Autor: REDAÇÃO

  • UE aprova acordo com Mercosul após impasse agrícola e tensão política

    UE aprova acordo com Mercosul após impasse agrícola e tensão política

    Após anos de negociações e semanas de tensão política, uma maioria qualificada de países da União Europeia deu aval ao acordo de livre-comércio com o Mercosul. O sinal verde abre caminho para a assinatura do tratado, mesmo diante de protestos de agricultores e críticas de governos como o francês.

    A União Europeia decidiu avançar com o acordo de livre-comércio com o Mercosul após formar uma maioria qualificada entre os Estados-membros, encerrando um impasse político que se arrastava há semanas em Bruxelas, de acordo com a AFP. A decisão abre caminho para que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viaje nos próximos dias ao Paraguai, país que ocupa a presidência rotativa do Mercosul em 2026, para formalizar a assinatura do tratado.

    O aval europeu ocorre depois de intensas negociações internas para contornar a resistência de países como França e Itália, que vinham bloqueando o acordo sob o argumento de que o texto não oferecia garantias suficientes ao setor agrícola do continente. A pressão de agricultores, que realizaram protestos e bloqueios em vários países, também pesou no debate.

    Para destravar o processo, a Comissão Europeia apresentou um pacote de medidas voltadas ao campo. Entre elas está o adiantamento de até 45 bilhões de euros em subsídios previstos no próximo orçamento da Política Agrícola Comum. O montante faz parte de um orçamento total de 293,7 bilhões de euros destinados ao setor, sinalização que foi decisiva para que a Itália recuasse de sua oposição.

    Com a mudança de posição italiana e apesar da continuidade das críticas francesas, os embaixadores dos 27 países da UE reunidos em Bruxelas consideraram que não havia mais uma minoria de bloqueio capaz de impedir o avanço do tratado.

    Negociado ao longo de 26 anos, o acordo é considerado um dos mais ambiciosos já firmados pela União Europeia. Ele prevê a criação de uma ampla zona de livre-comércio entre a UE e os países do Mercosul Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, reunindo um mercado potencial de mais de 720 milhões de consumidores e economias que, juntas, somam cerca de 22,3 trilhões de dólares em Produto Interno Bruto.

    A expectativa agora é de que a assinatura marque uma nova etapa nas relações comerciais entre Europa e América do Sul, embora o acordo ainda deva enfrentar debates políticos e pressões internas antes de sua plena implementação.

    UE aprova acordo com Mercosul após impasse agrícola e tensão política

  • Putin ataca Ucrânia com supermíssil, e Kiev convoca Otan

    Putin ataca Ucrânia com supermíssil, e Kiev convoca Otan

    Segundo o Ministério da Defesa russo, a ação foi uma vingança contra a tentativa de Kiev de alvejar uma residência de verão de Putin com aviões-robôs no fim de dezembro

    (CBS NEWS) – As forças de Vladimir Putin usaram o supermíssil Orechnik durante um grande ataque aéreo à Ucrânia na noite desta quinta-feira (8). O modelo balístico de alcance intermediário russo desenhado para guerras nucleares havia sido testado contra o país em novembro de 2024.

    Segundo o Ministério da Defesa russo, a ação foi uma vingança contra a tentativa de Kiev de alvejar uma residência de verão de Putin com aviões-robôs no fim de dezembro. O presidente Volodimir Zelenski negou a iniciativa e disse que Moscou queria tumultuar as negociações de paz que travava com os EUA e a Europa.

    O ataque também ocorre em meio à europeia por um acordo favorável a Kiev na guerra iniciada por Vladimir Putin em 2022, e um dia depois de forças dos Estados Unidos apreenderem um petroleiro de bandeira russa com óleo embargado venezuelano. Até aqui, Moscou havia reagido de forma discreta ao caso.

    Na manhã desta sexta (9), a chancelaria ucraniana convocou uma reunião de emergência com a Otan e do Conselho de Segurança da ONU. O alvo do Orechnik (aveleira, em russo) foi o maior depósito de gás subterâneo da Europa, em Strii. O local fica na região de Lviv, a principal cidade do oeste ucraniano, a menos de 100 km da fronteira da Polônia, país membro da aliança militar ocidental.

    Câmeras de segurança captaram os clarões às 23h46 (18h46 em Brasília), antecipando uma noite com diversos ataques em vários pontos do país. Foram empregados 36 mísseis e 242 drones. Em Kiev, ao menos quatro pessoas morreram.

    Na ocasião, o Kremlin havia dito que já tinha selecionado alvos para o ataque retaliatório, levando a temores de que o Orechnik fosse empregado. Em 2024, Putin havia chegado a dizer que poderia usar a arma contra “os centros de decisão” em Kiev, ou seja, matar Zelenski.

    Mais cedo nesta quinta, Zelenski havia dito em seu usual pronunciamento noturno que havia movimentações suspeitas no centro de lançamento de Kasputin Iar, em Astrakhan, de onde o Orechnik lançado contra Dnipro há pouco mais de um ano.

    O local fica a cerca de 1.800 km de Lviv. O supermíssil não tem alcance divulgado, mas se encaixa na categoria que pode variar de 550 km a 5.000 km, segundo as definições internacionais.

    Segundo o Comando Oeste da Força Aérea ucraniana, as ogivas atingiram o alvo a Mach 11 (13,5 mil km/h), exatamente o registrado no primeiro ataque do Orechnik, contra a cidade de Dnipro (leste).

    Vídeos gravados por moradores mostraram a reentrada na atmosfera de múltiplas ogivas em altíssima velocidade e envoltas em plasma incandescente, exatamente como ocorreu em Dnipro. Uma unidade de segurança nuclear de Lviv foi ao local procurar resíduos radioativos, mas não encontrou nada.

    Um alerta de lançamento de Kasputin Iar havia sido declarado 11 minutos antes das explosões. Houve apagões na região. O mesmo ocorrreu em outras regiões, como Kiev, onde cerca de metade da cidade ficou no escuro.

    O míssil, que emprega até seis ogivas independentes, uma formulação típica para o emprego de armas nucleares -que, por óbvio, não foram usadas agora. Quando atingiu Dnipro, um vídeo permitiu ver que cada ogiva tinha até seis submunições, que naquela ocasião não tinham explosivos, apenas sua força cinética.

    Ela é brutal: as cargas caem a 11 vezes a velocidade do som, ou 13,5 mil km/h. Como o míssil sai da atmosfera, sua detecção precisaria ter sido feita por sensores dos EUA ou da Europa inexistentes na Ucrânia. E Kiev não tem interceptadores capazes de atingir tais armas no espaço.

    Putin sempre que pode faz propaganda do míssil, considerado por ele invencível. Depois do alegado ataque à residência presidencial, a Rússia anunciou a abertura do primeiro batalhão operacional do Orechnik em Belarus, com alcance para atingir toda a Europa. Mas o lançamento desta quinta foi da base mais distante, na Rússia.

    Se o ataque for limitado à região de Lviv, cidade simbólica por ser distante das regiões de maioria étnica russa da Ucrânia e próxima da Polônia, foi uma sinalização de Putin ao Donald Trump.

    O Kremlin estava silente acerca das negociações de paz que ocorreram em Paris nesta semana, mas nesta quinta a chancelaria reafirmou que a proposta de envio de uma força de paz franco-britânica para monitorar na Ucrâsnia um eventual cessar-fogo tornaria as tropas “alvos legítimos”.

    Há diversos outros pontos que não estão claros nos termos, como a cessão territorial que Zelenski está disposto a aceitar. O foco na questão das garantias de segurança contra uma eventual agressão russa após a paz irritou o governo russo.

    Nesta quinta, o presidente ucraniano havia dito que estava tudo pronto para submeter o plano a Trump, o fiador das conversas. O negociador russo Kirill Dmitriev esteve nesta quinta em Paris e encontrou-se com o colega americano Steve Witkoff e o genro de Trump Jared Kushner, que participaram dos debates com Zelenski e europeus.

    O ataque com o Orechnik é uma demonstração de força de Putin para a hora em que for abordado pelo colega americano. Além disso, há a questão da apreensão do petroleiro de bandeira russa.

    Como a Folha mostrou, no governo russo há a impressão que o sucesso militar contra Nicolás Maduro no sábado (3) poderá fazer Trump endurecer sua posição, usualmente mais favorável a Moscou.

    O Orechnik foi desenvolvido a partir de um modelo anterior soviético. Em 2019, Trump em seu primeiro mandato determinou a saída dos EUA do tratado INF, sigla inglesa para Forças Nucleares Intermediárias, que proibia a instalação nos países da Europa de mísseis com o tal alcance: de 550 km a 5.500 km.

    O tratado era parte do tripé que sustentou o fim da Guerra Fria. O último acordo remanescente, de armas estratégicas, vence no dia 5 de fevereiro. Putin ofereceu uma extensão, mas Trump indicou nesta quinta que não topará. “Se expirar, expirou”, disse ao jornal New York Times.

    Putin ataca Ucrânia com supermíssil, e Kiev convoca Otan

  • YouTube passa a permitir excluir Shorts da pesquisa na plataforma

    YouTube passa a permitir excluir Shorts da pesquisa na plataforma

    Novo filtro na busca avançada dá mais controle ao usuário, que pode ocultar vídeos curtos dos resultados e priorizar conteúdos mais recentes ou mais populares conforme a preferência.

    O YouTube passou a oferecer novos filtros na ferramenta de pesquisa avançada, permitindo que os usuários excluam os vídeos curtos do formato Shorts dos resultados exibidos na plataforma.

    Mesmo tendo investido fortemente nos últimos anos em vídeos verticais e de curta duração, hoje entre os conteúdos mais consumidos do serviço, a empresa reconheceu que nem sempre esse tipo de vídeo atende ao que o usuário procura ao fazer uma busca.

    Com a atualização, quem utiliza a pesquisa avançada pode optar por ocultar os Shorts e refinar ainda mais os resultados, escolhendo, por exemplo, se prefere visualizar primeiro os vídeos mais populares ou os mais recentes.

    YouTube passa a permitir excluir Shorts da pesquisa na plataforma

  • P. Diddy pede perdão a Trump, mas presidente descarta conceder indulto

    P. Diddy pede perdão a Trump, mas presidente descarta conceder indulto

    Em entrevista ao New York Times, Donald Trump revelou ter recebido uma carta de Sean Combs solicitando perdão presidencial, mas afirmou que o histórico de críticas do rapper ao seu governo torna a possibilidade de indulto “muito mais difícil”.

    Sean Combs enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitando um perdão presidencial, mas o pedido não deve prosperar. A informação foi revelada pelo próprio Trump em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na quarta-feira.

    Os detalhes do conteúdo da carta não foram divulgados. Questionado sobre quando o músico, condenado a mais de quatro anos de prisão, teria enviado o pedido, Trump respondeu de forma evasiva: “Vocês gostariam de ver a carta?”. Apesar da provocação, o presidente não apresentou o documento nem forneceu mais informações.

    Procurada na quinta-feira, a Casa Branca não disponibilizou uma cópia da carta nem comentários adicionais, limitando-se a remeter às declarações já feitas por Trump. Os advogados de Sean Combs também foram acionados, mas não responderam aos pedidos de confirmação.

    Não é a primeira vez que o assunto vem a público. Em outubro, Trump já havia afirmado à CNN Internacional que o rapper havia solicitado o indulto, embora, na ocasião, também não tenha entrado em detalhes.

    Trump e Sean Combs, conhecido artisticamente como P. Diddy ou Diddy, mantinham uma relação social antes de Trump chegar à Presidência. Segundo o próprio presidente, no entanto, o vínculo se deteriorou após o músico criticar seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021.

    “Eu era bastante amigável com ele. A gente se dava bem, ele parecia um cara legal”, disse Trump em entrevista à Newsmax no ano passado. “Eu não o conhecia profundamente, mas quando me candidatei ao cargo, ele se tornou muito hostil”, completou. Para Trump, essas críticas tornaram “muito mais difícil” qualquer possibilidade de conceder um perdão.

    Diddy não é o único a receber uma negativa. Na mesma entrevista ao New York Times, Trump citou outros nomes que, segundo ele, não seriam beneficiados com indulto presidencial. Entre eles estão Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo nos Estados Unidos após ter sido capturado recentemente; o ex-senador de Nova Jersey Robert Menendez, condenado em 2024 por corrupção; e Sam Bankman-Fried, fundador da plataforma de criptomoedas FTX, sentenciado em 2023 por desviar bilhões de dólares de clientes.

    Trump também foi questionado sobre a possibilidade de perdoar Derek Chauvin, o ex-policial condenado pela morte de George Floyd, caso que se tornou símbolo global da luta por direitos civis. Sobre isso, o presidente afirmou: “Nunca me pediram”.

    Em dezembro, no entanto, Trump concedeu perdão ao ex-presidente de Honduras Juan Orlando Hernández, que cumpria pena de 45 anos nos Estados Unidos por tráfico de drogas, após ter sido condenado por facilitar o envio de grandes quantidades de cocaína ao país.
     
     

     

    P. Diddy pede perdão a Trump, mas presidente descarta conceder indulto

  • Produtores bloqueiam estradas na França contra acordo UE-Mercosul

    Produtores bloqueiam estradas na França contra acordo UE-Mercosul

    Manifestações com tratores fecharam rodovias perto das fronteiras com Espanha e Bélgica e nos arredores de Paris; produtores também criticam regras sanitárias e pressionam governo francês às vésperas da assinatura do tratado.

    Agricultores franceses realizaram nesta sexta-feira uma série de bloqueios em rodovias estratégicas do país, principalmente perto das fronteiras com a Bélgica e a Espanha e também nos arredores de Paris. Os protestos são direcionados ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

    De acordo com a emissora ICI, no sudoeste da França, manifestantes se concentraram ainda antes da meia-noite no entroncamento das rodovias A63 e A64, que ligam Bordeaux à fronteira espanhola pelo País Basco. A A63 chegou a ser totalmente interditada entre as saídas Bayonne Norte e Bayonne Sul, provocando longos congestionamentos.

    No sul do país, em Perpignan, agricultores também bloquearam a rodovia A9 no sentido da Espanha, segundo informações do serviço de trânsito Bison Futé. Já no norte, produtores franceses e belgas organizaram bloqueios conjuntos nas rodovias A2 e A27, em direção ao território belga.

    Na região de Paris, integrantes da Confederação Camponesa realizaram um protesto em marcha lenta com tratores, avançando em fila pelas vias próximas à capital, conforme informou o sindicato em comunicado.

    Além da rejeição ao acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que envolve Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, os agricultores também protestam contra o protocolo sanitário adotado pelo governo francês para conter a dermatose nodular contagiosa, uma doença viral que afeta bovinos e outros ruminantes e é transmitida por insetos.

    Na quinta-feira anterior, cerca de 100 tratores mobilizados pela Coordenação Rural, o segundo maior grupo do setor no país e com vínculos com a extrema direita, conseguiram driblar as restrições impostas pelas autoridades e chegaram a circular por áreas simbólicas de Paris, incluindo pontos turísticos.

    Diante da pressão do setor agrícola, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que a França votará contra o acordo UE-Mercosul. Apesar disso, a posição francesa não é suficiente para barrar o avanço do tratado, já que não há uma minoria de bloqueio entre os 27 países do bloco.

    Na semana passada, a polícia francesa chegou a proibir a entrada de tratores em áreas consideradas sensíveis da capital, como o Palácio do Eliseu, a residência oficial do primeiro-ministro, o Parlamento, ministérios e o mercado atacadista de Rungis.

    Os protestos não são inéditos. Em dezembro, especialmente no período que antecedeu o Natal, agricultores já haviam bloqueado estradas no sul da França contra o plano de combate à dermatose nodular, que prevê o abate de todos os animais de uma propriedade quando um único caso da doença é detectado.

    Em 18 de dezembro, durante uma reunião do Conselho Europeu em Bruxelas, uma mobilização ainda maior, com mais de 5 mil agricultores e cerca de 500 tratores, levou ao adiamento da assinatura do acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Na ocasião, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cancelou a viagem ao Brasil, onde o acordo seria formalizado em Foz do Iguaçu.

    Uma nova cerimônia para assinatura do tratado foi marcada para a próxima segunda-feira, após sinais de recuo nas resistências iniciais de países como Itália, França e Polônia.
     
     

    Produtores bloqueiam estradas na França contra acordo UE-Mercosul

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Disney+ prepara feed de vídeos verticais inspirado nas redes sociais

    Disney+ prepara feed de vídeos verticais inspirado nas redes sociais

    Plataforma de streaming anunciou, durante a CES em Las Vegas, que lançará até o fim do ano um formato com vídeos curtos, cenas exclusivas e conteúdos originais, com foco em ampliar o engajamento diário e atrair anunciantes.

    A Disney aproveitou a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, para anunciar que o Disney+ vai ganhar, até o fim deste ano, um feed de vídeos verticais. A informação foi divulgada pelo site Deadline.

    A novidade foi apresentada durante a Global Tech & Data Showcase, evento voltado a anunciantes. Segundo a empresa, a proposta é “explorar o uso desse feed de diversas formas, em diferentes categorias e tipos de conteúdo”, com a ambição de transformar o Disney+ em um “destino diário obrigatório” para o público.

    De acordo com a Disney, o recurso deve ser lançado mais perto do fim do ano e contará com programação original em formato curto, além de cenas extras, trechos inéditos e conteúdos derivados de séries e filmes já disponíveis na plataforma.

    Ainda não há detalhes sobre o alcance do lançamento, que pode ocorrer inicialmente apenas em alguns mercados. Como a novidade foi anunciada em um evento voltado ao mercado publicitário, a expectativa é de que o feed inclua anúncios.
     
     

     

    Disney+ prepara feed de vídeos verticais inspirado nas redes sociais

  • Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

    Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

    Sean Swayze faleceu em dezembro por complicações de saúde, segundo certidão de óbito. A perda reacendeu homenagens a Patrick Swayze, morto em 2009, e ao trabalho de sua viúva na conscientização sobre o câncer de pâncreas.

    A família de Patrick Swayze enfrentou uma perda no fim do ano passado. Sean Swayze, irmão mais novo do ator, morreu no dia 15 de dezembro, aos 63 anos.

    Segundo a revista People, a causa da morte foi uma hemorragia digestiva alta. A certidão de óbito, à qual a publicação teve acesso, aponta ainda como fatores associados uma acidose metabólica grave, varizes esofágicas e cirrose hepática alcoólica.

    Sean trabalhava no setor de entretenimento como integrante do sindicato Teamsters. Ele deixa dois filhos, Cassie Swayze e Kyle Swayze.

    A morte foi lamentada por familiares nas redes sociais. A prima Rachel Leon usou o Instagram para se despedir. “É com o coração partido que compartilho a notícia da morte do meu primo Sean Swayze”, escreveu, ao publicar uma foto recente dele.

    Rachel contou que a própria filha teve a ideia de homenagear Patrick Swayze e enviou a Sean uma camiseta com referência ao ator, que ele teria usado “com orgulho”. “Ele sempre foi divertido e cheio de vida”, relembrou.

    Na mesma mensagem, a prima revelou que os dois conversavam recentemente sobre a possibilidade de Sean visitar o Texas. “Eu estava muito animada com essa ideia”, afirmou. Ela também prestou solidariedade ao ator Don Swayze, outro irmão de Sean, e aos filhos dele.

    “Estamos orando muito por toda a família neste momento difícil. Saibam que vocês são muito amados. Sean, eu te amo e sentiremos muita saudade”, concluiu.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Rachel M Leon (@faceeverythingnrise74)

    A morte de Patrick Swayze, aos 57 anos

    Vale lembrar que Patrick Swayze morreu em 2009, aos 57 anos, em decorrência de um câncer de pâncreas. Na época, um representante confirmou a morte do ator à revista People.

    “Patrick Swayze faleceu hoje em paz, cercado pela família, após enfrentar com coragem os desafios de sua doença ao longo dos últimos 20 meses”, afirmou o porta-voz. O ator ficou marcado por papéis de grande sucesso em filmes como The Outsiders, Dirty Dancing e Ghost, entre muitos outros.

    Em 2024, ainda segundo a People, a viúva do ator, Lisa Niemi Swayze, passou a colaborar com a Pancreatic Cancer Action Network (PanCAN), principal organização sem fins lucrativos dedicada à causa, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a doença e apoiar o financiamento de pesquisas.

    “Minha ligação com a PanCAN é uma homenagem ao Patrick. Quero ajudar a colocar um fim na luta que ele travou com tanta força. Só porque ele se foi, não significa que essa batalha acabou. Quero manter essa causa viva em sua memória”, declarou Lisa Niemi à revista.

    Notícias ao Minuto Patrick Swayze© Getty Images  

    Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

  • Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

    Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

    Após bombardeios a embarcações no Caribe e no Pacífico, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o país ampliará a ofensiva contra o narcotráfico, com ações em terra contra cartéis. Trump citou o México, mas não detalhou locais nem prazos.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país planeja iniciar ataques terrestres contra cartéis de droga nas Américas, citando especialmente o México como um dos principais locais de atuação, sem, no entanto, especificar exatamente onde essas operações ocorreriam.

    Em entrevista à Fox News, Trump declarou que os cartéis “controlam o México” e que os Estados Unidos devem agir para enfrentar o narcotráfico com maior contundência, indo além dos bombardeios de embarcações nos mares do Caribe e do Oceano Pacífico que já vinham sendo realizados pelos EUA sob a justificativa de combate ao tráfico de drogas.

    O presidente também pressionou o México a “retomar o controle” diante da atuação dos grupos criminosos e disse ter pedido à presidente mexicana Claudia Sheinbaum autorização para que forças dos Estados Unidos possam combater os cartéis em território mexicano — proposta que já havia sido rejeitada anteriormente pela governante.

    Trump tem defendido que as ações militares fazem parte de um esforço mais amplo para enfrentar o narcotráfico na região, em um momento em que os Estados Unidos ampliaram o uso das forças armadas após operações marítimas que visam embarcações supostamente ligadas ao tráfico, embora Washington ainda não tenha apresentado provas de que essas embarcações transportavam drogas.

    A postura de Trump ocorre poucos dias depois da operação militar dos EUA na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, acusados pela Justiça americana de narcoterrorismo e tráfico de cocaína.

    O anúncio dos possíveis ataques terrestres contra cartéis amplia o debate sobre intervenções militares e soberania na região, recebendo reações contrárias de autoridades latino-americanas e gerando preocupações sobre o respeito ao direito internacional.

    Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

  • Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

    Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

    Sua escolha, à época, foi interpretada como uma aposta de Lula para reaproximar o governo do Judiciário, objetivo que Lewandowski conseguiu cumprir. Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), ele atuou como uma ponte institucional em um período de sensibilidade entre os Poderes

    (CBS NEWS) – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, deixará o cargo nesta sexta-feira (9), encerrando uma gestão de quase dois anos. Embora tenha chegado à pasta com elevado capital, ele se despede sem uma marca própria consolidada e com os principais projetos ainda em tramitação no Congresso.

    Na carta de demissão enviada ao presidente Lula (PT) nesta quinta (8), Lewandowski destacou limitações políticas, conjunturais e orçamentárias enfrentadas durante a gestão.

    Sua escolha, à época, foi interpretada como uma aposta de Lula para reaproximar o governo do Judiciário, objetivo que Lewandowski conseguiu cumprir. Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), ele atuou como uma ponte institucional em um período de sensibilidade entre os Poderes.

    Desde o início da gestão, porém, a área da segurança pública foi atravessada por sucessivos desgastes. Em 2023, a fuga de dois detentos ligados ao Comando Vermelho do presídio federal de Mossoró expôs fragilidades no sistema prisional federal.

    Já em 2025, a morte de 122 pessoas em uma operação policial no Rio de Janeiro contra supostos membros do Comando Vermelho reacendeu o debate sobre o papel do governo federal na coordenação da política de segurança.

    Entre as principais apostas da gestão para uma ação mais efetiva do governo na segurança pública e o combate mais eficaz ao crime organizado esteve a tentativa de criar um novo arcabouço legal para a área, por meio da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança e do PL Antifacção.

    As propostas, bem avaliadas por especialistas, continuam em tramitação na Câmara dos Deputados e ainda não têm data para análise. O governo contava com a aprovação das duas propostas em 2025, véspera de ano eleitoral, para responder a críticas da oposição e a cobranças da sociedade.

    O tema reacendeu a disputa entre governo e adversários pela agenda da segurança pública, uma das maiores preocupações dos brasileiros e um campo em que governos de esquerda historicamente têm dificuldade.

    Durante sua gestão, algumas declarações também provocaram descontentamento entre profissionais da área. Lewandowski enfrentou uma crise ao afirmar que “a polícia prende mal e o Judiciário é obrigado a soltar”, frase que foi duramente criticada por associações de policiais e por gestores estaduais.

    Secretários estaduais de segurança pública e do sistema penitenciário relatam, sob reserva, que a gestão foi marcada por avanços e fragilidades. Entre os pontos negativos, citam o pouco diálogo, inclusive para a construção dos textos que tramitam no Congresso. Essa mesma queixa foi feita por parlamentares ouvidos pela reportagem.

    Por outro lado, reconhecem melhorias na execução e no controle da aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Segurança pública, que tem dado mais previsibilidade financeira aos estados.

    Na gestão do ministro também foi criado o Núcleo de Combate ao Crime Organizado, com a missão de integrar esforços entre diferentes órgãos. A partir dessa articulação e da abertura de um inquérito na Polícia Federal, foi deflagrada a Operação Carbono Oculto, considerada a maior da história do país no enfrentamento à infiltração do crime organizado na economia formal. A ação teve como alvo o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    Houve também o protocolo do uso da força, que estabelece regras e padrões para garantir abordagens mais equilibradas, reduzindo o risco de ações desproporcionais. Há ainda o programa de câmeras corporais, que reúne diretrizes normativas e apoio à aquisição de equipamentos e visa aumentar a transparência nas operações policiais.

    Mas projetos também ficaram limitados por conta de orçamento, como o de recompra de armas, que não saiu do papel. O projeto Captura também tinha sido pensado inicialmente para dar recompensa por pista de criminosos, mas essa parte não avançou.

    O ministro também manteve e aprofundou políticas iniciadas pelo antecessor, Flávio Dino, que deixou o ministério para assumir uma vaga no STF. Nesse eixo, o programa Celular Seguro teve suas funcionalidades ampliadas, e garantiu orçamento para a transferência dos CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) do Exército para a Polícia Federal.

    Sob o comando de Lewandowski, o ministério assinou 21 portarias declaratórias de terras indígenas, etapa final antes da demarcação, que depende de ato do presidente da República. Desde 2018, não havia novas demarcações.

    No campo da política penal, a gestão desenhou o programa Pena Justa, que busca enfrentar a crise estrutural do sistema prisional, reduzir a superlotação e ampliar alternativas penais, em articulação com estados e o Judiciário.

    A gestão investiu na modernização da segurança, com a compra de armas, viaturas blindadas, drones, sistemas antidrones e equipamentos de varredura eletrônica. Secretários estaduais, porém, reclamam da redução dos repasses do fundo penitenciário, o que, segundo eles, compromete a execução das políticas.

    O ministério também ampliou os Cais (Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social), voltados ao atendimento de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade, especialmente com demandas relacionadas ao uso problemático de drogas, e lançou o Escuta SUSP, programa de apoio psicológico a profissionais da segurança pública.

    Houve também o fortalecimento de políticas de enfrentamento ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes.

    Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York

    Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York

    Lupita Nyong’o celebrou nas redes a vitória de Wagner Moura como Melhor Ator no New York Film Critics Circle Awards por “O Agente Secreto”. Ela elogiou sua atuação, o filme de Kleber Mendonça Filho e destacou a força humana da narrativa, recomendando que o público não perca o longa.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lupita Nyong’o, 42, usou as redes sociais nesta quarta-feira (7) para comentar a homenagem feita a Wagner Moura,49, durante a cerimônia do New York Film Critics Circle Awards. O ator brasileiro venceu o prêmio de Melhor Ator por sua atuação em “O Agente Secreto” na noite anterior. Com mais de 50 membros, a associação é uma das mais antigas e respeitadas dos Estados Unidos.

    A atriz vencedora do Oscar Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação em “12 Anos de Escravidão” (2013) publicou um álbum de fotos no Instagram mostrando o encontro com Moura, o diretor Kleber Mendonça Filho e a produtora Emilie Lesclaux. “Tive a oportunidade de celebrar o que considero uma das atuações cinematográficas mais impactantes do ano: Wagner Moura em ‘O Agente Secreto’”, escreveu.

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Um post compartilhado por Lupita Nyong’o (@lupitanyongo)

    Ela também elogiou o filme do cineasta pernambucano, 57, que está indicado ao Globo de Ouro. “O filme de Kleber Mendonça Filho é extraordinário, e fiquei muito feliz em homenagear Wagner como Melhor Ator no New York Film Critics Circle Awards”, afirmou. “Tudo de bom.”

    Ao encerrar a postagem, Lupita ressaltou a força da narrativa do longa, colocado na tradicional lista de filmes favoritos do ano de Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos. “‘O Agente Secreto’ nos lembra que as histórias mais interessantes não são sobre heróis ou vilões, mas sobre seres humanos tentando lidar com circunstâncias impossíveis. Não perca”, concluiu.

    Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York