Categoria: TECNOLOGIA

  • Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

    Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

    A Apple confirmou seu evento anual para 9 de setembro, quando deve anunciar a linha iPhone 17, novos Apple Watch e AirPods. A chegada dos novos produtos pode encerrar a venda de modelos como iPhone 15, iPhone 16 Pro e AirPods Pro 2

    A Apple confirmou nesta terça-feira, 26 de agosto, que realizará seu tradicional evento anual no dia 9 de setembro, quando costuma apresentar novos produtos. Como acontece todos os anos, a chegada de novos modelos também deve marcar a saída de outros itens do catálogo oficial da empresa.

    A companhia ainda não revelou oficialmente o que será anunciado, mas rumores apontam que a grande atração será a série iPhone 17, composta pelos modelos iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max. Com isso, a expectativa é de que sejam descontinuados os iPhone 15 e iPhone 15 Plus (lançados em 2023), além dos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max (lançados em 2024). A Apple costuma encerrar a produção dos modelos “Pro” assim que uma nova geração é lançada.

    Especialistas lembram que, faltando cerca de duas semanas para o lançamento, este é considerado o pior momento do ano para comprar um novo iPhone, já que os preços dos modelos atuais devem cair após o evento.

    Com os ajustes, o catálogo de smartphones da Apple deve passar a contar com: iPhone 16e, iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max.

    Além dos celulares, rumores indicam que também podem ser anunciados o Apple Watch Series 11, o Apple Watch Ultra 3 e os AirPods Pro 3, o que deve levar à retirada das versões anteriores (Series 10, Ultra 2 e AirPods Pro 2) da loja oficial.

    Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

  • 3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

    3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

    Com apenas 15 GB gratuitos no Google, usuários podem otimizar o uso do Fotos desativando backups desnecessários, apagando duplicatas e reduzindo a resolução das imagens para prolongar o espaço disponível na nuvem

    Nos últimos anos, as câmeras de celulares evoluíram muito, permitindo fotos e vídeos com qualidade cada vez melhor. Porém, essa melhoria também significa arquivos maiores, que ocupam mais espaço, tanto no armazenamento interno quanto na nuvem, em serviços como o Google Fotos.

    Com apenas 15 GB gratuitos no Google Drive — espaço compartilhado com Gmail, Google Fotos e outros serviços — muitos usuários acabam apagando fotos e vídeos para evitar ficar sem uso das ferramentas da Google. Como o Google Fotos costuma concentrar arquivos mais pesados, pode surgir a sensação de que é preciso fotografar e filmar menos para economizar espaço.

    Não é necessário parar de registrar momentos, mas é importante usar o armazenamento de forma mais consciente. Por isso, as dicas do site TechTudo ajudam a otimizar o uso do Google Fotos e prolongar o tempo antes de precisar excluir arquivos ou pagar por mais espaço.

    Confira três dicas para economizar espaço no Google Fotos:

    1. Desative o backup automático de capturas de tela

    Toque no ícone com sua foto, no canto superior direito, e vá em Configurações do app Fotos. Acesse Backup e depois Backup de pastas do dispositivo. Escolha as pastas que terão backup na nuvem e desative a opção Screenshots. Assim, capturas de tela não serão salvas automaticamente no Google Fotos.

    2. Apague fotos repetidas

    No ícone com sua foto, acesse Configurações do app Fotos e depois Preferências. Vá até Exibir fotos e ative a opção Empilhar fotos semelhantes. Isso agrupará imagens parecidas, facilitando a exclusão de duplicatas que ocupam espaço desnecessário.

    3. Reduza a resolução das fotos

    Embora imagens em alta resolução sejam mais nítidas, muitas vezes não há diferença perceptível ao visualizá-las apenas no celular. Para economizar espaço, vá em Configurações do app Fotos, acesse Backup e, em Qualidade do backup, selecione Economia de armazenamento. Nessa configuração, fotos serão comprimidas para 16 MP, vídeos para alta definição e impressões terão qualidade suficiente para até 24 x 16 polegadas.

    3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

  • Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça

    Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça

    A Justiça brasileira proibiu Instagram e Facebook de permitir trabalho infantil artístico sem autorização judicial, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão atende a pedido do MPT e reforça regras de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital no Brasil

    A Justiça brasileira determinou que Instagram e Facebook não poderão permitir a prática de “trabalho infantil artístico” em suas plataformas sem autorização judicial prévia. Caso descumpram a ordem, as empresas estarão sujeitas a multa diária de R$ 50 mil.

    A decisão foi tomada após um pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT), que moveu ação civil contra as redes sociais acusando-as de “permitir e se beneficiar da exploração de crianças” e de não respeitar as normas de proteção previstas na legislação brasileira.

    Segundo o MPT, o objetivo não é impedir a participação de menores em produções artísticas online, mas assegurar que isso aconteça dentro da legalidade e com garantias de proteção. A ação exige que as plataformas adotem filtros e sistemas capazes de identificar conteúdos com crianças e adolescentes sem autorização judicial, além de incluir cláusulas de proibição expressa de trabalho infantil em suas políticas de uso.

    Na decisão, a juíza Juliana Petenate Salles destacou que a exposição de crianças na internet para fins lucrativos representa “riscos sérios e imediatos”, capazes de gerar danos irreversíveis, como exploração sexual, exposição precoce a responsabilidades adultas (“adultização”) e contato com álcool e jogos.

    As plataformas, que pertencem ao grupo Meta, ainda podem recorrer. Questionada pela imprensa, a empresa não comentou a decisão.

    O tema da “adultização” de crianças em redes sociais tem ganhado destaque nas últimas semanas. Também na quarta-feira, o Senado aprovou um projeto de lei que estabelece medidas de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital, impondo responsabilidades tanto às empresas de tecnologia quanto a pais e responsáveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sancionou o texto e manifestou apoio à iniciativa em diferentes ocasiões.

    O que mudou?
    Instagram e Facebook não podem permitir trabalho infantil artístico sem autorização judicial.

    Quem é afetado?
    Crianças influenciadoras, blogueiras e menores em produções pagas ou campanhas de marcas.

    E vídeos caseiros sem fins comerciais?
    Não entram na proibição, desde que não envolvam dinheiro ou contratos.

    O que é necessário agora?
    Autorização judicial antes de expor crianças em atividades artísticas lucrativas online.

     

    Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça

  • Em seu 10º teste, Starship interrompe série de falhas e faz voo perfeito

    Em seu 10º teste, Starship interrompe série de falhas e faz voo perfeito

    A decolagem aconteceu na abertura da janela, às 20h30 desta terça-feira (26), depois de duas tentativas interrompidas no domingo (24) e na segunda (25), a primeira por um problema com sistemas de solo (vazamento em uma mangueira de propelente) e a segunda por condições meteorológicas adversas.

    SALVADOR NOGUEIRA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Alguns meses na salinha do castigo fizeram bem à SpaceX. Após uma pausa forçada com três voos malsucedidos, o último deles em maio, e uma explosão em solo durante um teste estático, em junho, o Starship realizou seu décimo voo cumprindo todos os objetivos estabelecidos pela empresa de Elon Musk.

    A decolagem aconteceu na abertura da janela, às 20h30 desta terça-feira (26), depois de duas tentativas interrompidas no domingo (24) e na segunda (25), a primeira por um problema com sistemas de solo (vazamento em uma mangueira de propelente) e a segunda por condições meteorológicas adversas.

    A terceira tentativa foi a boa, e o primeiro estágio realizou seu costumeiro bom trabalho na ascensão. Dos 33 motores, um falhou durante a subida, mas o foguete é projetado para ser resiliente à falha de alguns motores. Por sinal, a manobra de pouso do primeiro estágio, conhecido como Super Heavy, contou com um teste intencional em que um dos motores centrais era desligado e substituído automaticamente por um do anel intermediário. A descida se deu suavemente, sobre as águas do Golfo do México.

    Quanto ao segundo estágio, o Starship propriamente dito, fez a escalada nominal até uma “quase órbita”, como previsto -foi essa a etapa que havia falhado nas três tentativas anteriores, duas delas ainda durante a ascensão, e uma terceira já na trajetória final, mas sem controle de atitude. A nave começou a girar por um vazamento de combustível, impedindo as etapas subsequentes do voo.

    Não desta vez, contudo. Para essa missão, o Starship manteve sua estabilidade de atitude e conseguiu finalmente fazer o teste de liberação de oito simuladores de satélites Starlink, tecnologia crucial para o futuro uso do foguete para lançamento de mais componentes da constelação satelital que fornece internet rápida e de baixa latência em qualquer ponto do globo. Quando for para valer, serão 60 satélites lançados a cada voo.

    E por que “quase órbita”? Para esses voos de teste, a SpaceX adota uma trajetória suborbital que faz com que o foguete complete dois terços de uma volta na Terra antes de reentrar naturalmente na atmosfera, sobre o oceano Índico. É uma medida de segurança para garantir que o veículo não fique em órbita como lixo espacial caso haja algum problema.

    É claro, para futuros voos, será preciso atingir a velocidade orbital e aí, para a reentrada, um reacendimento dos motores do segundo estágio se faz necessário. Pouco mais de 37 minutos após a decolagem, o Starship realizou esse teste, reacendendo seu motor por um breve instante -algo que o fim prematuro dos voos anteriores havia impedido.

    Depois disso, a emoção ficou por conta da reentrada, iniciada cerca de 45 minutos após a decolagem. Aqui muitos dos objetivos dos testes não dependiam de sistemas ativos -o principal desafio era observar o desempenho do escudo térmico do veículo, que, de propósito, contou com diversos tipos de telhas diferentes, variando em material, formato e espaçamento, além de ter alguns vãos entre eles, tudo para verificar sua capacidade de absorver o calor do reencontro com a atmosfera terrestre e proteger o interior da nave.

    Esse é possivelmente o maior desafio técnico do Starship nessa fase de desenvolvimento -demonstrar um sistema de proteção térmica que permita a recuperação e a rápida utilização do veículo. Os experimentos conduzidos neste décimo voo estão longe de representar a configuração final, contudo já foram suficientes para manter a integridade da nave a ponto de reativar seus motores para um pouso suave no oceano Índico.

    Ambos os estágios não serão recuperados, mas pela primeira vez a SpaceX consegue cumprir todos os objetivos de um voo integrado do Starship em sua segunda versão. O programa agora parece estar de volta aos trilhos, depois de um 2024 espetacular e um 2025 cheio de incertezas.

    O sucesso, contudo, que não significa que não existam enormes avanços a serem feitos antes que o maior foguete do mundo possa ser usado em missões para a Lua (como quer a Nasa, com seu programa Artemis) e para Marte (como quer a SpaceX, pela obsessão de Elon Musk de promover a colonização do planeta vermelho).

    Para este ano, a empresa espera voar mais um Starship na sua versão 2 para depois recomeçar os testes com a versão 3, em que o foguete mais uma vez ficará um pouco maior e terá motores Raptor atualizados. Espera-se que uma demonstração da recuperação do segundo estágio na plataforma, a exemplo do que já foi feito três vezes com o primeiro estágio, possa ser feita até o fim do ano.

    Para o ano que vem, a SpaceX espera demonstrar o reabastecimento em órbita. E então testar exaustivamente o foguete e demonstrar um pouso lunar não tripulado, passo essencial antes que astronautas possam voar a bordo dela para a missão Artemis 3, a primeira alunissagem do programa. No momento, ela está marcada para 2027, porém nem mesmo os maiores entusiastas da SpaceX acreditam que o Starship estará pronto para isso em pouco mais de dois anos. Veremos.

    Em seu 10º teste, Starship interrompe série de falhas e faz voo perfeito

  • Manifestantes invadem escritórios da Microsoft nos EUA

    Manifestantes invadem escritórios da Microsoft nos EUA

    Um grupo de sete pessoas invadiu os escritórios da Microsoft em Redmond, nos EUA, para protestar contra as ligações da empresa com o governo de Israel. O presidente Brad Smith fez uma coletiva de imprensa para explicar a situação.

    O grupo “No Azure for Apartheid” – que recentemente havia ocupado uma das praças da sede da Microsoft, em Redmond, para protestar contra as ligações da empresa com o governo de Israel – invadiu nesta terça-feira (26) as instalações da companhia e chegou até o escritório de Brad Smith, vice-presidente do conselho de administração e presidente da Microsoft.

    De acordo com o site TechCrunch, a invasão obrigou a Microsoft a fechar temporariamente o prédio, e a polícia foi chamada para prender os envolvidos. A ação foi transmitida ao vivo pelo grupo “No Azure for Apartheid” na plataforma de streaming Twitch.

    Segundo o site The Verge, entre os manifestantes estavam funcionários atuais da Microsoft e também ex-trabalhadores que haviam sido demitidos por ativismo.

    Horas após o ocorrido, Brad Smith realizou uma coletiva de imprensa diretamente de seu escritório para esclarecer a situação. Ele explicou que, dos sete integrantes do grupo, dois eram empregados da Microsoft e um era ex-funcionário do Google.

    “Obviamente, este foi um dia incomum”, afirmou Smith, reforçando “o compromisso [da Microsoft] em garantir que os princípios de direitos humanos e os termos contratuais de serviço sejam respeitados no Oriente Médio”.

    As ligações da Microsoft com o governo de Israel haviam sido reveladas recentemente por uma investigação do jornal britânico The Guardian, que mostrou que as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) utilizaram a plataforma de computação em nuvem Azure, da Microsoft, para armazenar dados de chamadas telefônicas obtidas por meio de vigilância em massa de palestinos em Gaza e na Cisjordânia.

    Pouco depois da publicação dessa investigação, a Microsoft divulgou um comunicado afirmando que as alegações mereciam “uma revisão completa e urgente”, já que “os termos de serviço padrão da Microsoft proíbem esse tipo de utilização”.

    “Estamos trabalhando todos os dias para chegar ao fundo dessa questão, e é isso que faremos”, disse Brad Smith durante a coletiva. Ele aproveitou, no entanto, para criticar a forma como o protesto foi conduzido.

    “Quando sete pessoas fazem o que fizeram hoje – invadir um prédio, ocupar um escritório, bloquear a entrada de pessoas, instalar escutas – mesmo que de forma rudimentar, escondendo celulares em sofás ou atrás de livros –, isso não está certo”, declarou. “Quando são convidados a se retirar e se recusam, isso também não está certo.”

    O executivo destacou ainda que esse tipo de ação “não é necessária para chamar atenção” ao problema, ressaltando que iniciativas como a desta terça-feira “distraem do diálogo sério”.

    Manifestantes invadem escritórios da Microsoft nos EUA

  • Lançamento da SpaceX reabre esperança de voos tripulados para a Lua

    Lançamento da SpaceX reabre esperança de voos tripulados para a Lua

    Foguete Starship testou novos escudos térmicos; Elon Musk vê a Starship como essencial para atingir o seu objetivo de transportar humanos para Marte de forma rotineira

    O foguete Starship, da SpaceX, lançou nessa terça-feira (26) o seu primeiro lote de satélites simulados Starlink para o espaço e testou novos escudos térmicos em mergulho na atmosfera terrestre, alcançando marcos de desenvolvimento que tinham sido interrompidos por uma série de testes que falharam anteriormente.

    Desenvolvido para ir à Lua e a Marte, o foguete Starship da SpaceX, empresa do multimilionário Elon Musk, tinha sofrido várias tentativas interrompidas por explosões, que lançaram dúvidas sobre a capacidade da empresa de conduzir missões interplanetárias com sucesso.

    O gigante sistema Starship, de 123 metros de altura, levantou voo pela décima vez seguida por volta das 19h30 (hora local) das instalações da Starbase da SpaceX no sul do Texas, seguido pelo seu imponente propulsor Super Heavy, que lançou o estágio superior da Starship para o espaço três minutos depois, a dezenas de quilômetros acima do solo.

    Após o lançamento do foguete, o propulsor Super Heavy e a Starship, esta última que dá nome a todo o sistema, se separaram.  

    Cruzando no espaço com cerca de 30 minutos de voo, o sistema de implantação de satélites da Starship, semelhante ao Pez, distribui pela primeira vez oito satélites Starlink fictícios, uma demonstração fundamental de um foguete que representa o futuro do negócio dominante de lançamentos da SpaceX.

    A Nasa, agência espacial norte-americana, escolheu a nave espacial para colocar os seus primeiros astronautas na superfície lunar desde o programa Apollo.

    Musk vê a Starship, concebida para ser totalmente reutilizável, como essencial para atingir o seu objetivo de transportar humanos para Marte de forma rotineira.

    A reentrada supersônica da Starship na atmosfera terrestre sobre o Oceano Índico, aproximadamente uma hora após o início da missão, colocou à prova uma variedade de placas de proteção térmica hexagonais, enquanto a empresa espacial do bilionário Elon Musk tenta criar uma proteção externa que exija pouca ou nenhuma renovação após cada utilização.

    As naves espaciais que regressam à Terra requerem historicamente novas placas de proteção térmica ou reparações após cada missão, devido à erosão destrutiva e brutal que ocorre devido à fricção atmosférica a alta velocidade. As placas de proteção térmica do vaivém espacial aposentado da Nasa estavam em condições de dezenas de missões, embora algumas tenham de ser substituídas.

    Lançamento da SpaceX reabre esperança de voos tripulados para a Lua

  • Lançamento e preço do (misterioso) Project Moohan da Samsung é revelado

    Lançamento e preço do (misterioso) Project Moohan da Samsung é revelado

    Os óculos desenvolvidos pela Samsung e pela Google devem começar ser vendidos apenas na Coreia do Sul, com a empresa tendo planos para expandir gradualmente para outros mercados. O preço dos Project Moohan deverá ser mais em conta do que os Vision Pro da Apple

    Há algum tempo que sabemos que a Samsung e a Google se encontram trabalhando em conjunto em óculos de realidade virtual e aumentada – conhecidos como Project Moohan – mas, até agora, os detalhes têm sido escassos.

    Graças a informações com origem na Coreia do Sul (via GSMArena) começou agora a circular o rumor que os Project Moohan serão revelados oficialmente no dia 29 de setembro, em um evento Unpacked que acontecerá na Coreia do Sul. A ‘casa’ da Samsung também deverá ser o primeiro país a receber os Project Moohan, com o lançamento previsto para 13 de outubro.

    Ainda que não tenhamos ainda informações sobre os planos da Samsung para lançar os Project Moohan em mais mercados, as informações que andam circulando indicam que a estratégia passa por uma expansão gradual destes óculos para os territórios onde a empresa está presente.

    Acredita-se que a Samsung pretende enviar para as lojas 100 mil unidades dos Project Moohan neste ano de 2025, com a empresa considerando um preço entre os 2,5 milhões e os 4 milhões de wons – o equivalente a 9.700 e 15.600 reais .

    Vale destacarque (confirmando este valor) os Project Moohan terão um preço mais em conta do que os Vision Pro da Apple, que foram lançados no começo de 2024 por 3.499 dólares (cerca de 19 mil reais).

    Lançamento e preço do (misterioso) Project Moohan da Samsung é revelado

  • SpaceX tentará lançar o foguete Starship nesta terça-feira (26)

    SpaceX tentará lançar o foguete Starship nesta terça-feira (26)

    O Starship, maior foguete já construído, é formado pelo propulsor Super Heavy (o primeiro estágio) e pela nave Starship

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A SpaceX voltará a tentar lançar o Starship. O décimo teste está agendado para a noite desta terça-feira (26), a partir da Starbase, no Texas, Estados Unidos. A janela de lançamento abre às 20h30 e se estende até as 21h30.

    As duas tentativas anteriores tiveram de ser suspensas. Nesta segunda-feira (25), o foguete estava pronto para fazer seu voo, porém o mau tempo impediu que deixasse o solo. Um dia antes, no domingo (24), o motivo foi um vazamento de oxigênio líquido na plataforma.

    O Starship, maior foguete já construído, é formado pelo propulsor Super Heavy (o primeiro estágio) e pela nave Starship. O nome Starship também é utilizado para se referir ao veículo como um todo, quando os dois estágios estão juntos.

    O veículo é essencial não só para os planos de Elon Musk mas para a Nasa. O bilionário pretende utilizá-lo para chegar a Marte e, também, para expandir a rede de satélites Starlink, seu serviço de internet de banda larga. A agência espacial americana, por sua vez, depende do foguete para levar humanos novamente à Lua, na missão Artemis 3, prevista para maio de 2027.

    Os últimos lançamentos, no entanto, não foram animadores. Houve falhas nos três voos deste ano, além de uma explosão do segundo estágio durante um teste estático dos motores em uma plataforma da Starbase.

    A empresa de Musk afirmou ter feito modificações no veículo com base em investigações nos incidentes recentes, para que os problemas não se repitam.

    No décimo teste, a ideia é que o foguete faça a separação dos estágios a dezenas de quilômetros de altitude, com seu propulsor Super Heavy retornando para um pouso na água na costa do Texas, enquanto a nave Starship seguirá rumo ao espaço.

    No espaço, a nave Starship tentará implantar imitações dos satélites Starlink e reacender um motor ao longo de sua trajetória suborbital ao redor do globo. A reentrada atmosférica sobre o oceano Índico testará suas aletas de direção externas e uma série de telhas experimentais de escudo térmico enquanto a nave atravessa intensa fricção e calor.

    SpaceX tentará lançar o foguete Starship nesta terça-feira (26)

  • Rumores apontam para (mais uma) apresentação da Nintendo

    Rumores apontam para (mais uma) apresentação da Nintendo

    Há quem diga que a Nintendo pretende realizar uma nova apresentação no próximo mês de setembro onde, além de uma data de lançamento para ‘Metroid Prime 4: Beyond’, também revelará os planos para o 40.º aniversário de ‘Super Mario’

    A Nintendo começou este segundo semestre com o lançamento da Switch 2 e, desde então, já nos trouxe dois grandes games exclusivos como o ‘Mario Kart World’ e também ‘Donkey Kong Bananza’.

    Além destes jogos, a Nintendo também fez três apresentações nos últimos tempos: uma no final de julho, outra dedicada a jogos ‘indie’ no começo de agosto e uma terceira focada no exclusivo ‘Kirby Air Riders’. Segundo o site VGC, as apresentações Nintendo Direct da empresa não ficam por aqui e teremos direito a mais uma nos próximos tempos.

    A publicação destaca que a Nintendo está planejando realizar mais uma das suas apresentações para setembro, indicando que poderá acontecer no próximo mês. Não se sabe o que a Nintendo pode estar planejando para esta nova apresentação mas, tendo em conta que a última vez que tivemos notícias sobre ‘Metroid Prime 4: Beyond’ foi em abril, especula-se que o jogo poderá ser um dos destaques da próxima edição do Nintendo Direct.

    Vale recordar que ‘Metroid Prime 4: Beyond’ continua ter lançamento previsto para este ano mas, ao contrário do que seria de esperar nesta ocasião, ainda não tem data de lançamento marcada. É possível que não tenhamos de esperar muito para sabermos quando é que acontecerá a chegada ao Switch e ao Switch 2.

    Há ainda quem especule que a Nintendo poderá aproveitar esta apresentação de setembro para revelar como planeja celebrar o 40.º da série ‘Super Mario Bros’. Será que apostará em uma nova coletânea de títulos clássicos (como no 35.º aniversário) ou desvendará um ‘Super Mario’ completamente novo? Teremos de aguardar por novidades e, naturalmente, que a Nintendo confirme a existência desta apresentação Nintendo Direct.

    Rumores apontam para (mais uma) apresentação da Nintendo

  • Próxima atualização vai 'acelerar' carregamento do iPhone 16

    Próxima atualização vai 'acelerar' carregamento do iPhone 16

    A capacidade era, até agora, exclusiva para os carregadores sem fios MagSafe da Apple e passará a estar disponível para todos os usuários que tem um iPhone 16 e um carregador Qi2 compatível

    Mesmo que tenha sido anunciado oficialmente em junho, a próxima grande atualização do iPhone – o iOS 26 – vem recebendo a várias versões beta, sendo que cada uma delas desvendou novas informações sobre as novidades prestes a chegar ao celular da Apple.

    O site MacRumors revelou agora uma delas. De acordo com a publicação, o iOS 26 será responsável por desbloquear a capacidade de carregamento rápido sem fios Qi2 de 25W em carregadores de terceiros compatíveis com esta tecnologia.

    Vale lembrar que, até aqui, o limite imposto pela Apple para carregadores Qi de outras marcas era de 15W. Com a possibilidade de usar carregadores sem fios de 25W, fica claro que os modelos iPhone 16 passarão a carregar mais rapidamente com carregadores sem fios.

    Estes 25W já estavam presentes nos carregadores oficiais MagSafe da Apple, com a mesma possibilidade ficando agora disponível em carregadores compatíveis de outras marcas.

    Quanto à chegada do iOS 26, acredita-se que a nova atualização ficará disponível em setembro – pouco depois da chegada da nova série iPhone 17.

    Próxima atualização vai 'acelerar' carregamento do iPhone 16