Autor: REDAÇÃO

  • STF diz que sanção a esposa de Moraes é injusta e que EUA operam sob narrativa falsa

    STF diz que sanção a esposa de Moraes é injusta e que EUA operam sob narrativa falsa

    O governo Donald Trump incluiu Viviane Barci de Moraes e o instituto que pertence à família do ministro do STF na lista de sancionados pela Lei Magnitsky

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) disse nesta segunda-feira (22) que as sanções financeiras aplicadas pelo governo dos Estados Unidos a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, são injustas e baseadas em narrativas falsas.

    “Infelizmente, as autoridades norte-americanas foram convencidas de uma narrativa que não corresponde aos fatos: estamos diante de um julgamento que respeitou o devido processo legal e o amplo direito de defesa, com total publicidade”, afirma em nota.

    Segundo o Supremo, quase toda a população brasileira reconhece a “importância histórica de um julgamento e punição por uma tentativa de golpe de Estado”.

    “Se já havia injustiça na sanção a um juiz pela sua atuação independente e dentro das leis e da Constituição, ainda mais injusta é ampliação das medidas para um familiar do magistrado”, completa.

    O governo Donald Trump incluiu Viviane Barci de Moraes e o instituto que pertence à família do ministro do STF na lista de sancionados pela Lei Magnitsky.

    A punição, que já havia sido aplicada ao magistrado, foi estendida depois de bolsonaristas apontarem que Viviane seria importante braço financeiro da família.

    A Lei Magnitsky prevê que pode ser incluído no rol de sancionados quem colaborar com as condutas condenadas pelos EUA.

    Por meio da decisão, o governo americano determina o congelamento de qualquer bem ou ativo que a pessoa sancionada tenha nos Estados Unidos e também pode proibir entidades financeiras americanas de fazerem operações em dólares com ela. A medida incluiria o uso das bandeiras de cartões de crédito Mastercard e Visa, por exemplo.

    Ao responder por que Viviane foi incluída na Lei Magnitsky, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, comparou Moraes e Viviane ao casal de criminosos Bonnie e Clyde, que atravessou os EUA no período da Grande Depressão cometendo crimes.

    Não há Clyde sem Bonnie”, afirmou Bessent, segundo a agência Reuters.

    O casal Bonnie e Clyde cruzou o sul dos EUA nos anos 1930 assaltando bancos, roubando carros e matando policiais. Seus nomes viraram presença frequente na imprensa. Foram mortos a tiros por um destacamento de policiais em Louisiana em maio de 1934.

    Bessent afirmou também que Moraes “é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias e processos politizados”, incluindo Bolsonaro, e que a sanção desta segunda-feira deixa claro que o governo americano seguirá mirando pessoas que derem suporte ao magistrado.

    O Departamento de Estado também divulgou nota destacando as sanções ao entorno do ministro e dizendo que quem protege “atores estrangeiros malignos como Moraes ameaçam os interesses dos EUA e também serão responsabilizados.

    O governo Trump deve anunciar mais restrições de vistos de autoridades brasileiras em reação ao julgamento de Bolsonaro.

    Devem ser atingidos, segundo a Folha de S.Paulo apurou, o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o delegado Fabio Schor e os juízes Airton Vieira e Marco Antônio Vargas, que assessoraram o ministro do STF Alexandre de Moraes em casos envolvendo o ex-presidente.

    STF diz que sanção a esposa de Moraes é injusta e que EUA operam sob narrativa falsa

  • Quem foi Magnitsky, advogado morto na prisão e que batiza lei dos EUA

    Quem foi Magnitsky, advogado morto na prisão e que batiza lei dos EUA

    O advogado tributátio Sergei Magnitsky tornou-se símbolo da violação dos direitos humanos na Rússia; ele foi preso por denunciar fraudes de autoridades russas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Sergei Magnitsky batiza a lei aplicada contra a mulher do ministro do STF Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, e ao instituto Lex, ligado à família. Ele foi preso em 2008 após denunciar fraudes de autoridades russas e morreu quase um ano depois na prisão.

    QUEM FOI SERGEI MAGNITSKY

    Ele foi um advogado tributário que expôs uma fraude de membros do Ministério do Interior da Rússia. Magnitsky trabalhava para um fundo de investimento estrangeiro: o Hermitage Capital Management, cujo proprietário, o britânico William F. Browder, entrou em conflito com autoridades russas.

    Magnitsky trabalhava como advogado para Hermigate quando foi preso. As autoridades acusaram a companhia de não pagar cerca de US$ 17,4 milhões em impostos.

    Browder foi o maior investidor estrangeiro da Rússia até 2005, quando teve sua entrada no país negada. Para se defender no caso, ele contratou Magnitsky. Na época, o governo russo alegou que o investidor era uma ameaça para a segurança nacional.

    Magnitsky denunciou um desvio de US$ 230 milhões das autoridades russas. Em seguida, foi preso em 2008, sob a acusação de evasão fiscal pelo governo.
    Ele morreu na prisão em 2009, aos 37 anos, após 11 meses sob custódia. O advogado estava detido na prisão de Matrosskaya Tishina, em Moscou, e deixou esposa e dois filhos.

    O governo russo disse, à época, que ele morreu de insuficiência cardíaca. Porém, o conselho de direitos humanos do Kremlin levantou suspeitas de que ele teria sido espancado até a morte.

    Advogado não teria recebido cuidados médicos adequados na prisão, segundo relatos. As autoridades, no entanto, negaram que ele tivesse alertado sobre seus problemas de saúde.

    Mesmo morto, Magnitsky foi condenado junto com o seu ex-cliente, Browder. O empresário que tem cidadania britânica, mesmo tendo nascido nos EUA, buscou justiça fora da Rússia.

    Browder pediu que governos estrangeiros aplicassem proibições de vistos e congelamento de ativos para violadores de diretos humanos e funcionários corruptos. Ele foi condenado a nove anos de prisão na Rússia e desde então tem sido um ativista no âmbito dos direitos humanos.

    ‘NÃO HÁ NENHUM OUTRO CASO COMO O DE MORAES’

    Browder disse que o uso da Magnitsky contra Moraes foi feito por “motivos políticos óbvios”. Para ele, não há participação do ministro em tortura ou corrupção.

    “O uso da lei Magnitsky pela administração de Trump é uma violação grosseira. Está sendo feita por motivos políticos óbvios, não há nenhuma alegação que eu saiba de que o ministro esteja envolvido em tortura ou corrupção em grande escala. Pelo que li, parece muito claro que Donald Trump e outros estão bravos com ele [Moraes] por ele estar processando o ex-presidente brasileiro [Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado].”

    “Essa lei não foi feita para resolver disputas políticas. Foi feita para ajudar as vítimas de grandes violações de direitos humanos. […] Não vi nenhum outro caso em que a lei foi mal utilizada assim.”

    “Sou especialista é na Lei Magnitsky. Não sou especialista no Brasil ou nesse juiz em particular. E o que posso dizer é que não é preciso ser especialista, as alegações que adversários [de Moraes] fizeram contra ele não estão no nível de sanção pela Lei Magnitsky. Se você pegar a acusação mais séria, a de que ele derrubou [contas do] Twitter, de que não acredita em liberdade de expressão… essas coisas não são sancionáveis pela Lei Magnitsky.”

    ENTENDA A LEI

    Lei permite que EUA apliquem sanções unilaterais contra estrangeiros. As punições valem para acusados de corrupção grave ou violações sistemáticas de direitos humanos e incluem bloqueio de bens em solo americano, congelamento de contas e outras transações pelo sistema financeiro dos EUA, além de proibição de entrada no país.

    O texto prevê a possibilidade de perder acesso a cartões emitidos por bancos americanos e ao Google Pay e Apple Pay. A esposa do ministro também pode ser monitorada por empresas americanas como o Google para garantir que não está contornando as sanções. Empresas e cidadãos americanos ficam impedidos de negociar com ela, mas não há previsão de sanção para pessoas ou entidades internacionais.

    Não há necessidade de processo judicial. Basta uma decisão do Executivo com base em relatórios ou documentos de organizações internacionais, imprensa e testemunhos para ser aplicada.

    Foi aprovada no governo Obama, em 2012, e ampliada em 2016. A lei foi criada para punir os envolvidos na morte do advogado Sergei Magnitsky, que denunciou esquema de corrupção com autoridades fiscais russas antes de morrer na prisão em Moscou.

    Ofensiva contra Moraes aumentou por pressão de Eduardo Bolsonaro. O deputado trabalhou para convencer republicanos a adotarem sanções contra o ministro com base na Lei Magnitsky e ganhou apoio de Elon Musk e outros conservadores.

    Sanção vem 11 dias após a condenação de Bolsonaro e enquanto Lula fala na ONU. A aplicação tem como objetivo impulsionar a aprovação da anistia -um projeto da direita brasileira que pretende dar perdão a condenados pela tentativa de golpe em 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Quem foi Magnitsky, advogado morto na prisão e que batiza lei dos EUA

  • Ne-Yo volta ao Brasil direto para a Sapucaí no Carnaval de 2026

    Ne-Yo volta ao Brasil direto para a Sapucaí no Carnaval de 2026

    O cantor americano fará um show especial no ‘Nosso Camarote’, um dos espaços mais disputados da Sapucaí, no Rio de Janeiro;

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ne-Yo voltará ao Brasil no ano que vem, para o Carnaval de 2026; vendas começam em outubro.

    O cantor americano levará seu repertório de sucesso para o Nosso Camarote, um dos espaços mais disputados da Sapucaí. A nova apresentação promete ser a maior aposta internacional para o  Sambódromo carioca na temporada.

    A novidade foi negociada ao longo dos últimos meses por Santiago Vieira, sócio-fundador do camarote. “Na última apresentação do Ne-Yo no Brasil, eu assisti de perto e fiquei impressionado. Foi o melhor show do festival. Ali eu decidi que faria de tudo para trazê-lo de volta, dessa vez para o Nosso Camarote”, diz Vieira.

    Essa não é a primeira vez que um artista internacional se apresenta no Nosso Camarote. Em 2024, J Balvin, cantor colombiano, fez seu show no local, por exemplo.

    O último show de Ne-Yo no Brasil aconteceu no ano passado, no Palco Mundo, no Rock in Rio. “Eu amo o Brasil e o Brasil me ama. Até a próxima vez”, declarou o artista após o fim da apresentação.

    Ne-Yo volta ao Brasil direto para a Sapucaí no Carnaval de 2026

  • Vinicius Junior fica em 16º na eleição da Bola de Ouro

    Vinicius Junior fica em 16º na eleição da Bola de Ouro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Segundo colocado na premiação Bola de Ouro de 2024, o atacante brasileiro Vinicius Junior, do Real Madrid, ficou em 16º na eleição deste ano.

    Considerado o favorito para ficar com o prêmio na edição passada, o jogador da seleção brasileira acabou frustrado ao ser superado na ocasião por estreita vantagem de votos pelo meia espanhol Rodri, do Manchester City.

    Responsável pela premiação, a revista France Football divulgou há pouco os jogadores que ficaram entre as posições 16º e 30º na eleição de melhor do mundo na temporada 2024/25.

    Vinicius Junior ficou imediatamente à frente do polonês Robert Lewandowski, do Barcelona.

    O vencedor deve ser anunciado por volta das 16h (horário de Brasília), com o francês Ousmane Dembélé, do PSG, e o espanhol Lamine Yamal, do Barcelona, como favoritos.

    LISTA DE MELHORES DA BOLA DE OURO – DO 16º AO 30º

    – 16º Vinicius Jr. (BRA/Real Madrid)
    – 17º Robert Lewandowski (POL/Barcelona)
    – 18º Scott McTominay (ESC/Manchester United e Napoli)
    – 19º João Neves (POR/PSG)
    – 20º Lautaro Martínez (ARG/Internazionale)
    – 21º Serhou Guirassy (GUI/Borussia Dortmund)
    – 22º Alexis Mac Allister (ARG/Liverpool)
    – 23º Jude Bellingham (ING/Real Madrid)
    – 24º Fabián Ruiz (ESP/PSG)
    – 25º Denzel Dumfries (HOL/Internazionale)
    – 26º Erling Haaland (NOR/Manchester City)
    – 27º Declan Rice (ING/Arsenal)
    – 28º Virgil Van Dijk (HOL/Liverpool)
    – 29º Florian Wirtz (ALE/Bayer Leverkusen e Liverpool)
    – 30º Michael Olise (FRA/Bayern de Munique)

    O Brasil concorre com dois jogadores, os atacantes Raphinha, do Barcelona, e Vinicius Jr., do Real Madrid; Raphinha é considerado o terceiro favorito

    Folhapress | 14:24 – 22/09/2025

    Vinicius Junior fica em 16º na eleição da Bola de Ouro

  • Haddad prevê queda dos juros "em breve" e 2026 "muito melhor"

    Haddad prevê queda dos juros "em breve" e 2026 "muito melhor"

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que situação fiscal não é única explicação para Selic; “Acho que o juros vão começar a cair e vão cair, na minha opinião, de forma consistente e de forma sustentável”, disse

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na manhã desta segunda-feira (22), em São Paulo, que acredita que a taxa de juros deve começar a cair de “forma consistente e sustentável” em breve. Embora não tenha dado expectativas ou prazos para que isso ocorra, o ministro disse crer que, no próximo ano, “as coisas vão melhorar muito”.

    “Acho que o juros vão começar a cair e vão cair, na minha opinião, de forma consistente e de forma sustentável”, reforçou. “Eu não sei em que momento, mas em algum momento ─ com os indicadores de inflação que nós estamos colhendo, com o dólar no patamar que está e com tudo que está acontecendo ─ eu acho que as coisas vão melhorar muito a partir do ano que vem. E eu acho que vai ser uma trajetória sustentável”, acrescentou.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a manutenção da Taxa Básica de Juros (Selic) em 15% ao ano. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para o controle da inflação, que é freada com o encarecimento do crédito e a desaceleração da economia.

    No comunicado oficial, o Copom justificou a manutenção da Selic nesse patamar pela incerteza do ambiente externo, “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos”.

    Ao participar nesta manhã do evento Macro Day, promovido pelo banco BTG Pactual e realizado na capital paulista, o ministro defendeu que a alta na taxa de juros não se refere somente à questão fiscal no país.

    “Existem outras coisas que explicam o juro no Brasil. Muitas outras coisas. O fiscal é muito importante, mas não é a única explicação para esse patamar de juros”, disse ele.Ainda durante o evento, o ministro ponderou que a política fiscal não depende só do Executivo, mas que também é responsabilidade do Judiciário e do Congresso Nacional. Haddad ressaltou ainda que é preciso criar condições políticas para que o arcabouço fiscal seja fortalecido.

    “Para ele [arcabouço] ser fortalecido, você precisa criar as condições políticas de sentar com os parlamentares e falar: ‘nós vamos precisar ajustar algumas regras, senão o arcabouço não vai ser sustentável no longo prazo’”, explicou o ministro.

    Haddad prevê queda dos juros "em breve" e 2026 "muito melhor"

  • PGR denuncia Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo

    PGR denuncia Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo

    Denúncia da PGR foi feita por coação em processo judicial para beneficiar Jair Bolsonaro na ação do STF pela tentativa de golpe de Estado

    Na tarde desta segunda-feira (22), a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo por coação em processo judicial para beneficiar Jair Bolsonaro durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de golpe de Estado, no qual o ex-presidente foi condenado.

    A denúncia destaca que Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que estão nos Estados Unidos, articularam sucessivas ações voltadas a intervir em processos judiciais no Brasil para beneficiar Jair Messias Bolsonaro e os dois em investigações .

    O documento aponta acervo probatório, composto por declarações públicas dos próprios denunciados em suas redes sociais, bem como por dados extraídos de aparelhos celulares apreendidos no âmbito de medidas cautelares autorizadas pelo STF.

    Segundo a PGR, a estratégia dos denunciados consistiu em ameaçar os ministros do STF com a obtenção de sanções estrangeiras, tanto para os magistrados quanto para o próprio Brasil. Com os dois aproveitando os contatos com integrantes do alto escalão do governo norte-americano para ameaçar a Justiça brasileira.

    A denúncia aponta que a dupla viajou várias vezes para os EUA para articular essas medidas e se encontrou com políticos, como o Senador Bernie Moreno. As ameaças visavam a “livrar o ex-Presidente de mácula penal”.

     

    PGR denuncia Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo

  • Record proíbe participantes de falar sobre outras emissoras

    Record proíbe participantes de falar sobre outras emissoras

    “Atenção! É proibido falar de outras emissoras”, avisou a direção do reality show aos participantes na noite deste domingo (21), antes da edição ao vivo na Record

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – A produção do reality show A Fazenda 17, da Record, proibiu os participantes do programa de falarem sobre suas experiências em outras emissoras. A ordem aconteceu na noite deste domingo (21).

    O recado foi dado através de uma voz da produção, que entrou por volta das 21h. “Atenção! É proibido falar de outras emissoras”, disse a pessoa, que não se identificou. Os participantes se entreolharam e não entenderam a ordem.

    O fato ocorre após Dudu Camargo detalhar como foi seu trabalho no SBT, local onde trabalho até 2023. Dudu disse que foi obrigado a se ausentar do vídeo, sem maiores explicações, pelo comando da empresa.

    “O Silvio Santos passou a ligar menos. Depois, em janeiro, a Daniela Beyruti passou a mandar de verdade. Achei até benéfico, que iria ajudar. De repente, em uma sexta, disseram: ‘não precisa vir’. Estava de férias. Me tiraram do nada”, explicou.

    Dudu continuou e detalhou que perguntou quando voltaria ao ar. “Depois de um mês, perguntei: ‘Quando eu volto?’. E me falaram que estava de férias. Até que um dia, rescindiram o contrato e eu saí”, explicou.

    Além de jornalista, Dudu Camargo é radialista, ator e modelo. Ele ficou conhecido por ser âncora do telejornal Primeiro Impacto, no SBT, por sete anos. Foi demitido da emissora em 2023, após uma série de polêmicas.

    Em 2024, tentou uma carreira na política como candidato a vereador em São Paulo, mas não foi eleito. Antes de entrar no reality comandado por Adriane Galisteu, era apresentador da TV Meio, sediada em Teresina, capital do Piauí.

    Record proíbe participantes de falar sobre outras emissoras

  • Ronaldinho Gaúcho entregará Bola de Ouro hoje, em Paris

    Ronaldinho Gaúcho entregará Bola de Ouro hoje, em Paris

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Ronaldinho Gaúcho entregará a Bola de Ouro, mais tradicional prêmio individual do futebol mundial, ao jogador eleito melhor do mundo pela revista France Football. O ex-jogador brasileiro já está em Paris para a cerimônia desta segunda (22), que começa às 16h (de Brasília), no Teatro do Châtelet, na capital francesa.

    O papel de Ronaldinho na cerimônia foi confirmado pelo estafe dele à Folha de S.Paulo. O Brasil concorre com dois jogadores, os atacantes Raphinha, do Barcelona, e Vinicius Jr., do Real Madrid. Raphinha é considerado o terceiro favorito.

    Os dois favoritos ao prêmio são os atacantes Ousmane Dembélé, 28, francês do Paris Saint-Germain, e Lamine Yamal, 18, espanhol do Barcelona. Desde o ano passado a France Football adotou o sigilo em relação ao nome do vencedor até o momento da abertura do envelope, à maneira do Oscar.

    Antes, o ganhador era avisado com antecedência pela revista, para garantir a presença na cerimônia, o que gerava vazamentos à imprensa e esvaziava um pouco o evento.

    A presença de Ronaldinho Gaúcho poderia ser um indicador do favoritismo de um ou outro jogador, mas não desta vez -o brasileiro foi ídolo tanto do PSG quanto do Barcelona.

    Curiosamente, apesar de jogar em um time de Paris, Dembélé só estará presente à cerimônia por estar lesionado -no mesmo horário do evento, o PSG estará jogando pela liga francesa em Marselha, contra o Olympique local. A partida deveria ter ocorrido no domingo, mas foi adiada devido a uma chuva torrencial que atingiu o sudeste da França.

    Por esse motivo, grande parte da delegação do PSG, incluindo outros indicados ao prêmio, como o meio-campista português Vitinha, não estará no Teatro do Châtelet à noite.

    O PSG irritou-se com a decisão da liga francesa de marcar o jogo para a mesma hora da Bola de Ouro. Tentou remarcar a partida para a tarde desta segunda, ou até adiá-la para dezembro. Porém o Olympique, maior rival dos parisienses no futebol francês, não aceitou. O jornal esportivo L’Équipe, que pertence ao mesmo grupo da revista France Football, também se queixou da decisão, em artigo.

    Janeth Arcain defendeu mais investimento na base do basquete feminino para que o Brasil volte a disputar títulos de ponta. Em sua visão, só com estrutura, campeonatos nacionais e continuidade será possível transformar o talento das jovens em conquistas históricas

    Folhapress | 13:30 – 22/09/2025

    Ronaldinho Gaúcho entregará Bola de Ouro hoje, em Paris

  • Jornalista que denunciou a Covid-19 na China é condenada (de novo)

    Jornalista que denunciou a Covid-19 na China é condenada (de novo)

    De acordo com a associação Jornalistas sem Fronteiras (conhecidos pela sigla RSF), durante o último ano “a jornalista Zhang Zhan foi completamente isolada do mundo exterior, e quase toda a informação sobre a sua localização foi mantida em segredo”

    Zhang Zhan, a jornalista chinesa que revelou ao mundo a realidade da Covid-19 ainda na sua fase inicial, em Wuhan, na China, voltou a ser condenada a mais quatro anos de prisão por “provocar problemas” no país.

    A jornalista voltou a ser presa em 28 de agosto de 2024, por reportar as supostas violações de direitos humanos perpetuadas pelo governo chinês. Durante o último ano, segundo a associação Jornalistas sem Fronteiras (conhecidos pela sigla RSF), “a jornalista foi completamente isolada do mundo exterior, e quase toda a informação sobre a sua localização foi mantida em segredo”.

    Notícias ao Minuto [Registro da jornalista Zhang Zhan]© X  

    “Ela deveria ser celebrada globalmente como uma ‘heroína da informação’. Não detida em prisões com condições subumanas”, afirma a gerente de advocacia da RSF da região da Ásia-Pacifico, em um comunicado citado pela NBC News. “Esta perseguição tem de acabar”, acrescenta.

    O advogado de Zhang, Ren Qyanniu, disse na rede social X que as acusações não tinham qualquer base jurídica e que a jornalista estava sendo julgado devido a comentários que deixou em sites internacionais.

    A autoridades chinesas em uma especificaram publicamente quais foram as atividades de Zhang que “provocaram problemas” e levaram a esta nova acusação.

    “Esta é a segunda vez que Zhang Zhan enfrentou um julgamento sobre acusações sem qualquer base que mostram nada mais do que um ato de perseguição claro ao trabalho jornalístico dela”, afirmou Beh Lih Yi, diretor para a Ásia-Pacífico do Comité para a Proteção dos Jornalistas.

    Zhang foi presa pela primeira vez a 14 de maio de 2020, enquanto fazia a cobertura do início da Covid-19. 

    Nas redes sociais, a jornalista publicou mais de 100 vídeos, nos meses anteriores à sua detenção, onde documentou o que estava acontecendo na cidade de Wuhan: de hospitais abarrotados a ruas completamente desertas – uma realidade muito mais crítica do que aquela que o governo chinês queria que o público visse.

    Sete meses depois de ser detida, foi condenada a quatro anos de prisão, sob a mesma acusação que agora a voltou a levar para prisão: “provocar problemas” no país.

    Já na época, o advogado de Zhang tinha dito que a jornalista acreditava que estava sendo “perseguida por exercer o seu direito à liberdade de expressão”.

    O advogado contou ainda que nos primeiros meses de aprisionamento, Zhang comprometeu-se com uma greve de fome, que quase a matou, e obrigou as autoridades a amarram-lhe os braços e à alimentarem à força com recurso a um tubo nasal. A representação da jornalista contou que, por vezes, os guardas a deixavam algemada durante dias a fio

    A primeira sentença da jornalista terminou em maio de 2024 – portanto, apenas três meses antes de voltar a ser detida.

    Segundo a RSF a China é o país com mais reclusos jornalista, com pelo menos, 124 destes profissionais atrás das grades. No Index de Liberdade de Imprensa Mundial da RSF de 2025, o país surge no lugar 178 de 180. Atrás de si surge apenas a Coreia do Norte e a Eritreia, um país da África Oriental.

    Jornalista que denunciou a Covid-19 na China é condenada (de novo)

  • Janeth vê potencial no basquete brasileiro, mas diz que o esporte ‘precisa de estrutura’

    Janeth vê potencial no basquete brasileiro, mas diz que o esporte ‘precisa de estrutura’

    (UOL/FOLHAPRESS) – Janeth Arcain fez parte da geração mais vitoriosa do basquete feminino brasileiro, ao lado de Hortência e Paula. Campeã mundial em 1994, duas vezes medalhista olímpica e quatro vezes campeã da WNBA, ela sabe bem o que significa ver o Brasil no topo. Por isso, ao analisar o cenário atual da modalidade, é categórica: o país precisa investir na base para voltar a sonhar grande.

    “O brasileiro é muito imediatista, mas o esporte não é assim. O basquete precisa de campeonatos nacionais, de estrutura nas categorias de base, de jovens ganhando experiência. Só assim vamos colher frutos no médio e longo prazo”, afirmou.

    Janeth reconhece que as dificuldades não são novidade – existiam na geração dela e até mesmo nas anteriores. A diferença, lembra, é que naquela época o Brasil conseguiu transformar esforço em conquistas históricas. Hoje, ela vê sinais positivos, como a presença de jogadoras brasileiras na WNBA, mas reforça que ainda é preciso criar continuidade. “Temos talento, temos potencial. O que falta é fortalecer esse caminho para que essas meninas possam levar o Brasil de volta entre as quatro melhores do mundo”, destacou.

    Essa visão de futuro é também o que move a ex-jogadora em seu papel de embaixadora dos Jogos da Juventude 2025. Em Brasília, ela se emocionou ao se ver refletida nos adolescentes que dão os primeiros passos no esporte. “Eu me projeto nesses jovens. É uma felicidade enorme estar aqui, incentivando, mostrando que eles podem sonhar em conquistar o que nós conquistamos. Esses jogos são um alicerce, uma base de experiências que podem transformar sonhos em realidade”, disse.

    Para Janeth, os Jogos funcionam como uma espécie de “mini Pan” ou até “mini Olímpiada”, onde os atletas têm um primeiro contato com o clima de uma grande competição. Mais do que medalhas, é a convivência, a motivação e a troca de energia que ficam. “Eu espero ver muitos desses meninos e meninas, que hoje são tímidos fora da quadra mas se soltam dentro dela, um dia vestindo a camisa do Brasil. Esse é o maior legado que iniciativas como essa deixam”, afirmou.

    Hoje, além de palestrante e administradora de um instituto social com mais de duas décadas de atuação, Janeth segue como comentarista da NBA. Mas, mesmo com uma agenda cheia, ela garante que sempre haverá espaço para momentos como esse: “Cada vez que participo de ações assim, sinto que continuo sendo parte dessa história. Quero ser inspiração e espelho positivo para as novas gerações.”

    Em jogo abaixo das expectativas pela Premier League, Haaland abriu o placar, mas os Gunners reagiram. Guardiola reconheceu que o Arsenal foi melhor e minimizou a distância para o líder Liverpool

    Notícias ao Minuto | 04:35 – 22/09/2025

    Janeth vê potencial no basquete brasileiro, mas diz que o esporte ‘precisa de estrutura’