Categoria: ESPORTES

  • Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

    Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) anunciou as seleções para o Campeonato Mundial de Ginástica Artística, e o time feminino não terá Rebeca Andrade. Maior medalhista olímpica da história do país, ela atravessa uma temporada afastada dos torneios.

    Os destaques na seleção feminina ficam por conta de Flávia Saraiva e Julia Soares, que integraram a equipe que conquistou o bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.

    “Estou tendo a oportunidade de treinar com atletas dez ou onze anos mais novas do que eu. Eu e a Julia Soares, que temos mais experiência, estamos aqui também para ensinar, podendo mostrar o que é um Campeonato Mundial. Não é hora de cobrança, mas de aprendizado, de amadurecimento de jovens ginastas que estão convivendo com duas medalhistas olímpicas”, disse Flávia.

    O QUE ACONTECEU

    A seleção feminina será formada por Flávia Saraiva, Julia Soares, Júlia Coutinho e Sophia Weisberg. Outra medalhista em Paris, Jade Barbosa anunciou gravidez em junho.

    Julia Coutinho e Sophia Weisberg são promessas da modalidade. Julia, aos 15 anos, conquistou a medalha de ouro no solo da etapa da Eslovênia da Copa do Mundo, em maio. Sophia foi campeã brasileira no individual geral.

    “Assim que acaba uma edição dos Jogos Olímpicos, um novo projeto já começa a ser desenhado. Já dissemos anteriormente que temos uma equipe renovada vindo aí, para se juntar com as atletas mais experientes. Depois de tudo o que fizemos neste ano, inclusive processos seletivos realizados de forma bem correta e transparente, chegamos a este grupo”, disse Xico Porath, o coordenador da seleção feminina.

    O masculino também tem nomes conhecidos do grande público, como Arthur Nory e Caio Souza. Diogo Soares, Vitaliy Guimarães e Yuri Guimarães completam a lista.

    Vitaliy é uma das caras novas na seleção brasileira. Nascido nos Estados Unidos, ele disputou a liga universitária do país e chegou a defender a seleção americana. De pai brasileiro e mãe russa, ele desembarcou no país em março de 2024.

    “O primeiro ano do ciclo embute em si os seus desafios. A cada ciclo que se inicia, temos mudanças no código, e desta vez tivemos as mais significativas até então, na minha forma de ver. O sentimento é de felicidade neste reinício, e agora num ciclo normal. O passado foi de três anos; o anterior, de cinco, tudo por decorrência da pandemia”, afirma Caio Souza.

    O dirigente Luiz Eduardo Baptista fez uma crítica aos clubes sobre a falta de discussão mais detalhada sobre alguns assuntos e negou que o Fla esteja asfixiando os demais

    Folhapress | 18:35 – 09/10/2025

    Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

  • Arthur Elias convoca seleção feminina para amistosos contra europeias

    Arthur Elias convoca seleção feminina para amistosos contra europeias

    (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico Arthur Elias anunciou a lista de convocadas para os amistosos da seleção brasileira feminina, no final de outubro. O Brasil enfrenta Inglaterra (25) e Itália (28).

    Os amistosos fazem parte da penúltima Data Fifa do ano. O Brasil enfrentará a seleção inglesa no Etihad Stadium, casa do Manchester City. Três dias depois, vai a Parma enfrentar a Itália no estádio Ennio Tardini.

    O amistoso diante da Inglaterra será uma ‘prévia’ da Finalíssima, disputada entre as inglesas campeãs da Euro, e a seleção brasileira, que venceu a Copa América. O jogo valendo o troféu de fato será disputado em 2026.

    A lista com 23 jogadoras contém 10 atletas que atuam no futebol brasileiro. Nomes como o de Marta, Kerolin e Antônia ficaram de fora da lista.

    Veja a convocação da seleção brasileira feminina:

    GOLEIRAS: Lorena (KC Current-EUA), Cláudia (Fluminense) e Carlinha (São Paulo);
    ZAGUEIRAS: Tarciane (Lyon-FRA), Isa Haas (Cruzeiro), Thais Ferreira (Corinthians), Mariza (Corinthians) e Vitória Calhau (Cruzeiro);
    LATERAIS: Yasmim (Real Madrid-ESP), Isabela (PSG-FRA) e Bruninha (Gotham-EUA);
    MEIO-CAMPISTAS: Duda Sampaio (Corinthians), Angelina (Orlando Pride-EUA), Ary Borges (Racing Louisville) e Lais Estevam (Palmeiras);
    ATACANTES: Dudinha (San Diego-EUA), Bia Zaneratto (Kansas-EUA), Gio Garbelini (Atlético de Madrid-ESP), Amanda Gutierres (Palmeiras), Jheniffer (Tigres-MEX), Ludmilla (Chicago-EUA), Luany (Atlético de Madrid-ESP) e Taina Maranhão (Palmeiras)

    Brasil enfrenta Coreia do Sul em amistoso nesta sexta-feira (10), em Seul, às 8h (de Brasília); no retrospecto, seleção tem ampla vantagem, com sete vitórias e apenas uma derrota

    Folhapress | 16:47 – 09/10/2025

    Arthur Elias convoca seleção feminina para amistosos contra europeias

  • ‘Flamengo não tinha grana pro papel higiênico’, diz Bap, que cita desunião de clubes

    ‘Flamengo não tinha grana pro papel higiênico’, diz Bap, que cita desunião de clubes

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Em meio a uma discussão na Libra e em uma semana com críticas sobre a arbitragem, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, detalhou a visão do clube sobre alguns assuntos quentes dos últimos dias.

    O dirigente fez uma crítica aos clubes sobre a falta de discussão mais detalhada sobre alguns assuntos e negou que o Fla esteja asfixiando os demais parceiros de Libra na discussão sobre a divisão da parcela de audiência dos direitos de TV.

    “As histórias de que o Flamengo está asfixiando alguém… há 13 anos, a gente não tinha dinheiro para comprar lâmpada e nem papel higiênico no clube. Não me recordo, e eu estava lá, de alguém chegar e mandar um vale-ajuda para o Flamengo, vale-auxílio para o Flamengo e dizer: ‘Olha, vamos ajudar o Flamengo com isso aqui’. Não existe esse espírito de colaboração de coirmandade entre os clubes, não existe. Se você construir um conceito de liga, seja por meio da Libra ou da Liga Forte, pode ser que a gente entenda que algumas coisas fora de campo, a gente devia colaborar e não competir. Mas isso pressupõe o quê? Amadurecimento, comportamento diferente, uma relação diferente entre os clubes”, disse o dirigente rubro-negro, que participou do Fórum Rio Empreendedor na manhã desta quinta-feira (09).

    Qual o nível de aproximação entre os dirigentes?

    Alguém aí que está me ouvindo faz negócio com quem não conhece, com quem não tem um nível mínimo de conexão? Não. O que você acha que no futebol isso vai acontecer? Você tem uma discussão super acalorada durante três horas, você dizendo que está levando mais dinheiro de mim do que devia levar. E o outro dizendo: ‘Não estou, vamos votar, dane-se, vou embora antes do final da reunião’. Na hora da discussão do seu assunto, a pessoa que posa de boazinha, de generosa, de inclusiva levanta e vai embora da reunião e diz, olha, vou embora e meu voto é contra o Flamengo. Gente, quem bate esquece, quem apanha não esquece nunca. É isso que a gente tem que dizer para o torcedor médio. Isso é da vida, é parecido com a tua família, com a minha, com a de todo mundo. Gentileza gera gentileza, grosseria não gera gentileza.
    Quem foi que foi embora? “Todo mundo sabe quem foi”.

    Vai ter bandeira branca de algum lado na Libra?

    “Eu não acho que seja o caso da gente falar de levantar bandeira branca. A gente não concorda com o critério de divisão. Nós discutimos durante seis meses sobre esses critérios. A visão do Flamengo é muito clara: 70% do dinheiro está sendo dividido como todo mundo achava que deveria ser, baseado em preceitos europeus. Os outros 30% reconhecem o tamanho de cada um. O Flamengo não vai aceitar que nos 30 tenha qualquer tipo de redutor na conta. Eu acho que qualquer redutor conceitual, social, filosófico que exista já está embutido nos outros 70 que estão sendo distribuídos.

    Quando cria a Libra, a preocupação do Flamengo era de que ele perdesse dinheiro e de que se eles colocassem num processo de votação unitária, claro que os que têm menos peso econômico votariam contra o Flamengo. Por isso que foi colocado, olha, o Flamengo para fazer parte disso, ele tem que ter o direito de veto que se traduziria na unanimidade. O Flamengo está exercendo um direito que vem de trás, o que é combinado – Bap, presidente do Flamengo

    E por que os clubes estão se insurgindo, na sua visão?

    “Agora, a revolta de alguns clubes ou o destempero, porque o Flamengo está defendendo seu pedaço me parece surpreendente. E eu acho que por outro lado tem muito a ver com a briga por uma narrativa pública. Por que eu acho que é uma briga para controlar a narrativa do público aí fora? Porque não tem nada de novo, isso estava na essência do primeiro estatuto que foi construído. Então o Flamengo está apenas somente defendendo aquilo que era princípio, era princípio basilar da formação da Libra”.

    Para onde vai a briga na Justiça?

    “Nós vamos para a arbitragem, nós tentamos durante oito meses chegarmos ao acordo, não chegamos ao acordo, o próximo passo é a Justiça, arbitragem, e a arbitragem vai decidir como é que isso vai ser. E nós todos vamos ter que conviver com a decisão da arbitragem, que também tem previsão estatutária, assim como foi no Rio de Janeiro”.

    Por que o processo está no Rio?

    “O Flamengo não escolheu o foro do Rio de Janeiro. Não fui nem eu que participei disso, mas foi decidido em comum acordo que o foro seria no Rio de Janeiro. Se fosse no Amapá, não mudaria a decisão do Flamengo. O Flamengo estaria entrando com o pedido de arbitrar, de revisão, de liminar. Então, não existe um bairrismo, nem sectarismo por parte do Flamengo”.

    O que vai ser da negociação de 2029 para frente?

    Quando você casa, você não sabe se vai ser eterno, se vai durar um ano, três anos, cinco anos, certo? Número dois, todo mundo que casa, porque está casado, sabe que às vezes você passa por crises. As crises não significam necessariamente que você vai separar no futuro, tá certo? Da mesma forma que você conviver super bem nesta quinta-feira (09), não é nenhuma garantia de que você vai estar casado daqui a cinco anos. O futuro vai dizer, a dinâmica dessa relação entre os mercados é que vão determinar como é que nós vamos estar.

    “Agora, o fato de haver uma discordância comercial não afeta o fato de ter muita coisa para ser feito no futebol para além da parte comercial. Então, quando a gente fala de liga, as pessoas entendem que se tem que ter todo tipo de alinhamento, não é necessariamente verdadeiro. Você pode ter alinhamento de perto econômico, financeiro, regulatório do campeonato, você pode ter uma série de mecanismos”.

    Nós vamos organizar um campeonato brasileiro? Você que tem um diretor de competições. Como é que seria a arbitragem dos clubes? Vocês acham que os clubes do Brasil, que não conseguem dividir R$ 70 milhões, R$ 80 milhões por ano, estão preparados emocionalmente, psicologicamente, para discutir quem é o árbitro que vai arbitrar o jogo daqui a três dias? – Bap

    Os demais clubes chamaram para debate ou discussão de mudanças, para além do dinheiro?

    “Não houve essa parte que você está falando da proposta das mudanças. O assunto não entra em pauta. Nós estamos há nove meses discutindo o dinheiro que o Flamengo cede aos outros. E que eu acho que está errado pelo critério. É como se fosse um restaurante: ‘Mas o que você vai querer de sobremesa? Eu quero comer um filé com fritas’. O que você quer beber? Eu quero um filé com fritas. O senhor vai ficar aqui até tarde. O senhor vai comer uma entrada? Eu quero um filé com fritas’. O resto simplesmente não é discutido.

    “A conversa sobre a liga é uma conversa parecida com a que eu estou tendo com vocês aqui. Ela tem um palmo de profundidade. É só uma conversa conceitual. O que vai vir daí? Nada. Então isso é uma autocrítica, e eu me incluo nisso, que os clubes reclamam da CBF, mas o que que a gente faz de fato de proposta concreta? Nada”.

    Dentro da libra não há nenhuma discussão sobre absolutamente nada que não seja divisão de dinheiro. Eu pergunto para quem acompanha o futebol, qual é a diferença disso no Clube dos 13? Nenhuma. A diferença é que estamos todos mais velhos, com menos cabelo, mais gordos e discutimos mesmos problemas. Bap

    Não acontece por quê?

    “Talvez por uma questão mais imediatista, né? Quem está vendendo um almoço para pagar um jantar, talvez não consiga pensar em alguma coisa de mais longo prazo, eu entendo. Mas o fato, deu a entender, não significa dizer que a gente não deu pra fazer”.

    ‘Flamengo não tinha grana pro papel higiênico’, diz Bap, que cita desunião de clubes

  • Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

    Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No confronto amistoso desta sexta-feira (10) contra a Coreia do Sul, o técnico Carlo Ancelotti deve apostar, pela primeira vez à frente da seleção brasileira, na dupla de ataque formada por Vinicius Junior e Rodrygo.

    Segundo o treinador italiano, o objetivo para a partida contra os coreanos é ter uma equipe que, além de defender bem, também consiga criar mais jogadas quando estiver com a posse da bola, levando perigo ao gol adversário.

    “Gostei muito do jogo defensivo nas partidas de junho e setembro. A equipe defendeu muito bem, compacta, unida, com compromisso, intensa. Onde tem que melhorar, e creio que amanhã é uma oportunidade, é no jogo com a bola”, afirmou Ancelotti em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (9), em Seul.

    “É onde a equipe tem que mostrar a qualidade que tem com os jogadores individualmente, porque tem muitíssima qualidade”, acrescentou o técnico.

    No último compromisso pelas Eliminatórias, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 pela Bolívia, em jogo sob forte influência da altitude da cidade de El Alto, mas no qual a equipe nacional também enfrentou sérias dificuldades do meio para frente.

    Na ocasião, Vinicius Junior, que estava suspenso para a partida anterior contra o Chile, acabou não sendo convocado por opção do treinador. Já Rodrygo, que iniciou a temporada pelo Real Madrid começando a maioria das partidas no banco, receberá a primeira chance com Ancelotti na seleção nos amistosos contra a Coreia e o Japão.

    No time merengue, o trio conquistou junto os títulos da Champions League (2021/22 e 2023/24), do Campeonato Espanhol (2021/22 e 2023/24) e da Copa Intercontinental (2024), além da Supercopa da Uefa (2022 e 2024), da Supercopa da Espanha (2021/22 e 2023/24) e da Copa do Rei (2022/23).

    Embora não esteja jogando com tanta regularidade no time espanhol, todas as vezes em que entrou Rodrygo jogou bem e demonstrou estar em boa condição física, afirmou Ancelotti.

    O treinador disse ainda que o atacante é “muito importante” para a seleção, por poder atuar em diferentes posições do ataque. “Creio que ele pode adicionar muito à equipe nacional.”

    A última vez em que Vinicius Junior e Rodrygo atuaram juntos pela seleção brasileira foi no fim de março, na derrota para a Argentina por 4 a 1, que acabou resultando na demissão do técnico Dorival Júnior.

    De volta à equipe nacional, Rodrygo celebrou a oportunidade e disse sentir-se preparado para assumir o desafio no ataque da seleção ao lado de Vinicius Junior.

    “Pareceu uma eternidade. Passei por muitas coisas durante esse tempo. Mas foi bom para refletir, esfriar a cabeça e colocar a cabeça no lugar. Hoje me sinto pronto para estar aqui novamente. Para entregar o meu melhor e mostrar minha melhor versão no futebol”, disse o atacante de 24 anos.

    A seleção brasileira terá pela frente uma equipe que chega embalada. Nas últimas 19 partidas, a Coreia do Sul teve apenas uma derrota, para o Japão -em partida que não era válida pelas Eliminatórias-, com outras 12 vitórias e 6 empates, sendo a única seleção asiática a carimbar a vaga para a Copa do Mundo de 2026 de maneira invicta.

    O principal nome do time é o atacante e capitão Son Heung-min, 33, que atuou por uma década no Tottenham, da Premier League, onde conquistou a Liga Europa, em maio, antes de se transferir para o Los Angeles FC, dos Estados Unidos, por US$ 26,5 milhões (R$ 141,5 milhões) -maior contratação da história da MLS (liga de futebol norte-americana).

    Contra o Brasil, Son deve completar 137 partidas pela equipe nacional, tornando-se o jogador que mais vezes defendeu a seleção coreana na história.
    Além de Son, a Coreia conta com outros nomes importantes no cenário internacional, caso do zagueiro Min-jae, do Bayern de Munique, e do meia-atacante Kang-in, do Paris Saint-Germain.

    O retrospecto é amplamente favorável à seleção brasileira. Em oito confrontos até aqui, o Brasil venceu sete e perdeu apenas um, em amistoso disputado em 1999. No último encontro, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2022, o Brasil venceu por 4 a 1, gols de Vinicius Junior, Neymar, Richarlison e Lucas Paquetá.

    FICHA TÉCNICA: COREIA DO SUL X BRASIL (AMISTOSO)

    Local: Estádio da Copa do Mundo de Seul
    Horário: 8h (de Brasília)
    Árbitro: Abdurahman Ibrhaim Al-Jassim (QAT)
    Transmissão: Globo, SporTV e Ge TV
    Brasil: Bento; Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vinicius Junior e Matheus Cunha
    Técnico: Carlo Ancelotti
    Coreia do Sul: Seung-gyu; Moon-hwan, Min-jae, Yu-min, Ju-Sung; Jae-sung, Jin-gyu; Kang-in, Du-jae, Castrop; Son Heung-min
    Técnico: Hong Myung-Bo

    Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

  • ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

    ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta quinta-feira (9) o áudio do VAR da partida entre São Paulo e Palmeiras que terminou com a vitória do time de Abel Ferreira por 3 a 2. O jogo foi marcado pela não marcação de um pênalti a favor do time tricolor.

    O lance ocorreu aos nove minutos do segundo tempo, quando o jogo ainda estava 2 a 0 para o São Paulo. O meia Allan escorregou em campo e derrubou o atacante chileno Gonzalo Tapia dentro da área. O árbitro Ramon Abatti Abel entendeu tratar-se de choque normal e mandou o jogo ter prosseguimento, sem que o VAR Ilbert Estevam da Silva o chamasse para uma verificação por imagem.

    A dupla de arbitragem acabou afastada pela CBF para passar por treinamento antes de voltar a apitar partidas do Campeonato Brasileiro.

    “Escorregou, escorregou. O jogador escorrega, os dois estão olhando para a bola, pode seguir”, disse Ramon.

    “Temos o jogador do Palmeiras que escorrega e ele tem contato com seu adversário, totalmente acidental, provocado justamente por esse escorregão”, corroborou Estevam da Silva.

    O juiz do VAR acrescentou que a bola estava saindo da área, e não estava sob o controle de nenhum dos atletas.

    “É um choque de jogo. Não é entrada [faltosa]”, afirmou Abatti Abel.

    Pouco depois desse lance, Andreas Pereira cometeu falta muito dura em Marcos Antônio, acertando o adversário com a sola do chuteira bem acima da linha do tornozelo.

    Nesse caso, o árbitro apontou que o atleta do Palmeiras rolou o pé sobre a bola antes do choque, o que tornava correta a aplicação apenas de cartão amarelo.

    Abatti Abel chega a fazer um desabafo no lance em que os são-paulinos pedem cartão vermelho ao volante do Palmeiras. Após o atacante Luciano perguntar “o que você quer que eu faça, cale a boca?”, o árbitro responde. “Ah, Luciano, por favor. Você reclama de ter nascido, impressionante.”

    “Você vê a complexidade que é apitar o futebol brasileiro? Não dá paz. Difícil, né?”, afirmou o árbitro.

    A CBF inicialmente afirmou que, como os lances não foram para revisão, não haveria a publicação do áudio da conversa entre os árbitros. O São Paulo, porém, cobrou da entidade a divulgação dos áudios.

    “Existe um protocolo de não ceder os áudios quando o VAR não chama o árbitro de campo para o monitor. Presidente [da CBF, Samir Xaud], vamos quebrar o protocolo. Nós precisamos do áudio para imaginar o que aconteceu. Se houve, que tipo de diálogo aconteceu entre a cabine do VAR e o árbitro de campo?”, questionou o presidente do clube, Julio Casares.

    “Vamos reconhecer com a divulgação desse áudio do VAR que a nossa arbitragem está chegando no fundo do poço e que mostrar esse áudio é o começo de uma mudança”, acrescentou o dirigente.

    Sob pressão, a CBF solicitou à Fifa a liberação para a divulgação do áudio, recebendo a anuência da entidade máxima do futebol na quarta-feira (8).

    “Desde o início da nossa gestão estamos atuando em problemas estruturais do futebol brasileiro, mexendo em questões que havia décadas demandavam mudanças. Já anunciamos o novo calendário do futebol masculino, estamos finalizando o do feminino e no mês que vem vamos divulgar as regras do fair play financeiro. A arbitragem está entre essas prioridades. Ampliamos agora a divulgação dos áudios, em nome da transparência”, declarou o presidente da CBF, Samir Xaud.

    “Sempre consultamos a Fifa em questões que fogem à rotina: regras, resoluções, protocolos ou determinações da própria Ifab (International Football Association Board)/Fifa. Nessa consulta argumentamos que apresentar as checagens de grande impacto, mesmo sem ida do árbitro à cabine, reforçaria a integridade de nossas competições. Recebemos a liberação, para fins de instrução e transparência”, afirmou Rodrigo Cintra, presidente da comissão de arbitragem.


    ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

  • Palmeiras pode perder Vitor Roque para reta final do Brasileirão por gancho

    Palmeiras pode perder Vitor Roque para reta final do Brasileirão por gancho

    (UOL/FOLHAPRESS) – Após o polêmico clássico entre São Paulo e Palmeiras pelo Brasileirão, a procuradoria do STJD formalizou uma denúncia conjunta que inclui a equipe de arbitragem, dirigentes do Tricolor e o atacante Vitor Roque.

    O jogador do Palmeiras foi incluído na denúncia por conta de uma publicação de cunho homofóbico feita em suas redes sociais. Na ocasião, o atleta postou uma foto de um tigre abocanhando um veado.

    Vitor foi denunciado por discriminação no STJD. Caso seja condenado, o jogador pode ser suspenso por um período de cinco a 10 partidas de competições da CBF, além de pagar uma multa.

    CASO DUDU

    O atacante será julgado de acordo com o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o mesmo que pautou o recente caso de Dudu, ex-Palmeiras. Condenado por misoginia contra Leila Pereira, presidente do Verdão, Dudu cumpriu seis jogos de suspensão e pagou uma multa de cerca de R$ 90 mil.

    Na ocasião, houve um intervalo de 46 dias entre a denúncia e a condenação do ex-atleta do Palmeiras. Se o mesmo acontecer com Vitor Roque, o julgamento deve ocorrer no final de novembro. Assim, o atleta pode ficar de fora das quatro últimas rodadas do campeonato, caso seja condenado.

    Mesmo que o julgamento seja adiantado, Roque não corre o risco de ficar de fora das semifinais da Libertadores ou de uma possível final. As penas aplicadas pelo STJD não se aplicam a competições da Conmebol.

    A CBF recebeu aval da Fifa para divulgar áudios e vídeos de lances que não passaram por revisão do VAR. A decisão, motivada por pedido do São Paulo após polêmicas no Choque-Rei, busca ampliar a transparência e esclarecer decisões da arbitragem no Campeonato Brasileiro

    Folhapress | 12:15 – 09/10/2025

    Palmeiras pode perder Vitor Roque para reta final do Brasileirão por gancho

  • Casemiro é sincero ao falar sobre Copa do Mundo e vê seleção ‘um pouco atrás das concorrentes’

    Casemiro é sincero ao falar sobre Copa do Mundo e vê seleção ‘um pouco atrás das concorrentes’

    Líder da seleção brasileira e nome de confiança do técnico Carlo Ancelotti, o volante Casemiro mostrou muita sinceridade nesta quinta-feira ao responder como a equipe nacional está neste momento pensando já na Copa do Mundo de 2026. O capitão admitiu que o time está “um pouco atrás” das concorrentes por causa do ciclo tumultuado, com muitas mudanças de treinadores.

    Enquanto muitos companheiros mostram confiança para a competição de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, Casemiro optou por manter os pés no chão e a humildade. Sem, claro, tirar o mérito do Brasil, que costuma chegar forte.

    “Nós estamos um pouco atrás se for comparar o ciclo, né. O treinador (Ancelotti) está há três meses, trabalhou com a gente 20, 30 dias, não sei. Então é claro, inevitável, e nós temos de ser sinceros que estamos um pouco atrás”, admitiu.

    Nada, porém, de desacreditar no Brasil, longe disso. “Mas aqui se trata da seleção brasileira, com qualidade, jogadores de alto nível, dos maiores clubes da Europa… Claro que a adaptação é sempre mais rápida quando você tem jogadores de alto nível e nunca deve-se deixar de lado a qualidade da seleção”, seguiu. “Até a Copa do Mundo, teremos 40, 50 dias com o mister e a adaptação tem de ser o quanto antes. O mais desafiante é voltar essa sintonia, essa conexão.”

    Casemiro aproveitou para exaltar os amistoso contra Coreia do Sul, nesta sexta-feira, e Japão, na terça, rivais já garantidos no Mundial de 2026. Em sua avaliação, serão testes importantes para a seleção brasileira avaliar seu nível de jogo restando menos de um ano para a Copa.

    “É muito importante diversificar a dinâmica de adversário. Com todo o respeito a outras seleções, Coreia do Sul e Japão são as principais (da Ásia). Estamos jogando contra seleções de alto nível e é importante para conhecer a escola, saber o nível em que estão e ver como está o adversário”, disse. “É importantíssimo diversificar, se tratando de Copa do Mundo, serão muitos rivais e você não sabe quem vai enfrentar.”

    Apesar de alto índice de acertos divulgado, confederação convive com protestos de clubes e torcedores; rodada de erros claros no Brasileiro tem juízes afastados antes mesmo de análise de comissão independente

    Folhapress | 08:30 – 09/10/2025

    Casemiro é sincero ao falar sobre Copa do Mundo e vê seleção ‘um pouco atrás das concorrentes’

  • CBF tem aval da Fifa para divulgar decisões da arbitragem sem uso do VAR

    CBF tem aval da Fifa para divulgar decisões da arbitragem sem uso do VAR

    (UOL/FOLHAPRESS) – A CBF anunciou, na noite desta quarta-feira (8), que recebeu autorização da Fifa para publicar áudios e vídeos de decisões tomadas pela arbitragem em lances que não foram revisados na cabine do VAR.

    A pedido do São Paulo, a CBF enviou um ofício à Fifa pedindo autorização para tornar públicos os áudios do VAR do Choque-Rei do último domingo. O São Paulo entende que foi prejudicado em erros da arbitragem e do VAR, que não recomendou revisão. O Tricolor saiu derrotado por 3 a 2.

    Os lances do Choque-Rei serão publicados nas próximas horas, algo que foi pedido pelo presidente do São Paulo, Julio Casares.
    Antes, a CBF divulgava apenas os áudios e vídeos em casos nos quais houve revisão na cabine do VAR. Com a permissão, as decisões dos chamados “lances sem revisão protocolar” também poderão ser disponibilizadas.

    Os áudios e vídeos dos lances serão disponibilizados em até 24 horas depois da partida. A CBF acredita que tal medida ajuda a manter a transparência no futebol brasileiro.

    Sempre consultamos a FIFA em questões que fogem à rotina: regras, resoluções, protocolos ou determinações da própria IFAB/FIFA. Nessa consulta argumentamos que apresentar as checagens de grande impacto, mesmo sem ida do árbitro à cabine, reforçaria a integridade de nossas competições. Recebemos a liberação, para fins de instrução e transparência.Rodrigo Cintra, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF

    POLÊMICAS NA RODADA

    As diversas polêmicas envolvendo a arbitragem na última rodada do Campeonato Brasileiro colocaram os árbitros e o VAR em evidência, com as equipes prejudicadas não poupando críticas.

    No principal erro, o árbitro Ramon Abatti Abel não marcou pênalti de Allan, do Palmeiras, em Tapia, do São Paulo. O São Paulo poderia deixar a partida em 3 a 0, mas acabou levando a virada e perdeu por 3 a 2. O VAR Ilbert Estevam da Silva não recomendou revisão no lance. Além deste, outro lances do Choque-Rei também tiveram reclamações de ambos os lados, como expulsões não dadas e faltas não marcadas em lances decisivos.

    Outros jogos da rodada também tiveram polêmicas de arbitragem, como o pênalti marcado contra o Grêmio no duelo com o Red Bull Bragantino.

    Apesar de alto índice de acertos divulgado, confederação convive com protestos de clubes e torcedores; rodada de erros claros no Brasileiro tem juízes afastados antes mesmo de análise de comissão independente

    Folhapress | 08:30 – 09/10/2025

    CBF tem aval da Fifa para divulgar decisões da arbitragem sem uso do VAR

  • Seleção vive loucura de fãs e volta a se sentir respeitada na Coreia do Sul

    Seleção vive loucura de fãs e volta a se sentir respeitada na Coreia do Sul

    (UOL/FOLHAPRESS) – Torcedores gritando na porta do hotel e do campo de treinamento, em busca de fotos, autógrafos ou apenas um olhar dos jogadores da seleção brasileira.

    Gente com camisas do time campeão mundial em 2002, com a 41 de Estevão no Palmeiras, a 7 de Vini Jr. no Real Madrid e uma profusão de uniformes da Premier League.

    Os fãs sul-coreanos têm proporcionado um espetáculo que já foi comum, mas hoje em dia é cada vez mais raro: um frisson pela seleção brasileira que tem acontecido pouco nos últimos anos -com exceção feita aos jogos fora dos grandes centros, no próprio Brasil.

    Na Ásia, a equipe mais vencedora da história das Copas do Mundo tem sido tratada como tal. É uma postura de respeito e veneração que não foi vista, nem nos últimos amistosos na Europa, nem durante a Copa América.

    Na última década, os típicos torcedores que buscam contato com a seleção fora do país são brasileiros que vivem no exterior. Ainda assim, as manifestações são tímidas. Desde a Copa de 2022, a seleção saiu das Américas para jogar em Marrocos, Espanha (Barcelona e Madri), Portugal e Inglaterra.

    Em nenhum deles houve o fenômeno de popularidade que acontece em Seul. Na Coreia do Sul, o perfil dos fãs é bem diferente: são torcedores locais, apaixonados pelo futebol brasileiro, que acompanham os jogadores na Europa e surpreendem até mesmo os atletas.

    “É uma coisa incrível, ainda mais vindo de onde eu saí e estar recebendo esse carinho”, disse Estevão. O atacante do Chelsea, de apenas 18 anos, fará suas primeiras partidas fora do ambiente das Eliminatórias da América do Sul pela seleção.

    RESPEITO CONSTRUÍDO

    O fanatismo sul-coreano -e asiático, em geral- pela seleção brasileira tem origem no título da Copa do Mundo de 2002, que o país dividiu com o Japão, próxima parada da delegação.

    O time que ganhou o quinto título mundial fez as três partidas da primeira fase na Coreia do Sul: venceu a Turquia na estreia (2 a 1) em Ulsan; depois, goleou a China por 4 a 0 em Seogwipo e a Costa Rica por 5 a 2, em Suwon. A partir das oitavas, a equipe de Luiz Felipe Scolari jogou em território nipônico.

    “Pra falar a verdade, não lembro nada daquela Copa, porque tinha só três anos. Mas ter essa oportunidade de passar e ter esse caminho na Coreia e no Japão é importante para nós. Acho que dá uma força a mais pra gente seguir acreditando e evoluindo”, afirmou o goleiro Bento, em entrevista coletiva nesta semana.

    A goleada contra a China, em 2002, foi a primeira partida do Brasil contra um asiático em Copas do Mundo, e o início de uma tradição de vitórias contra seleções do continente. Em 2006, a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira goleou o Japão, por 4 a 1. Quatro anos depois, na África do Sul, o time de Dunga sofreu para superar a Coreia do Norte por 2 a 1.

    O último duelo com um asiático em Mundiais foi no Qatar, justamente contra os sul-coreanos: vitória por 4 a 1, com uma boa exibição, a melhor do Brasil naquele torneio.

    A ideia da excursão para a Ásia era confrontar duas escolas de futebol potentes do futebol do continente – depois, haverá duelos contra africanos, em novembro, e europeus, em março de 2026.

    Só que um efeito colateral acabou sendo o contato com algo que a seleção brasileira há muito não sentia fora do Brasil: um calor humano que mostra que a maior vencedora da história das Copas ainda causa admiração e respeito.

    “Não há um jogador brasileiro que tenha a mesma característica do Casemiro, mas há alguns que podem jogar nessa posição, com características diferentes”, disse Ancelotti

    Folhapress | 12:15 – 08/09/2025

    Seleção vive loucura de fãs e volta a se sentir respeitada na Coreia do Sul

  • Incêndio destrói parte da casa de Vinícius Jr. em Madri

    Incêndio destrói parte da casa de Vinícius Jr. em Madri

    Vinícius Jr. levou um grande susto na manhã desta quinta-feira (9) ao saber que parte de sua casa em Madri, localizada no bairro residencial de La Moraleja, foi destruída por um incêndio, segundo a emissora Telemadrid.

    De acordo com as autoridades, o fogo teria começado na sauna, situada no subsolo da residência, por causa de um problema elétrico. A fumaça foi tão intensa que se espalhou para o andar superior.

    O incêndio começou por volta das 11h da manhã no horário local (6h no horário de Brasília), e os bombeiros chegaram rapidamente ao local, onde encontraram policiais tentando controlar as chamas com extintores.

    Vinícius, que está com a seleção brasileira para os amistosos contra Coreia do Sul e Japão, soube do ocorrido à distância.

    Segundo a Telemadrid, ninguém ficou ferido ou intoxicado. Os bombeiros conseguiram conter o fogo e realizaram a ventilação da casa.

    Vinícius Jr. vive na Espanha desde 2018, quando trocou o Flamengo pelo Real Madrid. Nesta temporada, o atacante soma cinco gols e quatro assistências em dez jogos pelo clube merengue, enquanto se prepara para defender o Brasil nos próximos compromissos internacionais.
     
     

    Após Virginia Fonseca confirmar o fim do relacionamento, Vini Jr. se pronunciou nas redes sociais, reconhecendo erros e pedindo desculpas à influenciadora. O jogador do Real Madrid afirmou que aprendeu com a situação e destacou o carinho e o respeito que mantém por ela

    Notícias ao Minuto | 04:04 – 09/10/2025

     

    Incêndio destrói parte da casa de Vinícius Jr. em Madri