Categoria: ESPORTES

  • Corinthians aposta em bom retrospecto diante do Vitória para manter invencibilidade com Diniz

    Corinthians aposta em bom retrospecto diante do Vitória para manter invencibilidade com Diniz

    Em lua de mel com o técnico Fernando Diniz, o Corinthians enfrenta o Vitória neste sábado, às 20h, em Salvador, em jogo válido pela 12ª rodada do Brasileirão. O time paulista aposta no bom retrospecto diante do rubro-negro baiano para manter a invencibilidade sob o a batuta do \”dinizismo\”.

    Há dez anos o Corinthians não é derrotado pelo Vitória em Salvador. De 2016 para cá, o time alvinegro venceu por três vezes, incluindo os dois últimos confrontos pelo Brasileirão, e empatou outros dois jogos.

    Diniz ainda está invicto no comando do Corinthians. Contratado para substituir Dorival Júnior, o treinador venceu os duelos contra Platense e Santa Fe, pela Libertadores, e viu o time empatar sem gols no clássico com o Palmeiras. A partida contra o rival, inclusive, acarretou em desfalques importantes para a comissão técnica.

    Punidos com cartão vermelho, André e Matheuzinho estão indisponíveis para o jogo contra o Vitória. O meia foi expulso por gesto obsceno no clássico, enquanto o lateral foi para o chuveiro mais cedo por desferir um soco no rosto de Flaco López. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva puniu o atleta, nesta sexta-feira, com quatro jogos de suspensão.

    O time ainda corre o risco de não ter o goleiro Hugo Souza à disposição. O STJD deu um gancho de dois jogos para o arqueiro por críticas à arbitragem após o duelo com o Palmeiras. O Corinthians pode recorrer da decisão e aguarda a análise do pedido de efeito suspensivo para saber se o jogador poderá entrar em campo. Memphis, Gui Negão, Angileri, Charles e João Pedro Tchoca estão entregues ao departamento médico e não viajam.

    Sem vencer no Brasileirão desde a terceira rodada, o Corinthians soma 11 pontos e corre o risco de entrar na zona de rebaixamento em caso de tropeço. O Vitória tem 14 pontos conquistados e pode se aproximar do pelotão de cima da tabela de classificação em caso de triunfo.

    No último compromisso do Vitória, a equipe aproveitou o fator casa para derrotar o São Paulo por 2 a 0. Um dos gols foi marcado pelo zagueiro Cacá, que pertence ao Corinthians e está emprestado ao time rubro-negro. Com o setor prejudicado por lesão, há a possibilidade de o clube pagar a multa de R$ 1 milhão para escalar o atleta.

    FICHA TÉCNICA

    VITÓRIA X CORINTHIANS

    VITÓRIA – Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caique, Baralhas, Emmanuel Martínez e Matheuzinho; Erick e Renato Kayzer. Técnico: Jair Ventura.

    CORINTHIANS – Kauê (Hugo Souza); Pedro Milans, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André Carrillo (Matheus Pereira), Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Yuri Alberto. Técnico: Fernando Diniz.

    ÁRBITRO – Alex Gomes Stefano (RJ).

    HORÁRIO – 20h.

    LOCAL – Barradão, em Salvador (BA).

    Corinthians aposta em bom retrospecto diante do Vitória para manter invencibilidade com Diniz

  • Botafogo vai até Chapecó determinado a vencer para sonhar com briga pela ponta do Brasileirão

    Botafogo vai até Chapecó determinado a vencer para sonhar com briga pela ponta do Brasileirão

    Determinado a voltar a vencer para sonhar em entrar na briga pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro, o Botafogo visita a Chapecoense, neste sábado, às 18h30, na Arena Condá, pela 12ª rodada. Com 13 pontos, em 11º lugar, o time carioca aparece como favorito diante do time catarinense, com oito pontos, na penúltima posição.

    Apesar do empate por 2 a 2 contra o Coritiba na última rodada, o time carioca ganhou moral no meio de semana ao vencer por 3 a 2, fora de casa, o Racing-ARG pela segunda rodada da Copa Sul-Americana. Esta foi a primeira vitória sob o comando de Franclim Carvalho.

    Além do confronto pelo Brasileirão, o duelo deste sábado também serve como prévia do embate entre eles pela quinta fase da Copa do Brasil. Os times voltarão a se enfrentar na próxima terça-feira, às 17h, no Estádio Nilton Santos, pelo jogo de ida, enquanto a volta está marcada para o dia 14 de maio, às 18h, na Arena Condá, definindo uma vaga na sequência da competição.

    No Botafogo, o lateral-direito Vitinho e o volante Danilo, atletas que começaram o duelo contra o Racing no banco de reservas, devem voltar ao time titular nos lugares de Mateo Ponte e Edenílson, respectivamente. O goleiro Neto, titular na última partida após longo período sem atuar, deve ser mantido.

    O lateral-esquerdo Caio Roque vive a expectativa de ganhar nova oportunidade como titular. Ele pode atuar no lugar de Alex Telles, que disputou a última partida com um desconforto na coxa esquerda e não tem sua presença garantida.

    Com exceção das duas mudanças, o técnico Franclim Carvalho deve repetir a escalação utilizada na Argentina. O comandante destacou a importância do triunfo para recuperar a confiança do elenco de olho nos próximos compromissos na temporada.

    \”É muito importante para o grupo trabalhar em cima das vitórias. Os jogadores têm tentado acertar as ideias que propomos nos treinos. Estou satisfeito pelos três pontos na Sul-Americana, mas temos muito trabalho pela frente, porque precisamos melhorar em muitos aspectos, principalmente sem a bola\”, explicou o treinador português.

    O centroavante Chris Ramos, que não foi relacionado para a última partida por opção técnica, deve reforçar o banco de reservas. Em contrapartida, o zagueiro Kaio Pantaleão, o lateral-esquerdo Jhoan Hernández e o atacante Joaquín Correa, todos no departamento médico, são desfalques confirmados.

    A Chapecoense vive momento delicado. Sem vencer desde a estreia, quando superou o Santos por 4 a 2, acumula quatro derrotas e cinco empates, ocupando a 19ª colocação, com oito pontos, à frente apenas do Mirassol, com seis. Após derrota de 2 a 0 para o Athletico-PR, aposta no fator casa para tentar reagir e ganhar fôlego na luta contra o rebaixamento.

    O presidente da Chapecoense, Alex Passos, deixou claro que o objetivo do clube no Brasileirão é evitar a queda para a segunda divisão do futebol nacional. O mandatário apontou que não faltará dedicação e afirmou que o elenco fará de tudo para permanecer na elite.

    \”A gente nunca mentiu para ninguém. Nós não vendemos ilusões. A gente deixou claro, desde o início da temporada, que vamos fazer a melhor Série A que pudermos, mas o objetivo é permanecer na primeira divisão\”, comentou o dirigente.

    O lateral-direito Everton está recuperado de uma entorse no tornozelo direito e deve assumir a titularidade, enquanto Marcos Vinícius, que começou jogando diante do Athletico-PR, volta para o banco. O restante da linha defensiva deve ser formado pelo lateral-esquerdo Bruno Pacheco e pelos zagueiros Bruno Eduardo e Eduardo Doma.

    O meia Giovanni Augusto se recupera de uma lesão na coxa direita e não está à disposição da comissão técnica liderada por Fábio Matias. O confronto marca o reencontro do treinador com o Botafogo, time que comandou no início de 2024, tendo participação importante na campanha que culminou nas conquistas do Brasileirão e da Libertadores, depois sob o comando de Artur Jorge.

    FICHA TÉCNICA

    BOTAFOGO X CHAPECOENSE

    CHAPECOENSE – Rafael Santos; Everton, Bruno Leonardo, Eduardo Doma e Bruno Pacheco; Camilo, João Vitor e Higor Meritão; Ênio, Ítalo e Bolasie. Técnico: Fábio Matias.

    BOTAFOGO – Neto; Vitinho, Nahuel Ferraresi, Alexander Barboza e Caio Roque; Allan, Medina e Danilo; Júnior Santos, Arthur Cabral e Matheus Martins. Técnico: Franclim Carvalho.

    ÁRBITRO – Matheus Delgado Candançan (SP).

    HORÁRIO – 18h30.

    LOCAL – Arena Condá, em Chapecó (SC).

    Botafogo vai até Chapecó determinado a vencer para sonhar com briga pela ponta do Brasileirão

  • 1.093 pontos e maior cestinha das Olimpíadas: confira números da carreira de Oscar

    1.093 pontos e maior cestinha das Olimpíadas: confira números da carreira de Oscar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nome histórico do basquete brasileiro e mundial, o ex-jogador Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, além dos inúmeros títulos que conquistou ao longo da carreira, também é dono de uma série de marcas individuais alcançadas em grandes competições no Brasil e no exterior.

    Com a participação em cinco edições dos Jogos Olímpicos -Moscou-1980, Los Angeles-1984, Seul-1988, Barcelona-1992 e Atlanta-1996-, Oscar é o maior pontuador da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos anotados.
    Na edição na Coreia do Sul, quando a seleção brasileira terminou em quinto, Oscar marcou 55 pontos na derrota para a Espanha por 118 a 110, também recorde olímpico.

    Ele também foi o principal cestinha em três edições dos Jogos -Seul-1988 (338 pontos), Barcelona-1992 (198 pontos) e Atlanta-1996 (219 pontos).

    É o maior cestinha da história da seleção brasileira, com 7.693 pontos, em 326 jogos. Com o Brasil, conquistou três títulos do Sul-Americano (1977, 1983 e 1985) e dois da Copa América (1984 e 1988), além do histórico Pan-Americano de 1987, contra os Estados Unidos, em Indianápolis.

    No Mundial de 1990, na Argentina, na derrota por 69 a 68 para a Austrália, marcou 52 pontos, maior pontuação de um jogador em partidas do torneio. Ele foi o cestinha do torneio, com média de 35,5 pontos por jogo, e eleito para a seleção do campeonato, em que o Brasil terminou em quinto.

    Ao longo de 26 anos de carreira, que começou profissionalmente em 1975 no Palmeiras, aos 17 anos, e prosseguiu até 2003, quando se aposentou no Flamengo, aos 45, Oscar, de 2,04 metros, marcou 49.973 pontos, em 1.612 jogos, conforme dados da CBB (Confederacão Brasileira de Basketball).

    Tricampeão do Campeonato Brasileiro, com o Palmeiras (1977), o Sírio (1979) e o Corinthians (1996), Oscar foi dez vezes o cestinha do nacional.
    Com o Sírio, também foi campeão do Mundial Interclubes, em 1979, com vitória na partida decisiva contra o time iugoslavo Bosna Sarajevo por 100 a 98, em um Ginásio do Ibirapuera lotado.

    Pelo Bandeirantes, time que defendeu entre 1997 e 1998, fez 74 pontos em partida contra o Corinthians, maior pontuação de um jogador em uma partida de basquete no Brasi.

    Além disso, durante sua passagem pela Itália, entre os anos 1980 e 1990 pelo Juvecaserta, de Caserta, na região da Campânia, quando conquistou a Copa da Itália (1988), o gigante que calçava tênis número 48 foi oito vezes o cestinha da liga local.
    *

    VEJA AS MARCAS E OS RECORDES DO JOGADOR

    – 49.737 pontos em 1.612 jogos
    – 1.093 pontos em Olimpíadas
    – 55 pontos contra a Espanha Seul-1988
    – 42,3 de média de pontos em Seul-1988
    – Líder em cestas de 3pts, 2pts e lances livres em Olimpíadas
    – Mais vezes cestinha em Jogos Olímpicos
    – 10 vezes cestinha do Brasileirão
    – 7 vezes cestinha da Liga Italiana
    – 2,04 metros era a altura de Oscar
    – 48 era o número de seu sapato
    – Hall da Fama Fiba e Springfield

    TÍTULOS
    – 49 títulos em 69 finais disputadas pela seleção
    – 3 Sul-americanos (1977, 1983 e 1985)
    – 2 Copa América (1984 e 1988)
    – 1 Pan-Americano (1987)
    – 3 Campeonatos Brasileiros (1977, 1979 e 1996)
    – 4 Campeonatos Paulistas (1977, 1979, 1982 e 1998)
    – 1 Campeonato Sul-Americano (1979)
    – 1 Mundial Interclubes (1979)
    – 1 Campeonato do Rio (1999)

    1.093 pontos e maior cestinha das Olimpíadas: confira números da carreira de Oscar

  • ‘Despedida foi realizada de forma discreta’, diz família de Oscar Schmidt

    ‘Despedida foi realizada de forma discreta’, diz família de Oscar Schmidt

    A família de Oscar Schmidt se manifestou nas redes sociais na noite de sexta-feira (17), após a morte do ex-jogador, aos 68 anos. Em um comunicado publicado no perfil oficial do ídolo no Instagram, os familiares agradeceram as mensagens de apoio recebidas e informaram que a despedida ocorreu de forma reservada, apenas entre pessoas próximas.

    “A família agradece, com carinho, todas as mensagens de apoio, força e solidariedade”, diz o texto divulgado. Na mesma nota, também foi feito um pedido por respeito neste momento de luto. “A despedida foi realizada de forma discreta, apenas entre parentes próximos. Pedimos respeito e privacidade neste momento. Obrigado pela compreensão”, conclui o comunicado. Oscar deixa a esposa, Maria Cristina, além dos filhos Felipe e Stephanie.

    [Legenda]© Reprodução / Instagram  

    O ex-atleta morreu após passar mal em casa, em Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo. Ele foi atendido por equipes do Corpo de Bombeiros em parada cardiorrespiratória e encaminhado ao Hospital Municipal Santa Ana, onde já chegou sem vida. A morte também foi confirmada por meio de outro comunicado da família, que reiterou que o velório seria restrito aos familiares.

    “É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo. Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.

    Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo. A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

    Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória. Atenciosamente, Equipe 14 Eventos”.

    ‘Despedida foi realizada de forma discreta’, diz família de Oscar Schmidt

  • Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

    Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

    Vivendo uma temporada para esquecer, com eliminações na Liga dos Campeões (nas quartas de final, contra o Bayern de Munique), na Copa do Rei (nas oitavas, diante do Albacete) e na Supercopa da Espanha (na final, contra o Barcelona), o Real Madrid vê o mercado de transferências de verão como uma oportunidade para promover uma verdadeira revolução no elenco principal.

    A permanência de Álvaro Arbeloa está mais ameaçada do que nunca (apenas uma eventual ultrapassagem ao Barcelona, que está a nove pontos de distância, e a consequente conquista de La Liga poderiam salvá-lo), mas, independentemente de quem estiver no comando técnico, a diretoria liderada por Florentino Pérez pretende fazer mudanças em praticamente todos os setores.

    O portal norte-americano The Athletic publicou, neste sábado, uma reportagem extensa na qual lista os jogadores que devem permanecer no Santiago Bernabéu, aqueles que podem sair… e também os que podem chegar para suprir todas as lacunas identificadas na histórica equipe espanhola.

    Quem fica?

    O gol deve ser, ao que tudo indica, o único setor que permanecerá intacto, já que o Real Madrid pretende manter tanto Thibaut Courtois (titular absoluto) quanto Andriy Lunin (a menos que ele próprio queira sair para ter mais minutos, o que, se acontecer, abriria espaço para a promoção do jovem Fran González).

    Na defesa, Éder Militão (ex-FC Porto) e Álvaro Carreras (ex-Benfica) têm permanência garantida, assim como Dean Huijsen (contratado do Bournemouth há menos de um ano por cerca de 60 milhões de euros) e Ferland Mendy (apesar das constantes lesões nos últimos meses).

    No meio-campo, Aurélien Tchouaméni, Arda Güler, Federico Valverde e Jude Bellingham são considerados intocáveis, enquanto Thiago Pitarch e Franco Mastantuono são vistos como apostas para o futuro e devem continuar no clube — desde que aceitem um papel secundário.

    Por fim, no ataque, os “galácticos” Vinícius Júnior e Kylian Mbappé devem permanecer, embora o desempenho recente tenha sido alvo de críticas. Rodrygo chegou a ser cogitado para saída, mas uma lesão grave, que o deixará fora por vários meses, inviabiliza qualquer negociação.

    Quem sai?

    David Alaba (em fim de contrato), Raúl Asencio, Dani Ceballos e Gonzalo García (com pouco espaço no elenco) devem deixar o Santiago Bernabéu. No entanto, há outros nomes importantes que também podem ser negociados em breve.

    É o caso de Antonio Rüdiger e Dani Carvajal, cujos contratos terminam em pouco mais de dois meses. Eduardo Camavinga tem cometido erros individuais com frequência, o que coloca sua permanência em dúvida, e Fran García também pode ser vendido, apesar de propostas do Bournemouth terem sido recusadas em janeiro.

    Quem chega?

    A defesa tem sido um verdadeiro problema para o Real Madrid nesta temporada, e por isso deve ser reforçada com um zagueiro e um lateral-direito experientes. O meio-campo, que ainda sente as saídas de Luka Modric e Toni Kroos, também deve ganhar um reforço — ao que tudo indica, Nico Paz, atualmente no Como.

    Já no ataque, o nome que vem ganhando força é o de Endrick, que tem se destacado sob o comando do técnico português Paulo Fonseca, no Olympique Lyon (já soma seis gols e cinco assistências em 16 jogos oficiais), e deve retornar para disputar uma vaga no elenco.

    Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

  • João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Fonseca fez um jogo equilibrado de três sets e 1h49 de duração, mas caiu novamente diante de um tenista top 10 do ranking da ATP (Associação de em duelo pelas quartas de final do ATP 500 de Munique contra o americano Ben Shelton.

    No primeiro encontro entre os dois no circuito, Shelton, de 23 anos e número 6 do ranking, venceu o brasileiro de 19 anos e 35º por dois sets a um, com parciais de 6/3, 3/6 e 6/3.

    Foi a sexta derrota seguida de João para um tenista que está entre os dez melhores do ranking.

    Até aqui, a única vitória do brasileiro foi no primeiro encontro contra um top 10, quando venceu o russo Andrei Rublev, então nono do mundo, na primeira rodada do Grand Slam do Australian Open.

    Pela campanha no saibro alemão, João Fonseca aparece momentaneamente em 30º lugar no ranking da ATP, posição que ainda pode sofrer alterações a depender do desempenho dos tenistas no restante da semana.

    A melhor colocação já alcançada foi a de número 24 do mundo, em novembro de 2025, após vencer o ATP 500 de Basileia, na Suíça.

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

  • Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

    Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A lenda do basquete Oscar Oscar Schmidt apresentou um mal-estar, precisou de atendimento médico e foi encaminhado para o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba, em São Paulo.

    Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ex-jogador de 68 anos, segundo o NBB e o hospital.

    Oscar disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos -Moscou-1980, Los Angeles-1984, Seul-1988, Barcelona-1992 e Atlanta-1996- e fez 1.093 pontos, marca até hoje não alcançada por qualquer outro atleta da modalidade. Ele também é o maior cestinha da seleção brasileira, com 7.693 pontos.

    O “Mão Santa” foi diagnosticado com câncer no cérebro em 2011 e, em 2022, anunciou ter vencido a “batalha” contra a doença. “Ter curado o câncer para mim foi um negócio de outro planeta”, afirmou em entrevista ao Alt Tabet, no Canal UOL, em 2024.

    VEJA O COMUNICADO DO HOSPITAL NA ÍNTEGRA

    “O Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) informa que a família do paciente solicita discrição neste momento.

    A instituição reafirma seu compromisso com a ética, o cuidado humanizado e a preservação da privacidade de todos os envolvidos.

    Em breve, a assessoria de comunicação pessoal da família divulgará um comunicado oficial com mais informações.”

    VEJA O COMUNICADO DO NBB

    “Informamos que, até o momento, temos conhecimento de que ele apresentou um mal-estar e está recebendo atendimento médico.

    Ainda não há informações confirmadas sobre seu estado de saúde, e novas atualizações serão compartilhadas assim que houver dados oficiais, por meio dos canais oficiais.

    Pedimos, neste momento, respeito e sensibilidade, preservando a privacidade da família e o espaço necessário para que tudo seja devidamente acompanhado.

    Agradecemos a compreensão de todos.”

    Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

  • Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

    Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O volante Pulgar, do Flamengo, foi suspenso no STJD por causa da expulsão contra o Red Bull Bragantino. Ele levou quatro partidas de gancho na terceira comissão disciplinar.

    O chileno foi enquadrado no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (agressão física), no lance em que atingiu Agustín Sant’Anna no rosto.

    A punição de quatro jogos é a pena mínima e vale para o Brasileiro. Como já cumpriu um jogo de suspensão automática, Pulgar ainda tem mais três partidas a pagar – Bahia, Atlético-MG e Vasco.

    O volante, inclusive, se machucou na ocasião em que foi expulso, tendo um problema no ombro que o tirou dos gramados por tempo ainda indeterminado pelo Flamengo.

    Esse cenário gera a tendência de que o Flamengo nem sequer faça recurso contra a decisão em primeira instância.

    No julgamento, o Flamengo até tentou buscar um enquadramento mais leve para a expulsão de Pulgar.

    “Pulgar é um volante muito combativo, voluntarioso. É o segundo cartão vermelho que ele recebe pelo Flamengo. É primaríssimo no tribunal. A defesa não vai brigar com a imagem. A discussão aqui é se é 254-A ou outra infração. No nosso entendimento, o vídeo mostra que não se enquadra no 254-A. Há um contato direto, mas não houve um ato impensado, covarde, planejada. Faz um gesto com o braço que se assemelha mais a um empurrão do que um soco”, disse o advogado João Marcello Costa, defendendo a desclassificação para ato hostil ou jogada violenta.

    Só que a tentativa do Flamengo foi em vão. Pulgar foi punido com quatro jogos por unanimidade.

    “Para esse caso específico, ele deu um soco, está claro. Fora da disputa de bola. Isso motivou a expulsão direta após revisão do VAR. Entendo que se enquadra no artigo”, disse a relatora do caso, a auditora Marina Volpato.

    Pulgar, do Flamengo, pega quatro jogos de suspensão no STJD por agressão

  • Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

    Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

    Na tarde desta sexta-feira (17), morreu Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, aos 68 anos, em São Paulo. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

    “Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, disse em nota a assessoria de Oscar ao confirmar a morte. 

    A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

    Tragetória

    Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu no dia 16 de fevereiro de 1958, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. 

    Começou a se interessar por basquete aos 13 anos, após se mudar para Brasília, por influência de seu técnico Zezão, que o incentivou a procurar o Clube Vizinhança, que era treinado pelo técnico Laurindo Miura.

    Em 1974, aos 16 anos, Oscar mudou-se para São Paulo, para iniciar a carreira no infanto-juvenil do Palmeiras. Foi convocado para a seleção juvenil de basquete em 1977 e eleito melhor pivô do sul-americano juvenil. 

    Na seleção principal de basquete do Brasil, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze. 

    Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou. 

    Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição. 

    Oscar jogou 11 temporadas na Itália, 8 pelo Juvecaserta e 3 pelo Pavia

    Em 1995, Oscar decidiu retornar para o Brasil, passando a jogar no Corinthians, onde ganhou, em 1996, o oitavo título brasileiro de sua carreira.

    ​​No Brasil, Oscar ainda jogou pelo Banco Bandeirantes, entre 1997 e 1998, Mackenzie, entre 1998 e 1999 e Flamengo, entre 1999 e 2003. 

    No rubro-negro, alcançou uma das marcas mais expressivas de sua carreira: maior cestinha da história do basquete, com 49,737 pontos. Até então, esse posto pertencia a Kareem Abdul-Jabbar, com 46.725 pontos. 

    Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela Fédération Internationale de Basketball (Fiba). Também integrou o Hall da Fama da NBA, 

    Em 2003, Oscar se aposentou das quadras. 

    Com informações da Agência Brasil

     

    Morre Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

  • Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século

    Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O trabalho de Carlo Ancelotti à frente da seleção é considerado bom ou ótimo por 28% dos brasileiros, aponta a mais recente pesquisa Datafolha. O índice é o menor do século nos levantamentos realizados antes de cada Mundial sobre o desempenho dos técnicos da equipe nacional.

    O italiano fica bem atrás na comparação com os antecessores. Em ordem cronológica, Luiz Felipe Scolari tinha 37% em 2002, Carlos Alberto Parreira tinha 62% em 2006, Dunga tinha 49% em 2010, Scolari tinha 68% em 2014, e Tite tinha 64% em 2018 e 47% em 2022.

    Os números não representam exclusivamente uma desconfiança em relação a Ancelotti. Há uma descrença geral em torno da seleção, que já está há 24 anos sem conquistar a Copa. Na mesma pesquisa, apenas 29% disseram acreditar no título em 2026, também o menor número do século.

    Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais nos dias 7, 8 e 9 de abril, em 137 municípios. Para 34% delas, o trabalho de Carletto é regular; 12% o consideram ruim/péssimo, e 26% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Parte das respostas foi influenciada pela rejeição à presença de um estrangeiro à frente do time nacional. A resistência tem diminuído, mas ainda existe. No último levantamento do Datafolha sobre o tema, em junho de 2025, 31% disseram ser contra o comando nas mãos de um não brasileiro; 52% se manifestaram a favor.

    O atual treinador do Brasil chegou já na reta final de um ciclo caótico rumo ao Mundial. Com a saída de Tite no fim de 2022, a equipe jogou sob direção do interino Ramon Menezes, do inicialmente interino Fernando Diniz e do breve Dorival Júnior, demitido após uma derrota por 4 a 1 para a arquirrival Argentina. Faz menos de um ano que foi contratado o italiano.

    Ancelotti, 66, é o quarto estrangeiro a dirigir o escrete verde-amarelo, o primeiro de maneira efetiva. Dono de um currículo excepcional como treinador, é o único com títulos em todas as cinco principais ligas nacionais europeias (Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Espanha) e também o recordista em triunfos no maior campeonato de clubes, a Champions League, com cinco -a conta não inclui suas duas taças continentais como jogador.

    Sua contratação já era um desejo de Ednaldo Rodrigues, afastado da presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em maio de 2025, por decisão judicial. Quando o atual mandatário, Samir Xaud, foi eleito (como candidato único) para sucedê-lo, a chegada do técnico já estava acertada. O italiano foi apresentado no dia seguinte, a seu modo carismático, fugindo habilmente de perguntas sobre a situação política da confederação.

    Desde então, amparado em seu currículo pesado, manteve um prestígio elevado entre os dirigentes apesar de um aproveitamento apenas mediano -entre jogos de Eliminatórias e amistosos, foram dez compromissos, com cinco vitórias, dois empates e três derrotas. Nos bastidores da CBF, a avaliação de seu trabalho é tão boa que já está apalavrada a renovação de seu contrato para o ciclo rumo à Copa de 2030.

    Se a apreciação não é a mesma por parte significativa da população, Ancelotti pode se amparar no fato de que a aprovação prévia não é necessariamente um indicativo de sucesso no Mundial. Luiz Felipe Scolari, o Felipão, tinha a aprovação de apenas 37% antes da conquista do penta, em 2002, e era aclamado por 68% antes do desastre de 2014, com derrota em casa para a Alemanha por 7 a 1.

    Ancelotti tem menor aprovação antes da Copa entre técnicos do Brasil no século