Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Entenda como o BBB 26 vai tentar evitar críticas ao fazer do público o chefão do jogo

    Entenda como o BBB 26 vai tentar evitar críticas ao fazer do público o chefão do jogo

    A Globo diz que a ideia é fazê-los pensar no mundo dos sonhos, mas as paredes parecem ilustrar também a confusão que promete ser esta 26ª edição do BBB. O programa extrapolou nas invenções, e já de cara criou dinâmicas que devem confundir, para o bem e para o mal, jogadores e público.

    GUILHERME LUIS
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Quem adentrar o Big Brother Brasil, nesta segunda-feira (12), vai se deparar com o muro da casa desenhado de um jeito inusitado. Nele, há uma baleia sobrevoando rochas, uma nave extraterrestre e um astronauta surfista. No paredão oposto, um trem escapa das garras de um monstro enquanto uma zebra alada tenta puxar o veículo com correntes.

    A Globo diz que a ideia é fazê-los pensar no mundo dos sonhos, mas as paredes parecem ilustrar também a confusão que promete ser esta 26ª edição do BBB. O programa extrapolou nas invenções, e já de cara criou dinâmicas que devem confundir, para o bem e para o mal, jogadores e público.

    Para começar, haverá a maior mistura de tipos de participantes de todas as temporadas. São três categorias -os anônimos, os convidados supostamente famosos, ainda não revelados, e os veteranos, ex-BBBs que ganharam uma nova chance. Este, aliás, era um desejo antigo dos fãs que o canal finalmente atendeu.

    Além disso, a Globo espalhou casas de vidro nas cinco regiões do país para que o público conhecesse, ao longo deste final de semana, possíveis participantes. Foram selecionadas 20 pessoas, dez homens e dez mulheres, e apenas metade vai entrar no programa. A decisão será do público, por meio de votação, e o resultado deve ser anunciado na noite deste domingo, um dia antes da estreia.

    Pela primeira vez, portanto, será de responsabilidade dos espectadores escolher boa parte do elenco. A dinâmica foi aprovada por alguns, mas desagradou outros -nas redes sociais, pessoas disseram que essa é uma maneira fácil de a emissora se eximir da culpa de escalar um elenco ruim, como aconteceu na edição do ano passado.

    “Estamos criando dinâmicas para que as pessoas se tornem coautores do programa. Haverá várias formas de fazer do público o verdadeiro ‘big boss’”, afirmou a diretora Angélica Campos, em uma conversa com jornalistas e influenciadores em evento na casa do BBB, na última quinta-feira (8).

    Isso porque o BBB perdeu seu antigo “big boss”, o chefão Boninho, que saiu da Globo em 2024. O jogo do ano passado foi comandado por Marcelo Dourado, antigo braço direito do antecessor.

    O BBB 25 foi considerado um fracasso. Não só em termos de audiência -que, embora satisfatória para a Globo, foi a menor da história do programa-, mas especialmente pelos participantes, reprovados nas redes sociais.

    Mesmo internamente, na Globo, eles não agradaram. Prova disso é que nenhum ganhou carreira nos programas principais do canal, como vinha acontecendo nas edições anteriores, que rendiam ora uma apresentadora, ora uma atriz de novela.

    Por isso, talvez, ainda na intenção de evitar ser culpada por um jogo monótono, a Globo decidiu que agora qualquer participante poderá ser substituído pelo público se não estiver rendendo -as chamadas “plantas”. É a primeira vez que esse tipo de superpoder é proposto aos espectadores.

    No ano passado, não caiu bem também a quantidade de ações de publicidade espalhadas pelo programa, especialmente nas provas.
    Neste ano, os comerciais devem só aumentar. O BBB 26 já bateu recorde de faturamento, com 19 cotas vendidas para 15 marcas diferentes, um rendimento de R$ 1,1 bilhão à Globo. É prova de que, desagrade ou não, o programa ainda é a maior galinha dos ovos de ouro da emissora.

    Ouro e dinheiro, inclusive, enfeitam a nova sala de estar do BBB. Cédulas e pepitas de ouro falsas foram espalhadas pela mesa de centro, e, nas paredes, placas mostram o sinal de cifrão. A ideia parece ser lembrar diariamente os participantes do porquê eles estão ali, e, quem sabe, sacudir o jogo.
    *
    O jornalista viajou a convite da Globo

    BIG BROTHER BRASIL 26
    – Quando Estreia nesta segunda-feira, dia 12, após a novela ‘Três Graças’
    – Classificação 16 anos
    – Produção Brasil, 2025

    Entenda como o BBB 26 vai tentar evitar críticas ao fazer do público o chefão do jogo

  • Ser mãe é um desejo meu, não uma obrigação, diz Barbara Reis, a Lena de 'Três Graças'

    Ser mãe é um desejo meu, não uma obrigação, diz Barbara Reis, a Lena de 'Três Graças'

    “Tem sido um desafio muito rico para mim. Desde que recebi os primeiros textos, entendi que estava lidando com uma personagem atravessada por um desejo muito profundo de maternidade, mas também por muitas camadas de solidão e frustração”, comenta a artista.

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Aos 36 anos, a atriz Barbara Reis diz não ter pressa para ser mãe. Situação contrária à que encarna em “Três Graças”. Na trama da Globo, Lena, sua personagem, compra o bebê esperado por Joélly (Alana Cabral). Mesmo sem gestação real, ela sente enjoos, tonturas e a chamada gravidez psicológica.

    “Tem sido um desafio muito rico para mim. Desde que recebi os primeiros textos, entendi que estava lidando com uma personagem atravessada por um desejo muito profundo de maternidade, mas também por muitas camadas de solidão e frustração”, comenta a artista.

    “A preparação foi mais interna: procurei entender casos reais de mulheres que passam por dificuldades para engravidar ou por gravidez psicológica. Li relatos, reportagens e ouvi histórias próximas. Não tenho na família casos de infertilidade, mas conheço amigas que viveram isso”, diz.

    Na visão da atriz, Lena é uma mulher muito intensa e com personalidade forte.É amorosa, mas carrega feridas emocionais grandes. “As frustrações dela vêm de uma idealização de que a ter um filho preencheria todos os vazios da vida. Eu a vejo como alguém que muitas vezes age por impulso e pela emoção do momento. O público pode esperar uma personagem cheia de reviravoltas, que pode tomar atitudes extremas”, revela.

    Fora da ficção, Barbara não tem filhos. Ainda. Ela congelou óvulos para tentar realizar seu desejo de ser mãe no momento em que achar conveniente. A atriz é casada com o ator Raphael Najan desde 2023.

    “Ser mãe é um desejo, uma vontade minha, mas não é algo que encaro como obrigação ou meta imediata. Penso mais em médio e longo prazos, quando a vida apontar esse caminho. As cenas que envolvem maternidade mexem comigo de forma humana, claro, mas tento usar isso como combustível artístico e não como algo pessoal que me paralise”, reforça.

    Barbara diz que as recorrentes perguntas a respeito desse tema, quando respeitosas, não a incomodam. “O que me incomoda é a ideia de que exista um tempo ‘correto’ para engravidar. Eu não acredito nisso”, afirma. “Cada mulher tem sua história, seu corpo, seus planos e seu próprio relógio. Para mim, o tempo certo é o tempo possível e desejado por cada uma, sem pressão externa.”

    ESTREIA EM COMÉDIA E NOVOS PLANOS

    Desde o último dia 8 de janeiro, Barbara pode ser vista nas telonas do cinema na comédia “Agentes Muito Especiais”. O longa vem à tona de forma paralela ao drama apresentado por ela em “Três Graças”. A atriz conta como consegue “virar a chavinha” para atuar em núcleos tão distintos.

    “É um exercício delicioso como atriz. A comédia tem outro ritmo, outra música, e me permitiu mostrar uma faceta mais leve que o público ainda não conhecia. Ao mesmo tempo, o drama me mantém num lugar de profundidade. Poder transitar entre essas energias só reforça o quanto nossa profissão é múltipla”, conta.

    Apesar de ser um filme de humor, protagonizado pelos comediantes Marcus Majella e Pedroca Monteiro, a policial Nanda, interpretada por Barbara, não faz necessariamente piadas, mas funciona, segundo a atriz, como um contraponto, quase como um eixo de realidade no meio das confusões dos agentes.

    Ela tem mais planos para 2026. É o ano em que celebra uma década desde sua estreia na atuação, em “Velho Chico” (2016). E conta que quer diversificar com séries, cinema e possivelmente teatro. Além disso, diz querer experimentar processos diferentes e personagens mais curtos também.

    “Tenho muito orgulho do caminho que percorri. E ainda tenho sonhos: viver uma protagonista de comédia romântica, fazer uma vilã de época ou personagens que me tirem totalmente da zona de conforto”.

    Ser mãe é um desejo meu, não uma obrigação, diz Barbara Reis, a Lena de 'Três Graças'

  • Morre Bob Weir, fundador e guitarrista do Grateful Dead, aos 78 anos

    Morre Bob Weir, fundador e guitarrista do Grateful Dead, aos 78 anos

    Bob Weir, fundador e guitarrista do Grateful Dead, banda reconhecida pelo som do ‘acid rock’ da cidade norte-americana de São Francisco, na década de 60, morreu aos 78 anos, anunciou a família.

    Faleceu em paz, cercado por seus entes queridos, após lutar bravamente contra o câncer, como só Bobby sabia fazer. Infelizmente, acabou sucumbindo a problemas pulmonares preexistentes”, diz um comunicado divulgado no sábado.

    A nota, publicada no site oficial do músico e na rede social Instagram, não especifica o local nem a data da morte de Weir.

    Em julho, o guitarrista havia sido diagnosticado com câncer, mas, apesar do tratamento, comemorou 60 anos de carreira nos palcos no mês seguinte, com três noites consecutivas de apresentações em sua cidade natal, São Francisco.

    Weir foi um dos integrantes do quinteto que fundou o Grateful Dead em 1965, ao lado do vocalista, guitarrista e principal compositor da banda, Jerry Garcia, que morreu em 1995; do tecladista e vocalista Ron “Pigpen” McKernan, falecido em 1973; do baixista Phil Lesh, que morreu em 2024; e do baterista Bill Kreutzmann, único ainda vivo.

    A banda lançou 13 álbuns de estúdio, entre eles Workingman’s Dead (1970) e American Beauty (1971).

    Após a morte de Garcia e a dissolução do grupo, os Grateful Dead voltaram a se reunir para turnês em 2009 e 2015, esta última em comemoração aos 50 anos da banda.

    O grupo foi homenageado em janeiro de 2025, durante uma gala beneficente realizada antes da cerimônia de entrega do Grammy, em Los Angeles.

    Morre Bob Weir, fundador e guitarrista do Grateful Dead, aos 78 anos

  • Famosos lamentam morte de Manoel Carlos

    Famosos lamentam morte de Manoel Carlos

    Gabriela Duarte, que trabalhou em “Por Amor” (1997), agradeceu ao autor pela “grande chance profissional de sua vida”.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – “Perdemos o mestre”, afirmou Walcyr Carrasco ao saber da morte do colega Manoel Carlos, neste sábado (10), aos 92 anos.

    “Foi inspiração para todos os novelistas ao falar do cotidiano, ao fazer aquelas cenas de amor que enterneciam, mexiam, piravam a gente. Acredito que aprendi muito com ele. Adeus, Manoel Carlos, você foi, mas fica nas suas obras”, falou Walcyr em vídeo publicado nas redes sociais.

     

     
     
     

     
     
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    Maitê Proença, que viveu a segunda Helena de Maneco em “Felicidade” (1991), também lamentou a morte em suas redes sociais. “Ah, Maneco adorado, voe bem leve, voe para a paz. Leve junto nosso imenso amor e admiração”, escreveu.

     
     
     

     
     
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    Gabriela Duarte, que trabalhou em “Por Amor” (1997), agradeceu ao autor pela “grande chance profissional de sua vida”. “Serei eternamente grata a você, Maneco, por ter dado a grande chance profissional da minha vida. Se não fosse você, toda minha história poderia ter sido diferente. Obrigada por tantas histórias lindas, genialmente contadas, inesquecíveis. O Brasil te aplaude de pé. Você está eternizado em nossa cultura e em nossos corações. Meus sentimentos à Julia Almeida e aos familiares”, escreveu.

     
     
     

     
     
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    Carolina Ferraz, que trabalhou em “História de Amor” (1995), homenageou o autor com um texto nas redes “É com grande pesar que venho prestar minha homenagem a este autor que tantas coisas boas fez na dramaturgia brasileira. Tive o prazer de estar com ele em algumas de suas obras e sempre fui surpreendida com sua generosidade e habilidade incrível de tratar o dia a dia com poesia”, escreveu a atriz.

    “Maneco sempre escreveu muito bem para mulheres, suas personagens femininas são inesquecíveis e foram vividas por um grande elenco de atrizes talentosíssimas. Sei do seu afastamento nos últimos anos por razão de saúde e sempre, quero repetir sempre, fui e serei agradecida pela parceria e oportunidades maravilhosas! Trabalhar com vc foi um grande prazer. Um beijo grande e carinhoso, cheio de respeito à toda família”, completou.

     
     
     

     
     
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    Famosos lamentam morte de Manoel Carlos

  • Relembre as Helenas das novelas do dramaturgo Manoel Carlos

    Relembre as Helenas das novelas do dramaturgo Manoel Carlos

    Regina Duarte, que deixou a Globo durante o governo Bolsonaro para coordenar a secretaria de Cultura do então presidente por um período de menos de três meses, foi quem mais assumiu o nome em novelas de Manoel Carlos.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu o dramaturgo Manoel Carlos neste sábado (10), no Rio de Janeiro, aos 92 anos. A morte foi confirmada no perfil da produtora Boa Palavra, responsável pelo legado do escritor. A causa da morte não foi informada. O velório será restrito à família e amigos íntimos.

    O dramaturgo levou à televisão brasileira tramas de sucesso, de “Por Amor” a “Mulheres Apaixonadas”, ainda criou toda uma gama de personagens femininas icônicas que compartilhavam o nome, Helena.

    Assim, o escritor criou uma marca bastante pessoal e reconhecida para seus folhetins, que se desdobraram a partir da musa da vez. No total, foram nove Helenas em sua carreira.

    Regina Duarte, que deixou a Globo durante o governo Bolsonaro para coordenar a secretaria de Cultura do então presidente por um período de menos de três meses, foi quem mais assumiu o nome em novelas de Manoel Carlos. Ela foi Helena em três ocasiões, com “História de Amor”, de 1995, “Por Amor”, de 1997, e “Páginas da Vida”, de 2006.

    A onda de Helenas, o dramaturgo já explicou em entrevistas, vem da Helena de Troia da mitologia grega, considerada a mulher mais bela do mundo. E também há influência de seu primeiro trabalho na TV, uma adaptação do romance homônimo de Machado de Assis, levada à TV Paulista em 1952.

    Quem inaugurou oficialmente essa coleção de personagens criadas por Manoel Carlos, no entanto, foi Lilian Lemmertz, em “Baila Comigo”, já da Globo, em 1981. Sua filha, a também atriz Julia Lemmertz, assumiria o nome 33 anos depois, em “Em Família”, última novela do nonagenário. Julia Dalavia e Bruna Marquezine fizeram as cenas da personagem em sua juventude.

    Em “Felicidade”, de 1991, foi a vez de Maitê Proença, e em “Laços de Família”, de 2000, de Vera Fischer, que interpretava uma mãe que abre mão do amor pelo galã vivido por Reynaldo Gianecchini para ver a filha, feita por Carolina Dieckmann, feliz.

    Christiane Torloni assumiu uma Helena em 2002, ano de “Mulheres Apaixonadas”, já aderindo à onda de empoderamento feminino do novo século, com uma personagem que termina o casamento para viver um antigo amor.

    Em 2009, seria a vez de Taís Araujo dar vida à primeira Helena negra da obra de Manoel Carlos, em “Viver a Vida”. A atriz hoje relembra com frustração a forma como a personagem foi recebida pelo público e o tratamento que recebeu nos bastidores.

    Relembre as Helenas das novelas do dramaturgo Manoel Carlos

  • Morre Manoel Carlos, autor que marcou a história das novelas, aos 92 anos

    Morre Manoel Carlos, autor que marcou a história das novelas, aos 92 anos

    A morte foi confirmada nas redes sociais da produtora Boa Palavra, responsável pelo legado do escritor. O velório será restrito à família e amigos íntimos.

    LAURA MATTOS
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu, neste sábado, o dramaturgo, produtor e diretor Manoel Carlos, no Rio de Janeiro, aos 92 anos. Autor de novelas como “Por Amor”, “História de Amor”, “Mulheres Apaixonadas” e “Páginas da Vida”, ele foi um dos nomes mais importantes da teledramaturgia nacional na Globo, emissora onde se destacou a partir dos anos 1980, explorando nas tramas a vida da burguesia carioca, sobretudo no Leblon.

    A morte foi confirmada nas redes sociais da produtora Boa Palavra, responsável pelo legado do escritor. O velório será restrito à família e amigos íntimos.

    A causa da morte não foi divulgada, mas Maneco -como era conhecido- lidava com a doença de Parkinson há mais de uma década. Ele enfrentava pioras no seu quadro nos últimos anos, com agravamento motor e cognitivo.

    Sua última novela foi “Em Família”, de 2014, título em que abordou a doença da qual sofria por meio de um personagem interpretado por Paulo José, estrela que também tinha Parkinson. A saída de Manoel Carlos da Globo, em 2015, foi tumultuada e, ainda hoje, é motivo de desentendimento.

    Em setembro do ano passado, a Boa Palavra, criada pela atriz Julia Almeida, entrou com uma ação na Justiça do Rio de Janeiro contra a Globo, afirmando que a emissora não vinha prestando contas, detalhadamente, do que paga sobre as produções feitas por Maneco, reprisadas constantemente pelo canal.

    Manoel Carlos foi uma espécie de versão masculina das Helenas, as protagonistas de suas novelas, a maioria delas mulheres ricas que vivem tragédias diante das quais o dinheiro nada importa. A sequência de fatalidades que enfrentou atrás das telas contrasta com a de glórias na frente delas. Enquanto sua vida pessoal parece uma novela, a profissional é um verdadeiro documentário da história da televisão brasileira.

    No roteiro do que seria uma novela sobre Maneco, seu apelido, estão os dramas da morte precoce e trágica da primeira mulher e dos três filhos. Maria de Lourdes, aos 37 anos, tropeçou no salto alto e morreu ao cair da escada de casa. Eles tinham dois filhos, que também morreriam prematuramente. O mais novo, Ricardo, portador de HIV, com 32, em 1988, e o primogênito, Manoel Carlos Jr., de infarto, aos 58, em 2012.

    Traumatizado, Maneco falava da alegria inesperada de ter tido, já aos 60 anos, um filho caçula, Pedro, do terceiro casamento, com Betty -eles tiveram também uma filha, a atriz Júlia Almeida. Era uma espécie de pai-avô e tinha 81 anos quando o garoto, aos 22, morreu de mal súbito, em 2014, menos de dois anos após o primogênito.

    Além do drama, Maneco tem em comum com seus personagens os percalços até se estabelecer na alta sociedade. Ele nasceu em 14 de março de 1933 e passou a infância no Pari, então um bairro residencial de São Paulo, em uma vida de classe média alta, na qual se misturavam as origens portuguesas do pai, José Maria, às sergipanas da mãe, Olga. Uma reviravolta financeira viria nos anos 1950, quando o pai foi à falência e perdeu, entre outros bens, imóveis, uma fábrica de móveis e duas de ladrilhos.

    Quando criança e adolescente, Maneco era “da pá virada”, saía de um castigo para entrar em outro, até que os pais o mandaram para um colégio interno, de padres, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Lá, repetiu de ano e abandonou a escola antes de se formar no então ginasial, hoje ensino fundamental. Nunca recebeu um diploma. Formou-se fora das escolas, devorando músicas, livros, peças de teatro.

    Conectou-se desde pequeno ao teatro amador, ainda no ambiente escolar, e, posteriormente, fez parte de grupos ligados a igrejas e a sindicatos. Escrevia, produzia e interpretava os textos. Foi por aí que chegou à televisão, em um programa da Tupi de teleteatros, dirigido por Antunes Filho. A TV mal tinha completado um ano de existência no Brasil, e Maneco, os seus 18 anos. Era assim mesmo à época, quase todos que se aventuravam naquele veículo novo e meio maluco eram muito jovens.

    Foi do alto dos 19 anos que Manoel Carlos, após a passagem pela Tupi, foi contratado como ator, autor, produtor e diretor da TV Paulista, inaugurada naquele ano de 1952. Em um estúdio pequeno e com condições técnicas precárias, ele comandava apresentações de adaptações de textos de Shakespeare ao vivo, como tudo o que era feito na TV. Logo rumou para outra emissora recém-inaugurada, a Record, em 1953, no mesmo ano em que se casou com Maria de Lourdes. Mantinha em paralelo a sua carreira no teatro, àquela altura já profissional, e foi no ambiente dos palcos e das coxias que conheceu grande parte dos profissionais com quem trabalharia na TV.

    Um deles foi o ator e diretor Sérgio Britto, que o convidou para retornar à Tupi, em 1956. Maneco então fez mais de cem adaptações de clássicos literários para o “Grande Teatro Tupi”, programa no qual a teledramaturgia brasileira deu os primeiros passos. Além de roteirista, Manoel Carlos foi também ator desses teleteatros, ao lado de um elenco formado por estrelas como Fernanda Montenegro e Nathália Timberg.

    Mas era como autor que mais se destacava e, em 1960, elaborou o roteiro do musical de inauguração da TV Excelsior. Na nova emissora, criou o “Brasil 60”, programa de variedades apresentado por Bibi Ferreira. Em 1963, encerrou sua passagem pela Excelsior dirigindo um show de Ray Charles e se mudou para o Rio. Era, então, casado com a radialista Cidinha Campos, com quem teve uma filha, Maria Carolina.

    Foi roteirista do programa de Chico Anysio na TV Rio. Estava na sede da emissora, quando assistiu, pela janela, ao lado do diretor Walter Clark e do apresentador Flávio Cavalcanti, a tomada do Forte de Copacabana no golpe militar de 1964. Assustado, retornou com a família para São Paulo. Voltou, então, a trabalhar na TV Record, para onde também se transferiu Chico Anysio, que o chamou para dirigir o seu programa.

    Foi nessa época que participou de uma reunião na qual o diretor artístico da Record, Paulo Machado de Carvalho, disse que a emissora deveria investir em musicais porque a teledramaturgia, grande aposta da Tupi e da Excelsior, não teria futuro no Brasil. A previsão equivocada teve um lado bom: deu início à era de ouro dos musicais na TV.

    Com a experiência do “Brasil 60”, Maneco entrou com tudo nessa estratégia da Record. Criou e dirigiu “O Fino da Bossa”, apresentado por Jair Rodrigues e Elis Regina, que ele selecionou em um concurso de cantoras. Foi Maneco também que assinou, em nome da Record, o contrato com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa para o programa “Jovem Guarda”. Ele foi um dos mais atuantes na formação de um elenco que incorporou novos talentos como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

    Além dos musicais, participou da elaboração de uma série de programas memoráveis de variedades e de humor, como a “A Família Trapo”. Dentre os vários em que atuou estão “Corte Rayol Show”, “Hebe Camargo” e “Esta Noite se Improvisa”. A programação acumulava recordes de audiência, e a Record, em 1966, decidiu levar ao ar os festivais da Música Popular Brasileira, marcos da história da cultura do país.

    Aos poucos, com o excesso de musicais, a fórmula foi se esgotando, e a audiência, caindo. Maneco deixou então a emissora para trabalhar no mercado fonográfico, em que se tornou um nome respeitado, como produtor de discos e espetáculos. Dirigiu em 1971 o histórico show Construção, de Chico Buarque, no Canecão, no Rio. Em 1973, foi diretor do memorável festival Phono 73, no Anhembi, em São Paulo, que teve nomes como Raul Seixas, Rita Lee, Chico Buarque, Gal Costa, Caetano Veloso e Elis. O evento teve uma passagem marcante da censura da ditadura militar: os microfones de Chico e Gil foram desligados pelos censores quando eles cantavam “Cálice”.

    Nesse mesmo ano de 1973, Maneco começou a trabalhar na Globo, convidado por um velho amigo, Jô Soares, que à ocasião apresentava um programa de entrevistas, o “Globo Gente”. Com tantos musicais no currículo, foi chamado por Boni, o diretor da emissora, para participar da criação de um programa de variedades dominical, o “Fantástico”, no qual a música teria destaque. A ideia inicial era de que todo o conteúdo -musicais, humor, jornalismo- fosse costurado em uma narrativa com o tom da esperança. Maneco foi encarregado de escrever os roteiros de forma a amarrar as atrações com esse sentido e logo se tornou diretor-geral do “Fantástico”.

    Enquanto isso, as novelas da Globo, contrariando por completo a previsão do diretor da Record sobre o fim da teledramaturgia, consolidavam-se como o principal produto da indústria cultural brasileira. Eram o programa preferido do público, a maior fonte de faturamento da TV. Mas havia poucos autores além dos principais, Janete Clair e Dias Gomes, que tinham de escrever novela atrás de novela. Era preciso buscar novos nomes, e Maneco foi escalado. Tinha feito alguns trabalhos como roteirista de novelas nos anos 1950 na Tupi, todas de curta duração, não diárias e ao vivo, além de contar com a sólida experiência na adaptação de textos literários para os teleteatros.

    Começou na Globo com uma novela das 18h, “Maria Maria” (1978), adaptação do romance “Maria Dusá”, de Lindolfo Rocha. Entrou para o horário nobre, o da novela das oito, como colaborador de Gilberto Braga em “Água Viva” (1980). Depois fez “Baila Comigo” (1981), a primeira que escreveu sozinho para as 20h, um sucesso, com a história dos gêmeos João Victor e Quinzinho (Tony Ramos), separados na infância.
    Na sua novela seguinte, “Sol de Verão” (1982), sofreu o trauma pela morte de Jardel Filho, que fazia o papel do protagonista. Foi quando passou uma temporada de sete anos fora da Globo e fez novelas para a Colômbia e para o mercado latino nos EUA. Imprimiu o estilo realista da teledramaturgia brasileira às produções latinas, conhecidas por tramas mirabolantes e pelo excesso de maquiagem nos atores.

    Também fez trabalhos para a Manchete e para a Band até retornar para a Globo em 1991, com a novela das seis “Felicidade”. Nessa trama, a personagem principal, interpretada por Maitê Proença, se chamava Helena, uma retomada ao nome da heroína de “Baila Comigo”, papel de Lilian Lemmertz. A partir de então, todas as suas protagonistas se chamariam Helena, entre elas as vividas por Regina Duarte em “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006), Vera Fischer em “Laços de Família” (2000) e Christiane Torloni em “Mulheres Apaixonadas” (2003).

    A escolha do nome havia sido aleatória, Maneco dizia. Todas eram mulheres fortes, que sofriam capítulo a capítulo. Não eram perfeitas, longe disso, e até mentiam, mas sempre por amor. Um exemplo marcante, de grande ousadia, foi o do enredo central de “Por Amor”, em que Regina Duarte e Gabriela Duarte atuaram como mãe e filha, respectivamente Helena e Maria Eduarda. Na trama, as duas ficam grávidas e dão à luz no mesmo dia, em quartos vizinhos do hospital. O bebê de Maria Eduarda morre no parto e ela não pode mais ter filhos. Helena, então, pede ao médico para trocar os recém-nascidos, colocando o seu filho, saudável, no lugar do que havia morrido.

    Helenas fazem tudo pelos filhos. A de Vera Fischer, em “Laços de Família”, abriu mão do namorado, o jovem Edu (Reynaldo Gianecchini), para que a filha, Camila (Carolina Dieckmann), ficasse com ele. No decorrer da história, Camila tem leucemia, e Helena deixa de lado um outro relacionamento amoroso para engravidar, na esperança de que o bebê pudesse doar a medula à irmã. É dessa novela uma cena antológica da TV, em que Camila, em razão da quimioterapia, raspa os cabelos aos prantos.

    O câncer está no rol de temas que Maneco retratava como merchandising social, verdadeiras campanhas de conscientização. Suas novelas também abordaram, com esse viés, a síndrome de Down, a vida de pessoas com deficiência, o alcoolismo e a falta de respeito aos idosos, um problema que Maneco dizia enfrentar no Brasil.

    As histórias trazem dramas da classe média e alta, do universo do autor. Seu estilo é o da crônica urbana, um mosaico de personagens em que as histórias se cruzam nos elevadores dos prédios do Leblon, no calçadão, na banca de jornal ou na padaria do bairro, todos lugares que Maneco frequentava. É da rotina desses personagens que extrai as histórias, os diálogos em torno das fartas mesas de café da manhã, dos jantares finos, na academia, na praia. “Minhas novelas retratam o cotidiano da classe média, seus dramas, desejos, suas vidinhas comuns e banais”, disse em entrevista.

    Consagrou-se pela sensibilidade com que criava personagens femininos. Escrevia com facilidade diálogos em que as mulheres falavam de sexo, casamento, filhos, carreira, envelhecimento. Era chamado de especialista na alma feminina. Costumava relacionar essa capacidade ao fato de ter tido uma relação muito forte com a mãe e, além dela, ter sido criado pelas duas avós e por duas tias solteiras, fora a convivência com as irmãs. Em uma reportagem, certa vez, foi chamado de “O Chico Buarque das novelas”.

    “As mulheres têm mais força, são mais heroicas e têm mais caráter que os homens”, afirmou, ao comentar a preferência por personagens femininas. Foi escolhido pelo diretor Jayme Monjardim, que o chamava de “autor do coração das mulheres”, para roteirizar a minissérie “Maysa” (2009), sobre a famosa cantora de MPB, sua mãe. Outra minissérie de Maneco, sucesso de repercussão e de audiência, foi “Presença de Anita” (2001), baseada em um romance de Mário Donato. Na TV, o triângulo amoroso entre uma garota (Mel Lisboa), um menino da sua idade (Leonardo Miggiorin) e um homem bem mais velho (José Mayer) foi regado a cenas ousadas de sexo e nudez.

    A leitura do livro de Donato havia marcado a adolescência de Maneco, que, desde cedo, além de romances, devorava poemas. Também escrevia poesias, publicadas em revistas, jornais e no livro “Bicho Alado”. A sensibilidade poética e musical o levaram a atuar diretamente na escolha da trilha sonora de suas novelas, regadas pelo melhor da bossa nova, o que também se tornou sua marca. Era ao som de Vinicius e Tom Jobim que as Helenas, assim como Manoel Carlos, viviam entre a cobertura do Leblon e o calçadão, alternando dias sombrios e outros ensolarados, em busca de um final feliz.

    Morre Manoel Carlos, autor que marcou a história das novelas, aos 92 anos

  • Demi Moore faz rara publicação mais íntima sobre Bruce Willis

    Demi Moore faz rara publicação mais íntima sobre Bruce Willis

    A atriz Demi Moore recordou o casamento com Bruce Willis e fez uma rara publicação mais íntima, tendo contado que o ator tinha o “Dia do Neil Diamond”, pois adorava o cantor e compositor americano.

    Demi Moore marcou presença na exibição privada do filme Song Sung Blue, estrelado por Kate Hudson, no Soho House, em Los Angeles.

    Durante uma conversa no evento, em determinado momento, Demi Moore falou sobre o ex-marido, o também ator Bruce Willis, com quem foi casada entre 1987 e 2000. Juntos, vale lembrar, são pais de três filhas: Rumer, de 37 anos, Scout, de 34, e Tallulah, de 31.

    Demi contou que Bruce é um grande fã das músicas de Neil Diamond e que, por isso, o filme ocupa um lugar especial em seu coração.

    “É algo um pouco pessoal, mas o Bruce sempre teve, toda semana, o Dia de Neil Diamond”, revelou.

    Neil Diamond lançou a canção Song Sung Blue, que inspirou o título do filme, em 1972. “Quando começamos a namorar, um dia ele colocou Neil Diamond para tocar no volume máximo. Eu fiquei tipo: ‘O que você está fazendo?’. Ele disse que era o dia do Neil Diamond! E ficou ouvindo Neil o dia todo, fazendo isso por anos. Ele era um grande fã do Neil. E eu também”, compartilhou Demi ao falar sobre o ex-marido.

    O fim do casamento com Demi Moore e a relação com Emma Heming Willis

    Anos depois da separação de Demi Moore, em 2000, Bruce Willis se casou novamente. O ator oficializou a união com Emma Heming Willis em 2009.

    Mais tarde, em abril de 2012, Bruce e Emma tiveram a primeira filha juntos, Mabel Ray Willis. Dois anos depois, em maio de 2014, o casal deu as boas-vindas à segunda filha, Evelyn Penn Willis.

    No dia 30 de dezembro, o casal celebrou uma data muito especial: 18 anos desde o início do relacionamento. Ao relembrar uma foto antiga em sua página no Instagram, Emma Heming Willis fez uma declaração emocionada.

    “Há 18 anos, ele se tornou meu namorado. Com um beijo no topo da minha cabeça, o tempo parou. Tenho muita sorte por conhecer esse tipo de amor”, escreveu.

    A doença que afastou Bruce Willis da atuação

    Os últimos anos têm sido desafiadores para toda a família de Bruce Willis. Em 2022, o ator foi diagnosticado com afasia, condição que o levou a se aposentar da atuação. Posteriormente, os médicos identificaram que ele sofre de demência frontotemporal.

    Recentemente, ao falar sobre as celebrações de Natal no ano passado, Emma destacou que “Bruce sempre amou o Natal” e acrescentou: “E nós adoramos celebrá-lo com ele”.

    Após o diagnóstico de demência frontotemporal, Emma contou que a época festiva passou a ser vivida “de uma forma diferente”, mas ainda com “alegria”.

    Ainda assim, ela admite que nem sempre é fácil lidar com essa nova realidade. “Pode ser muito difícil… principalmente quando se trata de um feriado que sempre trouxe tanta diversão, alegria, conexão e família.”

    Demi Moore faz rara publicação mais íntima sobre Bruce Willis

  • Atriz de 'iCarly' desabafa sobre relacionamento 'perturbador' na série

    Atriz de 'iCarly' desabafa sobre relacionamento 'perturbador' na série

    Jennette encerrou a carreira de atriz em 2017 e, desde então, atua como escritora, diretora e podcaster.

    Jennette McCurdy, conhecida por interpretar Sam na série infantil iCarly entre 2007 e 2012, falou abertamente sobre um relacionamento que viveu no início da vida adulta com um homem bem mais velho, conhecido durante seu período de trabalho na Nickelodeon. Atualmente com 33 anos, a ex-atriz compartilhou o relato em entrevista ao podcast Call Her Daddy, nesta semana.

    Segundo Jennette, ela tinha cerca de 18 anos na época, enquanto o parceiro já passava dos 30. O relacionamento, que ela descreve hoje como perturbador, envolvia situações em que fingia gostar de filmes e músicas escolhidos por ele para agradá-lo. Ela relembrou títulos e canções que não despertavam seu interesse, mas que aceitava para manter a convivência. A atriz também contou que o homem frequentemente chegava embriagado aos encontros, o que tornava a relação cansativa e confusa.

    Sem nunca ter consumido álcool até então, Jennette afirmou que não conseguia avaliar se o comportamento dele era normal. Em diversos momentos, ele aparecia bêbado em seu apartamento, e os encontros se limitavam a contato físico por cima da roupa durante meses. Naquele período, ela havia acabado de sair da casa da mãe e via o namoro como um sinal de independência e maturidade.

    Tentando manter o relacionamento em segredo, especialmente da mãe, Jennette decidiu alugar um quarto de hotel para os encontros. Ela escolheu um local próximo à Universal Studios, que considerava um bom hotel na época. No entanto, o parceiro novamente chegou alcoolizado e insistiu em práticas sexuais que ela não conhecia. Criada em uma família mórmon e educada em casa, Jennette afirmou que não tinha qualquer referência sobre o assunto, o que tornou a situação desconfortável e difícil de assimilar.

    Ela descreveu o episódio como sua primeira experiência com uma atividade sexual mais concreta. Jennette também refletiu que, naquele momento, não se sentia conectada a pessoas de sua idade e acreditava que namorar alguém mais velho a tornava especial e madura, percepção reforçada constantemente pelo parceiro. Hoje, ela avalia essa fase com vergonha e constrangimento.

    Jennette encerrou a carreira de atriz em 2017 e, desde então, atua como escritora, diretora e podcaster.

    Atriz de 'iCarly' desabafa sobre relacionamento 'perturbador' na série

  • Michael Jackson não dormia atormentado com acusações de abuso, relembra amigo

    Michael Jackson não dormia atormentado com acusações de abuso, relembra amigo

    Em entrevista ao tabloide britânico The Sun, Beck relembra que Michael o ligava no meio da madrugada para questioná-lo quais músicas seriam trabalhadas como single, por exemplo. O cantor, diz Beck, viveu um período turbulento após surgirem as primeiras acusações de abuso infantil nos anos 1990.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Michael Jackson passava noites acordado, atormentado pelas dúvidas sobre como levar sua carreira para a frente. É o que conta Dan Beck, ex-executivo da gravadora Epic Records, um dos amigos mais próximos do astro do pop, que lança o livro de memórias “You’ve Got Michael: Living Through History”.

    Em entrevista ao tabloide britânico The Sun, Beck relembra que Michael o ligava no meio da madrugada para questioná-lo quais músicas seriam trabalhadas como single, por exemplo. O cantor, diz Beck, viveu um período turbulento após surgirem as primeiras acusações de abuso infantil nos anos 1990.

    “Eu ia até Michael com uma pilha de comentários que os fãs haviam feito, muitos deles duros”, disse Beck ao The Sun.

    Foi nessa fase que a gravadora de Michael contratou o executivo e outras pessoas para tentar salvar a carreira do artista. Eles se tornaram amigos e confidentes quando trabalharam na estratégia de lançamento do álbum “Dangerous”, de 1991.

    Jackson, atormentado pelas acusações e pela insônia, ficou viciado em analgésicos e teve de ir para clínicas de reabilitação.
    No seu novo livro, Beck narra os bastidores do lançamento do disco “History”, de 1995.

    Michael Jackson não dormia atormentado com acusações de abuso, relembra amigo

  • Ator turco Can Yaman é preso em operação antidrogas em Istambul

    Ator turco Can Yaman é preso em operação antidrogas em Istambul

    Segundo a imprensa turca como o TurkiyeToday, denúncias de que o ator e outras pessoas usavam entorpecentes no local levaram os agentes até os estabelecimentos. Ao todo, sete pessoas foram detidas.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator turco Can Yaman foi preso durante uma operação antidrogas em Istambul. A polícia fez buscas e apreensões em nove casas noturnas. Além dele, a atriz Selen Gorguzel foi levada à delegacia.

    Segundo a imprensa turca como o TurkiyeToday, denúncias de que o ator e outras pessoas usavam entorpecentes no local levaram os agentes até os estabelecimentos. Ao todo, sete pessoas foram detidas.

    Os atores seriam levados para fazer exames, e o caso é investigado pela Divisão de Investigação de Contrabando, Narcóticos e Crimes Econômicos da Procuradoria-Geral de Istambul.

    QUEM É CAN YAMAN?

    Nascido em Istambul, Can Yaman iniciou sua carreira artística em 2014 na série “Gönül Isleri”. Formado em Direito pela Universidade de Yeditepe, ele optou por seguir sua paixão pela atuação, conquistando papéis de destaque em diversas produções televisivas.

    O reconhecimento internacional veio com a novela “A Sonhadora” (“Erkenci Kus”, 2018), na qual interpretou Can Divit, um fotógrafo aventureiro.

    Sua performance lhe rendeu o prêmio Golden Butterfly de Melhor Ator de Comédia Romântica. Em 2020, protagonizou “Senhor Errado” (“Bay Yanlis”), consolidando-se como um dos principais nomes da televisão turca. Ambas as produções estão disponíveis no Globoplay.

    Ator turco Can Yaman é preso em operação antidrogas em Istambul