Categoria: TECNOLOGIA

  • Versão IA da busca do Google derruba tráfego para sites de veículos de notícias em 20,6%, diz estudo

    Versão IA da busca do Google derruba tráfego para sites de veículos de notícias em 20,6%, diz estudo

    Como consequência, os sites de notícias perdem audiência. Se dependem de anúncios, perder usuários diminui a receita publicitária. Se dependem de assinaturas, a queda nos cliques faz com que não sejam descobertos por potenciais novos assinantes.

    (CBS NEWS) – O AI Overviews, versão do mecanismo de busca do Google que fornece respostas geradas por inteligência artificial generativa, provoca uma queda de no mínimo 20,6% no tráfego para sites de veículos de notícias. É o que aponta estudo da empresa de análise de dados Authoritas.

    O levantamento foi submetido ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) pelas organizações Foxglove, Artigo 19 e Idec (Instituto de Defesa de Consumidores) e pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio.

    A queda no tráfego seria decorrente do fenômeno conhecido como “zero clique”.

    Na versão tradicional do Google, um usuário faz uma pesquisa e recebe como resposta uma série de links para sites, incluindo veículos de notícias. A partir daí, o usuário escolhe uma opção e clica, gerando tráfego para as páginas.

    Com as versões como Modo IA ou AI Overviews, os usuários recebem um texto em resposta à busca, e alguns links mais para baixo ou do lado direito da página do buscador. Mas muitas pessoas se satisfazem com o resumo gerado por inteligência artificial e não clicam nos links -o chamado “zero clique”.

    Como consequência, os sites de notícias perdem audiência. Se dependem de anúncios, perder usuários diminui a receita publicitária. Se dependem de assinaturas, a queda nos cliques faz com que não sejam descobertos por potenciais novos assinantes.

    Segundo o texto submetido ao Cade, as as versões de IA das buscas do Google foram treinadas com dados extraídos de veículos de notícias sem permissão ou remuneração. E os resumos exibidos são gerados a partir da extração de dados desses sites, novamente sem permissão ou compensação.

    Procurada, a assessoria do Google disse que não iria comentar e indicou uma postagem no blog oficial da empresa. No texto, uma executiva da empresa afirma que o volume total de cliques orgânicos da busca do Google permaneceu relativamente estável em relação ao ano anterior. Ela afirma também que os cliques de qualidade -aqueles em que o usuário passa mais tempo no site- aumentaram após a adoção da IA nas buscas.

    O Google oferece aos sites a opção de pedir que seus dados não sejam usados no treinamento dos modelos de IA. Mas, ao fazer essa opção, os veículos podem ser excluídos dos resultados das buscas. “Considerando que o Google detém 90% do mercado de busca, isso é uma pena de morte”, diz o estudo.

    O documento aponta também que respostas usando IA aparecem em 35,3% das buscas de notícias e assuntos atuais no Brasil. Segundo Stella Caram, diretora jurídica da Foxglove, a tendência é piorar. “Na medida em que a implementação do Google AI Overviews avança, cada vez mais resultados vão aparecer nesse modo, empurrando mais para baixo da página os links de veículos de notícias”, disse Caram.

    O levantamento foi submetido ao Cade em 13 de novembro como subsídio para o inquérito que investiga se o Google abusou de sua posição dominante como mecanismo de busca para se beneficiar de conteúdo jornalístico sem remunerar os veículos de imprensa, o que teria gerado queda no tráfego e na receita com anúncios.

    O caso no Cade, aberto em 2018, investiga se o Google fazia “scraping” (raspagem) de conteúdo jornalístico. A plataforma estaria exibindo trechos de matérias de jornais sem direcionar os internautas aos sites dos veículos que as produziram. Na época, não havia IA incorporada à busca.

    O estudo também afirma que o Google faz autofavorecimento na busca com IA, uma vez que os links que aparecem mais frequentemente nesses resultados são do YouTube, empresa que pertence à Alphabet, assim como o Google. O autofavorecimento viola regras de concorrência.

    Para a pesquisa, a Authoritas compilou cerca de 5.000 palavras e expressões-chave que os consumidores pesquisam em Google.com.br que geram visitas a sites de notícias brasileiros.

    Com cada uma dessas, a empresa analisou a página de resultados das buscas. Segundo os pesquisadores, o Google se recusa a compartilhar dados detalhados que permitiriam aos veículos avaliarem sozinhos o impacto dos resumos gerados por IA.

    “Na ausência desses dados de primeira mão, o estudo da Authoritas adota uma estimativa conservadora do impacto dos resumos de IA no tráfego. Mesmo com essa abordagem cautelosa, os resultados mostram uma clara redução no tráfego. O impacto real deve ser potencialmente ainda maior”, diz o documento.

    “É por isso que precisamos do Cade -e de outros reguladores- para agir com urgência e impedir que o Google roube o trabalho de organizações jornalísticas. Eles devem, no mínimo, garantir que os veículos tenham a opção de não permitir que seu trabalho seja ‘raspado’ pela IA, sem que isso os remova completamente dos resultados de busca”, diz Caram.

    Segundo o estudo, na ausência do modo IA, o link que era o primeiro resultado em uma busca tinha a taxa de clique de 21,4%. Com o AI Overviews, essa taxa cai para 8,93%.

    “Isso significa que quando AI Overviews aparece em uma busca, os sites que anteriormente ocupavam o primeiro lugar podem esperar perder 58,3% dos visitantes para essa busca.”

    A partir da análise da penetração do Modo IA e da média de redução de cliques, o estudo estimou a queda no tráfego dos sites.

    “Uma redução média de 20,6% no tráfego tem impacto financeiro severo em sites de veículos de notícias. Eles terão de fazer cortes e isso significa redações esvaziadas e menos jornalistas realizando o trabalho vital de documentar e investigar o mundo, o que afeta a diversidade de informações disponíveis para o público, limitando a exposição a pontos de vista alternativos e enfraquecendo o debate informado em nossas sociedades já muito polarizadas”, diz o documento.

    Versão IA da busca do Google derruba tráfego para sites de veículos de notícias em 20,6%, diz estudo

  • 'Guerra' de IA pode acabar como os motores de busca, alerta Mark Cuban

    'Guerra' de IA pode acabar como os motores de busca, alerta Mark Cuban

    As grandes empresas de tecnologia travam uma disputa bilionária para criar o modelo definitivo de Inteligência Artificial, e Mark Cuban alerta que apenas uma deverá dominar o mercado, deixando as demais para trás.

    O empresário Mark Cuban acredita que a atual disputa entre empresas que desenvolvem modelos de Inteligência Artificial pode terminar de forma semelhante ao que aconteceu nos anos 1990, quando várias companhias competiam para criar seus próprios motores de busca.

    Para Cuban, no fim dessa “guerra da IA”, apenas uma empresa deve se tornar dominante, enquanto as demais ficarão para trás.

    Hoje, algumas das principais companhias envolvidas no desenvolvimento de modelos de Inteligência Artificial são OpenAI, Google, Microsoft, Meta, Anthropic e Perplexity, entre outras.

    Segundo o Business Insider, Cuban afirmou que “existem cinco ou seis empresas tentando criar o modelo definitivo de Inteligência Artificial que todos nós vamos usar”. Ele comparou o momento atual com a corrida dos buscadores nos anos 1990, quando várias empresas disputavam espaço antes da ascensão do Google.

    “Havia muitos motores de busca e ninguém sabia se haveria um único vencedor ou vários. Agora sabemos que existe o Google, o Bing com 1% ou 2% e o DuckDuckGo com uma fração de mercado”, disse o bilionário.

    As declarações foram feitas no podcast Pioneers of AI. Cuban destacou que o cenário é preocupante porque todo o investimento bilionário realizado por diferentes empresas pode gerar perdas enormes caso elas fiquem para trás nessa corrida tecnológica.

    “Podem estar gastando demais”, afirmou. “E se esse gasto exagerado continuar ou escapar do controle, existe uma bolha na competição entre esses modelos que pode estourar, como já aconteceu com outras tecnologias novas.”

    'Guerra' de IA pode acabar como os motores de busca, alerta Mark Cuban

  • Os cinco melhores livros de 2025 segundo Bill Gates; saiba quais são

    Os cinco melhores livros de 2025 segundo Bill Gates; saiba quais são

    Bill Gates reuniu as obras que mais o impactaram em 2025, abordando temas como propósito, clima, criatividade, comportamento humano e inovação. As recomendações oferecem leituras acessíveis e instigantes para encerrar o ano com boas ideias.

    O filantropo e cofundador da Microsoft, Bill Gates, publicou em seu blog uma lista com os cinco melhores livros que leu em 2025. Segundo ele, o período mais tranquilo das festas de fim de ano é perfeito para se sentar e aproveitar uma boa leitura. Gates destacou que suas escolhas abordam temas como propósito na vida adulta, mudanças climáticas, a evolução das indústrias criativas e a forma como os seres humanos se comunicam.

    Para quem busca um livro para fechar 2025 com chave de ouro, aqui estão as cinco recomendações de Bill Gates, com uma breve descrição de cada obra, sem spoilers.

    Remarkably Bright Creatures, de Shelby Van Pelt

    Um romance sensível que acompanha personagens improváveis e explora conexões humanas de maneira original. O livro equilibra emoção e leveza, oferecendo uma história sobre afeto, pertencimento e segundas chances.

    Clearing the Air, de Hannah Ritchie

    Uma obra de não ficção que oferece uma visão clara e baseada em dados sobre como enfrentar a poluição do ar e a crise climática. A autora explica soluções possíveis e desmonta mitos comuns sobre o futuro ambiental do planeta.

    Who Knew, de Barry Diller

    Neste livro, o influente executivo reflete sobre décadas de transformação no entretenimento, na internet e nos negócios. A obra traz reflexões sobre criatividade, liderança e como as indústrias se reinventam ao longo do tempo.

    When Everyone Knows That Everyone Knows, de Steven Pinker

    Steven Pinker explora como funcionam a comunicação, a reputação e os acordos sociais. É uma análise acessível e provocadora sobre comportamento humano, cooperação e as regras invisíveis que organizam a convivência.

    Abundance, de Ezra Klein e Derek Thompson

    Os autores discutem como diferentes setores da economia e da tecnologia podem gerar prosperidade e inovação. O livro examina obstáculos que freiam o crescimento e aponta caminhos para sociedades mais produtivas e criativas, sempre com foco no futuro.

    Os cinco melhores livros de 2025 segundo Bill Gates; saiba quais são

  • Flórida libera lei que proíbe menores de 14 anos nas redes sociais

    Flórida libera lei que proíbe menores de 14 anos nas redes sociais

    Um tribunal dos EUA autorizou a Flórida a aplicar a lei que impede crianças de até 13 anos de criarem contas e exige autorização dos pais para adolescentes de 14 e 15. A medida, contestada pela indústria de tecnologia, reacende o debate sobre segurança infantil e liberdade de expressão online.

    Um tribunal de apelação dos Estados Unidos autorizou o estado da Flórida a começar a aplicar uma lei que proíbe menores de 14 anos de terem contas em redes sociais, enquanto ainda avalia o mérito de uma ação movida pela indústria de tecnologia. As empresas afirmam que a lei viola a Primeira Emenda da Constituição norte-americana, que garante a liberdade de expressão.

    Por dois votos a um, o Tribunal de Apelação do 11º Circuito derrubou a suspensão temporária da lei HB3, que havia sido determinada em junho. Com isso, o governo da Flórida anunciou que iniciará imediatamente a aplicação das novas regras, que incluem exigir que usuários comprovem sua idade ao criar contas.

    “A HB3 agora é lei no estado e será aplicada. Estamos avisando todas as grandes empresas de tecnologia: coloquem nossas crianças em risco e vejam o que acontece”, declarou o procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, em suas redes sociais.

    A lei, aprovada com apoio dos dois partidos em 2024, impede crianças de até 13 anos de acessar redes sociais. Para adolescentes de 14 e 15 anos, o acesso só será permitido com autorização dos pais ou responsáveis.

    A Associação da Indústria de Computação e Comunicações (CCIA) e a coalizão NetChoice entraram com ação contra a Flórida em outubro de 2024, alegando que a norma representa uma violação da liberdade de expressão. A NetChoice classificou a lei como um ato de censura e afirmou que continuará o processo até que a Justiça declare a regra inconstitucional.

    Em comunicado, Paul Taske, co-diretor jurídico da NetChoice, disse que o grupo avaliará “todas as opções disponíveis” para garantir que a comunicação online dos residentes da Flórida permaneça segura e livre. Segundo ele, a lei do estado “não só viola direitos de expressão, como também torna os usuários menos seguros”.

    Entre as exigências impostas pela HB3 está a verificação obrigatória da idade dos usuários, que poderá ser feita por escaneamento facial ou apresentação de documento. A lei também obriga empresas de tecnologia a excluir contas de menores de 14 anos, sob pena de multas.

    “Na Flórida, colocamos nossas crianças em primeiro lugar, e meu gabinete fará cumprir essa lei de forma rigorosa para impedir que as Big Tech continuem explorando e prejudicando crianças por lucro”, afirmou Uthmeier.

    Flórida libera lei que proíbe menores de 14 anos nas redes sociais

  • Android quebra barreira e Pixel 10 já envia arquivos direto para iPhones

    Android quebra barreira e Pixel 10 já envia arquivos direto para iPhones

    O Pixel 10 passou a compartilhar arquivos com iPhones usando o Quick Share integrado ao AirDrop. A função ainda tem limitações, mas o Google promete expandir a compatibilidade para outros modelos Android nos próximos meses.

    Um dos recursos mais conhecidos do iPhone, o AirDrop, começou a funcionar também em um celular Android. O Google Pixel 10, novo modelo premium da empresa, agora consegue enviar arquivos diretamente para iPhones usando o Quick Share, o sistema de compartilhamento criado pelo Google.

    Na prática, o Pixel 10 passa a conseguir enviar fotos, vídeos e outros arquivos para aparelhos da Apple sem aplicativos adicionais. Porém, essa compatibilidade ainda tem algumas limitações. Para receber arquivos de um Pixel, o dono do iPhone precisa configurar o AirDrop para aceitar envios de todos, e não apenas de contatos.

    Por enquanto, o Pixel 10 é o único Android capaz de se integrar ao AirDrop, mas o Google informou ao site CNet que pretende ampliar o suporte para mais dispositivos nos próximos meses. A meta é tornar a troca de arquivos entre Android e iPhone mais simples e mais rápida.

    A novidade surge em um período de mudanças dentro da própria empresa, já que o Google Assistant será encerrado no fim do primeiro trimestre de 2026. A ferramenta será substituída pelo Gemini, o novo assistente baseado em inteligência artificial.

    Android quebra barreira e Pixel 10 já envia arquivos direto para iPhones

  • WhatsApp prepara manual de boas maneiras para evitar suspensões

    WhatsApp prepara manual de boas maneiras para evitar suspensões

    O aplicativo trabalha em um recurso que orientará usuários sobre comportamentos que podem violar as regras da plataforma, como envio de mensagens em massa. A ferramenta deve aparecer quando houver suspensão e ajudará a prevenir novas punições.

    O WhatsApp está trabalhando em um novo recurso para orientar os usuários a evitar violações das regras da plataforma e reduzir o risco de suspensão de contas. A informação foi divulgada pelo site WABetaInfo, que encontrou sinais de uma espécie de “manual de boas maneiras” em desenvolvimento dentro do aplicativo.

    Segundo o portal, a ferramenta deve exibir orientações sempre que um usuário for suspenso, explicando o que levou à punição e quais comportamentos precisam ser evitados no futuro. A ideia é deixar os termos de uso mais claros e incentivar práticas que não sejam identificadas como spam, ajudando os usuários a manterem suas contas em segurança.

    Como o recurso ainda está em desenvolvimento, não há previsão de lançamento. É provável que chegue primeiro à versão beta do aplicativo antes de se tornar disponível para todos.

    Comportamentos que podem levar à suspensão

    Mesmo sendo um app com mensagens criptografadas, o que impede o WhatsApp de acessar o conteúdo das conversas, a plataforma pode suspender contas com base em certos padrões de uso. Entre os comportamentos que geram alerta está o envio de mensagens em massa, especialmente quando há indícios de automação ou quando o conteúdo é enviado repetidamente para pessoas desconhecidas sem consentimento. Essas práticas podem indicar spam e até facilitar a disseminação de desinformação.

    A nova funcionalidade deve ajudar a reduzir esses problemas ao esclarecer diretamente para os usuários o que viola as regras e como evitar perder o acesso ao app.

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp prepara manual de boas maneiras para evitar suspensões

  • Google prepara novo sistema para PCs com foco total em IA

    Google prepara novo sistema para PCs com foco total em IA

    Chamado Aluminium OS, o novo sistema deve unificar Android e ChromeOS, substituir gradualmente o ChromeOS e chegar ao mercado em 2026, trazendo IA no centro da experiência e presença em notebooks, tablets, dispositivos destacáveis e TV boxes.

    O Google está desenvolvendo uma nova versão do Android criada especialmente para computadores, com o objetivo de competir diretamente com o Windows da Microsoft. O projeto já havia sido citado por Rick Osterloh, chefe da divisão de dispositivos e plataformas da empresa, mas até agora poucos detalhes eram conhecidos.

    De acordo com o site Android Authority, o novo sistema se chamará Aluminium OS e vai combinar características do Android com o ChromeOS. O nome foi identificado em uma vaga de emprego publicada pelo Google, onde o sistema é descrito como “um novo sistema operacional criado com foco em Inteligência Artificial”.

    A vaga também menciona que os profissionais contratados atuarão na transição do ChromeOS para o Aluminium OS, o que reforça a ideia de que o novo sistema pode substituir completamente o ChromeOS nos próximos anos. A plataforma deve aparecer em notebooks, tablets, dispositivos destacáveis e até TV boxes.

    O projeto faz parte de uma estratégia maior do Google de colocar a Inteligência Artificial no centro do seu ecossistema. A empresa já anunciou que começará a substituir o Assistente Google pelo Gemini a partir de março de 2026. Ainda não está claro se essa mudança ficará restrita ao Android Auto ou se abrangerá todo o ecossistema Android, mas já indica que a IA será a base dos produtos do Google daqui para frente.

    O CEO da Qualcomm, Cristiano Amon, afirmou recentemente ter tido acesso ao Aluminium OS. Durante o evento anual da empresa, ele disse que o sistema é “incrível” e “materializa a visão de convergência entre o celular e o PC”, destacando que está ansioso para utilizá-lo.

    Executivos do Google presentes no evento também confirmaram que o Aluminium OS será lançado em 2026, embora nenhum detalhe técnico tenha sido revelado até o momento.

    Google prepara novo sistema para PCs com foco total em IA

  • NASA prepara novo teste da Starliner após meses de falhas e atrasos

    NASA prepara novo teste da Starliner após meses de falhas e atrasos

    A agência espacial vai lançar a cápsula da Boeing em uma missão não tripulada de transporte de carga em 2026 para avaliar novamente seus sistemas e decidir se ela pode voltar a ser usada em voos com astronautas até 2030.

    A NASA voltou a mencionar a cápsula Starliner, da Boeing, meses depois dos problemas que deixaram dois astronautas presos na Estação Espacial Internacional por quase nove meses, apesar de a missão original prever apenas alguns dias no espaço.

    Agora, a agência anunciou que pretende usar novamente a Starliner, mas em condições diferentes. A próxima operação não terá tripulação e servirá apenas para transportar carga até a Estação Espacial Internacional.

    A missão funcionará como um novo teste para verificar o desempenho dos sistemas da cápsula e determinar se ela poderá, no futuro, voltar a transportar astronautas com segurança.

    A previsão é que esse voo não aconteça antes de abril de 2026, dando à Boeing tempo suficiente para concluir todos os ajustes necessários.

    Segundo comunicado divulgado pela NASA, os dois parceiros continuam realizando “testes rigorosos no sistema de propulsão” em preparação para dois possíveis voos no próximo ano, ressaltando que essas avaliações são fundamentais para planejar “as futuras missões da Starliner, de acordo com as necessidades operacionais da Estação Espacial Internacional até 2030”.

    NASA prepara novo teste da Starliner após meses de falhas e atrasos

  • Os 4 sinais de que está na hora de comprar cabos HDMI novos

    Os 4 sinais de que está na hora de comprar cabos HDMI novos

    Um cabo HDMI danificado pode causar falhas de imagem, áudio e até impedir o sinal de chegar à TV. Veja os principais sintomas de desgaste, como identificá-los rapidamente e quando é realmente necessário substituir o cabo para manter a melhor experiência audiovisual.

    Os cabos HDMI são a forma mais comum de transmitir áudio e vídeo para TVs, monitores, computadores e projetores. São tão versáteis que praticamente todo mundo tem pelo menos um em casa.

    Mesmo assim, vale lembrar que esses cabos exigem algum cuidado e, com o tempo, precisam ser substituídos para garantir a melhor qualidade na imagem e no som.

    Mas como saber quando chegou a hora de trocar? O site BGR listou alguns sinais que indicam que o seu cabo HDMI pode estar no fim da vida útil.

    Sinais de desgaste

    Conectar e desconectar o cabo com frequência pode desgastar o conector. Da mesma forma, torcer o cabo ou deixá-lo prensado sob móveis pesados pode causar danos. Se o cabo apresentar marcas visíveis de desgaste, é um alerta para substituí-lo.

    Problemas na imagem ou no áudio

    Nem sempre os danos são visíveis. Em muitos casos, os problemas aparecem somente na transmissão: imagem tremida, pontos brancos, falhas ou atraso no áudio são sinais claros de que o HDMI está comprometido.

    Falta de sinal

    Quando a TV ou o monitor simplesmente não recebem imagem ou som, é importante investigar a causa. Muitas vezes se culpa a TV, o computador, a caixa de TV a cabo ou o console, e se esquece que o problema pode ser o cabo. Teste outro HDMI para confirmar.

    Incompatibilidade

    Apesar de terem o mesmo conector, nem todos os cabos HDMI entregam o mesmo desempenho. Modelos mais antigos só suportam 4K a 30 fps e sem HDR. Já padrões mais novos, como o HDMI 2.2, permitem até 12K a 120 fps, além de recursos como Dolby Atmos.

    Se você quer aproveitar todo o potencial dos seus dispositivos, vale investir em um cabo HDMI mais moderno.

    Os 4 sinais de que está na hora de comprar cabos HDMI novos

  • Do clássico ao pop: playlists de Natal chegam para embalar o fim do ano

    Do clássico ao pop: playlists de Natal chegam para embalar o fim do ano

    Serviços como Spotify e Apple Music reúnem listas completas com clássicos natalinos e grandes artistas para ajudar a montar a árvore, decorar a casa e entrar no espírito das festas com um mês de antecedência.

    Estamos no dia 25 de novembro, faltando exatamente um mês para o Natal, e este costuma ser o momento em que muita gente começa a entrar no clima das festas de fim de ano.

    Se a sua casa ainda não está decorada com árvore, luzes e enfeites natalinos, talvez você queira começar a se ambientar com playlists feitas especialmente para essa época. Tanto o Spotify quanto o Apple Music oferecem seleções prontas para quem quer mergulhar de vez no espírito natalino.

    Além das listas oficiais das duas plataformas, também existem playlists extensas, com mais de cinco horas de duração, reunindo clássicos atemporais e artistas como Mariah Carey, Michael Bublé, Wham!, Dean Martin, Frank Sinatra, Kelly Clarkson e até Tyler, The Creator.

    A seguir, veja algumas das melhores playlists do Spotify e do Apple Music para entrar no clima de Natal e já começar a decorar a casa ao som dos maiores sucessos da temporada.

    Do clássico ao pop: playlists de Natal chegam para embalar o fim do ano