Autor: REDAÇÃO

  • Domingão com Huck dá menos audiência do que Globo Rural

    Domingão com Huck dá menos audiência do que Globo Rural

    Atração rendeu 9,2 pontos enquanto programa matinal fez 9,8 na emissora; filme ‘Titanic’, que foi ao ar antes de Huck, deu mais de 10 pontos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Sinal de alerta para o Domingão com Huck. O programa de domingo (28), o último do ano, rendeu 9,2 pontos de audiência, uma marca muito baixa, sobretudo se comparada a outras atrações dominicais.

    A título de comparação, o Globo Rural, exibido pela manhã, rendeu 9,8 pontos. O filme “Titanic”, que antecedeu o programa de Luciano Huck, deu pouco mais de 10 pontos.

    Outro programa que está no amarelo é o Fantástico. Como relatado na coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, a revista eletrônica da Globo fechou o ano com a pior número na década e o resultado mais baixo desde a sua estreia, em 1973.

    Segundo dados de audiência da Grande São Paulo, principal mercado de televisão do Brasil, a atração comandada por Maju Coutinho e Poliana Abritta obteve média de 16 pontos em suas 52 edições. Cada ponto equivale a 199 mil telespectadores.

    Trata-se de uma queda de 5% em relação a 2024, quando alcançou 16,8 pontos. É a pior média da década do jornalístico, que desde 2022 vê seus números caírem de forma consistente.

    Naquele ano, a revista eletrônica alcançou 19 pontos.

    Domingão com Huck dá menos audiência do que Globo Rural

  • Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

    Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

    Equipe médica diz que ex-presidente voltou a registrar hipertensão e tem quadro severo de apneia do sono; ele já havia passado por uma cirurgia de correção de hérnia inguinal e seu quadro é estável

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por liderar a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, passou por um novo procedimento médico na tarde desta segunda-feira (29) para tratar de sua crise de soluços.

    Segundo a equipe médica, o procedimento aconteceu sem intercorrências e seu quadro é estável. Paralelamente, Bolsonaro sofre de uma apneia do sono severa e voltou a registrar picos de hipertensão.

    “Foi super tranquilo o procedimento, durou cerca de uma hora mais ou menos”, disse Mateus Saldanha, médico o responsável pela intervenção.

    Segundo Claudio Birolini, que acompanha Bolsonaro em todos esses procedimentos, o ex-presidente irá ficar ao menos até o dia 1º de janeiro de 2026 internado.

    A gente precisa de pelo menos 48 horas para avaliação dos resultados, complicações, etc. Então esse tempo será aguardado, independente de qualquer coisa, e ainda está prevista a realização de uma nova endoscopia digestiva alta”, afirmou.

    Segundo Brasil Caiado, cardiologista da equipe, o quadro de Bolsonaro é chamado de “soluços persistentes”, é extremamente raro e decorre de problemas que o ex-presidente já teve no passado, como, por exemplo, as cirurgias no abdômen decorrentes da facada que ele levou durante a campanha eleitoral de 2018.

    Birolini ressaltou ainda que, na madrugada desta segunda, Bolsonaro passou por novos exames de sono, que revelaram que ele teve até 50 episódios de apneia por hora.

    “O exame realmente mostrou que ele tem uma apneia de sono severa”, afirmou. Ele deve usar equipamentos para tentar reduzir a obstrução. “A chamada apneia obstrutiva do sono é um fator que piora a hipertensão”, completou Caiado.

    Ele explica que o ex-presidente vem melhorando, mas que ainda não obteve o resultado esperado.

    “O presidente que já é um portador da doença hipertensão arterial, já estava medicado e controlada essa pressão. Mas no sábado [27] ele apresentou um pico hipertensivo. Nós dobramos a dose do medicamento, adequou praticamente no domingo [28] pela manhã e hoje durante o procedimento e imediatamente após ele teve novamente uma crise hipertensiva”, disse.

    “Nós tivemos que usar medicamento na veia […]. Só saímos do centro cirúrgico uma hora após o procedimento, aguardando a resposta do medicamento”, afirmou.

    A cirurgia terminou por volta de 15h segundo a esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro. “Procedimento finalizado. Graças a Deus, agora aguardando ele [Bolsonaro] subir para o quarto”, publicou ela por volta deste horário.

    Mais cedo nesta segunda, o filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro, afirmou que o quadro de seu pai havia piorado e que sua vida estava “seriamente ameaçada”.

    “O início da madrugada de hoje foi de muita preocupação ao acompanhar meu pai. Sua pressão arterial estava altíssima e, mais uma vez, os médicos precisaram intervir para controlar o quadro e avaliar a possibilidade de uma nova cirurgia hoje para tentar cessar os soluços. Também foi iniciado o tratamento para a apneia do sono”, publicou.

    Este já é o terceiro procedimento pelo qual o ex-presidente passa desde que foi internado na última quarta-feira (24), inicialmente para tratamento de uma hérnia.

    O procedimento médico precisou ser autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, já que Bolsonaro atualmente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado na carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

    Na quinta-feira (25), dia do Natal, o ex-presidente passou por uma cirurgia, para tratar a hérnia.

    Após essa intervenção, seus médicos decidiram realizar um novo procedimento, desta vez para tentar controlar os seus soluços.

    O primeiro procedimento, para bloqueio do nervo frênico direito, foi realizado no último sábado (27), e durou entre 45 minutos e 1 hora.

    Segundo o boletim médico divulgado no domingo (28), Bolsonaro voltou a ter crises de soluços e registrou elevação da pressão arterial -seu quadro depois se estabilizou.

    A equipe médica avaliou ser necessário realizar também o bloqueio do nervo frênico esquerdo, razão pela qual Bolsonaro foi novamente submetido ao procedimento nesta segunda.

    O procedimento é realizado com a aplicação de anestésico e corticoide em um nervo do diafragma, próximo à região cervical, de acordo com a equipe médica.

    Bolsonaro deve passar o Réveillon no hospital após procedimento contra soluços

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  • Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%

    Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%

    No mês, índice ficou negativo em 0,01%

    O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de dezembro foi negativo e registrou baixa de 0,01%. No acumulado do ano, o indicador medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentou queda de 1,05%.

    O resultado “sugere um ambiente de menor pressão de custos para 2026”, afirma em nota o economista Matheus Dias, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) – ligado à FGV e responsável por calcular o índice.

    O indicador costuma a ser referência para atualização de valores de contratos e preços de aluguéis, conta de luz e telefone, mensalidades escolares, planos de saúde e seguros. 

    “O IGP-M encerra 2025 com queda acumulada de 1,05%, resultado que reflete um ano marcado pela desaceleração da atividade global e elevada incerteza. Esses fatores limitaram repasses de custos, impactando, principalmente, os preços ao produtor. Além disso, a melhora das safras agrícolas contribuiu para aliviar preços de matérias-primas, reforçando o movimento de deflação no índice”, destaca Matheus Dias na nota.

    Diferentemente de outros indicadores, o IGP-M foi criado por solicitação de entidades privadas do setor financeiro no final dos anos 1980. O indicador é medido entre os dias 21 de um mês e 20 do mês seguinte.

    IPCASegundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (29), o mercado financeiro prevê que o ano fechará com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país) de 4,32%, resultado abaixo do teto da meta.

    Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5% (acima, portanto, do resultado estimado, de 4,32%).

    Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%

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  • Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

    Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro anunciou a contratação do diretor-executivo de futebol Bruno Spindel, ex-Flamengo.

    Spindel fechou acordo com o clube mineiro após seu desfecho com o Corinthians melar. O clube paulista havia entrado em contato com o dirigente no fim da tarde do dia 24 e recebeu o aceite em seguida.

    Spindel aguardou o contrato para assinar e já até trabalhava nos bastidores, mas o Corinthians não o enviou.

    No dia 26 à noite, o clube de São Paulo comunicou Spindel que estava encerrando a negociação. O diretor, então, soltou uma nota no dia 27 dizendo que estava se retirando da negociação porque o clube não enviou os documentos. No mesmo dia, o Corinthians fechou com Marcelo Paz, ex-Fortaleza.

    Com Bruno Spindel, a estrutura do departamento de futebol profissional do Cruzeiro passa a ser composta pelo novo executivo, pelo diretor esportivo, Joaquim Pinto, e o gerente executivo, Rodrigo Ramos, liderados pelo presidente Pedro Lourenço e o vice-presidente Pedro Junio.

    QUEM É BRUNO SPINDEL?

    Bruno Spindel foi um dos dirigentes que participou do processo de reestruturação do Flamengo. Engenheiro de formação, ele iniciou no clube flamenguista em 2009 assumindo a pasta do Marketing, ainda na gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello.

    Em seguida, tornou-se CEO do clube até chegar ao departamento de futebol, em 2019. Como diretor-executivo, foi figura ativa na montagem dos elencos bicampeões brasileiros, da Libertadores e da Copa do Brasil.

    Spindel fez uma dupla de sucesso com o vice de futebol, Marcos Braz. O executivo era responsável por toda a parte financeira e de contratos, enquanto Braz assumia o “vestiário” e as negociações.

    O diretor perdeu espaço com a chegada de Luiz Eduardo Baptista à presidência, ao fim de 2024. Bap deu plenos poderes ao português José Boto na pasta do futebol e, após ficar “escanteado” no Flamengo, foi demitido em agosto de 2025.

    Uma das missões do Corinthians é resolver o ‘Transfer Ban’, colocando fim às restrições para contratar novos jogadores para o elenco

    Folhapress | 21:45 – 29/12/2025

    Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

  • Corpo de Thierry Trémouroux será velado e cremado amanhã no Rio

    Corpo de Thierry Trémouroux será velado e cremado amanhã no Rio

    A causa da morte do ator não foi informada. Segundo o jornal O Globo, Thierry foi diagnosticado com câncer de pulmão em 2022

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O corpo do ator Thierry Trémouroux, que morreu neste domingo (28) aos 64 anos, será velado nesta terça-feira (30) no Rio de Janeiro.

    A despedida do artista, conhecido por interpretar Eugênio em “Nos Tempos do Imperador” (TV Globo), acontece nesta terça-feira (30) (30) no Cemitério do Caju, a partir das 11h10. O corpo do ator será cremado às 15h.

    MORTE

    A notícia da morte foi divulgada pela filha de Thierry. Lara Tremouroux, também atriz, fez uma postagem em homenagem ao pai no Instagram: “Ah, meu amor. Que bom que te falei tudo. A carta que te dei, tá tudo lá. Obrigada não chega perto, caramba a começar pela vida mesmo!”

    A causa da morte não foi informada. Segundo o jornal O Globo, Thierry foi diagnosticado com câncer de pulmão em 2022.

    Thierry nasceu na Bélgica e foi naturalizado no Brasil. Ele morava no país havia mais de 30 anos e ficou conhecido, além de ator, como diretor teatral. Além do papel de Eugênio em Nos Tempos do Imperador, Thierry atuou na minissérie Amores Roubados e em Malhação, entre outros.

    Amigos lamentaram a morte do ator. “Que homem espetacular foi e é seu pai, meu amor! Te abraço com muito afeto!!!! Viva Thierry!!!!”, escreveu Drica Moraes na postagem de Lara. Enrique Diaz também comentou: “Tanto tanto tanto amor, g-zuis. Uma coisa ele, uma coisa vocês. A vida misteriosa, fluida, e essa beleza toda em que a gente vai resvalando, é bonito demais. Te amo, beibi”.

    Corpo de Thierry Trémouroux será velado e cremado amanhã no Rio

  • Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

    Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians tem quatro missões principais para resolver no período de férias do elenco até a reapresentação no começo do ano que vem.

    AS MISSÕES CORINTIANAS

    Transfer ban. O Corinthians precisa colocar fim às restrições para contratar. No momento, são duas: uma na Fifa, por Félix Torres, e outra na CBF -o clube pagou a dívida com o Cuiabá por Raniele, mas a Comissão Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) não derrubou a restrição e cobrou mudança de postura da diretoria corintiana. Sem esses acordos, o Timão não poderá contratar visando a 2026. Há ainda o caso de Matías Rojas, onde o clube foi condenado a pagar cerca de R$ 45 milhões e negocia acordo com os agentes do atleta.

    Gerente de futebol. O Corinthians busca um gerente de futebol no mercado. O clube anunciou Marcelo Paz, ex-Fortaleza, como novo executivo, mas quer um ex-jogador para atuar lado a lado com ele, visando às contratações. Nomes como o ex-goleiro Júlio César, o ex-volante Paulinho e o ex-meia Renato Augusto estão em pauta. O primeiro está no Bragantino, o segundo no Mirassol e o terceiro atuando como comentarista na ge TV.

    Renovações. O clube tem quatro jogadores em fim de contrato: Maycon, Angileri, Talles Magno e Romero. A diretoria, ainda com Fabinho Soldado, tinha conversas para renovar com os dois primeiros. Os outros dois, por ora, estão fora dos planos. As conversas devem seguir nos próximos dias, já com Marcelo Paz atuando junto ao presidente Osmar Stabile.

    Contratações. Esta missão depende da derrubada do transfer ban. Ao longo do ano, Dorival Júnior deixou clara a necessidade de reforços, mas diante das restrições em registrar jogadores, o Timão não pôde investir em contratações. Em 2025, apenas Angileri e Vitinho chegaram -ambos estavam livres no mercado e chegaram antes das proibições impostas ao clube.

    PRÓXIMA TEMPORADA

    O prazo para resolver as questões é um pouco mais curto em 2026. Como foi finalista da Copa do Brasil, o Corinthians encerrou a temporada em 21 de dezembro e, com a mudança do calendário, fará sua estreia no ano que vem em 11 de janeiro, contra a Ponte Preta, no Paulistão.

    O ano será extenso para o Corinthians. O clube paulista disputará PaulistA, Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa Rei e Libertadores.

    “Sinto falta do Michael todos os dias, mas ele está aqui – diferente, mas aqui”, escreveu Corinna Schumacher em rede social

    Folhapress | 14:15 – 29/12/2025

    Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

  • Daniel Erthal venderá cervejas no Réveillon de Copacabana

    Daniel Erthal venderá cervejas no Réveillon de Copacabana

    Ex-galã de Malhação voltará a vender bebidas na rua durante o réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro; novo ofício do ator viralizou na virada de 2024, quando ele foi flagrado atuando como ambulante na Zona Sul

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Daniel Erthal, 43, vai repetir a experiência de vender cervejas no Réveillon de Copacabana dois anos após viralizar nas redes sociais.

    O ator, percorrerá as ruas do bairro onde mora com seu carrinho, oferecendo bebidas aos moradores e turistas. “Vou para a rua dia 30 e 31. Vou estrear meu carrinho novo. Vou com tudo”, disse Daniel ao jornal Extra.

    A ocasião marcará também a estreia do novo carrinho, já que o antigo havia sido roubado em maio. Daniel voltou a ganhar destaque em janeiro de 2024, ao circular como vendedor ambulante de bebidas pela Zona Sul do Rio e durante o Carnaval.

    Notícias ao Minuto [Ator viralizou na virada de 2024, quando foi flagrado atuando como ambulante no Rio]©AgNews/ Daniel Delmiro   

    Daniel Erthal venderá cervejas no Réveillon de Copacabana

  • Entenda como os Correios entraram em crise

    Entenda como os Correios entraram em crise

    A empresa anunciou um plano de reestruturação que inclui um novo programa de demissão voluntária, fechamento de agências, venda de imóveis, reformulação do plano de saúde e mudanças na estrutura de cargos e salários

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os Correios enfrentam uma combinação de crise financeira, modelo de negócios defasado e pressão política por resultados, cenário que levou o governo federal a garantir um empréstimo bilionário como medida emergencial para assegurar a continuidade dos serviços postais.

    O pano de fundo da crise é estrutural. A principal fonte histórica de receita da empresa, o envio de cartas, encolheu de forma acelerada com a digitalização de comunicações e serviços. Ao mesmo tempo, o avanço do comércio eletrônico expôs fragilidades operacionais da estatal num mercado altamente competitivo, dominado por operadores privados mais ágeis, com tecnologia avançada e custos mais flexíveis.

    Hoje, os Correios operam com uma despesa anual em torno de R$ 23 bilhões, sendo que cerca de dois terços desse valor são destinados a gastos com pessoal.

    A empresa anunciou nesta segunda-feira um plano de reestruturação que inclui um novo programa de demissão voluntária (PDV), fechamento de agências, venda de imóveis, reformulação do plano de saúde e mudanças na estrutura de cargos e salários. O efeito das medidas, porém, será gradual e só se tornará pleno no fim da década.

    A estatal acumulou prejuízo de R$ 6,1 bilhões neste ano até setembro. Alguns fatores ajudam a explicar a crise:

    Concorrência

    O fim do monopólio no transporte de encomendas, em 2009, fez os Correios perderem mercado para empresas privadas de logística. A estatal manteve o privilégio para cartas, cartões postais e malas diretas, serviços pelos quais a demanda caiu com o avanço da economia digital

    ‘Taxa das blusinhas’

    A cobrança de impostos sobre encomendas internacionais de até US$ 50 desde agosto de 2024 afetou negativamente a receita dos Correios, que perdeu a exclusividade na importação dessas mercadorias

    Despesas de pessoal

    Em 2024, a empresa já enfrentava dificuldades, mas concedeu reajuste linear de 4,11% para mais de 55 mil empregados, além de resgatar cláusulas benevolentes, como o adicional de 70% sobre as férias (trabalhadores costumam receber um terço). Também realizou concurso para preencher mais de 3.000 vagas, mas os aprovados ainda não foram convocados

    Redução do caixa

    Empresa queimou caixa próprio para investir na aquisição de veículos elétricos e itens de tecnologia quando já estava em situação financeira delicada

    Plano de saúde

    Companhia é mantenedora do plano de saúde dos funcionários, sendo responsável por todos os riscos da operadora e por eventuais débitos que surjam. Em 2022, o estatuto permitiu que os Correios deixassem de ser mantenedores e adotassem o regime de patrocínio, menos oneroso, mas a mudança foi revertida no governo Lula

    Descontrole sobre ações judiciais

    Empresa não tinha um diagnóstico preciso das ações das quais é alvo, sobretudo trabalhistas, o que gerou até ressalvas ao balanço feitas pela empresa de auditoria independente. Os gastos com precatórios tiveram um peso relevante no prejuízo da estatal nos últimos trimestres.

    Entenda como os Correios entraram em crise

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  • TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

    TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

    Os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Antônio Denarium (PP), de Roraima, o senador Jorge Seif (PL-SC) e o deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) enfrentam processos de cassação na corte

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai entrar em 2026, ano de eleições gerais, com julgamentos ainda pendentes das eleições de 2022. A corte manteve nos últimos meses uma pauta esvaziada, com poucos processos de destaque, e deixou sem conclusão casos com potencial impacto no ano que vem.

    Há ações abertas contra dois governadores e ao menos dois parlamentares, além de consultas sobre regras eleitorais ainda não analisadas. A indefinição pode ter efeitos sobre as estratégias dos candidatos e sobre a formação de palanques nos estados envolvidos.

    Os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Antônio Denarium (PP), de Roraima, o senador Jorge Seif (PL-SC) e o deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) enfrentam processos de cassação na corte.

    Há também outras discussões a serem concluídas, como acusações de fraude de cota de gênero. No fim de dezembro a corte voltou a debater se essa infração invalida a votação de toda a chapa de candidatos, inclusive das mulheres eleitas. A análise foi interrompida por um pedido de vista.

    As audiências públicas para debater regras para as campanhas também ficaram para as vésperas das próximas eleições. Essas normas têm que ser aprovadas até março do ano eleitoral. As resoluções sobre as eleições gerais de 2022 e 2018, por exemplo, foram feitas no mês de novembro anterior.

    A ministra Cármen Lúcia preside a corte até agosto de 2026, quando será sucedida por Kassio Nunes Marques.

    Historicamente, perto da metade dos anos eleitorais, o TSE passa a atuar em função das eleições. Nesses momentos, a corte costuma reduzir a temperatura e evitar casos mais rumorosos para se preservar de acusações de interferência no processo eleitoral, manipulação ou incitação à polarização.

    Assessores e advogados que acompanham a rotina da corte dizem que observaram uma mudança recente no padrão das sessões do plenário, na gestão de Cármen Lúcia.

    Normalmente, quando a análise do ministro relator de um caso era concluída, o processo era enviado à assessoria de plenário e previsto para a sessão seguinte.

    Na presidência de Cármen Lúcia, no entanto, a pauta passou a ser selecionada. Ao contrário do STF (Supremo Tribunal Federal), o TSE não tem um volume alto de processos represados. Assim, ainda que a definição da pauta seja uma prerrogativa do presidente, não era a praxe da corte eleitoral haver uma seleção de ações para cada sessão.

    No encerramento do primeiro semestre de 2025, Cármen fez um balanço e destacou que a corte teve um índice de julgamentos superior ao de anos eleitorais anteriores, o que foi feito também por meio do plenário virtual.

    Casos de grande dimensão, no entanto, ainda não foram concluídos. Os políticos permanecem nos cargos enquanto aguardam a análise da última instância da Justiça Eleitoral.

    O de Castro começou a ser apreciado no início de novembro, dias depois da operação nos complexos da Penha e do Alemão. A ação havia sido liberada em junho.

    Na ocasião, Isabel Gallotti, então corregedora eleitoral, votou pela cassação do governador por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

    Na sequência, o ministro Antonio Carlos pediu vista -mais tempo para análise-, suspendendo as deliberações. O magistrado pediu prorrogação da vista, mas, nos bastidores, a expectativa é que ele libere o processo ainda no início de fevereiro.

    Denarium e o vice, Edison Damião (Republicanos), têm dois votos pela cassação. O julgamento começou em agosto e teve dois pedidos de vista, de André Mendonça e de Kassio.

    Jorge Seif teve o julgamento iniciado em abril de 2024, mas o tribunal o suspendeu e ainda não retomou a análise da ação sobre abuso de poder econômico na campanha de 2022.

    O pedido do TSE por mais informações ao processo adiou a conclusão do caso num período em que o tribunal era pressionado a não aumentar os desgastes com o Senado.

    Parte da cúpula do Congresso atuou pela absolvição do bolsonarista. A movimentação envolveu aliados de Bolsonaro e parlamentares não alinhados a ele sob o entendimento de que a cassação de um senador seria traumático -e poderia acirrar a crise entre o Legislativo e o Judiciário.

    Já a ação contra o deputado Marcon entrou na pauta em 11 de dezembro, teve dois votos pela perda do mandato e foi suspensa por pedido de vista.

    Casos que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro também seguem para o ano que vem, sem definição.

    Bolsonaro já foi declarado inelegível pelo TSE até 2030 em duas ações, sobre reunião com embaixadores e abuso de poder no 7 de Setembro, e ficou impedido de disputar eleições até 2062 devido à condenação no STF.

    Há outras ações que incluem atores importantes do bolsonarismo, como uma sobre ataques ao processo eleitoral e disseminação de fake news. Esta mira, além de Bolsonaro e do então candidato a vice Walter Braga Netto, os parlamentares do PL Flávio Bolsonaro (RJ), Eduardo Bolsonaro (SP), Carla Zambelli (SP), Bia Kicis (DF), Nikolas Ferreira (MG), Gustavo Gayer (GO) e Magno Malta (ES).

    A coligação encabeçada pelo PT em 2022 tem uma lista de ações ainda não julgadas. Há, por exemplo, um processo sobre o chamado “pacote das bondades” do governo Bolsonaro, incluindo aumento do Auxílio Brasil no final do mandato, uma sobre atos antidemocráticos e outra sobre o uso dos palácios da Alvorada e do Planalto para atos de campanha eleitoral.

    TSE acumula casos de cassação sem julgamento e chega a 2026 com pendências de 2022

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  • Beyoncé se torna oficialmente bilionária em 2025, diz Forbes

    Beyoncé se torna oficialmente bilionária em 2025, diz Forbes

    Cantora faturou cerca de US$ 148 milhões em contratos e shows; artista se junta ao próprio marido e a nomes como Taylor Swift e Rihanna nesse patamar

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Beyoncé é, oficialmente, bilionária. A informação é da revista Forbes. Com isso, se torna a quinta musicista nessa categoria. Junto dela estão o próprio marido, Jay-Z, além de Taylor Swift, Bruce Springsteen e Rihanna.

    Conforme a publicação, Beyoncé faturou cerca de US$ 148 milhões em 2025 (equivalente a R$ 825 milhões).

    A artista diversificou seus projetos com marcas de linha de cuidados capilares e uma grife da filha, Ivy. Mas foi com a música que veio a maior parte de seu patrimônio no ano.

    A principal fonte de renda surgiu dos direitos do catálogo e de suas turnês nos últimos dois anos. Por terem sido feitas com produção própria, sua margem de lucro aumentou consideravelmente.

    Só com a turnê “Cowboy Carter Tour”, ela arrecadou mais de US$ 400 milhões em ingressos (equivalente a mais de R$ 2 bilhões), sem contar os US$ 50 milhões (R$ 278 milhões) em produtos vendidos.

    Beyoncé se torna oficialmente bilionária em 2025, diz Forbes