Autor: REDAÇÃO

  • Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Na tarde desta terça-feira (24), Babu chamou Juliano para conversar no BBB 26 (Globo) e informou que não jogaria mais com ele para preservar a relação dos dois.

    Babu comunicou ao antigo aliado que não falará mais de jogo com ele. “Vou pular do barco, não vou mais combinar voto, não vou mais falar de voto com a galera. Te amo pra c*ralho e jamais participaria de uma ação de votar em você. É o que você precisa saber do jogo. Fiquei muito triste com aquela ação de você me chamar de ‘chato pra caramba’, e uma forma de eu não te encher o saco é a gente não ficar falando mais de jogo também.”

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    Juliano concordou com ele. “Ontem isso me deixou mal de verdade. Porque brigar com quem a gente não gosta, é tranquilo pra mim aqui dentro. Mas me deixou mal, mano. Ontem nem consegui falar sobre com medo de brigar de novo. Eu tava com medo da gente entrar no assunto, a gente discordar de opinião, porque a gente tem opiniões diferentes várias vezes.”

    Babu continuou. “Claro, e eu acho saudável que você mantenha suas opiniões. E eu tô saindo fora, porque eu não tô achando saudável, não tô curtindo a Ana Paula e também não quero influenciar ninguém a nada. Ninguém a nada. Faça o que tu queres porque é tudo dentro da lei. É um princípio moral que eu tenho.”

    O veterano ainda prometeu que não votará nele. “Eu não voto e não participo de nenhuma estratégia que contiver seu nome. Em hipótese alguma. É a segurança de jogo, e é o que eu posso te falar pra gente não divergir, porque acho que não tem nada a ver a gente ficar brigando por querer votar nas mesmas pessoas.”

    “É isso, meu filho. Te amo. Boa sorte”, afirmou ainda Babu.

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

  • Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    CRISTIANE GERCINA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O fim da escala 6×1 -seis dias de trabalho e um de descanso- elevaria os custos das empresas brasileiras em até R$ 267,2 bilhões por ano, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O montante equivale a 7% da folha de pagamento e leva em conta redução da jornada de 44 para 40 horas semanais.

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    A PEC (proposta de emenda à Constituição) diminuindo a jornada de trabalho foi aprovada em comissão do Senado no final do ano passado. O projeto propõe queda escalonada. A jornada cairia de 44 para 40 horas semanais no ano seguinte à promulgação e haveria corte de uma hora por ano até chegar a 36 horas semanais.

    Dentre os setores com maior impacto estão a indústria da construção e as micro e pequenas empresas industriais. No cenário com reposição por horas extras, companhias com até nove empregados teriam aumento de R$ 6,8 bilhões nos custos com pessoal, alta de 13%, enquanto nas empresas com 250 funcionários ou mais a alta seria de R$ 41,3 bilhões (9,8%).

    No cenário com novas contratações, o impacto ficaria em R$ 4,5 bilhões no ano, alta de 8,7% nas menores, e R$ 27,5 bilhões, aumento de 6,6%, nas maiores. Segundo a CNI, a menor capacidade de ampliar equipes torna esse grupo mais vulnerável.

    Entre os setores industriais, a construção lidera o aumento de custos. A projeção é de uma alta de 13,2%, com despesas extras de R$ 19,4 bilhões, seguida pela indústria de transformação (11,6%), pelos serviços industriais de utilidade pública (5,7%) e pela indústria extrativa (4,7%).

    Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, mudanças na jornada exigem debate técnico e cautela, pois podem afetar a competitividade da indústria, o emprego formal e o crescimento econômico, além de terem efeitos maiores ou menores conforme o tamanho da empresa e as diferenças regionais do país.

    “Esses dados, combinados com as análises que estamos fazendo sobre o tema, mostram que o mais provável é que a produção seja reduzida e o custo unitário do trabalho aumente, trazendo pressão de custos e perda de competitividade das empresas nacionais”, diz Alban.

    Em nota técnica, a confederação afirma que independentemente da estratégia adotada para a manutenção das horas trabalhadas, além do custo direto com mão de obra, a economia sentirá elevação nos preços de insumos e contratos de serviços usados no processo produtivo.

    A nota diz ainda que haverá impacto direto na produtividade, em um mercado afetado pela escassez de mão de obra. As empresas levariam tempo para fazer o recrutamento, treinar e selecionar novos empregados, levando a redução do volume de produção, elevação do custo do trabalho por profissional e queda da produtividade.

    “A combinação desses fatores deteriora a competitividade das empresas, tanto no mercado interno quanto frente à concorrência internacional, resultando em retração da atividade econômica e aumento do risco de fechamento de empresas”, diz o texto.

    Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada) demonstrou que haverá alta de custo de 7,84% para as empresas com o fim da escala 6×1 e a adoção da jornada de trabalho de 40 horas semanais. Os impactos seriam absorvidos pela economia, como ocorreram em situações como o reajuste real do salário mínimo e a queda da jornada de 48 para 44 horas semanais na Constituição de 1988.

    Pesquisadores ouvidos pela Folha apontam que a medida pode afetar o PIB (Produto Interno Bruto) e trazer fechamento de postos de trabalhos. Outros levantamentos, porém, afirmam que não haveria impactos significativos, a exemplo do que ocorreu em 1988.
    Os empresários preparam uma contraofensiva no Congresso para tentar barrar o avanço da PEC.

    VEJA OS SETORES MAIS AFETADOS
    Os maiores impactos percentuais estimados foram:
    – Indústria da construção: alta de 8,8% a 13,2%
    – Comércio: entre 8,8% e 12,7%
    – Indústria de transformação: de 7,7% a 11,6%
    – Agropecuária: de 7,7% a 13,5%

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

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  • Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Durante encontro com o líder sul-coreano Lee Jae-Myung, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou à primeira-dama Janja uma luva com quatro dedos, confeccionada pelo governo da Coreia do Sul. A cena chamou atenção pelo significado pessoal e político.

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    Recentemente, Lee publicou nas redes sociais um vídeo feito com inteligência artificial em que versões infantis dele e de Lula aparecem se abraçando. Na postagem, chamou Lula de “irmão” e afirmou que as dificuldades enfrentadas no passado não os impediram de chegar ao poder.

    Mais do que um gesto protocolar, a luva se tornou símbolo da identificação entre os dois líderes, que compartilham origens humildes, trabalho precoce e acidentes industriais -experiências que, segundo eles, influenciaram sua atuação política e compromisso social.

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

  • Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Revelando o número de vítimas dos conflitos que mais marcaram este século.

    O século 21 viu alguns dos conflitos mais devastadores e destrutivos da história moderna, incluindo a guerra entre a Rússia e Ucrânia em andamento, o conflito Israel-Hamas e a brutal Guerra Civil Síria. Esses confrontos, e várias outros neste século, causaram milhões de mortes, deslocamento generalizado e profunda agitação social e econômica. À medida que as potências globais e os atores regionais continuam a lutar por recursos, ideologias e controle territorial, os civis sofrem o peso da violência.

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

  • Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

    Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

    O líder religioso destacou ainda que Michelle está “sofrendo” por causa da prisão do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pastor defendeu que a ex-primeira-dama merece respeito neste momento.

    O pastor Silas Malafaia afirmou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ajudaria mais a pré-campanha presidencial do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mantendo-se \”calado\”. Segundo Malafaia, Eduardo está \”falando asneira\” no embate recente nas redes sociais com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

    Para o pastor, as declarações de Eduardo representam um \”amadorismo político sem tamanho\”. \”Calado vai ajudar muito mais o irmão do que abrindo a boca para falar asneira. Ele calado vai ser um belíssimo cabo eleitoral para o irmão\”, disse Malafaia em entrevista ao Metrópoles nesta segunda-feira, 23.

    O líder religioso destacou ainda que Michelle está \”sofrendo\” por causa da prisão do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pastor defendeu que a ex-primeira-dama merece respeito neste momento.

    A controvérsia entre os bolsonaristas teve início após Eduardo Bolsonaro criticar Michelle e Nikolas. Ele afirmou que ambos estariam \”jogando o mesmo jogo\” e sofrendo de \”amnésia\”.

    \”Você vê que um, lado a lado, compartilha o outro e se apoia nas redes sociais. Só estão com \’amnésia\’, não sei por qual motivo\”, disse. \”Não vi nenhum post da Michelle a favor do Flávio. Ela compartilha o Nikolas toda hora. Não sei o que está faltando. Isso é uma pergunta a ser feita para ela. Eu acho que o apoio está aquém do desejável\”, acrescentou.

    Eduardo também declarou ter estranhado falas de Nikolas em que o deputado defende um \”projeto da direita\”, e não um projeto específico ligado a Flávio. \”Não consegui compreender\”, afirmou.

    Em resposta, Nikolas Ferreira disse que Eduardo \”não está bem\” e negou qualquer \”amnésia\” por parte dele ou de Michelle, mas reafirmou apoio a Flávio.

    \”Bater em mim eu já estou acostumado. Já tem mais de três anos que eles estão aí nessa saga. Mas, sabe, deixa a Michelle viver o calvário dela\”, afirmou. \”Então, eu acho que o Eduardo não está bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar.\”

    Michelle não respondeu diretamente às declarações de Eduardo. No entanto, uma publicação feita por ela em rede social foi interpretada como indireta. A ex-primeira-dama compartilhou no Instagram a imagem de rodelas de banana, mencionando que se tratava de uma das refeições preparadas para o marido. \”Ele ama banana frita\”, escreveu.

    Eduardo, apelidado pejorativamente de \”bananinha\” por críticos, pareceu interpretar a postagem como provocação. Ele republicou o tuíte de um seguidor que dizia: \”Continuem fritando banana enquanto o Flávio e o Eduardo estão trabalhando duro para resgatar o País\”.

    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também comentou sobre o episódio nesta segunda-feira, afirmando que não existe \”racha\” no partido, porque Michelle \”não tem tempo de fazer nada\”.

    \”A Michelle Bolsonaro não tem tempo de fazer nada. Ela faz a comida para o Bolsonaro de manhã e vai levar na hora do almoço. Ninguém quer ver o marido nem o pai na situação que o Bolsonaro está. Esse é o grande problema\”, afirmou Valdemar em entrevista a jornalistas depois do evento do Grupo Esfera, em São Paulo.

    Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

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  • Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

    Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

    O mais famoso barbeiro da história do esporte brasileiro, João Araújo, o Didi, morreu nesta terça-feira (24), em Santos, no litoral paulista. Ele tinha 87 anos e ficou conhecido em todo o país por cuidar do cabelo do então jovem promissor Edson Arantes do Nascimento, que logo se consagraria mundialmente como Pelé, o Rei do Futebol.

    A amizade entre Didi e Pelé durou 66 anos, até a morte do atleta, em 2022. Durante todo este tempo, e já vivendo longe de Santos, Pelé continuou visitando a barbearia de Didi sempre que ia à cidade.

    Conhecido pela simplicidade e pelo sorriso fácil, Didi gostava de contar a história de quando conheceu Pelé, então prestes a completar 15 anos e a estrear no Santos – com um gol contra o Corinthians de Santo André. O barbeiro também deixava a modéstia de lado para lembrar do topete que criou para o atleta e que, por muito tempo, foi moda entre os jovens do fim dos anos 1950, início da década de 1960. Segundo o jogador, a ideia do topete foi dele, para homenagear seu pai, o também jogador Dondinho, mas foi Didi quem a executou à perfeição, a ponto do corte ter se tornado um símbolo facilmente reconhecido.

    Duas grandes coincidências ajudaram a cimentar a amizade: nascido em Rio Pardo de Minas, no norte mineiro, Didi chegou a Santos no mesmo ano que Pelé, que também era mineiro, de Três Corações.

    “Assim que Pelé chegou ao salão, ficou meio desconfiado, afinal eu também era muito novo. Ele perguntou se eu conseguia cortar o cabelo, deixando um topete. Eu respondi: “Vamos tentar!”. Se você gostar eu ganharei um cliente; se não gostar, pelo menos você terá um amigo”, contou Didi, segundo um artigo publicado no site do Santos, em 2018.

    O sucesso do Rei fez o sucesso do barbeiro que assumiu as madeixas de outros craques do quase imbatível Santos Futebol Clube, como Coutinho, Pepe, Mengálvio e tantos outros atletas que frequentaram o modesto salão localizado diante do portão nº 6 do estádio Urbano Caldeira, no bairro da Vila Belmiro, em Santos.

    Em nota, o Santos lamentou a morte do “lendário” Didi. Em suas redes sociais, o ex-ponta esquerda do Santos e da seleção brasileira, Pepe (José Macia), comentou o falecimento “do nosso querido barbeiro”.

    “Sua barbearia, ali ao lado da Vila Belmiro, nunca foi apenas um espaço de cuidado e vaidade. Era ponto de encontro de conversas animadas, risadas e amizades que atravessaram gerações”, escreveu Pepe, afirmando ficar a saudade “de um homem simples, generoso e sempre pronto para ouvir”.

    A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contato com parentes de Didi ou com o hospital onde ele faleceu. Segundo veículos de imprensa regionais, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória após passar por duas cirurgias. Seu velório aconteceu hoje, na Beneficência Portuguesa, e seu corpo foi cremado no Memorial Necrópole Ecumênica, também em Santos.

    Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

  • Famosos que são donos de times e até ligas esportivas

    Famosos que são donos de times e até ligas esportivas

    Quando se pertence à categoria rica e famosa da sociedade, você não precisa ser um mero torcedor… Por que não se tornar o dono do seu time de coração? Então, muitas celebridades transformaram a paixão pelo esporte em negócio! 

    Na galeria, descubra quem são os famosos que foram além do amor ao esporte e se tornaram proprietários de times! Veja na galeria!

    Famosos que são donos de times e até ligas esportivas

  • Tom Brady curte viagem em Milão com os filhos Benjamin e Vivian

    Tom Brady curte viagem em Milão com os filhos Benjamin e Vivian

    Entre cliques em pontos turísticos e momentos descontraídos, Brady também apareceu ao lado de Zlatan Ibrahimovic, hoje conselheiro da nova direção do Milan. O trio assistiu a uma partida de futebol e aproveitou a estadia para mergulhar na cultura local.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tom Brady tirou férias em família e desembarcou em Milão ao lado dos filhos Benjamin, 16, e Vivian Lake, 13, frutos de seu antigo casamento com Gisele Bündchen. O ex-quarterback compartilhou nas redes sociais, na segunda-feira (23), um álbum da viagem pela Itália.

    Entre cliques em pontos turísticos e momentos descontraídos, Brady também apareceu ao lado de Zlatan Ibrahimovic, hoje conselheiro da nova direção do Milan. O trio assistiu a uma partida de futebol e aproveitou a estadia para mergulhar na cultura local.
    “Tivemos a MELHOR viagem a Milão para torcer por alguns astros do esporte incríveis e, ao mesmo tempo, explorar e aprender com tantas pessoas e lugares novos!”, escreveu ele na legenda.

    No texto, o ex-atleta destacou o valor das experiências compartilhadas com os filhos. “Relacionamentos são construídos com base em experiências compartilhadas e não há nada como descobrir novas cidades para passar um tempo com as pessoas que amamos”, afirmou, mencionando ainda a ausência do filho mais velho, Jack, que ficou nos Estados Unidos por causa da temporada de basquete.

    Brady também elogiou a hospitalidade italiana, brincou que ganhou “medalha de ouro da pizza” e celebrou os dias de conexão em família. “Adoro esses momentos para me conectar, aprender e compartilhar! Até a próxima.”

    Tom Brady curte viagem em Milão com os filhos Benjamin e Vivian

  • Lula se reúniu com presidente dos Emirados Árabes Unidos

    Lula se reúniu com presidente dos Emirados Árabes Unidos

    Os líderes também querem concluir com rapidez as negociações do acordo entre o Mercosul e os Emirados Árabes para estabelecer uma parceria econômica abrangente.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu, nesta terça-feira (24), com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, para tratar sobre o aprofundamento da parceria estratégica e a cooperação em comércio e investimentos entre os dois países.

    Os líderes também querem concluir com rapidez as negociações do acordo entre o Mercosul e os Emirados Árabes para estabelecer uma parceria econômica abrangente.

    Lula passou por Abu Dhabi, capital emirática, após sua viagem oficial à Índia e à Coreia do Sul. As informações sobre o encontro foram divulgadas pelo Palácio do Planalto e em publicação nas redes sociais

     

    O presidente brasileiro reiterou a importância da participação dos Emirados Árabes no Fundo Florestas Tropicais para Sempre, lançado durante a Cúpula do Clima, em Belém (PA), em novembro passado. Lula ainda convidou o xeique para realizar visita ao Brasil, ainda neste ano.

    “O presidente [Mohammed bin Zayed Al Nahyan] observou que as relações estratégicas entre Emirados Árabes Unidos e Brasil, que abrangem mais de 50 anos, continuam a se fortalecer. Ele destacou o amplo escopo de cooperação que ambos os países buscam avançar, em linha com prioridades compartilhadas e objetivos de longo prazo”, diz o comunicado da Presidência do Brasil.

    Ainda segundo a nota, os dois líderes também trocaram opiniões sobre os desenvolvimentos regionais e internacionais de interesse mútuo, bem como sobre seus esforços conjuntos para apoiar a paz e a estabilidade no Oriente Médio e globalmente.

    Lula desembarcou na Ásia no último dia 18 e cumpriu agendas na Índia e na Coreia do Sul. Ainda nesta terça-feira, a comitiva presidencial embarca de volta para Brasília.

     

    Lula se reúniu com presidente dos Emirados Árabes Unidos

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  • Número de presos políticos soltos na Venezuela após anistia sobe para 91, diz ONG

    Número de presos políticos soltos na Venezuela após anistia sobe para 91, diz ONG

    De acordo com o diretor-presidente da organização, Alfredo Romero, com a nova leva de solturas, 545 presos já deixaram unidades prisionais em todo o país desde 8 de janeiro, quando Nicolás Maduro foi capturado durante uma operação militar americana em Caracas.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Justiça da Venezuela libertou 91 presos políticos desde a aprovação da anistia na última quinta-feira (19), segundo o balanço mais recente divulgado nesta terça-feira (24) pela organização venezuelana de direitos humanos Foro Penal.
    Até segunda (23), o número de libertados era 65. Apesar do aumento nas últimas 24 horas, a cifra ainda está distante dos mais de 1.500 pedidos apresentados à Justiça venezuelana.

    De acordo com o diretor-presidente da organização, Alfredo Romero, com a nova leva de solturas, 545 presos já deixaram unidades prisionais em todo o país desde 8 de janeiro, quando Nicolás Maduro foi capturado durante uma operação militar americana em Caracas.

    Já o regime liderado por Delcy Rodríguez afirma que quase 2.200 pessoas foram libertadas de prisões venezuelanas ou tiveram outras restrições legais retiradas. O chavismo nunca reconheceu oficialmente a existência de presos políticos nem forneceu lista de nomes.

    Antes desta nova leva de pessoas soltas libertados pela lei da anistia, havia quase 650 pessoas presas, segundo a Foro Penal. Especialistas questionam o alcance da legislação aprovada, já que centenas de detidos, como militares envolvidos em atividades tidas como “terroristas” podem ficar de fora.

    A anistia não é automática: os afetados devem comparecer ao tribunal responsável pelo seu caso e solicitar a aplicação do benefício, que abrange eventos específicos ocorridos durante os 27 anos do chavismo.

    Potenciais beneficiários da nova lei afirmam que tribunais têm atrasado ou recusado o recebimento de pedidos para garantir liberdade plena.

    Advogados de presos políticos que foram aos tribunais em Caracas nesta segunda (23) para apresentar os primeiros pedidos relataram à agência de notícias AFP que receberam negativas e tiveram atrasos ao protocolar documentos.

    “Os tribunais que nos submeteram arbitrariamente a processo continuam sendo nossos algozes, não se pode permitir que violem a lei de anistia”, afirmou Rodrigo Cabezas, ex-ministro das Finanças de Hugo Chávez, em liberdade condicional desde julho de 2025.
    Segundo ele, o tribunal responsável por seu caso argumentou inexistência de expediente ao rejeitar o pedido.

    A lei estabelece prazo máximo de 15 dias para que os juízes verifiquem se o caso se enquadra nos critérios da anistia.

    O advogado Omar Mora Tosta, que representa integrantes do partido da líder opositora María Corina Machado, disse que as respostas variam conforme o tribunal. O sindicato dos trabalhadores da imprensa declarou que nenhum tribunal aceitou os requerimentos apresentados por um grupo de jornalistas.

    Em outros casos, houve avanço. A comerciante Liomary Espina, 57, disse ter conseguido protocolar o pedido e aguarda resposta nos próximos dias.

    A Assembleia Nacional criou uma comissão especial para acompanhar a implementação da lei.

    Número de presos políticos soltos na Venezuela após anistia sobe para 91, diz ONG