Autor: REDAÇÃO

  • Rei Charles III e William divididos após escândalo com Sarah Ferguson

    Rei Charles III e William divididos após escândalo com Sarah Ferguson

    E-mail de 2011 revelou pedido de desculpas da duquesa a Jeffrey Epstein, levando à perda de apoios e gerando reações distintas entre o rei e o herdeiro do trono britânico

    A família real britânica enfrenta mais um escândalo, desta vez envolvendo Sarah Ferguson. A duquesa de York foi acusada de ter mentido sobre sua relação de amizade com Jeffrey Epstein, condenado por abuso sexual, repetindo a polêmica que já atingiu seu ex-marido, o príncipe Andrew.

    A acusação ganhou força após a divulgação de um e-mail de 2011 no qual Ferguson pede desculpas ao magnata pela forma como precisou criticá-lo publicamente, alegando que agiu assim para proteger sua carreira como escritora de livros infantis. “Você sempre foi um amigo fiel, generoso e supremo para mim e para a minha família”, escreveu a duquesa na mensagem.

    Com a revelação do documento, Sarah perdeu espaço em várias instituições beneficentes das quais era apoiadora, entre elas a Prevent Breast Cancer, a Teenage Cancer Trust e o hospital Julia’s House.

    Segundo o jornal Daily Mail, o caso também divide opiniões dentro da família real. O príncipe William considera Andrew e Ferguson uma vergonha e teria pedido ao rei Charles III que tomasse uma posição firme. Já o monarca adota uma visão mais conciliadora e não deseja cortar laços com o irmão, a ex-cunhada e esse ramo da família, postura semelhante à da falecida rainha Elizabeth II, que sempre defendeu Sarah por ser mãe de suas netas.

    Embora a entrevista concedida por Andrew ao programa Newsnight tenha sido considerada desastrosa, há especulações de que Ferguson possa tentar se pronunciar futuramente. Fontes sugerem até que a Casa Real poderia se adiantar e fazer uma confissão pública para controlar os danos.

    Diante da repercussão, é improvável que Sarah Ferguson apareça em eventos oficiais da realeza no futuro próximo. Assim como ocorreu com Andrew, ela deve ser afastada do núcleo sênior da monarquia britânica, pelo menos em aparições públicas.

    Rei Charles III e William divididos após escândalo com Sarah Ferguson

  • Google Photos vai ganhar edição por IA no Android

    Google Photos vai ganhar edição por IA no Android

    O Google liberou em todos os celulares Android dos EUA a função “Help me edit”, que usa IA para alterar fotos com comandos de texto ou voz. O recurso, antes exclusivo da linha Pixel 10, segue disponível apenas em inglês

    O Google está ampliando suas ferramentas de edição de imagens com o uso de Inteligência Artificial. A nova função do Google Photos permite alterar fotos por meio de comandos de voz ou texto em linguagem natural.

    O recurso, baseado no modelo Gemini, até então estava disponível apenas nos Estados Unidos para aparelhos da linha Pixel 10. Agora, a empresa anunciou que a funcionalidade chega a todos os celulares com sistema Android, embora siga restrita ao mercado norte-americano.

    A novidade aparece no aplicativo como um botão chamado Help me edit (“Ajuda-me a editar”, em português). Ao clicar, o usuário encontra um campo de texto para descrever as mudanças que deseja realizar. É possível modificar o fundo da foto, ajustar objetos ou aplicar outras alterações visuais.

    Apesar da expansão para mais dispositivos Android, o recurso ainda está disponível apenas em inglês e não tem previsão de lançamento em outros idiomas ou países

    JORNAL DA TARDE© Google  

    Google Photos vai ganhar edição por IA no Android

  • Marido de mulher 'apanhada' nos Coldplay também estava lá acompanhado

    Marido de mulher 'apanhada' nos Coldplay também estava lá acompanhado

    Nova reviravolta no caso que viralizou: Andrew Cabot, marido de Kristin, estava no mesmo show em que a ex-diretora de RH foi filmada com o CEO da Astronomer. Separados há semanas, ambos já seguiam novos rumos pessoais

    O caso do casal flagrado em clima suspeito durante um show do Coldplay ganhou uma nova reviravolta. Segundo o jornal britânico The Times, o marido de Kristin Cabot, Andrew, também estava no mesmo show em que a ex-diretora de Recursos Humanos da empresa Astronomer foi filmada ao lado do então CEO Andy Byron.

    De acordo com uma fonte próxima, Andrew não estava no Japão, como chegou a ser noticiado, mas sim no estádio, acompanhado da atual namorada. A mesma fonte afirmou que Kristin e Andrew já estavam separados há semanas, morando em casas diferentes, em um processo descrito como “amigável”.

    Kristin, por sua vez, estava em um camarote com colegas de trabalho. Já Andrew assistia ao show em outro setor. O casal oficializou o pedido de divórcio em 13 de agosto, um mês após o episódio viral.

    O The Times também destacou que Kristin e Andy Byron não mantinham um relacionamento extraconjugal. A fonte declarou que os dois eram apenas amigos próximos, embora a postura da ex-diretora de RH com o chefe tenha sido considerada “inapropriada” naquele contexto.

    A situação veio à tona quando a chamada kiss cam projetou os dois nos telões da arena. Rapidamente, eles tentaram se esquivar da câmera: ela cobriu o rosto e ele se abaixou. A reação chamou a atenção de Chris Martin, vocalista da banda, que chegou a brincar: “Ou estão tendo um caso, ou são muito tímidos”.

    O vídeo viralizou, internautas descobriram que ambos eram casados com outras pessoas e a polêmica tomou grandes proporções. Pouco depois, a esposa de Andy Byron retirou o sobrenome “Byron” de suas redes sociais antes de desativar o perfil.

    Kristin e Andrew, juntos desde 2020, agora seguem separados oficialmente. Já Andy e sua esposa ainda não confirmaram um pedido de divórcio.

     

     

    Marido de mulher 'apanhada' nos Coldplay também estava lá acompanhado

  • Trump substitui retrato de Biden na Casa Branca por caneta automática

    Trump substitui retrato de Biden na Casa Branca por caneta automática

    A substituição da imagem de Joe Biden por uma caneta automática reacendeu críticas de Donald Trump, que acusou o ex-presidente de não ter assinado decisões de fato. Biden rebateu, afirmando que todas as medidas de seu governo foram tomadas por ele

    A Casa Branca apresentou nesta quarta-feira (24) a mais recente atualização da Parede da Fama Presidencial, exibida na residência oficial dos presidentes dos Estados Unidos. No espaço que antes trazia a foto de Joe Biden, antecessor de Donald Trump, agora aparece a imagem de uma caneta automática.

    Durante o mandato, Biden utilizou diversas vezes esse recurso para assinar documentos oficiais, prática que foi alvo de críticas de Donald Trump. O atual presidente acusava o democrata de não ter controle sobre o que assinava e chegou a questionar a validade de perdões concedidos na época.

    “Foi usada ilegalmente. Ele nunca deu as ordens”, declarou Trump a jornalistas durante viagem ao Reino Unido. “Acho que um dos poucos atos que ele assinou de verdade foi o perdão ao próprio filho”, ironizou.

    Em resposta, Biden rejeitou as acusações. “Fui eu quem tomou todas as decisões durante o meu mandato. Decretos, ordens executivas, legislações e proclamações foram assinados por minha determinação. Qualquer sugestão em contrário é absurda e falsa”, disse em comunicado à ABC News.

    O uso da caneta automática, no entanto, não é novidade na política norte-americana. A prática já foi adotada por presidentes de ambos os partidos em situações específicas, principalmente para assinar documentos oficiais no Capitólio e na Casa Branca quando dificuldades motoras impediam a assinatura manual.

    Trump substitui retrato de Biden na Casa Branca por caneta automática

  • Palmeiras derruba River e chega à sua quinta semifinal em seis Libertadores

    Palmeiras derruba River e chega à sua quinta semifinal em seis Libertadores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mais consistente time da América do Sul na atual década, o Palmeiras está de novo nas semifinais da principal competição do continente, a Copa Libertadores. A classificação foi obtida com uma vitória por 3 a 1 sobre o argentino River Plate, na noite de quarta-feira (24), no Allianz Parque, em São Paulo.

    A formação alviverde havia triunfado na primeira partida do confronto, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Dessa maneira, o campeão de 1999, 2020 e 2021 está nas semifinais pela quinta vez nas seis edições mais recentes do torneio. Seu adversário sairá do duelo entre São Paulo e LDU -no jogo de ida, no Equador, o time de Quito fez 2 a 0.

    Foi um confronto que começou, ainda na Argentina, com clara superioridade alviverde. O Palmeiras se impôs na etapa inicial do primeiro jogo e abriu dois gols de vantagem, com um cabeceio de Gustavo Gómez e um chute de Vitor Roque. Após o intervalo, o River martelou até ao menos diminuir a vantagem, em um chute de Martínez Quarta desviado em Piquerez.

    Na segunda partida, portanto, no Brasil, a equipe paulistana se viu com uma vantagem de um gol que durou pouco. Logo aos oito minutos, Gómez deu carrinho desastrado e cometeu falta, cobrada por Juanfer Quintero. Maximiliano Salas subiu bem, no primeiro pau, e deixou o placar geral do duelo em 2 a 2.

    A tensão cresceu. Estabeleceu-se um jogo truncado, que teve a partir desse momento uma chance para cada equipe até o intervalo. Em cabeceio, Murilo parou no goleiro Armani. Do outro lado, Castaño se viu cara a cara com Weverton e, em vez de finalizar, buscou uma desastrada finta, bem marcada pelo arqueiro.

    Mesmo sem alterações no intervalo, o Palmeiras voltou bem, estabelecendo-se no campo de ataque e trocando passes. Aos seis minutos, Piquerez teve espaço para cruzar da esquerda, e Vitor Roque cabeceou com liberdade. Armani chegou a fazer a defesa, mas a bola se ofereceu ao próprio Roque para o gol no rebote.

    A essa altura, os bate-bocas e empurrões já eram constantes. Os palmeirenses pediram expulsão de Acuña em um desses entreveros, sem sucesso. O juiz uruguaio Andreas Matonte chegou a mostrar cartão vermelho a Salas, por segundo amarelo, antes de perceber que o jogador não tinha o primeiro.

    Dos 20 minutos em diante, ficou claro o desenho do jogo. Ainda que sem velocidade pelos lados, o River buscava o ataque em toques pelo meio. O Palmeiras procurava fechar os espaços, bloquear o jogo de passes do adversário e, quem sabe, resolver de vez a classificação em um lance de felicidade.

    No fim, sobressaiu o melhor time. Aos 46 minutos, em pênalti cometido por Acuña (expulso no lance) em Facundo Torres, Flaco López bateu no meio para sacramentar a classificação. Em seguida, aos 39, Flaco contou com desvio na zaga para fechar o placar e fazer a festa alviverde na zona oeste paulistana.

    Bruno Henrique está liberado para atuar após conseguir um efeito suspensivo no tribunal; o jogador foi condenado no Artigo 243-A, que fala em “atuar, de forma contrária à ética desportiva, com o fim de influenciar o resultado de partida”

    Folhapress | 22:47 – 24/09/2025

    Palmeiras derruba River e chega à sua quinta semifinal em seis Libertadores

  • Dólar fecha em alta e Bolsa renova recorde com tom cauteloso de Powell sobre juros nos EUA

    Dólar fecha em alta e Bolsa renova recorde com tom cauteloso de Powell sobre juros nos EUA

    A Bolsa, que oscilou entre sinais durante a sessão, teve leve ganho de 0,04%, a 146.491 pontos, renovando o recorde histórico de fechamento pelo segundo dia consecutivo

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dólar teve forte alta de 0,93% nesta quarta-feira (24) e encerrou a sessão cotado a R$ 5,326, à medida que o mercado voltou a ter os juros dos Estados Unidos como foco norteador das negociações.
    Jerome Powell, presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano), fez declarações consideradas cautelosas na véspera sobre o ciclo de afrouxamento monetário, sinalizando que novos cortes não estão garantidos.

    A recalibragem nas expectativas levou à valorização do dólar globalmente, e o Brasil seguiu o movimento, apagando grande parte das perdas de terça-feira que levaram a moeda a R$ 5,277, menor valor desde junho de 2024.

    Já a Bolsa, que oscilou entre sinais durante a sessão, teve leve ganho de 0,04%, a 146.491 pontos, renovando o recorde histórico de fechamento pelo segundo dia consecutivo.

    Contrariando as expectativas do mercado, Jerome Powell usou de seu discurso na terça-feira para impor cautela entre os agentes financeiros. Novos cortes de juros, disse ele, não estão garantidos.

    Segundo o presidente do Fed, os diretores da autoridade monetária estão em uma sinuca de bico: ou priorizam o combate à inflação, ou protegem empregos.

    Se a taxa de juros for afrouxada “de forma muito agressiva”, corre-se o risco de “deixar o trabalho da inflação inacabado e precisar reverter o curso” novamente, a fim de levá-la à meta de 2%. Por outro lado, manter as taxas restritivas por muito tempo significaria que “o mercado de trabalho poderia enfraquecer desnecessariamente”.

    “Os riscos de curto prazo para a inflação estão inclinados para cima e os riscos para o emprego para baixo -uma situação desafiadora”, disse Powell em Rhode Island. “Quando nossos objetivos estão em tensão como esta, nossa estrutura nos chama para equilibrar ambos os lados de nosso mandato duplo.”

    O Fed cortou na quarta-feira passada (17) os juros americanos em 0,25 ponto, para a faixa de 4% a 4,25%, em meio a sinais de fraqueza no mercado de trabalho, inflação resiliente e dados modestos envolvendo o impacto das tarifas. Foi o primeiro corte no ano, em meio à briga do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por uma política monetária menos restritiva.

    O mercado, segundo a estrategista-chefe da Nomad, Paula Zogbi, estava firme na ideia de que o Fed cortaria os juros mais três vezes no curto prazo -duas esse ano e outra em 2026-, diante de indicações de que a autoridade monetária dos EUA estava mais focada em conter a desaceleração do mercado de trabalho do que em levar a inflação à meta.

    “Essa leitura impulsionou muitos ativos, já que uma taxa mais baixa nos EUA desestimula que investidores tenham caixa em dólar e os leva a buscar proteção e risco em outros mercados”, afirma. A mudança no tom, explica ela, levou a um recálculo de rota, favorecendo o dólar globalmente e os rendimentos dos títulos ligados ao Tesouro americano, os treasuries.

    O rendimento do treasury de dez anos -referência global para decisões de investimento- subiu 0,75%, a 4,151%. O índice DXY, que compara o desempenho do dólar a uma cesta de moedas fortes, avançava 0,67%, a 97,88 pontos.

    “O real foi um dos mais beneficiados pela tese de cortes de juros nos EUA, porque o Brasil está bem posicionado tanto pelo diferencial de juros quanto pelos patamares da Bolsa.” Por isso a moeda enfrentou perdas fortes nesta sessão: o mercado está desmontando apostas em torno dela, considerando a postura de cautela do Fed.

    Ainda que tenha acontecido na véspera, o discurso de Powell seguiu ditando os mercados globais pela “falta de fatos ou indicadores novos que possam orientar as negociações”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX. “Com isso, tivemos uma extensão dos movimentos de ontem.”

    No Brasil, especificamente, a política monetária dos Estados Unidos foi um tema lateral na sessão de terça-feira. O foco esteve voltado aos discursos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) e, principalmente, ao aceno ao diálogo por parte do republicano ao brasileiro.

    Foi a primeira vez que ambos os líderes ficaram no mesmo ambiente desde que Trump aplicou sanções ao Brasil, em maio, e, antes de deixar o púlpito, o americano afirmou que irá se encontrar com Lula na próxima semana.

    Trump afirmou que houve “excelente química” entre os dois durante o breve encontro na sede das Nações Unidas. “Eu só faço negócios com pessoas que eu gosto. E eu gostei dele, e ele de mim. Por pelo menos 30 segundos nós tivemos uma química excelente, isso é um bom sinal”, disse, após o discurso de Lula.

    A possibilidade de um encontro -e, principalmente, de uma desescalada de tensões comerciais, políticas e diplomáticas- deu fôlego para as cotações, levando o dólar à mínima em mais de um ano e a Bolsa a um novo recorde de fechamento e outro durante o período de negociações, de 147.178 pontos.

    “Abre-se caminho para o que não tinha acontecido até agora: Trump sentando à mesa para conversar com o Brasil. Pode ter uma flexibilidade nas tarifas de 50%, aumento da lista de isenção… Ele disse pouco, mas é uma sinalização muito valiosa”, diz Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos.

    O encontro aconteceu um dia após o governo Trump ampliar as sanções a autoridades brasileiras e ao entorno do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em reação à condenação de Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão.

    Já na cena corporativa, a Cosan foi destaque. As ações dispararam 5,67%, cotadas a R$ 6,70, depois que a agência Bloomberg noticiou que Rubens Ometto, controlador da companhia, está negociando um empréstimo de R$ 750 milhões com o Bradesco para aumentar seu capital social e, assim, evitar uma diluição maior da participação nos negócios à luz das novas ofertas de ações ordinárias.

    A possibilidade agradou os investidores por dar fôlego ao fluxo de caixa da empresa, especialmente no curto prazo, afirma Ian Lopes, economista da Valor Investimentos. “Era uma das preocupações do mercado, e esse empréstimo pode aliviar a situação, apesar da alavancagem operacional muito alta, considerando que a Cosan estava vendendo muitos ativos para conseguir levantar o fluxo de caixa.”

    Também na ponta positiva, os papéis ordinários e preferenciais da Petrobras avançaram 2,54% e 2,25%, respectivamente, endossados pela alta dos preços do petróleo no exterior.

    Dólar fecha em alta e Bolsa renova recorde com tom cauteloso de Powell sobre juros nos EUA

  • PEC da Blindagem foi "vergonha nacional", diz Lula

    PEC da Blindagem foi "vergonha nacional", diz Lula

    “O que eu acho equívoco histórico foi colocar aquela PEC em votação. Desnecessária, desnecessária, provocativa e passou um sinal péssimo para a sociedade brasileira”, disse Lula

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (24) que a PEC da Blindagem, proposta de emenda à Constituição que estabelecia que os deputados e senadores só pudessem ser processados criminalmente com prévia licença da Câmara ou do Senado, foi uma “vergonha nacional” e teve o “destino que mereceu” ao ser arquivada.

    “Era previsível que isso acontecesse. Era previsível. O que eu acho equívoco histórico foi colocar aquela PEC em votação. Desnecessária, desnecessária, provocativa e passou um sinal péssimo para a sociedade brasileira”, disse Lula, durante entrevista coletiva em Nova York, nos Estados Unidos, onde participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).  

    Além de alterar as regras de investigação e prisão de parlamentares, a PEC também ampliava o foro privilegiado para presidentes de partidos. A proposta causou insatisfação popular e foi alvo de manifestações, no último domingo (21), em todas as capitais e em dezenas de cidades brasileiras, que pediram o fim do projeto, bem como de outro, que prevê anistia para quem participou dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    “O único jeito das pessoas serem protegidas é as pessoas não fazerem coisas erradas. Você não pode querer uma proteção que a sociedade não tem, porque você quer essa proteção? Você tá com medo do quê?”, disse Lula.

    “Eu acho que aconteceu com essa PEC o destino que ela merece, desaparecer porque foi uma vergonha nacional”, concluiu.

    O texto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e foi enviado para a CCJ do Senado.

    Nesta quarta-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), arquivou a PEC da Blindagem, após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter rejeitado, por unanimidade, o texto.

    Como a comissão considerou o texto inconstitucional, Alcolumbre afirmou que a proposta não deve ser votada pelo plenário e determinou o arquivamento definitivo. 

    Esta presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento sem deliberação de Plenário”, disse Alcolumbre, conforme a Agência Senado.

    PEC da Blindagem foi "vergonha nacional", diz Lula

  • Priscilla Presley diz que Elvis quis contratar assassino para matar seu ex

    Priscilla Presley diz que Elvis quis contratar assassino para matar seu ex

    A atriz admitiu ter iniciado o affair com o professor de karatê Mike quando ainda era casada com o Rei do Rock; “O Elvis achava insuportável a ideia de me ver com outro homem”, disse

    LONDRINA, PR (UOL/CBS NEWS) – Priscilla Presley, 80, revelou que o saudoso Elvis Presley (1935-1977) nutria um ciúme doentio da relação da ex com Mike Stone, com quem ela se envolveu após o divórcio deles.

    A atriz admitiu ter iniciado o affair com o professor de karatê quando ainda era casada com o Rei do Rock. “Se o Elvis estava tendo casos que não eram da minha conta, então não era da conta dele o que eu estava fazendo. A amizade próxima que Mike e eu tínhamos desenvolvido se transformou em um affair”, contou em seu livro de memórias “Softly, As I Leave You”, conforme trechos divulgados pelo canal Fox News.

    O ciúme de Elvis era tanto que ele chegou a pedir ajuda a Joe Esposito, um de seus empresários, para encomendar o assassinato de Mike. “O Elvis achava insuportável a ideia de me ver com outro homem. Nas semanas após a minha partida, ele disse aos rapazes [próximos a ele] que o Mike tinha que morrer. Ele até pediu para o Joe [Esposito] encontrar um assassino de aluguel. O Joe me avisou para ter cuidado.”

    A boa influência do pai e dos amigos, entretanto, foi aos poucos aplacando a ira marital tardia do cantor. “Com o tempo, e com muita persuasão de seu pai e dos rapazes, Elvis foi se acalmando gradualmente e desistiu da ideia de matar o Mike, graças a Deus.”

    Priscilla Presley diz que Elvis quis contratar assassino para matar seu ex

  • Alternativa ao VAR anima CBF

    Alternativa ao VAR anima CBF

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Não se espante quando você vir um técnico com o dedo apontado para o céu, fazendo movimentos circulares com o braço. A Copa do Brasil feminina, a partir das quartas de final, servirá de laboratório para um novo sistema de checagem de decisões de arbitragem.

    E o gesto com o dedo é a senha. Significa que o treinador em questão entregará um cartão pedindo um desafio a respeito da decisão da arbitragem em campo.

    Nas siglas em inglês, quem não tem VAR caça com FVS (Football Video Support).

    O suporte de vídeo para o futebol é uma alternativa mais econômica para que o auxílio da tecnologia também faça parte de torneios menos estruturados, em termos de transmissão e investimento.

    O VAR é mais complexo, demanda uma cabine externa, pelo menos oito câmeras. O suporte de vídeo é mais simples. Com quatro câmeras, basta colocar um monitor à beira do campo e um operador para buscar as imagens que o árbitro precisa.

    É o árbitro central, inclusive, quem toma as decisões, após checar o lance no monitor.

    Pelo protocolo, o FVS é possível de ser utilizado nas quatro situações para as quais o VAR já é usado:

    – Gol
    – Pênalti
    – Cartão vermelho
    – Erro de identidade

    Todos os lances de gol serão checados pelo quarto árbitro. Então, já é uma garantia a mais, não precisando que os técnicos gastem o desafio com isso.

    Cada time tem direito a dois pedidos de desafio. Se a decisão de campo for alterada em favor do técnico, ele mantém o desafio. Se a tentativa for frustrada, o técnico perde um dos desafios.

    Jogadores podem solicitar ao treinador a revisão de um lance, mas só o comandante da equipe pode acionar o procedimento de forma oficial.

    Para a comissão de arbitragem da CBF, a iniciativa é muito interessante porque compartilha com os times a responsabilidade de pedir ou “provocar” uma checagem.

    “O projeto é muito bem visto, gostamos muito dessa ideia. Discutimos muito com a Fifa sobre isso. Achamos muito pertinente porque passamos oportunidade para as equipes, que em alguns momentos de grandes decisões da partida, pensam que precisam de esclarecimento e elucidação de algum fato. A gente democratiza a tomada de ação, mas a decisão final sempre será do árbitro”, disse Rodrigo Cintra, chefe da comissão de arbitragem da CBF.

    “As equipes passam a ter um papel fundamental, tático e estratégico com as possíveis chamadas para o desafio. Porque não somente os árbitros serão indagados, mas as próprias equipes”, afirma Rodrigo.

    IMPEDIMENTO É ‘NO OLHO’

    Uma das diferenças em relação ao VAR é que com o suporte de vídeo não há linhas traçadas para checagem de impedimento.

    Com isso, é preciso medir “no olho” e com outros sinais do campo se um jogador parece estar impedido. Assim, o vídeo não resolve lances ajustados de impedimento.

    “A decisão que você tem é por meio de referência visual. A câmera precisa estar bem relacionada com o evento. Vai ser mais fácil decidir em pênalti ou gol. Mas se estiver muito inclinado, vai ser mais difícil de avaliar. Campos com marcações no gramado podem ajudar. Mas não tem linha”, explicou Péricles Bassols, gerente do VAR.

    E O FUTURO?

    A CBF está otimista com os testes e prevê o avanço da ferramenta para no futuro tornar oficial nas competições da base da pirâmide brasileira.

    Ao contrário do VAR, o suporte de vídeo não depende de internet ou cabos de fibra ótica, por exemplo. Para um jogo, a estimativa é que o custo de todo aparato seja 30% mais barato na comparação com o VAR.

    Os primeiros jogos de teste foram na Copa Paulista. Agora, chegou a vez da Copa do Brasil feminina.

    Alternativa ao VAR anima CBF

  • Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino, diz Lula

    Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino, diz Lula

    Lula disse na ONU defendeu que os demais países reconheçam a Palestina como Estado, disse que o povo palestino corre o risco de desaparecer e criticou o Hamas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Brasil vai cobrar da Organização das Nações Unidas (ONU) a criação de um Estado palestino. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (24), durante entrevista coletiva à imprensa para fazer um balanço da participação do Brasil na Assembleia Geral da ONU, realizada nesta semana em Nova York.

    Lula também voltou a afirmar que o que Israel está fazendo na Faixa de Gaza é um genocídio contra o povo palestino.

    “Eu penso que o mundo inteiro já está tomado da percepção de que você não tem uma guerra em Gaza, você tem um genocídio de um exército fortemente preparado contra um povo indefeso, sobretudo mulheres e crianças”, disse Lula. 

    “Da parte do Brasil, vamos cobrar a ONU para ela executar a decisão que foi tomada ontem”, continuou o presidente, referindo-se ao fato de que mais de 150 países apoiaram a criação de um Estado palestino.

    A criação de um Estado palestino foi um dos principais temas abordados durante a assembleia. Enquanto Lula e dezenas de outros chefes de Estado defenderam a soberania do povo palestino em um território independente de Israel, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump se manifestou contrariamente.

    Além disso, às vésperas da Assembleia, aliados históricos de Israel, como França, Canadá, Reino Unido, Austrália e Portugal, anunciaram o reconhecimento formal do Estado da Palestina.

    “Esse genocídio só está acontecendo porque quem pode parar não tomou a atitude de parar. O Conselho de Segurança da ONU poderia ter tomado uma atitude mais forte. A mesma ONU que teve força para criar o Estado de Israel deveria ter força para criar o Estado palestino”, defendeu Lula. “A ONU tem documentos e decisão coletiva da sua maioria para chamar Israel da sua responsabilidade”, continuou.

    Durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Lula defendeu que os demais países reconheçam a Palestina como Estado, disse que o povo palestino corre o risco de desaparecer e criticou o Hamas.

    “Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sob qualquer ângulo. Mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza. Ali, sob toneladas de escombros, estão enterradas dezenas de milhares de mulheres e crianças inocentes. Ali também estão sepultados o direito internacional humanitário e o mito da superioridade ética do Ocidente.”

    Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino, diz Lula