Autor: REDAÇÃO

  • Messi volta à seleção para último jogo com a camisa da Argentina

    Messi volta à seleção para último jogo com a camisa da Argentina

    Lionel Messi vai vestir a camisa da Argentina uma última vez. Pouco mais de um mês depois de anunciar a aposentadoria da seleção, o camisa 10 aceitou o convite da Associação do Futebol Argentino (AFA) para disputar um jogo de despedida diante da torcida. A partida será contra Benín, em 6 de outubro, no Estádio Monumental, em Buenos Aires.

    A presença de Messi foi confirmada nesta terça-feira (15) pelo presidente da AFA, Claudio “Chiqui” Tapia. O dirigente contou que a entidade, em acordo com o técnico Lionel Scaloni, convidou o atacante para receber uma homenagem à altura da história construída ao longo de mais de duas décadas com a seleção.

    “Convidamos o melhor jogador do mundo, o emblema da nossa seleção, nosso capitão Lionel Andrés Messi, para que possa ter a despedida que realmente merece no dia 6 de outubro, aqui na Argentina”, afirmou Tapia ao anunciar a decisão.

    Messi só participará do último dos três amistosos

    A Argentina fará três partidas em casa na próxima Data Fifa, as primeiras desde a Copa do Mundo de 2026.

    A equipe de Lionel Scaloni enfrentará a Bolívia em 30 de setembro, no Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, e depois receberá Burkina Faso em 3 de outubro, no Monumental. Três dias mais tarde, no mesmo estádio, será a vez de Benín, confronto escolhido para a despedida do maior artilheiro da história da seleção.

    Messi não participará dos dois primeiros compromissos. Sua convocação é específica para a partida de 6 de outubro. Rodrigo De Paul e Giovani Lo Celso também se apresentarão apenas para o último amistoso, segundo a AFA.

    A expectativa é de casa cheia. O Monumental tem capacidade para mais de 80 mil pessoas e, diferentemente do jogo contra a Bolívia, não estará sujeito à redução de público determinada pela Fifa em razão de incidentes envolvendo a Argentina na última Copa do Mundo.

    Campeões do mundo de 2022 foram convidados

    A despedida não será apenas uma partida amistosa. A AFA pretende transformar a noite em uma homenagem à trajetória de Messi.

    Tapia anunciou que os jogadores campeões da Copa do Mundo de 2022 foram convidados, acompanhados de suas famílias, para participar da celebração. A programação também deve contar com vídeos e outras homenagens ao camisa 10.

    A ideia é reunir no Monumental boa parte dos companheiros que participaram da fase mais vitoriosa da carreira internacional de Messi, marcada pela conquista da Copa América de 2021, da Finalíssima de 2022, do Mundial do Catar e de uma nova Copa América em 2024.

    A família do atacante também deve acompanhar o último jogo. Segundo o jornal argentino Clarín, Antonela Roccuzzo, os filhos Thiago, Mateo e Ciro, a mãe de Messi, Celia, e os irmãos do jogador são esperados no estádio.

    Messi havia anunciado aposentadoria após Mundial

    Messi comunicou sua decisão de deixar a seleção em 31 de agosto, algumas semanas depois da final da Copa do Mundo de 2026.

    A Argentina chegou novamente à decisão do Mundial, mas perdeu para a Espanha por 1 a 0 na prorrogação, em Nova Jersey. Depois do torneio, aos 39 anos, o capitão decidiu encerrar uma trajetória iniciada em 2005.

    Na carta em que anunciou a aposentadoria, Messi afirmou que a decisão ainda lhe causava dor, mas que entendia ter chegado o momento de abrir espaço para uma nova geração.

    “Eu me esvaziei, não tenho mais nada para dar, e também vêm garotos muito grandes atrás que merecem estar”, escreveu o argentino.

    Na ocasião, não estava previsto que ele voltasse tão rapidamente à seleção. De acordo com a imprensa argentina, conversas com familiares, companheiros, Scaloni e dirigentes da AFA ajudaram a convencer Messi a aceitar uma última apresentação diante do público argentino.

    Uma história de 21 anos com a Argentina

    Antes do jogo de despedida, Messi soma 207 partidas e 125 gols pela seleção principal, números que fazem dele tanto o atleta com mais jogos quanto o maior artilheiro da história da Argentina.

    A trajetória começou em 17 de agosto de 2005, em um amistoso contra a Hungria, em Budapeste. A estreia ficou marcada pela expulsão de Messi pouco depois de sua entrada em campo, início improvável para uma história que terminaria com ele como capitão e principal símbolo de uma das gerações mais vitoriosas do futebol argentino.

    Durante muitos anos, a relação com a seleção foi marcada pelas comparações com Diego Maradona e pelas frustrações em decisões, entre elas a final da Copa do Mundo de 2014 e sucessivas derrotas em finais de Copa América.

    A mudança definitiva ocorreu em 2021, quando Messi conquistou sua primeira Copa América com a seleção principal ao derrotar o Brasil no Maracanã. No ano seguinte, veio a Finalíssima contra a Itália e, meses depois, o grande título que ainda faltava: a Copa do Mundo de 2022, no Catar. Em 2024, a Argentina conquistou novamente a Copa América.

    O Mundial de 2026 acabou sendo sua sexta e última Copa. Apesar da derrota na final para a Espanha, Messi encerrou o torneio ampliando uma coleção de recordes que já havia construído ao longo da carreira.

    Três jogadores do Real Madrid não exibiram por completo a camisa de apoio a Ceuta antes da vitória por 3 a 2 sobre o Elche. Clube afirmou que deu liberdade aos atletas para aderirem ou não à homenagem realizada antes da partida

    Notícias ao Minuto | 06:10 – 16/09/2026

    Messi volta à seleção para último jogo com a camisa da Argentina

  • Vinícius, Mbappé e Konaté recusam gesto pró-Ceuta antes de jogo

    Vinícius, Mbappé e Konaté recusam gesto pró-Ceuta antes de jogo

    O Real Madrid conquistou nesta terça-feira mais uma vitória no Campeonato Espanhol ao bater o Elche por 3 a 2, no Estádio Manuel Martínez Valero, pela sexta rodada de La Liga. O resultado, porém, acabou dividido com uma polêmica ocorrida ainda antes de a bola rolar.

    Assim como nos demais jogos da rodada, a partida foi precedida por uma manifestação de apoio a Ceuta, cidade autônoma espanhola que, no fim de julho, registrou uma entrada em massa de cidadãos marroquinos e ainda enfrenta os reflexos do episódio.

    No túnel de acesso ao gramado, os jogadores receberam uma camisa com a mensagem “Todos Somos Caballas”, referência aos moradores de Ceuta.

    A maioria dos atletas exibiu a peça durante a cerimônia. Ibrahima Konaté, Vinícius Júnior e Kylian Mbappé, porém, não mostraram a mensagem por completo, atitude que chamou atenção nas imagens da transmissão.

    Até o momento, os três jogadores não explicaram publicamente os motivos da decisão.

    Segundo o jornal espanhol As, uma fonte ligada à direção do Real Madrid afirmou que o clube respeitou as “diferentes opiniões e sensibilidades dentro do vestiário” e deu liberdade para que cada atleta decidisse se exibiria ou não a camisa.

    Real Madrid abre vantagem, mas sofre no segundo tempo

    Dentro de campo, o Real Madrid parecia encaminhar uma vitória tranquila.

    A equipe abriu o placar aos 25 minutos, após gol contra do goleiro Matías Dituro. Oito minutos depois, Kylian Mbappé ampliou e levou o time de José Mourinho para o intervalo com vantagem de 2 a 0.

    O cenário mudou completamente na etapa final.

    Aos 71 minutos, Abiel Osorio diminuiu para o Elche. Já aos 83, Fer Niño empatou a partida e levou a torcida no Manuel Martínez Valero à euforia.

    Quando o empate parecia definido, o Real Madrid encontrou o gol da vitória nos acréscimos.

    Carlos Espí decide novamente para Mourinho

    O responsável por evitar o tropeço foi Carlos Espí.

    O atacante havia entrado apenas quatro minutos antes, substituindo Trent Alexander-Arnold, e marcou o gol que definiu a vitória por 3 a 2.

    A participação decisiva repetiu uma situação semelhante à vitória por 2 a 1 sobre o Espanyol, em 22 de agosto, quando Espí também saiu do banco e teve papel fundamental no resultado.

    Com o triunfo sobre o Elche, o Real Madrid chegou à terceira vitória consecutiva somando todas as competições.

    Mourinho critica queda de rendimento

    Apesar dos três pontos, José Mourinho não escondeu a irritação com a maneira como sua equipe permitiu a reação do adversário.

    Em entrevista à Real Madrid TV após a partida, o treinador português apontou um excesso de confiança depois de o time construir a vantagem ainda no primeiro tempo.

    “Parece-me um pouco de, não sei se é a palavra correta, facilitismo. Quando tudo parece fácil, você deixa as coisas acontecerem”, afirmou.

    Mourinho avaliou que o Real Madrid perdeu o controle justamente por considerar que a partida estava encaminhada.

    “Parece que nos deixamos levar pela facilidade, porque estava fácil. Passamos dessa facilidade para não controlar. Não marcamos mais gols, não terminamos o jogo com 3 a 0 ou 4 a 0”, disse.

    O técnico também ressaltou que a equipe precisa aprender a encerrar partidas nas quais consegue construir uma vantagem confortável.

    “O problema parece óbvio. Há jogos que parecem acabados, mas não estão. São jogos que não matamos e, de repente, passamos da facilidade para a falta de controle. Em um estádio cheio, com torcedores fantásticos, eles complicaram nossa vida”, completou.

    Apesar do susto e da reação do Elche, o Real Madrid deixou o Manuel Martínez Valero com os três pontos. Fora das quatro linhas, no entanto, a decisão de Vinícius, Mbappé e Konaté de não aderir integralmente à manifestação em apoio a Ceuta acabou se tornando outro dos principais assuntos da partida.

    Técnico do Real Madrid reclamou de ter participado de seis entrevistas coletivas em apenas uma semana e brincou que levará um “petisco” aos jornalistas se puder faltar a uma delas. Português também provocou ao citar lances polêmicos de Barcelona e Atlético de Madrid

    Notícias ao Minuto | 09:00 – 14/09/2026

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    Urach expõe suposto affair com Léo Santana: "passei uma semana dolorida"

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  • Robinho reduz pena em 72 dias após estudar e trabalhar na prisão

    Robinho reduz pena em 72 dias após estudar e trabalhar na prisão

    A Justiça de São Paulo reconheceu mais 72 dias de remição da pena de Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo cometido na Itália. O abatimento foi concedido após o ex-jogador comprovar atividades de trabalho, educação, qualificação profissional e leitura realizadas durante o período em que está preso.

    A decisão, disponibilizada no Diário de Justiça Eletrônico Nacional na sexta-feira (11), acolheu apenas parte do pedido apresentado pela defesa. Robinho está atualmente no Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo, para onde foi transferido em novembro de 2025.

    A nova decisão não altera a condenação de nove anos determinada pela Justiça italiana. A remição é um mecanismo previsto na execução penal brasileira que permite descontar dias do período efetivamente a cumprir quando o preso trabalha, estuda ou participa de determinadas atividades educacionais reconhecidas pela Justiça.

    Como Robinho conseguiu os 72 dias

    A maior parte do abatimento veio dos estudos e da qualificação profissional.

    De acordo com os dados da decisão, 49 dias foram reconhecidos a partir de 288 horas cursadas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e outras 305 horas em cursos presenciais do Senai.

    Outros 11 dias foram concedidos pelo trabalho desempenhado durante o cumprimento da pena.

    Os 12 dias restantes vieram da participação em programa de leitura da Fundação Professor Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap). Foram validadas três obras lidas pelo ex-jogador: Tristão e Isolda, Capitães da Areia, de Jorge Amado, e A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick.

    A regra nacional do Conselho Nacional de Justiça prevê quatro dias de remição para cada obra lida e validada, com limite de 12 livros e até 48 dias de abatimento em um período de 12 meses. O preso precisa comprovar a leitura conforme os critérios estabelecidos para o programa.

    Parte do pedido foi rejeitada

    A defesa também tentou obter remição por cursos feitos a distância no Instituto Universal Brasileiro (IUB), mas essa parcela do pedido não foi aceita.

    O magistrado entendeu que os certificados apresentados não cumpriam os requisitos necessários para o reconhecimento da atividade segundo as regras aplicáveis à execução penal. Dessa forma, somente as atividades consideradas regulares pela Justiça entraram no cálculo dos 72 dias.

    Robinho já havia realizado cursos a distância durante o período em que esteve na Penitenciária II de Tremembé. Entre eles estava um curso profissionalizante de Eletrônica Básica, Rádio e TV, com material enviado ao presídio.

    O que é a remição de pena?

    A remição não é um benefício criado especificamente para Robinho. Trata-se de um direito previsto na Lei de Execução Penal e disponível aos presos que preencham os requisitos legais.

    Pelo trabalho, a regra geral permite descontar um dia da pena a cada três dias trabalhados. Nos estudos, o cálculo considera a carga horária cumprida, com um dia de remição a cada 12 horas de frequência escolar, observadas as exigências legais.

    A leitura também pode gerar abatimento. Desde 2021, a Resolução 391 do CNJ estabeleceu regras nacionais para o reconhecimento dessa modalidade e permitiu que ela seja acumulada com atividades de trabalho e educação escolar.

    Na prática, os dias reconhecidos passam a ser considerados como pena cumprida para efeitos da execução.

    Robinho já havia conseguido outros abatimentos

    Esta não é a primeira vez que a Justiça reconhece a remição da pena do ex-jogador.

    Em janeiro deste ano, a Justiça paulista concedeu 160 dias de abatimento por atividades de estudo e trabalho realizadas no sistema prisional. Na ocasião, a defesa afirmou que a medida decorria da aplicação normal da Lei de Execução Penal, e não de um benefício excepcional concedido ao ex-atleta.

    Antes disso, em novembro de 2025, a Justiça já havia reconhecido outro período de remição, de 69 dias, também relacionado a atividades desempenhadas durante o encarceramento.

    Por que Robinho cumpre pena no Brasil?

    Robinho foi condenado pela Justiça italiana em 2017 a nove anos de prisão por participação no estupro coletivo de uma mulher albanesa de 23 anos, ocorrido em 2013 em uma boate de Milão. Na época do crime, ele defendia o Milan.

    A condenação se tornou definitiva na Itália em janeiro de 2022. Como Robinho estava no Brasil e a Constituição impede a extradição de brasileiro nato, o governo italiano solicitou que a sentença fosse reconhecida e executada em território brasileiro.

    Em março de 2024, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a decisão italiana e determinou o início imediato do cumprimento da pena, em regime inicialmente fechado. O tribunal ressaltou que o processo de homologação não representava um novo julgamento do caso, mas o reconhecimento dos efeitos da sentença estrangeira no Brasil.

    Robinho foi preso em 22 de março de 2024 e inicialmente enviado à Penitenciária II de Tremembé. Em novembro do ano seguinte, foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira, onde permanece.

    O STJ voltou a analisar recursos da defesa posteriormente e, em setembro de 2025, manteve tanto a pena de nove anos quanto o regime estabelecido para o cumprimento da condenação.

    A decisão mais recente, portanto, não modifica a condenação imposta a Robinho, mas acrescenta 72 dias ao período já reconhecido como cumprido por meio das regras de remição previstas na legislação brasileira.

    Atual vencedor do prêmio, atacante do PSG reagiu à declaração do companheiro de seleção, que afirmou ter sido tratado como “o escolhido” desde o início da carreira. Troca de mensagens acontece em meio à corrida pela Bola de Ouro de 2026

    Notícias ao Minuto | 04:52 – 16/09/2026

    Robinho reduz pena em 72 dias após estudar e trabalhar na prisão

  • “Nunca fui o escolhido”: Dembélé rebate Mbappé antes da Bola de Ouro

    “Nunca fui o escolhido”: Dembélé rebate Mbappé antes da Bola de Ouro

    A disputa pela Bola de Ouro de 2026 ganhou um capítulo particular entre dois companheiros da seleção francesa. Ousmane Dembélé respondeu a uma declaração de Kylian Mbappé sobre a trajetória dos dois e ressaltou que construiu a carreira longe do rótulo de jogador predestinado ao estrelato.

    Atual vencedor da Bola de Ouro, Dembélé falou após a vitória do Paris Saint-Germain por 1 a 0 sobre o Brest, pelo Campeonato Francês. Questionado sobre a corrida pelo prêmio individual, o atacante destacou o trabalho realizado durante toda a carreira.

    “Nunca fui o escolhido, mas trabalhei muito”, afirmou o jogador, antes de lembrar que foi recompensado na temporada passada.

    A escolha das palavras chamou atenção na França porque ocorreu pouco depois de Mbappé utilizar justamente a expressão “o escolhido” ao comparar as trajetórias dos dois jogadores.

    O que Mbappé disse sobre Dembélé

    Em longa entrevista à France Football, publicada pelo L’Équipe, Mbappé falou sobre as expectativas que o acompanharam desde muito jovem e estabeleceu uma diferença entre sua carreira e a do companheiro de seleção.

    Segundo o atacante do Real Madrid, Dembélé sempre foi enxergado como um jogador de grande talento, enquanto ele próprio cresceu sob a expectativa de ser “o escolhido”. Mbappé também lembrou que o companheiro enfrentou mais obstáculos, especialmente problemas físicos, durante a carreira.

    A declaração repercutiu rapidamente na imprensa francesa e espanhola. O Mundo Deportivo tratou a resposta de Dembélé como uma inesperada fricção entre dois jogadores que, além de parceiros na seleção, aparecem entre os nomes envolvidos na disputa pelo maior prêmio individual do futebol.

    Dembélé diz que prefere responder com trabalho

    Ao falar depois da partida contra o Brest, Dembélé evitou transformar a questão em um ataque direto a Mbappé, mas reforçou repetidamente a ideia de que sua trajetória foi construída com trabalho e sem grande exposição.

    O atacante afirmou que passou a carreira “no fundo da sala”, trabalhando, e que nunca precisou falar muito sobre si mesmo. Sobre a possibilidade de conquistar novamente a Bola de Ouro, disse estar tranquilo e sem pressão.

    A declaração também contrasta com a postura adotada recentemente por Mbappé. O atacante do Real Madrid declarou abertamente acreditar que pode ganhar o prêmio neste ano e citou, entre seus argumentos, o desempenho individual na temporada e o recorde de gols em Copas do Mundo.

    Mbappé terminou a última temporada como artilheiro da Liga dos Campeões e de LaLiga, além de se tornar o maior goleador da história das Copas do Mundo, segundo a Reuters. O francês, porém, não conquistou um grande título com o Real Madrid ou com a seleção nacional no período considerado.

    Dembélé também defende sua temporada

    Dembélé, por sua vez, chega à votação como detentor do prêmio conquistado em 2025. Em entrevista recente à France Football, afirmou considerar que esteve melhor nos momentos decisivos da temporada e citou sua atuação nas fases finais da Liga dos Campeões como um dos pontos fortes de sua candidatura.

    Curiosamente, ao ser questionado anteriormente sobre seus favoritos para a Bola de Ouro, o atacante do PSG chegou a incluir o próprio Mbappé entre os principais nomes.

    Dembélé citou Kylian Mbappé, Harry Kane e seu companheiro de PSG Khvicha Kvaratskhelia, mas evitou colocar o próprio nome entre os favoritos. Na ocasião, afirmou acreditar que o prêmio poderia permanecer com um jogador do Paris Saint-Germain.

    Bola de Ouro tem disputa aberta

    Além dos dois franceses, Lamine Yamal aparece entre os principais nomes da corrida. O atacante do Barcelona afirmou recentemente considerar Mbappé seu principal adversário pelo prêmio depois de uma temporada em que conquistou a Copa do Mundo com a Espanha e o Campeonato Espanhol.

    Dembélé, no entanto, não colocou o espanhol entre seus três favoritos quando fez seu próprio prognóstico, embora tenha reconhecido que Yamal realizou uma grande temporada.

    A definição ficará nas mãos dos jornalistas responsáveis pela votação da France Football. O vencedor da Bola de Ouro de 2026 será anunciado em 26 de outubro, em uma cerimônia em Londres.

    Lothar Matthäus colocou Harry Kane à frente de Kylian Mbappé e Lamine Yamal na disputa pela Bola de Ouro de 2026. Jornalistas têm até 28 de setembro para votar, enquanto o vencedor será conhecido em 26 de outubro

    Notícias ao Minuto | 12:00 – 15/09/2026

    “Nunca fui o escolhido”: Dembélé rebate Mbappé antes da Bola de Ouro

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