Categoria: ESPORTES

  • Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

    Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro anunciou a contratação do diretor-executivo de futebol Bruno Spindel, ex-Flamengo.

    Spindel fechou acordo com o clube mineiro após seu desfecho com o Corinthians melar. O clube paulista havia entrado em contato com o dirigente no fim da tarde do dia 24 e recebeu o aceite em seguida.

    Spindel aguardou o contrato para assinar e já até trabalhava nos bastidores, mas o Corinthians não o enviou.

    No dia 26 à noite, o clube de São Paulo comunicou Spindel que estava encerrando a negociação. O diretor, então, soltou uma nota no dia 27 dizendo que estava se retirando da negociação porque o clube não enviou os documentos. No mesmo dia, o Corinthians fechou com Marcelo Paz, ex-Fortaleza.

    Com Bruno Spindel, a estrutura do departamento de futebol profissional do Cruzeiro passa a ser composta pelo novo executivo, pelo diretor esportivo, Joaquim Pinto, e o gerente executivo, Rodrigo Ramos, liderados pelo presidente Pedro Lourenço e o vice-presidente Pedro Junio.

    QUEM É BRUNO SPINDEL?

    Bruno Spindel foi um dos dirigentes que participou do processo de reestruturação do Flamengo. Engenheiro de formação, ele iniciou no clube flamenguista em 2009 assumindo a pasta do Marketing, ainda na gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello.

    Em seguida, tornou-se CEO do clube até chegar ao departamento de futebol, em 2019. Como diretor-executivo, foi figura ativa na montagem dos elencos bicampeões brasileiros, da Libertadores e da Copa do Brasil.

    Spindel fez uma dupla de sucesso com o vice de futebol, Marcos Braz. O executivo era responsável por toda a parte financeira e de contratos, enquanto Braz assumia o “vestiário” e as negociações.

    O diretor perdeu espaço com a chegada de Luiz Eduardo Baptista à presidência, ao fim de 2024. Bap deu plenos poderes ao português José Boto na pasta do futebol e, após ficar “escanteado” no Flamengo, foi demitido em agosto de 2025.

    Uma das missões do Corinthians é resolver o ‘Transfer Ban’, colocando fim às restrições para contratar novos jogadores para o elenco

    Folhapress | 21:45 – 29/12/2025

    Cruzeiro anuncia diretor ex-Flamengo que desfez acordo com Corinthians

  • Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

    Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians tem quatro missões principais para resolver no período de férias do elenco até a reapresentação no começo do ano que vem.

    AS MISSÕES CORINTIANAS

    Transfer ban. O Corinthians precisa colocar fim às restrições para contratar. No momento, são duas: uma na Fifa, por Félix Torres, e outra na CBF -o clube pagou a dívida com o Cuiabá por Raniele, mas a Comissão Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) não derrubou a restrição e cobrou mudança de postura da diretoria corintiana. Sem esses acordos, o Timão não poderá contratar visando a 2026. Há ainda o caso de Matías Rojas, onde o clube foi condenado a pagar cerca de R$ 45 milhões e negocia acordo com os agentes do atleta.

    Gerente de futebol. O Corinthians busca um gerente de futebol no mercado. O clube anunciou Marcelo Paz, ex-Fortaleza, como novo executivo, mas quer um ex-jogador para atuar lado a lado com ele, visando às contratações. Nomes como o ex-goleiro Júlio César, o ex-volante Paulinho e o ex-meia Renato Augusto estão em pauta. O primeiro está no Bragantino, o segundo no Mirassol e o terceiro atuando como comentarista na ge TV.

    Renovações. O clube tem quatro jogadores em fim de contrato: Maycon, Angileri, Talles Magno e Romero. A diretoria, ainda com Fabinho Soldado, tinha conversas para renovar com os dois primeiros. Os outros dois, por ora, estão fora dos planos. As conversas devem seguir nos próximos dias, já com Marcelo Paz atuando junto ao presidente Osmar Stabile.

    Contratações. Esta missão depende da derrubada do transfer ban. Ao longo do ano, Dorival Júnior deixou clara a necessidade de reforços, mas diante das restrições em registrar jogadores, o Timão não pôde investir em contratações. Em 2025, apenas Angileri e Vitinho chegaram -ambos estavam livres no mercado e chegaram antes das proibições impostas ao clube.

    PRÓXIMA TEMPORADA

    O prazo para resolver as questões é um pouco mais curto em 2026. Como foi finalista da Copa do Brasil, o Corinthians encerrou a temporada em 21 de dezembro e, com a mudança do calendário, fará sua estreia no ano que vem em 11 de janeiro, contra a Ponte Preta, no Paulistão.

    O ano será extenso para o Corinthians. O clube paulista disputará PaulistA, Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa Rei e Libertadores.

    “Sinto falta do Michael todos os dias, mas ele está aqui – diferente, mas aqui”, escreveu Corinna Schumacher em rede social

    Folhapress | 14:15 – 29/12/2025

    Corinthians tem 4 missões principais para resolver durante férias do elenco

  • Palmeiras tem Marlon encaminhado, e monitora argentinos da Premier League

    Palmeiras tem Marlon encaminhado, e monitora argentinos da Premier League

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras dá o negócio pelo meio-campista Marlon Freitas como muito bem encaminhado, mas não vai parar no jogador do Botafogo para reforçar o seu meio-campo.

    O clube ainda monitora a situação de dois volantes argentinos que estão no Campeonato Inglês: Guido Rodríguez, do West Ham, e Nicolás Domínguez, do Nottingham Forest.

    O QUE ACONTECEU

    Os jogadores têm o mesmo grupo de agentes, e o UOL apurou que o Palmeiras entrou em contato para entender as condições de um possível acordo para cada um.

    Além da contratação de Marlon Freitas, a comissão técnica quer mais um reforço para o meio-campo. Marlon é um segundo volante de origem, e como Aníbal Moreno foi negociado, o clube irá ao mercado por um camisa 5.

    Guido Rodríguez pode ter vida fácil para deixar o West Ham. O volante de 31 anos tem contrato só até o meio do ano que vem, com opção de renovação por mais um, mas não tem atuado na Inglaterra: ele só disputou 6 dos 19 jogos do time na temporada.

    O jogador teve passagem de destaque no Bétis no futebol europeu (173 jogos entre 2020 e 2024) e fez parte do grupo da seleção argentina tricampeã do mundo no Qatar e dos títulos em duas Copa Américas.

    Já Nicolás Domínguez é um jogador mais novo, e que vai custar mais caro. O argentino de 27 anos não é titular do Nottingham Forest, mas tem contrato até junho de 2028. Ele disputou 12 (apenas 8 como titular) dos 25 jogos da equipe no ano.

    Em agosto de 2023, o Nottingham Forest pagou 10 milhões de euros e enviou o meio-campista Freuler ao Bologna para contratar o argentino. nesta segunda-feira (29), Nico está avaliado em 18 milhões (R$ 117 milhões na cotação atual) de euros pelo Transfermaket -plataforma especializada em valores do mercado da bola.

    Nico foi companheiro de time dos palmeirenses Ramon Sosa e Carlos Miguel, e mantém contato com ambos até nesta segunda-feira (29). O jogador se destacou pelo Vélez Sarsfield para chegar ao Bologna, e depois se transferir para o Nottingham Forest. Ele estava no grupo da Argentina que conquistou a Copa América de 2021.

    Disputada inicialmente na virada do ano, a primeira edição, em 1925, contou com 60 inscritos; mais de 50 mil corredores estão inscritos para edição 2025

    Agência Brasil | 11:15 – 29/12/2025

    Palmeiras tem Marlon encaminhado, e monitora argentinos da Premier League

  • Flamengo se acerta com Inter e aguarda Vitão para exames médicos

    Flamengo se acerta com Inter e aguarda Vitão para exames médicos

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo já tem acertado o seu primeiro reforço para 2026. Trata-se do zagueiro Vitão, do Internacional, que é aguardado no Rio de Janeiro para exames médicos.

    O Rubro-negro chegou a um acordo com o Colorado numa operação de 10 milhões de euros (cerca de R$ 65 milhões), considerando o perdão da dívida por Thiago Maia e o restante do valor à vista. A informação inicial foi dada pelo ge e confirmada pelo UOL.

    Vitão chega para atender uma das prioridades para a temporada: a zaga. O clube entendia que se fazia necessário um defensor mais “pronto” para brigar por posição com os experientes Léo Ortiz, Léo Pereira e Danilo.

    O zagueiro de 25 anos também se enquadra no perfil de reforços que a diretoria traçou: até 26 anos. A ideia é a de rejuvenescer o elenco.

    PROPOSTA POR KAIO JORGE

    Em paralelo, o Flamengo realizou uma proposta de cerca de 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Cruzeiro. Porém, o presidente da SAF do clube mineiro, Pedro Lourenço, informou que só aceita negociar o artilheiro do Campeonato Brasileiro por, no mínimo, 50 milhões de euros.

    Há também um entendimento, por parte dos mineiros, de que não é interessante “reforçar” um rival direto no Brasil. Por isso, a tendência é a de que negociação seja endurecida com o Rubro-negro.

    Confronto realizado em Dubai termina com vitória do australiano por 2 sets a 0; duelo é tratado como espetáculo comercial, sem significado político de embate de 1973

    Folhapress | 12:15 – 29/12/2025

    Flamengo se acerta com Inter e aguarda Vitão para exames médicos

  • Vini Jr. entra em top 3 de jogadores mais desvalorizados no mercado em 2025

    Vini Jr. entra em top 3 de jogadores mais desvalorizados no mercado em 2025

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Vinicius Jr. está entre os três jogadores que sofreram maior desvalorização no mercado da bola ao longo de 2025. O atacante do Rodrygo, também do Real Madrid, integra o top 5. O levantamento é do Transfermarkt.

    O QUE ACONTECEU

    O camisa 7 do time merengue viu seu valor de mercado diminuir em 50 milhões de euros (R$ 326,2 milhões) ao longo do ano. Vini era avaliado em 200 milhões de euros (R$ 1,3 bilhão) em 1º de janeiro deste ano, contra 150 milhões de euros (R$ 979 milhões) atualmente.

    A queda só não foi maior do que as de Phil Foden e Rodri, ambos do Manchester City. O inglês lidera do ranking com uma desvalorização de 60 milhões de euros (R$ 391 milhões), seguido pelo espanhol -que não atuou em grande parte do ano- com 55 milhões de euros (R$ 359 milhões).

    Rodrygo é o segundo brasileiro a aparecer na lista, e divide a quarta colocação do Gavi, do Barcelona. Os dois jogadores tiveram queda de 40 milhões de euros (R$ 261 milhões) em seus respectivos valores de mercado. O atacante do Real começou o ano avaliado em 100 milhões de euros (R$ 652,4 milhões) e agora vale 60 milhões (R$ 391 milhões).

    A dupla merengue teve um início de temporada turbulento, e Vinicius Jr terminou vaiado em seu último jogo do ano. Já Rodrygo esteve próximo de deixar o Real por ser pouco aproveitado pelo técnico Xabi Alonso.

    VEJA AS MAIORES DESVALORIZAÇÕES EM VALOR DE MERCADO NO ANO

    1 – Phil Foden (Manchester City) – 60 milhões de euros (R$ 391 milhões)
    2 – Rodri (Manchester City) – 55 milhões de euros (R$ 359 milhões)
    3 – Vinicius Jr (Real Madrid) – 50 milhões de euros (R$ 326,2 milhões)
    4 – Rodrygo (Real Madrid) e Gavi (Barcelona) – 40 milhões de euros (R$ 261 milhões)
    5 – Martin Odegaard (Arsenal) – 35 milhões de euros (R$ 228,4 milhões)

    VALOR DE MERCADO DOS JOGADORES

    Phil Foden (Manchester City)
    Em janeiro: 140 milhões de euros (R$ 913,4 milhões)
    Atual: 80 milhões de euros (R$ 522 milhões)

    Rodri (Manchester City)
    Em janeiro: 130 milhões de euros (R$ 848,2 milhões)
    Atual: 75 milhões de euros (R$ 489,3 milhões)

    Vinicius Jr (Real Madrid)
    Em janeiro: 200 milhões de euros (R$ 1,3 bilhão)
    Atual: 150 milhões de euros (R$ 979 milhões)

    Rodrygo (Real Madrid)
    Em janeiro: 100 milhões de euros (R$ 652,4 milhões)
    Atual: 60 milhões de euros (R$ 391 milhões)

    Gavi (Barcelona)
    Em janeiro: 80 milhões de euros (R$ 522 milhões)
    Atual: 40 milhões de euros (R$ 261 milhões)

    Martin Odegaard (Arsenal)
    Em janeiro: 110 milhões de euros (R$ 717,7 milhões)
    Atual: 75 milhões de euros (R$ 489,3 milhões)

    Disputada inicialmente na virada do ano, a primeira edição, em 1925, contou com 60 inscritos; mais de 50 mil corredores estão inscritos para edição 2025

    Agência Brasil | 11:15 – 29/12/2025

    Vini Jr. entra em top 3 de jogadores mais desvalorizados no mercado em 2025

  • Gramado do Maracanã inicia processo para ser ‘nota 4 de 5’ em padrão Fifa

    Gramado do Maracanã inicia processo para ser ‘nota 4 de 5’ em padrão Fifa

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Após o Jogos das Estrelas realizado neste sábado (27) por Zico, o gramado do Maracanã iniciou um processo de “revitalização”, segundo o consórcio que administra o estádio.

    BAP CONTRATOU CONSULTORIA

    Máquinas fizeram uma raspagem da grama. O objetivo é dar vigor ao campo que recebeu 73 jogos oficiais em 2025, além de shows.

    As primeiras partidas no Maracanã em 2026 devem acontecer já em janeiro. A rodada inicial do Campeonato Carioca está marcada para o dia 14.

    Presidente do Flamengo – clube que administra o consórcio junto com o Fluminense – Bap quer aumentar a avaliação do gramado no padrão Fifa. Recentemente o clube contratou uma consultoria para avaliar o campo e recebeu uma nota média.

    O mandatário revelou a meta em apresentação ao Conselho Deliberativo do Fla, ocasião onde também cutucou clubes que utilizam gramado sintético em seus estádios.

    “Contratamos uma consultoria da Fifa que avaliou o gramado do Maracanã de 1 a 5. neste domingo (28) a nota é de 3 a 3,5. Em 2026, queremos ser 4. Em 2027, queremos ser 5. Tivemos R$ 120 milhões de faturamento no Maracanã em 2025 e vamos fazer R$ 192 milhões em 2026 sem shows e sem gramado de plástico”, disse Bap.

    CRUZADA CONTRA O SINTÉTICO

    Bap tem liderado uma cruzada contra o gramado sintético no futebol brasileiro. Em nome do Flamengo, o presidente rubro-negro encaminhou à CBF sugestões e pontos a serem alterados.

    “Após o Jogo das Estrelas, o dirigente ganhou coro de Zico, que também se mostrou contra este tipo de piso.

    Não dá mais, né? Para mim, esse assunto já enche o saco. Não dá. No futebol mundial, onde tem as melhores competições, não existe campo sintético. Só o Brasil. Champions League tem sintético? Premier League? Bundesliga? França? Itália? Nós fomos feitos para jogar na grama! É gastar dinheiro e cuidar do campo, isso que é importante. Você vê times investindo em coisas absurdas, quando tinham que investir no campo de jogo. Isso é que é importante”, afirmou Zico.

    Uma limpeza que proporciona um campo renovado, com maior vigor e responsivo aos tratamentos intensos para suportar a carga alta de jogos.

    Após arrastada negociação, treinador chega a acordo com o clube e acerta permanência por mais duas temporadas; jovem tem cinco títulos em pouco mais de um ano de carreira

    Folhapress | 10:15 – 29/12/2025

    Gramado do Maracanã inicia processo para ser ‘nota 4 de 5’ em padrão Fifa

  • ‘Sinto falta do Michael todos os dias’, diz esposa de Schumacher

    ‘Sinto falta do Michael todos os dias’, diz esposa de Schumacher

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Esposa do ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher, Corinna usou as redes sociais do marido para lembrar do grave acidente que vitimou o heptacampeão mundial em 29 de dezembro de 2013, há exatos 12 anos.

    Sinto falta do Michael todos os dias. Mas não sou só eu que sinto falta dele. São as crianças, a família, o pai dele, todos ao redor dele. Corina Schumacher, em postagem no perfil de Michael no X
    Todos sentem falta do Michael, mas o Michael está aqui -diferente, mas aqui. Ele ainda me mostra o quão forte ele é todos os dias.

    COMO ESTÁ SCHUMACHER

    O estado de saúde do ex-piloto é mantido em sigilo desde a época do acidente. O piloto alemão sofreu um traumatismo cranioencefálico severo ao cair esquiando na estação alpina de Méribel, na França. Desde então, ele vive sob cuidados médicos contínuos, longe do público, dividido entre a residência da família às margens do Lago de Genebra, na Suíça, e a casa em Maiorca. Não há boletins médicos, aparições públicas ou imagens recentes do ex-piloto.

    Apenas uma lista seleta de pessoas está autorizada a visitar Schumacher. Além de Corinna Schumacher e dos filhos Gina-Maria e Mick, o círculo de pessoas autorizadas a visitar o ex-piloto é composto essencialmente por três nomes ligados intimamente à sua carreira e trajetória pessoal: Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger. A informação foi revelada pelo The Telegraph.

    A pessoa mais decisiva nesse isolamento é Corinna, esposa de Michael desde 1995. Aos 56 anos, ela supervisiona pessoalmente todo o tratamento do marido e controla rigorosamente quem pode vê-lo.

    Corinna se tornou protetora da imagem do heptacampeão. Em diversas ocasiões, reforçou que o objetivo é preservar sua dignidade e impedir a exploração midiática. A posição se tornou ainda mais rígida após tentativas de chantagem envolvendo fotos e registros médicos do piloto.

    Em 2024, porém, Schumacher teria feito uma aparição extremamente rara. Segundo a imprensa alemã, ele esteve presente no casamento de sua filha, Gina-Maria, em Maiorca. Os convidados teriam entregado os celulares antes da cerimônia, medida que faria parte do acordo permanente de proteção da família. Nenhuma imagem vazou.

    Schumacher vive cercado por uma equipe médica particular, com tratamentos contínuos e adaptações constantes. Em 2019, foi submetido a um procedimento experimental com células-tronco em Paris.

    O ex-chefe de operações da Red Bull e amigo pessoal, Richard Hopkins, chegou a dizer que acredita que o público provavelmente nunca verá Schumacher novamente. Segundo ele, falar sobre o estado do piloto é desconfortável devido ao pacto de sigilo e reforçou que não pertence ao círculo íntimo que tem acesso ao alemão.

    Posso fazer um comentário, ter uma opinião, mas não faço parte desse círculo íntimo. Não sou Jean Todt, não sou Ross Brawn, não sou Gerhard Berger, que visitam Michael. Estou muito longe disso.Richard Hopkins em entrevista à Sportsbible.

    ‘Sinto falta do Michael todos os dias’, diz esposa de Schumacher

  • Central Julia Kudiess é eleita a 5ª melhor jogadora do vôlei mundial

    Central Julia Kudiess é eleita a 5ª melhor jogadora do vôlei mundial

    A central Julia Kudiess, do Minas Tênis Clube, foi apontada no último sábado (27) como 5ª melhor jogadora de vôlei do mundo pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB). A atleta de 22 anos de idade brilhou defendendo a seleção brasileira na Liga das Nações (VNL) e no Mundial deste ano, competições nas quais foi a maior bloqueadora.

    Em postagem nas redes sociais, a FIVB destacou a competência de Julia como bloqueadora, mas também citou outras competências da jogadora: “Deslizamentos mortais e ataques em ritmo fulminante a tornam uma ameaça constante: eficiente, inteligente e destemida. Com apenas 22 anos, ela já conquistou o coração dos fãs, a confiança das companheiras de equipe e a admiração de técnicos e adversárias do mundo todo”.

    A FIVB está anunciando no decorrer dos últimos dias a relação de melhores atletas da temporada. Entre as mulheres ainda faltam ser divulgados os nomes das três primeiras colocadas, e existe a expectativa de que mais uma brasileira apareça na relação, a ponteira Gabi Guimarães.

    Após arrastada negociação, treinador chega a acordo com o clube e acerta permanência por mais duas temporadas; jovem tem cinco títulos em pouco mais de um ano de carreira

    Folhapress | 10:15 – 29/12/2025

     


    Central Julia Kudiess é eleita a 5ª melhor jogadora do vôlei mundial

  • Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

    Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Longe de conseguir repetir o peso histórico do confronto entre Bobby Riggs e Billie Jean King, em 1973, no embate conhecido como “Batalha dos Sexos”, Nick Kyrgios e Aryna Sabalenka fizeram neste domingo (28) um novo duelo entre dois grandes tenistas dos circuitos masculino e feminino.

    Realizado em Dubai, nos Emirados Árabes, local que atraiu celebridades e personalidades de outros esportes, como os brasileiros Ronaldo e Kaká, o jogo terminou com vitória do australiano por 2 sets a 0, com um duplo 6/3.

    “Sendo sincero, foi um jogo difícil. Ela é multicampeã, uma grande competidora. Não sabia como seria, mas ela veio aqui quebrou meu serviço algumas vezes. Ela pôs pressão. Foi um grande espetáculo com uma grande jogadora como a Aryna”, afirmou Kyrgios.

    Já a belarussa espera por uma revanche. “Eu me senti muito bem, foi legal vê-lo sofrendo em quadra, foi por muito pouco. Sinto que, na próxima vez, vou saber taticamente onde estão suas forças e suas fraquezas. Assim, acho que tenho chances. Adoro revanche.”

    Apesar da promoção feita pelos organizadores, o duelo teve pouco em comum com a vitória da lendária Billie Jean King sobre Bobby Riggs em 1973.

    “Não é a mesma coisa”, declarou King em entrevista à BBC.

    “Em 1973, eu tinha que vencer em nome da mudança social. Existiam muitos motivos para vencer aquele duelo”, acrescentou o ex-número 1 do mundo.

    O circuito feminino, que então dava seus primeiros passos, buscava afirmar sua legitimidade em meio a um cenário com premiações para as jogadoras muito inferiores em relação ao tênis masculino.

    “Foi um jogo muito politizado. Não é o caso de agora”, reiterou a americana, que bateu Riggs por 3 sets a 0 (6-4, 6-3 e 6-3) em Houston, diante de um público de 30 mil pessoas, além dos milhões de telespectadores que o duelo atraiu pela TV.

    Antes do duelo deste domingo, Sabalenka afirmou que seu objetivo era “se divertir e colocar esse cara em uma posição incômoda”.

    “Imagino que, para nós dois, o objetivo é fazer este esporte crescer”, avaliou Kyrgios. “A primeira coisa que quero é que as pessoas vejam tênis”, acrescentou o australiano.

    Astros e estrelas com história no tênis mundial, no entanto, questionaram a realização do duelo. “O que o tênis feminino pode tirar essa partida?”, indagou a australiana Rennae Stubbs, ex-especialista em duplas.

    “A única razão pela qual esse jogo está acontecendo é porque a Evolve [agência que cuida dos interesses de Kyrgios e Sabalenka] decidiu ganhar um pouco de dinheiro”, disse a ex-número 1 de duplas em seu podcast.

    Para haver um equilíbrio, o duelo foi disputado em melhor de três sets e as regras foram ajustadas. Ambos os jogadores tiveram um único serviço, e o lado da quadra de Sabalenka teve uma superfície 9% menor que a metade de Kyrgios.

    “Se jogássemos em uma quadra inteira, com as regras normais, seria muito difícil competir contra homens”, declarou Sabalenka antes da partida.

    “Mas, nestas condições, sinto que talvez tenha mais opções para lutar”, acrescentou.

    Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

  • Com recorde de atletas, corrida de São Silvestre terá centésima edição

    Com recorde de atletas, corrida de São Silvestre terá centésima edição

    Em uma viagem a Paris, o jornalista Cásper Líbero ficou maravilhado com uma corrida realizada à noite. Decidido a promover algo semelhante no Brasil, ele idealizou uma prova que deveria ocorrer sempre no último dia do ano. E foi assim que, em uma noite do dia 31 de dezembro de 1925, foi realizada a primeira Corrida de São Silvestre da história. Ela recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

    “A São Silvestre foi uma ideia do jornalista, empresário e advogado Cásper Líbero. Ele estava passeando por Paris em 1924 e assistiu uma prova em que os corredores empunhavam tochas, fazendo um efeito super lindo à noite, com aquela vibração toda. Ele gostou, se entusiasmou e trouxe a ideia para o Brasil, para São Paulo. E já em 1925 ele criou a primeira edição da corrida de São Silvestre. Na época, inclusive, São Silvestre era escrito com Y. Foi aí que nasceu a nossa prova, que hoje está completando a sua centésima edição”, diz Eric Castelheiro, diretor-executivo da Corrida Internacional de São Silvestre, em entrevista à reportagem do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil.

    Disputada inicialmente na virada do ano, a primeira edição contou com 60 inscritos, mas apenas 48 deles participaram da largada, que ocorreu no Parque Trianon, na Avenida Paulista, às 23h40. Eles percorreram 8,8 mil metros pelas ruas de São Paulo e a corrida acabou sendo vencida por Alfredo Gomes, que completou o percurso em 23m19s. 

    “O Alfredo Gomes era um atleta negro. Em 1924, um ano antes da primeira edição da São Silvestre, ele já fazia sucesso porque estava representando o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris. Ele foi o primeiro negro a representar o país”, explica Castelheiro.

    Desde então, a São Silvestre se tornou a corrida mais tradicional e conhecida do país e só deixou de ser realizada em 2020, devido à pandemia da covid-19. No ano passado, a prova completou 100 anos de sua história, mas é somente neste ano de 2025 que ela chega à sua centésima edição, alcançando um recorde de participantes com mais de 50 mil corredores inscritos.

    Heróis

    Em suas primeiras edições, apenas atletas brasileiros participavam da prova. Mas, a partir de 1927 foi permitida a inscrição de estrangeiros que moravam no Brasil, o que vez com que o italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, vencesse as edições de 1927 e 1929. Blasi foi o único estrangeiro a ganhar a prova na chamada fase nacional da corrida, que durou até 1944.

    A partir de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, a corrida passou a contar com a participação de atletas estrangeiros, mas inicialmente só para atletas da América do Sul. Foi só dois anos depois que ela passou a ser de fato mundial, dando início a um período de 34 anos sem vitórias de atletas brasileiros, o que só foi superado em 1980, com a vitória do pernambucano José João da Silva. As mulheres só começaram a competir em 1975, prova que foi vencida pela alemã Christa Valensieck.

    Lágrimas e gritos

    Em entrevista ao programa Caminhos da Reportagem, da EBC, o empresário e ex-atleta José João da Silva recordou daquele dia em que quebrou o tabu. “O povo começava a chorar, a gritar. O Osmar (de Oliveira, meu médico) começou a gritar e a chorar. Era [a quebra] de um tabu. O primeiro brasileiro a vencer”, conta. “Eu fui o abençoado, vamos dizer assim. Cheguei e consegui esse marco. Essa vitória foi um grande marco”, recorda.

    Ele, que começou a trabalhar muito cedo, ainda criança, nas roças de Pernambuco, não fazia ideia do que aquela vitória na São Silvestre significaria para a sua vida. “Parou o país. Foi como uma Copa do Mundo. O povo queria invadir e foi contido pela polícia. Eu não sabia o tamanho [dessa vitória]. Depois a gente fica meio [assim], dá até vontade de chorar. É muito impactante. A tua vida muda totalmente”, recorda.

    Um brasileiro como José João da Silva e que vence essa prova acaba se tornando uma espécie de herói para a população, destaca o diretor da corrida. “Esses atletas [brasileiros], que estão em um evento tão representativo e que tem tanto alcance e história, acabam virando ídolos”, assegura.

    “Um atleta de uma corrida de rua está correndo o tempo todo em todo lugar. Então, ele acaba sendo aquele super-herói humano. Ele parece um super-herói, mas ele também é humano igual a você. Então acho que isso acaba trazendo muita identificação”, garante.

    Recorde

    Isso foi o que aconteceu com Marilson Gomes dos Santos, o brasileiro que mais venceu a São Silvestre desde que ela se tornou internacional. Foram três vitórias, conquistadas em 2003, 2005 e 2010.

    “Os brasileiros torcem muito para [os atletas] brasileiros, independente de qual modalidade for. Na São Silvestre a gente pode sentir isso. Quando você ganha, vemos mais pessoas querendo correr também, querendo participar de prova de rua. Eu vi muitos depoimentos e até hoje escuto pessoas falando que começaram a correr porque me viram correr a São Silvestre, porque me viram ganhar a São Silvestre em 2003”, assegura.

    Maria Zeferina Baldaia também sentiu uma grande mudança em sua vida após participar e ganhar a corrida em 2001. Ela, que trabalhou por 20 anos como boia-fria [termo popular usado para ser referir a um trabalhador rural], recorda como começou a correr até se tornar referência no esporte. “Eu trabalhava como boia-fria e, na hora do almoço, desde criança, eu corria. Já saia correndo pelo carreador que são as estradas largas que dividem a cana dos dois lados”, conta.

    “Corri durante 15 anos descalça, porque eu não tinha tênis. Meus pais não tinham condições de comprar um e, mesmo assim, eu continuei correndo, apesar dos cacos de vidro e do sol quente. Eu tinha o objetivo de ajudar a minha família, então corri durante 15 anos descalça”, recorda.

    Inspiração

    Um dia ela estava assistindo a uma corrida da São Silvestre na casa de uma vizinha e surgiu a inspiração para participar do evento. “Eu vi a Rosa Mota ganhar, uma portuguesa, que ganhou a São Silvestre seis vezes. Eu corri para casa e falei para a minha mãe: ‘mãe, uma mulher pequeninha ganhou a corrida lá em São Paulo, a Corrida de São Silvestre. Será que um dia eu também posso ir lá correr?”.

    Quinze anos depois de assistir a última vitória de Rosa Mota pela TV, Maria Zeferina conseguiu realizar o seu sonho e se tornou inspiração para muitas outras mulheres.

    “Eu me espelhei na Rosa Mota. Depois da minha vitória na São Silvestre eu escuto de muitas pessoas que me procuram – muitas mães, mulheres e meninas – que querem ser igual a Maria Zeferina. Eu costumo dizer que, assim como a Rosa Mota foi meu ídolo e minha inspiração, eu hoje sirvo de inspiração, motivação e espelho para outras pessoas. Isso não tem preço”, assegura.

    Esse reconhecimento também ocorreu em sua cidade. O centro olímpico de Sertãozinho, no interior paulista, acabou sendo batizado com o nome da corredora, uma forma de eternizar sua trajetória e inspirar as futuras gerações. “Poder estar fazendo hoje o que eu ainda faço, que é correr, e poder treinar lá no centro olímpico e ver as crianças, jovens e adultos fazendo o que eu ainda faço, isso não tem preço”, explica a atleta.

    “Zeferina é uma marca muito forte porque é uma mulher brasileira e uma pessoa extremamente acessível. Isso muda muito a figura do atleta. No caso dela, sendo vencedora, mas, ao mesmo tempo, a pessoa que acolhe e que é muito gentil na conversa, a torna uma pessoa muito acessível. E ela tem também a história de que não nasceu atleta: ela cortou cana, teve uma vida muito dura e virou atleta. Então, ela também é a imagem do possível”, salienta Martha Maria Dallari, atleta e personal trainer. “O atleta de corrida de rua é muito próximo. Ele divide o chão pelo qual eu passei. Eu fiz a prova que a Zeferina fez. Eu fiz a prova que o Marilson fez. Estas são coisas muito fortes, da gente estar muito perto, compartilhando disso [com eles]” enfatiza.

    Maiores vencedores

    A maior vencedora da São Silvestre é a portuguesa Rosa Mota, com seis vitórias consecutivas alcançadas no início dos anos 1980. Em seguida, está o queniano Paul Tergat: cinco vitórias. Entre os brasileiros, o título fica com Marílson Gomes dos Santos: três vitórias.

    Desde 1945, quando a competição se tornou internacional, os brasileiros conquistaram 16 vezes essa prova, sendo 11 conquistas entre os homens e cinco entre as mulheres. No masculino, a última vitória brasileira foi conquistada em 2010, com Marilson Gomes dos Santos. No feminino, a última vitória foi com Lucélia Peres, em 2006.

    “Tive a oportunidade de correr muitas provas, em outros países. Mas correr dentro de casa, no último dia do ano, com as pessoas comemorando e muita gente acompanhando pela TV e torcendo, pessoalmente é uma energia contagiante”, opina Marilson, em entrevista à reportagem do programa da TV Brasil. “É uma prova que, sem dúvida nenhuma, qualquer atleta que se preze quer ganhar. E qualquer atleta tem que se preparar muito para chegar bem, tem realmente que visar como se fosse a prova da vida, porque foi a prova da minha vida”, acrescenta. 

    Prova democrática

    Atualmente, a São Silvestre é aberta para todos os públicos, com largadas especiais para mulheres e homens corredores de elite e também para cadeirantes, demais atletas PCDs e atletas amadores. Além disso, ela conta com uma edição especial, realizada em um outro dia e no Centro Olímpico do Ibirapuera, chamada de São Silvestrinha, onde competem crianças e adolescentes. 

    “A gente tem uma organização de largada em ondas. Por exemplo, a prova começa às 7h25 com PCDs e os cadeirantes muito rápidos e que inclusive estão acostumados a disputar campeonatos mundiais e paralímpicos. Às 7h40 larga a elite feminina, [composta] por atletas de ponta de vários países. Às 8h05 larga a elite masculina em dois pelotões, A e B, por nível técnico, com os mais rápidos à frente. Depois, vêm os outros pelotões [e o público, em geral]”, detalha o diretor da corrida.

    Isso, diz ele, faz com que a prova seja bastante democrática, contando com a participação de pessoas de diversas partes do país e do mundo.

    Quebrando marcas

    “A gente sempre fala que a São Silvestre é uma das mais democráticas competições esportivas e até do entretenimento porque nem todo mundo vem para competir. Tem gente que vem para fazer realizações pessoais, quebrar sua própria marca e por seu próprio objetivo. Cada um vem com seu plano e todo mundo é bem recebido”, enfatiza Castelheiro. Isso é, inclusive, o que torna a São Silvestre mais especial, destaca Martha Maria Dallari. “O forte da São Silvestre são essas histórias, são essas pessoas que resolvem correr, desafiar, encontrar amigos e celebrar o ano novo”.

    Acrescenta que outro aspecto importante é que a corrida de rua faz com que as pessoas voltem a se conectar e se apropriar do espaço público.

     “Quando você corre a São Silvestre, você corre por alguns dos lugares mais bonitos da cidade ou por lugares que são marcos na cidade. Essa é uma forma de se conectar com a história e com os pontos históricos da cidade”, salienta.

     

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