Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

    Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

    Hoje aos 41 anos, ela assume um papel ainda inédito em sua trajetória -o de diretora de longas. Se há cerca de 15 anos ela acompanhou a maré de estrelas americanas que se convertiam em produtores, agora ela faz sua estreia como cineasta com menos sucesso, é verdade, mas nem por isso com menos glamour.

    LEONARDO SANCHEZ
    CANNES, FRANÇA (CBS NEWS) – Scarlett Johansson talvez seja uma das personalidades hollywoodianas mais versáteis de sua geração. Atriz desde os dez anos de idade, ela acumula papéis tanto em filmes pequenos e autorais -como os de Woody Allen e Wes Anderson-, quanto em megaproduções, caso dos nove longas da Marvel em seu currículo.

    Hoje aos 41 anos, ela assume um papel ainda inédito em sua trajetória -o de diretora de longas. Se há cerca de 15 anos ela acompanhou a maré de estrelas americanas que se convertiam em produtores, agora ela faz sua estreia como cineasta com menos sucesso, é verdade, mas nem por isso com menos glamour.

    Dono de algumas das sessões mais concorridas do último Festival de Cannes, “A Incrível Eleanor” chega ao Brasil envolto em menos expectativa do que aquela gerada no evento francês, onde integrou a mostra Um Certo Olhar, dedicada a cineastas emergentes.

    A estreia nos cinemas brasileiros foi marcada de forma abrupta e não dá para dizer que houve uma campanha de marketing, aqui e lá fora, à altura de um nome como o de Scarlett Johansson -ela era a atriz de maior bilheteria da história de Hollywood até o mês passado, quando foi destronada por Zoe Saldaña, afinal.

    Ainda assim, pelo simples fato de ter a americana em seus créditos, “A Incrível Eleanor” é um acontecimento no mundo cinematográfico, e os aplausos efusivos na sessão de estreia de Cannes deixaram isso claro. Mesmo num auditório repleto de críticos e cinéfilos não tão facilmente impressionáveis, Johansson arrancou suspiros e gritinhos.

    “Foi tudo uma questão de tempo. Dirigir um filme é algo que te consome muito, de várias maneiras. Você realmente não pode fazer nada em paralelo, não tem vida familiar, não tem tempo para nada”, diz Johansson, acostumada a emendar projetos exigentes e tão díspares quanto “Um Panorama Visto da Ponte”, peça de Arthur Miller que lhe rendeu um Tony em 2010, e “Homem de Ferro 2”, que no mesmo ano apresentou sua Viúva Negra aos nerds.

    “Não é uma questão de dar um outro rumo para a minha carreira, mas não acho que eu poderia ter feito este filme, com segurança, há dez anos. Foi uma questão de me sentir confortável para assumir a direção”, continuou ela, em conversa com jornalistas após a première em Cannes.

    Ser diretora é uma ideia que orbita sua mente desde os 20 e poucos anos, ela conta. Johansson sabia que o faria em algum momento, mas isso significaria perder papéis para poder se dedicar integralmente à função por um tempo razoável.

    Duas indicações ao Oscar, algumas franquias multimilionárias -como “Vingadores” e “Jurassic World”- e muitas parcerias com cineastas de grife depois, ela enfim sentiu que estava pronta. Quando o roteiro de “A Incrível Eleanor” chegou à sua produtora, a These Pictures, foi como se a última peça do quebra-cabeça se encaixasse.

    “Muitos diretores de primeira viagem nunca passaram horas e horas num set de filmagem, enquanto eu, como atriz, passei milhares. Então eu não sabia executar o trabalho de todo mundo, mas eu sabia o que cada um precisava para cumprir sua função. Essa preocupação [de não entender as outras funções] eu não tive. Tudo foi como uma extensão do trabalho que eu já faço como atriz há muito tempo”, diz Johansson.

    Nem por isso ela foi a veterana em seu set de filmagem. Este era o papel de sua protagonista, a atriz June Squibb, que no auge de seus 95 anos parecia uma debutante enquanto dava entrevista num quarto de hotel de Cannes. Ao lado de Johansson, falava empolgada sobre a festa num barco da noite anterior -“ela ficou parada estrategicamente perto da cozinha”, brincou Johansson.

    “Foi um sonho, porque pude trabalhar com alguém que dedicou 70 anos da sua vida ao ofício de ator. Minha última preocupação era com a June”, diz a atriz-diretora sobre a veterana, que estreou nas telonas justamente com Woody Allen, em 1990, com “Simplesmente Alice”. Antes disso, Squibb construiu a carreira nos palcos da Broadway.

    Em “A Incrível Eleanor”, ela interpreta uma mulher que divide o apartamento na Flórida com a melhor amiga. Quando a nonagenária morre, Eleanor é obrigada a se mudar para a gélida Nova York, onde divide um apartamento com a filha. Em passeios por parques e restaurantes de fast-food, ela tenta lidar com o luto, mas, incapaz, recorre a um grupo de apoio para pessoas que perderam entes queridos.

    Como uma boa dramédia noventista, de onde Johansson buscou inspiração para o tom do filme, Eleanor vai parar, por acidente, num grupo repleto de sobreviventes e descendentes de vítimas do Holocausto. Ela, então, compartilha a história de vida da melhor amiga morta, que viveu num campo de concentração, como sua. A mentira comove e começa a tomar proporções que fogem de seu controle.

    É um filme pequeno, mas nem por isso fácil de fazer. Johansson conta que nenhum dos envolvidos fez “A Incrível Eleanor” pensando no dinheiro que ganhariam com o projeto. Pelo contrário -ela é grata à fama de atriz por ter lhe dado uma agenda de contatos vasta o suficiente para sair pedindo favores para filmar em um canto ou outro de Nova York.

    Algo facilitado também por sua ligação pessoal com a cidade. Johansson nasceu lá, na ilha de Manhattan, em 1984. A atmosfera noventista que tenta capturar em seu filme é a mesma que foi cenário para a sua infância e juventude.

    Apesar de Johansson não ter escrito “A Incrível Eleanor” -o roteiro é da estreante Tory Kamen-, o filme se amarra à sua história pessoal de outras várias formas. Seu pai é dinamarquês e a mãe, judia, tem ascendência polonesa e russa. Há cerca de dez anos, ela descobriu no programa televisivo Finding Your Roots, que vasculha o passado de celebridades, que parte de sua família morreu no Gueto de Varsóvia.

    E, em Eleanor, ela vê ainda a própria avó, que cuidou dela depois do divórcio dos pais. Foi com seu apoio que Johansson começou a fazer aulas de sapateado e atuação. Já aos nove anos, participou de uma esquete no talk show Late Night with Conan O’Brien, que emendou com uma série de pequenos papéis no cinema.

    A grande virada veio assim que atingiu a maioridade, em “Encontros e Desencontros”, de Sofia Coppola. É curioso que seu primeiro grande trabalho tenha sido sob a batuta de uma diretora, já que Johansson é voz ativa na defesa dos direitos das mulheres -mesmo que, no ano passado, tenha reiterado seu apoio a Woody Allen, acusado de abuso sexual e agora engalfinhado às polêmicas de Jeffrey Epstein.

    “A Incrível Eleanor”, mesmo que inofensivo, também dá as mãos a esse ativismo feminista. Em tempos de discussão sobre etarismo, e sobre como ele atinge homens e mulheres de maneira desigual, a personagem de Squibb briga com a família para reconquistar sua independência.

    Eleanor quer voltar à Flórida, onde tomava sol e cuidava de si própria, em vez de ficar tricotando em casa. Numa das conversas do filme, ela fala até de sua vida sexual, algo raro para uma nonagenária diante de uma câmera.

    “A melhor maneira de mudar esse desequilíbrio, principalmente nesta indústria, é simplesmente ouvir e considerar as ideias das mulheres. Essa é a melhor forma de apoiar diretoras”, diz Johansson, em alusão também à sua nova carreira -sim, ela pretende dirigir mais no futuro.

    Ela só não promete constância. “Há uma parte ruim de ser diretora. Você está sempre trabalhando. Quando a filmagem acaba, todo mundo sai para comer pizza junto, menos você, porque ainda tem que planejar o dia seguinte. É um pouco triste, não vou negar.”

    Scarlett Johansson lança filme e diz que enfim se sente confortável para ser diretora

  • Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    O momento é de recomeço para Manoel Gomes. Conhecido nacionalmente após o sucesso da música Caneta Azul, o artista enfrenta dificuldades financeiras e tenta reorganizar a própria vida depois de sofrer um prejuízo milionário. A coluna de Fábia Oliveira divulgou que, atualmente, ele está morando de favor na residência de um assessor, em São Paulo, enquanto busca se reestruturar.

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    Ainda segundo relatos, Manoel viajou para São Paulo sem recursos suficientes sequer para custear hospedagem em hotel. Por esse motivo, está instalado na casa do assessor, que tem prestado apoio neste momento delicado e trabalha para recolocá-lo no mercado artístico.

    O caso envolvendo as perdas financeiras veio à tona em 2023, quando representantes do cantor confirmaram que ao menos R$ 7 milhões teriam sido desviados de doze contas bancárias em seu nome. O suposto esquema teria sido praticado por dois ex-empresários do artista.

    Manoel Gomes ganhou projeção em 2019, quando “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais e se tornou um fenômeno da internet. A repercussão impulsionou sua carreira, resultando em shows com grande público e contratos publicitários. Agora, após enfrentar o rombo milionário, o cantor tenta reconstruir a trajetória profissional e recuperar a estabilidade financeira.

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

  • Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O modelo Jonas Sulzbach e a dançarina Marciele Albuquerque já vinham demonstrando interesse um no outro e, três dias depois da eliminação de Maxiane do BBB 26 (Globo), trocaram carícias na pista de dança durante a festa de sexta-feira (28).

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    A pernambucana foi eliminada no paredão que disputou contra Milena e Chaiany e, durante o Bate Papo BBB, afirmou que ficaria triste caso a amiga ficasse com Jonas. Na noite seguinte, durante a festa do líder, os dois dançaram juntos e ensaiaram um beijo que não aconteceu.

    Durante a celebração de sexta-feira, porém, o casal não se conteve e se beijou na pista de dança. Poucos minutos antes, a sister havia confessado para Breno que estava “louca” pelo brother.

    Ana Paula Renault, rival do casal no jogo, se animou com a troca de carícias e debochou, se lembrando de Maxiane: “Volta coordenadora”, exclamou. Ela ainda brincou com Jordana, afirmando que a sister perdeu a oportunidade de ficar com o gaúcho.

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

  • Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

    Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

    Em conversa com Juliano Floss e Breno Corã, que são próximos da sister, Babu tentou tomar conhecimento da situação, mas os companheiros de confinamento não revelaram nada.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Babu Santana ficou frustrado após não conseguir uma informação importante para seu jogo da semana no BBB 26 (Globo). O brother tentou descobrir quem a líder Samira Sagr vai indicar ao paredão.

    Em conversa com Juliano Floss e Breno Corã, que são próximos da sister, Babu tentou tomar conhecimento da situação, mas os companheiros de confinamento não revelaram nada.

    “Eu só quero saber quem a Samira vai botar, pra botar o outro. Só isso. Vai se foder! Aliás, preciso saber não. É A ou B”, desabafou o veterano. Ele estava se referindo a Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy.

    Samira conquistou a sétima liderança do reality e, em conversa com aliados, expressou o desejo de indicar Cowboy para a berlinda. O paredão da semana, porém, será falso e o escolhido pelo público não será eliminado, mas sim direcionado para um quarto secreto.

    Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

  • Lucas Lima reage após tentativa de assalto: “Voou vidro por tudo”

    Lucas Lima reage após tentativa de assalto: “Voou vidro por tudo”

    Nas redes sociais, o artista, que é ex-marido de Sandy, contou que estava em um táxi quando percebeu a aproximação de um homem. “Eu vi ele pegando embalo para dar a porrada. Aí eu segurei o celular firme”, disse. O criminoso quebrou o vidro lateral e tentou arrancar o aparelho de sua mão, mas não conseguiu levar o objeto.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O músico Lucas Lima sofreu uma tentativa de assalto na noite desta quinta-feira (26), enquanto seguia de carro para o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo o artista, um homem quebrou o vidro do carro e tentou arrancar o celular de sua mão. Ele sofreu ferimentos leves.

    Nas redes sociais, o artista, que é ex-marido de Sandy, contou que estava em um táxi quando percebeu a aproximação de um homem. “Eu vi ele pegando embalo para dar a porrada. Aí eu segurei o celular firme”, disse. O criminoso quebrou o vidro lateral e tentou arrancar o aparelho de sua mão, mas não conseguiu levar o objeto.

    Com o impacto, estilhaços se espalharam pelo interior do carro e atingiram Lucas, que sofreu cortes leves nos braços, nas mãos e no pescoço. Apesar do susto, ele afirmou que conseguiu manter os planos da noite e embarcar. “Saí tremendo para caramba, mas estou aqui para pegar meu voo”, relatou.

    O músico também chamou atenção para a frequência desse tipo de crime na capital paulista, especialmente quando motoristas estão com o celular visível para usar aplicativos de navegação ou enviar mensagens. Segundo ele, o prejuízo maior acaba recaindo sobre o motorista do táxi, que precisa arcar com o conserto do vidro e ainda perde um dia de trabalho.

    Procurada pela reportagem, a Polícia Cívil e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S.Paulo não responderam até a última atualização.

    Lucas Lima reage após tentativa de assalto: “Voou vidro por tudo”

  • Maddox, filho de Angelina Jolie e Brad Pitt, deixa de assinar o nome do pai

    Maddox, filho de Angelina Jolie e Brad Pitt, deixa de assinar o nome do pai

    Quatro herdeiros do ex-casal já abandonaram o Pitt e usam apenas o Jolie; atores se separaram há dez anos e tiveram divórcio conturbado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Filho mais velho de Brad Pitt e Angelina Jolie, Maddox, 24, parou de utilizar o sobrenome do pai. Segundo a revista People, ele trabalhou como assistente de direção no novo filme da mãe, “Couture”, e seu nome aparece sem Pitt nos créditos.

    A ação é recente, já que, em 2024, quando trabalhou no longa “Maria”, ele ainda assinava como Maddox Jolie-Pitt.

    Jolie teve seis filhos com Pitt: Maddox, Pax, 22, Zahara, 21, Shiloh, 19, e os gêmeos Knox e Vivienne, 17.

    Além de Maddox, outros três deles já retiraram o nome do pai. Em 2024, Vivienne ajudou Angelina a produzir um programa e foi creditada como Vivienne Jolie. Em agosto do mesmo ano, Zahara apareceu num vídeo em que dizia: “Meu nome é Zahara Marley Jolie”.

    Ao completar 18 anos, Shiloh mudou legalmente seu nome de batismo de Shiloh Nouvel Jolie-Pitt para Shiloh Jolie.

    Brad Pitt e Angelina Jolie se separaram em 2016. O divórcio foi finalizado no final de 2024, após uma longa batalha judicial.

    Maddox, filho de Angelina Jolie e Brad Pitt, deixa de assinar o nome do pai

  • Filha de Solange Couto comenta falas da mãe no BBB 26

    Filha de Solange Couto comenta falas da mãe no BBB 26

    Morena Mariah fala pela primeira vez após episódio ‘lamentável’ da atriz no reality; ativista diz que vem recebendo insultos devido ao que Solange faz no confinamento

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Filha de Solange Couto, a ativista e comunicadora Morana Mariah usou as redes sociais para se manifestar pela primeira vez sobre as falas da mãe. No BBB 26, ao se referir a Ana Paula Renault ou Samira Sagr, ela disse que a confinada seria “infeliz” por ter nascido de “trepada mal dada” e “sarro de trem”.

    “Nos últimos dias, tenho recebido ataques, acusações e tentativas de me expor a partir de uma violência que vivi. Não sou porta-voz de ninguém além de mim mesma. Não administro nem trabalho na comunicação da minha mãe, e nunca estive à frente de seus perfis”, começou.

    “Não me levantarei para atacar a minha mãe enquanto ela está confinada. Ela terá a oportunidade, quando sair, de refletir e se responsabilizar por suas falas, que reconheço como problemáticas e refletem, infelizmente, a estrutura machista e violenta à qual todas as mulheres estão submetidas, inclusive eu mesma”, escreveu.

    Na sequência, a ativista, que afirma ter trabalhado diretamente no Sistema de Garantia de Direitos, no enfrentamento à violência sexual, pontuou que o melhor a fazer agora é preservar.

    “Em minha trajetória como ativista e comunicadora, em casos de repercussão pública, atuei, opinei e me posicionei. Mas, neste momento, sou filha, sou familiar e meu papel é respeitar a mulher que me fez ser quem eu sou”, comentou.

    Morena encerrou o discurso ao dizer que não comentaria mais sobre o “lamentável episódio” nem sobre outras pautas relacionadas ao programa.

    “Encerro aqui minha manifestação. Por se tratar de uma questão extremamente sensível que não vem recebendo o respeito necessário, não vou responder à imprensa, não darei entrevista e não entrarei em debate público”, garantiu.

    “A única coisa que exijo é o mínimo: respeito. Ataques, mentiras, imputações e assédio serão devidamente tratados no âmbito jurídico e qualquer ataque à minha filha será denunciado às autoridades competentes.”

     

    Filha de Solange Couto comenta falas da mãe no BBB 26

  • Quem é Duda Freire, amiga de Virginia que teve pai preso por tráfico

    Quem é Duda Freire, amiga de Virginia que teve pai preso por tráfico

    Dyogo Hilario Tocafundo, pai da influenciadora Duda Freire, é acusado de gerir uma rede de tráfico de drogas na capital goiana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Duda Freire, amiga de Virginia Fonseca, foi surpreendida nessa madrugada com a prisão do pai. Dyogo Hilario Tocafundo é acusado de gerir uma rede de tráfico de drogas na capital goiana.

    De acordo com o jornal Metrópoles, o homem, que estava foragido, atuava nos bairros nobres de Goiânia.

    Assim como a amiga, Duda fez sua estreia no Carnaval carioca neste ano. Ela foi destaque na Grande Rio e desfilou em cima de um carro alegórico.

    No Revéillon, as amigas também estavam juntas. Duda participou da festança promovida por Virginia em Trancoso (Bahia), com a presença de Angélica e Luciano Huck.

    Até para Madri, assistir jogo de Vini Jr., Duda já foi. “De ontem com minha dupla e deu Real Madrid”, escreveu Virginia em uma foto publicada nas redes com a amiga.

    Com 2,9 milhões de seguidores, Duda, de 20 anos, faz campanhas de biquíni, moda fitness e suplementos alimentares. Até o momento, ela não se pronunciou sobre a prisão do pai.

    Quem é Duda Freire, amiga de Virginia que teve pai preso por tráfico

  • Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

    Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

    Novo reality idealizado por Boninho divide participantes entre privilégios, pressão e convivência estratégica; programa estreia em abril na Record TV e no Disney+, com decisões do público influenciando o rumo da disputa

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Falta pouco menos de dois meses para a estreia de Casa do Patrão, novo reality idealizado por Boninho, e a expectativa só aumenta. A atração, que promete apostar alto em estratégia e convivência, reunirá participantes anônimos em um confinamento intenso e cheio de disputas.

    Divulgados nesta quinta-feira (26), os detalhes do formato revelam um jogo dividido em três ambientes interligados: a Casa do Patrão, a Casa do Trampo e a Casa da Convivência. Mais do que cenários, os espaços funcionam como peças-chave na engrenagem da disputa.

    A Casa do Patrão, ocupada semanalmente por quem assume o comando do jogo, concentra privilégios, conforto e poder. O participante que conquistar o posto poderá escolher aliados para compartilhar as mordomias e, principalmente, tomar decisões que impactam diretamente a rotina dos demais jogadores.

    Do outro lado, a Casa do Trampo impõe uma realidade bem diferente. Sem acesso aos benefícios, os participantes encaram regras mais rígidas, tarefas obrigatórias e uma rotina de pressão constante. É o espaço onde resistência, organização e jogo emocional fazem toda a diferença.

    Já a Casa da Convivência funciona como o coração do reality. Neutra e de circulação obrigatória, ela reúne todos os participantes para conversas, embates, alianças e votações. É ali que o jogo se desenha diante das câmeras -e onde as relações podem mudar a qualquer momento.

    A cada ciclo, as decisões do Patrão reverberam nas demais casas e ajudam a redesenhar os rumos da competição. Enquanto isso, o público assume papel decisivo ao escolher quem continua na disputa.

    O programa vai estar simultâneamente na grade da Record e na plataforma do Disney+.O formato estreia em abril, com data exata ainda a ser confirmada.

    Casa do Patrão aposta em dinâmica com três casas e jogo de poder para fisgar público

  • Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'

    Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'

    Ator diz que foi confundido com personagem e recebeu comentários agressivos; personagem passou a ser odiado após fazer dívida de drogas e prejudicar Joélly

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em 1988, quando viveu Odete Roitman na primeira versão de “Vale Tudo”, Beatriz Segall (1926-2018) precisou parar de sair de casa. A atriz relatou em várias entrevistas que era confudida com a vilã e hostilizada nas ruas.

    Quem achava que confundir ator com personagem era coisa de antigamente, no entanto, está enganado. Paulo Mendes, um ator da geração Z, que vive o mimado Raul em “Três Graças”, precisou explicar nas redes sociais que não é o Raul. “Ele é ele e eu sou eu”, tentou simplificar o artista.

    “Que capítulo eletrizante!”, falou Paulo. “Recebi umas mensagens e vim avisar que não sou o personagem. Sou apenas o ator. Aquele é um personagem, que não tem nada a ver comigo. Sou outra pessoa completamente diferente”, explicou.

    “Fica o recado: aquele cara não sou eu. Eu sou eu. Você é você”, reiterou Paulo.

    Em “Três Graças”, o filho de Arminda (Grazi Massafera) fez uma dívida de drogas e foi sequestrado pelo traficante Bagdá (Xamã), obrigando Joélly (Alana Cabral) a vender o bebê por R$ 60 mil para quitar a dívida.

    Hostilizado, Paulo Mendes explica que não é o Raul de 'Três Graças'