Autor: REDAÇÃO

  • Virgínia Fonseca ousa com look transparente na Semana da Moda de Paris

    Virgínia Fonseca ousa com look transparente na Semana da Moda de Paris

    A influencer Virgínia Fonseca chamou a atenção na Semana da Moda de Paris com um look ousado e transparente. A empresária foi convidada a assistir ao desfile da Balenciaga na primeira fila.

    A influencer Virginia Fonseca marcou presença na Semana da Moda de Paris, que está acontecendo na capital francesa.

    A namorada do futebolista Vinícius Júnior foi convidada para assistir na primeira fila ao desfile da marca Balenciaga neste sábado, 7 de março.

    A influenciadora chegou ao local com um look ousado. A empresária escolheu um vestido longo, preto e transparente de tule, que deixou a roupa íntima à mostra. Como acessórios, Virginia usou botas de cano alto, luvas de couro, óculos escuros, bolsa e colar.

    Além da influencer brasileira, também Winona Ryder, Rachel Sennott, Barbara Palvin, Adria Arjona, Elizabeth Debicki, Naomi Watts e Hudson Williams acompanharam a apresentação da coleção feminina outono/inverno 2026-2027 da marca.

    Virginia Fonseca desfilou no Carnaval do Rio de Janeiro

    Este tem sido um ano de muitas conquistas profissionais para Virginia Fonseca. Em fevereiro, ela fez sua grande estreia como rainha de bateria da escola Acadêmicos do Grande Rio no desfile do Carnaval do Rio de Janeiro, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.

    A empresária usou uma fantasia vermelha com várias luzes e um costeiro (as “asas”) de 12 kg, com 3 metros de largura e 2,5 metros de altura, além de estar decorado com cerca de 60 mil cristais.

    Virginia Fonseca apoia Vinícius Júnior em caso de suposto racismo

    Foi também nesse período que Virginia Fonseca demonstrou publicamente apoio ao namorado, Vinícius Júnior, após ele ser alvo de supostos insultos racistas por parte de Gianluca Prestianni, durante o playoff de acesso às oitavas de final da Liga dos Campeões da UEFA, que colocou frente a frente Real Madrid e SL Benfica.

    “Neste momento precisamos falar sobre a coragem dele, a força por ter passado por tudo isso em campo e continuado. Ele fez um grande jogo, marcou o gol da vitória. Eu sou apaixonada por ele. Estou com ele em todos os momentos e torço sempre por ele”, disse Virginia publicamente.

    Virgínia Fonseca ousa com look transparente na Semana da Moda de Paris

  • Assembleia escolheu novo líder supremo do Irã mas ainda não anunciou nome

    Assembleia escolheu novo líder supremo do Irã mas ainda não anunciou nome

    A Assembleia de Peritos nomeou o novo líder supremo iraniano para suceder ao ‘ayatollah’ Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro por ataques israelenses e americanos, anunciou hoje a instituição, sem revelar o nome do eleito.

    O candidato mais adequado, aprovado pela maioria da Assembleia de Peritos do Irã, foi designado”, declarou Mohsen Heydari, representante da província de Khuzestan nesse órgão clerical xiita, segundo a agência de notícias IRNA.

    Outro membro do órgão, Mohammad Mehdi Mirbagheri, confirmou em um vídeo divulgado pela agência Fars News Agency que “uma decisão firme, refletindo a posição da maioria, foi tomada”.

    O aiatolá escolhido não será apenas o líder político, mas também a principal autoridade do Xiismo, uma corrente minoritária do Islamismo, porém majoritária no Irã e com forte presença em países como Iraque, Síria e Líbano.

    O presidente dos Estados Unidos já afirmou que o sucessor de Ali Khamenei seria um dos alvos dos ataques ao país, assim como vários integrantes da hierarquia iraniana que foram mortos.

    Até a nomeação de um novo líder, o Conselho de Liderança Iraniano assume a direção do país.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, durante o qual foi morto o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.

    O Irã lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registrados em Chipre e na Turquia.

    Assembleia escolheu novo líder supremo do Irã mas ainda não anunciou nome

  • Diretora de Robótica da OpenAI demite-se devido a acordo com Pentágono

    Diretora de Robótica da OpenAI demite-se devido a acordo com Pentágono

    A diretora da divisão de Robótica da OpenAI, Caitlin Kalinowski, anunciou a demissão da empresa de inteligência artificial (IA), devido a preocupações éticas sobre o recente acordo de colaboração assinado entre a empresa de tecnologia e o Pentágono.

    Kalinowski justificou a saída — anunciada no sábado — em uma mensagem na rede social X, na qual alertou que a implementação da IA no aparato de defesa dos Estados Unidos carece das salvaguardas necessárias.

    “A vigilância dos americanos sem supervisão judicial e a autonomia letal sem autorização humana são questões que mereciam mais discussão do que receberam”, afirmou a engenheira, destacando que sua decisão se baseia em uma questão de princípios.

    A demissão ocorre após a assinatura, na semana passada, de um contrato segundo o qual a tecnologia da OpenAI será integrada ao sistema de defesa e à maquinaria militar dos Estados Unidos.

    Essa ação do Departamento de Guerra dos EUA ocorreu após um impasse nas negociações com a Anthropic, outra empresa do setor de IA formada por ex-funcionários da OpenAI.

    Após romper os laços com a Anthropic, a Casa Branca lançou uma operação militar contra o Irã em colaboração com Israel, na qual teriam sido utilizadas ferramentas da OpenAI.

    Nesta semana, o diretor executivo da Anthropic, Dario Amodei, criticou o acordo da OpenAI com o Pentágono, classificando as justificativas e garantias apresentadas pela empresa rival como “teatro de segurança” e afirmando que a estratégia de marketing seria enganosa, segundo informaram veículos especializados após terem acesso a uma circular interna.

    Diretora de Robótica da OpenAI demite-se devido a acordo com Pentágono

  • Depósitos e armazéns petrolíferos no Irã são atacados durante a madrugada

    Depósitos e armazéns petrolíferos no Irã são atacados durante a madrugada

    Quatro depósitos de petróleo e um centro logístico de produtos petrolíferos em Teerã foram atingidos hoje de madrugada pelos EUA e Israel, anunciaram as autoridades iranianas, que contabilizam quatro vítimas.

    Os cinco locais estão “danificados”, mas o “incêndio está sob controle”, afirmou na televisão estatal o diretor da empresa nacional de distribuição de produtos petrolíferos do Irã, Keramat Veyskarami.

    “Quatro funcionários, incluindo dois motoristas, morreram”, explicou.

    A fumaça dos incêndios provocados por esses ataques foi visível no céu da capital iraniana, Teerã, durante a noite, cobrindo a cidade com uma névoa negra ao amanhecer, segundo jornalistas da Agence France-Presse (AFP) no local.

    De acordo com o dirigente da companhia nacional, o Irã mantém reservas “suficientes” de combustível em depósitos espalhados por todo o país.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, durante o qual foi morto o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989. Atualmente, o Conselho de Liderança Iraniano assumiu a direção do país.

    O Irã lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registrados em Chipre e na Turquia.

    Depósitos e armazéns petrolíferos no Irã são atacados durante a madrugada

  • Avaliação negativa de Lula chega a 40%, contra 32% de positiva, mostra Datafolha

    Avaliação negativa de Lula chega a 40%, contra 32% de positiva, mostra Datafolha

    No levantamento anterior, de dezembro do ano passado, a avaliação negativa (respostas “ruim/péssimo”) marcava 37%. Ou seja, ela oscilou desde então para cima, mas dentro da margem de erro –que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A positiva registrava os mesmos 32% de agora, enquanto o índice de quem classifica o governo como regular era de 30%.

    ARTHUR GUIMARÃES DE OLIVEIRA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A sete meses do primeiro turno das eleições, a avaliação negativa do governo Lula (PT) chegou a 40%, segundo nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7). Avaliam a gestão como ótima ou boa 32%, enquanto outros 26% a veem como regular e 1% não opinou.

    No levantamento anterior, de dezembro do ano passado, a avaliação negativa (respostas “ruim/péssimo”) marcava 37%. Ou seja, ela oscilou desde então para cima, mas dentro da margem de erro –que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A positiva registrava os mesmos 32% de agora, enquanto o índice de quem classifica o governo como regular era de 30%.

    O Datafolha entrevistou 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais dos dias 3 a 5 deste mês. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03715/2026.

    A avaliação negativa no patamar de 40% vem mesmo após mobilização do governo no campo econômico, com a aprovação de iniciativas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000. Uma das bandeiras da campanha de 2022, a nova tabela do IR entrou em vigor neste ano.

    O Planalto tem tentado enfatizar dados econômicos positivos com vistas às eleições. Apesar disso, como mostrou a Folha de S. Paulo, uma sequência de pesquisas tem causado frustração a aliados do presidente, que apostavam em um desempenho melhor na popularidade.

    A aferição, por outro lado, sugere que a avaliação do governo Lula não foi muito afetada por episódios como o desfile em homenagem ao presidente da Acadêmicos de Niterói. Também não parece indicar, por ora, grande impacto do desenrolar das investigações relacionadas ao caso do Banco Master.

    A aprovação do trabalho de Lula como presidente vai no mesmo sentido: 49% desaprovam, ao passo que 47% pensam o contrário. Outros 4% não souberam responder. Em dezembro, a desaprovação era de 48%, e a aprovação, 49%. Naquele mês, 3% disseram não saber.

    Como as oscilações ocorreram dentro da margem de erro, o resultado indica uma manutenção do quadro captado no fim do ano passado, sem uma mudança que seja significativa do ponto de vista estatístico na percepção dos entrevistados sobre a atuação do mandatário.

    Alguns dados realçam a relação com o voto no segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Entre quem votou no petista, 86% aprovam seu trabalho, contra 11% que desaprovam. Já no grupo de quem votou em Jair Bolsonaro, 90% desaprovam a gestão e 9% aprovam.

    A desaprovação é maior entre homens do que entre mulheres: 54% contra 45%. Entre quem tem escolaridade média, 54% desaprovam e 42% aprovam. Na faixa do fundamental, 38% desaprovam e 57% aprovam. Entre os com ensino superior, são 52% contra 44%.

    A maior distância entre os índices de aprovação e desaprovação, no que tange aos principais segmentos da população, aparece entre os evangélicos. Nesse grupo, o saldo é negativo em 36 pontos: 66% desaprovam o presidente, enquanto 30% aprovam.
    Os números de avaliação presidencial depois de três anos e dois meses de governo mostram Lula entre os com maior avaliação negativa a esta altura do mandato.

    Com 40% de ruim ou péssimo, o atual presidente fica atrás apenas de José Sarney e Jair Bolsonaro, que registraram índices de avaliação negativa de 65% e 46%, respectivamente.

    No fim do primeiro mandato de Lula, em 2006, o petista tinha 23% de ruim ou péssimo. Com três anos e dois meses de segundo mandato, em 2010, Lula chegou a 4%.

    Outros presidentes também tiveram avaliação negativa mais favorável nesse momento de mandato: Fernando Henrique Cardoso tinha 21% em 1998 e 28% em 2002.

    Dilma Rousseff, por outro lado, aparecia com 21% de ruim ou péssimo em 2014, no fim de seu primeiro mandato.

    O cenário não muda de figura no que tange à avaliação positiva. Lula agora tem 32%. Os piores índices foram, de novo, de Sarney e Bolsonaro. O primeiro marcou 10% em 1988, e o segundo, 25% em 2022.

    Em 2006 e 2010, depois de três anos e dois meses de governo, o petista registrava taxas de ótimo e bom de 38% e 76% -patamar mais alto da série histórica.

    Entre os demais, FHC tinha 38% em 1998 e 29% em 2002. Já Dilma, apresentava 41% de avaliação positiva no início de 2014.

    Avaliação negativa de Lula chega a 40%, contra 32% de positiva, mostra Datafolha

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • China: Guerra no Irã "nunca devia ter eclodido" (e pede "cessar-fogo")

    China: Guerra no Irã "nunca devia ter eclodido" (e pede "cessar-fogo")

    O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, afirmou hoje que a guerra no Irã “nunca deveria ter eclodido” e pediu o “cessar imediato das operações militares para evitar uma escalada e a expansão da guerra”.

    A China, mantendo uma postura objetiva e imparcial, já esclareceu repetidamente seus princípios, que podem ser resumidos em uma única frase: um cessar-fogo”, afirmou o chefe da diplomacia chinesa sobre o conflito iniciado em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra Teerã e várias cidades e instalações no Irã. No primeiro dia da ofensiva foi morto o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, além de vários integrantes da cúpula militar e política da República Islâmica.

    As declarações foram feitas pelo ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, durante a conferência de imprensa anual do chefe da diplomacia, realizada no âmbito da sessão da Assembleia Popular Nacional da China (APN, o Legislativo), principal evento político do país a cada ano.

    O ministro afirmou que “esta é uma guerra que nunca deveria ter começado e que não beneficia nenhuma das partes” e destacou que “a história do Oriente Médio tem demonstrado repetidamente ao mundo que a força não é a solução para os problemas”.

    Wang também declarou que “o respeito à soberania nacional é a pedra fundamental da ordem internacional atual” e que “a soberania, a segurança e a integridade territorial do Irã e de outros países da região do Golfo devem ser respeitadas e permanecer invioláveis”.

    “O uso abusivo da força é inaceitável”, acrescentou o ministro, que também afirmou que “o mundo não pode voltar à lei da selva”.

    Wang ainda alertou que “planejar revoluções coloridas e mudanças de regime é impopular” e acrescentou que “todas as partes devem voltar à mesa de negociações o mais rápido possível”.

    Nos últimos dias, Pequim tem reiterado sua preocupação com a deterioração da situação e instado as partes a evitar uma nova escalada do conflito.

    A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou nesta semana que a China “se opõe firmemente a qualquer ação que viole a soberania, a segurança e a integridade territorial de outros países” e pediu às partes envolvidas que “evitem agravar as tensões e o conflito”.

    A China, principal parceiro comercial de Teerã e seu maior comprador de petróleo, já havia condenado no último domingo a morte de Ali Khamenei por “violar a soberania” do Irã.

    China: Guerra no Irã "nunca devia ter eclodido" (e pede "cessar-fogo")

  • Guarda pesquisou Epstein no Google minutos antes de corpo ser encontrado

    Guarda pesquisou Epstein no Google minutos antes de corpo ser encontrado

    Tova Noel, guarda prisional do Centro de Detenção Metropolitana, onde estava Jeffrey Epstein, teria pesquisado o nome do predador sexual minutos antes de ser encontrado morto na cela no dia 10 de agosto de 2019. No entanto, a guarda afirmou não se lembrar dessa pesquisa.

    Com a divulgação dos documentos sobre Jeffrey Epstein pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos nos últimos meses, novos detalhes e informações ligados ao caso têm vindo a público. Agora, foi revelado que uma agente penitenciária — que trabalhava na prisão onde o magnata estava detido — pesquisou seu nome no Google minutos antes de ele ser encontrado morto.

    De acordo com o New York Post, uma guarda prisional do Metropolitan Correctional Center, onde Epstein estava preso, teria pesquisado o nome do predador sexual minutos antes de ele ser encontrado morto em sua cela, em 10 de agosto de 2019.

    Além disso, ela também teria feito um depósito de 5 mil dólares (cerca de quatro mil euros) dez dias antes da morte do magnata norte-americano.

    Vale lembrar que a agente penitenciária, Tova Noel, foi uma das funcionárias acusadas de falsificar os registros que indicavam a verificação do estado de Epstein durante a noite anterior ao seu suicídio.

    Segundo os documentos divulgados, que mostram registros do FBI, Noel teria pesquisado no Google as “últimas notícias sobre Epstein na prisão” às 05h42 e novamente às 05h52, cerca de 40 minutos antes de o guarda Michael Thomas encontrar o magnata morto.

    No início daquele turno, Tova Noel, de 37 anos, comprou móveis online e tirou uma soneca em vez de realizar as verificações obrigatórias em Jeffrey Epstein. O FBI, em seu exame forense de mais de 60 páginas, também destacou a pesquisa feita pela agente penitenciária usando computadores da prisão.

    Quando questionada sobre o assunto em 2021, Noel negou ter feito a pesquisa. “Não me lembro disso”, afirmou, acrescentando que os registros do FBI não eram “precisos”.

    A guarda também alegou que todos os funcionários do presídio haviam deixado de fazer rondas na cela de Epstein e que falsificavam os registros.

    Em outro relatório do FBI aparece o depósito de cinco mil dólares. O banco informou que foram realizados um total de 12 depósitos desde abril de 2018 até 30 de julho de 2019.

    Noel começou a trabalhar no presídio onde Epstein estava detido em 7 de julho de 2019, cerca de um mês antes da morte do financista.

    Há ainda outro relatório do FBI que menciona uma pessoa vestida de laranja que foi ver Epstein por volta das 22h40 na noite em que ele morreu. As autoridades acreditam que essa pessoa pode ser Tova Noel.

    “Por volta das 22h40, uma guarda prisional, que se acredita ser Tova Noel, levou lençóis ou roupas de detentos até a ala L. Foi a única vez que um guarda se aproximou da ala de segurança máxima”, escreveu o FBI em seus relatórios.

    Em seu depoimento, Noel afirmou ter visto Jeffrey Epstein pela última vez “por volta das 22h00” e disse que “nunca distribuía lençóis” ou roupas porque isso já havia sido feito no turno anterior. Ela também declarou não saber por que o magnata tinha lençóis extras na cela e que outro guarda, que estava de serviço, ficou dormindo entre 22h00 e 00h00.

    Vale lembrar que Jeffrey Epstein foi encontrado morto em sua cela em 10 de agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento.

    Guarda pesquisou Epstein no Google minutos antes de corpo ser encontrado

  • Rob Reiner foi avisado para se afastar do filho antes do crime

    Rob Reiner foi avisado para se afastar do filho antes do crime

    Rob Reiner e a sua mulher foram alertados por médicos para não deixarem o filho Nick morar com eles, pouco antes do trágico homicídio. O jovem, que lutava contra problemas de saúde mental, acabou por cometer o crime.

    O ator Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer Reiner, foram aconselhados a não deixar o filho, Nick Reiner, morar com eles pouco antes de o jovem assassiná-los brutalmente.

    O alerta foi feito por médicos psiquiatras, já que o jovem havia mudado recentemente a medicação para tratar a Esquizofrenia (Nick também sofria de problemas de dependência).

    Segundo uma reportagem da Us Weekly, que cita fontes próximas da família, Nick demitiu o psiquiatra e começou a tomar outros medicamentos poucos dias antes do crime.

    “A equipe médica avisou Rob e Michele para não deixarem Nick morar na casa até que a medicação dele fosse ajustada”, explicou uma fonte.

    Na noite do crime, em 14 de dezembro de 2025, Nick discutiu com os pais durante uma festa organizada pelo apresentador de televisão Conan O’Brien. O jovem estava dormindo em um anexo na propriedade de Rob e Michele.

    Outra fonte explicou que o ator e a esposa estavam tentando ajudar o filho a encontrar a medicação adequada, já que os remédios anteriores “não estavam funcionando”.

    No mês de fevereiro, Nick compareceu ao tribunal e se declarou inocente no caso do assassinato dos pais.

    O jovem voltará a ser ouvido por um juiz no dia 29 de abril, quando será marcada uma audiência preliminar. Nessa fase, os promotores terão de apresentar as provas do caso, o que determinará se Reiner irá a julgamento ou não.

    Rob Reiner e Michele Singer Reiner foram encontrados mortos em casa na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 14 de dezembro. Segundo o Los Angeles County Department of Medical Examiner, o casal sofreu múltiplos ferimentos causados por um objeto cortante, e a causa das mortes foi considerada homicídio.

    Rob Reiner foi avisado para se afastar do filho antes do crime

  • Lucas Pinheiro conquista 2º ouro do Brasil na Copa do Mundo

    Lucas Pinheiro conquista 2º ouro do Brasil na Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Há exatos dois anos, no dia 7 de março de 2024, Lucas Pinheiro Braathen anunciou que estava voltando da aposentadoria e não competiria mais pela Noruega, mas pelo Brasil, país natal de sua mãe. Neste sábado (7), conquistou o 2º ouro do Brasil na Copa do Mundo de Esqui Alpino.

    Lucas foi campeão do mundo pela Noruega em 2023, mas deu anunciou uma aposentadoria precoce no esqui alpino, com apenas 23 anos. Menos de cinco meses depois, ele retornou ao esporte que tanto ama para competir representando a bandeira de sua mãe.

    “Só gratidão olhando para trás, esses dois anos foram uma jornada incrível, com muita insegurança. Muitos momentos lindos também, mas hoje estamos competindo, vencendo uma prova da Copa do Mundo. E sinto que nunca teria conseguido se não fosse por todos os altos e baixos que me trouxeram até aqui”, disse Lucas Pinheiro Braathen, após vitória em etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino

    Depois de vencer em Kranjska Gora, na Eslovênia, neste sábado (7), Lucas afirmou que tem tentado curtir o bom momento. “A única coisa que tenho tentado fazer desde as Olimpíadas é aproveitar” disse o brasileiro.

    Ele também ressaltou que quer continuar esquiando com o coração. “Muita coisa em jogo, estou lutando por vários títulos. Só estou tentando não fazer disso um grande problema, esquiar com leveza, com o coração. E estou muito orgulhoso da vitória de hoje”, completou.

    Troca veio após atritos com a confederação norueguesa

    “Muitos estranharam, afinal eu era muito novo e ainda tinha muito a fazer pelo esqui. Voltei atrás cinco meses depois, quando um caminho singular surgiu: defender as cores do Brasil, o país da minha mãe. Era a chance de escrever uma história e levar a bandeira das minhas origens ao topo do esporte de inverno”, disse, ao UOL, em 2024.

    Lucas teve atritos com a confederação norueguesa que cuida do esqui alpino, principalmente por uma questão comercial -ele chegou a ser multado após participar de uma peça publicitária de uma marca sem autorização. Parcerias individuais eram limitadas diante de rígidas diretrizes da entidade, e a maioria dos patrocínios estavam atrelados à confederação. O atleta já estava sob um contrato volumoso com a Red Bull.

    As arestas na relação passaram a aparecer e se tornaram um ingrediente considerável para o fim.

    “O vazio no meu coração após o título se uniu à insatisfação com a federação norueguesa de esqui. Não me sentia livre e decidi largar o esporte em outubro de 2023 para abraçar minhas outras paixões: música, arte, moda. Cinco meses depois, a chance de defender as cores da bandeira brasileira apareceu. Não pensei duas vezes. Agora, vou poder aparecer nas páginas dos jornais brasileiros e meu vovô Alberto e minha vovó Marcia vão poder celebrar o neto deles”, revelou Lucas, ao UOL

    O Brasil não poderia colocar à mesa grandes recursos financeiros, mas podia oferecer a independência que Lucas procurava, e um planejamento para que ele pudesse se manter na briga pelos pódios.
    A troca de nacionalidade gerou uma relação de via de mão dupla. O atleta poderia respirar novos ares e assinar contratos sem as amarras da Confederação Brasileira de Desporto na Neve, e o Brasil ganhava um nome para brigar na ponta e desenvolver um esporte sem tradição em um país tropical.

    Lucas Pinheiro conquista 2º ouro do Brasil na Copa do Mundo

  • "Cuba está nos últimos dias", diz Trump: "Terá uma grande vida nova"

    "Cuba está nos últimos dias", diz Trump: "Terá uma grande vida nova"

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que Cuba está nos “seus últimos momentos de vida”, acrescentando que está negociando com Havana e que o país terá “uma grande vida nova”.

    Donald Trump afirmou que **Cuba está em seus últimos momentos de vida como é agora; terá uma grande vida nova, mas está em seus últimos momentos de vida como é”, declarou o presidente dos Estados Unidos durante uma cúpula em Miami com presidentes da direita latino-americana.

    De acordo com a agência espanhola de notícias EFE, Trump afirmou que espera “com entusiasmo a grande mudança que em breve chegará a Cuba”, mas também ressaltou que sua “atenção neste momento” está na guerra com o Irã.

    Trump também afirmou que ele próprio e seu secretário de Estado, Marco Rubio — cargo equivalente ao de ministro das Relações Exteriores em muitos governos europeus — estão “negociando” com o governo de Havana.

    “Eu pensaria que um acordo com Cuba seria feito muito facilmente, mas há 50 anos ouço falar de Cuba; desde que eu era criança ouvia falar de Cuba”, declarou.

    Após a captura de Nicolás Maduro pelas forças norte-americanas na Venezuela, Cuba deixou de receber petróleo venezuelano, e Trump anunciou tarifas para qualquer país que forneça petróleo à ilha — um bloqueio energético que agravou a crise social e econômica do país.

    Na cúpula organizada por Trump em Miami participaram os presidentes da Argentina, Javier Milei; da Bolívia, Rodrigo Paz; da Costa Rica, Rodrigo Chaves; da República Dominicana, Luis Abinader; do Equador, Daniel Noboa; de El Salvador, Nayib Bukele; da Guiana, Irfaan Ali; de Honduras, Nasry Asfura; do Panamá, José Raúl Mulino; do Paraguai, Santiago Peña; e a primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad‑Bissessar.

    Também participou o presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, que tomará posse na próxima quarta-feira, segundo a EFE.

    "Cuba está nos últimos dias", diz Trump: "Terá uma grande vida nova"