Categoria: ECONOMIA

  • Projeção do Focus de crescimento do PIB de 2025 permanece de 2,16%

    Projeção do Focus de crescimento do PIB de 2025 permanece de 2,16%

    As projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira seguem estáveis, mas o Banco Central reduziu sua estimativa para 2025, citando incertezas ligadas ao impacto das tarifas dos EUA e à desaceleração da atividade doméstica, parcialmente compensadas pelo avanço da agropecuária e da indústria extrativa.

    A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 permaneceu de 2,16%, pela 4ª semana consecutiva. Considerando apenas as 31 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa subiu de 2,17% para 2,19%.

    O Banco Central diminuiu a sua estimativa de crescimento da economia brasileira este ano, de 2,1% para 2,0%, no Relatório de Política Monetária (RPM) do terceiro trimestre. Segundo a autarquia, a redução ocorreu devido aos efeitos, ainda incertos, do aumento das tarifas de importação pelos Estados Unidos da América, e a sinais de moderação da atividade econômica no terceiro trimestre. Esses fatores, porém, foram parcialmente compensados por prognósticos mais favoráveis para a agropecuária e para a indústria extrativa, disse.

    A estimativa intermediária do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2026 também ficou estável, de 1,80%. Um mês antes, era de 1,85%. Considerando só as 29 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 1,80% para 1,79%.

    A mediana para o crescimento do PIB de 2027 seguiu de 1,90%. Quatro semanas antes, era de 1,88%. A estimativa intermediária para 2028 ficou estável, em 2,00%, pela 82ª semana seguida.

    Projeção do Focus de crescimento do PIB de 2025 permanece de 2,16%

  • Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; fim de 2026 segue em 12,25%

    Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; fim de 2026 segue em 12,25%

    Projeções do boletim Focus indicam estabilidade da taxa Selic em 15% até o fim de 2025, refletindo a cautela do Banco Central diante de um cenário de incertezas econômicas. Expectativas para 2026, 2027 e 2028 também permanecem inalteradas, segundo o relatório

    A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 permaneceu em 15,00% pela 15ª semana consecutiva, após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter mantido os juros neste nível na mais recente decisão, no dia 17 de setembro.

    Na ata, o Copom reafirmou que o cenário é marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. Repetiu também que seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta.

    O colegiado detalhou que, “na medida em que o cenário tem se delineado conforme esperado, o Comitê inicia um novo estágio em que opta por manter a taxa inalterada e seguir avaliando se, mantido o nível corrente por período bastante prolongado, tal estratégia será suficiente para a convergência da inflação à meta”.

    Considerando apenas as 35 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para a Selic no fim deste ano continuou em 15,0%.

    A mediana para a Selic no fim de 2026 permaneceu em 12,25%. Considerando só as 35 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana permaneceu em 12,0%.

    A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 34ª semana seguida. A mediana para a Selic no fim de 2028 se manteve em 10,00% pela 41ª semana consecutiva.

    Focus: Selic no fim de 2025 continua em 15,00%; fim de 2026 segue em 12,25%

  • EUA sob Trump desaceleram, e 'caça' a imigrantes distorce taxa de desemprego

    EUA sob Trump desaceleram, e 'caça' a imigrantes distorce taxa de desemprego

    Sob Donald Trump, a economia dos Estados Unidos perdeu força, mas o mercado de trabalho segue aquecido por causa da redução na entrada de imigrantes. A combinação de tarifas, inflação persistente e restrições à imigração gera incerteza e pressiona o Federal Reserve em sua política de juros

    (FOLHAPRESS) – A economia norte-americana perdeu ímpeto sob o presidente Donald Trump, mas o emprego ainda mostra alguma resiliência devido a uma disrupção na oferta de mão de obra dos imigrantes.

    Após crescer 2,8% em 2024, o PIB (Produto Interno Bruto) do país deve desacelerar para 1,8% neste ano, segundo previsões de mercado e de órgãos internacionais. Em dezembro, antes da posse do republicano e da imposição de tarifas, havia expectativa de crescimento de até 3%.

    A perda de ritmo na maior economia do mundo -US$ 29,2 trilhões (US$ 2,2 trilhões no Brasil)- ocorre em meio a pressões inflacionárias persistentes, sobretudo no gigantesco setor de serviços, que representa quase 80% do PIB.

    Em agosto, enquanto a inflação geral anual foi de 2,9%, ela rondava 3,6% nos serviços (exceto energia) e 3,2% no setor de alimentos. A meta perseguida pelo Fed, o banco central americano, é 2% ao ano.

    A questão central hoje não é quando a inflação cairá, mas se ela voltará a subir antes que o crescimento desacelere decisivamente. Isso pode colocar em xeque a intenção do Fed de seguir baixando os juros até 2026. Em setembro, a taxa foi reduzida em 0,25 ponto, para uma banda entre 4% e 4,25% anuais -mas Trump pressiona o Fed para que acelere os cortes.

    As duas políticas mais agressivas do republicano neste início de mandato -tarifas e perseguição a imigrantes- estão diretamente relacionadas ao quadro de incerteza.

    Para Kenneth Rogoff, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, muitas empresas estão diminuindo margens de lucro para absorver o impacto das tarifas, mas isso teria um limite.

    “Com o tempo, todos começarão a repassar custos, que aparecerão nos preços. Isso provavelmente elevará a inflação para 3,5% ou 4% no final deste ano. Há um debate sobre o quanto o Fed deveria se incomodar: por um lado, [o impacto] seria temporário e eles não deveriam se importar; por outro, estão preocupados com sua credibilidade após permitirem a grande inflação pós-pandemia”, diz.

    Professor em Harvard, o economista afirma que o Fed poderá optar por apenas mais um corte nos juros neste ano “por razões políticas”. Ele diz que a economia terá de desacelerar para conter os preços, mas não vê chance de recessão nos próximos meses.

    Enquanto o choque tarifário encarece produtos e matérias-primas importados, o combate à imigração reduz a oferta de mão de obra, distorcendo o mercado de trabalho.

    Segundo o Fed regional de São Francisco, os EUA terão saldo positivo líquido entre entradas e saídas de apenas 1 milhão de imigrantes neste ano -1,6 milhão e 2,6 milhões a menos que em 2024 e 2023, respectivamente. Entre 2022 e 2024, os imigrantes contribuíram com mais da metade do total de novos trabalhadores.

    A diminuição dessa oferta de trabalho, segundo o IIF (Instituto de Finanças Internacionais, que reúne 400 instituições financeiras), cria a ilusão de que o mercado laboral está aquecido, mas o que falta são pessoas para preencher vagas.

    Isso ocorre principalmente em estados dependentes de imigrantes, como Califórnia, Texas, Flórida e Nova York. Neles, a taxa de desemprego está menor que em estados menos dependentes da imigração. Enquanto o aumento salarial diminui em nível nacional, há aceleração nas regiões dependentes de imigrantes.

    Para Marcello Estevão, diretor-gerente do IIF, essa fragmentação implica que o Fed precisa interpretar os agregados nacionais com cautela, pois a taxa de desemprego geral (4,3% em agosto) pode indicar um mercado de trabalho mais frágil do que se supõe.

    “O ponto é que há fraqueza suficiente no emprego e no crescimento deste ano, que vai impor disciplina na formação de preços. O choque das tarifas pode até ser limitado sobre a inflação, mas ainda assim obrigará o Fed a uma calibragem paulatina [no corte de juros]”, diz. O IIF prevê crescimento entre 1,4% e 1,5% neste ano, metade da evolução do ano passado.

    \José Júlio Senna, ex-diretor do Banco Central e pesquisador do Ibre-FGV, concorda que a inflação segue pressionada, o que poderá atrapalhar o plano do Fed de cortar juros. Ele põe em dúvida, porém, a dimensão da desaceleração.

    Senna afirma que um dos principais indicadores observados pelo banco central dos EUA são as Vendas Finais para Compradores Domésticos, que destaca gastos e investimentos de residentes e empresas, deduzindo a variação de estoques privados.

    Após desaceleração entre janeiro e março frente às incertezas com a chegada de Trump, o indicador subiu 2,9% anualizados no segundo trimestre, próximo à média de 3% observada em 2023 e 2024 -quando a inflação fechou em 3,4% e 2,9%, respectivamente.

    “Por enquanto, a desaceleração não é significativa, e o Fed precisará manter a preocupação com os preços”, diz.

    Apesar dos ventos contrários de curto prazo, a economia dos EUA continua ostentando vantagens estruturais. Neste ano, o trabalhador americano médio deve gerar cerca de US$ 171 mil em produção, em comparação com US$ 120 mil na zona do euro e US$ 96 mil no Japão (considerando a paridade de poder de compra).

    Apesar da expectativa de crescimento menor, o mercado de ações também segue batendo recordes, mas pode haver distorção pelo peso e valorização das empresas de tecnologia. Hoje, as sete maiores companhias do ramo nos EUA valem juntas mais do que as bolsas de valores de Reino Unido, Canadá, Alemanha e Japão combinadas.

     

    EUA sob Trump desaceleram, e 'caça' a imigrantes distorce taxa de desemprego

  • 'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

    'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

    Lula classificou como “extraordinariamente boa” a conversa por telefone com Donald Trump e afirmou ter ficado surpreso com a cordialidade do republicano. O presidente brasileiro cobrou o fim das tarifas e das punições a ministros, destacando a importância de uma relação equilibrada entre os dois países

    (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a conversa que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (6), como “extraordinariamente boa” e disse ter ficado surpreso com a cordialidade com que foi tratado pelo republicano. Afirmou ainda que os dois não podem errar na negociação para evitar sofrimento da população dos dois países.

    Em entrevista à TV Mirante, do Maranhão, o presidente disse ter cobrado de Trump a suspensão das tarifas aos produtos brasileiros. Também exigiu a retirada das medidas de retaliação a ministros brasileiros, como a suspensão de vistos.

    “Eu falei para ele: para a gente começar a conversar, é importante que comece a ver o zeramento da taxação e a isenção de punição aos nossos ministros. A gente tem que começar a discutir com um pouco de verdade. Eu não sei quais as informações que o senhor tem sobre o Brasil, mas é importante que a gente converse olho no olho para a gente mostrar o que está acontecendo”, disse.

    O presidente também disse ter afirmado a Trump que o Brasil é um dos três países do G20 deficitário na relação comercial com os Estados Unidos, ao lado de Austrália e Reino Unido.

    Por fim, afirmou que o Brasil e os Estados Unidos têm que ser um exemplo para o mundo, destacou os 200 anos de relação diplomática entre os dois países e se disse otimista com as negociações.

    “Acho que ele entendeu, fiquei bastante surpreso com a cordialidade dele. São dois homens de 80 anos com muita responsabilidade, com muita experiência. A gente não pode errar. Nem o povo americano nem o povo brasileiro podem sofrer por conta de erros nossos”, afirmou.

    Mais cedo, Trump disse a ligação com o presidente Lula foi “muito boa” e disse que vários assuntos foram discutidos, mas os principais foram economia e comércio.

    “Esta manhã, tive uma ligação telefônica muito boa com o presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitas coisas, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países”, disse o presidente americano em post no Truth Social.

    De acordo com comunicado do Palácio do Planalto, Trump designou seu secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com autoridades brasileiras sobre o tema. Ambos os líderes concordaram ainda em realizar uma reunião presencial em breve.

    Lula esteve nesta segunda-feira na cidade de Imperatriz, no Maranhão, para participar da cerimônia de entrega de 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O investimento do governo federal foi de R$ 358,6 milhões e deve atender cerca de 11 mil pessoas.

    'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

  • BNDES aprova R$ 1,3 bi em crédito para modernização da indústria

    BNDES aprova R$ 1,3 bi em crédito para modernização da indústria

    Lançada no fim de agosto, a modalidade busca financiar a modernização do parque fabril do país. O orçamento do banco disponível em 2025 é de R$ 10 bilhões.

    LEONARDO VIECELI
    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) afirma que já aprovou R$ 1,3 bilhão em empréstimos no âmbito da linha chamada de Crédito Indústria 4.0.

    Lançada no fim de agosto, a modalidade busca financiar a modernização do parque fabril do país. O orçamento do banco disponível em 2025 é de R$ 10 bilhões.

    De acordo com o BNDES, o financiamento conta com taxas de juro incentivadas, em um misto de TR, a taxa referencial (40%), e custos de mercado (60%).

    O banco diz que já aprovou 824 operações. Cerca de 52% dos recursos foram destinados para micro, pequenas e médias empresas, aponta a instituição.

    A linha mira investimentos em bens de capital que incorporem tecnologias como robótica, IA (inteligência artificial), computação na nuvem e sensoriamento.

    Em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirma que a modalidade é essencial para o país dar um salto de competitividade e eficiência.

    “O maquinário brasileiro tem idade média de 14 anos e 38% dos equipamentos industriais estão próximos ou além do ciclo de vida ideal. A indústria que inova atrai novos investimentos e gera mais produtividade e empregos”, diz Mercadante.

    A iniciativa é parte do eixo de inovação e digitalização do Plano Mais Produção, que integra a NIB (Nova Indústria Brasil), a política industrial do governo Lula (PT).

    O petista defende uma atuação fortalecida do BNDES, com medidas de apoio a diferentes setores da economia, o que inclui as fábricas.
    A posição, contudo, é vista com ressalvas por economistas que temem um inchaço do banco e uma eventual reciclagem de ideias de outros mandatos do PT.

    A direção do BNDES já rebateu as críticas em mais de uma ocasião, dizendo que aposta em áreas consideradas estratégicas, como inovação e energia limpa.

    A proporção de médias e grandes indústrias que usaram inteligência artificial em seus processos mais do que dobrou em um intervalo de dois anos no país, indicou uma pesquisa divulgada em setembro pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    O percentual subiu de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024, uma alta de 25 pontos percentuais. Foi o maior crescimento entre as tecnologias investigadas no levantamento.

    Ainda de acordo com o IBGE, a proporção mais elevada de uso da IA foi verificada entre as maiores indústrias, com 500 ou mais empregados (57,5%).

    As empresas das faixas de 250 a 499 ocupados (42,5%) e de 100 a 249 (36,1%) ficaram para trás.

    BNDES aprova R$ 1,3 bi em crédito para modernização da indústria

  • Segunda edição do CNU, maior concurso do país, ocorre neste domingo, com reforço na segurança

    Segunda edição do CNU, maior concurso do país, ocorre neste domingo, com reforço na segurança

    O “Enem dos Concursos” se consolida como a nova forma de contratar servidores públicos e, embora menor do que a edição de 2024, ainda impressiona pelos números. São 761,5 mil inscritos que concorrem a 3.652 vagas em 32 órgãos públicos.

    CRISTIANE GERCINA E JÚLIA GALVÃO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A segunda edição do CNU (Concurso Nacional Unificado), maior seleção do país, ocorre neste domingo (5), com segurança reforçada para garantir que não haja falhas na aplicação como no ano passado, evitando erros e judicialização.

    O “Enem dos Concursos” se consolida como a nova forma de contratar servidores públicos e, embora menor do que a edição de 2024, ainda impressiona pelos números. São 761,5 mil inscritos que concorrem a 3.652 vagas em 32 órgãos públicos.

    Os exames ocorrem em 228 municípios, incluindo as 27 capitais e o Distrito Federal, e envolvem um contingente de 85 mil trabalhadores.

    Neste ano, há diferenças não só no tamanho –em 2024, foram 2,1 milhões de participantes e 210 mil
    trabalhadores–, mas também na prova. Uma das principais novidades é a prova identificada de forma individual por candidato, com código de barras exclusivo.

    Os candidatos não terão acesso ao tipo de prova que estão fazendo até que o gabarito oficial seja divulgado, o que impede o mapeamento prévio dos cadernos. Essas medidas, aliada à coleta de dados biométricos com duas digitais e ao exame grafológico, dificulta tentativas de fraude e falsidade ideológica, afirma à Folha Alexandre Retamal, coordenador logístico do CNU.

    Diferentemente do que ocorreu no ano passado, o caderno de questões poderá ser levado para casa, mas só para quem esperar até uma hora antes do final do exame. Também foram instalados detectores de metal e de ponto eletrônico em todas as escolas.

    “Quanto mais a gente aprimora os mecanismos e os protocolos de segurança, mais as organizações criminosas ficam com receio de querer cometer um crime”, diz Retamal.

    Segundo ele, responsável pela logística do CNU, as mudanças na segurança foram baseadas nos aprendizados da edição anterior e implementadas em parceria com diversos órgãos de segurança, como Ministério da Justiça, Abin (Agência Brasileiro de Inteligência), PF (Polícia Federal) e polícias dos estados.

    “Tudo isso está gerando uma massa crítica de competência, de responsabilidade, de experiência, que está tornando cada vez mais difícil a atuação de organizações criminosas e tornando cada vez mais seguro [o CNU] para que os candidatos cheguem lá e façam o seu melhor na prova.”

    HORÁRIO DAS PROVAS
    O exame começa às 13h, com abertura de portões às 11h30 e fechamento às 12h30 em ponto, conforme o horário de Brasília. A prova começa às 13h e tem duração de cinco horas para cargos de nível superior, terminando às 18h, e 3 horas e meia para nível médio.

    Apenas os aprovados na prova objetiva seguirão para a etapa discursiva, marcada para 7 de dezembro. Para levar o caderno de questões para casa, é preciso ficar até a última hora. Há regras de segurança com o objetivo de evitar falhas e vazamentos.

    A ministra Esther Dweck, do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), destaca dois pontos de atenção: que é ler a folha de rosto da prova e conferir o endereço da escola onde fará o exame, conforme o que está escrito no cartão do candidato.

    O MGI ainda atualizou, neste sábado, o cartão de inscrição com a sala onde cada candidato realizará a prova. A orientação é que ele seja acessado novamente para que os inscritos tenham as informações completas, mas quem chegar ao local do exame apenas com o código recebido anteriormente “conseguirá encontrar a sala sem dificuldades”.

    LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO E RECOLHIMENTO DAS PROVAS
    As provas chegam aos locais de aplicação na madrugada deste domingo, sob forte esquema de segurança, com a participação das polícias locais. Elas ficaram escoltadas durante todo o tempo que estiveram no galpão da organizadora, que é a FGV (Fundação Getulio Vargas), e também foram escoltadas pela PF e PRF durante o transporte.

    A logística reversa começa ainda no domingo. Ao final do exame, todas as provas são devolvidas ao ponto-sede no município e, depois, voltam para o galpão da FGV. Em todas as etapas, seguem sendo escoltadas e com segurança durante 24 horas.

    O QUE LEVAR E O QUE NÃO LEVAR
    Os candidatos precisam levar caneta preta ou azul de tubo transparente e documento oficial com foto. Se for documento digital, só serão aceitos os que estiverem em sites que sejam acessados com o cadastro do portal Gov.br.

    É permitido levar água e alimentos de consumo rápido, desde que em embalagens transparentes e sem rótulo. É proibido estar com alimentos em embalagens que não sejam transparentes e bebidas em recipientes que não permitam ver o que tem dentro.

    Os celulares e demais itens eletrônicos serão recolhidos no local da prova, colocados em um saco lacrado e devolvidos apenas ao final do exame. É necessário ficar aos menos duas horas na sala de prova.

    DEMAIS ORIENTAÇÕES
    Quem deixar de seguir as orientações da folha de rosto poderá ser desclassificado. O governo quer evitar o que ocorreu no CNU 1, no qual muitos candidatos não marcaram o tipo de prova no cartão de respostas e foram eliminados, conforme previa o edital.

    Retamal dá mais uma dica, que é ter calma. “As pessoas perguntam muito: ‘você pode levar garrafa d’água?’ falam para não esquecer de levar documento, de levar caneta transparente, tudo isso é importante. Mas o mais importante para os candidatos é ir com calma. Vá o mais cedo possível, conheça o lugar, chegue lá com calma e obedeça as instruções dos fiscais.”

    Veja o calendário do CNU 2
    – Aplicação das provas objetivas – 5/10/2025
    – Divulgação preliminar dos gabaritos das provas objetivas – 6/10/2025
    – Prazo para interposição de eventuais recursos quanto às questões formuladas e/ou aos gabaritos divulgados – 7 e 8/10/2025
    – Disponibilização da imagem do cartão de respostas – 12/11/2025
    – Divulgação das notas finais das provas objetivas e convocação para as pessoas candidatas para a realização da prova discursiva – 12/11/2025
    – Obtenção impressa do Cartão de Confirmação de Inscrição para realização da prova discursiva no endereço eletrônico – 1/12/2025
    – Aplicação da prova discursiva – 7/12/2025
    – Divulgação da Nota Preliminar da Discursiva e disponibilização do espelho de correção. – 23/01/2026
    – Interposição de eventuais pedidos de revisão das notas da prova discursiva – 26/01 e 27/01/2026
    – Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas da Prova Discursiva e do Resultado Definitivo da prova discursiva. – 18/02/2026
    – Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas dos títulos e do resultado definitivo dos procedimentos para as pessoas candidatas negras, indígenas e quilombolas e para as pessoas com deficiência – 18/02/2026
    – Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após a realização das fases 1 a 4 20/02/2026
    – 1ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas 20/02/2026
    – Período para a 1ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas 21/02 a 23/02/2026
    – Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 1ª confirmação de interesse 27/02/2026
    – 2ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 27/02/2026
    – Período para a 2ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 28/02 a 02/03/2026
    – Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 2ª confirmação de interesse – 6/03/2026
    – 3ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 6/03/2026
    – Período para a 3ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 7/03 a 9/03/2026
    – Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 3ª confirmação de interesse – 16/03/2026
    – Início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de Investigação Social e Funcional, a realização da Defesa de Memorial e Prova Oral e o Curso ou Programa de Formação

    Segunda edição do CNU, maior concurso do país, ocorre neste domingo, com reforço na segurança

  • Petrobras abre licitação para plataforma que vai ampliar oferta de gás do pré-sal

    Petrobras abre licitação para plataforma que vai ampliar oferta de gás do pré-sal

    A plataforma, chamada de P-91, terá capacidade para processar 180 mil barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Estará conectada ao gasoduto Rota 3, que liga o pré-sal da Bacia de Santos ao Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí (RJ).

    NICOLA PAMPLONA
    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A Petrobras abriu nesta sexta-feira (3) licitação para a última das 12 plataformas de produção de petróleo previstas para o campo de Búzios, o maior produtor do país, que vai ampliar a entrega de gás natural do pré-sal no continente.

    A plataforma, chamada de P-91, terá capacidade para processar 180 mil barris de petróleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Estará conectada ao gasoduto Rota 3, que liga o pré-sal da Bacia de Santos ao Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí (RJ).

    Será ligada também a outras plataformas de Búzios contratadas no governo Jair Bolsonaro sem equipamentos para processar gás natural e funcionará como uma espécie de hub para o transporte do combustível ao continente.

    “Alguns projetos de Búzios, quando foram planejados, não incluíam a exportação de gás, mas a reinjeção total [do combustível nos poços]”, disse a diretora de engenharia, tecnologia e inovação da Petrobras, Renata Baruzzi.

    A nova plataforma terá capacidade de enviar 5,5 milhões de metros cúbicos de gás natural ao continente -3,5 milhões de sua própria produção e 2 milhões de outras plataformas. Em um primeiro momento, deve ser interligada à P-82.

    Baruzzi explicou que a possibilidade de trazer gás de outras plataformas pode ajudar na produção futura de petróleo, já que muitas unidades acabam tendo restrições a ampliar a produção de petróleo por incapacidade de produzir mais gás.

    Assim, ela pode ser futuramente conectada a outras plataformas, ajudando a aliviar o excesso de gás.

    A licitação da P-91 prevê um prazo de 180 dias para que interessados apresentem propostas. A expectativa da Petrobras é que a nova unidade entre em operação apenas depois de 2030, contribuindo para que Búzios atinja um pico de produção de 1,8 milhão de barris de petróleo em 2033.

    O campo já tem seis plataformas em operação, e produziu em agosto 821 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 20% da produção nacional no mês. Ultrapassou pela primeira vez Tupi, também no pré-sal, que produziu 780 mil barris por dia em agosto.
    A sétima unidade, P-78, chegou ao Brasil no fim de setembro e deve começar a produzir petróleo ainda este ano.

    Baruzzi afirmou que, para reduzir o preço da P-91, a Petrobras fez diversas consultas ao mercado e acatou sugestões de simplificação de equipamentos. “É uma plataforma bem mais enxuta que plataformas anteriores”, disse.

    Uma das medidas nesse sentido foi reduzir o número de funcionários a bordo de 240 para 180, o que reduziu as dimensões de sistemas de ar condicionado, tratamento de esgoto e energia, entre outros.

    Petrobras abre licitação para plataforma que vai ampliar oferta de gás do pré-sal

  • BC anuncia bloqueio de chaves Pix usadas em golpes a partir deste sábado

    BC anuncia bloqueio de chaves Pix usadas em golpes a partir deste sábado

    O mecanismo foi discutido na quinta-feira (2), em reunião do Fórum Pix -comitê consultivo permanente formado por cerca de 300 participantes que representam o sistema financeiro e a sociedade civil. Ele tem como objetivo subsidiar o BC na definição das regras e procedimentos que disciplinam o funcionamento do Pix.

    NATHALIA GARCIA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central anunciou que passará a bloquear chaves Pix que sejam identificadas por instituições financeiras como utilizadas em golpes e fraudes a partir deste sábado (4). Essa é mais uma medida voltada para fortalecer a segurança do sistema financeiro.

    O mecanismo foi discutido na quinta-feira (2), em reunião do Fórum Pix -comitê consultivo permanente formado por cerca de 300 participantes que representam o sistema financeiro e a sociedade civil. Ele tem como objetivo subsidiar o BC na definição das regras e procedimentos que disciplinam o funcionamento do Pix.

    O instrumento prevê que, quando uma chave Pix vinculada a um usuário com marcação de fraude for consultada, o sistema do Banco Central apontará um erro, tornando impossível concluir uma transferência para essa chave ou esse usuário marcados como fraudadores.

    Esse mecanismo, contudo, só funciona para chaves Pix e usuários que foram marcados pela instituição que registrou a chave consultada. Em um exemplo hipotético, um cliente possui conta e chaves Pix nos bancos A e B. O CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) deste cliente recebeu uma marcação de fraude apenas no banco A.

    Se alguém consultar a chave Pix desta pessoa no banco A, o Banco Central indicará um erro, e ela ficará impossibilitada de receber recursos. No entanto, se a consulta for feita no banco B, onde não há marcação de fraude, as informações serão fornecidas normalmente.

    A ideia, segundo um interlocutor com conhecimento no assunto, é evitar que pessoas com marcação de fraude equivocadas sejam totalmente afetadas pela medida.

    Na semana passada, o BC divulgou mudanças no regulamento do Pix e apertou as regras de penalidades. A autoridade monetária definiu, entre outras regras, que instituições que criarem ou aceitarem uma marcação de fraude em uma transação devem obrigatoriamente restringir a transferência de recursos via Pix envolvendo aquela conta.

    Determinou também que as instituições serão obrigadas a rejeitar pedido de portabilidade daquele cliente, de forma a impedir que ele abra outra conta na mesma instituição e migre as chaves Pix da conta anterior.

    O aperto em brechas tecnológicas e regulatórias já constava na agenda do BC para este ano, mas o tema ganhou mais urgência depois dos ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos.

    Neste ano, foram registrados até agora oito incidentes cibernéticos, com desvios que somam cerca de R$ 1,5 bilhão ao todo -cerca de R$ 850 milhões foram recuperados.

    BC anuncia bloqueio de chaves Pix usadas em golpes a partir deste sábado

  • AGU pede que redes sociais removam desinformação sobre CNU 2025

    AGU pede que redes sociais removam desinformação sobre CNU 2025

    Ofícios foram enviados ao Google e à Meta; a AGU argumentou que as medidas são necessárias para combater possíveis fraudes durante o período de realização do exame

    A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta sexta-feira (3) às plataformas que operam as redes sociais a adoção de medidas para coibir a desinformação e golpes envolvendo as provas do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), que serão realizadas no próximo domingo (5).

    Os ofícios foram enviados ao Google e à Meta, empresa que controla o Instagram, Facebook e WhatsApp.

    A AGU recomendou a remoção de eventual propaganda enganosa e aplicativos ilegais que façam menção ao CNU. O órgão também quer a retirada de postagens com uso indevido da logomarca e dos links oficiais do governo federal. 

    A Advocacia-Geral da União argumentou que as medidas são necessárias para combater possíveis fraudes durante o período de realização do exame.

    “Tais práticas exploram a vulnerabilidade dos milhares de inscritos e de seus familiares, comprometem a segurança informacional e fragilizam a confiança social em políticas públicas legítimas, tal como o ingresso no serviço público por meio de um concurso público de âmbito nacional”, afirmou a AGU.

    No próximo domingo (5), 760 mil candidatos são esperados em 1.294 locais de prova em todo o país. Na edição deste ano, o CNU oferece 3.652 vagas, em 32 órgãos da administração pública federal.

    AGU pede que redes sociais removam desinformação sobre CNU 2025

  • Dólar fecha estável e Bolsa sobe com 'shutdown' nos EUA e contas públicas nos holofotes

    Dólar fecha estável e Bolsa sobe com 'shutdown' nos EUA e contas públicas nos holofotes

    A paralisação do governo dos Estados Unidos foi causada por falta de financiamento para serviços federais não essenciais, diante de um impasse entre republicanos e democratas no Congresso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou próximo à estabilidade nesta sexta-feira (3), tendo variado 0,05% para baixo ao término da sessão. A cotação final foi de R$ 5,336. Já a Bolsa avançou 0,17%, a 144.200 pontos.

    O mercado seguiu embalado pela expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) continuará cortando a taxa de juros nos próximos meses. A paralisação parcial do governo norte-americano, porém, limita a visibilidade dos agentes sobre o estado da economia ao congelar a divulgação de novos dados.

    No Brasil, isenção do IR (Imposto de Renda) e rumores de uma proposta de tarifa zero para ônibus urbanos acirram temores sobre o cenário fiscal.

    A paralisação do governo dos Estados Unidos foi causada por falta de financiamento para serviços federais não essenciais, diante de um impasse entre republicanos e democratas no Congresso.

    A princípio, os efeitos disso se darão na interrupção de atividades das agências. Viagens aéreas serão atrasadas, pesquisas científicas, suspensas, e até 750 mil funcionários federais poderão ser dispensados, custando US$ 400 milhões ao governo.

    Para o mercado, o problema principal está na paralisação de agências responsáveis por estatísticas da economia norte-americana. O relatório de emprego “payroll”, por exemplo, estava previsto para esta manhã e foi adiado indefinidamente.

    O momento é especialmente sensível diante da cautela do Fed quanto ao ciclo de corte de juros, iniciado na reunião de setembro e cuja continuidade depende da evolução dos dados econômicos, sobretudo os de emprego e de inflação.

    “Para os investidores, a não publicação do payroll em momento em que o Fed está em processo de corte de juros é preocupante”, diz o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em comentário enviado a clientes.

    Sem os números oficiais, o mercado se ampara em publicações laterais. Na quinta, o Fed de Chicago estimou que a taxa de desemprego dos EUA “provavelmente” foi de 4,3% em setembro, o mesmo número aferido em agosto.
    A previsão sugere que o mercado de trabalho não está, por enquanto, em uma rápida deterioração, e os mercados financeiros continuam a refletir apostas pesadas em cortes de 0,25 ponto nos juros nas próximas duas reuniões do Fed, em outubro e dezembro.

    Por um lado, a expectativa de cortes de juros pelo Fed afasta os investidores do dólar, uma vez que o rendimento dos títulos ligados ao Tesouro dos Estados Unidos, os treasuries, caem.

    Por outro, o mercado volta a adotar cautela em relação ao Brasil, em especial quanto ao cenário fiscal.

    O plenário da Câmara aprovou, na quarta-feira à noite, uma das principais promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês. O projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal antes de começar a valer em 2026.

    Além de promessa da última campanha, a isenção do IR também é a principal aposta do PT para alavancar a popularidade de Lula em ano eleitoral. A medida ainda inclui um desconto no imposto de quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.350 mensais.

    Ao todo, a desoneração da base da pirâmide de renda deve beneficiar até 16 milhões de contribuintes a um custo de R$ 31,2 bilhões no ano que vem, segundo o relator, deputado Arthur Lira (PP-AL). Para compensar a perda desses recursos, o governo propôs a criação de um imposto mínimo de 10% sobre a alta renda, também aprovado apesar das resistências.

    O projeto levantou temores de ingerência fiscal no ano passado, o que, entre outros fatores, levou o dólar ao recorde histórico de R$ 6,20. Mais do que a isenção em si, o mercado temia que o texto fosse desidratado na Câmara sem uma compensação para a perda de receita, desequilibrando as contas públicas e impondo dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida do governo.

    Mas, mesmo com a medida compensatória, investidores seguem temerosos. Circulam pelas mesas de operação rumores de que o governo Lula estaria estudando a possibilidade de um programa federal para implementar tarifa zero em transporte coletivo de passageiros em todo o Brasil.

    Há o receio de que iniciativas como essa possam se multiplicar com a proximidade do ano eleitoral, gerando mais gastos para o governo.

    “Essa ideia tem causado certa preocupação entre investidores. A questão fiscal tem sido um tema sensível, ainda que mais no ano passado do que nesse, e rumores como esse aumentam a percepção de risco sobre os ativos brasileiros”, comenta Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    “Mas essa discussão sobre as tarifas zero parece ainda um pouco incipiente.”

    Dólar fecha estável e Bolsa sobe com 'shutdown' nos EUA e contas públicas nos holofotes