Autor: REDAÇÃO

  • Japão e Coreia do Sul evitam apoiar envio de navios ao Estreito de Ormuz

    Japão e Coreia do Sul evitam apoiar envio de navios ao Estreito de Ormuz

    Após pedido dos Estados Unidos, países destacam importância da segurança na região, mas mantêm cautela e não confirmam participação em eventual operação militar em meio às tensões no Oriente Médio

    Em conversas realizadas na noite de segunda-feira com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, os ministros das Relações Exteriores do Japão e da Coreia do Sul, Toshimitsu Motegi e Cho Hyun, destacaram a importância de garantir a navegação segura no Estreito de Ormuz, ponto estratégico onde as tensões já afetam o fornecimento global de combustível. Apesar disso, não deixaram clara a posição de seus países sobre o apoio solicitado por Washington.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo no domingo e reforçou na segunda-feira para que diversos países, incluindo aliados da Otan e grandes importadores de petróleo como a China, enviem navios militares para a região. O objetivo é assegurar a circulação pelo estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    Trump também pediu diretamente a Japão e Coreia do Sul que contribuam para manter a rota aberta, lembrando que os Estados Unidos mantêm tropas nos dois países e que ambos dependem fortemente do petróleo do Oriente Médio.

    Antes disso, o governo japonês afirmou que não recebeu um pedido formal para enviar navios militares, mas já indicou que não pretende realizar uma operação de segurança marítima. A declaração foi feita pelo ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, no Parlamento.

    A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, reforçou que uma eventual missão desse tipo seria extremamente complexa do ponto de vista jurídico. Segundo ela, o governo ainda avalia possíveis medidas dentro dos limites legais para proteger embarcações japonesas e suas tripulações.

    O envio de tropas ao exterior é um tema sensível no Japão, que mantém uma postura pacifista desde a Constituição de 1947, que limita a atuação militar fora do território nacional.

    Durante a conversa com Rubio, o chanceler japonês destacou que a segurança no Estreito de Ormuz é vital para a comunidade internacional, especialmente em relação à segurança energética. Ele também condenou ações do Irã, incluindo ataques a instalações civis e energéticas na região do Golfo e ameaças à navegação.

    Já o governo sul-coreano afirmou que está em contato próximo com os Estados Unidos e que tomará uma decisão cautelosa sobre o envio de apoio militar.

    As conversas ocorreram dois dias antes da visita da primeira-ministra japonesa aos Estados Unidos. Motegi e Rubio também concordaram em reforçar a cooperação entre os dois países, destacando a importância da aliança bilateral.

    O chanceler sul-coreano afirmou ainda que a estabilidade no Oriente Médio e a livre navegação no Estreito de Ormuz são essenciais para a economia e a segurança global. Ele também expressou condolências pelas mortes de cidadãos americanos no conflito e agradeceu o apoio dos Estados Unidos na retirada de sul-coreanos da região.
     
     

    Japão e Coreia do Sul evitam apoiar envio de navios ao Estreito de Ormuz

  • Mojtaba Khamenei teria escapado da morte por segundos, revela áudio

    Mojtaba Khamenei teria escapado da morte por segundos, revela áudio

    Gravação obtida pelo The Telegraph indica que líder supremo do Irã deixou o local instantes antes do ataque que matou seu pai, Ali Khamenei, levantando dúvidas sobre seu estado de saúde

    Mojtaba Khamenei, atual líder supremo do Irã, escapou de morrer após o ataque realizado por Estados Unidos e Israel ao complexo do aiatolá em 28 de fevereiro. O pai dele, Ali Khamenei, morreu na ofensiva.

    Segundo um áudio obtido pelo The Telegraph, Mojtaba estava com o pai no momento do ataque e também era alvo da operação. No entanto, ele teria saído de casa poucos minutos antes do impacto dos mísseis, por volta das 9h32 no horário local.

    O relato, atribuído ao chefe de protocolo do gabinete de Ali Khamenei, Mazaher Hosseini, descreve os primeiros momentos após a explosão dentro do complexo. De acordo com ele, Mojtaba sofreu um ferimento leve na perna, enquanto a esposa e o filho morreram no local. O cunhado também teria sido morto de forma violenta.

    No áudio, Hosseini afirma que Mojtaba estava do lado de fora do prédio quando o local foi atingido. A explosão teria alcançado diferentes áreas do complexo, incluindo a residência do líder supremo e espaços utilizados pela família.

    Segundo o relato, o ataque envolveu múltiplos mísseis e teria como objetivo atingir toda a família Khamenei. Outras residências dentro do complexo também foram atingidas, mas alguns familiares conseguiram escapar sem ferimentos graves.

    Desde então, nenhum dos irmãos de Mojtaba apareceu publicamente ou comentou sua nomeação como líder supremo.

    O ataque também matou o chefe do gabinete militar de Khamenei, Mohammad Shirazi, considerado peça-chave na ligação entre o comando militar e o líder do país. De acordo com o relato, o corpo dele ficou extremamente mutilado após a explosão.

    As informações surgem em meio a dúvidas sobre o estado de saúde de Mojtaba Khamenei. Desde o ataque, circularam versões de que ele teria morrido, entrado em coma, sofrido amputações ou ficado gravemente desfigurado.

    Nos últimos dias, surgiram relatos de que Mojtaba teria sido levado para Moscou, onde teria passado por uma cirurgia em uma estrutura ligada ao governo de Vladimir Putin. Segundo o jornal kuwaitiano Al-Jarida, o procedimento teria sido bem-sucedido, embora não haja confirmação oficial.

    De acordo com uma fonte citada pelo veículo, a transferência teria ocorrido em um avião militar russo após recomendação direta de Putin, diante da gravidade dos ferimentos.

    Paralelamente, documentos da inteligência americana indicam que Ali Khamenei não apoiava a ascensão do filho ao poder, por considerá-lo despreparado para o cargo. Fontes iranianas também afirmam que a escolha de Mojtaba não refletia a vontade do antigo líder.

    Apesar disso, ele acabou assumindo a liderança em meio à crise, enquanto persistem dúvidas sobre sua condição de saúde e capacidade de governar.

    Mojtaba Khamenei teria escapado da morte por segundos, revela áudio

  • Trump teria exigido saída de presidente cubano para avançar negociações

    Trump teria exigido saída de presidente cubano para avançar negociações

    Governo Trump pressiona por mudanças políticas e econômicas na ilha, incluindo reformas estruturais, afastamento de aliados do regime e liberação de presos, enquanto Havana evita comentar as exigências

    A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria sinalizado ao governo de Cuba que a continuidade das negociações entre os dois países dependeria do afastamento do presidente Miguel Díaz-Canel, segundo informações publicadas pelo The New York Times.

    De acordo com a reportagem, baseada em fontes familiarizadas com as conversas diplomáticas, a proposta dos Estados Unidos inclui a saída de Díaz-Canel como condição para avançar em acordos mais amplos. O país é governado por um regime comunista há mais de seis décadas.

    As mesmas fontes indicam que, até o momento, Washington não estaria buscando mudanças diretas envolvendo membros da família Castro, que ainda exercem influência política no país.

    Segundo integrantes da administração americana, a substituição do atual presidente poderia abrir caminho para reformas econômicas e estruturais em Cuba, consideradas pouco prováveis sob a liderança de Díaz-Canel.

    Ainda de acordo com o jornal, caso o governo cubano aceite essa possibilidade, o movimento representaria uma das mudanças políticas mais significativas no contexto das negociações entre os dois países.

    Uma das fontes ouvidas afirmou que a saída do presidente cubano também teria valor simbólico para Trump, que poderia apresentar o gesto como uma vitória política diante de um governo historicamente adversário dos Estados Unidos.

    Negociadores americanos também defendem o afastamento de figuras antigas do regime, associadas às diretrizes de Fidel Castro, além da liberação de presos políticos como parte das exigências.

    Segundo autoridades dos Estados Unidos, o objetivo das negociações é promover uma abertura gradual da economia cubana para empresas e investidores americanos.

    O governo de Cuba, por sua vez, não comentou oficialmente as informações.

    Ainda segundo o New York Times, a posição americana não foi apresentada como um ultimato, mas como uma proposta que poderia facilitar avanços nas negociações. Representantes cubanos envolvidos nas conversas teriam reconhecido dificuldades na atual gestão, mas ressaltaram a necessidade de conduzir qualquer mudança sem aparentar interferência direta da Casa Branca.

    Do lado americano, a sinalização é de que um acordo não será fechado enquanto Díaz-Canel permanecer no poder.

    Como forma de pressão, o governo Trump teria adotado medidas como o bloqueio de importações de petróleo estrangeiro para Cuba.

    Nesta segunda-feira, o país também enfrentou um apagão que deixou grande parte do território sem energia elétrica.

    Miguel Díaz-Canel, de 65 anos, está na presidência desde 2018 e ainda tem cerca de dois anos de mandato. Ele também ocupa a liderança do Partido Comunista.

    O atual presidente é o primeiro governante cubano em décadas que não pertence à família Castro, que esteve no poder desde a Revolução de 1959.

    Durante seu governo, Cuba registrou os maiores protestos recentes da população, em julho de 2021.
     

    Trump teria exigido saída de presidente cubano para avançar negociações

  • Gil do Vigor rebate Leonela Borges após ser chamado de gay caricata nas redes

    Gil do Vigor rebate Leonela Borges após ser chamado de gay caricata nas redes

    Ex-MasterChef critica o economista ao comentar suposta rivalidade com Milena Moreira, do BBB 26; apresentador diz que comentário da chef de cozinha tem preconceito disfarçado de deboche e pede respeito à sua identidade

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma troca de farpas entre a ex-participante do MasterChef Brasil Leonela Borges, 29, e o ex-BBB Gil do Vigor, 34, movimentou as redes sociais nas últimas horas. A chef de cozinha criticou o desempenho do economista como apresentador e o chamou de “gay caricata” em uma publicação no X. O contratado da Globo respondeu às provocações.

    O comentário foi feito depois que Leonela compartilhou um post que comparava Gil à participante do BBB 26, Milena Moreira. A postagem sugeria que o ex-BBB estaria incomodado com a popularidade da recreadora de festas infantis nesta edição do reality -ela é apontada por parte dos fãs como a melhor integrante do grupo “pipoca” da história do programa.

    “Agora que entendi o motivo dele estar espumando contra a Milena. É o fato de o povo agora considerar ela a maior ‘pipoca’ da história”, dizia o post compartilhado pela cozinheira. A mensagem também fazia referência a um vídeo recente do apresentador da Globo, no qual ele comenta não ser considerado o maior “pipoca” do reality -título que, segundo pesquisa citada por ele, pertence a Juliette, vencedora do BBB 21.

    Ao republicar o conteúdo, Leonela acrescentou críticas ao economista. “Gil morreu cedíssimo sustentando uma amizade com a bomba vocês sabem quem, além do desempenho médio para ruim como comunicador, cujo maior trunfo é ser um gay caricato”, escreveu.

    Nos comentários da publicação, internautas especularam que a cozinheira se referia à amizade de Gil com a ex-BBB Sarah Andrade.

    Gil respondeu às críticas em vídeos publicados nos Stories do Instagram. Ele afirmou que torceu por Leonela durante sua participação no MasterChef, mas criticou o teor da mensagem. “Torci muito por você no MasterChef e é difícil ver tanto preconceito disfarçado de deboche. Ser gay não é um trunfo, é meu ser. A homofobia machuca muito. Você pode me achar uma gay caricata, mas saiba que por muitos anos eu tive vergonha de ser quem eu sou”, disse.

    O economista também pediu que críticas ao seu trabalho não sejam associadas à sua orientação sexual. “Ao me criticar, não toque no fato de eu ser gay afeminado. Não estou na televisão por isso, mas porque estudo, tenho projetos sociais e incentivo as pessoas a buscarem algo melhor”, afirmou.

    Gil do Vigor rebate Leonela Borges após ser chamado de gay caricata nas redes

  • Países recusam ajuda a Trump no estreito de Hormuz, e Irã ataca oleoduto

    Países recusam ajuda a Trump no estreito de Hormuz, e Irã ataca oleoduto

    Aliados europeus e Austrália negam envio de navios de guerra para garantir trânsito de petróleo; Japão e Coreia avaliam; presidente diz que há interessados em agir, mas se queixa dos outros; primeiro petroleiro não iraniano atravessou a região

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O misto de apelo e ameaça feito por Donald Trump para que outros países enviem navios de guerra para escoltar petroleiros pelo estreito de Hormuz, na prática controlado hoje pelo Irã, por ora não surtiu muito efeito.

    Nesta segunda-feira (16), os governos do Reino Unido, Alemanha, Itália, Grécia e Austrália rejeitaram a ideia, enquanto Japão, Coreia do Sul e Holanda disseram estar avaliando se enviarão navios, mas tendem a não fazer nada. Outros europeus, como a Espanha, já descartaram operações militares.

    “Alguns [países] estão muito entusiasmados com isso, outros não. Alguns são países que ajudamos há muitos e muitos anos. Nós os protegemos de fontes externas terríveis, e eles não se mostraram tão entusiasmados. E o nível de entusiasmo importa para mim”, disse Trump na Casa Branca.

    Como é usual, o presidente não listou os interessados. Ele se queixou dos britânicos, com quem vem se estranhando há tempos: “Estou bastante surpreso com o Reino Unido. Não estou feliz”. Antes, em Londres, o premiê Keir Starmer disse que seu país “não se deixará arrastar para uma guerra mais ampla no Oriente Médio”.

    Trump ainda disse acreditar que a França irá ajudar de alguma forma, citando uma conversa com o presidente Emmanuel Macron, embora Paris tenha até aqui criticado a guerra e dito que não enviaria navios a Hormuz.

    No sábado (14), o republicano havia feito um pedido na sua rede social Truth, dizendo que seria do interesse de países como “China, França, Japão, Coreia do Sul e outros” manter o estreito por onde passam cerca de um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito aberto.

    Com a guerra iniciada há pouco mais de duas semanas pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, o maior sucesso até agora da teocracia, além de se manter no controle do país, foi o de criar caos no comércio de petróleo global, obrigando o acesso a reservas de emergência de diversos países.

    A estratégia é contar com que o mundo pressione pelo fim da guerra em nome da estabilidade econômica, mantendo o regime islâmico em pé. Com a extensa campanha aérea contra o Irã em curso, contudo, o sucesso é incerto.

    Sem obter resposta ao longo do fim de semana, Trump passou ao campo da ameaça em uma entrevista ao jornal britânico Financial Times no domingo (15). Nela, disse que a falta de apoio europeu “será muito ruim para o futuro da Otan”.

    Os EUA lideram a aliança militar criada em 1949 para conter Moscou, que tem também o Canadá e 30 membros europeus. Desde seu primeiro mandato, de 2017 a 2021, Trump se dedica a pressionar os aliados, a quem considera frágeis e dependentes em excesso de Washington.

    Ele já havia passado a conta do apoio à Ucrânia contra a invasão russa para os europeus no ano passado, suspendendo completamente o envio de dinheiro e armas para Kiev -a ajuda que chegou foi por meio de um esquema em que a Otan compra equipamento de estoques americanos e o repassa aos ucranianos.

    Em resposta à pressão, o premiê alemão, Friedrich Merz, disse por meio de seu porta-voz que “a guerra no Irã não é assunto da Otan”.

    Nesta nova guerra contra o Irã, Trump está sozinho com Binyamin Netanyahu. Diversos países europeus criticaram a ação militar, dizendo que a diplomacia era o melhor caminho para lidar com Teerã.

    Agora, estão pressionados por uma crise global, e viram os EUA relaxarem parcialmente o embargo ao petróleo russo que financia a guerra de Vladimir Putin para evitar uma escalada descontrolada de preços. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, disse nesta segunda que o bloco não “tem apetite” para agir em Hormuz. “Esta guerra não é da Europa”, afirmou a estoniana.

    Trump também buscou atrair a China, sua rival estratégica e compradora de quase todo o petróleo do Irã, para o jogo. Na sexta (13), atacou a ilha de Kharg, centro de produção da teocracia, mas aparentemente deixou os terminais de embarque intactos. Depois, disse que poderia destruí-los “só por diversão”.

    Na entrevista ao FT, o presidente tentou pressionar os chineses dizendo que poderia adiar a visita prevista no mês que vem a Xi Jinping. Nesta segunda, confirmou o pedido a Pequim, que antes havia dito esperar a manutenção da visita. “Tenho de estar nos EUA”, justificou Trump.

    O Irã também manobra. Primeiro, logo após o início da guerra, disse que o estreito estava fechado e passou a atacar navios e infraestrutura petrolífera dos vizinhos árabes. Recentemente, adotou um discurso de que Hormuz só não é acessível para os EUA, Israel e seus aliados.

    “Do nosso ponto de vista, o estreito está aberto”, disse nesta segunda o chanceler Abbas Araghchi. Como prova de boa vontade, Teerã permitiu sem incidentes o trânsito de um petroleiro paquistanês com óleo dos Emirados Árabes Unidos.

    Segundo o monitor Marine Traffic, o navio Karachi completou o percurso ao longo do domingo, chegando nesta segunda à costa de Omã. A rota que ele fez, passando por entre ilhas iranianas e navegando junto a águas territoriais de Teerã, sugere que o caminho normal possa estar minado.

    Trump afirmou nesta segunda que os EUA destruíram 30 navios que posicionam minas marítimas, mas que não sabe quantas já haviam sido posicionadas. Segundo ele, isso “espanta os donos de navios” da região.

    Por outro lado, os iranianos mantêm a pressão com ataques de mísseis e drones em todo o Oriente Médio, e nesta segunda atingiram o terminal de Fujairah, 1 dos 7 emirados árabes sob a presidência de Abu Dhabi.

    O porto no golfo de Omã tem importância estratégica pois é onde chega o único oleoduto dos Emirados que dribla o estreito de Hormuz, trazendo petróleo dos campos de Habshan, em Abu Dhabi. Embarques de navios foram suspensos.

    Os Emirados são o principal alvo da retaliação iraniana na guerra, sofrendo mais ataques do que Israel. Nesta segunda, o aeroporto de Dubai, em tempos de paz um dos mais movimentados do mundo, foi fechado após um drone de Teerã explodir um tanque de combustível próximo do terminal.

    Países recusam ajuda a Trump no estreito de Hormuz, e Irã ataca oleoduto

  • Mendonça proíbe CPI do INSS de acessar documentos sigilosos de Vorcaro

    Mendonça proíbe CPI do INSS de acessar documentos sigilosos de Vorcaro

    Ministro do Supremo Tribunal Federal diz que decisão é necessária para preservar vida privada de investigados; sala no Congresso Nacional onde estão os arquivos já foi fechada

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça proibiu nesta segunda-feira (16) o acesso aos documentos decorrentes da quebra de sigilo do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que foram enviados pela Polícia Federal à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS.

    A sala cofre onde os dados estão foi trancada por volta das 19h, a pedido do presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG).

    Mendonça afirmou que a decisão se dá “considerando a necessidade de preservação do sigilo em relação a aspectos da vida privada” de investigados na Operação Compliance Zero.

    Em sua decisão, Mendonça afirmou que a restrição aos arquivos de Daniel Vorcaro se dá “considerando a necessidade de preservação do sigilo em relação a aspectos da vida privada” de investigados na Operação Compliance Zero.

    O ministro determinou que a Polícia Federal e a presidência da CPI do INSS retirem os equipamentos que estão na sala cofre para que os dados armazenados sejam analisados novamente, evitando o compartilhamento de informações pessoais do dono do Master.

    “Intimem-se, COM EXTREMA URGÊNCIA, a Polícia Federal, a Presidência da CPMI-INSS e a defesa do investigado DANIEL BUENO VORCARO”, escreveu Mendonça.

    Mendonça proíbe CPI do INSS de acessar documentos sigilosos de Vorcaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Ana Hickmann anuncia data e local do casamento com Edu Guedes

    Ana Hickmann anuncia data e local do casamento com Edu Guedes

    Casal vai oficializar a união no dia 12 de setembro na fazenda de Edu Guedes; apresentadores lançam vinho exclusivo para o casório, com produção de mil garrafas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ana Hickmann e Edu Guedes vão oficializar a união no dia 12 de setembro. A apresentadora comunicou a novidade em uma nota enviada à imprensa.

    O local escolhido é a fazenda de Edu em Araras, no interior paulista. A propriedade, chamada de Casa Gialla, está passando por uma reforma para receber os convidados.

    O casal vai lançar ainda um vinho exclusivo para a festa, em parceria com a vinícola Cavalleri. Serão produzidas mil garrafas do vinho, que serão servidas aos convidados.

    “Em fevereiro, nós fomos até Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, para acompanhar de perto a produção e estamos muito felizes em ter um vinho só nosso”, disse Edu Guedes.

    LOOKS DOS NOIVOS

    O vestido da apresesentadora para a data especial está sendo confeccionado pelo estilista Vitor Zerbinato. Já a beleza da noiva ficará a cargo dos profissionais Celso Kamura e Marcelo Gomes.

    “Sonhei muito com esse momento. Escolhi profissionais que me conhecem e me acompanham há anos para estarem comigo. O vestido ainda não está pronto, mas me emociono a cada prova. Tenho muitas referências de cabelo e maquiagem e já defini qual caminho seguiremos”, conta Ana.

    Já Edu vai vestir um terno Hugo Boss clássico. As alianças escolhidas pelo casal são da Chopard, adquiridas em viagem a Portugal. A gastronomia da festa será assinada pelo chef Julio Perinetto e a decoração por Bárbara Marques.

    TRAJETÓRIA

    Juntos desde 2024, os apresentadores enfrentaram turbulências no relacionamento, incluindo uma série de disputas judiciais contra o ex-marido de Ana Hickmann, Alexandre Correa. Condenado por violência doméstica pela apresentadora, Correa chegou a acusá-la de alienação parental. Os dois são pais de um menino de 12 anos.

    Em julho de 2025, Edu anunciou que estava enfrentando um câncer no pâncreas. Ele passou por cirurgia e segue em recuperação.

    Ana Hickmann anuncia data e local do casamento com Edu Guedes

  • Investigações contradizem explicações de Javier Milei sobre escândalo com criptomoeda

    Investigações contradizem explicações de Javier Milei sobre escândalo com criptomoeda

    Documentos e ligações sugerem acordo de US$ 5 milhões relacionado ao apoio do presidente a $Libra; por outro lado, chefe de Gabinete diz que governo não comenta ‘versões’; mandatário ignora tema

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (CBS NEWS) – Arquivos encontrados no celular de um empresário reacenderam as discussões sobre a participação do presidente argentino Javier Milei no escândalo de promoção do criptoativo $Libra.

    Documentos e registros de ligações que foram divulgados após uma investigação do Ministério Público argentino sugerem um acordo de US$ 5 milhões (R$ 26,3 milhões) relacionado ao apoio de Milei a Hayden Davis, CEO da Kelsier Ventures, empresa responsável pelo lançamento da criptomoeda.

    O dono do celular é o empresário Mauricio Novelli, também envolvido na divulgação do ativo digital no início do ano passado. Na ocasião, Milei divulgou o ativo em sua conta no X (ex-Twitter), apagou o post momentos depois e o valor da criptomoeda colapsou.

    Um memorando no celular de Novelli detalha um suposto acordo que incluía US$ 1,5 milhão (R$ 7,9 milhões) como adiantamento, US$ 1,5 milhão em troca de uma publicação no X de Milei anunciando Davis como conselheiro e mais US$ 2 milhões (R$ 10,5 milhões) após a assinatura do contrato pessoalmente com a irmã de Milei, Karina.

    Nos dias que se seguiram ao escândalo $Libra, Milei disse em entrevistas que não tinha proximidade com os empresários envolvidos e que não conhecia o criptoativo em detalhes, além de afirmar que promoveu o investimento como pessoa física e não como presidente.

    Ao contrário do que o presidente argentino havia dito após o escândalo estourar, o material encontrado durante uma perícia no telefone de Novelli sugere que o apoio de Milei a $Libra estava sendo negociado.

    Questionada, a Presidência da Argentina disse que Milei já forneceu explicações por meio de publicações no X. O chefe de Gabinete, Manuel Adorni, disse que o governo não falaria de “versões, notas ou análises jornalísticas”.

    “Nunca falamos disso. Parte do processo está sendo contestada porque é nula e sem efeito. O sistema judiciário precisa continuar investigando e terminar de esclarecer tudo o que aconteceu”, disse em uma entrevista na TV no domingo (15).

    Pelo documento, Novelli e Davis discutiram a implementação do token de criptomoeda a partir de um hotel de luxo enquanto Milei promovia o lançamento em suas redes sociais.

    No dia 30 de janeiro de 2025, Milei fez uma publicação no X mencionando Davis, destacando a ajuda que estava recebendo sobre tecnologia blockchain e inteligência artificial.

    Em 14 de fevereiro, Milei promoveu a criptomoeda em sua conta no X, afirmando que ela serviria para financiar pequenas e médias empresas argentinas. Horas depois, recuou.

    Traders compraram o criptoativo a preços baixos e o venderam após o apoio do presidente, obtendo grandes lucros, enquanto a maior parte dos investidores perdeu dinheiro quando o valor caiu.

    Dias depois, quando o escândalo estourou, o governo anunciou que abriria uma investigação pelo Escritório Anticorrupção sobre possíveis irregularidades, incluindo ações do próprio presidente. Em maio, no entanto, a unidade de investigação foi fechada. O Congresso argentino também criou uma comissão para investigar o tema, ainda com poucos avanços.

    As anotações no celular de Novelli também sugerem que havia planos para uma nova publicação nas redes sociais de Milei, que reforçaria o apoio ao projeto.

    O caso indica que as transações financeiras que sustentavam o esquema de $Libra estavam sendo planejadas há meses, com registros de encontros entre Novelli, Davis e o presidente, bem como transferências financeiras para contas vinculadas.

    O escândalo continua a ser investigado na Argentina e nos Estados Unidos, enquanto os detalhes emergem.

    As acusações giram em torno da fraude conhecida como “rug pull”, na qual se cria uma criptomoeda e se infla o seu valor com investimentos e divulgações de peso nas redes (como a de Milei) para logo retirar todo o dinheiro, com a consequência de que milhares de investidores menores perdem seus aportes.

    Sem mencionar o caso $Libra ou uma outra controvérsia, em torno das viagens da mulher de Adorni que teriam sido pagas pelos argentinos, Milei discursou por cerca de 90 minutos em Córdoba nesta segunda-feira (16), onde focou seu discurso na defesa da gestão econômica.

    Investigações contradizem explicações de Javier Milei sobre escândalo com criptomoeda

  • Fala de Abel causa polêmica: “Podem ir buscar Messi, Ronaldo…”

    Fala de Abel causa polêmica: “Podem ir buscar Messi, Ronaldo…”

    Abel Ferreira lamentou o apertado calendário do Palmeiras, pedindo que as condições sejam iguais para todos. Em coletiva de imprensa, no rescaldo do triunfo diante do Mirassol (1-0), o treinador português apontou o dedo aos responsáveis do futebol brasileiro, dizendo que os jogadores não estão sendo respeitados. 

    “Não me diga que não sabe. Sério que não sabe? Não tem como. Podem ir buscar o Messi, o Ronaldo e os melhores do mundo. Não falo só do Palmeiras, para o bem do futebol brasileiro, não é só o Palmeiras. Em função do Palmeiras ter ido à final, outras equipes descansaram”, começou dizendo Abel, prosseguindo com a sua reflexão. 

    “Quantos jogos tivemos a seguir da final? E condicionados? Porque o Piquerez não joga? O que fazem no futebol brasileiro, e falo o que penso, é minha opinião, é inacreditável o que fazem com os jogadores. Sabem quantos jogos fez o Mirassol em 30 dias? Três. E o Palmeiras? Oito, os últimos dois em campos inacreditáveis. O gramado brasileiro é lento comparado com o europeu, e depois jogamos de forma desigual”, lamentou Abel. 

    Clique na imagem e confira o vídeo!

    Artur Jorge está em negociações com o Cruzeiro para um potencial regresso ao Brasil, onde conquistou um título do Brasileirão, assim como uma Taça Libertadores defendendo o Botafogo, onde esteve apenas uma temporada

    Notícias ao Minuto | 19:24 – 16/03/2026

     

    Fala de Abel causa polêmica: “Podem ir buscar Messi, Ronaldo…”

  • Dennis DJ se pronuncia após polêmica por direitos autorais com Tati Quebra Barraco

    Dennis DJ se pronuncia após polêmica por direitos autorais com Tati Quebra Barraco

    Funkeira afirma que música ‘Barraco 2’ ficou registrada em nome do DJ por quase duas décadas; Dennis alega que registro equivocado foi feito pela equipe da Furacão 2000 nos anos 2000

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O DJ e produtor Dennis DJ se pronunciou nesta segunda-feira (16) após acusações feitas por Tati Quebra Barraco sobre direitos autorais da música “Barraco 2”, lançada no início dos anos 2000. A funkeira afirmou que a canção é de sua autoria e que, durante anos, não recebeu valores pela obra, enquanto outros profissionais ligados ao funk estariam lucrando com ela.

    Em vídeos publicados nas redes sociais no fim de semana, Tati disse que o registro da música ficou durante cerca de duas décadas em nome de Dennis. “A música ‘Barraco 2’ é da minha autoria, sendo que eu não recebo até hoje. São dois DJs que recebem esse dinheiro. Um é o Dennis DJ. Beleza, já passou. Não recebo, vou correr atrás dos meus direitos”, afirmou a cantora.

    Em nota enviada à imprensa, Dennis disse que o caso já havia sido tratado anteriormente e que o registro equivocado ocorreu na época do lançamento da música. Segundo o DJ, a obra teria sido atribuída a ele pela equipe da Furacão 2000, produtora responsável pelo projeto na época. Ele afirma que, ao tomar conhecimento da situação, enviou um documento formal à Link Records -empresa ligada ao DJ Marlboro e responsável pela gestão do catálogo- informando que não era o autor da composição.

    De acordo com o comunicado, os créditos da música passaram oficialmente para o nome de Tati Quebra Barraco em 19 de agosto de 2020. Após as recentes publicações da cantora nas redes sociais, Dennis afirmou ter procurado novamente a NOWA, responsável pela administração do catálogo, e também a UBC (União Brasileira de Compositores) para verificar possíveis valores recebidos por ele ao longo dos anos.

    Segundo levantamento do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), 75% da arrecadação gerada pela obra antes da correção dos créditos foi repassada ao DJ, totalizando R$ 1.203,75. Dennis informou que já solicitou à UBC a devolução integral do valor, com correção, diretamente para a conta da artista.

    No comunicado, o produtor também ressaltou o respeito pela trajetória da funkeira. “Dennis reafirma seu respeito por Tati Quebra Barraco e por sua contribuição para a história do funk”, diz o texto, que afirma considerar o assunto esclarecido.

    Após o posicionamento do DJ, Tati voltou às redes sociais para dizer que os dois estão em contato para resolver a devolução dos rendimentos referentes ao período em que a música esteve registrada em nome dele.

    A cantora também afirmou que pretende revisar outras composições. Em nova publicação, ela citou a faixa “Montagem Pidona”, dizendo que DJs teriam utilizado versos seus sem o devido crédito. “Se for preciso, vou expor música por música. Foram 28 anos em silêncio, mas esse tempo acabou”, escreveu.

    Dennis DJ se pronuncia após polêmica por direitos autorais com Tati Quebra Barraco