Categoria: ECONOMIA

  • UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

    UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

    As exportações de frango brasileiro para a União Europeia estão suspensas desde 16 de maio, quando foi registrado um caso de gripe aviária em plantel comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul

    O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou que a União Europeia (UE) reconheceu o status do Brasil de livre de gripe aviária. “Recebemos uma excelente notícia: a União Europeia reconheceu o Brasil como livre de gripe aviária, o que vai permitir a retomada das exportações de carne de frango do Brasil para a Europa”, afirmou Fávaro, em vídeo nas redes sociais.

    O reconhecimento europeu da retomada do status sanitário brasileiro, já formalizado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), foi informado pelo Comissário de Saúde e Bem-Estar Animal da Comissão Europeia, Olivér Várhelyi, em reunião por videoconferência, nesta quinta-feira (4), com Fávaro e com o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula.

    As exportações de frango brasileiro para a União Europeia estão suspensas desde 16 de maio, quando foi registrado um caso de gripe aviária em plantel comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Após controle do foco e sem surgimento de novos casos, o Brasil recuperou o status de livre da doença em granjas comerciais junto à OMSA, mas ainda aguardava o reconhecimento do status pelo bloco europeu. O Brasil vem pedindo a retomada dos embarques à UE, o que foi recentemente reiterado em carta enviada por Fávaro à Comissão Europeia.

    Segundo Fávaro, o comissário também informou ao Brasil que nas próximas semanas os Estados-membros do bloco europeu devem se reunir para discutir a retirada do controle reforçado sobre as carnes brasileiras e a retomada da habilitação dos frigoríficos por pré-listing, ou seja, sem a necessidade de autorização da autoridade sanitária europeia planta a planta. O processo está suspenso desde 2018, quando ocorreu a Operação Trapaça, desdobramento da Operação Carne Fraca, que investigou irregularidades e adulterações em frigoríficos.

    A União Europeia também se comprometeu, segundo Fávaro, em realizar vistorias em frigoríficos de pescados no Brasil. “O que pode então retomar esse comércio tão importante para a cadeia produtiva”, disse Fávaro.

    As exportações de pescados brasileiros ao bloco europeu foram suspensas em 2018 pelo próprio Ministério da Agricultura, por recomendação das autoridades sanitárias europeias. O fim do embargo é uma das principais demandas do setor produtivo ao governo Lula. Agora, o setor quer a prioridade da retomada da exportação de pescados brasileiros à União Europeia (UE) como alternativa de direcionamento de fluxo comercial aos Estados Unidos que pode ser afetado com a tarifa.

    ABPA comemora

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a decisão anunciada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, sobre o reconhecimento do Brasil como país livre de gripe aviária pela União Europeia. A medida deverá permitir o retorno das exportações de carne de frango ao bloco.

    “A oficialização da decisão pelas autoridades europeias deverá restabelecer rapidamente o fluxo de embarques para um dos mercados mais relevantes e demandantes da proteína animal brasileira”, disse a associação em nota enviada à reportagem.

    Até junho, a União Europeia importou 125,3 mil toneladas de carne de frango do Brasil. O volume foi 20,8% superior a igual período do ano passado, com receita de US$ 386,3 milhões, alta de 38%.

    UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

  • PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

    PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

    Lucros do grupo eram repartidos entre quatro sócios ligados à facção, que utilizavam os codinomes Bolsonaro, Lula, Ciro e Obama, segundo representação da Polícia Federal

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma investigação da Polícia Federal revela que uma distribuidora de combustíveis suspeita de ser usada para lavar dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) movimentou ao menos R$ 5 bilhões entre 2019 e 2023.

    Os lucros eram repartidos entre quatro sócios ligados à facção, que utilizavam os codinomes Bolsonaro, Lula, Ciro e Obama, segundo representação da Polícia Federal obtida pela reportagem.

    A investigação aponta que a empresa, criada em 1988 e chamada Duvale Distribuidora de Petróleo e Álcool, encontrava-se inativa e praticamente falida, sem comercializar combustíveis desde 2017. O faturamento em 2019 foi zero.

    No registro formal, os sócios eram Celso Leite Soares, detentor de 99% das cotas desde 1996, e seu irmão, com 1%.

    Entre meados de 2019 e 2020, a Duvale foi adquirida, de forma informal, por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco.

    Eles foram alvo de mandados de prisão nas megaoperações do mês passado que mirou a infiltração do PCC na cadeia produtiva do setor de combustíveis e do mercado financeiro. Ambos estão foragidos.

    A Duvale é registrada no estado de São Paulo, mas a investigação foi aberta pela Polícia Federal no Paraná por tratar de um esquema que envolve suspeitas sobre dezenas de empresas com patrimônio multimilionário em Curitiba e região.

    Segundo a PF, Primo e Beto Louco são amplamente conhecidos por seus envolvimentos com “braços financeiros do crime organizado, notadamente a partir de fraudes no ramo de combustíveis e outros crimes correlatos”.

    A partir daí, a empresa passou a ser usada como peça central em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.

    A escolha da empresa não foi casual, segundo a investigação. O histórico da Duvale no setor de distribuição de combustíveis serviria para conferir aparência de legitimidade e reduzir suspeitas sobre as futuras movimentações bilionárias.

    Essa aquisição não alterou, entretanto, o quadro societário formal nem foi comunicada aos órgãos de controle. Celso Leite Soares foi mantido como sócio de fato para integrar a distribuição de lucros.

    Documentos e conversas interceptadas revelaram que a Duvale era, de fato, controlada por quatro sócios que repartiam os lucros: Beto Louco (65%), Primo (15%), Celso Leite Soares (10%) e Daniel Dias Lopes (10%).

    Diversos relatórios encontrados comprovam a distribuição mensal dos lucros entre esses sócios ocultos, prática registrada de agosto de 2020 até o início de 2023.

    A partir de 2022, esses relatórios de custos e repasses passaram a adotar codinomes, um expediente considerado típico de organizações criminosas para confundir autoridades de investigação e fiscalização.

    No esquema sob suspeita, diz a representação da Polícia Federal, Beto Louco passou a ser identificado como “sr. Bolsonaro”. Primo era “sr. Lula”, Soares, “sr. Ciro” e Lopes, “sr. Obama”. As porcentagens de participação previamente definidas foram mantidas.

    As investigações apontam que Daniel Dias Lopes e sua esposa, Miriam Favero Lopes, eram os principais responsáveis pelas operações financeiras e de lavagem de dinheiro na Duvale.

    Soares, Lopes e sua esposa, Miriam, também foram alvos de mandado e estão foragidos.

    A distribuição dos lucros para os integrantes da organização era feita por meio de empresas de fachada, como a ML8 Serviços de Apoio Administrativo, registrada em nome de Miriam Favero Lopes.

    A empresa realizava transferências milionárias para outras firmas fictícias vinculadas aos sócios, muitas vezes sem a emissão de notas fiscais ou qualquer registro de serviços ou mercadorias.

    Lopes atuava como procurador da Duvale e é apontado pela PF como um dos principais elos entre a estrutura de lavagem montada no Paraná e facções criminosas de São Paulo.

    Ele passou a estruturar o esquema após deixar o sistema prisional, em 2017, onde cumpriu pena por tráfico de drogas.

    Os pagamentos aos sócios ocultos eram frequentemente operacionalizados por Miriam, por meio da ML8, que fazia a movimentação dos valores para as empresas de fachada ligadas a cada integrante do grupo.

    Procurados, Celso Leite Soares não respondeu ao contato. A reportagem não localizou as defesas de Mohamad Hussein Mourad, o Primo, Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, nem de Daniel e Miriam Lopes.

    PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

  • BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

    BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

    O BC estuda limitar o acesso ao Pix de instituições que utilizam as chamadas PSTIs (Provedoras de Serviços de Tecnologia da Informação) para conexão à infraestrutura

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central prepara um pacote de medidas visando reforçar a segurança do sistema financeiro nacional após uma sequência de ataques cibernéticos e fechar brechas que permitiram a infiltração do crime organizado na economia.

    Preocupado com os recentes ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos, o BC estuda limitar o acesso ao Pix de instituições que utilizam as chamadas PSTIs (Provedoras de Serviços de Tecnologia da Informação) para conexão à infraestrutura.

    A autoridade monetária promete mais rigor com relação ao limite de valor das transações via Pix. A ideia é reduzir o montante de cada operação para um nível que não inviabilize 99% das transações, mas facilite a identificação de golpes pela multiplicidade de operações.

    Atualmente, não entra no escopo de regulação do BC a forma como as instituições sem infraestrutura de conectividade contratam e se relacionam com as empresas prestadoras de serviços de tecnologia.

    A fragilidade dessa relação ficou mais evidente para a autoridade monetária com os ataques cibernéticos envolvendo as empresas C&M Software e Sinqia -o desvio somado nos dois episódios é de cerca de R$ 1,5 bilhão.

    Segundo relato feito à Folha de S.Paulo, em ambos os casos, as instituições deram acesso direto para as prestadoras de serviços de tecnologia às contas mantidas por elas no Banco Central. Esse “atalho” de credenciais deixou o sistema mais vulnerável.

    Hoje, não é proibido que a instituição dê a “chave do cofre” para sua empresa parceira, o que abre brechas na segurança do sistema financeiro. Com as novas medidas, a autoridade monetária busca coibir esse tipo de prática.

    O Banco Central estuda também limitar o acesso ao Pix de instituições que ainda não possuem autorização de funcionamento, inclusive daquelas que estão com processo de autorização em andamento.

    Nesse contexto, o BC prevê antecipar o cronograma de inclusão das instituições de pagamento em seu arcabouço regulatório para o ano que vem. Segundo a norma atual, o escalonamento só termina em 31 de março de 2029, com o montante que baliza o escopo das operações sendo reduzido ano a ano.

    Para 2026, por exemplo, as regras atuais determinam que a instituição de pagamento deve solicitar autorização ao Banco Central para funcionar se alcançar movimentações financeiras superiores a R$ 200 milhões em transações de pagamento ou R$ 20 milhões em recursos mantidos em conta de pagamento pré-paga.

    A entrada mais célere, contudo, é vista com preocupação por membros da área técnica, que temem que a medida provoque efeito contrário ao desejado na segurança do sistema. Os recentes acontecimentos trouxeram mais pressão ao BC pelo aperto nas regras.

    A regulamentação das contas-bolsão também está no radar do Banco Central depois que investigações mostraram que facções criminosas se aproveitaram desse instrumento usado por fintechs para ocultação de bens, lavagem de dinheiro e evasão fiscal.

    Contas-bolsão são contas correntes abertas por fintechs de pequeno porte, que não têm acesso ao sistema brasileiro de pagamentos, em bancos tradicionais e outras instituições de pagamento.

    Essas contas reúnem simultaneamente o dinheiro de vários clientes da fintech. Ao movimentar o dinheiro de um desses clientes, a fintech utiliza a conta-bolsão registrada no próprio CNPJ, o que dificulta o rastreio da origem do dinheiro.

    Nesta quarta (3), o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) “não está dando conta” de rastrear a movimentação de dinheiro sujo por meio das contas-bolsão utilizadas por fintechs.

    A autoridade monetária avalia se há algum caso que necessite a utilização de uma conta-bolsão ou se esse instrumento pode deixar de existir.

    O BC discute ainda como disciplinar a prestação de serviços no modelo BaaS (Banking as a Service) a partir de regras que assegurem “segurança, solidez e prevenção e mitigação de riscos ao sistema financeiro”, conforme trecho de consulta pública aberta no ano passado.

    Em abril, o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, disse que havia previsão de concluir o trabalho sobre o tema neste ano e que seria desenhado um processo de ajuste para que os contratos já existentes pudessem se adaptar à nova normativa.

    BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

  • Mesmo com tarifas de Trump, Brasil registra alta de 3,9% nas exportações

    Mesmo com tarifas de Trump, Brasil registra alta de 3,9% nas exportações

    As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 18,5% em agosto na comparação com mesmo período do ano passado, porém teve um grande desempenho em todo o mundo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No mês em que a sobretaxa de 50% entrou em vigor, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 18,5% em agosto na comparação com mesmo período do ano passado, segundo dados da balança comercial divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Comércio, Indústria e Serviços).

    De acordo com a pasta, o Brasil vendeu US$ 2,76 bilhões no período para os Estados Unidos, ante US$ 3,39 bilhões no mesmo mês de 2024 -foram US$ 600 milhões a menos vendidos à maior economia do mundo.

    Apesar da queda nas vendas para os EUA, o Mdic registrou uma alta de 3,9% das exportações totais do Brasil no mês passado. Os dados indicam um forte crescimento nas vendas externas para a China, de 31% em agosto na comparação com o mesmo período do ano anterior, México (+43,82%) e Argentina (+40,37%).

    Entre as principais quedas em termos de volume nas exportações para os Estados Unidos estão minério de ferro, com queda de 100% (ou seja, o país não exportou o produto para os EUA), aeronaves e partes, com recuo de 84,9% na comparação com mesmo período de 2024, produtos semiacabados de ferro e aço (-23,4%), óleos combustíveis de petróleo (-37%) e açúcares e melaço (-88,4%).

    De acordo com o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, os recuos nas vendas para os Estados Unidos atingiram tanto produtos taxados quanto não taxados -neste último caso, a percepção é que provavelmente houve antecipação de embarques em julho, o que reduziu as exportações em agosto.

    “Temos produtos que foram afetados pela alta das tarifas, e outros que não foram afetados, mas que tiveram movimento semelhante, de queda. Isso aconteceu nas duas categorias. Provavelmente, o grau de incerteza em julho gerou uma antecipação de embarques, fazendo com que alguns produtos caíssem em agosto.”

    O diretor apontou ainda que produtos como açúcar, máquinas e equipamentos e carne bovina tiveram quedas expressivas nas exportações para os EUA. “É muito provável que isso esteja relacionado às tarifas, que geram maior nível de preço e redução da demanda”, afirmou.

    No mês passado, as exportações gerais do Brasil para outros países superaram as importações em US$ 6,1 bilhões, de acordo com o Mdic. No ano, o saldo está positivo em US$ 42,8 bilhões.

    Quando se olha as exportações para todos os países, a conclusão é que a indústria da transformação teve queda de 0,9% nas vendas externas. O volume teve alta de 7%, o que faz a pasta apontar que esse recuo geral está relacionado a preços menores.

    Brandão afirmou que não é possível saber se houve redução de preços nas vendas externas a outros países para estimular a demanda e compensar os efeitos das tarifas, ou se a alta nas exportações para a China e o México está relacionada ao tarifaço.

    “Não temos como afirmar no curto prazo. Precisamos de mais tempo para precisar esses efeitos”, declarou.

    Trump impôs sobretaxa de 50% sobre o Brasil -com uma ampla lista de exceções- e condicionou qualquer negociação ao fim do julgamento por golpe de Estado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Tanto o Palácio do Planalto como o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitam essa exigência.

    Além das tarifas, Trump aplicou sanções contra autoridades brasileiras, entre elas o ministro do STF Alexandre de Moraes -incluído na Lei Magnitsky, que limita operações financeiras que envolvam empresas americanas.

    Mesmo com tarifas de Trump, Brasil registra alta de 3,9% nas exportações

  • Com Gás do Povo, serão 58 mil locais de distribuição, diz ministro Alexandre Silveira

    Com Gás do Povo, serão 58 mil locais de distribuição, diz ministro Alexandre Silveira

    O programa beneficiará famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário mínimo, com prioridade para aquelas que recebem Bolsa Família

    O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, declarou nesta quinta-feira, 4, que serão 58 mil locais de distribuição no programa “Gás do Povo”, que terá gratuidade no botijão de gás para 15,5 milhões de famílias e potencialmente 50 milhões de pessoas, segundo estimativas do governo. A declaração foi realizada durante o lançamento do programa, nesta quinta, em comunidade na capital mineira, Belo Horizonte.

    “É um programa social que já começa gigante”, disse o ministro. “Gás do Povo tem a marca incomparável do governo Lula, sempre ao lado do povo brasileiro”, reforçou o ministro.

    Ele disse ainda que o botijão poderá ser retirado de maneira simples e sem burocracia.

    O programa beneficiará famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário mínimo, com prioridade para aquelas que recebem Bolsa Família – renda per capita de até R$ 218.

    Após a publicação de Medida Provisória, com diretrizes do programa e definição das bases legais, haverá decreto com a regulamentação.

    “É o terceiro programa social de impacto do Ministério de Minas e Energia, somando-se ao Luz para Todos e ao Luz do Povo”, declarou Silveira.

    Com Gás do Povo, serão 58 mil locais de distribuição, diz ministro Alexandre Silveira

  • Governo autoriza nomeação de 1.316 aprovados no CNU

    Governo autoriza nomeação de 1.316 aprovados no CNU

    Do total de vagas, 855 são para o cargo de auditor-fiscal do trabalho, 182 para analista em tecnologia da informação e 279 para analista de infraestrutura

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo federal autorizou, nesta quinta-feira (4), a nomeação de 1.316 candidatos aprovados no CNU (Concurso Nacional Unificado). Do total, 855 são para o cargo de auditor-fiscal do trabalho, 182 para analista em tecnologia da informação e 279 para analista de infraestrutura.

    Segundo o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), as nomeações fortalecem áreas estratégicas da administração pública federal no MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e no próprio MGI.

    A nomeação dos 855 auditores-fiscais do trabalho, cargo de nível superior, será destinada ao MTE. De acordo com o MGI, a carreira é essencial para garantir o cumprimento da legislação trabalhista, a proteção dos direitos dos trabalhadores e a promoção de condições dignas de trabalho em todo o país.

    “A nomeação dos novos servidores, bastante aguardada, contribuirá para ampliar a capacidade de inspeção do MTE, permitindo maior alcance das ações de combate ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e às irregularidades trabalhistas”, diz o ministério.

    Outros 461 analistas, também em cargos de nível superior, assumirão funções ligadas à modernização do Estado -sendo 182 analistas em tecnologia da informação e 279 analistas de infraestrutura. Eles deverão atuar no MGI, com atividades como digitalização de serviços, segurança cibernética, planejamento de grandes obras e integração tecnológica entre União, estados e municípios.

    CNU 2025

    Na nova edição do CNU são oferecidas 3.652 vagas em 36 órgãos do governo federal com salários de até R$ 16 mil. As provas objetivas serão aplicadas em 5 de outubro, em 228 municípios espalhados pelo país. Já as discursivas, voltadas aos habilitados na primeira etapa, ocorrem em 7 de dezembro.

    O concurso está organizado em nove blocos temáticos, que reúnem carreiras com áreas de atuação semelhantes. O peso das provas varia conforme o cargo escolhido.

    O QUE É O CNU?

    Inspirado no modelo do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o CNU unifica diferentes seleções em uma só aplicação. Cada candidato escolhe seu bloco temático, que reúne órgãos e carreiras semelhantes, e concorre a todas as vagas compatíveis com seu perfil.

    Entre os órgãos participantes estão o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e os Comandos da Marinha, Exército e Aeronáutica.

    Governo autoriza nomeação de 1.316 aprovados no CNU

  • Panamá assina contrato de aquisição de 4 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer

    Panamá assina contrato de aquisição de 4 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer

    A compra integra o programa de estruturação e expansão da capacidade operacional do Serviço Nacional Aeronaval do Panamá (Senan)

    A Embraer informou nesta quinta-feira, 4, que o Panamá assinou um contrato para a aquisição de quatro aeronaves A-29 Super Tucano. A frota será operada pelo Serviço Nacional Aeronaval do Panamá (Senan) com objetivo de vigilância e proteção. A compra integra o programa de estruturação e expansão da capacidade operacional da Senan.

    Segundo a fabricante brasileira, além do Panamá, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e República Dominicana também usam o modelo para a segurança nacional de seus espaços aéreos. Ao todo, 22 forças aéreas já selecionaram o Super Tucano.

    Outras nações já mostraram interesse no modelo devido a sua confiabilidade, disponibilidade, robustez e baixos custos operacionais.

    Panamá assina contrato de aquisição de 4 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer

  • Entenda o caso da compra do Banco Master, rejeitada pelo BC

    Entenda o caso da compra do Banco Master, rejeitada pelo BC

    Conclusão da transação anunciada em março passado dependia de sinal verde da autoridade monetária

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O BC (Banco Central) rejeitou na quarta-feira (3) a compra de parte do banco Master pelo BRB. A operação envolvia a aquisição de cerca de R$ 23 bilhões em ativos, e os bancos afirmam que ainda confiam na negociação.

    Veja, abaixo, os principais pontos do caso.
    QUAL ERA A PROPOSTA?

    O BRB pretendia comprar um terço do Master, numa aquisição de cerca de R$ 23 bilhões em ativos, cerca de metade do plano anunciado inicialmente ao mercado financeiro.

    Após a aquisição, o Master ficaria com cerca de R$ 48 bilhões em ativos remanescentes que não seriam adquiridos pelo BRB. Essa fatia da instituição, com ativos de menor qualidade, ficou conhecida como “bad bank” (banco ruim). A parte a ser adquirida pelo BRB foi chamada de “good bank” (banco bom).

    QUAL FOI A POSIÇÃO DO BANCO CENTRAL?

    O Banco Central rejeitou a compra, mas não divulgou os fundamentos que embasaram sua decisão. A autoridade monetária tinha quase um ano de prazo para avaliar o negócio, mas vinha demonstrando interesse em dar um desfecho rápido para a análise.

    O QUE DIZEM OS ENVOLVIDOS?

    O BRB, que ainda pode apresentar recurso contra a decisão, divulgou um comunicado ao mercado informando acionistas sobre o indeferimento. O banco solicitou acesso aos argumentos que embasaram a decisão e, segundo membros da companhia, segue acreditando nos fundamentos da operação. A estratégia é tentar mitigar os eventuais riscos identificados pelo BC. A instituição pode recorrer.

    O Master disse que ainda aguarda acesso à íntegra do documento do BC para avaliar os fundamentos e examinar alternativas à decisão. Também afirmou que segue confiante na sua estratégia e na operação.

    HOUVE MOVIMENTAÇÕES POLÍTICAS PELA NEGOCIAÇÃO?

    Nesta semana, enquanto o BC realizava análise final da operação, o PP e outros partidos do centrão desencadearam uma ofensiva na Câmara dos Deputados para aprovar um projeto de lei que dá poderes ao Congresso Nacional para demitir diretores e o presidente do Banco Central.

    A expectativa sobre a decisão aumentou a pressão sobre o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes.

    A sua estrutura é responsável por fazer ao colegiado de diretores do BC a recomendação sobre a operação. Ele era um dos mais resistentes à aprovação do negócio com o Master, cujo dono é o banqueiro Daniel Vorcaro, que tem relação próxima com políticos do centrão, principalmente o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Ele é apontado com um dos articuladores do votação da urgência do projeto.

    O líder do PP na Câmara, deputado Doutor Luizinho (RJ), e o vice-presidente da legenda, Claudio Cajado (BA), recolheram assinaturas para aprovar a urgência de uma proposta de 2021 que muda a lei de autonomia da autoridade monetária.

    O projeto estabelece que diretores e presidentes do BC poderão ser exonerados mediante requerimento aprovado pela maioria absoluta da Câmara. Isso pode ocorrer “quando a condução das atividades do Banco Central for incompatível com os interesses nacionais” -não há qualquer detalhamento para definir o que seriam essas atividades incompatíveis.

    Entenda o caso da compra do Banco Master, rejeitada pelo BC

  • Leilão do Detran-SP tem motos por R$ 350 e Mercedes Benz por R$ 20 mil

    Leilão do Detran-SP tem motos por R$ 350 e Mercedes Benz por R$ 20 mil

    Os interessados já podem conferir os produtos ofertados e os valores de lance mínimo em edital publicado no DOE-SP (Diário Oficial do Estado de São Paulo)

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um novo leilão do Detran-SP, que será realizado a partir do dia 10 de setembro, tem motos com lances iniciais de R$ 350, Mercedes Benz a partir de R$ 20 mil e Hyundai HB20 por R$ 7.500.

    Os interessados já podem conferir os produtos ofertados e os valores de lance mínimo em edital publicado no DOE-SP (Diário Oficial do Estado de São Paulo). As inscrições podem ser feitas até 48 horas antes do leilão, no site da organizadora, a Rico Leilões, onde serão feitos os lances e as sessões.

    Os veículos que participam do leilão foram recolhidos por infração na região de Caraguatatuba (litoral paulista). O pregão terá três dias que serão distribuídos entre as diferentes categorias de lote. No primeiro, serão vendidas as unidades conservadas, com condições de circular. No segundo, serão ofertadas as sucatas aproveitáveis para desmonte. Já as sucatas inservíveis, destinadas à fundição ou reciclagem, estão previstas para o dia 12 de setembro.

    Segundo o Detran-SP, informações como marca, modelo, motor, cor, ano de fabricação e lance mínimo foram definidas por peritos. A avaliação é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação.

    O órgão diz que não se responsabiliza pelo funcionamento e pela durabilidade dos veículos leiloados, ficando sob responsabilidade do arrematante, antes de colocá-los em circulação, a revisão técnica dos veículos para eventual substituição de peças deterioradas pelo uso ou desgaste natural.
    QUAIS SÃO OS ITENS OFERTADOS NO LEILÃO?

    Entre as 139 unidades em condições de circulação ofertadas no leilão, estão:

    MARCA /MODELO – LANCE MÍNIMO

    Dafra/Super 100 – R$ 350
    Honda/CG 125 Fan KS – R$ 350
    JTA/Suzuki EN125 YES – R$ 400
    Yamaha/Fazer YS250 – R$ 600
    Ford/KA – R$ 1.400
    Honda/CG 160 Start – R$ 2.400
    Honda/Elite 125 – R$ 2.250
    Hyundai HB20 10M Sense – R$ 7.500
    Fiat/Uno Vivace 1.0 – R$ 3.000
    Fiat/Palio Fire – R$ 1.250
    Ford/Fiesta Flex – R$ 1.500
    VW/Gol 1.0 GIV – R$ 1.050
    Mercedes Bens Gla 250 – R$ 20.000

    VISITAS PRESENCIAIS

    Os lotes oferecidos no leilão podem ser conferidos presencialmente nos dias 5, 8 e 9 de setembro, das 9h às 17h.

    A visita é apenas para ver o lote, por isso, não é permitido seu manuseio, retirada, substituição de peças ou qualquer tipo de teste ou experimentação.

    Os veículos, sucatas e materiais ferrosos serão vendidos no estado em que se encontram, sem garantias, e os lotes estão distribuídos em quatro endereços (todos em Caraguatatuba):

    – Pátio RN Litoral Norte: rua Pedro Nolasco, 23, Rio do Ouro, (12) 3882-5533 e (12) 3883-6103. Contato: patiolitoral@gmail.com
    – Pátio Nova 70 – JR 70 Transportes: av. Américo Timóteo do Rosário, 562, Rio do Ouro, (12) 3882-3911 e (12) 3883-2017. Contato: mecanica.70.caragua@gmail.com
    – Pátio Auto-Mecânica Caraguá – Maria das Graças Araújo Melo: avenida Amazonas, 265, Jardim Primavera, (12) 3882-2538 e (12) 3882- 5193. Contato: automecanicacaragua@gmail.com e automecanicacaragua2@gmail.com
    – Pátio Auto-Mecânica Caraguá – Maria das Graças Araújo Melo: rua Engenheiro Jair Nunes de Souza, 195, Vila Ponte Seca, (12) 3882-2538/3882-5193. Contato: automecanicacaragua@gmail.com e automecanicacaragua2@gmail.com

    PRÉ-LANCES

    Desde o dia 20 de agosto estão liberados os pré-lances para o leilão. Esse tipo de lance é automaticamente convertido em oferta no início da sessão pública. Caso não seja superado em até 30 segundos, o participante que o registrou será declarado vencedor e comprador daquela unidade.

    O Detran reforça que, uma vez confirmado, o lance não pode ser desfeito, assim, não há possibilidade de desistência.

    REGRAS PARA LANCE

    De acordo com o edital, o valor do incremento entre lances varia conforme o tipo de veículo:
    – Carros conservados: R$ 100
    – Sucatas aproveitáveis: R$ 50
    – Sucatas para reciclagem (medidas por quilo): 2 centavos por peso do lote
    O Detran destaca que mesmo que já exista um pré-lance, o proprietário do veículo incluído no leilão tem o direito de recuperá-lo até um dia útil antes do certame, desde que quite todos os débitos pendentes, incluindo infrações, tarifas de remoção e de custódia em pátio.

    CALENDÁRIO DO LEILÃO

    Carros conservados e destinados a circulação (139 unidades)
    Podem participar: pessoas físicas e jurídicas
    – Dia 10 de setembro, das 9h às 18h
    Sucata aproveitável (90 unidades) e sucata aproveitável com motor inservível (106 unidades)
    Podem participar: pessoas jurídicas inscritas no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) com registro ativo no órgão ou entidade executiva de trânsito para atuação no comércio de peças usadas
    – Dia 11 de setembro, das 9h às 18h
    Sucata inservível (103 unidades)
    Podem participar: pessoas jurídicas do ramo de siderurgia ou fundição
    – Dia 12 de setembro, das 9h às 18h

    QUEM NÃO PODE PARTICIPAR?

    Os leilões de veículos do Detran-SP são abertos a todas as pessoas interessadas, físicas e jurídicas inscritas no Cadastro da Receita Federal do Brasil, no caso dos veículos aptos a circular.

    A participação é vedada, no entanto, para servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; leiloeiros, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; e proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho.

    OUTRA OPORTUNIDADE

    Caieiras

    A partir de 8 de setembro, o Detran-SP também realizará um leilão com veículos recolhidos por infração na região de Caieiras (Grande São Paulo). Nele, são ofertados carros a partir de R$ 2.100 e motos com preço inicial de R$ 700.

    O edital prevê um total de 1.288 unidades: 242 veículos conservados com condições de circulação, entre automóveis e motocicletas, 576 lotes de sucatas aproveitáveis para desmonte e 470 condenadas à fundição e reciclagem. As inscrições devem ser feitas no site do Sumaré Leilões, onde serão feitos os lances e as sessões.

    Leilão do Detran-SP tem motos por R$ 350 e Mercedes Benz por R$ 20 mil

  • Audiência nos EUA: empresários do Brasil ouvem que tarifas são políticas

    Audiência nos EUA: empresários do Brasil ouvem que tarifas são políticas

    Empresários brasileiros se reuniram com número 2 da diplomacia dos EUA e ouviram que as tarifas de Donald Trump aplicadas ao Brasil são políticas

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Empresários brasileiros em viagem a Washington se reuniram na tarde desta quarta-feira (3) com Christopher Landau, número 2 do Departamento de Estado dos Estados Unidos, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores, em meio a uma missão para tentar reduzir as tarifas impostas ao Brasil.

    Segundo duas pessoas a par da conversa, Landau disse que o governo americano está aberto ao diálogo, mas que as tarifas aplicadas ao Brasil são políticas e, portanto, não adiantaria levar a conversa para questões comerciais.

    O americano afirmou que todas as razões para a aplicação da sobretaxa adicional de 40% estão explicitadas no decreto de Trump que as implementou. Na decisão, o presidente Donald Trump justificou as sobretaxas aplicadas ao país pelo que ele vê como uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e decisões do ministro Alexandre de Moraes.

    Participaram da reunião o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Ricardo Alban, o representante da Amcham (Câmara de Comércio Brasil-EUA), Abrão Neto, e o ex-diretor da OMC (Organização Mundial do Comércio), Roberto Azevêdo.

    Landau disse ainda que a missão dos empresários seria mais efetiva se atuasse junto a autoridades brasileiras para sensibilizá-los dessa avaliação do governo americano.

    Alban, que está com uma missão de mais de 120 empresários nos EUA, confirmou o teor da reunião e admitiu não ter expectativa de que haja redução de tarifas no curto prazo.

    “Ele colocou que o assunto passa por soluções políticas”, disse Alban. Segundo o presidente da CNI, o vice-secretário do Departamento de Estado não citou o nome de Bolsonaro, embora tenha enfatizado que as tarifas são políticas -o que está atrelado ao ex-presidente. Landau, por sua vez, fez questão de frisar que há um incômodo dos americanos com decisões que eles consideram como censuras a empresas.

    “Saiu da boca dele que [as sobretaxas] passam pela política, por várias decisões que o Judiciário tem feito com relação a empresas americanas e cidadãos americanos”, contou Alban.

    Com a declaração, o empresário afirmou ter visto um caminho para tentar melhorar o diálogo com o governo dos EUA que passa por conversar sobre a regulação das big techs. Alban disse que voltará ao Brasil com a missão de dar um retorno ao governo brasileiro.

    “O secretário Landau disse: olha, vocês aqui que fazem lobby nos Estados Unidos, precisam fazer lobby no Brasil”, contou o presidente da CNI.

    Segundo ele, Landau também afirmou que o Departamento de Estado está aberto a discutir com o governo brasileiro o tema, embora tenha indicado que a conversa trataria da questão política que envolve a retaliação comercial, o que o presidente Lula (PT) já afirmou que não fará.

    O governo brasileiro só está disposto a discutir questões comerciais. Por isso, o Departamento de Estado é o órgão que tratará desse tema, e não o Departamento do Tesouro ou do Comércio.

    O governo americano pressiona por um alívio a Bolsonaro, que enfrenta nesta semana julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) por acusação de ter articulado uma trama para impedir a posse do presidente Lula após ter perdido a eleição.

    De acordo com Alban, os integrantes do Departamento de Estado não citaram o julgamento de Bolsonaro nesta semana, nem a anistia, mas falaram do momento tenso pela qual passa a relação.

    “Não se chegou a falar basicamente de novas sanções, mas que o momento, obviamente, que é crítico. e que eu quero crer que em nenhum momento tivemos nenhuma percepção de novas sanções econômicas”, disse.

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