Autor: REDAÇÃO

  • Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

    Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em um ano sem grandes apresentações dentro das quadras, com dificuldades frequentes contra adversárias de ranking inferior, a paulistana Beatriz Haddad Maia, 29, anunciou nesta segunda-feira (22) o fim antecipado das disputas na atual temporada.

    “Estou encerrando a minha temporada de 2025 um pouquinho antes do programado para poder descansar por um maior período o corpo e a mente”, escreveu a tenista em publicação nas redes sociais.

    O próximo compromisso da brasileira seria no WTA 1000 de Pequim, que começa nesta semana. Por ter avançado até a segunda rodada em 2024, ela perderá 65 pontos no ranking.

    Bia Haddad é a atual 40ª no ranking da WTA (Associação das Tenistas Profissionais), sua pior posição desde junho de 2022.

    Em 2025, são 26 derrotas e apenas 16 vitórias.

    Sua melhor campanha no ano foi no WTA 500 de Estrasburgo, na França: avançou até as semifinais, parando na cazaque Elena Rybakina.

    No último compromisso, no WTA 500 de Seul, em que foi campeã em 2024, Bia Haddad caiu logo na segunda rodada.

    No SP Open, em que era cabeça de chave número um, também foi eliminada precocemente, nas quartas de final.

    “Um agradecimento especial a todos vocês que sempre me acompanham, torcem, enviam energia, amor e carinho. Tenham certeza que voltarei mais forte e o melhor ainda está por vir”, escreveu a brasileira.

    Do tênis competitivo João partiu para uma semana diferente, de tênis festivo. A midiática Laver Cup, criada pelo craque suíço Roger Federer e pelo empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, não vale pontos no ranking mundial, mas um convite para a competição representa prestígio no circuito mundial

    Folhapress | 10:30 – 22/09/2025

    Bia Haddad Maia desiste de torneios e antecipa fim da temporada para ‘descansar o corpo e a mente’

  • Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

    Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

    O cenário indica uma população desconfiada da informação que consome, o que pode ser propício para acirrar a polarização em uma sociedade na qual tem sido cada vez mais difícil sair da bolha, avaliam pesquisadoras

    (CBS NEWS) – Comparado com outros países da América Latina, o Brasil apresenta maior percepção de que informações divulgadas sobre eleições e política são falsas, segundo estudo que analisou 19 países da região.

    O cenário indica uma população desconfiada da informação que consome, o que pode ser propício para acirrar a polarização em uma sociedade na qual tem sido cada vez mais difícil sair da bolha, avaliam pesquisadoras.

    A conclusão parte de dados levantados pela pesquisa “Vetores e implicações da desordem informacional da América Latina”, divulgada pelo InternetLab e pela Rede Conhecimento Social nesta segunda-feira (22).

    O estudo não limita o conceito de “notícia” a informações produzidas pela imprensa profissional. Com isso, o termo pode se referir a qualquer tipo de informação disponível nas mídias (TV, rádio, redes sociais, aplicativos de mensagens ou sites) utilizadas pelos entrevistados para se informar.

    O levantamento analisou 19 países da região divididos em cinco agrupamentos: México, América Central, Andes/Amazônia, Brasil e Cone Sul.

    De 5 a 14 de julho de 2024, pesquisadores coletaram via questionário online a percepção de maiores de 16 anos com acesso à internet e uso ativo de redes sociais sobre temas ligados à desinformação.

    O estudo é representativo das cinco regiões para a população com acesso à internet. A margem de erro é de 3 pontos percentuais sobre o total da amostra, com intervalo de confiança de 95%.

    Houve também fase qualitativa, com seis grupos de discussão, com 5 ou 6 pessoas, e 13 entrevistas individuais em profundidade.

    Segundo o levantamento, 37% dos respondentes brasileiros acham que tudo ou quase tudo sobre eleições são informações falsas ou desinformação, contra 30% registrado para toda a América Latina.

    O tema é o que mais gera desconfiança nas pessoas entre os assuntos abordados pela pesquisa, que também avaliou a percepção dos respondentes em nichos como a vida de celebridades, segurança e saúde pública.

    Quando o assunto é política no geral, 27% dos brasileiros têm a percepção de que tudo é falso. O valor para a totalidade de países é de 21%.

    Segundo Heloisa Massaro, diretora de pesquisa do InternetLab e uma das autoras do estudo, a desconfiança é maior entre brasileiros provavelmente porque o país está envolto na discussão sobre fake news desde um pouco antes que outras regiões da América Latina.

    O valor é alto, entretanto, também no conjunto dos países estudados. Análise de toda a região aponta que 51% dos respondentes acham que bastante do que circula sobre eleições não é confiável. Apenas 11% dizem que nada ou quase nada é desinformação ou falso. 8% não souberam responder.

    Quando o assunto é política, 65% acham que bastante informação é falsa e 9%, nada ou quase nada.

    O levantamento também apontou que, imersos nesse cenário de desconfiança, as pessoas tendem a checar a informação que recebem.

    Por um lado, a verificação é positiva ao indicar que os usuários estão cientes de que nem tudo que circula nas redes é verdade. Por outro, pode apontar para horizonte preocupante, uma vez que a maneira como é feita a checagem nem sempre resulta em apuração correta ao se misturar com o viés do usuário.

    Segundo Massaro, a forma de verificação varia, com 15% dos brasileiros dizendo que eles mesmos são as pessoas mais confiáveis para falar sobre política. Também tem destaque a confiança na família e nos amigos.

    Comparado com os outros quatro agrupamentos e com o resultado de toda a América Latina, o Brasil se destaca por dar mais credibilidade a essas pessoas como as fontes mais confiáveis.

    Com isso, o processo de checagem pode se dar de forma a confirmar as próprias percepções, a despeito da factualidade dos dados.

    “Se, de um lado, criou-se essa ética de verificar a informação, a forma dessa verificação tem nos preocupado bastante. Ela pode ser, em alguns casos, entender como amigos se posicionam em relação ao assunto, fazendo de familiares e do próprio usuário as pessoas de referência”, afirma Marisa Villi, diretora-executiva da Rede Conhecimento Social.

    O comportamento reforça bolhas de comunicação e a tendência entre usuários de criarem seus próprios ecossistemas informacionais, o que pode acentuar processos de polarização, diz Villi.

    “O efeito disso para um período de eleição, por exemplo, é que você dificilmente consegue colocar diferentes bolhas para conversarem entre elas.”

    Nesse cenário de alta desconfiança, 4 a cada 10 pessoas na América Latina defendem alguma forma de regulação das plataformas.

    Aqueles que se dizem de esquerda são os que mais defendem totalmente algum tipo de regulação, segundo o estudo. Já os de direita são os que mais falam em risco para a liberdade de expressão com a possibilidade de bloqueio de conteúdos.

    Indivíduos de centro são os mais ponderados “em relação aos diferentes tipos de regulação das plataformas, sendo que mais da metade deles defende de alguma forma a regulação por lei”, aponta a pesquisa.

    Brasil desconfia mais de informações sobre eleições do que outros países, diz estudo

  • Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

    Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

    João Augusto Liberato afirmou que deseja trilhar sua própria trajetória na TV brasileira, sem depender da herança deixada por Gugu. O jovem ressaltou que busca construir um legado pessoal, mantendo os valores transmitidos pelo pai e conciliando a carreira com os estudos

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – Filho do apresentador Gugu Liberato (1959-2019), João Augusto Liberato voltou a morar no Brasil após grande período nos Estados Unidos. O jovem pretende começar a ter uma carreira na televisão brasileira.

    Foi o que ele mesmo disse ao Domingo Espetacular, da Record, deste domingo (21). Ele foi entrevistado por Carolina Ferraz e o herdeiro do apresentador disse que pretende conquistar o seu próprio dinheiro, e não viver de herança.

    “Eu quero construir o meu próprio legado, meu próprio dinheiro, ter a minha própria carreira. Mas eu tenho esse desejo de fazer as coisas vindo de mim”, disse.

    “Hoje, eu sou uma pessoa responsável, amorosa e humilde. Eu acho que eu consegui manter os ensinamentos dele aqui no meu coração”, concluiu.

    No entanto, João Liberato disse que não tem pressa para conquistar o que deseja. Neste momento, ele pretende manter a rotina de estudos e vai tentar algo com calma.

    “Eu acho que meu pai sabia que eu gostava de estar na frente das câmeras. Meu pai ficará orgulhoso da pessoa que estou me tornando”, completa.

    Filho de Gugu volta a morar no Brasil e tentará carreira na TV

  • Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

    Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

    Aos 16 anos, Anne Marie, filha da modelo Schynaider Moura, morreu após parada cardíaca. A jovem havia passado por um transplante de coração três anos atrás, devido a uma cardiomiopatia dilatada. O velório e o sepultamento ocorrem nesta terça (23), em São Paulo

    (CBS NEWS) – Anne Marie, 16, filha mais velha da modelo Schynaider Moura, 37, morreu após ter uma parada cardíaca. A notícia foi confirmada pelo tio da jovem, Alvaro Garnero. “Annie agora é estrela que guia e protege a nossa família”, publicou.

    Há cerca de três anos, ela havia passado por um transplante de coração devido a uma cardiomiopatia dilatada, doença que aumenta o tamanho do músculo do coração. Em 2023, pelas redes sociais, Schynaider chegou a registrar os momentos que passou ao lado da menina e alertou sobre a importância da doação de órgãos.

    “Dia de celebrar e comemorar um ano de sucesso do transplante cardíaco que deu a ela mais uma oportunidade de viver uma vida saudável. O dia que recebeu seu novo coração, depois de um tempo na fila de espera e muitos dias cheio de altos e baixos, de incertezas, angústia e de muito medo”, escreveu ela na legenda de um vídeo.

    Anne é filha dela com o empresário Mário Bernardo Garnero. A modelo também é mãe de Elle Marie e Gioe Marie.

    O velório e o sepultamento devem acontecer nesta terça (23), em São Paulo.

    Morre filha de 16 anos da modelo Schynaider Moura

  • Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado

    Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado

    (FOLHAPRESS) – João Fonseca experimentou, em nove dias, no que se refere ao mundo do tênis, a hostilidade e o aplauso em algumas de suas versões mais estridentes. Xingado em Atenas e ovacionado em San Francisco, o brasileiro de 19 anos deu passos importantes na tentativa de se estabelecer como um dos principais nomes da modalidade.

    No fim de semana dos dias 13 e 14, o carioca comandou o Brasil na vitória sobre a Grécia, pela Copa Davis, diante de um público ensandecido no Estádio Olímpico de Atenas. Abraçou as provocações, procurou devolvê-las e fechou o confronto com uma grande vitória sobre Stefanos Tsitsipas, de 27 anos, ex-número 3 do mundo (e atual 27º).

    Fonseca perdia o set decisivo por 5/3, mas se mostrou mais pronto do que o experiente rival na hora agá e levou a melhor por 2 sets a 1, parciais de 6/4, 3/6 e 7/5. Joguei o meu melhor tênis nos momentos mais importantes. Foi uma partida superimportante, provavelmente uma das mais importantes que eu já joguei”, afirmou.

    Do tênis competitivo João partiu para uma semana diferente, de tênis festivo. A midiática Laver Cup, criada pelo craque suíço Roger Federer e pelo empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, não vale pontos no ranking mundial, mas um convite para a competição representa prestígio no circuito mundial.

    A edição 2025 se deu no Chase Center, em San Francisco. Uma equipe formada por jogadores europeus enfrentou uma de atletas do restante do mundo, em disputa do tipo Passa ou Repassa. Realizadas de sexta (19) a domingo (21), as partidas tinham valor crescente no sistema de pontuação, de modo que a decisão do título ficasse para o último dia.

    O resultado geral pouco importava, embora os membros dos dois lados afetassem grande comoção a cada ponto. Fonseca (42º do mundo) era integrante do Time Mundo, ao lado de Taylor Fritz (EUA, 5º), Alex de Minaur (AUS, 8º), Francisco Cerúndolo (ARG, 21º), Alex Michelsen (EUA, 32º) e Reilly Opelka (EUA, 62º).

    Os técnicos dessa equipe eram o norte-americano Andre Agassi e o australiano Patrick Rafter. Do outro lado, no Time Europa, o francês Yannick Noah e o inglês Tim Henman comandavam Carlos Alcaraz (ESP, 1º), Alexander Zverev (ALE, 3º), Holger Rune (DIN, 11º), Casper Ruud (NOR, 12º), Jakub Mensik (TCH, 17º) e Flavio Cobolli (ITA, 25º).

    “É um prazer estar com esses caras”, disse João, que foi escalado para uma partida. Inspirado, mostrou precisão nos golpes, sobretudo sua potente direita, e derrotou Flavio Cobolli por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/3. Mais do que exibir seu talento, viu-se parte de um grupo seleto, convivendo com os líderes do ranking e celebrando o triunfo com uma peitada em Agassi.

    Aposentado em 2006, 12 dias após o nascimento de Fonseca, Agassi abraçou o garoto em San Francisco. Vibrou com boas jogadas gritando, em português, “vamooos”. E, ao lado dos demais integrantes do Time Mundo, puxou um coro, imitando os torcedores brasileiros do Chase Center: “Joãããão Fonseca!”.

    Tudo era parte do entretenimento oferecido ao público nos Estados Unidos, uma plateia que incluía estrelas do basquete da NBA. Mas o contato próximo com figuras da elite do esporte, do passado e do presente, parece ter feito bem ao carioca, que recebeu múltiplos elogios pelos golpes e também pela mentalidade.

    “Ele é confiante. Não busca a validação de ninguém”, resumiu Agassi, que tem oito títulos de Grand Slam, distribuídos entre os quatro principais torneios do circuito.

    Rafter, bicampeão do US Open, foi ainda mais efusivo em sua avaliação do brasileiro. Embora tenha apontado que seu jogo tenha pontos que podem ser melhorados, observou no jovem a disposição e a humildade para ouvir.

    “Incrivelmente maduro, muito bom cérebro para o tênis. Ele é calmo, aberto a sugestões, aberto a aprender. E rápido para responder, rápido para aprender. No próximo ano, neste momento, ele vai ser um grande jogador. Daqui a dois anos, vai ser excepcional, porque tem a capacidade de aprender e quer continuar aprendendo. Ele ainda não está pronto, mas eu vi maturidade”, disse o australiano.

    Cercado de figuras proeminentes do circuito, João passou a tratar algumas delas com maior grau de intimidade -referiu-se a Francisco Cerúndolo como Fran e chegou a auxiliar no atendimento de De Minaur após um ferimento na orelha. E tratou de escutar, especialmente no contato com velhos campeões do esporte.

    “Temos que pegar as coisas feitas por essas lendas e colocar na cabeça. São detalhes que só a experiência traz mesmo. Agradeço muito ao Andre [Agassi] e ao Pat [Rafter]. O que eu posso dizer é que estou apenas ouvindo. Não copiando, mas adquirindo experiência com eles e aprendendo muito”, afirmou.

    Fonseca também teve contato com Roger Federer, 20 vezes campeão de torneios Grand Slam. Nessa hora, permitiu-se ser mais um tiete do que um aspirante a número um do mundo.

    “Foi um prazer, uma oportunidade. É algo com que toda criança que ama tênis sonha. Quando você encontra seu ídolo, é incrível. Quando me falaram que eu o encontraria, minhas mãos começaram a suar, eu estava tão nervoso. Tivemos uma conversa divertida, ele é um cara superlegal.”

    Fonseca disputou apenas um jogo na competição e venceu o italiano Flávio Cobolli por 2 sets a 0, no primeiro dia.

    Folhapress | 11:36 – 21/09/2025

    Fonseca tieta Federer, vibra com Agassi e encanta Rafter em semana de aprendizado

  • Selic no fim de 2025 continua em 15%, aponta Focus

    Selic no fim de 2025 continua em 15%, aponta Focus

    A mediana para a Selic no fim de 2026 passou de 12,38% para 12,25%. Considerando só as 75 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana diminuiu de 12,50% para 12,25%

    A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 permaneceu em 15,00% pela 13ª semana consecutiva, após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter mantido os juros neste nível na mais recente decisão, no dia 17 de setembro.

    No comunicado, o Copom reafirmou que a incerteza demanda “cautela” na condução da política monetária e que seus próximos passos podem ser ajustados, mas não apresentou um forward guidance, como havia feito na reunião de julho, quando disse que iria continuar “na interrupção no ciclo de alta de juros”.

    “O Comitê seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, disse o Copom.

    Considerando apenas as 75 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para a Selic no fim deste ano também seguiu em 15,00%.

    A mediana para a Selic no fim de 2026 passou de 12,38% para 12,25%. Considerando só as 75 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana diminuiu de 12,50% para 12,25%.

    A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 32ª semana seguida. A mediana para a Selic no fim de 2028 se manteve em 10,00% pela 39ª semana consecutiva.

    Selic no fim de 2025 continua em 15%, aponta Focus

  • 'Me tiraram do nada', diz Dudu Camargo sobre demissão do SBT em A Fazenda 17

    'Me tiraram do nada', diz Dudu Camargo sobre demissão do SBT em A Fazenda 17

    Durante participação em A Fazenda 17, Dudu Camargo revelou detalhes inéditos sobre sua saída do SBT, em 2023. O ex-âncora do Primeiro Impacto disse que foi afastado sem explicações e teve o contrato rescindido após meses sendo tratado como se estivesse de férias

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – Dudu Camargo falou pela primeira vez sobre o SBT durante a sua participação em A Fazenda 17, da Record. Neste domingo (21), Dudu diz como ocorreu a sua saída da emissora da família Abravanel, em 2023.

    Sua saída após um período de três meses afastado para cumprir férias. Dudu Camargo diz que foi obrigado a se ausentar do vídeo, sem maiores explicações, pelo comando da empresa.

    “O Silvio Santos passou a ligar menos. Depois, em janeiro, a Daniela Beyruti passou a mandar de verdade. Achei até benéfico, que iria ajudar. De repente, em uma sexta, disseram: ‘não precisa vir’. Estava de férias. Me tiraram do nada”, explicou.

    Dudu continuou e detalhou que perguntou quando voltaria ao ar. “Depois de um mês, perguntei: ‘Quando eu volto?’. E me falaram que estava de férias. Até que um dia, rescindiram o contrato e eu saí”, explicou.

    Além de jornalista, Dudu Camargo é radialista, ator e modelo. Ele ficou conhecido por ser âncora do telejornal Primeiro Impacto, no SBT, por sete anos. Foi demitido da emissora em 2023, após uma série de polêmicas.

    Em 2024, tentou uma carreira na política como candidato a vereador em São Paulo, mas não foi eleito. Antes de entrar no reality comandado por Adriane Galisteu, era apresentador da TV Meio, sediada em Teresina, capital do Piauí.

    'Me tiraram do nada', diz Dudu Camargo sobre demissão do SBT em A Fazenda 17

  • Gestão Trump afeta o financiamento climático

    Gestão Trump afeta o financiamento climático

    Presidente da COP-30 alerta que políticas de Donald Trump podem reduzir o ritmo do financiamento climático, mas destaca relatório em elaboração por Brasil e Azerbaijão com alternativas para ampliar recursos, como taxação de super-ricos e combustíveis fósseis, e alcançar US$ 1,3 trilhão anuais até 2035.

    As políticas do presidente americano, Donald Trump, impactam na busca pelo volume trilionário que o financiamento climático carece anualmente, alertou o presidente da COP-30, André Corrêa do Lago. Brasil e Azerbaijão trabalham em um relatório com sugestões para ampliar essa cifra de US$ 300 bilhões para US$ 1,3 trilhão por ano até 2035. “Impacta, naturalmente. Mas o que nós vamos mostrar, nesse relatório, é quais são os instrumentos que a gente acredita que podem ser usados para eventualmente chegar a US$ 1,3 trilhão em financiamento climático por ano”, disse ele, ontem, em Nova York, a jornalistas.

    Segundo o embaixador, novos elementos de financiamento serão propostos no relatório. Entre eles, estão a taxação dos super-ricos, de petróleo e de passagem aérea. Somente o último poderia angariar US$ 80 bilhões, volume que é o dobro do somado de todos os fundos voltados para o clima, segundo Corrêa do Lago. “Há várias indicações de diminuição de entusiasmo com a agenda do clima. Mas essas dificuldades estão aparecendo porque essa agenda avançou muito”, avaliou Corrêa do Lago.

    A expectativa do presidente da COP-30 é de que todos os países compareçam à conferência. Sobre os americanos, que se retiraram do Acordo de Paris, os EUA poderiam enviar uma delegação técnica. Ele disse, no entanto, que não sabe se já há alguma reserva de hotel em Belém para enviados de Trump.

    Gestão Trump afeta o financiamento climático

  • Focus: mediana de IPCA 2025 segue em 4,83%, acima do teto da meta

    Focus: mediana de IPCA 2025 segue em 4,83%, acima do teto da meta

    A projeção para o IPCA de 2026 caiu de 4,30% para 4,29%. Considerando apenas as 95 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 4,30% para 4,27%

    A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 seguiu em 4,83%. A taxa está 0,33 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Considerando apenas as 95 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a medida continuou em 4,82% .

    A projeção para o IPCA de 2026 caiu de 4,30% para 4,29%. Considerando apenas as 95 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 4,30% para 4,27%.

    O Banco Central espera que o IPCA some 4,8% em 2025 e 3,6% em 2026, conforme a trajetória divulgada no último ciclo de comunicações do Comitê de Política Monetária (Copom). No horizonte relevante, o primeiro trimestre de 2027, o colegiado espera que a inflação em 12 meses seja de 3,4%.

    Na última decisão, manteve a taxa Selic em 15%, mas retirou o forward guidance de que antecipava “uma continuação na interrupção no ciclo de alta de juros”. O colegiado, no entanto, reafirmou que o cenário é marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária.

    “O Comitê seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, disse.

    A partir deste ano, a meta de inflação é contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

    Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo. Isso aconteceu após a divulgação do IPCA de junho, no dia 10 de julho. A autoridade monetária publicou uma carta aberta informando que espera queda da taxa abaixo de 4,50% no fim do primeiro trimestre de 2026.

    A mediana do Focus para a inflação de 2027 permaneceu em 3,90%. A projeção para o IPCA de 2028 seguiu em 3,70%.

    Focus: mediana de IPCA 2025 segue em 4,83%, acima do teto da meta

  • Será que o iPhone Air sobrevive a tentativa de ser quebrado ao meio? Veja

    Será que o iPhone Air sobrevive a tentativa de ser quebrado ao meio? Veja

    Novo iPhone Air, o mais fino já lançado pela Apple, surpreendeu em testes de resistência no YouTube: o aparelho só quebrou após suportar 98 kg de pressão, contrariando os receios sobre fragilidade do design ultrafino

    A Apple apresentou, em seu tradicional evento anual, a nova geração de iPhones e trouxe como destaque o iPhone Air, modelo ultrafino com apenas 5,6 mm de espessura — o mais fino já lançado pela empresa.

    Ciente de que o design poderia levantar dúvidas sobre resistência, a companhia enfatizou que o aparelho foi desenvolvido para ser durável. A afirmação foi colocada à prova por Zack Nelson, criador do canal JerryRigEverything no YouTube, conhecido por seus testes de resistência que incluem tentativas de dobrar e até quebrar smartphones ao meio.

    No caso do iPhone Air, o resultado surpreendeu: mesmo após várias tentativas, Nelson não conseguiu partir o dispositivo. Apenas em um experimento final, com 98 kg de pressão aplicada diretamente sobre o aparelho, o celular cedeu.

    O vídeo completo do teste foi publicado no canal e reforça a resistência do novo iPhone, apesar de seu design ultrafino

    Será que o iPhone Air sobrevive a tentativa de ser quebrado ao meio? Veja