Categoria: ESPORTES

  • Netflix anuncia data de estreia de minissérie documental sobre Ronaldinho Gaúcho

    Netflix anuncia data de estreia de minissérie documental sobre Ronaldinho Gaúcho

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Netflix vai apostar no futebol como tema central de uma nova leva de documentários e abre a programação com um personagem que marcou gerações dentro e fora de campo. A minissérie “Ronaldinho Gaúcho”, dedicada à trajetória do craque brasileiro, estreia no dia 16 de abril e revisita a carreira do jogador que se tornou ídolo mundial.

    Dividida em três episódios, a produção acompanha a história de Ronaldinho desde a infância em Porto Alegre até a consagração nos maiores palcos do futebol mundial. A série reúne imagens de arquivo inéditas e acesso exclusivo a momentos da vida do ex-atacante, além de depoimentos de nomes importantes do esporte, como Lionel Messi, Neymar Jr., Roberto Carlos, Gilberto Silva, Luiz Felipe Scolari, Carles Puyol e Galvão Bueno.

    O documentário também se propõe a mostrar os bastidores da carreira do jogador, incluindo conquistas marcantes e episódios mais delicados de sua trajetória. A ideia é revelar também a figura por trás do ídolo que se tornou um dos brasileiros mais reconhecidos da história do futebol.

    O lançamento faz parte de um projeto da plataforma para explorar diferentes dimensões do futebol brasileiro. Depois da estreia da produção sobre Ronaldinho, a Netflix lança “Tetra: Acreditar de Novo”, em 7 de maio, revisitando a conquista da Copa do Mundo de 1994, e “Várzea: Onde Nasce o Futebol”, em 8 de junho, sobre o universo do futebol amador paulistano que revelou nomes como Cafu e Raphinha.

    Netflix anuncia data de estreia de minissérie documental sobre Ronaldinho Gaúcho

  • Bidu pede calma à torcida do Corinthians após protesto

    Bidu pede calma à torcida do Corinthians após protesto

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A derrota do Corinthians por 2 a 0 para o Coritiba, na noite de quarta-feira, provocou forte reação da torcida presente na Neo Química Arena. Após o apito final, os jogadores foram alvo de protestos e xingamentos.

    BIDU PEDE MEMÓRIA À TORCIDA

    Na zona mista, após a partida, o lateral-esquerdo Matheus Bidu reconheceu o direito de cobrança do torcedor, mas ressaltou que o histórico recente do time também seja levado em consideração. Segundo ele, os resultados negativos das últimas semanas não podem apagar o que o grupo construiu nos últimos meses.

    Torcedor tem total direito de criticar, eles pagam ingresso. Mas também não podem esquecer tudo que a gente fez nesses oito meses – Bidu, na zona mista

    A fala de Bidu faz referência ao período recente de conquistas do clube. Nos últimos meses, o Corinthians levantou três troféus: o Campeonato Paulista e a Copa do Brasilno ano passado, além da Supercopa do Brasil no início desta temporada.

    Esses resultados criaram uma relação de confiança entre equipe e arquibancada. O ambiente de lua de mel, no entanto, começou a ruir após a sequência de atuações abaixo do esperado nas últimas semanas.

    O incômodo já havia começado na eliminação corintiana no Campeonato Paulista, perdendo para o Novorizontino. O revés diante do Coritiba, porém, aprofundou o momento de instabilidade e provocou a primeira grande reação da torcida em casa neste ano.

    Bidu classificou a atuação como uma das piores do time recentemente. O lateral afirmou que o grupo se frustrou com o desempenho, principalmente porque o Corinthians teve um período e 11 dias de preparação para a partida.

    Foi uma noite que nada saiu como esperado. Trabalhamos bastante nesses dias e tentamos colocar em prática, mas não fomos efetivos – Matheus Bidu

    O lateral também admitiu participação no lance que originou o segundo gol do Coritiba. Lucas Ronier, responsável por balançar as redes para o Coxa, atacou o espaço justamente nas costas do ala corintiano.

    Teve uma falha ali que eu acabei não vendo o jogador. Agora é trabalhar para ajustar.Bidu, na zona mista

    PRESSÃO ANTES DO CLÁSSICO

    A derrota aumenta a pressão sobre o Corinthians antes do próximo compromisso. No domingo, a equipe enfrenta o Santos, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

    Bidu afirmou que o elenco precisa reagir rapidamente para retomar a confiança. O atleta reconheceu o peso do clássico.

    Todo jogo no Corinthians é importante, clássico ou não. A gente sabe da importância e vai trabalhar para buscar a vitória – Matheus Bidu

    Apesar do clima de frustração, Bidu evitou confronto com a torcida e reiterou que entende as críticas após o resultado negativo. Para o lateral, o caminho agora é reagir dentro de campo para recuperar a confiança das arquibancadas. A gente se frustra tanto quanto eles. Trabalhamos e nos doamos muito no dia a dia. Agora é trabalhar dobrado para dar essa resposta – Bidu, na zona mista

    O elenco corintiano inicia já nesta quinta-feira a preparação para o clássico com três dias de treinamentos antes da partida. O período será utilizado pela comissão técnica para tentar corrigir problemas apresentados nas últimas atuações e ajustar a equipe para a sequência da temporada.

    Bidu pede calma à torcida do Corinthians após protesto

  • Trump diz que Irã não deve participar da Copa por ‘sua própria vida e segurança’

    Trump diz que Irã não deve participar da Copa por ‘sua própria vida e segurança’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (12) que o Irã não deveria participar da próxima Copa do Mundo na América do Norte, poucos dias depois de dizer ao chefe da Fifa (Federação Internacional de Futebol) que eles seriam bem-vindos, apesar da guerra no Oriente Médio.

    “A seleção nacional de futebol do Irã é bem-vinda à Copa do Mundo, mas eu realmente não acredito que seja apropriado que eles estejam lá, por sua própria vida e segurança”, disse Trump em sua plataforma Truth Social.

    As declarações de Trump vêm um dia depois de o ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, afirmar que a seleção de seu país não irá participar da Copa do Mundo de 2026 por causa da morte do aiatolá Ali Khamenei, após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

    “Considerando que esse regime corrupto (dos Estados Unidos) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância podemos participar da Copa do Mundo”, disse o ministro à televisão estatal.

    “Nossas crianças não estão seguras e, fundamentalmente, tais condições para participação não existem”, afirmou Donyamali.

    “Dadas as ações maliciosas que eles realizaram contra o Irã, eles nos forçaram a duas guerras em oito ou nove meses e mataram e martirizaram milhares de nosso povo. Portanto, certamente não podemos ter tal presença”, acrescentou o ministro iraniano.

    As falas de Donyamali ocorreram poucas horas depois de o chefe da Fifa, Gianni Infantino, afirmar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia lhe prometido que receberia sem obstáculos a seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026, que acontece entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

    O Irã está no Grupo G da Copa e tem jogos previstos em Los Angeles e Seattle, contra Bélgica, Nova Zelândia e Egito.

    A reportagem apurou que, oficialmente, nenhuma decisão deverá ser tomada pela entidade até que o Irã oficialize a sua retirada do torneio. Quem tem poder de fazer isso é a Federação Iraniana.

    Nada deve mudar até que isso aconteça, inclusive a venda de ingressos.

    O Irã se classificou para a Copa pelas eliminatórias da Ásia ao lado de Arábia Saudita, Qatar, Japão, Jordânia, República da Coreia, Uzbequistão e Austrália (que disputa a vaga com seleções asiáticas, e não na Oceania).

    O Iraque classificou-se para a repescagem intercontinental, na qual vai enfrentar o vencedor de Bolívia e Suriname. Se o Irã oficializar sua desistência da Copa nos próximos dias, a expectativa é que Fifa aguarde o fim da repescagem para decidir o que fazer com a vaga.

    O regulamento da competição prevê que, em caso de exclusão de uma seleção já classificada, a entidade decidirá um substituto “a seu critério exclusivo” e tomará as ações consideradas necessárias.

    Trump diz que Irã não deve participar da Copa por ‘sua própria vida e segurança’

  • Pupo garante vaga na elite; Sophia Medina cai e Herdy ainda sonha

    Pupo garante vaga na elite; Sophia Medina cai e Herdy ainda sonha

    (UOL/FOLHAPRESS) – O quarto dia de competições da etapa de Newcastle, na Austrália, última parada da temporada do Challenger Series da WSL, trouxe definições importantes na briga por vagas no Circuito Mundial. O destaque brasileiro ficou por conta de Samuel Pupo, que garantiu matematicamente seu retorno à elite do surfe mundial.

    Mesmo já eliminado da competição, Pupo assegurou a classificação após uma combinação de resultados ao longo do dia.

    O brasileiro acabou beneficiado pela eliminação do sul-africano Luke Thompson em sua bateria do Round de 32, o que confirmou sua presença entre os dez primeiros do ranking do Challenger Series.

    SOPHIA MEDINA SE DESPEDE

    Entre as mulheres, o dia marcou também a eliminação de Sophia Medina, irmã do tricampeão mundial Gabriel Medina.

    A brasileira terminou em quarto lugar na sétima bateria do Round de 32, somando 10,00 pontos, atrás da norte-americana Alyssa Spencer, da sul-africana Sarah Baum e da japonesa Amuro Tsuzuki.

    Para Sophia, apenas a vitória na etapa de Newcastle manteria vivas as chances de classificação para a elite mundial -cenário que acabou não se confirmando.

    HERDY SEGUE NA TORCIDA

    Outro brasileiro que se despediu da competição foi Mateus Herdy, eliminado em uma das baterias mais fortes do dia no Round de 32.

    O catarinense somou 14,90 pontos em uma bateria muito acirrada, ficando em terceiro lugar atrás do havaiano Finn McGill e do australiano Alister Reginato, que garantiram as vagas na fase seguinte.

    Mesmo com a queda, Herdy ainda mantém vivo o sonho de disputar pela primeira vez o Circuito Mundial.

    O brasileiro encerrou sua temporada com 19.660 pontos e atualmente ocupa a nona posição do ranking, dentro da zona de classificação -os dez primeiros garantem vaga na elite.

    Agora, Herdy terá de torcer contra dois norte-americanos e um havaiano que seguem vivos no evento e ainda podem ameaçar sua posição: Levi Slawson, Dimitri Poulos e Shion Crawford, que aparecem nas posições 12, 13 e 18 do ranking.

    DECISÃO SE APROXIMA

    A etapa de Newcastle segue em andamento e a janela do evento vai até 15 de março, quando serão definidos todos os classificados para o Circuito Mundial.

    A nova temporada da elite da WSL começa no dia 1º de abril, em Bells Beach, na Austrália, um dos palcos mais tradicionais do Tour.

    Flamengo e Cruzeiro entraram em campo com equipes modificadas em relação às finais dos Estaduais. O time carioca por opção técnica de Leonardo Jardim. A equipe visitante por conta dos desfalques de Kaio Jorge, Romero e William, lesionados

    Folhapress | 10:00 – 12/03/2026

    Pupo garante vaga na elite; Sophia Medina cai e Herdy ainda sonha

  • Real Madrid atropela City, e Henry se rende: “Temos que dar crédito”

    Real Madrid atropela City, e Henry se rende: “Temos que dar crédito”

    O Real Madrid deu um passo importante rumo às quartas de final da Liga dos Campeões ao vencer o Manchester City por 3 a 0 nesta quarta-feira (11), no estádio Santiago Bernabéu. A vitória foi construída com uma atuação decisiva de Ernesto Valverde, autor dos três gols da partida, marcados aos 20, 27 e 42 minutos do primeiro tempo.

    Após o apito final, o ex-atacante francês Thierry Henry, ídolo do futebol europeu e atualmente comentarista, elogiou a atuação do time espanhol. Mesmo conhecido por sua ligação com o Barcelona, clube que defendeu entre 2007 e 2010, Henry destacou a força coletiva do Real Madrid e a performance de Valverde.

    “Todo mundo sabe que eu tenho uma ligação forte com o Barcelona, mas precisamos dar muito crédito ao Real Madrid. Ninguém imaginava esse resultado, muito menos um hat-trick do Valverde. Se alguém disser que esperava isso, está mentindo”, afirmou o ex-jogador.

    Henry também destacou o esforço coletivo da equipe espanhola. Segundo ele, a postura defensiva e a entrega dos jogadores foram determinantes para o resultado. “É assim que se vencem jogos grandes. Todos estavam defendendo juntos. O Valverde merece esse momento porque sempre trabalhou muito pelo clube e agora marcou três gols, algo que nunca tinha feito antes.”

    O francês também chamou atenção para a atuação do jovem meio-campista Thiago Pitarch, de apenas 18 anos. “Quero falar do Pitarch. Observei ele durante todo o jogo e fiquei impressionado. Que partida ele fez. Correu por todo mundo. Eu nem sei o que colocam naquela camisa do Real Madrid.”

    Em tom bem-humorado, Henry brincou sobre o peso da camisa do clube espanhol na competição. “O que vou dizer é brincadeira, porque eu não quero vestir essa camisa, mas talvez se eu vestisse poderia até recuperar meu cabelo”, disse, arrancando risos no programa Golazo, da emissora americana CBS Sports.

    O ex-jogador afirmou que o Real Madrid parece se transformar quando disputa a Liga dos Campeões. “Quando eles entram em campo com essa camisa na Champions, parece que algo muda. É uma camisa pesada, cheia de história. Não é fácil jogar com esse peso, mas eles conseguem.”

    Manchester City e Real Madrid voltam a se enfrentar na próxima terça-feira (18), às 16h (de Brasília), no Etihad Stadium, em Manchester. A partida de volta vai definir qual das duas equipes avança para as quartas de final da principal competição de clubes da Europa.
     

    Flamengo e Cruzeiro entraram em campo com equipes modificadas em relação às finais dos Estaduais. O time carioca por opção técnica de Leonardo Jardim. A equipe visitante por conta dos desfalques de Kaio Jorge, Romero e William, lesionados

    Folhapress | 10:00 – 12/03/2026

    Real Madrid atropela City, e Henry se rende: “Temos que dar crédito”

  • Em turnê de ‘conexão com os fãs’, bicampeão olímpico Eliud Kipchoge correrá maratona de Porto Alegre

    Em turnê de ‘conexão com os fãs’, bicampeão olímpico Eliud Kipchoge correrá maratona de Porto Alegre

    (FOLHAPRESS) – Campeão olímpico da maratona no Rio de Janeiro, em 2016, e novamente em Tóquio, em 2021, o fundista queniano Eliud Kipchoge iniciará em 2026 uma tour mundial para se “conectar com os fãs” ao redor do mundo.

    Aos 41 anos e considerado por especialistas um dos maiores nomes de todos os tempos na prova de 42.195 km, Kipchoge percorrerá todos os continentes ao longo dos próximos dois anos e meio, fazendo pequenos intervalos para participar de sete provas selecionadas.

    A primeira maratona do projeto será a da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 24 de maio.

    O Brasil também está no itinerário da lenda queniana, com sua participação prevista na maratona de Porto Alegre, no dia 12 de julho.

    A largada acontecerá no Parque da Redenção, com a chegada no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, mais conhecido como Parque Harmonia, um dos principais cartões-postais da capital gaúcha.

    A prova já conta com 16,5 mil inscritos e terá também percursos de 21 km, 10 km e 5 km. As demais etapas do projeto serão divulgadas nos próximos dias.

    Durante a passagem pelo país, que deve durar cerca de dez dias, estão previstos encontros com fãs e outras atividades para que Kipchoge possa conhecer aspectos da cultura local.

    Também serão arrecadados fundos para a Eliud Kipchoge Foundation, focada na preservação do meio ambiente para combater as mudanças climáticas e na promoção da educação em comunidades carentes, com a construção de bibliotecas em cidades quenianas. A meta é arrecadar US$ 1 milhão (R$ 5,16 milhões) durante o período, com a venda online de produtos relacionados.

    Segundo o maratonista, o Brasil tem um significado especial em sua carreira, por ter sido onde conquistou o seu primeiro ouro olímpico -ele já havia ficado com o bronze em Atenas-2004, e com a prata em Pequim-2008, mas na disputa dos 5.000 metros.

    “O Brasil é único, é muito importante na minha carreira. O país permanece no meu coração e na minha mente. São boas memórias no esporte”, afirmou Kipchoge durante uma entrevista online com jornalistas nesta quarta-feira (11).
    “Eu realmente me lembro de como são os brasileiros, do amor deles pelo esporte”, acrescentou o bicampeão olímpico.

    O corredor queniano afirmou que, ao longo da maior parte da vitoriosa carreira, em meio a viagens e treinamentos árduos de um atleta de alto rendimento, teve poucas oportunidades para se reunir com os fãs. Ele quer agora com as viagens tentar retribuir todo o carinho recebido durante esses anos.

    Em Paris-2024, ao buscar um inédito tricampeonato olímpico na maratona, Kipchoge sofreu com dores na lombar e teve de abandonar a disputa por volta do 30º quilômetro. Ao fim da prova, entregou os tênis e o uniforme aos torcedores, sendo ovacionado pelo público. Na ocasião, disse que ainda não tinha planos de aposentadoria.

    Questionado durante a conversa online pela reportagem se trata-se do início de uma tour de despedida, o atleta desconversou.

    “A turnê será para me conectar com meus fãs. Sinto que nos últimos 14 anos em que tenho competido em maratonas, nunca estive perto dos meus fãs. Estou preparado para ir até esses fãs, aqueles que me assistem pela TV”, afirmou Kipchoge.

    “Meu objetivo é estar perto deles, falar sobre a beleza da corrida, a beleza do esporte. Sobre as vantagens de todos nós participarmos, correndo no Brasil ao mesmo tempo”, acrescentou ele.

    Único homem até hoje a cumprir a distância da maratona abaixo de duas horas, em 2019 -o recorde não foi homologado pela World Athletics por não cumprir os requisitos de uma prova oficial-, o queniano disse que também quer incentivar as pessoas a se levantarem do sofá e se exercitarem mais.

    “Sei que o Brasil e a América Latina são bastante conhecidos pelo futebol, e pelas lutas, mas quero dar outro passo e incentivar a prática da corrida”, afirmou Kipchoge. “Quero criar movimento. Fazer as pessoas saírem de suas casas e aproveitar suas vidas. Fazer elas ficarem em forma em suas mentes e em seus corpos.”

    Flamengo e Cruzeiro entraram em campo com equipes modificadas em relação às finais dos Estaduais. O time carioca por opção técnica de Leonardo Jardim. A equipe visitante por conta dos desfalques de Kaio Jorge, Romero e William, lesionados

    Folhapress | 10:00 – 12/03/2026

    Em turnê de ‘conexão com os fãs’, bicampeão olímpico Eliud Kipchoge correrá maratona de Porto Alegre

  • Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

    Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

    (UOL/FOLHAPRESS) – Em noite de reencontros e muitas vaias aos que trocaram de lado, o Flamengo venceu o Cruzeiro por 2 a 0 -com bonitos gols de Pedro e Carrascal- e se aproximou do bloco de cima da tabela do Campeonato Brasileiro. O jogo no Maracanã também marcou o duelo entre os campeões carioca e mineiro.

    O Maracanã viveu uma noite de reencontros, mas estes momentos estiveram longe de serem amorosos. A torcida do Flamengo presenciou, pela primeira vez, o meia Gerson e o técnico Tite enfrentando o ex-time após a saída do clube. 

    Além da dupla, estavam em campo também o zagueiro Fabrício Bruno, outro ex-flamenguista. Gerson, de longe, foi o mas perseguido, com vaias a cada toque na bola, além de alguns xingamentos.

    Já a torcida do Cruzeiro, presente em bom número no setor de visitantes, vivenciou a mesma experiência, só que com o técnico Leonardo Jardim, que enfrentava a equipe mineira pela primeira vez após a saída do clube celeste. Os cruzeirenses levaram notas falsas com o rosto do treinador e também xingaram bastante o português, que havia prometido treinar somente o time de Belo Horizonte no Brasil.

    Outro que passou por maus bocados foi Marcão, pai e empresário de Gerson. Ele estava no setor “Maracanã Mais” e foi identificado no intervalo, sendo bastante hostilizado a ponto de ser retirado do local pela Polícia Militar por questões de segurança.

    No segundo tempo ainda entrou outro “ex”, o goleiro Matheus Cunha, ex-Flamengo, que substituiu Cássio, lesionado. O arqueiro, porém, foi poupado pelos flamenguistas.

    VAR CANCELA CARTÃO VERMELHO

    Aos 30 do primeiro tempo, o meia Matheus Henrique chegou a receber um cartão vermelho após perder a bola para Cebolinha, cair sobre ela e o árbitro Flávio Rodrigues de Souza aponta mão proposital. O VAR, porém, solicitou revisão e, após checagem, o lance foi anulado.

    O JOGO

    Flamengo e Cruzeiro entraram em campo com equipes modificadas em relação às finais dos Estaduais. O time carioca por opção técnica de Leonardo Jardim. A equipe visitante por conta dos desfalques de Kaio Jorge, Romero e William, lesionados.

    O time da casa começou de forma avassaladora. Com apenas quatro primeiro minutos, Pedro abriu o placar e, praticamente na saída de bola, Arrascaeta quase ampliou. O Cruzeiro passou a respirar a partir dos 15 e, aos poucos, foi equilibrando a partida e criando chances, mas quando levou perigo, o goleiro Rossi trabalhou bem.

    O segundo tempo iniciou de maneira parecida com o primeiro. O Flamengo pressionando, o Cruzeiro disperso, mas logo equilibrando as ações. Na etapa final, porém, ocorreram menos chances claras.

    Vieram as substituições de Leonardo Jardim e Tite, e o jogo mudou de dinâmica. Nos minutos finais, a equipe de fora foi para o abafa e quase empatou, mas num contra-ataque mortal, nos acréscimos, o Flamengo ampliou para fechar o caixão com um golaço de cobertura feito por Carrascal.

    FLAMENGO
    Rossi, Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Luiz Araújo); Lucas Paquetá (Carrascal), Everton Cebolinha (Samuel Lino) e Pedro (Wallace Yan). Técnico: Leonardo Jardim.

    CRUZEIRO
    Cássio (Matheus Cunha), Fagner (Japa), Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki; Matheus Henrique, Lucas Silva e Christian; Gerson (Wanderson), Matheus Pereira e Neyser (Chico da Costa). Técnico: Tite.

    Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
    Auxiliares: Alex Ang Ribeiro (SP) e Luiz Alberto Andrini Nogueira (SP)
    VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)
    Cartões amarelos: Léo Pereira (FLA); Fagner (CRU)
    Gols: Pedro, aos 4 minutos do primeiro tempo (FLA); Carrascal, aos 52 minutos do segundo tempo (FLA)

    Primeiras atividades do treinador no CT da Barra Funda incluíram reunião com elenco, análise tática em vídeo e preparação para o jogo contra a Chapecoense, além de boa recepção de dirigentes e jogadores à proposta de jogo mais ofensiva

    Folhapress | 09:00 – 12/03/2026

    Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

  • São Paulo se anima com início de Roger Machado

    São Paulo se anima com início de Roger Machado

    (UOL/FOLHAPRESS) – Os dois primeiros dias de Roger Machado no comando técnico do São Paulo agradaram bastante nos bastidores do clube.

    PRIMEIRO ATO

    A reportagem apurou que a primeira iniciativa do novo treinador foi reunir comissão técnica e elenco no auditório do CT da Barra Funda para uma apresentação.

    Na sequência, ele iniciou um trabalho tático com o auxílio de vídeos, já voltado à preparação para o jogo desta quinta-feira, contra a Chapecoense.

    ALINHAMENTO COM A DIRETORIA

    A reportagem ouviu de fontes com acesso ao dia a dia do clube que dirigentes e jogadores gostaram da exposição tática de Roger e satisfeitos com a proposta de um estilo de jogo mais agressivo, com foco na posse de bola.

    Uma pessoa próxima à presidência afirmou que a diretoria de futebol, liderada por Rui Costa e Rafinha, está “muito confiante” e “assumiu a responsabilidade” pela contratação, avalizada pelo presidente Harry Massis Júnior.

    O lobby pela chegada do treinador foi protagonizado pela dupla, que também consultou Muricy Ramalho. O ex-coordenador técnico já havia sugerido a contratação de Roger a Julio Casares em 2021, após a demissão de Fernando Diniz.

    Em sua coletiva de apresentação, na terça-feira, o comandante gaúcho admitiu que precisará “conquistar” a torcida são-paulina -mas demonstrou confiança.
    Não há outra forma. Trabalho, né? Eu sei que eu tenho que conquistar a confiança do torcedor, eu sei, né, mas nunca foi diferente. E eu tenho certeza que ele vai me abraçarRoger Machado, em sua primeira entrevista

    O primeiro de teste de Roger Machado será logo mais, às 20h (de Brasília), no Canindé, pela 5ª rodada do Brasileirão. O Tricolor é vice-líder do campeonato, empatado em pontos com o Palmeiras.

    O Palmeiras está invicto há 14 partidas contra o Vasco, todas pelo Brasileirão. São 10 vitórias e quatro empates desde a última derrota, em 2015. Esta é a maior invencibilidade da história do confronto

    Estadao Conteudo | 07:20 – 12/03/2026

    São Paulo se anima com início de Roger Machado

  • Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

    Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

    BODØ, NORUEGA (FOLHAPRESS) – Começa pelo nome, Bodø/Glimt, que o resto da Europa chama de Bodo sem muita cerimônia. Para quem não quiser se arriscar na pronúncia de uma das nove vogais norueguesas, basta fazer como os locais: use apenas Glimt. Com um irresistível “jogo livre”, camisas amarelas, grama artificial e um tempo inclemente a seu favor, o Glimt, no norte da Noruega, faz história nesta semana ao disputar as oitavas da Champions, o maior interclubes do planeta.

    O fato é inédito, adjetivo que se repete na história recente do clube com frequência incomum. Antes do Sporting, adversário desta quarta-feira (11), o Glimt eliminou a Inter de Milão, com um 3 a 1 em casa, que alguém até tentou imputar ao frio, ao gramado sintético etc, e um 2 a 1 fora, em que só restou a bola como explicação. Se alguém ainda apontava para uma zebra polar no primeiro jogo, na volta, no San Siro, não houve argumentos.

    Semanas antes, as primeiras vitórias do time na Champions, sobre Manchester City (3 a 1) e Atlético de Madrid (2 a 1), colocaram a pequena Bodø no mapa do futebol europeu. Trajetória surpreendente para um time que, há menos de dez anos, amargava a segunda divisão de um país que não frequenta as listas de potências do futebol.

    “O Monaco foi o único clube que não sofreu gol em Bodø nesta temporada. Nós ganhamos de 1 a 0 na fase de grupos. Eles têm uma lógica esportiva, o mesmo treinador há muitos anos e basicamente trabalhando o mesmo grupo de jogadores há muito tempo”, diz Thiago Scuro, CEO da equipe do principado.

    Ex-Red Bull Bragantino, Scuro vê o Glimt como “um resultado esportivo que vem sendo construído há pelo menos três anos”. “Não é de agora, de forma alguma. Tem mérito, tem trabalho. É uma equipe muito organizada, com jogadores muito talentosos.”

    Fora do cenário europeu, a história começa ainda antes, em 2018, quando o Glimt superou o rebaixamento e uma crise que, a despeito do sucesso recente, ainda habita a memória dos torcedores em Bodø. “Passamos por altos e baixos, principalmente baixos. Foram anos difíceis nas divisões inferiores. Agora estamos na Champions. É surreal”, descreve Robin Gundersen, que junto com o irmão gêmeo, Rudi, toca uma galeria de arte na cidade.

    Paisagens marítimas e nórdicas abriram espaço, nos últimos meses, para visões sobre o estádio Aspmyra, retratado em cores vivas e com os “elementos naturais” da cidade _além das montanhas e da neve, aviões e helicópteros, integrantes da peculiar paisagem urbana de Bodø. “Não é mais sorte. Somos uma boa equipe e não nos concentramos nos resultados. Nosso foco é progredir e melhorar a cada jogo”, diz Robin, que se autointitula um ultra do Glimt.

    Apesar do termo, não há notícia de violência em Bodø. O sucesso da equipe na Champions atrai visitantes, mas o estádio é tão pequeno (8.270 lugares) que os vários hotéis da cidade dão conta do recado. “É improvável que tanta gente decidisse vir a Bodø não fosse pelo futebol. E isso é muito bom. As pessoas estão animadas porque agora há um destino novo e completamente diferente [no calendário da Champions]”, afirma Anke Lange, responsável pelo escritório de informações turísticas da cidade.

    Sim, Bodø (pronuncia-se “bodá”), 53.600 habitantes, é pequena, diferente, mas dentro de uma realidade de padrão norueguês. Ônibus e carros elétricos cortam o centro da cidade a despeito de breves caminhadas darem conta da maioria dos deslocamentos. Capital cultural da Europa em 2024, tem bibliotecas modernas, galerias, museus e a principal universidade da região.

    “Não é mais apenas escala para Lofoten”, diz Anke, sobre o principal destino turístico da região, uma ilha conectada a Bodø por um eficiente serviço de balsas. Como prova da potencialidade da cidade além do futebol, ela saca o celular para mostrar uma foto da aurora boreal tirada do porto da cidade, a despeito da iluminação. “E eu nem sei tirar foto.”

    Glimt, que quer dizer faísca ou brilho em noruguês, foi chamado de “relâmpago do norte” pelo jornalista Luís Aguilar, em um artigo publicado no periódico português A Bola. Era um alerta para os torcedores do Sporting sobre o tamanho da tarefa do time neste mata-mata. “As equipas pequenas costumam proteger-se. O Bodø ataca.”

    “Os jogadores do Glimt nunca dão chutão. O time enfrenta os adversários como se fossem iguais”, diz Thiago Monteiro, ex-atleta do clube e hoje treinador das categorias de base. Dono de uma carreira improvável, que começou na MLS americana e terminou no clube nórdico então na segunda divisão, o “paulistano da Mooca” que mistura frases em inglês e português ressalta o trabalho de Kjetil Knutsen, o técnico do time principal.

    “Demorou uns anos para ele colocar o sistema em prática, para os jogadores entenderem o sistema em que eles atuam agora. Demorou para crescer.”

    Espécie de palavrão no futebol brasileiro, continuidade foi a chave para o sucesso do Glimt até aqui. Knutsen entrou como assistente em 2017, com o time rebaixado no campeonato nacional, mas em 2018 já estava de volta à elite. Sob seu comando, o Glimt alcançou quatro títulos e dois vice-campeonatos em seis temporadas a partir de 2020. “Ele não parou de treinar o time nem na pandemia”, conta Monteiro.

    O sucesso na Noruega credenciou a equipe aos torneios europeus. A Champions é o último estágio dessa jornada baseada em um “jogo livre”, como o próprio Knudsen descreveu nesta terça-feira (10). À reportagem o técnico afirma não haver um cronograma para o sucesso total do time, um título europeu. A pergunta era se o Glimt, pelo demonstrado na temporada, estava atrás ou à frente da programação.

    “Acho que não temos esse tipo de cronograma. Acho que estamos vivendo o presente e trabalhando duro com os jogadores, desenvolvendo eles e o time. Não estamos pensando nisso. Mas, se olharmos para o panorama geral, acho que estamos sim um pouco à frente do cronograma” – Bodø e a Champions agradecem.

    Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

  • Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Se o Irã desistir de disputar a Copa do Mundo, na esteira dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país do Oriente Médio, não será o primeiro caso na história do torneio.

    Seja por questões logísticas, por questões políticas ou por conflitos armados, a Copa convive com ausências desde sua primeira edição, em 1930, no Uruguai.

    Autor de “O livro de ouro das Copas”, o jornalista Lycio Vellozo Ribas lembra que, durante as primeiras edições do Mundial, muitas seleções, em especial as europeias, abdicaram de participar pelas longas viagens que à época duravam algumas semanas, quando as sedes eram na América do Sul.

    “O primeiro caso envolvendo questões geopolíticas que impediram uma seleção de participar do torneio foi em 1938, quando a Áustria, que já tinha vaga confirmada na competição a ser realizada na França, foi anexada pela Alemanha nazista”, afirmou Ribas.

    Na ocasião, alguns jogadores austríacos se juntaram à seleção germânica, e a vaga reservada ao combinado austríaco não foi preenchida, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio sua adversária na estreia, avançando diretamente para a fase seguinte.

    Ribas acrescentou que, mais recentemente, o último caso foi o da Rússia, que foi impedida de participar das Eliminatórias europeias e, portanto, da Copa no Qatar, pela invasão do exército de Vladimir Putin à Ucrânia.

    O autor do livro afirmou que, diferentemente de outras edições que foram realizadas sem substitutos para vagas em aberto, desta vez a Fifa certamente irá preencher o lugar que eventualmente seja aberto pela ausência iraniana.

    Ele disse acreditar que uma opção mais viável seria o Iraque, que está na repescagem intercontinental, herdar a vaga, com os Emirados Árabes Unidos, eliminados pela seleção iraquiana no play-off asiático, assumindo seu lugar na disputa por duas vagas restantes no Mundial.

    Relembre as principais desistências em Copas do Mundo

    1930
    A primeira edição da Copa do Mundo foi a única em que as seleções participantes foram convidadas, sem Eliminatórias preliminares.

    Representante da África, a seleção do Egito tinha a participação confirmada no torneio realizado no Uruguai, mas não conseguiu comparecer por problemas logísticos, após uma tempestade impedir que a delegação embarcasse. A competição acabou sendo realizada com 13 seleções.

    1934
    Campeão da edição inaugural, o Uruguai boicotou a segunda edição, na Itália, como forma de retaliação pela Azurra, além de uma série de outras seleções europeias, ter se recusado a viajar à América do Sul para participar da disputa quatro anos antes. Foram 16 seleções na disputa, com Brasil e Argentina como os dois representantes sul-americanos.

    1938
    Argentina e Uruguai decidiram não participar da Copa na França como forma de protesto, pela opção da Fifa de organizar o torneio pela segunda vez consecutiva na Europa, sem respeitar o acordo de rodízio continental.

    Classificada para a Copa, a Áustria foi invadida e anexada pela Alemanha, com alguns jogadores austríacos se juntando à seleção germânica. Não houve escolha por substituto, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio adversária da Áustria, avançando diretamente para a próxima fase.

    1950
    A Copa disputada no Brasil foi marcada por uma série de desistências, com apenas 13 seleções na disputa.

    A Índia deixou de vir por falta de verba e pela opção de priorizar a participação nos Jogos Olímpicos de 1952, em Helsinque, na Finlândia, enquanto a França desistiu ao alegar que teria de percorrer distâncias muito longas durante o torneio em território brasileiro.

    A Turquia também citou razões financeiras para declinar da participação. Já a Escócia não disputou após ter terminado na vice-liderança nas classificatórias britânicas -a federação escocesa havia estabelecido que participaria apenas se tivesse terminado com o primeiro lugar, que ficou com a Inglaterra.

    1958
    Durante as Eliminatórias para a Copa da Suécia, Egito, Sudão, Turquia e Indonésia se recusaram a enfrentar Israel pela vaga destinada à Ásia/África. País de Gales, segundo em seu grupo nas Eliminatórias europeias, atrás da Tchecoslováquia, acabou sendo escolhido como o adversário, vencendo a seleção israelense e carimbando sua vaga no Mundial.

    1966
    A edição da Copa na Inglaterra foi marcada pela ausência de equipes africanas na disputa. As 15 seleções do continente se recusaram a disputar as Eliminatórias, como forma de protesto por terem de participar de uma repescagem com seleções da Ásia e da Oceania por uma vaga no torneio. Na edição seguinte, em 1970, a África passou a ter uma vaga exclusiva.

    1974
    As Eliminatórias da Copa na Alemanha Ocidental tiveram disputas entre seleções sul-americanas e europeias, entre elas o confronto entre Chile e União Soviética.

    As duas seleções jogaram a primeira partida em Moscou e ficaram em um empate sem gols. A União Soviética se recusou a jogar a partida da volta, que seria disputada no Estádio Nacional de Santiago, alegando que o local era um centro de detenção de presos políticos da ditadura de Augusto Pinochet.

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa