Autor: REDAÇÃO

  • Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Parte dos integrantes do PL defende nome que agrade à Faria Lima, enquanto radicais querem perfil anti-Lula; interlocutores do senador dizem que sua decisão será respeitada e minimizam a divergência

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que anunciaria em breve seu ministro da Economia para um possível governo, mas enfrenta divergência entre seus aliados que questionam nomes ligados ao mercado.

    Até agora, são cogitadas pessoas que têm mantido contato com Flávio ou com seus auxiliares e têm ajudado com ideias e orientações para o programa de governo. Entre eles, estão Roberto Campos Neto, Mansueto Almeida, Gustavo Montezano, Daniella Marques e o próprio ex-ministro Paulo Guedes, “posto Ipiranga” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Bolsonaristas próximos ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestaram contrariedade com a escolha de um nome liberal, ligado ao sistema financeiro e, portanto, mais palatável ao centrão.

    Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, é vice-chairman e chefe global de Políticas Públicas do Nubank, além de colunista da Folha de S.Paulo. Daniella é ex-presidente da Caixa e foi braço-direito de Guedes na pasta da Economia. Montezano foi presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), enquanto Mansueto, hoje economista-chefe do BTG Pactual, foi secretário do Tesouro Nacional.

    Segundo interlocutores de Eduardo disseram à reportagem, a chamada Faria Lima tem interesses próprios e vai agir para emplacar um dos seus no ministério da Economia.

    A leitura é de que os liberais são pragmáticos, abraçam qualquer governo, enquanto os ministros de Flávio deveriam ter uma agenda anti-Lula (PT).

    Para essa ala mais ideológica, seria preferível escolher para esse posto chave um político do grupo, com lealdade a Flávio, enquanto a área técnica ocuparia o segundo escalão.

    Eles mencionam, por exemplo, Adolfo Sachsida, que foi ministro de Minas e Energia no governo Bolsonaro. Pelas redes sociais, Sachsida critica o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, demonstra indignação com a prisão do ex-presidente, contesta o governo Lula e defende a anistia aos condenados por golpismo.

    Sachsida é um dos nomes com quem Flávio tem conversado a respeito de políticas econômicas, segundo integrantes da pré-campanha.

    Parte dos interlocutores de Flávio vai na direção oposta -afirma preferir um nome já conhecido e com credibilidade, justamente para dar segurança à Faria Lima e à classe política. Essa opinião é compartilhada por integrantes da cúpula do PL.

    O argumento é o de que tanto Bolsonaro como Lula governaram para suas respectivas bolhas, enquanto Flávio deve buscar conquistar outros públicos. Nesse sentido definir um nome no perfil de Paulo Guedes poderia ser o diferencial para fazê-lo ganhar a disputa contra o petista.

    No fim de fevereiro, Flávio disse a correligionários que pretende apresentar um nome que agrade ao mercado financeiro. Ele mencionou o desejo de um quadro com capacidade para equilibrar as contas públicas.

    Segundo políticos ouvidos pela reportagem, de um lado ou do outro, a ideia é minimizar a desavença interna e não deixar que isso se torne uma crise para o senador. Eles afirmam que a escolha de Flávio será respeitada e que ele tem a qualidade de ouvir todas as opiniões.

    Membros do PL dizem que Flávio tem boa relação com a ala mais ideológica, que confia e respeita esses bolsonaristas mais radicais. Mas ressaltam que ele tende a adotar outra linha, já que o esforço da sua campanha será de moderar o discurso para avançar sobre o eleitorado de centro. A atitude também envolve um aceno ao mercado financeiro, que a princípio deu sinais de resistência ao seu nome.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), diz que, em caso de vitória nas eleições, o novo governo pretende revisitar as reformas da Previdência e trabalhista.

    O plano de governo do pré-candidato será lançado no próximo dia 30 de março, com diretrizes para economia (sobretudo a área fiscal), educação, segurança hídrica e terras indígenas, entre outros temas.

    Em entrevista à reportagem, Marinho elogiou Campos Neto. O economista, porém, disse a interlocutores que não pretende voltar para cargos públicos.

    De acordo com integrantes da pré-campanha, o foco de Flávio na questão fiscal favorece o nome de Mansueto, por exemplo. Segundo Marinho, um eventual governo Flávio deve propor uma nova regra fiscal.

    “É evidente que nós temos que redefinir parâmetros fiscais, porque o que existe não é mais um arcabouço, é uma peneira. A forma como a política fiscal expansionista acontece no Brasil é uma das principais causas dessa taxa de juros de 15% ao ano”, disse, sem detalhar o possível desenho.

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

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  • Chefe de gabinete da Casa Branca recebe diagnóstico de câncer de mama

    Chefe de gabinete da Casa Branca recebe diagnóstico de câncer de mama

    Susie Wiles recebeu um diagnóstico de câncer de mama e afirmou que detectou o câncer de forma precoce e que está “encorajada por um prognóstico positivo”; Trump comentou sobre a saúde da funcionária

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – A chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, recebeu um diagnóstico de câncer de mama. A informação foi divulgada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelas redes sociais e durante um evento ao lado de Wiles, no início da tarde desta segunda-feira (16).

    Wiles, conhecida como “dama de gelo”, já teria iniciado um tratamento e não deve sair do cargo. Em um depoimento encaminhado ao jornal The New York Times, ela afirma que detectou o câncer de forma precoce e que está “encorajada por um prognóstico positivo” e agradeceu a Trump.

    “Sou profundamente grata pelo apoio e incentivo do presidente Trump enquanto passo pelo tratamento e continuo desempenhando as funções de meu cargo atual”.

    Trump afirma que “durante o período do tratamento, ela passará praticamente todo o tempo na Casa Branca, o que me deixa, como presidente, muito feliz”.

    “Sua força e compromisso em continuar fazendo tão bem o trabalho que ama enquanto passa pelo tratamento dizem tudo o que você precisa saber sobre ela”, prosseguiu o presidente. “Em breve ela estará melhor do que nunca.”

    O cargo de Wiles faz dela a pessoa mais poderosa do governo depois do próprio presidente, e uma das mais próximas a ele. Chefe de gabinete, ela é a primeira mulher a exercer a função e foi descrita como peça chave durante a campanha de 2024, que levou Trump de volta a Casa Branca.

    Trump falou durante um evento com o conselho do Trump Kennedy Center sobre a saúde de Wiles e ela, que estava presente, agradeceu ao presidente. “Ela vai cuidar disso ao invés de esperar. Eu disse ‘faça imediatamente’ porque esse tipo de elemento, a única coisa que eu sei, é que quanto mais rápido [o tratamento], melhor.”

    Chefe de gabinete da Casa Branca recebe diagnóstico de câncer de mama

  • Wagner Moura diz sentir alívio com fim da temporada de premiações

    Wagner Moura diz sentir alívio com fim da temporada de premiações

    Wagner Moura comentou sobre a maratona de eventos e entrevistas ao redor do mundo durante a campanha do filme para indicação e na premiação; o Agente Secreto foi o principal representante brasileiro nesta edição do Oscar, com quatro indicações

    FORTALEZA, CE (UOL/CBS NEWS) – Após o Oscar 2026, Wagner Moura, 49, afirmou estar aliviado com o encerramento da longa temporada de divulgação internacional de O Agente Secreto, embora tenha destacado que participar da premiação foi uma experiência marcante.

    Wagner Moura comentou sobre a maratona de eventos e entrevistas ao redor do mundo durante a campanha do filme. Ao falar sobre a cerimônia, o ator avaliou de forma positiva sua primeira participação no prêmio. “Foi ótimo, realmente muito bom, foi meu primeiro Oscar e foi uma boa experiência”, disse, em entrevista à Variety.

    Em seguida, o jornalista perguntou ao ator se ele estava aliviado pela temporada internacional do longa ter acabado. “Sim, absolutamente. Eu penso que nós subimos uma montanha muito linda e hoje nós estávamos no topo dela e isso foi ótimo”, disse.

    Durante a conversa, Wagner ainda foi questionado sobre o calendário da premiação e se ele acreditava que o Oscar deveria voltar a ser realizado em fevereiro. O ator respondeu inicialmente que não sabia como era a tradição da data.

    O repórter replicou que, durante anos, ocorria no segundo mês do ano e que era uma boa coisa. “Sim! [Não ser em fevereiro] estende a campanha por muito tempo. Então, sim, definitivamente [eu prefiro] fevereiro”, afirmou. “Tem outra coisa também, é interessante, porque você vê alguns filmes terem um momento, dependendo do quão longo suas campanhas duram, as coisas podem mudar, é muito interessante. Estou aprendendo muito sobre campanhas”, concluiu o ator bem-humorado.

    O Agente Secreto foi o principal representante brasileiro nesta edição do Oscar, com quatro indicações: Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (para Wagner), Melhor Filme e Melhor Elenco. Apesar da presença em categorias importantes, o longa terminou a premiação sem conquistar estatuetas.

    Wagner Moura diz sentir alívio com fim da temporada de premiações

  • Veja a última convocação de Ancelotti antes da lista final para a Copa do Mundo

    Veja a última convocação de Ancelotti antes da lista final para a Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O atacante Endrick, 19, foi uma das novidades da lista de convocados do técnico Carlo Ancelotti, divulgada nesta segunda-feira (16), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para os amistosos contra França e Croácia, nos dias 26 e 31 de março, os últimos antes de o italiano fechar sua lista para a Copa do Mundo de 2026.

    O confronto com os franceses será no Gillette Stadium, em Boston, às 17h (de Brasília). A partida com os croatas acontecerá no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).

    Apesar da expectativa Neymar, ficou fora da lista do treinador.

    Embora tenha sido forçado a fazer alguns testes devido a desfalques por lesão de nomes considerados presença certa no Mundial, Ancelotti e sua comissão técnica definiram que a lista divulgada agora seria a mais próxima possível do elenco que vai representar o país na Copa.

    A convocação final para o Mundial está marcada para 18 de maio.

    Depois desta data Fifa, a comissão técnica da seleção brasileira vai se reunir para definir a pré-lista para a Copa do Mundo, com prazo até 11 de maio para envio aos clubes. Ao todo, até 55 jogadores podem ser incluídos nesta relação mais ampla.

    No dia 25 de maio, o elenco inicia a preparação na Granja Comary, no Rio de Janeiro. Em 31 de maio, a seleção fará um amistoso contra o Panamá, no Maracanã, em sua despedida do país antes do embarque para os Estados Unidos, marcado para 1º de junho.

    Já em solo americano, o Brasil fará seu último jogo antes da Copa do Mundo, contra o Egito, no dia 6. A estreia no Mundial será no dia 13, diante do Marrocos. Depois, encara o Haiti, no dia 19, e encerra a primeira fase contra a Escócia, no dia 24.

    VEJA A LISTA DE CONVOCADOS

    GOLEIROS
    – Alisson (Liverpool)
    – Bento (Al-Nassr)
    – Ederson (Fenerbahçe)

    DEFENSORES
    – Alex Sandro (Flamengo)
    – Bremer (Juventus)
    – Danilo (Flamengo)
    – Douglas Santos (Zenit)
    – Gabriel Magalhães (Arsenal)
    – Ibañez (Al-Ahly)
    – Léo Pereira (Flamengo)
    – Marquinhos (PSG)
    – Wesley (Roma)

    MEIO-CAMPISTAS
    – Andrey Santos (Chelsea)
    – Casemiro (Manchester United)
    – Danilo (Botafogo)
    – Fabinho (Al-Ittihad)
    – Gabriel Sara (Galatasaray)

    ATACANTES
    – Endrick (Lyon)
    – Gabriel Martinelli (Arsenal)
    – Igor Thiago (Brentford)
    – Luiz Henriquie (Zenit)
    – Matheus Cunha (Manchester United)
    – Raphinha (Barcelona)
    – Rayan (Bournemouth)
    – Vinicius Junior (Real Madrid)
    – João Pedro (Chelsea)

    Veja a última convocação de Ancelotti antes da lista final para a Copa do Mundo

  • Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

    Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

    Barril Brent chegou a atingir US$ 106, mas reverteu tendência e está em queda nesta segunda. Bolsas da Europa estão em alta, enquanto o ouro enfrenta desvalorização

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo começou a semana em alta, chegou a bater em US$ 106, mas passou a cair nesta segunda-feira (16) na comparação com o fechamento de sexta-feira (13).

    O barril Brent abriu as negociações em forte alta e alcançou US$ 106,50 (R$ 560,38) às 19h30 de domingo (horário de Brasília), quando era manhã na Ásia. Após a disparada na abertura, o preço passou a cair e estava em queda de 0,82%, a US$ 102,27 (R$ 538,24), às 14h desta segunda. Na sexta, o contrato de maio custava US$ 103,14.

    A queda era maior no barril WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, que caía 3,16%, a US$ 94,21 (R$ 502,98). Já as Bolsas da Europa registravam alta, enquanto parte da Ásia subiu e outras caíram nesta segunda.

    A situação no estreito de Hormuz permaneceu como foco principal dos investidores, e as exigências do presidente dos EUA, Donald Trump, por uma coalizão para ajudar a reabrir a via marítima foram descartadas por aliados históricos como Japão e Austrália, que disseram não planejar enviar embarcações para escoltar navios através do estreito.

    Complicando ainda mais a situação, Trump disse ao Financial Times no domingo que esperava que a China ajudasse a desbloquear o estreito antes de sua reunião programada com o presidente Xi Jinping em Pequim no final deste mês. Ele ameaçou adiar sua viagem caso os chineses não fornecessem assistência.

    Em resposta ao pedido de Trump, o regime do Irã alertou outros países que, caso intervenham, haverá “uma escalada” na guerra no Oriente Médio.

    A alta do petróleo desde o começo da guerra no Oriente Médio também está no centro das discussões dos principais bancos centrais. Nesta semana, o Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA), o BCE (Banco Central Europeu) e os bancos centrais do Brasil, da Austrália, do Japão, da Suíça e da Suécia se reúnem para definir as novas taxas de juros.

    A expectativa é que a taxa seja cortada em 0,25 ponto percentual no Brasil, e que europeus e norte-americanos mantenham o patamar atual.

    A grande questão para as autoridades é “quanto tempo dura o conflito, (e) se o choque nos preços da energia -compensado pelo apoio fiscal- causa efeitos inflacionários de segunda ordem e, portanto, requer política monetária restritiva”, afirmou Kenneth Broux, chefe de pesquisa corporativa de câmbio e taxas do Societe Generale.

    Ativos de risco como ações caíram acentuadamente desde o início da guerra, mas estavam um pouco mais estáveis na segunda-feira, enquanto os investidores tentavam processar o que pode acontecer em seguida.

    O índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, registrava alta de 0,39%, às 14h. Outras Bolsas no continente que estavam em valorização eram Frankfurt (0,51%), Londres (0,55%), Paris (0,31%) e Madri (0,18%).

    Na Ásia, o índice CSI300, que reúne as principais companhias em Xangai e Shenzhen, fechou em alta de 0,05%, assim como as Bolsas de Seul (1,14%), Singapura (0,55%) e Hong Kong (1,45%). Mas outros mercados caíram como Tóquio (-0,1%), Xangai (-0,26%) e Taiwan (-0,17%).

    Já o ouro estava em desvalorização de 0,79%, cotado a US$ 5.021,80 (R$ 26,42 mil), e o bitcoin saltava 3,91%, vendido a US$ 74,09 mil (R$ 389,85 mil).

    Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

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  • Irã divulga nova carta de líder; Trump ironiza que Mojtaba ainda não falou

    Irã divulga nova carta de líder; Trump ironiza que Mojtaba ainda não falou

    Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, divulga carta sobre continuidade no governo em meio a dúvidas sobre sua saúde após ataques; autoridades iranianas confirmaram que o novo líder se feriu em ataque

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Em meio a especulações sobre o real estado de saúde do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, o governo iraniano divulgou hoje uma nova carta assinada pelo aiatolá.

    Anúncio assinado por Mojtaba diz que funcionários da República Islâmica nomeados por Ali Khamenei serão mantidos em suas funções. O último líder supremo do Irã foi morto em um ataque coordenado entre os Estados Unidos e Israel no fim de fevereiro. Dias depois, em 8 de março, Mojtaba foi nomeado sucessor do pai.

    “Após consultas de alguns gestores e funcionários das instituições que foram nomeados diretamente pelo Líder Mártir (Ali Khamenei ), anuncio que nenhum deles precisa renovar suas nomeações neste momento e que devem continuar trabalhando com base nas medidas e políticas que receberam durante sua vida”, disse carta assinada por Mojtaba Khamenei.

    Autoridades iranianas confirmaram que o novo líder se feriu no primeiro ataque dos EUA e Israel ao país. O filho do presidente iraniano, Yousef Pezeshkian, disse em sua conta no Telegram que Mojtaba está “são e salvo”. Por outro lado, o governo Donald Trump chegou a afirmar que Mojtaba está “desfigurado”, com diversas fraturas.

    A ausência de imagens e discursos do novo líder supremo alimenta especulações sobre seu real estado de saúde, o que tem sido ironizado por Trump. Hoje, o presidente norte-americano especulou novamente sobre a situação de Mojtaba.

    Muita gente diz que ele está gravemente desfigurado. Dizem que ele perdeu a perna, (…) outros dizem que ele morreu. Ninguém diz que ele está 100% saudável, e ele não se pronunciou (…) Donald Trump, durante coletiva de imprensa

    Irã divulga nova carta de líder; Trump ironiza que Mojtaba ainda não falou

  • Brasil termina Jogos Paralímpicos de Inverno em 22º lugar, melhor resultado da história

    Brasil termina Jogos Paralímpicos de Inverno em 22º lugar, melhor resultado da história

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil terminou os Jogos Paralímpicos de Inverno neste domingo (15) com uma campanha histórica. O país entrou pela primeira vez no quadro de medalhas, em 22º lugar, com uma prata conquistada por Cristian Ribera no esqui cross-country.

    O feito, somado ao ouro de Lucas Pinheiro Braathen nos Jogos Olímpicos de Inverno, encerrados em fevereiro, completa um ciclo inédito: o país agora tem medalhas em todos os formatos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, considerando as edições de Verão e de Inverno.

    Ribera, natural de Cerejeiras, em Rondônia, e criado em Jundiaí, no interior de São Paulo, chegou nos Jogos de Milão-Cortina como um dos favoritos da competição. Campeão da Copa do Mundo de esqui cross-country paralímpico, o atleta de 23 anos confirmou o favoritismo logo na abertura das provas de neve.

    No dia 10 de março, em Val di Fiemme, ele liderou as classificatórias e boa parte da final do sprint sentado e foi ultrapassado apenas nos metros finais pelo chinês Liu Zixu. A medalha de prata foi celebrada com emoção pelo brasileiro, já em sua terceira participação paralímpica.

    Neste domingo (15), Ribera participou da última prova com participação brasileira. Ele terminou em quinto lugar na disputa dos 20 km do esqui cross-country. Na mesma posição chegou a paranaense Aline Rocha, na categoria feminina -resultado que coroou uma semana de alto nível para a atleta de Pinhão, no Paraná.

    Aline Rocha foi uma das protagonistas da delegação brasileira ao longo de toda a competição. Logo no primeiro dia de provas, em 7 de março, ela alcançou o sétimo lugar no biatlo sprint de 7,5 km, o melhor resultado da história do Brasil na modalidade.

    Nas provas de cross-country, manteve uma sequência notável: quinto lugar no sprint, quinto nos 10 km e sétimo no revezamento misto. Com isso, ela quebrou o seu próprio recorde de melhor colocação de uma brasileira nos Jogos Paralímpicos de Inverno. A marca anterior também era dela, um sétimo lugar conquistado em Pequim 2022.

    Além de Ribera e Aline, o Brasil teve outros seis atletas em ação em solo italiano, compondo a maior delegação da história do país em uma edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno.

    No esqui cross-country e no biatlo, também competiram os paulistas Guilherme Rocha, Wellington da Silva e Elena Sena e o paraibano Robelson Lula. No snowboard, em Cortina d’Ampezzo, os gaúchos André Barbieri e Vitória Machado representaram o país.

    Ribera, Aline, Silva e Elena integram o Time São Paulo, parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas em todo o país.

    Os próximos Jogos Paralímpicos de Inverno estão marcados para os Alpes Franceses, de 1º a 10 de março de 2030.

    MEDALHAS DO BRASIL NOS JOGOS OLÍMPICOS

    Olimpíadas de Inverno
    1 ouro

    Paralimpíadas de Inverno
    1 prata

    Olimpíadas de Verão
    40 de ouro
    49 de prata
    81 de bronze

    Paralimpíadas de Verão
    134 de ouro
    158 de prata
    170 de bronze

    A nova regra permitirá que surfistas que se afastarem do circuito por gravidez retornem diretamente à elite do surfe mundial. A francesa Johanne Defay será a primeira beneficiada, enquanto a brasileira Tatiana Weston-Webb também garantiu presença na temporada de 2027 por meio de um convite da WSL

    Folhapress | 13:30 – 16/03/2026

    Brasil termina Jogos Paralímpicos de Inverno em 22º lugar, melhor resultado da história

  • Dino decide acabar com aposentadoria compulsória para juízes e prevê perda do cargo

    Dino decide acabar com aposentadoria compulsória para juízes e prevê perda do cargo

    Ministro diz que desde 2019 não há fundamento para magistrado seguir com verba após infração grave; Dino deu decisão em ação sobre juiz do TJ-RJ e acionou Supremo para anular decisões do CNJ

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu nesta segunda-feira (16) que a aposentadoria compulsória, com afastamento remunerado, não deve ser aplicada como punição a juízes, e infrações graves devem ser sancionadas com a perda do cargo.

    Dino afirmou que, desde a aprovação da reforma da Previdência em 2019, não existe mais fundamento constitucional para punir juízes com aposentadoria, que faz com que eles continuem recebendo remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço, em casos de infração disciplinar grave.

    “Não mais subsiste no sistema constitucional a aposentadoria compulsória punitiva, à luz das alterações promovidas pela Emenda Constitucional nº 103/2019”, escreveu em sua decisão.

    No entendimento de Dino, caso o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) entenda que juízes mereçam punição máxima, deve enviar o caso à AGU para que o órgão apresente perante o STF uma ação de perda de cargo.

    Dino também oficiou o ministro Edson Fachin, que preside o Supremo e também o CNJ, “para -caso considerar cabível- rever o sistema de responsabilidade disciplinar no âmbito do Poder Judiciário” e substituir a aposentadoria compulsória “por instrumentos efetivos para a perda do cargo de magistrados que cometem crimes e infrações graves”.

    O ministro deu a decisão de forma individual em uma ação que analisa o afastamento de um juiz da Comarca de Mangaratiba, do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que acionou o Supremo para anular decisão do CNJ que resultou em sua aposentadoria compulsória. A decisão ainda pode ser alvo de recursos e levada a colegiado.

    O juiz foi punido pelo TJ-RJ e pelo CNJ com censura, remoção compulsória e duas aposentadorias compulsórias por práticas como morosidade processual deliberada para favorecimento de grupos políticos da cidade e direcionamento proposital de ações à vara para concessão de liminares em benefício de policiais militares milicianos.

    Dino fundamenta a decisão alegando que a aposentadoria é um benefício adquirido após anos de trabalho e, por isso, não se encaixa como punição.

    “A aposentadoria é um benefício previdenciário que tem por finalidade garantir ao trabalhador condições dignas de vida quando não mais for possível o desenvolvimento de atividade laboral em virtude de idade-limite, incapacidade permanente para o trabalho ou pela conjugação dos critérios idade mínima e tempo de contribuição”, afirma o ministro.

    A aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço como pena disciplinar está prevista no artigo 42 da Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional), que também traz outros tipos de sanções.
    No entanto, o ministro afirmou que a aposentadoria compulsória aplicável como punição administrativa aos magistrados, que havia sido inserida pela Emenda Constitucional nº 45/2004, deixou de existir na Constituição a partir da promulgação da Emenda Constitucional nº 103/2019.

    Com isso, Dino disse que “não faz mais sentido que os magistrados fiquem imunes a um sistema efetivo de responsabilidade disciplinar, com a repudiada e já revogada ‘aposentadoria compulsória punitiva’”.

    No caso concreto, Dino também decidiu que o CNJ deverá reconsiderar as punições aplicadas ao juiz de Mangaratiba.

    O magistrado apresentou três opções: absolver o juiz, aplicar outra sanção válida -o que não inclui a aposentadoria compulsória- ou determinar o envio dos autos à AGU (Advocacia-Geral da União) para propor ao STF uma ação para conduzir à perda do cargo por sentença transitada em julgado.

    Dino decide acabar com aposentadoria compulsória para juízes e prevê perda do cargo

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  • BBB 26: público critica 'favorecimento de Humberto e 5ª Série'

    BBB 26: público critica 'favorecimento de Humberto e 5ª Série'

    Rivais de Ana Paula Renault, os participantes Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach vem ganhando holofote não por um bom desempenho no programa, mas por um suposto favorecimento da direção da atração

    Sucesso arretabatador em repercussão nas redes sociais e de audiência na TV e streaming, o ‘Big Brother Brasil’ também vem sendo bastante criticado por um suposto favorecimento de dois participantes no reality da TV Globo.

    Rivais de Ana Paula Renault, que é vista como favorita para vencer o grande prêmio do reality, Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach -apelidados de Humberto e Quinta Série respectivamente- vem ganhando holofote não por um bom desempenho no programa, mas por um suposto favorecimento da direção da atração.

    Nas redes sociais, inúmeros internautas questionam a TV Globo por ‘cumprir regras apenas com alguns participantes’. “Essa semana o Juliano estava dormindo sem microfone e levou uma punição da direção. O Jonas, que estava no ‘Monstro’ foi participar da dinâmica das ‘Caixas’ sem microfone e sem a roupa do castigo e nada aconteceu”, publicou um internauta no X (antigo Twitter).

    “Ana Paula se recusou a ir com figurino da produção para uma festa por se sentir desconfortável e foi impedida de ir ao evento. Jonas em uma das festas substituiu o figurino da produção por peças dele e nada aconteceu. Nada tem o mesmo peso”, observou outro.

    Desde o começo do reality, o grupo de Alberto e Jonas vem ganhando muitas ‘Provas do Líder’ e ‘Anjo’, o que dá a possibilidade de ficar mais tempo no reality. Em muitas das provas, telespectadores e internautas apontaram erros e um suposto favorecimento ao grupo, que inclui Jordana e Marciele.

    “A Globo tá de palhaçada né, o reality tá ficando chato por que tudo é pensando para o Humberto e o Quinta Série vencer. Todas as provas são de esfoço físico e quando não, se for ‘sorte’, o grupo deles já sabe automaticamente o que fazer”, destacou um internauta.

    “É um absurdo, eu assistindo pelas câmeras a dinâmica das ‘Caixas’ e já tinham alguns participantes na frente da fila. Alberto chegou, pegou uma senha e foi o primeiro, sendo que ele empurrou as mulher e nem levou punição. Depois, Jordana foi diretamente na caixa com número que anteriormente o Jonas já tinha dito que era número da sorte dele. No programa na Globo, a edição mostrou a situação completamente diferente”, disparou outro.

    “Produção ta estragando um BBB que tinha tudo pra ser um dos maiores já vistos. Não há estratégia que suporte a manipulação, intervenções diretas que a produção vem tendo no jogo. Nada que se pensa la dentro dá certo pq estão a mercê dessas dinâmicas que favorece um lado #Bbb26”, reclamou outra.

    Essas reclamações contra a produção do programa são apenas algumas mais recentes a direção e também ao apresentador Tadeu Schmidt. Desde de o início da edição 26 do reality show que internautas e o público questiona a emissora de ‘armar situações’ para manter os dois participantes mais tempo no reality.

    BBB 26: público critica 'favorecimento de Humberto e 5ª Série'

  • Trump começou uma guerra "porque é divertido", diz ministro iraniano

    Trump começou uma guerra "porque é divertido", diz ministro iraniano

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano disse que o Irã está pronto para se defender enquanto for preciso, destacando que já várias pessoas morreram porque o presidente dos Estados Unidos quis começar uma guerra “porque é divertido”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, apontou o dedo ao presidente dos Estados Unidos, dizendo que Donald Trump decidiu atacar o Irã “porque é divertido” e o acusou de começar uma “guerra ilegal”. 

    “Estamos prontos para nos defender durante o tempo necessário. Há pessoas mortas simplesmente porque o presidente Trump quer se divertir. Eles estão afundando navios e atacando lugares diferente porque é divertido”, disse o ministro durante uma entrevista ao programa “Face the Nation”.

    Estes comentários surgem em um momento em que o conflito no Oriente Médio tem vindo a ganhar novos contornos, uma vez que Donald Trump já afirmou que a guerra poderá prolongar-se mais do que inicialmente estava previsto. 

    Vale lembrar que, em uma recente entrevista à Fox News Radio, o presidente norte-americano disse que saberá quando a guerra estiver perto do fim, notando que reconhecerá esse momento “quando o sentir na pele”. 

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano foi ainda pressionado para responder sobre os ataques do Irã a outros países do Médio Oriente, tendo defendido as ações do seu país e alegando que Teerã está apenas atacando as bases militares norte-americanas.

    “O nosso alvo são apenas os nativos americanos, instalações americanas, bases militares americanas. Eles estão usando o nosso território para nos atacar. Eles usam o território dos Emirados Árabes Unidos para nos atacar”, disse.

    Vale lembrar que os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, tendo matado durante a ofensiva o ex-líder supremo Ali Khamenei, no cargo desde 1989.

    O Irã fechou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região.

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