Categoria: ECONOMIA

  • Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

    Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

    Nova modalidade substituirá débito automático e boletos; para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática

    Com a promessa de substituir o débito automático e os boletos, o Pix automático torna-se obrigatório nesta segunda-feira (13). Lançada em caráter opcional em junho, a extensão do Pix foi desenvolvida para o usuário autorizar pagamentos periódicos a empresas e prestadores de serviços, como microempreendedores individuais (MEI). O cliente autoriza uma única vez, com os débitos ocorrendo automaticamente na conta do pagador.

    A ferramenta pretende beneficiar tanto empresas como consumidores. De acordo com o Banco Central (BC), o débito automático beneficiará até 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito.

    Para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática. Isso porque o débito automático exige convênios com cada um dos bancos, o que na prática só era possível a grandes companhias. Com o Pix automático, bastará a empresa ou o MEI pedir a adesão ao banco onde tem conta.

    Como funciona

    • Empresa envia pedido de autorização de Pix automático a cliente
    • No aplicativo do banco ou instituição financeira, o cliente acessa a opção “Pix automático”
    • Lê e aceita os termos da operação
    • Define a periodicidade da cobrança, o valor (fixo ou variável) e o limite máximo por transação
    • A partir da data acordada, o sistema faz os débitos automaticamente
    • Cobrança pode ser feita 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados
    • Usuário pode cancelar autorização e ajustar valores e periodicidade a qualquer momento

    Tipos de contas

    O Pix automático só é válido para pessoas físicas como pagadoras e empresas ou prestadores de serviços como cobradores. O pagamento periódico entre pessoas físicas, como mesadas ou salários de trabalhadores domésticos, é feito por outra modalidade, o Pix agendado recorrente, serviço que os bancos devem oferecer obrigatoriamente desde outubro de 2024.

    Algumas contas pagas com Pix automático

    Contas de consumo (luz, água, telefone)Mensalidades escolares e de academiasAssinaturas digitais (streaming, música, jornais)Clubes de assinatura e serviços recorrentesOutros serviços com cobrança periódica

    Algumas empresas, principalmente micro e pequenas empresas, usavam o Pix agendado recorrente para cobranças periódicas. O Pix automático promete simplificar as operações de cobrança.

    No Pix agendado recorrente, o pagador tinha de digitar a chave com a conta da empresa, o valor e a periodicidade da cobrança, o que poderia levar a erros e divergências. No Pix automático, o usuário receberá uma proposta de adesão, bastando confirmar a cobrança, podendo ajustar valores e a frequência dos pagamentos.

    Segurança

    O Pix automático traz alguns riscos de segurança. O principal são falsas empresas que enviam propostas de cobrança que irão para contas de terceiros. Para minimizar o risco de golpes, o BC editou, em junho, uma série de normas para as empresas que aderirem ao Pix automático.

    Bancos e instituições de pagamentos deverão checar uma série de informações das empresas, divididas em três eixos: dados cadastrais, compatibilidade entre a atividade econômica e o serviço ofertado no Pix automático e histórico de relacionamento com o participante. Para impedir fraudes por empresas recém-criadas, somente empresas em atividade há mais de seis meses poderão oferecer a nova modalidade do Pix.

    As regras de segurança que os bancos deverão checar são as seguintes:

    • Data de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ);
    • Situação cadastral dos sócios e administradores no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e outras informações da empresaCompatibilidade entre a atividade econômica e o serviço oferecido para o Pix automático
    • Quantidade de funcionários, valor do capital social e faturamentoTempo de abertura da conta e uso de outros meios de cobrançaFrequência das transações com o participante

    Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda

  • Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

    No começo da tarde desta segunda-feira (13), a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448; a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em forte queda nesta segunda-feira (13), com investidores atentos às negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

    Depois de anunciar tarifas de 100% sobre produtos chineses na sexta-feira, o presidente Donald Trump moderou o discurso no final de semana, aliviando a tensão nos mercados globais.

    Às 14h08, a moeda norte-americana recuava 1,01%, cotada a R$ 5,448. O movimento é também de correção, tendo em vista que a divisa disparou mais de 2% na sexta-feira.

    Já a Bolsa avançava 1,11%, a 142.243, pontos, endossada pelo otimismo das demais praças acionárias do exterior.

    A sexta-feira foi como um déjà vu para os investidores. No mais novo capítulo de sua cruzada comercial, Trump anunciou que vai impor tarifas adicionais de 100% sobre produtos da China a partir do dia 1º de novembro.

    A medida, segundo o presidente americano, é em resposta à “posição extraordinariamente agressiva” dos chineses de “impor controles de exportação para todos os tipos de produtos”.

    Na semana passada, o governo de Xi Jinping anunciou a adoção de controles de exportação que deve causar rupturas no fornecimento global de terras raras, produtos essenciais para uma série de indústrias, da automobilística à de defesa. Pelas novas regras, empresas estrangeiras precisarão obter autorização de Pequim para exportar ímãs críticos e outros produtos que contenham até pequenas quantidades de terras raras extraídas da China.

    “Ninguém jamais viu algo assim, mas, essencialmente, isso ‘paralisaria’ os mercados e tornaria a vida difícil para praticamente todos os países do mundo, especialmente para a China”, disse Trump em sua publicação na rede Truth Social. Ele também ameaçou cancelar uma reunião com Xi Jinping marcada para o final deste mês.

    Já o Ministério do Comércio chinês disse, no domingo, que o país não quer embarcar em uma guerra comercial, mas não tem medo de aplicar “medidas firmes e correspondentes” caso os EUA não voltem atrás nas sobretaxas adicionais de 100%.

    “A China exorta os EUA a corrigirem imediatamente suas ações equivocadas e, sob a orientação do consenso alcançado nas conversas entre os dois chefes de Estado, a preservarem os frutos das negociações arduamente conquistados”, disse o porta-voz da pasta em entrevista coletiva.

    O cenário reacende o risco de uma guerra comercial em grande escala, semelhante à do início do ano, quando Trump impôs tarifas de 145% sobre produtos chineses e Xi respondeu com 125% sobre mercadorias americanas. Depois de meses de cabo de guerra, as sobretaxas em vigor atualmente são de 30% sobre a China e de 10% sobre os EUA.

    Os temores de uma nova escalada de tensões geraram impacto no mercado financeiro na sexta-feira, com Bolsas em queda ao redor do mundo e dólar em alta no Brasil, também afetado pela pauta fiscal do país.

    No final de semana, porém, Trump adotou um tom mais conciliador, dizendo que quer “ajudar a China, não prejudicá-la”.

    “Não se preocupem com a China, tudo ficará bem! O respeitado presidente Xi acabou de passar por um momento difícil. Ele não quer uma depressão para seu país, e eu também não”, declarou o mandatário americano em sua plataforma Truth Social.

    Nesta segunda, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, endossou a moderação no tom ao afirmar que houve comunicações substanciais entre norte-americanos e chineses no fim de semana.

    “Houve uma desescalada significativa da situação”, disse Bessent em entrevista à Fox Business Network. “O presidente Trump disse que as tarifas não entrarão em vigor até 1º de novembro. Ele se reunirá com o presidente do Partido, Xi, na Coreia. Acredito que essa reunião ainda será realizada.”

    Os investidores, na análise de Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado da Ebury, estão “discretamente confiantes de que este é mais um caso em que o latido de Trump é pior do que a mordida”.

    A pauta tarifária deve continuar sendo o principal assunto da semana no mercado financeiro, diz Ryan, considerando que a paralisação do governo federal dos EUA continua sem fim à vista.

    A leitura predominante até o momento é que “shutdown” tem o potencial de impactar o ciclo de cortes de juros nos EUA. Com a paralisação, a divulgação de novos dados oficiais está suspensa. O relatório de emprego “payroll”, por exemplo, estava previsto para o fim de setembro e ainda não foi publicado.

    O mesmo deve acontecer com os dados de inflação do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês), esperados para quarta-feira (15).

    O Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) decidiu cortar os juros em 0,25 ponto percentual na reunião passada, no que foi a primeira redução de 2025. A continuidade do ciclo de afrouxamento, porém, depende da temperatura da economia norte-americana. Conforme a próxima reunião de política monetária se aproxima, marcada para os próximos dias 28 e 29, as autoridades do Fed seguem no escuro, sem acesso às estatísticas essenciais para tomar uma decisão.

    O cenário fiscal do Brasil também segue em pauta. Na sexta, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um novo modelo de crédito imobiliário que pode turbinar a popularidade do presidente a um ano das eleições, além de injetar estímulos na economia, o que pode forçar a a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em um patamar elevado por mais tempo.

    “Existe uma preocupação de que 2026 seja marcado por uma ampliação dos gastos públicos por conta da eleição presidencial de outubro. Por isso, há receios em relação à sustentabilidade da dívida pública brasileira”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    O novo modelo de crédito segue a esteira da derrubada da MP (medida provisória) dos Impostos no Congresso Nacional, na quarta-feira passada, medida que o governo considerava importante para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em ano eleitoral.

    Ao retirar do horizonte uma fonte de arrecadação para os próximos anos, o Congresso torna mais desafiadora a tarefa de cumprir as metas estabelecidas pelo arcabouço fiscal. A ala econômica do governo já afirmou estar estudando outras vias possíveis.

    Dólar cai e Bolsa sobe com tensões comerciais entre EUA e China em foco

  • Dólar no fim de 2025 continua em R$ 5,45, projeta Focus

    Dólar no fim de 2025 continua em R$ 5,45, projeta Focus

    A projeção para a moeda americana no fim de 2027 oscilou de R$ 5,56 para R$ 5,51. Quatro semanas atrás, era de R$ 5,60. A estimativa para o fim de 2028 permaneceu em R$ 5,56. Um mês antes, era de R$ 5,54

    A mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim de 2025 permaneceu em R$ 5,45. Um mês antes, era de R$ 5,50. A estimativa intermediária para o fim de 2026 diminuiu de R$ 5,53 para R$ 5,50. Um mês antes, era de R$ 5,60.

    A projeção para a moeda americana no fim de 2027 oscilou de R$ 5,56 para R$ 5,51. Quatro semanas atrás, era de R$ 5,60. A estimativa para o fim de 2028 permaneceu em R$ 5,56. Um mês antes, era de R$ 5,54.

    A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020.

    Dólar no fim de 2025 continua em R$ 5,45, projeta Focus

  • Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; 2026 segue em 12,25%

    Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; 2026 segue em 12,25%

    Pela 16ª semana seguida, o relatório Focus manteve a previsão da taxa Selic em 15% ao fim de 2025. O Copom reforçou a necessidade de cautela diante da incerteza econômica e avaliou que a manutenção prolongada dos juros pode garantir a convergência da inflação à meta

    A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 permaneceu em 15,00% pela 16ª semana consecutiva, após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter mantido os juros neste nível na mais recente decisão, no dia 17 de setembro.

    Na ata, o Copom reafirmou que o cenário é marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. Repetiu também que seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta.

    O colegiado detalhou que, “na medida em o cenário tem se delineado conforme esperado, o Comitê inicia um novo estágio em que opta por manter a taxa inalterada e seguir avaliando se, mantido o nível corrente por período bastante prolongado, tal estratégia será suficiente para a convergência da inflação à meta”.

    Considerando apenas as 49 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para a Selic no fim deste ano também seguiu em 15,00%.

    A mediana para a Selic no fim de 2026 permaneceu em 12,25%. Há quatro semanas estava em 12,38%. Considerando só as 49 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana subiu de 12,0% para 12,50%.

    A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 35ª semana seguida. A mediana para a Selic no fim de 2028 se manteve em 10,0% pela 42ª semana consecutiva.

    Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; 2026 segue em 12,25%

  • Opep reafirma previsões para avanço da demanda global por Petróleo em 2025 e 2026

    Opep reafirma previsões para avanço da demanda global por Petróleo em 2025 e 2026

    A Opep manteve suas projeções de alta na demanda global por petróleo, estimando crescimento de 1,3 milhão de barris por dia em 2025 e 1,4 milhão em 2026. Com isso, o consumo deve alcançar 106,5 milhões de barris diários, impulsionado principalmente por países fora da OCDE

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reafirmou sua previsão para o crescimento da demanda global pela commodity este ano, em 1,3 milhão de barris por dia (bpd). Se confirmada a projeção, o consumo global somaria 105,14 milhões de bpd em 2025, segundo relatório mensal divulgado nesta segunda-feira.

    Para 2026, a Opep também manteve a projeção de alta na demanda, em 1,4 milhão de bpd, o que traria o consumo total para 106,52 milhões de bpd.

    Apenas a demanda em países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) deve registrar aumentos de cerca de 100 mil bpd neste e no próximo ano, projeta a Opep. Fora da OCDE, a expectativa é de acréscimos de 1,2 milhão de bpd tanto em 2025 quanto em 2026.

    Opep reafirma previsões para avanço da demanda global por Petróleo em 2025 e 2026

  • Economistas reduzem previsão da inflação em quase 0,1 ponto percentual

    Economistas reduzem previsão da inflação em quase 0,1 ponto percentual

    O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostra que economistas reduziram a previsão de inflação para 2025 de 4,8% para 4,72%, aproximando o índice do teto da meta de 4,5%. As projeções para PIB e taxa Selic permaneceram praticamente estáveis nos próximos anos

    (FOLHAPRESS) – Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram em quase 0,1 ponto percentual a previsão da inflação neste ano e ela já está próxima de atingir o teto da meta estabelecida pela autarquia financeira.
    Para os especialistas, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deve fechar 2025 em 4,72%, de acordo com o boletim Focus divulgado na manhã desta segunda-feira (13).

    Houve uma queda de 0,08 ponto percentual na comparação com o levantamento da semana passada. É a maior redução desde 25 de agosto, quando houve uma diminuição de 0,09 ponto percentual (de 4,95% em 18 de agosto para 4,86% em 25 de agosto).
    A queda faz com que a previsão fique mais próxima do teto da meta da inflação, que é de 4,5%. A meta estipulada pelo BC é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

    Já o IPCA projetado para os dois anos seguintes permaneceu em 4,28% (2026) e 3,9% (2027). Os economistas também mantiveram a previsão da Selic em 15% (2025), 12,25% (2026), 10,5% (2027) e 10% (2028).

    A perspectiva do PIB (Produto Interno Bruto) foi mantida em 2,16% neste ano e em 1,8% em 2026, mas foi reduzida de 1,9% para 1,83% em 2027.

    Economistas reduzem previsão da inflação em quase 0,1 ponto percentual

  • Leilão de outubro da Receita Federal tem brinquedos, smartphones por R$ 150 e carro por R$ 2.500

    Leilão de outubro da Receita Federal tem brinquedos, smartphones por R$ 150 e carro por R$ 2.500

    A Receita Federal realizará em São Paulo, no dia 28 de outubro, um leilão com mais de 300 lotes que incluem iPhones, notebooks, brinquedos e veículos. Os lances poderão ser enviados online entre os dias 23 e 27, e as visitas presenciais vão até o dia 24

    (FOLHAPRESS) – A Receita Federal fará um novo leilão em São Paulo, no dia 28 de outubro, com mais de 300 lotes de produtos que vão de smartphones e notebooks a brinquedos e automóveis. Os lances poderão ser apresentados das 8h do dia 23 até as 21h do dia 27, exclusivamente pelo sistema online da Receita.

    Os interessados devem acessar o site oficial do órgão, em “Consultar leilões da Receita Federal”, dentro da área de “Serviços”, e selecionar o edital mais recente de São Paulo. Também é possível agendar visitas presenciais aos lotes dos dias 13 a 24 de outubro, exceto aos sábados e domingos, conforme endereços e horários indicados no documento.

    Os smartphones aparecem em grande quantidade no leilão. O mais barato encontrado foi o Xiaomi Redmi 9A, nos lotes 341 e 342, a R$ 150.

    Os iPhones dominam a lista. O lote 3 traz um iPhone 14 com capa e carregador por R$ 1.500, enquanto os lotes 21 a 45 reúnem dois iPhones 14 Plus por R$ 3.100 e os 71 a 73 oferecem dois iPhones 14 por R$ 2.800. Já nos lotes 74, 81 e 140, há conjuntos com iPhones 13 e 14 por valores entre R$ 2.600 e R$ 3.500.

    Os modelos da linha 13 também aparecem em vários lotes, com preços entre R$ 900 e R$ 4.000. Entre os modelos mais antigos, há um iPhone 11 por R$ 300 no lote 6 e outro acompanhado de três smartwatches por R$ 1.000 no lote 331. Os lotes 127 e 128 reúnem dois iPhones por R$ 1.200 e R$ 1.600, e os 334, 337 e 338 trazem iPhones 8 e 11 com lances de R$ 800 a R$ 900.

    Os lotes 291 a 307 trazem Xiaomis por R$ 250, e os 322 a 342 incluem Redmi Note com preços iniciais de R$ 150 a R$ 1.600 -alguns acompanhados de smartwatches. O lote 188 oferece dois smartphones BlackShark por R$ 4.500.

    Também há brinquedos e jogos. No lote 106, há um skate elétrico com acessório por R$ 200, e o lote 114 tem um skate Evolve acompanhado de uma camiseta do Real Madrid com o nome de Cristiano Ronaldo por R$ 800.

    O lote 104 reúne cartuchos Illusionless Strife, o jogo Settlement e um kit de helicóptero por R$ 2.400. Já o lote 136 traz videogames antigos por R$ 1.000.
    Na parte de notebooks, o lote 112 tem dois MacBooks com acessórios e um smartwatch por R$ 1.800, enquanto o lote 137 oferece dois MacBooks com acessório por R$ 1.500. Um MacBook Air é leiloado a R$ 700 no lote 152, e um notebook Apple aparece por R$ 2.000 no 340.

    No lote 209, uma cadeira de massagem é encontrada por R$ 300.

    Na seção de veículos, um Ford Fiesta Sedan 2009 é leiloado por R$ 2.500 no lote 327.

    De acordo com o edital, alguns produtos são oferecidos sem garantia e com proibição de revenda comercial -ou seja, só podem ser adquiridos para uso pessoal. É possível que alguns itens apresentem danos, estejam incompletos ou precisem de manutenção. O pagamento deve ser feito à vista, conforme as condições especificadas no edital.
    *
    CALENDÁRIO DO LEILÃO

    Período de apresentação das propostas – de 8h de 23 de outubro até 21h de 27 de outubro

    Período de visitação – de 13 e 24 de outubro

    Sessão pública para classificar e ordenar propostas – 9h do dia 28 de outubro

    Apresentação dos lances – 10h do dia 28 de outubro

    Retirada de lotes arrematados – Em até 30 dias após leilão

    QUEM PODE PARTICIPAR?

    As pessoas físicas que desejarem participar precisam ter mais de 18 anos -ou serem emancipadas-, CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) e selo de confiabilidade prata ou ouro no portal Gov.br.
    As empresas interessadas devem ter o cadastro regular no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) e também ter selo de confiabilidade prata ou ouro.

    COMO PARTICIPAR?

    O cidadão deve acessar o portal da Receita Federal e clicar em “Participar de leilão eletrônico”. Na tela seguinte, será preciso fornecer senha do portal Gov.br. Em seguida, acessar “Sistema de Leilão Eletrônico”, do lado esquerdo da tela, e selecionar o lote 0800100/000007/2025 – Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 8ª Região Fiscal.

    Dentro do sistema, é possível escolher o lote que deseja dar lance e clicar em “Incluir proposta”, aceitar os termos e as condições expressas pela Receita, digitar o valor da oferta e salvar.

    Leilão de outubro da Receita Federal tem brinquedos, smartphones por R$ 150 e carro por R$ 2.500

  • Nobel de Economia premia teóricos da inovação e da destruição criativa

    Nobel de Economia premia teóricos da inovação e da destruição criativa

    Os economistas Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt foram reconhecidos pela Academia Real Sueca de Ciências por suas contribuições ao entendimento do crescimento econômico impulsionado pela inovação. Suas teorias destacam como o progresso tecnológico e a destruição criativa sustentam o desenvolvimento das economias moderna

    O Prêmio Nobel de Economia foi concedido nesta segunda-feira (13) aos economistas Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt, em reconhecimento às suas contribuições para o entendimento da inovação e da destruição criativa como motores do crescimento econômico.

    Segundo a Academia Real Sueca de Ciências, os três pesquisadores foram premiados “por explicarem o crescimento econômico impulsionado pela inovação”.

    Metade do prêmio foi atribuída ao norte-americano-israelense Joel Mokyr, de 79 anos, “por identificar as condições necessárias para o crescimento sustentável por meio do progresso tecnológico”. A outra metade foi dividida entre o francês Philippe Aghion, de 69, e o canadense Peter Howitt, de 79, “pela teoria do crescimento sustentável baseado na destruição criativa”

    Nobel de Economia premia teóricos da inovação e da destruição criativa

  • Alckmin diz que Lula pediu suspensão de tarifa de 40% a Trump e que Rubio não é problema

    Alckmin diz que Lula pediu suspensão de tarifa de 40% a Trump e que Rubio não é problema

    Geraldo Alckmin disse estar otimista com a suspensão da tarifa de 40% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. O vice-presidente destacou avanços recentes nas negociações e afirmou que o diálogo entre Lula e Trump pode destravar novas parcerias comerciais

    O vice-presidente, ministro do Desenvolvimento e um dos principais articuladores pelo fim do tarifaço com os Estados Unidos, Geraldo Alckmin, se disse otimista com a possibilidade de o presidente americano, Donald Trump, aceitar o pedido do Brasil de suspender a tarifa de 40% sobre produtos brasileiros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com Trump por telefone na semana passada.

    “O pedido do presidente Lula para o presidente Trump foi que enquanto negocia, suspenda os 40%. Esse foi o pleito. Aí temos um ganha-ganha. Há muita possibilidade de parceria entre Brasil e EUA”, disse o vice-presidente neste domingo, 12. “Pode ter aí um avanço importante, já avançamos. A celulose saiu do tarifaço, hoje celulose e ferro-níquel já é 0%, isso dá 4% da exportação brasileira. Na semana passada, madeira serrada e macia dava 50%, veio para 10%. Armário, sofá, móveis, dava em 50%, veio para 25%. O que nós precisamos é avançar mais depressa”, continuou em conversa com jornalistas após participar de missa em Aparecida (SP).

    Há expectativa de que os líderes se encontrem pessoalmente na Malásia, no fim do mês, após um breve encontro na assembleia-geral da ONU pavimentar o caminho do diálogo. Alckmin disse também que não vê empecilhos na negociação com os EUA com a indicação do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para ser interlocutor do lado americano. “Não acredito (que o nome atrapalhe o diálogo). A orientação do presidente (dos EUA, Donald) Trump foi muito clara. Nós queremos fazer um diálogo e entendimento, e o Brasil sempre defendeu isso”, considerou.

    A indicação de Rubio gerou apreensão no governo e foi comemorada pela direita. Recentemente, Rubio fez dezenas de críticas ao ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e foi um dos responsáveis por anunciar a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro e sua mulher.

    Rubio já se encontrou algumas vezes com o deputado federal Eduardo Bolsonaro e fez comentários públicos ameaçadores sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, com quem também se reuniu no passado.

    Alckmin disse ainda que acha que o Brasil avançou no combate à pobreza com a saída do País do Mapa da Fome da ONU, mas destacou que a “tarefa nunca vai terminar”. “É importante cada dia avançar mais, no sentido da gente melhorar a qualidade de vida da nossa população”, afirmou.

    Alckmin diz que Lula pediu suspensão de tarifa de 40% a Trump e que Rubio não é problema

  • China ameaça retaliar: 'Não temos medo de brigar'

    China ameaça retaliar: 'Não temos medo de brigar'

    “A China é o único país que tem capacidade e condições de usar a mesma ferramenta contra os EUA – e já fez isso anteriormente”, diz o economista. Segundo Vale, até 1º de novembro, prazo dado por Trump para o início das novas tarifas, o mercado deve atravessar um período de forte volatilidade.

    O anúncio de um novo tarifaço sobre a China, feito na sexta-feira, 10, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem grandes chances de escalar para novas retaliações chinesas nos próximos dias, segundo o economista-chefe da consultoria MB Associados, Sérgio Vale. Caso a taxa adicional de 100% seja mesmo confirmada, há “grandes chances” de a China anunciar medidas na mesma linha e proporção, afirma.

    “A China é o único país que tem capacidade e condições de usar a mesma ferramenta contra os EUA – e já fez isso anteriormente”, diz o economista. Segundo Vale, até 1º de novembro, prazo dado por Trump para o início das novas tarifas, o mercado deve atravessar um período de forte volatilidade.

    Por meio de um comunicado, a pasta chinesa afirmou que “as recentes contramedidas comerciais da China em relação aos EUA foram ações necessárias e defensivas”, e que “tomará medidas correspondentes para proteger seus direitos” caso os americanos insistam em suas ações. 
    “Ameaçar com tarifas elevadas a cada passo não é a maneira certa de lidar com a China”, disse o Ministério do Comércio. “A China insta os EUA a corrigirem suas práticas equivocadas o quanto antes.” O país afirmou ainda que não quer lutar, mas que não tem medo de lutar.
     

    Na sexta-feira, diferentes indicadores sofreram impacto assim que a retaliação foi anunciada. O petróleo caiu mais de 4% e o Ibovespa futuro registrou queda de 1,15%. As cotações de moedas digitais, como o bitcoin e o ethereum, encolheram 8,23% e 14,56%, respectivamente. Já o dólar futuro para novembro acelerou, com alta de 2,67%.

    Para Vale, o tarifaço de Trump terá efeito inócuo nas demandas pretendidas pelo presidente dos EUA, mas piorará as condições econômicas dentro do país. \”Nada do que ele está propondo vai adiantar em termos de balança comercial, arrecadação ou industrialização dos EUA\”, afirma. \”Ele aprendeu a usar as tarifas como uma arma para fazer bullying contra outros países, mas está apenas afastando-os dos EUA, que está reduzindo seu comércio internacional, se tornando uma economia mais fechada e com maior inflação.\”

    TERRAS RARAS

    Esta semana, a China anunciou restrições às suas exportações de terras raras. O país extrai 70% desses minerais do mundo e realiza o processamento químico de cerca de 90% do fornecimento global. Trump chamou as restrições impostas pela China de \”sinistras e hostis\” e disse que elas \”tornariam a vida difícil para praticamente todos os países do mundo\”.

    \”Na verdade, Trump e as empresas americanas precisam das terras raras chinesas\”, afirma Vale. \”A capacidade de negociação dos EUA, neste caso, não é grande.\”

    No caso da soja, outra reclamação de Trump, o problema é outro. \”Seja por conta do combate à imigração, à alta dos fertilizantes e equipamentos por causa de tarifas, os EUA deixaram de ser competitivo\”, afirma. \”É natural que a China busque soja no Brasil e na Argentina.\”

     

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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