Categoria: TECNOLOGIA

  • Cobertura do 5G chega a 64% da população, enquanto só 20% dos usuários têm aparelho compatível

    Cobertura do 5G chega a 64% da população, enquanto só 20% dos usuários têm aparelho compatível

    Ao fim de novembro, exatos quatro anos após os leilões do espectro de rede, o sinal até dez vezes mais rápido do que a tecnologia anterior chegava a 64% da população. A meta para 2027, já superada, era de disponibilidade para 57% da população.

    (CBS NEWS) – Mais de 2.000 municípios já têm cobertura da conexão 5G, mostram dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), mas só uma fração dos usuários está conectada a esta rede por não ter um aparelho de telefone mais moderno.

    Ao fim de novembro, exatos quatro anos após os leilões do espectro de rede, o sinal até dez vezes mais rápido do que a tecnologia anterior chegava a 64% da população. A meta para 2027, já superada, era de disponibilidade para 57% da população.

    A parcela de consumidores brasileiros conectados à internet rápida, porém, é bem inferior: Cerca de 20% das linhas de telefonia móvel têm acesso ao 5G -eram 55,1 milhões entre os 270,1 milhões de pontos de acesso.

    De acordo com o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, as pessoas continuam comprando aparelhos limitados ao 4G por causa do preço menor. “Esse é um tema que a gente tem conversado com o Ministério das Comunicações: como promover a redução dos custos do celular 5G no Brasil”, diz.

    A base de aparelhos celulares no Brasil inclui, ao mesmo tempo, dispositivos 2G, 3G, 4G e 5G.

    “A rede está aí, construída, é a mais rápida do mundo”, diz o presidente da Anatel.

    As três principais operadoras do Brasil -as multinacionais Vivo, Claro e TIM- têm as conexões móveis com maiores velocidades de download do planeta, de acordo com a consultoria internacional Opensignal. Há outros rankings, como desempenho em jogos onlines e qualidade de cobertura, nos quais essas empresas não figuram.

    Para Baigorri, o desenho do leilão de radiofrequências foi essencial para a construção célere de infraestrutura. A Anatel escolheu um modelo não-arrecadatório. “Em vez de pagar com dinheiro que vai para o Tesouro, a empresa paga com construção de rede.”

    A estratégia permitiu que o regulador impusesse “obrigações muito agressivas” de investimento em infraestrutura, diz Baigorri.

    A competitividade crescente no serviço de telefonia também impulsionou o 5G, afirma o presidente da Anatel. “Isso fez que as grandes empresas começassem uma corrida para ver quem tem mais 5G, mais cobertura 5G, mais cidades com 5G, mais ofertas 5G.”

    O leilão do 5G abriu caminho para a entrada de novas operadoras no serviço de telefonia móvel com a venda de lotes regionais. Foi o caso dos provedores de fibra ótica Brisanet, Unifique e Copel Telecom. Nesse modelo, o ganhador firmou o compromisso de levar infraestrutura a apenas uma região.

    As companhias regionais ainda receberam um impulso da Anatel. O regulador estabeleceu um esquema de transição no qual as grandes operadoras deveriam compartilhar suas torres com as novas empresas até 2030, para que estas tivessem tempo de se estabelecer.

    Outro fator que acelerou o avanço da cobertura 5G foi a liberação antecipada da faixa de 3,5 gigahertz, diz o diretor de engenharia da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), Eduardo Grizendi. Esse pedaço do espectro de onda brasileiro era ocupado pela transmissão de TV via satélite. Hoje, é por onde passa o sinal do 5G standalone, uma versão ainda mais rápida do 5G.

    “O aumento da diversidade das aplicações também contribuiu para a expansão do 5G, em especial, o uso no agronegócio e a implantação de redes privativas pela indústria”, afirma Grizendi.

    De acordo com o Ministério das Comunicações, a implementação do 5G no país, que começou em 2022 (três anos depois do início da operação comercial da tecnologia na Coreia do Sul), é um dos mais rápidos do mundo.

    Em nota, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que o avanço do 5G é resultado de uma política pública planejada e comprometida com o desenvolvimento econômico.

    “As empresas entendem que o Brasil é um país atrativo para investimentos e com uma economia digital crescente”, afirmou.

    Cobertura do 5G chega a 64% da população, enquanto só 20% dos usuários têm aparelho compatível

  • Samsung anuncia o Z TriFold, o primeiro dobrável triplo da marca

    Samsung anuncia o Z TriFold, o primeiro dobrável triplo da marca

    A Samsung confirmou que planeja lançar o Galaxy Z TriFold fora da Coreia do Sul em breve, com mercados como China, Taiwan, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos já previstos, a chegada a esses países pode ocorrer no início de 2026.

    Depois de muitos rumores, vazamentos e indícios por parte de seguidores da Samsung, a empresa sul-coreana anunciou oficialmente seu primeiro smartphone dobrável triplo. O modelo se chama Galaxy Z TriFold e estreia na Coreia do Sul no dia 12 de dezembro.

    O Galaxy Z TriFold traz uma tela principal de 10 polegadas com resolução 2.160 × 1.584 e taxa de atualização de até 120 Hz. Na face externa há uma tela secundária de 6,5 polegadas, 2.520 × 1.080 de resolução e também taxa de até 120 Hz. Quando totalmente dobrado, o aparelho tem 12,9 mm de espessura; aberto, o painel central atinge apenas 4,2 mm.

    No interior do aparelho há um processador Snapdragon 8 Elite, 16 GB de RAM, opções de 512 GB ou 1 TB de armazenamento, bateria de 5.600 mAh com carregamento rápido com fio de 45 W e carregamento sem fio de 15 W. A câmera traseira é tripla: sensor principal de 200 MP, teleobjetiva de 10 MP e ultra grande angular de 12 MP. A câmera frontal de selfies tem 10 MP.

    A Samsung confirmou que planeja lançar o Galaxy Z TriFold fora da Coreia do Sul em breve, com mercados como China, Taiwan, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos já previstos, a chegada a esses países pode ocorrer no início de 2026.

    Samsung anuncia o Z TriFold, o primeiro dobrável triplo da marca

  • OpenAI trabalha em plataforma de publicidade no ChatGPT, mostra versão de teste de app

    OpenAI trabalha em plataforma de publicidade no ChatGPT, mostra versão de teste de app

    A OpenAI trabalha em uma ferramenta de propaganda para o ChatGPT, segundo vazamento do app beta para Android. O código inclui referências a anúncios e busca, sinalizando modelo similar ao Google. A empresa busca novas receitas diante de altos custos de nuvem, enquanto Sam Altman admite não descartar publicidade.

    (CBS NEWS) – A OpenAI já trabalha em uma ferramenta de propaganda para o ChatGPT, mostra um vazamento do último sábado (28). Mecanismo é o primeiro passo para a venda de anúncios publicitários.

    Trechos do código da versão de testes do aplicativo do chatbot para Android incluem referências a “ads”, uma sigla para publicidade em inglês (advertising). O script é a estrutura básica para implementar direcionamento de anúncios. O foco parece ser o mecanismo de busca, em um modelo de negócios similar ao do Google.

    Os indícios foram encontrados por Tibor Blaho, o engenheiro-chefe de um programa feito para otimizar o uso do ChatGPT e do concorrente Claude. “Na versão beta mais recente do app do ChatGPT para Android, ao comparar com a versão anterior, vi novas linhas como ‘recurso de anúncios’, ‘conteúdo do bazar’, ‘anúncio de pesquisa’ e ‘carrossel de anúncios para busca’ que não estavam lá antes”, escreveu Blaho no X (ex-Twitter).

    A startup de inteligência artificial, hoje a mais valiosa do mundo (valor de mercado estimado em US$ 500 bilhões), busca novas fontes de receita para suprir seu alto investimento na contratação de serviços de nuvem.

    O banco britânico HSBC estima que a OpenAI, mesmo se multiplicar sua base de assinantes do serviço premium e tiver sucesso na venda de anúncios, precisará de US$ 207 bilhões em 2030 para bancar seus atuais contratos com provedores de computação avançada. É esse o serviço que permite o desenvolvimento e funcionamento das IAs contemporâneas.

    Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a startup respondeu.

    Desde o lançamento da rede social baseada em vídeos de IA Sora em setembro, a OpenAI fez uma série de anúncios de produtos: o navegador Atlas, os bate-papos em grupo no ChatGPT e, agora, a possível ferramenta de propaganda.

    A criadora do ChatGPT tem um braço dedicado a desenvolver produtos lucrativos desde 2022, quando o executivo Nick Turley foi contratado do serviço de armazenamento na nuvem Dropbox. Além dos produtos citados, foi esse o departamento responsável por deixar o ChatGPT mais popular e bajulador, mostra reportagem do New York Times.

    Desde então, equipe de Turley recebeu reforços de ex-funcionários da Meta, a dona de Instagram, Facebook e WhatsApp, e um império da publicidade digital. 

    Hoje, 30% da equipe de 3.000 pessoas da OpenAI veio do conglomerado de redes sociais, mostra levantamento do site especializado The Information -são 630 egressos da Meta.

    Ainda de acordo com o The Information, a empresa discute se pode usar o mecanismo de personalização do ChatGPT para direcionar as propagandas. É essa a ferramenta que faz o chatbot lembrar conversas anteriores e ajustar seu tom a depender do interlocutor.

    A ativação de recursos de privacidade no ChatGPT, hoje, já compromete o funcionamento desse mecanismo de memória.

    Enquanto os funcionários discutem como acrescentar publicidade nas plataformas de IA, o CEO da OpenAI, Sam Altman, já vem ajustando seu discurso sobre propaganda nos últimos meses.

    No início do ano, ele dizia que anúncios seriam um “último recurso” -“algo singularmente pertubador”. No mês passado, Altman afirmou, em entrevista a um podcast especializado, que os considera “um pouco desagradáveis”, mas que não são descartáveis.

    OpenAI trabalha em plataforma de publicidade no ChatGPT, mostra versão de teste de app

  • Google reduz limite diário de criação de imagens no Nano Banana Pro

    Google reduz limite diário de criação de imagens no Nano Banana Pro

    Com a alta demanda pelo novo modelo de geração de imagens do Gemini, usuários do plano gratuito agora podem criar apenas duas imagens por dia. O Nano Banana Pro oferece recursos avançados, como produção de infográficos e imagens com texto em vários idiomas.

    O Google passou a impor limites mais rígidos para o uso do Nano Banana Pro, o novo modelo de geração de imagens por Inteligência Artificial disponível no Gemini, seu assistente conversacional. O recurso se tornou tão popular que a empresa decidiu reduzir o número de imagens que cada usuário pode criar gratuitamente por dia.

    Segundo o site 9to5Google, a empresa atualizou sua página de suporte informando que usuários do plano gratuito do Gemini agora só podem gerar duas imagens diárias com o Nano Banana Pro. Antes, o limite era de três. Em nota, o Google afirma que “a criação e edição de imagens está com uma procura elevada” e que os limites podem mudar com frequência, sendo renovados diariamente.

    O que é o Nano Banana Pro

    O Nano Banana Pro é a nova geração da ferramenta de criação e edição de imagens do Google, integrada ao Gemini. A atualização tornou o modelo mais rápido, mais poderoso e capaz de produzir imagens com texto em vários idiomas, além de infográficos e esquemas baseados em dados reais disponíveis na busca do Google.

    O modelo foi lançado junto à versão mais recente do bot de IA da empresa e se tornou rapidamente um dos recursos mais utilizados no sistema. A ferramenta também se destaca por combinar criação visual e compreensão contextual, permitindo resultados mais detalhados e precisos.

    Como usar o Nano Banana Pro

    Para acessar o recurso, basta abrir o Gemini e selecionar a opção Criar imagem, indicada por um ícone de banana logo abaixo do campo de texto. É necessário escolher o modelo Thinking com o selo 3 Pro no canto inferior direito da caixa de entrada e, em seguida, descrever a imagem desejada.

    Mesmo com as restrições na versão gratuita, o Nano Banana Pro segue acessível para quem deseja criar imagens rapidamente dentro da própria plataforma do Google, enquanto a empresa tenta equilibrar o alto volume de solicitações e a demanda crescente pelo modelo visual.
     
     

     

    Google reduz limite diário de criação de imagens no Nano Banana Pro

  • Líder do Google quer enviar data centers para o Espaço

    Líder do Google quer enviar data centers para o Espaço

    Sundar Pichai revelou o Project Suncatcher, iniciativa que prevê instalar unidades de processamento em órbita para ampliar a capacidade computacional do Google. A proposta, tratada como ousada até pelo próprio CEO, reflete a corrida por infraestrutura para sustentar modelos avançados de Inteligência Artificial

    O Google está entre as empresas que mais investem no desenvolvimento de modelos de Inteligência Artificial, um avanço que depende diretamente da ampliação de sua capacidade de computação para suportar sistemas cada vez maiores e mais complexos.

    Para enfrentar esse desafio, o CEO Sundar Pichai apresentou uma ideia que ele próprio admite soar ousada: levar data centers para o espaço. A iniciativa, batizada de Project Suncatcher, foi detalhada no novo episódio do podcast “Google AI: Release Notes” e já havia sido anunciada no início de novembro.

    De acordo com o Business Insider, a proposta envolve colocar unidades de processamento em órbita para expandir o poder computacional global do Google. Pichai afirmou que, apesar de parecer futurista, a ideia ganha lógica diante da demanda crescente por processamento de IA. “Quando você dá um passo atrás e entende o volume de computação que será necessário, começa a fazer sentido e é apenas uma questão de tempo”, disse.

    O CEO não apresentou um cronograma oficial, mas indicou que pretende avançar rapidamente. “Espero que em 2027 tenhamos uma Unidade de Processamento de Tensor no espaço”, afirmou, fazendo referência ao TPU, o chip de Inteligência Artificial desenvolvido pelo Google.

    Líder do Google quer enviar data centers para o Espaço

  • "Cyberpunk 2077" já vendeu mais de 35 milhões de cópias

    "Cyberpunk 2077" já vendeu mais de 35 milhões de cópias

    O jogo teve um lançamento polêmico em 2025 mas, por via de múltiplas atualizações, melhorias e até uma expansão, conseguiu conquistar os jogadores e ultrapassar a marca das 35 milhões de cópias vendidas

    A produtora CD Projekt RED – conhecida sobretudo pela ‘franchise’ de jogos “The Witcher” – indicou que o seu mais recente jogo, “Cyberpunk 2077”, alcançou a marca das 35 milhões de cópias vendidas.

    A produtora disse em comunicado oficial que esta marca foi atingida no terceiro trimestre de 2025, referindo que tanto o jogo original como a expansão “Phantom Liberty” continuam sendo vendidas e ajudaram a aumentar a receita da empresa no trimestre anterior.

    “Estamos muito felizes e satisfeitos com o fato de – apesar da passagem do tempo – “Cyberpunk 2077” continuar sendo um título com um desempenho tão bom e continuar a atrair novos jogadores”, afirmou um dos CEOs da CD Projekt RED, Michał Nowakowski. “As vendas do jogo ultrapassaram as 35 milhões de cópias, o que é um testemunho do poder duradouro da franquia e nos permite ser ainda mais ambiciosos no seu futuro”.

    Falando destes bons resultados de “Cyberpunk 2077”, a CD Projekt RED aproveitou o momento para enfatizar que está “feliz com o progresso” que a equipe de desenvolvimento tem feito com a continuação. No entanto, sublinhou que ainda é “muito cedo” para falar de elementos específicos deste novo título.

    Vale lembrar que, além da continuação de “Cyberpunk 2077”, a CD Projekt RED também se encontra trabalhando em “The Witcher IV”.

    "Cyberpunk 2077" já vendeu mais de 35 milhões de cópias

  • O que deve (e não deve) fazer para limpar os alto-falantes do iPhone

    O que deve (e não deve) fazer para limpar os alto-falantes do iPhone

    Há sempre uma forma correta de fazer as coisas e o mesmo é verdade em relação a limpar o seu celular. Se não quer correr o risco de danificar o iPhone, lhe damos algumas sugestões para completar o processo em segurança

    Independentemente da forma como usa o seu iPhone e do bom estado em que o mantenha, é altamente provável que eventualmente perceba que os alto-falantes do celular ficaram cobertos por poeira, detritos e outros tipos de sujeiras.

    Se não quer começar a ouvir sons e vozes abafadas saindo dos alto-falantes do iPhone é então necessário garantir que esta área do aparelho está sempre limpa.

    Naturalmente, terá de prestar alguma atenção à forma como procede à limpeza e, como sempre acontece, há uma forma correta de o fazer e coisas que nunca deve tentar se quer evitar danificar o equipamento.

    Por isso, pode ver abaixo alguns conselhos de como limpar os alto-falantes do iPhone e também coisas que não deve experimentar fazer:

    O que deve fazer:

    • Use uma escova;
    • Considere usar massa de limpeza que fique presa nos detritos;
    • Recorra a um pequeno soprador de ar para remover sujeiras mais soltas.

    O que não deve fazer:

    • Não use objetos afiados com clipes ou palitos;
    • Não recorra a álcool;
    • Não use ar comprimido.

    O que deve (e não deve) fazer para limpar os alto-falantes do iPhone

  • Rússia ameaça bloquear acesso ao WhatsApp por incumprir leis do país

    Rússia ameaça bloquear acesso ao WhatsApp por incumprir leis do país

    A empresa norte-americana Meta, dona do WhatsApp, tem atividades são proibidas na Rússia porque o Governo a descreve como uma organização extremista

    O órgão regulador das telecomunicações da Rússia avisou hoje que vai bloquear o acesso à plataforma de mensagens WhatsApp caso o aplicativo continue infringindo a legislação russa relativa à prevenção e combate ao crime.

    “Se o serviço de mensagens continuar não cumprindo os requisitos da legislação russa, acabará sendo completamente bloqueado”, ameaçou o órgão regular, designado como Roskomnadzor, em um comunicado publicado pelos principais meios de comunicação social do país.

    “O WhatsApp continua violando a legislação russa. O serviço de mensagens é utilizado para organizar e realizar atentados terroristas no país, recrutar perpetradores e cometer fraudes e outros crimes contra os nossos cidadãos”, acrescentou a nota informativa.

    O órgão regulador russo indicou ainda que desde agosto que tem vindo a diminuir o acesso à plataforma, especialmente a comunicação através de mensagens de voz, como medida punitiva.

    O WhatsApp é propriedade da Meta, uma empresa norte-americana cujas atividades são proibidas na Rússia porque o Governo a descreveu como uma organização extremista.

    Rússia ameaça bloquear acesso ao WhatsApp por incumprir leis do país

  • Fracasso do iPhone Air leva marcas chinesas a abandonar celulares finos

    Fracasso do iPhone Air leva marcas chinesas a abandonar celulares finos

    O segmento dos smartphones ultrafinos como o iPhone Air da Apple ou o Galaxy S25 Edge da Samsung acabou não estando ao nível das expectativas criadas pelos fabricantes de celulares

    Além de estarmos assistindo à chegada de cada vez mais funcionalidades de Inteligência Artificial, a verdade é que mudou pouca coisa no mercado de celulares em 2025. A exceção está nos smartphones ultrafinos lançados não só pela Samsung com o Galaxy S25 Edge mas, mais recentemente, pela Apple com o iPhone Air.

    O mercado assistiu com curiosidade à chegada destes dois modelos mas, de acordo com os últimos dados, o desempenho nas lojas indica que os consumidores não se deixaram convencer. Supostamente, estes resultados estão levando tanto a Apple como a Samsung a alterar os planos para 2026 no que diz respeito à aposta no segmento de dispositivos móveis ultrafinos.

    Uma das fornecedoras da Apple, a Foxconn, teria já reduzido o número de unidades produzidas do iPhone Air – o que é um sinal claro que este modelo não está tendo o desempenho que se esperava e que deixou de ser uma prioridade para a empresa.

    O site DigiTimes diz que a Apple e a Samsung não são as únicas empresas a alterar os seus planos neste segmento de celulares, indicando que as marcas chinesas teriam decidido cancelar o desenvolvimento de telemóveis ultrafinos.

    “Após as vendas decepcionantes do iPhone Air da Apple , as grandes fabricantes chinesas de celulares decidiram supostamente congelar ou cancelar os seus próprios projetos para aparelhos ultrafinos”, afirma a publicação em questão. São ainda citadas “fontes da indústria” para indicar que a “Xiaomi, a Oppo, a Vivo e outras cancelaram ou ajustaram os planos de desenvolvimento para modelos Air”.

    Fracasso do iPhone Air leva marcas chinesas a abandonar celulares finos

  • OpenAI confirma falha externa que expôs dados de usuários da API

    OpenAI confirma falha externa que expôs dados de usuários da API

    A OpenAI emitiu um alerta aos usuários da sua plataforma informando sobre uma possível falha de segurança que pode ter exposto dados de quem utiliza a API da empresa.

    Segundo a OpenAI, o problema ocorreu na Mixpanel, empresa especializada em análise de dados. A companhia reforçou que usuários do ChatGPT não foram afetados, já que conversas e informações pessoais dentro do aplicativo não estão envolvidas na falha.

    O aviso é direcionado principalmente aos desenvolvedores que usam a API da Op

    A OpenAI emitiu um alerta aos usuários da sua plataforma informando sobre uma possível falha de segurança que pode ter exposto dados de quem utiliza a API da empresa.

    Segundo a OpenAI, o problema ocorreu na Mixpanel, empresa especializada em análise de dados. A companhia reforçou que usuários do ChatGPT não foram afetados, já que conversas e informações pessoais dentro do aplicativo não estão envolvidas na falha.

    O aviso é direcionado principalmente aos desenvolvedores que usam a API da OpenAI. A empresa recomendou atenção redobrada para evitar ataques de phishing, já que dados expostos podem ser usados por criminosos em tentativas de fraude.

    Um porta-voz da Mixpanel informou ao Business Insider que a empresa está entrando em contato com todos os clientes afetados e colaborando com as autoridades. Até o momento, nem a Mixpanel nem a OpenAI divulgaram quantos usuários foram impactados.

    O especialista em cibersegurança da ESET, Jake Moore, explicou ao Business Insider que os dados expostos são de “baixa sensibilidade”, mas ainda assim podem ser usados para “criar mensagens fraudulentas convincentes”.

    Planos de expansão da OpenAI

    A OpenAI projeta um grande avanço no número de assinantes do ChatGPT até 2030. A expectativa da empresa é alcançar 220 milhões de usuários pagantes, um volume comparável ao dos principais serviços de streaming atuais.

    Fontes próximas à companhia disseram ao site The Information que, dentro de cinco anos, a OpenAI acredita que o ChatGPT terá 2,6 bilhões de usuários semanais, com cerca de 8,5% deles dispostos a pagar pela versão premium.

    Em outubro, o CEO Sam Altman anunciou que o ChatGPT já contava com 800 milhões de usuários semanais ativos. Em julho, o serviço somava 35 milhões de assinantes pagantes.

    Um produto “mais calmo”

    Altman também afirmou recentemente que o primeiro produto físico da OpenAI terá uma proposta diferente dos dispositivos atuais, com menos notificações e maior sensação de “tranquilidade”.

    O que vem por aí

    A aposta da OpenAI no crescimento da base de assinantes também está ligada à chegada do novo sistema de verificação de idade, previsto para dezembro. A ferramenta permitirá que usuários maiores de 18 anos acessem conversas com conteúdos mais amplos, incluindo temas voltados ao público adulto.

    A empresa reforça que menores de idade continuarão sujeitos às restrições implementadas após o caso de Adam Raine, adolescente que tirou a própria vida depois de consultar o ChatGPT sobre métodos de suicídio. Com a verificação de idade, a OpenAI pretende equilibrar proteção a menores e liberdade de interação para adultos.

    OpenAI confirma falha externa que expôs dados de usuários da API