigados pelas fraudes do Banco Master.

    Os pagamentos ilícitos, segundo a PF, eram feitos “principalmente, mas não de forma exclusiva, pela empresa Super Participações Empreendimentos S.A.”

    “Ressalte-se que esta é a mesma estrutura utilizada para os pagamentos ilícitos mensais para a ‘Turma’, com a diferença de que, nesse caso, os valores seguem da empresa Super Participações, para as empresas de Felipe Mourão, como é o caso da King Participações Imobiliárias Ltda”, afirma ainda a investigação policial, segundo trecho reproduzido na decisão de Mendonça.

    Suspeito de integrar a milícia de Vorcaro e apelidado de Sicário, Mourão morreu no último dia 6. Segundo informações da PF, Mourão tentou suicídio em uma cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais. Ele foi socorrido e levado ao hospital, onde estava internado desde então.

    As investigações apontam ainda que a Super era uma peça da engenharia financeira montada para movimentar dinheiro desviado do Master. Em nota enviada à Folha de S.Paulo em dezembro, a assessoria de imprensa de Vorcaro confirmou que o cunhado Zettel era um dos sócios da Super, mas destacou que a relação entre Vorcaro e a Super era meramente comercial.

    Vorcaro declarou pagamento de R$ 68 mi a empresa apontada como canal para pagamento de milícia

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  • Bolsonaro está estável, mas situação é extremamente grave, diz médico

    Bolsonaro está estável, mas situação é extremamente grave, diz médico

    Ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, está internado em UTI com quadro de broncopneumonia; claudio Birolini diz que pneunomia pode colocar vida do paciente em risco

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O médico Claudio Birolini afirmou na noite desta sexta-feira (13) que, apesar de apresentar estabilidade, o quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “extremamente grave”.

    “Já tínhamos alertado nos relatórios sobre os riscos de pneumonia aspirativa, e novamente temos que lidar com essa situação bastante crítica. Isso realmente coloca em risco a vida do paciente. Estamos lidando com uma situação extremamente grave”, declarou.

    Os médicos Claudio Birolini, Leandro Echenique e Brasil Caiado concederam entrevista a jornalistas no hospital DF Star, onde Bolsonaro está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com um quadro de broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões.

    O boletim médico divulgado pelo DF Star no início da tarde desta sexta informou que Bolsonaro chegou à unidade com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

    Segundo a Polícia Militar do DF, ele teve um mal-estar súbito na madrugada em sua cela na Papudinha e precisou ser atendido pela equipe médica de plantão, que entendeu ser necessária a transferência imediata para o hospital.

    A infecção pulmonar do ex-presidente, que afeta bronquíolos e alvéolos, é causada pela aspiração de líquidos do estômago decorrente do quadro de refluxo. Bolsonaro sofre com soluços desde a facada que levou durante a campanha presidencial em 2018.

    O ex-presidente chegou à unidade de saúde com suporte de oxigênio nasal e foi submetido a tomografia e exames laboratoriais. Ele está sendo medicado com dois antibióticos administrados na veia.

    O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro permaneça como acompanhante do ex-presidente durante a internação e liberou visitas dos filhos: o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos, Jair Renan (PL-SC) e Laura.

    Em 1º de janeiro, o ex-presidente teve alta após fazer uma cirurgia de hérnia. À época, Moraes negou pedido da defesa pela prisão domiciliar.

    Bolsonaro foi condenado por liderar uma trama golpista depois da derrota nas eleições de 2022. Ele foi preso na sede da PF em 22 de novembro, após ter tentado violar a tornozeleira eletrônica. Antes disso, estava preso em sua residência.

    A transferência para a Papudinha ocorreu em janeiro. Em março, a defesa de Bolsonaro fez um novo pedido de domiciliar, que também foi negado por Moraes. A decisão do ministro foi referendada depois pela Primeira Turma do STF.

    Na avaliação da defesa, a permanência de Bolsonaro na Papudinha é arriscada para a saúde do ex-presidente, “seja pela limitação estrutural inerente ao cárcere, seja pela dependência de arranjos contingentes e de difícil manutenção no tempo”.

    Moraes mencionou “a total adequação do ambiente prisional às necessidades médicas do apenado, com absoluto respeito à sua saúde e à dignidade da pessoa humana”. Também citou o episódio em que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica.

    Bolsonaro está estável, mas situação é extremamente grave, diz médico

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  • SBT anuncia Carol Lekker como nova integrante oficial do 'Fofocalizando'

    SBT anuncia Carol Lekker como nova integrante oficial do 'Fofocalizando'

    “Fazer parte do SBT representa a realização de um sonho e uma oportunidade de mostrar quem eu sou para ainda mais pessoas”, disse a influenciadora digital durante a assinatura do contrato com a emissora

    A modelo, influenciadora digital e apresentadora Carol Lekker passa a integrar oficialmente a equipe artística do SBT. Ela foi contratada para o time do “Fofocalizando”, ampliando o elenco do programa que acompanha e comenta os principais assuntos do universo dos famosos.

    Natural de Juiz de Fora (MG), Carol iniciou sua trajetória no entretenimento ainda jovem, quando decidiu deixar a cidade natal em busca de novas oportunidades. A mudança para o Rio de Janeiro marcou o início dessa jornada, que mais tarde a levaria também a Barcelona, na Espanha, onde estudou, trabalhou e se formou como maquiadora profissional, além de aprender inglês e espanhol.

    “Minha história sempre foi marcada por desafios, mas também por muita fé e vontade de seguir em frente. Fazer parte do SBT representa a realização de um sonho e uma oportunidade de mostrar quem eu sou para ainda mais pessoas. Chego com muita gratidão e com o desejo de crescer junto com a emissora”,afirma.

    Sua projeção pública ganhou força no universo do entretenimento e do carnaval, ambiente em que se destacou como musa e ampliou sua presença na mídia. Ao longo desse período, participou de concursos de beleza e realities de confinamento, experiências que contribuíram para ampliar sua visibilidade e consolidar sua conexão com o público.

    “A chegada de Carol Lekker ao Fofocalizando reforça o investimento do SBT em novos talentos com forte identificação com o público e fortalece a proposta do programa de acompanhar, comentar e repercutir os assuntos do universo do entretenimento” afirma Mauro Lissoni, Diretor Artístico.

    SBT anuncia Carol Lekker como nova integrante oficial do 'Fofocalizando'

  • EUA enviam 2.500 fuzileiros e navio ao Oriente Médio

    EUA enviam 2.500 fuzileiros e navio ao Oriente Médio

    O exército dos EUA enviará tropas do corpo de Fuzileiros e navios adicionais para o Médio Oriente, adiantaram hoje meios de comunicação social norte-americanos, quando se aproxima a segunda semana da guerra com o Irã

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os Estados Unidos enviaram cerca de 2.500 fuzileiros navais e um navio de assalto anfíbio para o Oriente Médio em meio à guerra contra o Irã, segundo a agência de notícias Associated Press. O envio de tropas e navios de guerra ocorre em meio à guerra entre EUA e Irã.

    Contingente faz parte da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, que está a bordo do navio USS Tripoli e de outras embarcações de assalto anfíbio. Pela localização atual, segundo a AP, os navios ainda estariam a mais de uma semana de distância das águas próximas ao Irã.

    Unidades Expedicionárias de Fuzileiros Navais são treinadas para realizar desembarques anfíbios, mas também atuam em missões como reforço de segurança em embaixadas, evacuação de civis e ajuda humanitária em desastres. Os fuzileiros navais se juntarão a mais de 50 mil militares americanos já presentes na região.

    Novo envio ocorre enquanto ataques do Irã no e perto do Estreito de Hormuz têm dificultado o tráfego marítimo por essa via essencial, abalando a economia global. Ainda não está claro como o novo contingente será utilizado.

    EUA enviam 2.500 fuzileiros e navio ao Oriente Médio

  • Dólar fecha em forte alta e vai a R$ 5,31, com EUA e guerra no Irã no radar; Bolsa cai

    Dólar fecha em forte alta e vai a R$ 5,31, com EUA e guerra no Irã no radar; Bolsa cai

    Moeda norte-americana sobe 1,35% com busca global por ativos diante da escalada do conflito no Oriente Médio; Ibovespa recuou 0,9%, a 177.653 pontos, acumulando perdas de 6% desde o início de março

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar avançou 1,35% nesta sexta-feira (13) e encerrou a semana cotado a R$ 5,316, com investidores atentos à possibilidade de o conflito no Oriente Médio escalar ainda mais nos próximos dias.

    A valorização foi global. O índice DXY, que compara a moeda norte-americana a uma cesta de seis divisas fortes, avançou 0,72%, a 100,47 pontos -maior valor desde maio do ano passado, quando a primeira onda do tarifaço do presidente Donald Trump elevou a procura por ativos de segurança.

    A aversão ao risco também abateu Bolsas de Valores em todo o mundo. No Brasil, o Ibovespa recuou 0,9%, a 177.653 pontos, acumulando perdas de 6% desde o início de março.

    Em Wall Street, o S&P500 caiu 0,66%; Nasdaq e Dow Jones, 0,93% e 0,25%, respectivamente. Na Europa, o índice de referência Euro STOXX 600 recuou 0,5%, e todas as principais praças regionais ficaram no vermelho. Já na Ásia, o japonês Nikkei perdeu 1,2%; o chinês CSI300, 0,39%.

    As perdas nos mercados acionários sucedem a entrevista de Trump à Fox News nesta sexta, quando afirmou que irá “atacar o Irã com muita força na próxima semana”.

    Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que as “Forças Armadas estão firmemente determinadas a dar uma lição memorável ao inimigo”.

    “Não podemos aceitar que os americanos falem de diálogo e cessar-fogo de tempos em tempos, apenas para nos vermos confrontados com a repetição desses crimes e dessa guerra”, disse Esmail Baghai, referindo-se ao conflito anterior, ocorrido em junho passado, que terminou após 12 dias de combates.

    Sem sinais de arrefecimento, o conflito espalha temores de gargalos no mercado de energia -o Estreito de Hormuz, na costa iraniana, é responsável por 20% de todo petróleo e gás global-, que podem causar um repique inflacionário global.

    “A persistência da guerra no Oriente Médio mantém volatilidade no preço do petróleo, com o Brent orbitando novamente a faixa de US$ 100 por barril, o que reforça temores de pressões inflacionárias a nivel global e sustenta a busca por ativos considerados mais seguros, como a moeda americana”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    Ao mesmo tempo, o movimento também reflete uma reprecificação das expectativas para a política monetária nos Estados Unidos, cuja taxa de juros pauta decisões de investimento em todo o mundo.

    A perspectiva de alta na inflação norte-americana reforça a leitura de que o Federal Reserve não cortará as taxas tão cedo, fortalecendo os Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) e, por consequência, o dólar.

    No Brasil, o BC (Banco Central) interviu no mercado de câmbio através de um “casadão” -leilões simultâneos de venda de dólares no mercado à vista e de negociação de contratos de swap cambial reverso.

    O “casadão” eleva a liquidez no mercado à vista em momentos de estresse como o atual. Porém, o efeito do “casadão” sobre as cotações do dólar é, na prática, nulo, já que o BC vendeu US$ 1 bilhão em uma ponta e comprou US$ 1 bilhão em outra.

    Países também têm tentado intervir nas cotações dos preços do petróleo. Trump, por exemplo, afirmou que os EUA escoltarão, se necessário, embarcações pelo Estreito de Hormuz, e também emitiu uma isenção de 30 dias para produtos petrolíferos da Rússia, que enfrenta sanções desde o início da guerra da Ucrânia.

    Na quarta, a AIE (Agência Internacional de Energia) ainda aprovou a liberação de 400 milhões de barris de suas reservas, o maior movimento desse tipo na história da organização que reúne 32 países, incluindo os Estados Unidos. O secretário de Energia norte-americano, Chris Wright, prometeu que 172 milhões de barris serão disponibilizados “a partir da próxima semana”.

    Mas, para analistas, a medida é vista como um paliativo. “Na linguagem das mesas de operações, a liberação da AIE é o equivalente a apontar uma mangueira de jardim para um incêndio em uma refinaria”, comentou Stephen Innes, da SPI Asset Management.

    A AIE afirmou que a interrupção no fornecimento já pode ser a maior da história. Em relatório mensal, a agência afirmou que a oferta global deve cair em 8 milhões de barris por dia em março como consequência do estrangulamento do Estreito de Hormuz, via por onde passam 20% de todo o petróleo e gás do mundo.

    Países do Golfo do Oriente Médio, incluindo Iraque, Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, reduziram a produção da commodity em pelo menos 10 milhões de barris por dia. Segundo a AIE, o volume equivale a 10% de toda a demanda mundial.

    Sem uma rápida retomada dos fluxos de transporte, essas perdas devem aumentar. “A produção de upstream paralisada levará semanas e, em alguns casos, meses para retornar aos níveis anteriores à crise, dependendo do grau de complexidade do campo e do tempo para que os trabalhadores, equipamentos e recursos retornem à região”, disse a agência.

    “Se preparem para o petróleo a US$ 200 o barril, porque o preço depende da segurança regional que vocês desestabilizaram”, disse o porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaqari.

    Em paralelo, os Estados Unidos anunciaram uma investigação comercial contra 60 países, incluindo o Brasil, para analisar se produtos fabricados com trabalho forçado estão entrando no mercado americano.

    A base legal usada para a investigação é a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite aos EUA agir contra práticas comerciais injustas ou discriminatórias que prejudiquem o comércio americano.

    A investigação, na prática, permite que os Estados Unidos imponham tarifas sobre quem violar acordos comerciais, o que pode deixar o Brasil sob ameaça de novas cobranças, de sobreaviso, por tempo indeterminado. As normas dos EUA exigem que o país alvo da investigação seja ouvido e apresente argumentos. O processo costuma durar 12 meses a partir do início da apuração.

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  • Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

    Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

    Apresentador usa as redes sociais para afirmar que ‘crítica política não é preconceito’; em seu programa, condenou o fato de a deputada presidir Comissão dos Direitos da Mulheres

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, usou as redes sociais para falar sobre a polêmica em torno de suas declarações sobre a deputada Erika Hilton. Durante seu programa, condenou o fato de ela ter sido escolhida para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara por ser trans.

    “Muita polêmica, né? Eu defendo a população trans, mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política não é preconceito. É jornalismo. E não vou ficar em silêncio”, afirmou Ratinho.

    Na legenda da publicação, ele também incitou que jornalistas e outros comentaristas falem e não se calem, pois “silêncio é conivência”.

    ENTENDA O CASO

    Ratinho usou seu programa para falar sobre a escolha de Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Ele alegou que ela não era digna do cargo por não ter nascido mulher.

    “Tem tanta muié, porque vai dar para uma trans? Ela não é mulher, ela é trans”, afirmou. “Não tenho nada contra trans, mas tem outras mulheres, mulheres mesmo…”

    “Mulher, para ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, acrescentou o apresentador. “Vocês pensam que a dor do parto é fácil?”

    Ele também questionou a capacidade de Hilton para compreender os problemas e os desafios femininos. “Vamos modernizar, ter inclusão, mas não precisa exagerar. Estão exagerando”, disse.

    Hilton, como informou a coluna Monica Bergamo, da Folha, processou Ratinho e pediu R$ 10 milhões em multa. Além disso, ela pediu ao Ministério das Comunicações a suspensão do Programa do Ratinho por 30 dias.

    O SBT afirmou nesta sexta-feira (13) que botou um ponto final na polêmica. A emissora afirma que o caso foi resolvido internamente e já é considerado superado. A TV, porém, não detalhou que medidas tomou.

    Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

  • Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

    Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

    Infecção respiratória pode ser provocada por uma bactéria, um vírus ou um fungo; principais sintomas são tosse seca ou com catarro, falta de ar, febre alta com calafrios e cansaço intenso

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) nesta sexta-feira (13) com diagnóstico de broncopneumonia bacteriana. Em comunicado, o hospital DF Star afirmou que o ex-presidente chegou à unidade com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

    A doença é uma infecção respiratória que atinge os brônquios e o parênquima pulmonar, parte do pulmão que é responsável pela troca de oxigênio pelo gás carbônico durante a respiração. Quando essa área é comprometida, a troca gasosa fica prejudicada, o que pode levar a dificuldades respiratórias graves e até à morte. O agente causador da infecção pode ser uma bactéria, um vírus ou um fungo.

    Na prática clínica, o termo broncopneumonia é usado como sinônimo de pneumonia, segundo a médica Fernanda Bacceli, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Os pacientes geralmente apresentam tosse seca ou com catarro, falta de ar, febre alta com calafrios, entre outros.

    O filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a infecção teria sido causada pela aspiração de líquidos do estômago durante soluços. Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, e Flávio atribui a gravidade do quadro às condições da prisão, enquanto pede a transferência para prisão domiciliar. “Estão brincando com a vida do meu pai”, declarou o senador.

    Bacceli, porém, afirma que não é possível estabelecer essa relação com certeza. “A principal causa de internação hospitalar no mundo inteiro é pneumonia ou broncopneumonia e uma parte delas é por aspiração”, diz. Segundo ela, é possível que o estresse ou a alimentação tenham desencadeado o quadro, mas também é possível que tivesse acontecido mesmo se o ex-presidente estivesse em casa.

    CAUSAS PODEM SER VIRAIS OU GÁSTRICAS

    A principal causa da broncopneumonia é viral. Influenza, coronavírus e vírus sincicial respiratório estão entre os agentes mais comuns, explica a médica. Após um quadro gripal, a imunidade cai e as próprias bactérias que habitam o pulmão, chamadas de microbiota, podem se multiplicar de forma excessiva e causar uma infecção bacteriana secundária. A doença também pode ser causada por infecção fúngica.

    Outra causa é a broncoaspiração, caso do ex-presidente Bolsonaro. Nesse processo, algum conteúdo do trato gastrointestinal entra na via aérea em vez de seguir para o esôfago. Isso pode ocorrer durante a deglutição, quando o alimento vai para o caminho errado, em episódios de refluxo ácido ou em situações de vômito. Nesse caso, bactérias que colonizam o sistema digestivo chegam ao pulmão e causam a infecção, explica Bacceli.

    Segundo o Ministério da Saúde, a doença pode provocar febre alta, tosse, dor no tórax, falta de ar, mal-estar generalizado e prostração. Alterações da pressão arterial e confusão mental também estão entre os sintomas.

    Nos casos mais graves, a infecção pode causar toxemia, condição em que toxinas carregadas pelo sangue provocam danos ao organismo. A secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada é outro sinal de alerta.

    IDADE É UM DOS FATORES DE RISCO

    A gravidade da broncopneumonia varia de caso a caso. A idade é um dos principais fatores de risco. A partir dos 60 anos, há uma redução natural da imunidade específica para infecções bacterianas, o que aumenta a chance de complicações. Pessoas com doenças crônicas ou em tratamentos que reduzem a imunidade também têm risco maior.

    Ainda assim, a doença pode surpreender. “Ela mata algumas pessoas aos 20 anos e a gente pode dar alta para alguns pacientes com 100 anos”, explica Bacceli. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são determinantes para a evolução do quadro.

    TRATAMENTO PODE SER FEITO EM CASA OU EM AMBULATÓRIO

    O tratamento da broncopneumonia bacteriana é feito com antibióticos por um período de 7 a 10 dias. A necessidade de hospitalização depende da evolução de cada paciente. Casos mais leves podem ser tratados em casa, com antibióticos em comprimido. Quadros com queda na oxigenação exigem acompanhamento hospitalar, com administração de oxigênio e, em situações mais graves, internação em UTI e ventilação mecânica.

    “Tem paciente que toma antibiótico na veia, em 48 horas sai do oxigênio e vai embora só para terminar o tratamento em comprimido em casa. E tem paciente que mesmo usando antibiótico evolui pior”, diz Bacceli. Após a fase aguda, alguns pacientes precisam de fisioterapia respiratória para recuperar a musculatura e a função pulmonar.

    VACINA PODE PREVENIR

    A principal medida de prevenção contra a broncopneumonia é a vacinação. Estão disponíveis vacinas contra os vírus influenza e Covid, além da vacina pneumocócica, indicada em dose única para pessoas a partir de 50 anos.

    As vacinas, porém, oferecem proteção parcial. “Elas cobrem apenas alguns tipos de agentes infecciosos, e não todos”, explica Carlos Carvalho, diretor da divisão de pneumologia do InCor do Hospital das Clínicas da USP, ouvido pela Folha de S. Paulo em oportunidade prévia.

    Em casos de broncoaspiração, como o do ex-presidente, diz Bacceli, cuidados como o tratamento de doenças gástricas e evitar deitar de barriga para cima após episódios de vômito também ajudam a reduzir o risco.

    Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

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  • Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

    Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

    Combustíveis estão em alta pela segunda semana consecutiva, segundo dados da agência; aumentos são reflexo da crise energética global causada pela guerra no Irã

    PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – Os preços dos combustíveis no Brasil subiram pela segunda semana consecutiva, informou a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta sexta-feira (13). A alta reflete os impactos da guerra no Irã no setor de energia, particularmente a disparada de preços do petróleo no mercado internacional.

    A média de preços nos postos brasileiros está em alta desde que o conflito começou, no dia 28 de fevereiro, mas o aumento foi mais expressivo na última semana: a gasolina subiu 2,5%, passando de R$ 6,30 para R$ 6,46, e o diesel subiu 11,8%, saltando de R$ 6,08 para R$ 6,80.

    No caso do diesel, a alta da última semana foi causada principalmente pelo aumento do preço em refinarias e importadores da esfera privada. A mudança de preços em refinarias da Petrobras foi anunciada nesta sexta-feira (13) e deve impactar os preços coletados pela ANP a partir da próxima semana.

    O aumento anunciado pela estatal é de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido em suas refinarias. O repasse final da mudança, no entanto, deve ser amenizado pela redução de tributos do combustível anunciada pelo governo federal na véspera.

    Nesta quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto e uma MP (medida provisória) que zeram o PIS e a Cofins do óleo diesel, estabelecem o pagamento de subvenção a produtores e importadores e instituem um imposto de exportação de petróleo.

    O governo estima que as medidas reduzirão em R$ 0,64 o preço do litro do diesel na bomba, sendo R$ 0,32 referentes à isenção do PIS/Cofins e R$ 0,32 à subvenção, que vale até 31 de dezembro e ficará limitada a R$ 10 bilhões.

    Como o aumento de preços da Petrobras é superior aos R$ 0,32 por litro de isenção de PIS/Cofins, isso significa que o repasse final para as distribuidoras será de R$ 0,06 por litro. “É um aumento residual”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

    Segundo a Petrobras, o diesel sairá de suas refinarias a R$ 3,65 por litro a partir deste sábado (14). Foi a primeira mudança no preço do diesel desde maio de 2025.

    A alta de preços no Brasil reflete a crise vivida pelo setor energético desde que Estados Unidos e Israel iniciaram ataques ao Irã. O conflito levou a interrupções do fluxo de navios pelo estreito de Hormuz, por onde passam 20% da produção mundial de petróleo e gás, e desencadeou uma crise de abastecimento global.

    Nesta semana, a commodity chegou a bater US$ 119,46 na segunda-feira (9), mas recuou abaixo dos US$ 100 na mesma sessão. Os preços voltaram a subir nesta quinta-feira (12) e encerraram o dia cotados acima de US$ 100 pela primeira vez desde 2022, após nova onda de ataques contra as infraestruturas petrolíferas dos países do golfo Pérsico.

    Nesta sexta-feira (13), o preço do óleo oscilou, mas voltou a ultrapassar a casa dos três dígitos. A oscilação ocorre mesmo após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que os EUA escoltarão embarcações pelo estreito de Hormuz se for necessário. O país anunciou também que realizará o maior ataque ao Irã nesta sexta, de acordo com o secretário de Defesa, Pete Hegseth.

    Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

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  • F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

    F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A F1 desembarca neste fim de semana em Xangai para a segunda etapa da temporada de estreia do novo regulamento da categoria, que ampliou a eletrificação dos motores, investindo justamente em uma área da indústria automotiva na qual a China é líder global. Ironicamente, o país asiático segue quase ausente do grid.

    Embora o país tenha uma base de mais de 220 milhões de fãs e tenha registrado o maior crescimento de público em 2025 (+39%), a presença chinesa na categoria se resume praticamente à corrida disputada no circuito internacional de Xangai desde 2004 -neste ano, marcada para as 4h (de Brasília) da madrugada de domingo (15). Não há no Mundial equipes, pilotos nem fabricantes de motores chineses.

    Ao longo da história, a bandeira chinesa só foi vista no grid durante três temporadas, de 2022 a 2024, quando Guanyu Zhou se tornou o primeiro piloto chinês a correr na categoria. Com 68 etapas disputadas, seu melhor resultado foi o oitavo lugar, alcançado nas etapas do Canadá (2022) e Qatar (2024).

    Mas não se trata apenas de uma questão de talento. A ausência chinesa no circuito mundial reflete a política definida pelo governo chinês, conforme observa o pesquisador Simon Chadwick, especialista em geopolítica econômica do esporte. “O engajamento das corporações chinesas com o esporte não é uma decisão que elas tomam unilateralmente, tudo é ditado pelo governo central”, disse o britânico à Folha.

    Editor fundador do GeoSport, uma plataforma digital de esportes criada em parceria com o Instituto Francês de Assuntos Internacionais e Estratégicos, Chadwick disse não acreditar que esse cenário possa mudar em um futuro próximo. “Autoridades em Pequim divulgaram recentemente o mais recente plano comunista quinquenal do país, no qual não há menção específica à F1, portanto, não devemos esperar a iminente aparição de uma equipe chinesa no esporte”, explica.

    De acordo com a Bloomberg, no entanto, a fabricante chinesa BYD demonstrou nos últimos meses interesse em se juntar à categoria. Com o aumento da importância da parte elétrica dos motores híbridos dos carros da F1, a gigante chinesa estuda trilhar o mesmo caminho feito por General Motors e o grupo Volkswagen, atraídas pela eletrificação dos monopostos.

    A BYD poderia se juntar à competição como uma nova equipe, como fez a montadora americana por meio da marca Cadillac, ou comprar uma escuderia do grid atual, como os alemães fizeram ao transformar a Sauber em Audi.

    Além das estratégias definidas pelo governo chinês, o principal obstáculo analisado pela empresa chinesa é o custo de cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) por ano para manter uma equipe, sem falar nas longas negociações para a aceitação por parte das equipes que compõem a F1.

    A entrada de uma fabricante da China é vista com bons olhos por Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Em entrevista ao jornal francês Le Figaro, no ano passado, o dirigente demonstrou empolgação com a possibilidade.

    “Foi meu sonho nos últimos dois anos que os grandes países tivessem uma presença na F1. Os Estados Unidos estarão com a General Motors [Cadillac]. O próximo passo é dar as boas-vindas a uma montadora chinesa”, disse o presidente da FIA.

    A China é hoje o maior mercado automotivo do mundo e líder global em veículos elétricos. Em 2024, o país respondeu por cerca de dois terços das vendas globais do setor, segundo a IEA, a Agência Internacional de Energia. Ainda assim, sua presença na F1 atual, com mais ênfase na eletrificação, permanece basicamente indireta, limitada a patrocínios e parcerias tecnológicas, sendo a prova em Xangai sua única ligação direta com as disputas nas pistas.

    Para o professor Shaowei He, especialista em internacionalização de empresas chinesas da Universidade de Northampton, na Inglaterra, o contraste também passa por fatores históricos e culturais. “A F1 surgiu há 76 anos no Reino Unido e muitas famílias têm gerações de envolvimento consistente com o esporte, enquanto a cultura do automobilismo na China ainda está por surgir”, afirma.

    A relação dos chineses com a principal categoria do automobilismo mundial contrasta com a de seu principal concorrente estratégico, os Estados Unidos. Os americanos ampliaram sua presença na F1 nos últimos anos, com três corridas no calendário e, sobretudo, com o controle comercial da categoria após a compra pelo grupo Liberty Media.

    A competição de raízes europeias também conseguiu ampliar sua presença no mercado americano a partir do sucesso da série Drive to Survive, da Netflix, atualmente em sua oitava temporada, que mostra os bastidores das equipes e os conflitos entre os pilotos.

    Segundo He, a distância em relação ao centro tradicional da indústria também pesa. “Até mesmo alguns executivos chineses do setor automobilístico não têm uma compreensão básica do ‘vale do automobilismo’ do Reino Unido”, diz, referindo-se ao polo de engenharia onde se concentram várias equipes da categoria.

    “A F1 e o automobilismo em geral são dominados por uma hegemonia ocidental. Equipes, pilotos, expertise em engenharia, design de circuitos e governança continuam sendo dominados pelo Ocidente, apesar da crescente influência dos países do Golfo. As relações EUA-China, sanções e barreiras socioculturais à entrada servem como barreiras para equipes da China e da Ásia”, acrescenta Chadwick.

    F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

  • Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26

    Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26

    Atividade acontece na noite de sábado (14) após a prova do anjo. Paredão do ‘Big Brother Brasil’ termina de ser formado em horário alternativo no domingo (15)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na noite de quinta-feira (12), Tadeu Schmidt explicou para os espectadores do BBB 26 (Globo) como se dará a dinâmica da semana que culminará no nono paredão da temporada. A formação da berlinda começa na noite de sábado.

    O apresentador explicou que, durante o programa ao vivo, três brothers serão emparedados, mas não deu detalhes de como será a atividade.

    Ele continuou explicando que, no domingo, a Máquina do Poder volta a fazer uma aparição na casa e quem comprar a caixa premiada tem a chance de salvar um dos emparedados pela dinâmica de sábado.

    A formação de paredão acontece mais cedo esta semana. Por conta da cerimônia do Oscar, o reality será dividido em duas partes na programação. A berlinda começa a ser montada por volta das 13h50 de domingo.

    A casa contará com uma ou duas pessoas imunizadas pelo anjo. Além das duas pessoas emparedadas pela atividade do dia anterior, o líder fará a sua indicação e a pessoa mais votada pela casa também estará na berlinda. No começo da noite, às 19h20, acontece a prova bate e volta, que conclui a formação do paredão.

    Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26