Autor: REDAÇÃO

  • Alibaba expande investimentos em IA, lança novo produto e anuncia data centers

    Alibaba expande investimentos em IA, lança novo produto e anuncia data centers

    Os papéis da gigante chinesa em Hong Kong fecharam em alta de 9,2% a 174,00 dólares de Hong Kong, seu nível mais alto em quatro anos, superando o avanço de 2,5% do Índice Hang Seng Tech. Já o ADR em Nova York tinha ganho de 9,1% no pré-mercado, por volta das 8h30 de Brasília

    As ações da Alibaba dispararam nesta quarta-feira (24) depois que a empresa prometeu investir mais de US$ 53 bilhões em inteligência artificial (IA) – acima de sua meta original – e lançou um novo modelo. A empresa também anunciou criação de novos data centers ao redor do mundo, incluindo no Brasil.

    Os papéis da gigante chinesa em Hong Kong fecharam em alta de 9,2% a 174,00 dólares de Hong Kong, seu nível mais alto em quatro anos, superando o avanço de 2,5% do Índice Hang Seng Tech. Já o ADR em Nova York tinha ganho de 9,1% no pré-mercado, por volta das 8h30 de Brasília.

    Segundo o CEO Eddie Wu, a Alibaba aumentará os gastos com infraestrutura de IA e nuvem acima do valor anunciado em fevereiro, de 380 bilhões de yuans (US$ 53 bilhões), previsto para ser implementado ao longo de três anos. Wu não forneceu uma nova meta, mas afirmou que a indústria está se desenvolvendo mais rápido e com demanda maior que a esperada anteriormente.

    A gigante chinesa do e-commerce também anunciou a versão 2.5 da IA generativa visual Wan e um novo produto, o Qwen3-Max, sua mais recente adição à série de modelos de IA. O Qwen3-Max, com mais de um trilhão de parâmetros, possui fortes capacidades de codificação e agentes, disse a empresa, e sua versão prévia ficou entre as três melhores globalmente em benchmarks de terceiros, como o ranking LMArena, colocando-a ao lado do Gemini do Google, do Claude da Anthropic e do ChatGPT da OpenAI.

    A Alibaba também está dobrando seus esforços na construção de chips caseiros e de infraestrutura IA, uma base crucial para treinar e implantar o modelo Qwen3-Max, sinalizando sua ambição de controlar toda a rede, desde hardware até serviços em nuvem e aplicação.

    Em nota, a Alibaba Cloud, subsidiária da gigante chinesa focada em tecnologia, anunciou ainda que pretende lançar data centers no Brasil, na França e na Holanda, além de criar data centers adicionais no México, no Japão, na Coreia do Sul, na Malásia e em Dubai no próximo ano. A expansão estratégica também deve incluir a expansão de serviços na Indonésia e na Europa em múltiplos idiomas.

    Alibaba expande investimentos em IA, lança novo produto e anuncia data centers

  • Lula termina viagem a NY com evento sobre democracia para o qual não convidou EUA

    Lula termina viagem a NY com evento sobre democracia para o qual não convidou EUA

    Lula encerra agenda em Nova York com a conferência “Democracia Sempre”, que reúne cerca de 30 países sem a presença dos EUA. O presidente também participa de reunião sobre metas climáticas com António Guterres antes de retornar ao Brasil nesta quarta-feira (24)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerra nesta quarta (24) sua viagem por Nova York, e o principal evento do dia, às 11h de Brasília, é a reunião “Democracia Sempre”, que será realizada às margens da Assembleia-Geral da ONU.

    A conferência ganhou mais destaque depois de Brasil e aliados decidirem não convidar os EUA, como a Folha de S.Paulo adiantou, em meio à tensão diplomática com Washington por causa das sanções impostas pelo governo de Donald Trump. Os americanos não estarão entre os cerca de 30 convidados por decisão dos organizadores -Brasil, Espanha, Uruguai, Colômbia e Chile. Nações como Alemanha, Canadá, França, México, Noruega, Quênia, Senegal e Timor Leste estão na lista. O secretário-geral da ONU, António Guterres, também deverá ser chamado como representante da União Europeia.

    Nesta terça (23), porém, houve uma distensão importante na relação entre Lula e Trump. Logo depois de o líder brasileiro discursar na Assembleia-Geral e enviar vários recados ao americano, falando em defesa da soberania e criticando agressões ao Judiciário nacional, os dois tiveram um breve encontro nos bastidores. Em seguida, em seu discurso, Trump disse que houve “excelente química” entre os dois e que uma nova conversa ocorrerá na semana que vem.

    Na parte da tarde, Lula lidera, junto com Guterres, uma reunião que busca dar impulso à entrega de NDCs (a meta de descarbonização que cada país ou grupo se compromete a cumprir). A UE não deve apresentar suas metas em Nova York, o que frustra apelos da COP30, a conferência de clima da ONU que ocorrerá em Belém em novembro.

    O cronograma inicial era de que os países oficializassem suas metas em fevereiro, o que foi cumprido por uma parcela pequena de nações -entre elas o Brasil. Há a expectativa de que a delegação brasileira presente em Nova York entregue um sumário executivo do que o país está fazendo na preparação da COP30.

    Por fim, Lula deve conceder entrevista coletiva para jornalistas brasileiros e estrangeiros. A partida de Nova York está prevista por volta das 18h de Brasília.

    Lula termina viagem a NY com evento sobre democracia para o qual não convidou EUA

  • Bolsonaristas minimizam gesto de Trump a Lula e buscam explicações

    Bolsonaristas minimizam gesto de Trump a Lula e buscam explicações

    Eles afirmam que não se trata de um gesto concreto e que dificilmente haverá reversão das tarifas impostas pelo governo americano ou melhora da crise entre os dois países após conversa entre seus líderes.

    (CBS NEWS) – Parlamentares e aliados de Jair Bolsonaro (PL) minimizaram a fala do presidente Donald Trump sobre o presidente Lula (PT) em discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas nesta terça-feira (23). Eles afirmam que não se trata de um gesto concreto e que dificilmente haverá reversão das tarifas impostas pelo governo americano ou melhora da crise entre os dois países após conversa entre seus líderes.

    Nas horas que seguiram o surpreende discurso do americano, parte dos bolsonaristas ficou sem reação, buscando entender quais são os próximos passos, já que Trump é conhecido por sua imprevisibilidade. Reservadamente, disseram não poder calcular se haveria prejuízo ao grupo político.

    Um aliado disse ver prejuízo ao grupo político e teme que Lula possa abrir uma porta de diálogo que até então só existia com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o empresário Paulo Figueiredo.

    Na avaliação geral, o discurso dos bolsonaristas é de que a crise poderia até mesmo piorar após uma conversa entre eles, ainda que seja mais controlada por telefonema.

    Eles afirmam que há mais divergências do que convergências entre os dois líderes, e isso ficaria exposto num diálogo entre os dois –cujos discursos na ONU tiveram trocas de críticas. Citam a postura pró-Palestina de Lula contra a pró-Israel de Trump, a proximidade com a gestão do antecessor Joe Biden, o Judiciário brasileiro, dentre outros pontos.

    “[Lula] será cobrado sobre o projeto de anistia. E aí? Cheque. Lula termina o dia de hoje em uma posição política infinitamente pior do que começou”, disse Figueiredo.

    Eles também cogitaram diferentes explicações para a postura elogiosa do americano ao petista. Dentre os argumentos, há o de que o gesto Trump seria, na verdade, calculado e uma forma de estratégia de negociação. O objetivo seria de expor o presidente brasileiro que, chamado para uma reunião publicamente, não teria como não participar.

    O governo brasileiro tem enfrentado barreiras para buscar diálogo com a administração Trump, que impôs duras tarifas a produtos brasileiros, após intensa articulação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e do empresário Paulo Figueiredo. Este é primeiro e maior gesto desde que a crise começou, no início de julho.

    Após o discurso de Trump, Eduardo foi às redes para destacar os momentos de sua fala em que criticou o governo brasileiro, por suposta perseguição judicial e por supostamente interferir em direitos de cidadãos americanos, praticando censura.

    “Tudo isso é um prenúncio do que estará sobre a mesa num eventual encontro entre Trump e Lula que, se confirmado, seria certamente no Salão Oval. E Lula não terá escolha: terá de ir. Note bem, será no momento, no local e nos termos que Trump escolheu -sendo que o Itamaraty está anulado, sem poder alinhar previamente a reunião”, escreveu o deputado federal.

    O encontro, contudo, deve ser por telefonema, segundo o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores). O gesto foi interpretado por bolsonaristas como fuga.

    “Lula acaba de ter a oportunidade de ficar frente a frente com Trump, mas já está arrumando desculpas para fugir. Procura-se o Presidente da República”, disse Filipe Barros (PL-PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

    Eles dizem que Trump faria com Lula o mesmo que fez com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, no Salão Oval. À época, o próprio Lula se referiu ao episódio como uma humilhação e cena grotesca.

    A tese bolsonarista também ecoa em parte em integrantes do governo petista. Mesmo tendo visto o gesto de Trump como uma vitória para o brasileiro, eles temem que o americano use o diálogo entre os dois como uma forma de pressionar e até humilhar o líder petista.

    Os dois tiveram uma breve interação na manhã desta terça-feira (23) pouco antes de o republicano discursar na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Trump sugeriu, e Lula aceitou, uma conversa para a próxima semana. O encontro foi divulgado pelo presidente americano ao final de sua fala, em que ele também disse que gostou do brasileiro e que teve uma “excelente química” com o petista.

    Bolsonaristas minimizam gesto de Trump a Lula e buscam explicações

  • Parece que companheiro Trump gostou do Lula e vai conversar sobre o que importa, diz Haddad

    Parece que companheiro Trump gostou do Lula e vai conversar sobre o que importa, diz Haddad

    Haddad chamou Trump de “companheiro” após o ex-presidente dos EUA dizer ter química com Lula. O ministro ironizou tarifas sobre produtos brasileiros e destacou avanços nas relações internacionais. Ele também defendeu a reforma tributária e a taxação dos mais ricos para compensar a ampliação da isenção do IR

    (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), chamou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de “companheiro”, após o americano declarar ter química com o presidente Lula (PT) nesta terça-feira (23).

    “O companheiro Trump parece que gostou do companheiro Lula e vão começar a conversar sobre coisas realmente importantes, que é integração econômica, investimentos mútuos, parceria”, disse o chefe da equipe econômica.

    Haddad afirmou ainda que os Estados Unidos estão colhendo frutos da sobretaxa de 50% aplicada a produtos brasileiros, pagando caro por café e carne.

    Em evento sobre direito tributário no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), fundado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro ironizou o tarifaço de Trump e disse torcer para que a conversa entre os dois chefes de Estado seja produtiva.

    “Alguém deu a brilhante ideia de tarifar em mais 40% os produtos brasileiros [depois das tarifas de 10% já anunciadas de 10%] e agora eles estão colhendo os frutos dessa decisão, pagando caro no café, na carne, nos produtos brasileiros”, disse Haddad.

    O ministro da Fazenda afirmou ainda que o Brasil está preparado para lidar com desafios, que incluem a guerra fiscal entre países. Segundo Haddad, o país tem avançado na relação com outras regiões, como na Ásia e na Europa.

    “O Brasil está em condições de sentar à mesa com qualquer grande player internacional. Estamos com excelentes relações com a Ásia. Estamos fechando até o final do ano um grande acordo com União Europeia e Mercosul. Reatamos o diálogo com países da África”, disse.

    Ele também relembrou o período do governo do ex-presidente Joe Biden, que ganhou as eleições contra Trump em 2020. Haddad disse esperar que as discussões sejam recuperadas.

    “Durante o período Biden inteiro, nós estávamos em discussão para alinhar investimentos estratégicos no campo da transformação ecológica. Isso tem que ser resgatado, foi interrompido, mas quero crer que as iniciativas brasileiras vão aproximar os dois países.”

    Além das relações entre EUA e Brasil, o ministro da Fazenda falou ainda sobre a reforma tributária. De acordo com Haddad, a reforma vai sumir com algumas distorções no sistema de tributos do país.

    Mais cedo nesta terça, o ministro afirmou em entrevista ao canal ICL que o Brasil está aproveitando o momento para implementar a maior reforma tributária da história e para corrigir distorções que favorecem o “andar de cima” por meio da litigância contra o Estado.

    Na entrevista, Haddad disse que o projeto de ampliação da faixa de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000 mensais deve ser sancionado pelo presidente Lula em outubro.

    Segundo o ministro, o desafio após a aprovação do projeto está na compensação fiscal. De acordo com Haddad, governo quer financiar a renúncia de receita com a taxação dos chamados “super-ricos”, que devem pagar cerca de R$ 30 bilhões. A taxação dos mais ricos enfrenta resistência da oposição no congresso.

    Além da isenção do IR, o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária foi aprovado na semana passada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. A versão aprovada reduz as chances de autuação das empresas que não conseguirem cumprir as novas obrigações fiscais no ano-teste de 2026. Pelo novo texto, o contribuinte será intimado para resolver as pendências antes da imposição definitiva de multa. Se ele atender o pedido no prazo de 60 dias, a penalidade será extinta.

    Parece que companheiro Trump gostou do Lula e vai conversar sobre o que importa, diz Haddad

  • Palmeiras recebe River Plate para confirmar favoritismo e vaga nas semifinais da Libertadores

    Palmeiras recebe River Plate para confirmar favoritismo e vaga nas semifinais da Libertadores

    Um dos fortes concorrentes ao título da Libertadores, o Palmeiras põe a prova a qualidade de seu elenco em sua melhor fase na temporada para confirmar um lugar nas semifinais da competição em que busca o tetracampeonato. A vitória por 2 a 1 há uma semana em Buenos Aires deixa o time alviverde confiante, mas ainda cauteloso, para o duelo da volta contra o River Plate nesta quarta-feira, no Allianz Parque. A bola rola às 21h30 na arena palmeirense.

    Mais do que o triunfo diante de 85 mil torcedores do River no Mâs Monumental que permite que jogue pelo empate em casa, foi importante o desempenho do Palmeiras, sobretudo no primeiro tempo, repetindo ótimas atuações dos últimos jogos. O bom futebol recente prova que o conjunto alviverde se encaixou e encontrou o seu melhor nível no ano depois de críticas e cobranças resultantes da eliminação na Copa do Brasil.

    Único invicto no torneio, o Palmeiras venceu oito dos nove jogos desta edição da Libertadores e ampliou seu repertório ofensivo assim que Flaco López e Vitor Roque se entenderam perfeitamente e também graças à chegada de Andreas Pereira, meio-campista de muito refino técnico que não precisou de tempo para se adaptar ao elenco – já tem dois gols e uma assistência.

    “Estamos vivendo um momento muito bom, mas cada jogo de Libertadores é uma história pra gente. Tratamos de aproveitar com responsabilidade porque o Palmeiras tem uma história linda na Libertadores. Vamos trabalhar para que essa história siga crescendo e o torcedor saia feliz”, afirmou o capitão Gustavo Gómez.

    Foi do zagueiro o gol que abriu caminho para a vitória na Argentina há uma semana. A cabeçada firme, no canto do goleiro Armani, tornou o paraguaio o zagueiro com mais gols na história da Libertadores, com 13 tentos. Ele ainda se isolou como terceiro maior artilheiro do Palmeiras na competição, atrás de Raphael Veiga com 20 e Rony com 23, respectivamente.

    Abel Ferreira só não repetirá a escalação que derrotou os argentinos no Monumental se Khellven não se recuperar a tempo do trauma no pé que sofreu naquela partida. O argentino Giay assume um lugar na lateral direita caso o titular da posição não possa jogar.

    O Palmeiras avançou em 12 das 11 ocasiões em que venceu o duelo de ida em mata-mata da Libertadores, incluindo na semifinal diante do River Plate na edição de 2020, ano em que foi campeão. Só não se classificou em 2019, depois de ganhar do Grêmio por 1 a 0 em Porto Alegre e perder em São Paulo por 2 a 1 – o gol como visitante ainda era critério de desempate.

    Pressionado na Argentina, Marcelo Gallardo vai modificar o River Plate. Ele tem o retorno do ex-são-paulino Giuliano Galoppo, que retoma seu lugar no meio de campo depois de cumprir suspensão. Porém, o treinador não dispõe do atacante Sebastián Driussi, machucado. Borja e Salas disputam uma vaga no ataque.

    Gallardo pode se apoiar no fato de que o River não perdeu nenhuma das 15 partidas que disputou como visitante na temporada. São seis vitórias e nove empates. Desde 2024, tem apenas um revés fora de casa pela Libertadores, para um brasileiro, o Atlético Mineiro – 3 a 0 nas semifinais.

    “Se fizermos um bom jogo e encontrarmos boas soluções coletivas, teremos uma chance. Temos de pensar que é possível, que a diferença é de apenas um gol. E vamos jogar com a determinação que precisamos”, disse o treinador argentino. “É um grande desafio, mas vamos nos preparar com a energia necessária para reverter o resultado”.

    FICHA TÉCNICA

    PALMEIRAS X RIVER PLATE

    PALMEIRAS – Weverton; Giay (Khellven), Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno, Lucas Evangelista, Felipe Anderson e Andreas Pereira; Flaco López e Vitor Roque. Técnico: Abel Ferreira.

    RIVER PLATE – Armani; Montiel, Martínez Quarta, Paulo Díaz e Acuña; Galoppo, Enzo Pérez, Portillo e Castaño; Nacho Fernández e Salas. Técnico: Marcelo Gallardo.

    ÁRBITRO – Andres Matonte (Uruguai).

    HORÁRIO – 21h30 (de Brasília).

    LOCAL – Allianz Parque, em São Paulo (SP).

    Após o empate em 1 a 1 com o Lanús e a queda na Sul-Americana, Renato Gaúcho pediu demissão do Fluminense. O técnico alegou desgaste com críticas nas redes sociais e foi alvo de xingamentos da torcida. Marcão assume interinamente; próximo jogo é contra o Botafogo

    Notícias ao Minuto | 06:12 – 24/09/2025

    Palmeiras recebe River Plate para confirmar favoritismo e vaga nas semifinais da Libertadores

  • Autoridades de 40 países apreendem 450 milhões de dólares em cibercrime

    Autoridades de 40 países apreendem 450 milhões de dólares em cibercrime

    A Operação Haechi VI reuniu autoridades de 40 países entre abril e agosto e mirou sete tipos de crimes financeiros virtuais, como fraudes românticas, golpes de investimento e lavagem de dinheiro. Foram apreendidos valores em diferentes moedas, além de ativos físicos e digitais

    Autoridades de 40 países e territórios apreenderam cerca de 450 milhões de dólares em dinheiro e bens ligados a crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro em uma operação coordenada pela Interpol, informou nesta quarta-feira (24) a agência policial internacional.

    Batizada de Operação Haechi VI, a ação foi realizada entre abril e agosto e contou com a participação de países como Argentina, Brasil, China, Alemanha, Índia, Portugal, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. O foco foram sete tipos de crimes financeiros cometidos online.

    Entre eles estão golpes de correio de voz, fraudes românticas, extorsão digital, fraudes de investimento, lavagem de dinheiro obtido por jogos de azar ilegais, falsificação de e-mails corporativos e fraudes em comércio eletrônico.

    Foram recuperados US$ 342 milhões em diferentes moedas e US$ 97 milhões em ativos físicos e virtuais. Um dos instrumentos usados foi o Sistema de Intervenção Rápida de Pagamentos da Interpol, criado em 2022 para bloquear recursos ilícitos.

    Graças a esse sistema, foi possível interceptar 6,6 bilhões de wons sul-coreanos (cerca de US$ 3,9 milhões) enviados para uma conta em Dubai, após uma siderúrgica da Coreia do Sul perceber que documentos de embarque haviam sido falsificados.

    O chefe do centro de combate a crimes financeiros e corrupção da Interpol, Theos Badege, destacou que “embora muitas pessoas acreditem que fundos perdidos em fraudes são irrecuperáveis, os resultados da Operação Haechi demonstram que a recuperação é possível”.
     
     

    Autoridades de 40 países apreendem 450 milhões de dólares em cibercrime

  • NASA detalha missão Artemis II, que levará 4 astronautas ao redor da lua

    NASA detalha missão Artemis II, que levará 4 astronautas ao redor da lua

    Com previsão de lançamento até abril de 2026, a Artemis II terá dez dias de duração e testará sistemas essenciais para futuras explorações. A tripulação inclui três astronautas da NASA e um canadense, no primeiro voo tripulado além da órbita da Terra desde a Apollo 17

    A NASA revelou nesta terça-feira (23) os primeiros detalhes da missão Artemis II, próxima etapa do programa que pretende levar seres humanos de volta à Lua. A conferência de imprensa destacou que a viagem contará com o foguete Space Launch System (SLS) e a cápsula tripulada Orion.

    A missão terá duração de dez dias e servirá para testar sistemas fundamentais, como equipamentos de suporte à vida, softwares e novos painéis que deverão ser utilizados em futuras explorações. Diferente da Artemis III, ainda sem data, a Artemis II não pousará na superfície lunar.

    Segundo a agência, o lançamento está previsto para ocorrer até abril de 2026, embora a expectativa seja realizar o voo em fevereiro de 2025. A NASA frisou que a prioridade é a segurança da tripulação.

    O time contará com quatro astronautas: Reid Wiseman, que será o comandante, Victor Glover, designado piloto, além de Christina Koch e Jeremy Hansen, este último integrante da Agência Espacial Canadense.

    A Artemis II ficará marcada como a primeira missão tripulada a ultrapassar a órbita terrestre desde a Apollo 17, realizada em 1972, último voo humano à Lua.

     

    NASA detalha missão Artemis II, que levará 4 astronautas ao redor da lua

  • Avião com ministra espanhola sofre tentativa de interferência russa

    Avião com ministra espanhola sofre tentativa de interferência russa

    Um avião militar espanhol que levava a ministra da Defesa, Margarita Robles, sofreu tentativa de bloqueio de GPS ao sobrevoar a Lituânia. O caso não trouxe consequências, mas soma-se a outros incidentes recentes atribuídos a possíveis ações de interferência russa

    Um avião da Força Aérea da Espanha que transportava a ministra da Defesa, Margarita Robles, sofreu tentativa de interferência no sistema de GPS enquanto sobrevoava a Lituânia. A informação foi divulgada pelo jornal espanhol ABC.

    O episódio envolveu um Airbus A330 militar, que não chegou a sofrer consequências porque a aeronave opera também com orientação via satélite militar. Segundo o portal OK Diario, a interferência ocorreu quando o avião passou pelo espaço aéreo de Kaliningrado, território russo situado entre a Polônia e a Lituânia.

    De acordo com relatos, o comandante minimizou o incidente e explicou que situações semelhantes são comuns nessa região, tanto em voos civis quanto militares.

    Além da ministra, estavam a bordo jornalistas e familiares de militares do Destacamento VILKAS, unidade responsável pela vigilância aérea dos países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia). O grupo acompanharia a agenda de Robles em uma base militar na Lituânia, onde ela se encontraria com a ministra da Defesa local. A reunião integra as ações coordenadas da OTAN para dissuadir forças russas.

    Caso semelhante com Von der Leyen

    No início deste mês, um episódio parecido foi registrado em um voo da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O GPS da aeronave apresentou falhas ao se aproximar do aeroporto de Plovdiv, na Bulgária.

    Segundo a Comissão Europeia, autoridades locais suspeitam que a interferência foi deliberada e atribuída à Rússia. Apesar do contratempo, o avião conseguiu pousar em segurança, mas precisou utilizar mapas físicos após sobrevoar a região por cerca de uma hora.

    Avião com ministra espanhola sofre tentativa de interferência russa

  • Renato Gaúcho pede demissão após eliminação do Fluminense no Maracanã

    Renato Gaúcho pede demissão após eliminação do Fluminense no Maracanã

    A eliminação do Fluminense na Copa Sul-Americana, depois do empate em 1 a 1 com o Lanús nesta terça-feira (23), no Maracanã, encerrou também a passagem de Renato Gaúcho pelo clube. O treinador anunciou sua saída ainda na entrevista coletiva, surpreendendo jornalistas.

    O anúncio
    Durante 17 minutos de coletiva, Renato respondeu a perguntas normalmente. Na última intervenção, porém, revelou que havia pedido demissão ao presidente do clube antes mesmo de falar com a imprensa. “Acabei de pedir demissão. Agora outro técnico vai responder às mesmas perguntas e decidir se escalará o time da torcida ou o dele”, declarou.

    Justificativas
    Renato disse que deixa o cargo apesar da boa campanha no Brasileirão e na Copa do Brasil. Para ele, o desgaste com críticas constantes pesou mais do que os resultados. “Preciso descansar a cabeça e deixar que os gênios da internet falem de futebol, já que entendem tanto”, ironizou.

    Pressão e críticas
    Nos minutos finais do empate com o Lanús, torcedores chamaram o treinador de “burro”. Questionado sobre as manifestações, Renato fez um desabafo: “Acabou o futebol por causa das redes sociais. Hoje é só guerra de críticas. Quando ganha, há alguns elogios; quando perde, ninguém presta.”

    Retrospecto
    Renato assumiu o Fluminense em 3 de abril. Em 42 jogos, conquistou 21 vitórias, 9 empates e 12 derrotas. Nesse período, levou a equipe às semifinais da Copa do Mundo de Clubes e garantiu presença nas semis da Copa do Brasil, contra o Vasco, em dezembro. No Brasileirão, o Tricolor ocupa a 8ª posição.

    Próximos passos
    Com a saída de Renato, também deixam o clube seus auxiliares, Alexandre Mendes e Marcelo Salles. O interino Marcão assumirá a equipe até a definição do novo treinador. O próximo compromisso será contra o Botafogo, domingo (29), no Maracanã.

    Canobbio abriu o placar com um lindo voleio, mas Aquino entrou e frustrou os cariocas, que haviam perdido por 1 a 0 na semana passada em embate na Argentina. Os acréscimos do duelo no Rio de Janeiro ainda tiveram bola na trave de Cano

    Folhapress | 03:23 – 24/09/2025

    Renato Gaúcho pede demissão após eliminação do Fluminense no Maracanã

  • WhatsApp libera tradução de mensagens em vários idiomas; entenda

    WhatsApp libera tradução de mensagens em vários idiomas; entenda

    O recurso será lançado gradualmente nos próximos dias e funcionará em conversas individuais, grupos e na aba de Atualizações. A novidade chega primeiro com alguns idiomas no Android, enquanto no iPhone já estará disponível em mais de 19 línguas diferentes.

    O WhatsApp anunciou uma nova função que permitirá traduzir mensagens em outros idiomas diretamente no aplicativo, disponível tanto para celulares Android quanto para iPhones.

    O recurso será liberado de forma gradual nos próximos dias, portanto nem todos os usuários receberão a atualização ao mesmo tempo. A tradução funcionará em conversas individuais, grupos e também nas mensagens da aba de Atualizações.

    Nos aparelhos Android, a novidade começa com suporte a idiomas como inglês, espanhol, hindi, português, russo e árabe. Já no iPhone, estarão disponíveis mais de 19 línguas, incluindo francês, alemão, japonês, coreano, polonês e turco.

    “Com mais de 3 bilhões de usuários em mais de 180 países, trabalhamos para manter todos conectados, independentemente de onde estejam. Mas sabemos que, às vezes, a língua pode ser uma barreira. Por isso estamos animados em lançar a tradução de mensagens”, destacou a empresa em comunicado.

    Para usar a função, basta pressionar por alguns segundos a mensagem recebida em outro idioma e selecionar a opção de tradução para o idioma configurado no aplicativo.
     
     

    WhatsApp libera tradução de mensagens em vários idiomas; entenda