Categoria: ESPORTES

  • Kimi Antonelli larga na pole no GP de Mônaco; Bortoleto bate e fica em 16º

    Kimi Antonelli larga na pole no GP de Mônaco; Bortoleto bate e fica em 16º

    JULIANNE CERASOLI
    MÔNACO (UOL/FOLHAPRESS) – Kimi Antonelli, da Mercedes, brilhou no Q3, garantiu mais uma pole position nesta temporada e largará na frente no GP do Mônaco. A Mercedes tem todas as poles até aqui no ano.

    Antonelli já havia liderado o último treino livre antes da classificação. Ele conseguiu fazer uma boa última volta e “tomar” posição dianteira de Max Verstappen, da Red Bull Racing, que ficou 0,043 atrás. A briga entre os dois foi boa nos momentos decisivos da qualificação.

    O brasileiro Gabriel Bortoleto bateu ainda no Q1, quando quebrou a suspensão dianteira ao contornar a Nouvelle Chicane. Ele vai largar em 16º.
    Lewis Hamilton, da Ferrari, chegou a ter a primeira posição em certo momento no Q3. O companheiro Charles Leclerc bateu na parede em Tabac nos momentos finais da classificação.

    A dupla da escuderia italiana fez dobradinha no último treino livre desta sexta-feira (5), mas reclamou dos carros após o Q2, e não conseguiu repetir o desempenho anterior.

    COMO FOI

    O brasileiro Gabriel Bortoleto bateu no Q1. O treino teve bandeira vermelha depois que o brasileiro errou ao contornar a Nouvelle Chicane, encostou no guard rail e quebrou a suspensão dianteira, segundo ele mesmo relatou à equipe pelo rádio.

    “Foi um erro. Não tem muito o que falar. Se eu cometesse esse erro no Q2 ou Q3, mas no Q1 não tinha necessidade. Nosso carro seria para top10 esse fim de semana. Peço desculpas à equipe e a todo mundo que estava torcendo. Não tinha necessidade de tomar o risco no Q1, acabei tocando o muro de dentro e quebrando a suspensão”, disse Bortoleto.

    Bortoleto havia registrado a 14ª volta provisória. Carlos Sainz melhorou após a bandeirada e o brasileiro caiu para 15º. Ele passaria para o Q2, mas não pôde participar devido aos danos no carro. Neste cenário, vai largar em 16º.

    A Audi vinha de bons resultados no fim de semana. Nos treinos que antecederam a classificação, Bortoleto foi nono nas duas primeiras sessões e sétimo na manhã deste sábado (6). Para piorar o cenário, Nico Hulkenberg caiu no Q2 e a equipe ficou com os dois pilotos fora do top 10.

    Oscar Piastri, da McLaren, teve problema com o carro no Q3. A transmissão flagrou ele saindo de traseira após uma curva.
    O GP de Mônaco será às 10h (de Brasília) neste domingo (7). Kimi Antonelli, da Mercedes, lidera o campeonato.

    CONFIRA O GRID DE LARGADA:

    1 – Kimi Antonelli (Mercedes)
    2 – Max Verstappen (Red Bull Racing)
    3 – Lewis Hamilton (Ferrari)
    4 – Charles Leclerc (Ferrari)
    5 – Isack Hadjar (Red Bull Racing)
    6 – George RussellMercedes
    7 – Oscar Piastri (McLaren)
    8 – Lando Norris (McLaren)
    9 – Pierre Gasly (Alpine)
    10 – LiamLawson (Racing Bulls)
    11 – Alexander Albon (Williams)
    12 – Carlos Sainz (Williams)
    13 – Nico Hulkenberg (Audi)
    14 – Franco Colapinto (Alpine)
    15 – Arvid Lindblad (Racing Bulls)
    16 – Gabriel Bortoleto (Audi)
    17 – Esteban Ocon (Haas)
    18 – Sergio Pérez (Cadillac)
    19- Oliver Bearman (Haas)
    20 – Valtteri Bottas (Cadillac)
    21 – Fernando Alonso (Aston Martin)
    22 – Lance Stroll (Aston Martin)

    Kimi Antonelli larga na pole no GP de Mônaco; Bortoleto bate e fica em 16º

  • Hussein, ídolo do Iraque, é interrogado por 7 horas ao chegar nos EUA

    Hussein, ídolo do Iraque, é interrogado por 7 horas ao chegar nos EUA

    Está instalada a primeira polêmica a poucos dias da Copa do Mundo. Aymen Hussein, atacante da seleção do Iraque, desembarcou nesta sexta-feira nos Estados Unidos para se juntar à delegação de seu país para a Copa do Mundo de 2026, mas acabou… sendo interrogado durante sete horas ao chegar ao aeroporto.

    De acordo com o jornalista Romain Molina, do The Guardian, por meio de sua conta na rede social X (antigo Twitter), o centroavante que marcou o gol que levou o Iraque de volta à Copa do Mundo após 40 anos foi retido no Aeroporto O’Hare, em Chicago, e interrogado por sete horas antes de ser liberado.

    A mesma fonte informa que nenhuma justificativa foi apresentada para a retenção do jogador iraquiano. Diversos relatos internacionais apontam que tudo teria acontecido por causa de uma… confusão de nomes.

    “Passa por interrogatórios de sete horas ao chegar ao território americano como um possível terrorista, mas o que ele poderia fazer? Aymen Hussein é iraquiano, e isso pareceu suficiente para privá-lo de seus direitos. Se não fosse ele, seria outro. Um iraquiano a mais ou a menos, que diferença isso faria para os Estados Unidos?”, escreveu o jornalista em sua conta no X.

    Dia polêmico para os países do Oriente Médio que disputarão a Copa do Mundo de 2026

    Esse não foi o único episódio envolvendo seleções do Oriente Médio neste sábado. A questão dos vistos para integrantes da seleção e da delegação do Irã também gerou muita controvérsia às vésperas da Copa do Mundo de 2026.

    A televisão iraniana informou que o secretário-geral da federação, Hedayat Mombeini, e o vice-presidente, Mehdi Mohammad Nasbi, estão entre os 15 membros da comissão de apoio e dirigentes que ainda não receberam os vistos dos Estados Unidos para os jogos que a seleção disputará em Los Angeles e Seattle.

    A participação do Irã na Copa chegou a ficar ameaçada desde o início do conflito envolvendo Estados Unidos e Israel. Os problemas relacionados à emissão de vistos levaram o país a transferir sua base de preparação de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México.

    A televisão iraniana e autoridades norte-americanas confirmaram que os jogadores, a comissão técnica e parte da equipe de apoio já receberam seus vistos. No entanto, 15 integrantes tiveram os pedidos negados. Segundo um dirigente dos Estados Unidos ouvido pela Associated Press, os vistos foram recusados porque teriam sido solicitados “sob falsas alegações”.

    O Irã, que está no Grupo G, fará seus dois primeiros jogos da Copa do Mundo em Inglewood, na Califórnia: contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, e contra a Bélgica, seis dias depois. Em seguida, enfrentará o Egito, em 26 de junho, em Seattle. Irã e Estados Unidos poderão se enfrentar na fase de mata-mata caso terminem seus respectivos grupos na segunda colocação.


    Hussein, ídolo do Iraque, é interrogado por 7 horas ao chegar nos EUA

  • Ex-jogador de Seleção é encontrado morto aos 34 anos

    Ex-jogador de Seleção é encontrado morto aos 34 anos

    Yrondu Musavu-King foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (5), nos fundos de uma residência na capital do Gabão, Libreville. O ex-jogador da seleção gabonesa morreu aos 34 anos em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas, em um caso que tem causado grande comoção no país.

    “A morte desta figura icônica do futebol gabonês, em circunstâncias que ainda precisam ser esclarecidas, deixa um enorme vazio na família do futebol nacional”, declarou a Federação Gabonesa de Futebol (FEGAFOOT) em nota de pesar, citada pela ESPN.

    “Com apenas 34 anos, Yrondu Musavu-King partiu no auge da vida, depois de deixar sua marca na história do futebol gabonês, tanto por sua carreira profissional quanto por suas atuações na seleção nacional”, continuou a entidade.

    “Zagueiro inteligente e combativo, dotado de uma generosidade exemplar, Musavu-King também era um homem reservado, mas de personalidade forte. Expressava suas convicções com franqueza, sempre com respeito e cortesia”, concluiu a FEGAFOOT.

    Um de seus ex-companheiros de equipe, Bruno Ecuélé Manga, também prestou homenagem ao jogador e enviou condolências à família.

    “Foi com profunda tristeza que soube da sua morte. Ao longo dos anos e nos campos de futebol, tive a oportunidade de conviver com você e de conhecer o homem que era: respeitoso, apaixonado e profundamente dedicado ao esporte”, escreveu em uma publicação no Instagram.

    “Meus pensamentos estão, antes de tudo, com sua família, seus entes queridos e todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar a vida com você. A todos eles, envio minhas sinceras condolências e todo o meu apoio neste momento de dor”, acrescentou.

    “Que sua alma descanse em paz. Sua memória, sua trajetória e tudo o que contribuiu para o futebol gabonês permanecerão para sempre gravados em nossos corações e mentes”, completou o defensor.

    Após se mudar para a França aos dois anos de idade, Musavu-King estreou profissionalmente pelo Caen na temporada 2012/13, depois de passar pelas categorias de base do clube francês.

    Sua primeira convocação para a seleção do Gabão aconteceu pouco depois, na mesma temporada. Posteriormente, foi chamado para disputar a Copa Africana de Nações de 2015, ano em que também acertou sua transferência para o Granada, da Espanha, sem custos de transferência.

    Ao longo da carreira, retornou à França para defender Lorient e Toulouse. Depois, teve uma breve passagem pela Suíça, onde atuou pelo St. Gallen, antes de se transferir para a Udinese, da Itália, embora não tenha disputado nenhuma partida oficial pela equipe italiana.

    Em 2019, Yrondu Musavu-King voltou ao futebol francês, assinando com o US Boulogne e posteriormente com o Le Mans. Sua carreira profissional chegou ao fim no Bengaluru FC, da Índia.

    Ex-jogador de Seleção é encontrado morto aos 34 anos

  • Ancelotti mantém dúvidas e amplia testes a uma semana da estreia da seleção na Copa

    Ancelotti mantém dúvidas e amplia testes a uma semana da estreia da seleção na Copa

    LUCIANO TRINDADE E MARCOS GUEDES
    NOVA JERSEY, EUA (FOLHAPRESS) – “Os 26 são titulares”, disse Carlo Ancelotti nesta sexta-feira (5), ao justificar novas observações na seleção brasileira contra o Egito, neste sábado (6), no último amistoso antes da Copa do Mundo. A ideia valoriza o elenco, mas também embaralha a definição do time às vésperas da largada no Mundial, diante de Marrocos.

    O cenário contrasta com o histórico recente da equipe brasileira, que, em quatro das seis Copas deste século, chegou ao torneio repetindo exatamente o time do último teste. Nas demais edições, fez apenas ajustes pontuais. Agora, as dúvidas permanecem abertas em quase todos os setores a poucos dias do início da jornada na competição.

    Entre as decisões ainda em aberto, o italiano pretende observar Lucas Paquetá em função mais adiantada e Igor Thiago como referência ofensiva, ampliando o leque de variações para a equipe. “Quero ver alternativas, não apenas um time fixo”, disse o treinador, que também indicou a presença de Douglas Santos entre os titulares no amistoso.

    Embora tenha evitado confirmar a escalação completa, o treinador acabou revelando parte do desenho ao longo da entrevista, à medida que comentava função por função. “Eu disse que não ia dar o time, mas vocês já conseguiram”, brincou, ao ser pressionado sobre a formação que vai a campo em Cleveland.

    A postura mantém aberta a definição não apenas de nomes, mas também da estrutura da equipe para o Mundial, algo que contrasta com ciclos recentes da seleção brasileira, quando o último amistoso servia como confirmação final do time-base. Agora, o Brasil encerra a preparação ainda em fase de ajustes e com diferentes combinações em avaliação até a véspera da estreia.

    Assim como ocorreu contra o Panamá, quando a seleção se despediu dos brasileiros com uma goleada por 6 a 2 no Maracanã, o amistoso contra o Egito também permitirá até 11 substituições para cada lado.

    Ancelotti afirmou que pretende utilizar todo o elenco disponível ao longo da partida, mas com atenção especial aos jogadores que retornam de lesão ou precisam ganhar ritmo. “Quem volta de um período afastado, como Bruno Guimarães e Raphinha, talvez tenha mais minutos”, disse, citando ainda a necessidade de gerir fisicamente atletas que chegam ao fim de uma longa temporada.

    Ele também confirmou que o zagueiro Gabriel Magalhães, finalista da Champions League com o Arsenal, não será utilizado contra o Egito por controle de carga, reforçando a preocupação com o desgaste físico nesta reta final de preparação para o Mundial.

    O defensor, porém, integra o grupo de peças intocáveis do time, ao lado do também zagueiro Marquinhos, além de Casemiro, Vinicius Junior e Raphinha.
    Wesley é, pelo menos por enquanto, o titular da lateral direita, mas Ancelotti também fez experiências na posição. Durante parte do treino de quarta-feira, escalou Danilo no setor, mas manteve Wesley em campo, atuando aberto pela esquerda e mais avançado, como costuma jogar na Roma.

    A base do meio-campo permanece intocada, com Casemiro e Bruno Guimarães sempre presentes no time ideal. A formação e os companheiros, entretanto, variam. Ancelotti testou um meio com três homens, promovendo a entrada de Paquetá. Depois, porém, retornou ao 4-2-4.

    Igor Thiago desponta como o principal teste de Ancelotti. O atacante ganhou espaço após o amistoso contra o Panamá e vai iniciar a partida diante do Egito, oferecendo à seleção uma referência de área que não fazia parte do desenho habitual da equipe.

    As experiências mostram que o treinador italiano tem boas opções no elenco, mas também reforçam que ainda mantém uma série de dúvidas sobre sua formação ideal.

    Depois de enfrentar o Egito neste sábado, o Brasil estreia no Mundial diante de Marrocos, no dia 13, em Nova Jersey.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL X EGITO (AMISTOSO)
    Data: 6 de junho de 2026 (sábado), às 19h
    Local: estádio Huntington Park Field, em Cleveland, nos Estados Unidos
    Transmissão: Globo, SporTV e ge tv
    Árbitro: Adonai Escobedo (MEX)
    Assistentes: Ibrahim Martinez (MEX) e Maximiliano Gomez (MEX)
    VAR: Carlos Rivero (MEX)
    Brasil
    Alisson, Wesley, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Igor Thiago, Vini Júnior e Raphinha
    Egito
    Mostafa Shobeir; Mohamed Abdelmonem, Yasser Ibrahim, Karim Hafez e Mohamed Hany; Marwan Attia, Eman Ashour, Mahmoud Trezeguet e Mohamed Salah; Zizo e Omar Marmoush

    Ancelotti mantém dúvidas e amplia testes a uma semana da estreia da seleção na Copa

  • Seleção Brasileira chega a Cleveland para amistoso contra o Egito

    Seleção Brasileira chega a Cleveland para amistoso contra o Egito

    SÃO PAULO SP (UOL.FOLHAPRESS) – A delegação da Seleção Brasileira já está na cidade de Cleveland (EUA) para o amistoso contra o Egito. A equipe comandada pelo técnico Carlo Ancelotti pousou no local hoje à noite e seguiu diretamente para o hotel de concentração.

    O duelo contra o Egito será o último teste do Brasil antes do início da Copa do Mundo. A partida acontece amanhã, às 19 horas (horário de Brasília). A estreia no Mundial acontece no dia 13 de junho, contra Marrocos, em Nova Jersey.

    A tendência é que Ancelotti faça testes na seleção brasileira diante do adversário africano. Na linha defensiva, as novidades começam com Douglas Santos ganhando a vaga de Alex Sandro na lateral esquerda, enquanto Léo Pereira chegou a treinar como titular na zaga devido ao desgaste físico de Gabriel Magalhães, recém-chegado da final da Liga dos Campeões.

    Na direita, embora Wesley permane\\xçzça como titular, o treinador experimentou variações táticas, testando Danilo no setor e avançando Wesley para uma função mais ofensiva pela esquerda.

    No meio-campo, a dupla Casemiro e Bruno Guimarães segue intocada, mas a estrutura do setor variou entre um tripé com a entrada de Lucas Paquetá e o tradicional esquema com quatro atacantes. No ataque, o centroavante Igor Thiago também ganhou oportunidades e deve começar a partida contra os egípcios.

    Seleção Brasileira chega a Cleveland para amistoso contra o Egito

  • Endrick vê Ancelotti como ‘paizão’ e cita Neymar entre melhores do Brasil

    Endrick vê Ancelotti como ‘paizão’ e cita Neymar entre melhores do Brasil

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Endrick falou sobre a relação com o técnico Carlo Ancelotti, elogiou Neymar e até se arriscou no inglês em participação no canal norte-americano Men In Blazers. Uma entrevista gravada com a promessa da seleção brasileira foi ao ar nesta quarta-feira (3).

    Endrick descreveu Ancelotti como um “grande paizão”. Carlo foi o primeiro treinador do jovem de 19 anos no Real Madrid e reencontrou o atleta no comando da seleção brasileira, sendo o responsável por seu retorno à amarelinha, em março deste ano.

    “É um grande treinador e um grande paizão de todos. É um cara que te entende muito bem como pessoa e sabe muito bem o que você deve fazer dentro de campo. A minha relação com ele e todo o estafe é maravilhosa. Fiquei surpreso quando tive a primeira conversa com ele, no Real Madrid, e ele pôde me acolher muito bem. […] Agora, na seleção brasileira, foi muito bom também. Pude conversar com ele e seus assistentes e sentir realmente o carinho que eles têm por mim”, disse Endrick, ao canal Men In Blazers.

    O atacante colocou Neymar na primeira prateleira do futebol nacional. Questionado sobre quem seriam as maiores lendas da seleção brasileira, citou Ronaldo, “Ronaldinho Gaúcho, Romário e Rivaldo. O destaque, no entanto, ficou para o camisa 10 do Santos, por ser o único que ele viu de perto em ação.
    Depois que eu nasci, não tem dúvida que a lenda do futebol, que eu pude ver jogando, que eu pude ver driblando, é claramente o Neymar. É um grande jogador, que você olha e dá vontade de assistir, porque é realmente um jogador com DNA brasileiro”, disse Endrick, ao canal Men In Blazers.

    A entrevista foi gravada antes da convocação para a Copa do Mundo de 2026. Prestes a encerrar sua passagem pelo Lyon, da França, à época, o atacante disse estar na torcida para “realizar o sonho de ajudar o Brasil” na competição.
    A seleção brasileira estreia no Mundial no dia 13, contra Marrocos. Depois, enfrenta Haiti (19/6) e Escócia (24/6) no encerramento do Grupo C. Endrick — agora com vaga garantida no torneio — ainda vive a expectativa de assumir a titularidade do ataque do país.

    Endrick vê Ancelotti como ‘paizão’ e cita Neymar entre melhores do Brasil

  • Fonseca será o tenista mais bem ranqueado da América do Sul na próxima atualização da ATP

    Fonseca será o tenista mais bem ranqueado da América do Sul na próxima atualização da ATP

    DANI BLASCHKAUER
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Fonseca vai aparecer mesmo como o 25º colocado do ranking mundial a ser divulgado pela ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) na próxima segunda-feira. O tenista brasileiro será ainda o número 1 da América do Sul, ultrapassando o argentino Francisco Cerundolo, que cairá uma casa (será o 27º).

    O tenista carioca corria o risco de terminar Roland Garros como o 26º do ranking caso o italiano Matteo Arnaldi avançasse para a decisão.

    Mas Arnaldi, com virose, nem entrou na quadra nesta sexta-feira (5) para enfrentar o compatriota Flavio Cobolli (agora 10º do mundo).

    A campanha de Fonseca, que parou nas quartas de final em Roland Garros, fez com que ele ganhasse cinco posições no ranking. Assim, ele ficará bem próximo sua melhor marca (24º, em novembro do ano passado). Até Wimbledon (que começa dia 29 de junho), o carioca terá poucos pontos a defender. Em 2025, caiu na estreia em Halle, na Alemanha, e na segunda rodada em Eastbourne (Inglaterra). No Grand Slam londrino do ano passado ele avançou até a terceira rodada. Os três torneios são disputados na grama.

    Já Arnaldi vai dar um salto de 70 casas no ranking mundial e será o 34º colocado. O algoz de Fonseca, o tcheco Jakub Mensik, foi eliminado pelo alemão Alexander Zverev, terceiro do ranking mundial, nesta sexta, por 3 sets a 1, com parciais de 7/5, 6/2, 3/6 e 6/3. A queda na semifinal fará Mensik pular da 27ª para a 16ª colocação.

    A decisão entre Zverev e Cobolli será no domingo. Os dois nunca ganharam um Grand Slam.

    Entre os top 10 duas mudanças são certas. O canadense Felix Auger-Aliassime subirá duas posições e será o quarto colocado. E Cobolli vai figurar entre os dez melhores pela primeira vez, tirando o cazaque Alexander Bublik do grupo dos dez melhores.

    Os três primeiros colocados permanecerão inalterados: Jannik Sinner, da Itália, Carlos Alcaraz, da Espanha, e Zverev.

    Fonseca será o tenista mais bem ranqueado da América do Sul na próxima atualização da ATP

  • Robinho faz novo pedido ao STF para retirar caráter hediondo de pena

    Robinho faz novo pedido ao STF para retirar caráter hediondo de pena

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A defesa de Robinho apresentou um novo pedido de habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF) para retirar o caráter hediondo da pena do ex-jogador. Ele foi condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo cometido em 2013, na Itália, e está preso desde março de 2024.

    Este é o segundo pedido desta natureza. A defesa de Robinho já havia feito uma primeira solicitação em novembro do ano passado. A solicitação depende do ministro Luiz Fux.

    Os advogados alegam que o caráter hediondo não consta na sentença da Justiça italiana. A defesa indica ainda que tal ponto foi acrescentado pelo Superior Tribunal de Justiça.

    “Ao acrescer ao título estrangeiro a natureza hedionda não prevista na sentença transitada em julgado, alterou substancialmente o regime jurídico da execução penal e impôs ao paciente consequências executórias mais gravosas do que aquelas estabelecidas pelo próprio”, disse o estado sentenciante Defesa de Robinho.

    A retirada do caráter hediondo, segundo a defesa, permitiria a progressão de pena de Robinho para o regime semiaberto, no qual o condenado pode estudar ou trabalhar durante o dia e retornar à prisão à noite.

    Estupro, tortura, latrocínio, entre outros, são considerados crimes hediondos, segundo o Conselho Nacional do Ministério Público. Um crime hediondo é inafiançável.

    Em janeiro deste ano, Robinho teve sua pena reduzida em 160 dias. A movimentação ocorreu após a Justiça de São Paulo aceitar o pedido de remição feito pela defesa do ex-jogador.
    Em 2014, Robinho admitiu ter mantido relações sexuais com a vítima, mas negou violência sexual. Ele reforçou o discurso em 2020, em entrevista ao UOL.

    Ainda em 2020, quando já havia sido condenado em primeira instância, ele acertou seu retorno ao Santos. O Peixe, no entanto, suspendeu o contrato com o atacante dias depois por causa da pressão da torcida e da imprensa pelo caso.

    Em 2022, Robinho foi condenado na terceira e última instância da Justiça italiana a nove anos de prisão. Entretanto, ele nunca foi preso por já estar no Brasil, que não extradita seus cidadãos. Sendo assim, a Itália pediu para que o Brasil julgasse a possibilidade de o ex-jogador cumprir a pena em solo brasileiro.

    No Brasil, Robinho foi condenado a nove anos de prisão pelo crime de estupro cometido na Itália. Ele está preso desde março de 2024 e, no dia 17 de novembro, foi transferido da Penitenciária II de Tremembé para o Centro de Ressocialização de Limeira (SP).

    Robinho faz novo pedido ao STF para retirar caráter hediondo de pena

  • EUA fornece vistos à seleção do Irã, mas com aviso: “Não permitiremos”

    EUA fornece vistos à seleção do Irã, mas com aviso: “Não permitiremos”

    “Orgulhoso da nossa excelente equipe na Embaixada dos Estados Unidos em Ancara pelo trabalho realizado no processamento dos vistos para a seleção iraniana de futebol rumo à Copa do Mundo da FIFA nos Estados Unidos”, escreveu Barrack em uma mensagem publicada na rede social Facebook.

    “O esporte transcende fronteiras, e estamos ansiosos para receber jogadores e torcedores de todo o mundo”, acrescentou, comentando notícias da imprensa que informavam que a seleção iraniana havia obtido os vistos para entrar nos Estados Unidos.

    A “equipe de apoio necessária” também recebeu os vistos, confirmou posteriormente o Departamento de Estado dos EUA em um comunicado.

    “Não permitiremos que a seleção iraniana abuse desse sistema para introduzir clandestinamente nos Estados Unidos, sob falsos pretextos, indivíduos ligados ao terrorismo”, acrescentou a diplomacia norte-americana.

    O presidente da Federação Iraniana de Futebol revelou na sexta-feira que os jogadores da seleção haviam entregue seus passaportes à Embaixada dos Estados Unidos na Turquia.

    “Ontem [quinta-feira], conversei com a FIFA sobre os vistos americanos. Foi-nos solicitado que entregássemos todos os passaportes à Embaixada dos EUA em Ancara”, explicou Mehdi Taj.

    “Acredito que todos os vistos serão emitidos e que não haverá mais problemas relacionados a isso”, acrescentou.

    A seleção iraniana participará da Copa do Mundo de 2026 enquanto o país enfrenta um conflito militar com os Estados Unidos, um dos organizadores do torneio e o país que sediará os três jogos do Irã na fase de grupos.

    Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel realizaram um ataque militar contra o Irã. O país respondeu à ofensiva com ataques a nações da região e com o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota por onde normalmente passa cerca de um quinto dos hidrocarbonetos que abastecem os mercados globais, incluindo a China.

    Apesar do cessar-fogo implementado em 8 de abril para viabilizar negociações de paz, a tensão continua evidente entre os dois países, que não mantêm relações diplomáticas desde 1980.

    Nesse contexto acontece a Copa do Mundo de 2026, disputada entre a próxima quinta-feira e 19 de julho, nos Estados Unidos, Canadá e México. Desde o início surgiram questionamentos sobre a participação do Irã na competição.

    A FIFA sempre garantiu que a seleção iraniana estaria presente no maior torneio de seleções do planeta e, após diversas negociações entre as partes, decidiu manter o cronograma original dos jogos.

    No entanto, os iranianos transferiram seu centro de treinamento de Tucson, nos Estados Unidos, para Tijuana, no México.

    O Irã está no Grupo G, ao lado de Bélgica, Nova Zelândia e Egito, e disputará suas partidas da fase de grupos nos Estados Unidos, nas cidades de Los Angeles e Seattle.

    EUA fornece vistos à seleção do Irã, mas com aviso: “Não permitiremos”

  • Trabalhadores de estádio da Copa do Mundo nos EUA votam a favor de greve

    Trabalhadores de estádio da Copa do Mundo nos EUA votam a favor de greve

    A decisão não garante que os dois mil bartenders, garçons, cozinheiros e auxiliares de cozinha do SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia, entrem em greve.

    Mas ela lhes dá essa possibilidade após o impasse nas negociações contratuais com a empresa responsável pelos serviços de alimentação do estádio, que receberá o jogo de estreia da seleção masculina de futebol dos Estados Unidos.

    A votação ocorreu na sexta-feira, e a líder sindical Yolanda Fierro afirmou que, caso não haja um acordo, os trabalhadores poderão entrar em greve já no dia 12 de junho, data da partida entre Estados Unidos e Paraguai.

    Fierro disse que os funcionários estão preocupados com os salários e com a segurança no trabalho diante do aumento das operações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE, na sigla em inglês).

    O xerife do Condado de Los Angeles, Robert Luna, declarou nesta semana que o Departamento de Segurança Interna informou que agentes federais estarão presentes nos jogos para auxiliar na segurança, mas não para fiscalizar imigrantes.

    “De que adianta a Copa do Mundo para Los Angeles se os trabalhadores não ganham o suficiente para pagar o aluguel e precisam escolher entre comparecer ao trabalho ou correr o risco de serem detidos pelo ICE?”, questionou Kurt Petersen, copresidente do sindicato UNITE HERE Local 11.

    “Se formos obrigados a entrar em greve, aqueles camarotes da FIFA que custam 100 mil dólares terão apenas água engarrafada e Doritos”, acrescentou.

    A Legends Global, responsável pela área de hospitalidade do SoFi Stadium, afirmou que mantém uma relação de longa data com o sindicato e está comprometida em chegar a um acordo por meio das negociações contratuais.

    “Estamos ansiosos para oferecer uma experiência de hospitalidade excepcional aos torcedores durante os jogos da Copa do Mundo da FIFA no SoFi Stadium”, informou a empresa em comunicado divulgado na quarta-feira.

    Kurt Petersen afirmou que as negociações contratuais estão avançando em ritmo muito lento.

    Segundo ele, a Legends concordou apenas com aumentos salariais mínimos para cozinheiros e auxiliares de cozinha, apesar da expectativa de que a Copa do Mundo de 2026 gere receitas expressivas.

    O sindicato também está exigindo da empresa proteção contra terceirizações e contra possíveis operações de fiscalização da imigração federal.

    César Zamora, bartender do estádio, afirmou ser fã de futebol desde a infância e disse estar decepcionado ao ver que seu empregador não realizou as mudanças necessárias antes do evento.

    “A Copa do Mundo da FIFA vai gerar lucros enormes, mas ainda estamos lutando por respeito e segurança básicos”, afirmou, segundo comunicado divulgado pelo sindicato. “Merecemos mais, e se isso significar entrar em greve, estou pronto”, acrescentou.

    Grupos comunitários de outras cidades-sede da Copa do Mundo, como Atlanta e Miami, também pediram a suspensão das operações do ICE nos Estados Unidos, temendo detenções nas proximidades dos estádios e das áreas destinadas aos torcedores para acompanhar as partidas.

    A Copa do Mundo deverá atrair milhões de torcedores para os jogos que serão disputados em junho e julho em 11 cidades-sede nos Estados Unidos, além de partidas realizadas no Canadá e no México.

    Trabalhadores de estádio da Copa do Mundo nos EUA votam a favor de greve