Categoria: ESPORTES

  • Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) – As redes sociais dos torcedores de Real Madrid e Manchester City lamentaram o sorteio das oitavas de final da Champions League. Os demais fãs de futebol celebraram. Pela sexta vez em sete anos, os dois clubes mais ricos do futebol atual irão se enfrentar num mata-mata do torneio de clubes mais importante do mundo, naquele que vem sendo considerado o “clássico dos clássicos” a nível planetário. A partida de ida, em Madri, será nesta quarta-feira (11), às 17h (de Brasília).

    No ranking da consultoria Deloitte, que mede o faturamento das maiores potências clubísticas, Real e City alternaram-se no primeiro lugar entre 2021 e 2024. Em 2025, o City caiu para o sexto lugar, depois de uma eliminação precoce na Champions justamente contra o time espanhol.

    Pelo segundo ano consecutivo, o clube de Madri ultrapassou um bilhão de euros em faturamento (cerca de R$ 6 bilhões), o triplo do Flamengo, a agremiação mais rica do Brasil. O Real Madrid é o maior vencedor da Champions League, com 15 títulos conquistados. Seis dessas vitórias se deram nos últimos 12 anos.

    O Manchester City, por sua vez, estabeleceu-se como força dominante no mais rico e importante campeonato nacional do mundo, a Premier League. Foram seis títulos nas últimas oito edições. Na temporada atual, o City disputa o troféu ponto a ponto com o Arsenal. Neste momento está atrás na tabela, mas tem um jogo a menos, e o confronto direto entre ambos será na casa do City.

    A partida desta quarta opõe filosofias futebolísticas distintas. O City é comandado por um técnico autoral, o espanhol Pep Guardiola, há dez anos no clube, que coreografa milimetricamente as jogadas de ataque e de defesa. O Real Madrid aposta na improvisação e no talento individual de craques como Vinicius Junior e Mbappé -que é dúvida para o jogo, alternando técnicos que atuam como gestores de egos. A aposta da vez é Álvaro Arbeloa, ex-comandante das categorias de base do clube.

    O confronto entre Real e City representa também uma passagem de bastão na economia do esporte. O Real é o pioneiro dos clubes multiculturais e globalizados dos tempos atuais. Sob a presidência de Santiago Bernabéu, nos anos 1950, o time trouxe astros internacionais como o húngaro Ferenc Puskas, o argentino Alfredo Di Stefano e o brasileiro Didi. Bernabéu foi também um dos criadores do torneio continental que deu origem à Champions.

    Meio século mais tarde, o Manchester City inaugurou uma nova era na trilha do futebol globalizado. Adquirido em 2008 por um fundo dos Emirados Árabes Unidos, o clube -que era uma potência média no futebol inglês- se tornou uma máquina de títulos e uma franquia internacional. Clubes como o New York City, o Girona, da Espanha, e o Bahia, do Brasil fazem parte do grupo City. A estratégia é globalizar a marca ao mesmo tempo que os satélites revelam talentos para a nave-mãe.

    Real e City são também as mais perfeitas traduções do fenômeno identificado por Simon Kuper e Stefan Szymanski no livro “Soccernomics”. Baseados em evidências, os dois autores, especialistas em economia do esporte, mostram como a capacidade de gerar receitas astronômicas e pagar salários altíssimos aos jogadores vem gerando desequilíbrio no futebol mundial.

    Já há alguns anos o ranking da Deloitte vem consolidando um “top 10” que representa a hiperelite do futebol. Seis dos clubes de maior faturamento no mundo são ingleses, o que consolida a Premier League como o campeonato nacional mais interessante do mundo -e dá a exata dimensão da façanha do City, hegemônico numa disputa hipercompetitiva.

    Real Madrid e Barcelona também aparecem todos os anos no “top 10”, o que transformou a La Liga num campeonato restrito a duas superpotências.

    Completam o “top 10” o Bayern de Munique e o Paris Saint-Germain. A disparidade entre esses dois clubes e todos os outros em seus respectivos países acabou com a graça dos campeonatos alemão e francês. O Bayern venceu 12 das 13 últimas edições da Bundesliga, enquanto o PSG se sagrou campeão em oito das últimas dez disputas da Ligue 1.

    Nesse cenário hiperconcentrado, a Champions se tornou o único lugar onde todos os grandes se encontram. Neste ano, nove dos “top 10” estão na fase de mata-mata, o que gera a expectativa de vários confrontos diretos. O vencedor do “clássico dos clássicos” entre Real Madrid e Manchester City emergirá como um favorito natural na disputa. Nada, no entanto, está garantido. Outros gigantes estão à espreita no caminho até a final prevista para o dia 30 de maio em Budapeste.

    CONFRONTOS ENTRE REAL E CITY EM MATA-MATAS NA CHAMPIONS

    2019-20 – Oitavas de final
    Real Madrid 1×2 Manchester City
    Manchester City 2×1 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2021-2022 – Semifinal
    Manchester City 4×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    Real Madrid classificado

    2022-2023 – Semifinal
    Real Madrid 1×1 Manchester City
    Manchester City 4×0 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2023-2024 – Quartas de final
    Real Madrid 3×3 Manchester City
    Manchester City 1×1 Real Madrid
    Real Madrid classificado na decisão por pênaltis

    2024-2025 – Playoff eliminatório
    Manchester City 2×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    *Real Madrid classificado

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

  • Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

    Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Décimo-nono colocado da quinta divisão inglesa na temporada 2019-20, em meros seis anos o Wrexham tornou-se pretendente a uma vaga na bilionária Premier League. Os cínicos poderiam retrucar que esse conto de fadas seria impossível sem os milhões dos dois atores hollywoodianos que compraram o modesto clube do País de Gales. Mas a euforia autêntica da torcida local vem comovendo fãs do mundo inteiro, com a ajuda das redes sociais e das plataformas de streaming.

    “Teve gente que entrou em clubes de futebol, gastou muito dinheiro e não teve o sucesso que o Wrexham teve”, comenta o repórter Will Unwin, do jornal londrino “The Guardian”, que tem acompanhado a ascensão do Wrexham ao longo dos anos.

    Wrexham é uma cidade de 45 mil habitantes no norte do País de Gales, sede de um clube profissional considerado o terceiro mais antigo do mundo: foi fundado em 1864, apenas um ano após a criação do futebol “association”. É um dos cinco times galeses que optam pelas ligas inglesas, em vez da Cymru Premier (“Cymru” é o nome de Gales na língua galesa).

    O Wrexham nunca passou da segunda divisão inglesa, da qual caiu em 1982, iniciando um declínio inexorável. Tudo mudou em 2020, quando o ator americano Rob McElhenney (da série “It’s Always Sunny in Philadelphia”, do canal FX) assistiu ao documentário “Sunderland até Morrer”, no Netflix, sobre a luta do rebaixado clube inglês para retornar à Premier League.

    Fascinado, McElhenney decidiu procurar um time para produzir um fenômeno parecido. Juntou-se ao colega canadense Ryan Reynolds (“Deadpool”) e comprou o Wrexham no final de 2020, por meros 2 milhões de libras (cerca de R$ 18 milhões em valor corrigido pela inflação).

    O investimento deu frutos, tanto na tela quanto nos campos. A série “Bem-Vindos ao Wrexham”, lançada pelo canal FX em 2022, ganhou inúmeros prêmios, enquanto o time subiu de divisão três anos seguidos entre 2023 e 2025.

    A dez rodadas do final da Championship (a segunda divisão) deste ano, o Wrexham ocupa o sexto lugar. Terceiro, quarto, quinto e sexto colocados disputam um mata-mata por uma vaga na Premier League.

    À frente do Wrexham, McElhenney e Reynolds têm se comportado, pelo menos por enquanto, de forma diferente da de outros milionários donos de clubes de futebol. Comparecem a muitos jogos, às vezes levando consigo celebridades. Contrataram executivos que entendem do assunto, mas mantiveram no clube funcionários antigos. “Ainda há muito das raízes. Eles só modernizaram onde era preciso modernizar”, analisa Will Unwin.

    A sustentabilidade do clube ainda é duvidosa, mas os dois atores têm procurado investir com comedimento. “É um bom elenco, mas não de Premier League”, explica Unwin. O site especializado Transfermarkt estima o plantel atual em R$ 400 milhões. Será preciso gastar mais: hoje o último colocado da Premier League, o Wolverhampton, vale quatro vezes mais.

    O Wrexham tornou-se o orgulho do norte do País de Gales – mas só do norte, conta Unwin: há uma forte rivalidade com os sulistas Swansea, também da segunda divisão inglesa, e Cardiff City, atualmente na terceira. Antes do sucesso, em Wrexham torcia-se mais pelos times das vizinhas Liverpool e Manchester.

    Na semana passada, o Wrexham foi notícia no mundo inteiro ao enfrentar o Chelsea, vencedor da Copa do Mundo de Clubes da Fifa no ano passado, pelas oitavas de final da FA Cup, a Copa da Inglaterra. Jogando em seu modesto estádio (10 mil lugares), o Racecourse Ground, o time galês só foi eliminado na prorrogação, por 4 a 2.

    No dia do jogo, em entrevista à ESPN, Ryan Reynolds negou um boato de que seu próximo projeto seja comprar o Santa Cruz, do Recife. “Prefiro fazer uma coisa só bem feita do que 50 malfeitas”, esclareceu.

    Mesmo que não suba este ano, o Wrexham dará continuidade a seu projeto. Em julho, fará uma excursão aos EUA, que inclui um amistoso em Nova York contra um gigante do futebol inglês, o Liverpool, algo impensável apenas sete anos atrás.

    Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

  • Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Parte significativa do planejamento esportivo e financeiro do Botafogo para a temporada depende do jogo desta terça-feira (10), contra o Barcelona de Guayaquil, no Nilton Santos. Se passar após o empate no jogo de ida, o Alvinegro joga a Libertadores. Se perder, terá de se contentar com a Sul-Americana.

    Mas John Textor, dono da SAF alvinegra, diz que não vai ao estádio pensando em dinheiro.

    Em conversa com jornalistas na festa do Carioca, a primeira pergunta foi sobre o impacto que o duelo desta noite pode ter para o cenário financeiro da equipe.

    “Ninguém pensa sobre futebol desse jeito. Eu sou um cara do futebol, eu amo futebol. Eu vim para o Rio para me divertir, para construir um time campeão. Conseguimos. E agora temos que fazer outro. Eu não vou para o jogo pensando: ‘Espero que vendamos mais ingressos’. Eu espero que a gente dê uma surra neles amanhã (nesta terça-feira (10)). É nisso que estou pensando”, disse o dirigente.

    Mas o cotidiano do Botafogo nos últimos tempos tem sido turbulento, não só pelos desafios de reformulação do time, mudança de técnico para a temporada atual e os problemas financeiros.

    Há um contexto de disputa societária entre Textor e investidores da Eagle que movimenta a Justiça dentro e fora do Brasil. O dono da SAF, no entanto, alega que há um grau de civilidade na disputa.

    “Eu não estou lutando com a Ares. Estou tentando comprar a parte deles. Eles estão considerando comprar a minha parte. É uma negociação amigável. Perece uma guerra civil na imprensa. Mas eu falo com eles, tenho amigos que trabalham na Ares. É muito dinheiro, muitos interesses e muitas negociações.

    O que se vê parece uma guerra civil porque advogados gostam de falar besteira, assessores de imprensa gostam de falar besteira. Mas tenho uma relação muito direta e cordial com a Ares. Temos diferenças de opinião. Eu quero comprar a parte deles, eles estão tentando comprar a minha parte na França”, acrescentou, incluindo na discussão o cenário no Lyon, do qual foi afastado.

    O que os jogadores acham da briga?

    “Os jogadores não dão a mínima para isso. Eles vão lá, jogam futebol. Todo mundo me pergunta sobre o momento. O momento é de jogadores que têm que jogar e treinador que tem que treinar. E donos que têm que trabalhar suas coisas fora de campo”, completou.

    O Botafogo fez movimentos recentes no mercado, com as chegadas de Medina, Edenilson e Ferraresi. Derrubar o transfer ban por causa da dívida com o Atlanta por Thiago Almada foi crucial. Textor contou que tem aberto a porta para as indicações que recebe dos dirigentes alvinegros.

    “Temos um dos melhores departamentos de scout do Brasil, talvez da América do Sul. Eu confio no Alessandro Brito, no Léo Coelho (diretor de futebol). Não estou dizendo ‘não’ aos jogadores que eles trazem para mim. Estou dizendo ‘sim’ sempre que posso. Temos que ser racionais, temos muitos jogadores, temos um elenco saudável”, afirmou.

    O norte-americano ainda considera que tem jogadores bons o suficiente para fazer uma boa temporada em 2026, mas também no futuro.

    “Eu vou ao treino e vejo talento. Temos veteranos, mas também um dos melhores projetos de sub-20 do Brasil no momento. Podemos espalhar jogadores entre Copinha e Carioca e eles ainda são bons. Temos muito talento. Precisamos reunir isso e ganhar jogos”, comentou Textor.

    Nas últimas semanas, a SAF do Botafogo teve a saída de figuras até então importantes na administração, como Thairo Arruda, ex-CEO, e o ex-vice-presidente executivo, Jonas Marmello. Sem se referir especificamente a algum deles, Textor soltou:

    “Muitas pessoas foram demitidas, mas dizem que pediram demissão. Espero que elas se deem muito bem na vida”.

    Diante das perguntas do UOL sobre o cenário administrativo, Textor encerrou a conversa pedindo mais perguntas sobre futebol. Como elas não vieram, despediu-se dos jornalistas.

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

  • Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    O esquiador Cristian Ribera garantiu a medalha de prata nesta terça-feira (10) na Paralimpíada de Inverno de Milão-Cortina (Itália) e tornou-se o primeiro brasileiro a subir ao pódio na história do megaevento esportivo. Atual campeão mundial, o atleta de 23 anos dominou boa parte da prova de sprint do esqui cross-country, classe sitting (para atletas com deficiência nos membros inferiores), mas na reta final foi ultrapassado pelo chinês Liu Zixu (2min29s9). O brasileiro (2min29s6) cruzou a linha de chegada em segundo lugar, com apenas sete décimos de diferença para o asiático. O bronze ficou com o cazaque Yerbol Khamitov (2min29s90).  

    “Quero só agradecer meu time. A gente sempre trabalhou muito duro. Minha família estava torcendo, fiz isso por eles. Queria o ouro, foi por muito pouco, mérito do chinês. Foi o sprint final do maior evento. Todo mundo chega muito forte. Os esquis estavam bons. […] Foi muito acirrado. Enfim, sou campeão mundial, do Globo de Cristal e agora é a prata. Estou muito feliz, mais um sonho realizado. Agora a meta é o ouro”, projetou o rondoniense, radicado em Jundiaí (SP), em entrevista ao canal SporTV.


    Ribera ainda tem chances de subir ao pódio novamente no Tesero Cross-Country Stadium, nas Dolomitas. Nesta quarta-feira (11) ele competirá na prova de 10 quilômetros do esqui-cross country. Ele também está inscrito na prova de revezamento misto no sábado (14), e na disputa dos 20 km no domingo (15), último dia dos Jogos.  

    Antes do pódio inédito conquistado hoje, o melhor resultado do Brasil fora a sexta posição obtida pelo próprio Cristian Ribera, aos 15 anos, na edição dos Jogos de Inverno de PyeongChang (Coreia do Sul), em 2018. Na edição seguinte, em Pequim 2022, o rondoniense terminou em oitavo lugar.

    Quem também foi destaque nesta terça (10) foi a paranaense Aline Rocha, que encerrou em quinto lugar a prova feminina do esqui cross-country da classe sitting. É o melhor resultado de uma mulher brasileira na Paralimpíada de Inverno. Nascida em Pinhão (PR), a esquiadora de 35 anos concluiu a disputa como tempo de 3min21s00.

    “É uma emoção imensa. Estou muito feliz de chegar pela primeira vez na final da prova de sprint. […] Eu espero que os resultados que estamos conquistando aqui incentive mais mulheres a conhecer o esporte. O esqui é incrível. […] Eu consegui fazer uma ótima classificatória, uma ótima semifinal. Na final, faltou um pouquinho de braço, mas foi um ótimo resultado. Ainda tem mais”, comemorou Aline, em depoimento ao SporTV.

    A campeã da prova de sprint foi a norte-americana Oksana Masters (3min07s1), seguida pela sul-coreana Yunji Kim (3min10s1) e a chinesa Shiyu Wang (3min17s9), com prata e bronze, respectivamente.

    Programação dos brasileiros nos Jogos de Milão-Cortina

    Quarta (11) 
    5h45 – Esqui cross-country – 10km Interval Start Classic – Finais sentado/em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    Sexta (13)
    6h  Biatlo – Sprint Pursuit (Qualificação)
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    8h30 – Biatlo – Sprint Pursuit (Final )
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    Sábado (14)
    6h – Esqui cross-country – Finais – Revezamento misto
    4 x 2.5 km

    6h e 7h55 – Snowboard – Banked Slalom – Finais
    Andre Arenhart Barbieri e Vitória Machado

    Domingo (15)
    5h00e 6h20 – Esqui cross-country – 20km Interval Start Free – Finais sentado e em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    16h30
    Cerimônia de Encerramento

     


    Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

  • São Paulo anuncia Roger Machado para o lugar de Hernán Crespo

    São Paulo anuncia Roger Machado para o lugar de Hernán Crespo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O São Paulo anunciou nesta terça-feira (10) a contratação do técnico Roger Machado, um dia depois de ter demitido o argentino Hernán Crespo.

    Machado, de 51 anos, estava livre no mercado desde setembro do ano passado, quando foi demitido do Internacional. O contrato do novo treinador é válido até 31 de dezembro de 2026.

    Também chegam ao clube do Morumbi os auxiliares Roberto Ribas, James Freitas e Adaílton Bolzan, o preparador físico Paulo Paixão e o analista de desempenho Guilherme Nunes.

    Roger Machado já comanda o primeiro treino no CT da Barra Funda às 16h (horário de Brasília) desta terça-feira.

    O primeiro compromisso à frente do São Paulo será na quinta-feira (12), quando a equipe enfrenta a Chapecoense, no Canindé, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

    O tricolor é o atual vice-líder do nacional, com 10 pontos, a mesma pontuação do Palmeiras, com o time de Abel Ferreira na frente pelo saldo de gols (sete a quatro).

    “A chegada do Roger é fruto da nossa convicção, de tudo o que, junto da nossa diretoria de futebol, observamos e ouvimos sobre o trabalho dele”, afirmou o presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, em comunicado.

    “É um treinador que chega referendado por seu bom trabalho, que resultou em conquistas em diferentes clubes e em imenso respeito das pessoas que conviveram profissionalmente com ele”, acrescentou o dirigente.

    Ex-lateral esquerdo com passagens bem-sucedidas por Grêmio e Fluminense, o gaúcho de Porto Alegre começou a carreira de treinador em 2014, no Juventude.

    Desde então, acumulou passagens por Novo Hamburgo, Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras, Bahia e Fluminense, com a conquista de cinco títulos estaduais – venceu o Campeonato Mineiro de 2017, o Baiano de 2019 e 2020, o Gaúcho de 2022 com o Grêmio, e o de 2025 com o Internacional, de forma invicta.

    Vindo de uma sequência de sete vitórias e um empate nos últimos nove jogos, a demissão inesperada de Crespo na tarde de segunda-feira (9) foi alvo de uma série de críticas de torcedores nas redes sociais.

    Semifinalista do Campeonato Paulista, eliminado pelo Palmeiras, o treinador argentino comandou o São Paulo em 46 partidas durante sua segunda passagem pelo clube, iniciada em julho de 2025. Foram 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas, o que corresponde a um aproveitamento de cerca de 51%.

    Jon Jones acusou Dana White de mentir sobre sua condição física; o chefão do UFC afirmou que Jones “não estava nos planos” e que “se aposentou por conta de seu quadril”

    Folhapress | 14:24 – 10/03/2026

    São Paulo anuncia Roger Machado para o lugar de Hernán Crespo

  • Jon Jones rebate Dana White e pede demissão do UFC

    Jon Jones rebate Dana White e pede demissão do UFC

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O lutador Jon Jones rebateu, em postagem nas redes sociais, declarações do chefão do UFC, Dana White, e pediu a rescisão de seu contrato com a organização.

    Jon Jones afirmou que negociava sua participação no evento da Casa Branca. O atleta disse que chegou a reduzir seu valor inicial, mas a franquia ofereceu um pagamento muito abaixo do esperado.

    O lutador acusou Dana White de mentir sobre sua condição física. “Se eu tivesse aceitado a oferta baixa, de repente meu quadril estaria ótimo e eu teria acesso à Casa Branca? Isso não faz sentido”, questionou Jones.

    Dana afirmou que Jones “não estava nos planos” e que “se aposentou por conta de seu quadril”. A declaração foi após White anunciar o card do evento, que acontece no dia 14 de junho, em Washington (EUA).

    O Jon Jones não estava nos meus planos. Eu já falei o motivo. Depois, ele se aposentou por conta de seu quadril. Isso, acima de tudo. Foi ainda mais louco o Jon Jones dizer que estava negociando, sendo que eu tinha mandando uma mensagem para o advogado dele falando que nunca iria acontecer. Dana White

    Jones relatou que passou por um tratamento com células-tronco na semana passada e planejava iniciar nesta terça-feira (10) seu treinamento, visando o torneio do UFC.

    Minha equipe e eu estávamos realmente negociando com o UFC para essa luta. Negociações de verdade. Eu até reduzi meu valor inicial, e o que me ofereceram em troca? Me ofereceram muito pouco. Sim, tenho artrite no quadril e sinto dor, mas isso não significa que eu não possa lutar. Jon Jones, em postagem no X

    O atleta pediu demissão pública após se sentir desrespeitado pela organização. Ele lembrou seu histórico de defesas de título e exigiu sua liberação. “Se o UFC realmente acha que minha carreira acabou, então peço respeitosamente a rescisão do meu contrato nesta terça-feira (10) mesmo. Chega de jogos”, declarou.

    Cinco atletas, incluindo a capitã Zahra Ghanbari, receberam visto humanitário após se recusarem a cantar o hino iraniano antes de uma partida. O gesto foi interpretado como ato de rebeldia no país, onde as jogadoras passaram a ser alvo de críticas e ameaças

    Notícias ao Minuto | 13:30 – 10/03/2026

    Jon Jones rebate Dana White e pede demissão do UFC

  • Austrália concede asilo a jogadoras da seleção feminina do Irã

    Austrália concede asilo a jogadoras da seleção feminina do Irã

    A Austrália concedeu asilo humanitário a cinco jogadoras da seleção feminina de futebol do Irã, após as atletas serem consideradas “traidoras” em seu país por não cantarem o hino nacional antes de uma partida. A decisão foi anunciada nesta terça-feira pelo ministro do Interior australiano, Tony Burke.

    Entre as jogadoras está a capitã da equipe, Zahra Ghanbari. Segundo o governo australiano, as atletas deixaram o hotel onde estavam hospedadas durante a madrugada e foram levadas para um local seguro com apoio da polícia.

    Burke informou que assinou o pedido de visto humanitário para as jogadoras na noite de segunda-feira.

    “Elas podem permanecer na Austrália. Estão seguras aqui e esperamos que possam se sentir em casa”, afirmou o ministro.

    De acordo com o governo, negociações confidenciais foram realizadas ao longo de vários dias entre autoridades australianas e as atletas para garantir a proteção delas.

    As autoridades também afirmaram estar dispostas a oferecer ajuda a outras integrantes da delegação iraniana, caso seja necessário, embora ainda não haja informações sobre o futuro das demais jogadoras.

    A delegação do Irã, composta por 26 pessoas, havia chegado à Austrália poucos dias antes do início da ofensiva militar conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o país. Os ataques resultaram na morte do então líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

    Durante o primeiro jogo da seleção iraniana na Copa da Ásia, contra a Coreia do Sul, as atletas permaneceram em silêncio enquanto o hino nacional era executado. A partida aconteceu dois dias após o início da ofensiva militar, lançada em 28 de fevereiro.

    A atitude foi interpretada por autoridades iranianas como um gesto de protesto. Um apresentador da televisão estatal chegou a classificar as jogadoras como “traidoras em tempo de guerra” e afirmou que o ato representava o “máximo da desonra”.

    A situação gerou repercussão internacional e levou diversas autoridades e organizações a pedir proteção às atletas. Entre elas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Após uma conversa com o primeiro-ministro australiano, Trump afirmou que a Austrália já estava oferecendo apoio a cinco jogadoras e que outras poderiam receber ajuda posteriormente. Segundo ele, algumas atletas cogitam retornar ao Irã por temerem pela segurança de seus familiares.

    Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, também pediu que a Austrália garantisse proteção às jogadoras.

    “As atletas da seleção feminina de futebol do Irã estão sob forte pressão e sendo ameaçadas pela República Islâmica”, escreveu ele nas redes sociais.

    Organizações de direitos humanos também manifestaram preocupação. Segundo Zaki Haidari, ativista da Anistia Internacional, as jogadoras podem enfrentar perseguição caso retornem ao Irã.

    “Há indícios de que familiares de algumas atletas já tenham sido ameaçados”, afirmou.

    A seleção feminina iraniana ganhou destaque internacional ao disputar pela primeira vez a Copa da Ásia em 2022, na Índia, tornando-se símbolo de resistência em um país onde os direitos das mulheres ainda enfrentam fortes restrições.

    O vencedor da partida desta terça vai para as quartas de final quem passar pela partida entre o americano Learner Tien, 27º no ranking, e o espanhol Alejandro Davidovich Fokina, 19º lugar. Eles também jogam nesta terça

    Folhapress | 10:15 – 10/03/2026

    Austrália concede asilo a jogadoras da seleção feminina do Irã

  • Jardim adota regime de concentração e até bilhetinho em início no Flamengo

    Jardim adota regime de concentração e até bilhetinho em início no Flamengo

    (UOL/FOLHAPRESS) – Campeão carioca com apenas cinco dias de trabalho, o técnico Leonardo Jardim começou a implementar suas ideias no Flamengo. Mesmo com pouco tempo no clube, algumas mudanças em relação ao trabalho do antecessor, Filipe Luís, já são percebidas no dia a dia da equipe.

    Uma das principais alterações foi a retomada da concentração antes das partidas.

    Concentração para acelerar o entrosamento

    Durante o período em que Filipe Luís comandou a equipe, os jogadores se apresentavam no Ninho do Urubu apenas no dia dos jogos. No centro de treinamento, realizavam as refeições antes de seguir para o estádio.

    Com Leonardo Jardim, o procedimento mudou. Agora o elenco chega ao CT na noite anterior às partidas. No dia do jogo, os atletas também realizam um treino de ativação muscular e atividades voltadas a ajustes táticos sobre o adversário.

    Segundo o treinador português, a medida tem como objetivo acelerar o processo de adaptação entre comissão técnica e elenco, especialmente em um calendário com partidas a cada três dias.

    “Pelo fato de estarmos começando e pela sequência de jogos, conversei com os atletas sobre a importância de estarmos juntos nesse início. Preciso conhecer o grupo e eles também precisam me conhecer, entender a estratégia. É diferente do Filipe, que já tinha um trabalho consolidado. Os jogadores aceitaram bem essa ideia”, explicou Jardim.

    Bilhete durante a final chama atenção

    Outro momento que chamou a atenção na estreia do técnico aconteceu durante o clássico entre Flamengo e Fluminense, na final do Campeonato Carioca.

    Durante a partida, Leonardo Jardim escreveu um bilhete com orientações para o volante Erick Pulgar. O recado foi entregue por Jorginho.

    As imagens da transmissão mostraram o chileno reagindo de forma aparentemente contrária ao conteúdo da mensagem, fazendo um gesto com a mão comum em situações de contestação.

    Questionado sobre o episódio durante a premiação do Campeonato Carioca, o zagueiro Léo Pereira disse não saber o que estava escrito no papel.

    “Esqueci de perguntar para ele. Hoje ele estava conversando com o pessoal no Ninho, mas não sei dizer. Vou mandar uma mensagem para ele depois e descubro”, brincou o defensor.

    Chegada em meio a clima tenso
    Leonardo Jardim assumiu o Flamengo em um momento turbulento nos bastidores do clube. A saída de Filipe Luís, anunciada no início do mês, não foi bem recebida por parte do elenco e de funcionários.

    Além disso, alguns jogadores também vivem um momento de relação delicada com o diretor de futebol, José Boto.

    Apesar do ambiente conturbado, as lideranças do grupo têm buscado apoiar o início do trabalho do treinador português. Jogadores experientes também têm ajudado a comissão técnica a entender melhor as características do elenco.

    Em um dos primeiros gestos após chegar ao clube, Jardim reuniu os atletas e contou que telefonou para Filipe Luís durante as negociações com o Flamengo. A atitude foi vista como uma forma de demonstrar transparência ao grupo.

    Desde então, reuniões entre treinador e jogadores têm sido frequentes. Uma delas ocorreu nesta segunda-feira (9), na reapresentação do elenco após o título estadual sobre o Fluminense.

    Confiança do elenco
    O atacante Pedro afirmou que o grupo está confiante no trabalho do novo treinador e acredita que a temporada pode ser positiva.

    “Ele teve poucos dias de treinamento, mas mostrou que conhece as características dos jogadores e pretende valorizar isso. O grupo abraçou a ideia e está confiante de que podemos ter um ano muito vitorioso”, disse.

    Escalação manteve base do time
    Com pouco tempo de trabalho, Leonardo Jardim optou por não fazer grandes mudanças na equipe titular em sua estreia.

    O time que iniciou a final do Campeonato Carioca manteve a base utilizada na temporada passada. A formação contou com Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; além de Carrascal, Samuel Lino e Pedro no ataque.

    O treinador explicou que a prioridade naquele momento era melhorar o desempenho defensivo da equipe.

    “Procuramos anular melhor o Fluminense, principalmente em relação aos últimos jogos. Fomos consistentes na defesa. No ataque ainda tivemos algumas dificuldades, mas gostei da atitude e do empenho da equipe”, avaliou.

    Jardim também comentou a opção por escalar Arrascaeta entre os titulares enquanto Lucas Paquetá começou no banco.

    Segundo o treinador, a ideia é rodar o elenco ao longo da temporada, já que o Flamengo pode disputar até 78 partidas caso avance em todas as competições.

    “Não acredito em uma equipe com apenas 11 jogadores. Temos sete atletas de seleção e precisamos de pelo menos dois jogadores por posição. Feliz é o treinador que pode contar com dois jogadores desse nível”, concluiu.
     
     

    Dirigente da entidade afirmou que o Mundial será realizado conforme previsto, mesmo diante das tensões após ataques de EUA e Israel ao Irã. Federação iraniana chegou a indicar que o país pode rever participação no torneio

    Notícias ao Minuto | 07:30 – 10/03/2026

     
     
     
     
     
     

     
     
     

    Jardim adota regime de concentração e até bilhetinho em início no Flamengo

  • João Fonseca enfrenta Jannik Sinner nesta terça

    João Fonseca enfrenta Jannik Sinner nesta terça

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após derrotar o americano Tommy Paul no Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, João Fonseca, 19, enfrenta nesta terça-feira (10), às 22h de Brasília, o italiano Jannik Sinner, 24, pelas oitavas de final da competição.

    O duelo na quadra principal do torneio será transmitido pela ESPN e pela Disney+.

    Antes de encarar o número 2 do mundo, o brasileiro já venceu Raphael Collignon, Karen Khachanov e Tommy Paul no Masters 1000.

    O vencedor da partida desta terça vai para as quartas de final quem passar pela partida entre o americano Learner Tien, 27º no ranking, e o espanhol Alejandro Davidovich Fokina, 19º lugar. Eles também jogam nesta terça.

    No Rio Open, em fevereiro, chegou às oitavas de final de simples, mas não conseguiu passar pelo peruano Ignacio Buse. Já na competição de duplas, conquistou o título ao lado do brasileiro Marcelo Melo

    Folhapress | 11:30 – 09/03/2026

    João Fonseca enfrenta Jannik Sinner nesta terça

  • FIFA minimiza guerra e diz: “A Copa vai acontecer, é grande demais”

    FIFA minimiza guerra e diz: “A Copa vai acontecer, é grande demais”

    A FIFA afirmou não acreditar que o clima de guerra no Oriente Médio, intensificado nas últimas semanas após ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, vá afetar a realização da Copa do Mundo de 2026.

    Em entrevista à emissora norte-americana NBC 5, em Dallas, nesta terça-feira, Heimo Schirgi, diretor de operações da entidade que organiza o futebol mundial, demonstrou confiança de que o torneio ocorrerá nas datas previstas, entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.

    “Em algum momento teremos uma resolução para essa situação, e a Copa do Mundo vai acontecer, obviamente. O Mundial é grande demais, e esperamos que todos os países classificados possam participar”, afirmou.

    A declaração ocorre após surgirem especulações sobre um possível boicote do Irã à competição. A seleção iraniana é uma das 42 equipes já classificadas para o torneio.

    Em entrevista à emissora Varzesh3, o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, afirmou que o país vive um momento difícil após os ataques militares.

    “O que é certo é que, depois desse ataque, não se pode esperar que estejamos olhando para a Copa do Mundo com esperança”, disse.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também comentou a possibilidade de o Irã desistir da competição. Em declarações ao portal Politico, ele afirmou não se preocupar com essa hipótese.

    “Eu realmente não me importo. Acho que o Irã é um país gravemente derrotado. Eles estão nas últimas”, declarou.

    Na Copa do Mundo de 2026, a seleção iraniana está no Grupo G. A equipe tem dois jogos programados no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia, contra Nova Zelândia e Bélgica, nos dias 16 e 21 de junho. A terceira partida está marcada para 27 de junho, no Lumen Field, em Seattle, contra o Egito.

    Caso o Irã decida abandonar a competição, o regulamento preliminar da FIFA prevê sanções. A entidade estabelece que qualquer federação que se retire após confirmar participação e antes do início das eliminatórias poderá ser multada em pelo menos 20 mil francos suíços, cerca de 22 mil euros.

    Além da multa, o Comitê Disciplinar da FIFA pode aplicar punições adicionais, que incluem a exclusão da federação de futuras competições organizadas pela entidade.

    A FIFA também se reserva o direito de substituir a seleção que desistir por outra equipe. No entanto, o regulamento não detalha quais critérios seriam utilizados para essa escolha. Uma possibilidade seria convocar a seleção melhor posicionada no ranking que não conseguiu vaga na competição.
     

    Jogador Rodrygo se lesionou durante partida pelo Real Madrid na última segunda-feira, dia 2; com tempo estimado para recuperação de até nove meses, atacante está fora da Copa do Mundo

    Folhapress | 18:36 – 09/03/2026

     

    FIFA minimiza guerra e diz: “A Copa vai acontecer, é grande demais”